Bom, na minha descrição fiz uma apresentação sobre mim para que todos que entrarem no meu perfil me conheçam um pouco mais. Se tiver gente da minha região e me conhecer, por favor peço discrição e, se for o caso, podemos resolver por mensagem. É claro que não vou mostrar meu rosto, mas sim meu corpo, que estou cheio de tatuagens e algumas podem revelar quem eu sou se alguém for da minha cidade e me conhecer. Também não é que eu teria algum problema se alguém me encontrasse, mas mais do que nada para preservar os meus seria muito melhor. Diante de tudo isso, sou Nicolas, tenho 24 anos e sou de Buenos Aires. Desde que fiz 20 anos, um amigo me recomendou saber mais sobre o trabalho dele e me envolver com isso, coisa que no começo não levei a sério até que ele começou a me mostrar o que ganhava por final de semana. Eu vinha trabalhando fazendo bicos e outras coisas, mas meu salário não se comparava em nada ao que ele gerava com o que fazia. Ele ficou 2 dias mandando áudios explicando a parada, como tinha começado, quem tinha "apadrinhado" ele, o que eu tinha que fazer e de que maneira fazia, onde e quando fazia, enfim tudo que eu precisava saber sobre o trabalho. Eu ia começar na sexta à noite. Eu já não era virgem, claro, desde os 16 eu vinha molhando o pão, então tinha alguma 'experiência' sexual. Era ir a um hotel, onde uma senhora de uns 60 e poucos anos me esperava para que eu a entretenesse um bom tempo. Tinha 10 áudios do meu amigo explicando como eu tinha que fazer as coisas e que, sim ou sim, a cliente tinha que sair satisfeita de lá; se ela quisesse 5 gozadas a noite toda, tinha que dar, se ela quisesse só pela frente tinha que obedecer, se ela quisesse me chamar de tal jeito tinha que aceitar, no fim eu me alugava para o que ela sexualmente quisesse fazer comigo. E sobre isso, isso era na minha cidade, que não é pequena mas também não é grande, digamos que tem uns 40 mil habitantes mais ou menos, mesmo assim a maioria se conhece, seja pelo nome ou pelo sobrenome da Família, ou por que tem tal trabalho, enfim. Chego no hotel, que fica perto do centro, depois tem outro um pouco mais afastado mas é mais caro digamos. Me apresento na recepção e me indicam para qual quarto devo ir. Me atende uma senhora de roupão, pergunta se sou Nicolas, o enviado do meu amigo e me faz entrar. Não estava tão nervioso, porque em si era sexo, mas porque não sabia o que ela iria querer e o que não. Por sorte para mim ela tomou a iniciativa; mal me virei ela deixou o roupão cair, me soltou um "vem, piá" e me teve metendo e pondo a noite toda. Para não entrar em detalhes e deixar mais longo, ela não parou de me chamar de piá (apesar de não me desagradar, achei engraçado), quis fazer em várias posições, sobre a cama, nos reviramos no chão, sobre um móvel, a única coisa que ela negou foi quando ameacei tentar o ânus dela e mostrei a ponta do dedão, ela disse que não, que nem o marido dela podia entrar ali. Tinham passado quase 2 horas e entramos no chuveiro, ela quis a última foda, nos trocamos e ela me pagou o que me correspondia, que eram $2000 (o preço que meu amigo passou) mais $500 como um plus para mim por ter acompanhado o ritmo dela, segundo ela. Faz 4 anos, era uma grana boa que pra mim sendo moleque servia pra caramba e não ganhava isso no meu trampo. Saí do hotel e liguei pro meu amigo, contei como tinha terminado tudo e ele pediu que levasse a metade do pagamento que era a parte dele por ter conseguido a cliente. Claro que sendo sexta acabei esbanjando o que sobrou e fiquei muito louco. Já sábado à tarde, recebo uma ligação de volta do meu amigo, tinha outra cliente, ou melhor, outras. Era uma despedida de solteira e iam ter umas 7 mulheres, ele ia me acompanhar. No começo não me pareceu bom, a primeira mulher eu não conhecia e acho que ela a mim também não, por isso deu tudo tão bem e cada um pro seu lado, mas entre essas 7 mulheres tranquilamente poderia ter alguma conhecida e naquele momento não me parecia boa a ideia da minha mãe saber o que eu estava fazendo nos finais de semana. Pensei por um bom tempo, com o Franco tentando me convencer, até que aceitei com a condição de que o pagamento fosse o dobro e que eu cobriria o rosto. Ele não gostou muito das duas condições, mas aceitou. Era numa chácara a 3 km da cidade, eu conhecia de nome porque era a chácara de um político conhecido