Nossos protagonistas estavam morrendo de vergonha. Elias decidiu não pisar na academia por um bom tempo. Maxi não podia evitar de ir, era o trampo dele, mas não ver o magrelinho que tinha mexido com ele trouxe uma paz. Elias pensou que devia cair fora, parar de ir e trocar de academia, mas o lugar mais perto além da Ultra ficava a umas 30 quadras! 😣 Dava pra encurtar o caminho se pegasse o busão, mas ele tava começando a faculdade e vários gastos iam se acumular, além de que a outra academia tinha uma mensalidade mais cara. Ele pensou, ficou nervoso, não queria largar o treino, tava decidido que queria ficar mais másculo. Criou coragem e decidiu que continuaria na Ultra, na semana seguinte voltava. — Mas... e se o Maxi me treinar de novo? — Elias percebeu que o acidente podia rolar de novo, pensou numa solução. O salchichinha dele era pequeno, mas ainda podia escapar por causa da roupa de treino ser meio folgada. Abriu o guarda-roupa e procurou entre as cuecas pra ver quais eram mais apertadas, nisso, achou umas peças que não usava há tempos, reconheceu as cuecas que vestia até na adolescência, lembrou como eram justas e isso deu mais confiança ainda. Experimentou uma e sim, era apertada, se olhou no espelho e se sentiu confortável, mas se ver com aquela pecinha começou a despertar outras emoções. Viu no próprio corpo a figura dos passivos dos vídeos que ele tanto assistia: magros, delicados, pálidos e com roupas desse tipo que marcavam mais o volume. Começou a ficar excitado e viu que o pinto dele começou a endurecer e sim, a cueca realmente segurava tudo no lugar, isso o deixou feliz, se tivesse uma ereção não ia aparecer. Isso o trouxe de volta à realidade e ele tirou a peça antes que o tesão aumentasse. Maxi ficou perplexo quando viu Elias voltar pra academia, agora ele o evitava. Não se aproximava pra treinar ele, se sentia desconfortável. Elias não percebeu isso, ficou nervoso com o voltar, mas ganhou confiança rápido e ignorava a figura do Maxi se cruzasse no caminho.
Com o tempo, a coisa se normalizou, até o Elias fez amizade com uma moça que também treinava lá, tudo seguia tranquilo. E embora o magricela o evitasse, o Maxi continuava sentindo uma sensação chata, o fato de ter se sentido atraído por outro homem o irritava, o deixava puto, e ele tinha que ver aquele garoto, que tão orgulhosamente o ignorava, toda semana.
O Elias, uma vez, percebeu que, tanto quanto ele, o Maxi também o ignorava, achou estranho, sempre evitava pensar nele, mas agora realmente bateu a curiosidade — será que ele também se sentiu desconfortável? Por que mantém distância? Nem me cumprimenta 🤔 — a curiosidade cresceu e num momento ele decidiu virar na direção do Maxi, o treinador estava justamente olhando pra ele, mas quando os olhares se cruzaram, o fortão baixou a cabeça e fingiu estar ocupado com outras coisas. O Elias voltou pra rotina, percebeu a reação do Maxi e sorriu, pensou que talvez o treinador tivesse se sentido intimidado ao ver o pau dele. Talvez, pensou, ele tenha um menor, essa ideia se fixou na mente dele e o sorriso não sumia. O Maxi virou o olhar pro magricela e notou o sorriso dele, isso foi a gota d'água — esse moleque com esse pinto patético tá tirando sarro de mim! 🤬 — tava furioso e queria se vingar dele. Sabia que ser violento traria problemas, pensou o resto do dia e, quando escureceu e perto da hora de fechar, viu que o Elias foi pro chuveiro e aí teve a melhor ideia 😈
Seguiu o jovem e o espionou enquanto ele se despia, mas ao ver que o Elias tava de cueca de novo, bateu aquele sentimento da última vez que tinha treinado ele. Olhava a peça dele, branquinha, pequena e justa, e não só isso, o Elias tinha muito pouco pelo no corpo e a pele dele parecia lisa e delicada. A temperatura começou a subir no Maxi, ele não esperava por isso e notou como o pau dele começou a ficar duro, viu o Elias tão vulnerável, tão delicado e tão... Terno. Maxi criou coragem e seguiu com o plano, até a ereção dele podia ser um detalhe pra dar um gostinho a mais na vingança dele 😏🍆
O Elias já tava tomando banho, ouvindo passos descalços e estranhou quando pararam bem no chuveiro na frente dele, aí ouviu a água abrir. O pequeno Elias começou a ficar nervoso, porque geralmente todo mundo evitava tomar banho num chuveiro de frente pra outro que já tivesse sendo usado, já que não tinha cortina. Além disso, naquele horário quase não tinha ninguém na academia e nos chuveiros era só ele e essa pessoa misteriosa. Ele virou meio com medo e, quando reconheceu quem era, o coração dele disparou: o Maxi tava tomando banho na frente dele! Os dois estavam completamente pelados e sozinhos! 😱 Elias começou a tremer, desviou o olhar e xingava por dentro, mas com o tempo percebeu, de canto de olho, que o fortão do personal trainer de 1,80 tava se lavando olhando pra ele. O magricela nunca tinha se sentido tão intimidado na vida, mas a curiosidade fez com que, aos poucos, ele olhasse pro treinador.
