Um betamale na academia: aceitar e explorar (4ª parte)

Elías tinha parado de ir na Ultra (a academia) de novo, dessa vez não foi vergonha, foi humilhação, foi um tapa na cara na negação que ele mantinha da própria inferioridade, de ser um beta. O lugar que ele tanto se esforçou pra ter coragem de ir mostrou que ele não pertencia ali, nem tinha progredido nada. Porque além do progresso lento nas rotinas, as desistências atrasaram os avanços dele. Tava igual ao primeiro dia. Já tinha passado uma semana desde o "choque", ele não tinha se tocado de novo, mas aos poucos, o sentimento de ter sido humilhado foi se transformando, a depressão que podia ter causado começou a virar tesão. Elías começava a sentir que era algo que precisava acontecer, que ele precisava ver. A ideia do Maxi de pau duro já não doía, era quente, era suculenta. Nada deixava o pintinho dele mais duro do que essa imagem🔥🍆🔥 Ele começou a sentir raiva, confusão, a briga interna já tava chata, decidiu tomar a decisão certa, se deixou levar pelo impulso mais sincero, seguiu as emoções e não a razão. Pegou o computador e começou a procurar pornô de novo, pornô gay, até que achou um casal que explodiu a mente dele 🤯 Zilv & Rourke (nota do autor: recomendo demais 🤤). Era incrível, ele conseguia se ver ali! E não só se via no passivo, como conseguia ver o Maxi no ativo. Passou um fim de semana inteiro vendo esse casal transar por horas, desgastou a salsichinha dele com punhetas que não duravam mais de 30 segundos de tão tesão que esses vídeos davam. 🥵💦 Chegou segunda-feira e, como se fosse outra pessoa, saiu pro mundo, pra rua, sem medo das pessoas. Foi pra um sexshop, entrou sem hesitar, decidido no que queria, mesmo com o coração batendo que nem louco e o suor começando a aparecer. Bem na hora que entrou, a funcionária tinha ido pra um cômodo na frente, então não tinha ninguém pra atender ele, isso deu uma acalmada, deu tempo de se estabilizar. Daí a pouco saiu uma mina e atendeu ele: -Oi, boa tarde, o que você precisa? A mulher se destacava, dark, piercings, tatuagens, lábios pintados de preto, muito chamativa. E ainda tinha aquele decaimento enorme que deixava à mostra uns peitos que, dava pra notar, tinham piercings nos mamilos. +Oi, tudo bem? Ehh.. As palavras custavam a sair, não só tava lutando pra aceitar os próprios sentimentos, mas também tinha que se expor pra uma mulher que, sinceramente, ele achou muito gostosa e que subiu a temperatura dele. Era, de certa forma, criar mais distância das mulheres, que por si só ele nunca deixou de desejar. + Queria comprar roupa íntima. - Beleza, então, de que tipo? + Pra... pra mulher. A jovem fez uma careta de leve surpresa pelo pedido incomum, mas a verdade é que pessoas como ela são as que menos se deixam afetar por preconceitos. Então não passou de um detalhe de um segundo que, na real, não era um sinal negativo. - Beleza beleza, que tipo de roupa? - O Elias gostou pra caralho que ela levou o assunto na maior naturalidade. + Ahh, fio dental... de cor pastel se der. - Beleza - a jovem foi pegar o pedido, nosso beta já tava totalmente confiante. - Tenho assim, clássicas... e tenho essas que chamam de frufru ou repolhinho. Elias começou a apalpar, sentia uma felicidade crescente, tinha nas mãos a porta pra sua feminilidade, não conhecia as frufru, mas gostou ainda mais 😍 + Queria ver também babydoll e meia-calça de algodão. - Humm, espera aí que vejo se tenho. Elias continuava tocando as calcinhas, feliz, até que uma pergunta deixou ele gelado. - De algum tamanho específico? Ele virou pra ela. + Ahh, não sei, verdade - claro, nunca tinha dito que era pra ele!! Talvez agora viesse à tona o dono daquelas peças e quem sabe essa mina reagisse de um jeito hostil contra ele 😥, mas decidiu arriscar - tipo do meu tamanho. - Beleza. Respondeu na hora e continuou procurando na maior normalidade, o Elias sentiu a alma voltar pro corpo. A real é que a vendedora só queria brincar um pouco, sabia pra quem eram aquelas roupas. desde que ele disse "pra mulher" 🤭 Levou todas as roupas pro balcão, nosso beta pediu também umas meias-calças, entre essas se apaixonou por umas de algodão, brancas com rendinha e lacinhos. 😍 Não dava pra tudo, então ele só comprou 4 calcinhas fio dental, 2 delas frufru, e as meias. Se despediu e a vendedora dark cumprimentou ele com carinho e intimidade. Queria comprar um dildo também, mas era demais pra ele, ainda conseguiu creme depilatório e botou em prática virar um sissy cross. Aquela semana inteira ele se dedicou a explorar e expressar essa sexualidade de passivo submisso. Com só uma semana pra acabar o mês, Elias já tinha comprado um dildo pra big breast dark. Tava hipnotizado 🤤🍆 Não era do tamanho do de Maxi, mas ainda era mais avantajado que o dele, com veias, testíbooties e a cabeça circuncidada. Ele apalpava, mordia os lábios, queria que fosse uma cock real. Começou a chupar, e mesmo tendo gosto de borracha, a sensação daquele falo enchendo a boca dele excitava como nunca. Aí chegou o momento em que ele enfiou no cu pela primeira vez, e era a primeira vez que algo entrava no cu dele 👀🍑 foi um antes e um depois, embora fingir que tava sendo comido por uma cock não convencesse tanto, deixar ela parada e se mexer em cima foi demais 🔥 sentia o cu cheio, tinha uma cock dentro dele apertando por dentro. Aquele botãozinho começou a leitar, e pela ansiedade ele se masturbou pra chegar naquele orgasmo em só 4 segundos 😖🍑🔥🍆💦 Os espasmos no booty dele eram uma experiência nova por causa do dildo. Depois, naquela noite, ele percebeu que sempre, na sua experimentação, Maxi entrava em jogo na imaginação dele, no pornô ou com o dildo. Ficou pensando e se tocou: tinha a cock dura... TINHA A cock DURA!! 😨 Quando Maxi humilhou ele, o pau dele tava bem ereto, o que significa isso? E tava assim enquanto olhava pra ele - será que... ele se interessou? - ele se perguntava. Todas as peças se encaixavam. Maxi tocou nele, depois ignorava, mas observava ele, e então... ele toma banho na frente dele com a pica dura. Elias percebeu que o mês ainda não tinha acabado e ele já tinha pago tudo no Ultra, sorriu e no dia seguinte colocou em prática seu retorno 😈 Elias voltou pra academia, e pra completar, foi de fio-dental, se sentindo um putinho patético no caminho e naquele lugar cheio de homens musculosos e grandões. A surpresa do Maxi foi instantânea 😳 finalmente ele tinha conseguido se livrar do viadinho que perturbava seus desejos e agora ele estava de volta, e não só isso, Elias olhava fixo pra ele, com olhos sedutores e safados. Maxi ficou muito perturbado com o retorno dele, já que, pra sua desgraça, a pica dele começou a endurecer enquanto olhava pro Elias, não podia negar que sentia desejo por ele. Embora custasse a admitir, no fundo ele ficava feliz em ver o magricela afeminado de novo 😔 (Continua)

0 comentários - Um betamale na academia: aceitar e explorar (4ª parte)