e a esposa dele era quem ia fazer a festinha - em que diabos a gente estava se metendo, pensei. Chegamos de táxi com meu amigo, peguei uma máscara que tinha comprado de passagem numa loja de festas e escondi um pouco meu rosto. Ele já trabalhava com isso há um tempo e já tinha feito despedidas de solteira e se exposto pra várias mulheres de uma vez, mas eu não - só tinha feito um ménage alguns meses antes com minha ex e a amiga dela (motivo pelo qual depois nos separamos), mas nunca tinha estado com mais de uma mulher ao mesmo tempo. Era tudo novo pra mim. O lugar era bem de gente com grana, luzes por todos os lados, carros caríssimos, uma entrada com um jardim super bem cuidado e no meio disso íamos nós, dois simples mortais atrás da grana, fazendo o que fosse necessário pra conseguir, mesmo que fosse se expor pra 7 mulheres. Tava um pouco nervoso, não vou negar. Tocamos a campainha, uma senhora que parecia a empregada abriu, perguntou se éramos Nicolas e Franco e disse que as "meninas" estavam se divertindo lá no fundo. Passamos, respiramos fundo e entramos no salão. Tinha um ambiente com luz vermelha, uma daquelas bolas de espelhos pendurada no teto que refletia por todo o lugar, começou a tocar uma música sensual de strip-tease e as malucas descontroladas começaram a gritar quando nos viram. Ambos vestíamos terno porque era o que as responsáveis por nos contratar tinham pedido - por baixo do terno, óbvio, só uma cueca simples que tava apertando meus ovos pra caralho, acho que era o tamanho menor, haha. No meio, sentada e amarrada numa cadeira, estava a suposta homenageada, com os olhos cobertos por uma calcinha. De velha e em silêncio, as amigas dela pediram que nos aproximássemos. Ficamos de frente para ela, tiraram a "venda" dos olhos dela e baixaram nossas calças - 2 mulheres de cada lado, deixando nossos membros a apenas centímetros de sua boca. Eu não conseguia acreditar no que estava acontecendo, A MULHER QUE ÍAMOS DAR A FESTINHA ERA MINHA TIA. A última vez que a tinha visto estava diferente, tinha retocado os seios e um pouco os lábios, mas tinha certeza que era ela, não disse nada ao Franco mas ele notou que fiquei um pouco alterado, tentei disfarçar e continuei balançando meu quadril perto dos lábios dela para que não percebesse que eu conhecia a mulher. Fazia anos que tinham brigado com minha mãe e nunca mais a tinha visto até agora, não sei como tinha se envolvido com esse homem que tinha muito poder na cidade, mas isso já não era da minha conta. Para minha sorte eu ainda estava com a máscara posta e claro que nem ela nem as amigas podiam me reconhecer, ao contrário do meu companheiro que estava como veio ao mundo já com o pau ereto. A música continuava tocando e 3 mulheres se agarraram ao meu amigo Franco; uma chupava suas bolas, a outra enfiava o pau até o fundo babando e a que sobrava começou a beijá-lo. Sobravam 3 sozinhas, sem contar a tia... Vieram até mim, 2 delas trouxeram uma tesoura e cortaram minha cueca, ficou meu pau como uma mola e começaram a gritar porque eu o tinha "um pouquinho" grande, mais que o do Franco com certeza, esse sempre foi meu golpe de sorte, ter uma boa ferramenta de trabalho. Começaram a chupá-lo entre as 2 enquanto a outra começou a me beijar como louca enfiando sua língua até dentro da garganta mais ou menos. Me aproximaram da minha tia, que continuava amarrada na cadeira embora já estivesse vendo tudo que estávamos fazendo com suas amigas. Franco à esquerda com suas 3 mulheres e eu à direita com as 3 minhas pegaram nossos paus e começaram a passá-los por todo o rosto dela, eu não conseguia acreditar que estava vivendo isso e mais ainda que estava enfiando meu pau na cara da minha tia, foi incrível. Enfiaram as duas cabeças na boca dela e iam alternando, colocavam a minha para ela chupar e depois a do meu amigo, ficamos um tempinho assim e iam revezando entre todas elas chupando, a gente não podia usar as mãos pra nada, essa foi a condição delas, só colocávamos o corpo ou melhor dizendo, a ferramenta. No meio da sala os únicos pelados éramos nós, todas elas estavam vestidas até que mudaram de música e começaram a se despir. Tinha de tudo e para todos os gostos: 3 eram loiras, 2 eram morenas, 1 era ruiva e minha tia que também era puxada pra loira digamos. Todas vestiam igual, usavam um vestido vermelho que foram tirando uma