Os olhos dele foram instintivamente pra aquele lugar, Elias ficou pasmo: o Maxi tava com o pau totalmente duro e ereto, apontando pra ele, balançando. 😨 Era circuncidado, cheio de veias e quase dobrava o tamanho do pinto dele em comprimento e grossura. Isso não só foi um baque brutal no ego dele e desmontou a teoria de por que o Maxi tinha desviado o olhar, como também deixou ele hipnotizado, sem perceber que tava de olho fixo no pau daquele macho alfa!! E, pra piorar, ele tava com a boca entreaberta, o que, da perspectiva do treinador, fazia ele parecer um beta patético querendo provar carne de outro homem. Elias piscou, voltou a si e olhou pro rosto do Maxi sem querer. O que os olhos dele viram acabou com ele. O macho alfa olhava pra ele com desprezo, com um sorrisinho safado enquanto ensaboava o próprio pau.
Elias não aguentou, fechou o registro do chuveiro, pegou a toalha e saiu, se trocou tão rápido que, como não tinha se secado direito, molhou a roupa. Lida de roupa limpa. Maxi demorou mais um minuto e decidiu sair tranquilo e satisfeito por ter humilhado aquele viadinho.
Elías voltou pra casa com passo apressado, precisou de um segundo banho depois de todo o suor que derramou no caminho. Quando se deitou pra dormir, ainda estava impactado, levou as mãos ao rosto com vergonha e humilhação e soltou umas lágrimas. Tinha caído na real de que, durante toda a cena, o pinto dele também tinha ficado duro — por mais que negasse, seus sentimentos homossexuais eram mais fortes. 😞 Não conseguia dormir, a imagem daquela rola não saía da mente dele, o que, além disso, fazia o piruzinho dele ficar rijo. Depois de horas, Elías cedeu aos sentimentos e levou a mão até a virilha, visualizou a rola do Maxi e, em só meio minuto, com lágrimas nos olhos, o beta tinha sujado os lençóis. Com um gesto lento, levou a mão suja até a boca e começou a saborear o próprio leite — não gesticulava, só tinha se entregado ao desejo mais obscuro dele.
(Continua)
Com o tempo, a coisa se normalizou, até o Elias fez amizade com uma moça que também treinava lá, tudo seguia tranquilo. E embora o magricela o evitasse, o Maxi continuava sentindo uma sensação chata, o fato de ter se sentido atraído por outro homem o irritava, o deixava puto, e ele tinha que ver aquele garoto, que tão orgulhosamente o ignorava, toda semana.