da outra até ficarem todas de calcinha fio-dental e sutiã também vermelhos, menos minha tia que continuou com o vestido vendo as outras se despirem. Eu não aguentava mais, queria comer qualquer uma delas porque já estava com muito tesão e a chance (talvez) de foder minha tia me deixava com muito tesão. Começaram a beber champanhe e se beijavam umas às outras, já estavam loucas. Uma delas, a ruiva, sentou em uma espécie de bancada que tinha perto, puxou a calcinha fio-dental pro lado e nos indicou que por favor enfiássemos nela. Eu ia direto no cu dela como um campeão, mas as outras gritaram que NÃO, que a primeira da noite tinha que ser minha tia, por ser a despedida dela e seu presente especial, fazendo a ruiva aceitar de má vontade, embora soltasse um calor de mulher desejando pau. Estava chegando a hora, começaram a desatar os nós da minha tia e a despir ela, baixaram o vestido, cortaram a calcinha fio-dental e o sutiã de uma vez e ela ficou diante de nós como uma presa exposta ao caçador, É DE VOCÊS nos disseram e começamos a beijá-la e apalpar por todos os lados, Franco começou chupando sua barriga e pernas e eu não perdi tempo e comi sua boca sem pensar. Algo muito louco que percebi é que seu olhar conectava com o meu, eu estava de máscara mas é como se ela tivesse conhecido meus olhos e soubesse quem eu realmente era, não houve nenhum comentário e continuamos nos beijando. Virei a vista e as outras estavam se pegando entre elas, todas se comendo e se acariciando como se não houvesse amanhã, deu pra ver que as amigas tinham vontade uma da outra há tempos e o álcool mostrou seus desejos. Olha, eu digo pro Franco e ele se caga de rir enquanto ordena pra minha tia apoiar as mãos na cadeira, vai lá que eu faço ela me chupar um pouco! ele me diz enquanto minha tia não para de gemer. Ela fica com toda a vista pra mim enquanto meu amigo se senta e minha tia engole o pau dele até o fundo. Começo chupando a buceta dela, e preciso dizer que ela tinha uma buceta divina vista por trás, bem carnuda e nem se fala no cheiro de mulher que tinha, deu pra ver que ela estava com tesão há tempos. Chupo bem toda a buceta e aproveito pra meter uns dedos, o que gera uma eletricidade nela e eu a masturbo um pouco até que já estava bem molhada e eu meto com tudo, ela soltou o pau do meu amigo e começou a gritar que nem uma puta louca, pedindo pra eu dar mais e mais e mais e não parar. Fiquei assim uns minutos até que meu amigo pede pra trocar, mas não dei bola e continuei comendo ela até não aguentar mais e enchi toda a buceta dela de porra escorrendo. Franco virou ela e sentou sobre ele na cadeira cavalgando enquanto ela começou a me chupar com eu em pé ao lado deles. Se aproximaram 2 das amigas, a ruiva sedenta por pau e uma das loiras, jogaram um vestido no chão e me ordenaram deitar, uma sentou no meu pau enquanto pulava que nem uma rã e a outra sentou toda sua figura na minha cara, ficando minha boca contra sua buceta molhada pronta pra ser devorada pelos meus dotes linguísticos. Fomos alternando com as outras e com meu companheiro, em uma dessas minha tia pede que a gente foi fazer a bunda dela, porque por favor ela queria que a bunda dela fosse arrombada, claro que o champanhe já tinha feito efeito em todos nós. O pouco que ainda me lembro disso é que eu estava empurrando devagar para não machucá-la, meu pau na sua estrelinha, meu amigo estava deitado no chão comendo a buceta dela e em segundos estávamos numa dupla penetração na minha tia, algo impensável um dia atrás. As outras foram se juntando e beijavam ela, chupavam seus peitos, colocavam suas bocetas na boca do meu amigo, colocavam os peitos na minha boca e nos beijavam. Foi incrível. Ficamos assim a noite toda, nem sei até hoje quantas gozadas metemos naquela festa, mas estávamos com um tesão inacreditável, transamos com todas e fizemos de tudo, acho que a maioria a gente comeu pelo cu e gozamos em todos os lugares. Para mim, sendo homem, foi como viver num filme pornô, mas era real e estávamos envolvidos com senhoras gostosas, e uma delas era minha tia. Voltamos como deu para nossas casas, nem lembro em que viemos, com certeza algumas delas nos trouxeram. E ainda tem novos chamados da parte delas...
2 comentários - Primera despedida de soltera y fue para mi tía 🤫🔥
GRAN RELATO
Solo por MORBO, CONTA luego de tu TÍA
SE CASÓ??
MAS 10