O Elias, uma vez, percebeu que, tanto quanto ele, o Maxi também o ignorava, achou estranho, sempre evitava pensar nele, mas agora realmente bateu a curiosidade — será que ele também se sentiu desconfortável? Por que mantém distância? Nem me cumprimenta 🤔 — a curiosidade cresceu e num momento ele decidiu virar na direção do Maxi, o treinador estava justamente olhando pra ele, mas quando os olhares se cruzaram, o fortão baixou a cabeça e fingiu estar ocupado com outras coisas. O Elias voltou pra rotina, percebeu a reação do Maxi e sorriu, pensou que talvez o treinador tivesse se sentido intimidado ao ver o pau dele. Talvez, pensou, ele tenha um menor, essa ideia se fixou na mente dele e o sorriso não sumia. O Maxi virou o olhar pro magricela e notou o sorriso dele, isso foi a gota d'água — esse moleque com esse pinto patético tá tirando sarro de mim! 🤬 — tava furioso e queria se vingar dele. Sabia que ser violento traria problemas, pensou o resto do dia e, quando escureceu e perto da hora de fechar, viu que o Elias foi pro chuveiro e aí teve a melhor ideia 😈
Seguiu o jovem e o espionou enquanto ele se despia, mas ao ver que o Elias tava de cueca de novo, bateu aquele sentimento da última vez que tinha treinado ele. Olhava a peça dele, branquinha, pequena e justa, e não só isso, o Elias tinha muito pouco pelo no corpo e a pele dele parecia lisa e delicada. A temperatura começou a subir no Maxi, ele não esperava por isso e notou como o pau dele começou a ficar duro, viu o Elias tão vulnerável, tão delicado e tão... Terno. Maxi criou coragem e seguiu com o plano, até a ereção dele podia ser um detalhe pra dar um gostinho a mais na vingança dele 😏🍆
O Elias já tava tomando banho, ouvindo passos descalços e estranhou quando pararam bem no chuveiro na frente dele, aí ouviu a água abrir. O pequeno Elias começou a ficar nervoso, porque geralmente todo mundo evitava tomar banho num chuveiro de frente pra outro que já tivesse sendo usado, já que não tinha cortina. Além disso, naquele horário quase não tinha ninguém na academia e nos chuveiros era só ele e essa pessoa misteriosa. Ele virou meio com medo e, quando reconheceu quem era, o coração dele disparou: o Maxi tava tomando banho na frente dele! Os dois estavam completamente pelados e sozinhos! 😱 Elias começou a tremer, desviou o olhar e xingava por dentro, mas com o tempo percebeu, de canto de olho, que o fortão do personal trainer de 1,80 tava se lavando olhando pra ele. O magricela nunca tinha se sentido tão intimidado na vida, mas a curiosidade fez com que, aos poucos, ele olhasse pro treinador.
Os olhos dele foram instintivamente pra aquele lugar, Elias ficou pasmo: o Maxi tava com o pau totalmente duro e ereto, apontando pra ele, balançando. 😨 Era circuncidado, cheio de veias e quase dobrava o tamanho do pinto dele em comprimento e grossura. Isso não só foi um baque brutal no ego dele e desmontou a teoria de por que o Maxi tinha desviado o olhar, como também deixou ele hipnotizado, sem perceber que tava de olho fixo no pau daquele macho alfa!! E, pra piorar, ele tava com a boca entreaberta, o que, da perspectiva do treinador, fazia ele parecer um beta patético querendo provar carne de outro homem. Elias piscou, voltou a si e olhou pro rosto do Maxi sem querer. O que os olhos dele viram acabou com ele. O macho alfa olhava pra ele com desprezo, com um sorrisinho safado enquanto ensaboava o próprio pau.
Elias não aguentou, fechou o registro do chuveiro, pegou a toalha e saiu, se trocou tão rápido que, como não tinha se secado direito, molhou a roupa. Lida de roupa limpa. Maxi demorou mais um minuto e decidiu sair tranquilo e satisfeito por ter humilhado aquele viadinho.
Elías voltou pra casa com passo apressado, precisou de um segundo banho depois de todo o suor que derramou no caminho. Quando se deitou pra dormir, ainda estava impactado, levou as mãos ao rosto com vergonha e humilhação e soltou umas lágrimas. Tinha caído na real de que, durante toda a cena, o pinto dele também tinha ficado duro — por mais que negasse, seus sentimentos homossexuais eram mais fortes. 😞 Não conseguia dormir, a imagem daquela rola não saía da mente dele, o que, além disso, fazia o piruzinho dele ficar rijo. Depois de horas, Elías cedeu aos sentimentos e levou a mão até a virilha, visualizou a rola do Maxi e, em só meio minuto, com lágrimas nos olhos, o beta tinha sujado os lençóis. Com um gesto lento, levou a mão suja até a boca e começou a saborear o próprio leite — não gesticulava, só tinha se entregado ao desejo mais obscuro dele.
(Continua)
1 comentários - Um beta na academia: sedução (3ª parte)