Buceta da Mili 35

Esclarecimento 1: essa história não é de minha autoria, foi escrita pelo adrianreload que não está mais aqui no P!, estou repostando porque também gostei muito na época.
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade

Passei as últimas semanas de férias, dei todo o espaço possível pra Mili. Perto do último fim de semana, liguei várias vezes sem resposta. Então me arrisquei a ir na casa dela, encarar meu ex-sogro, se eu levasse uma surra, pelo menos a Mili veria que eu tava disposto a apanhar pra ter ela de volta.

Toquei a campainha várias vezes, sem resposta, até que uma vizinha me disse que eles tinham ido pro clube… outra missão impossível no clube? Tava disposto a encarar… mas, da última vez, entrei porque o Guille tinha um parente militar.

Agora minha amizade com o Guille tinha ido pro saco por causa das intrigas da manipuladora da Vane… mesmo assim, tentei ligar pra ele, seria uma chance de me reconciliar e, por que não?, ele me ajudar de novo com a Mili, mas não obtive resposta.

Até que recebi uma ligação de um número desconhecido…

- Me falaram que você tá sozinho… disse ela, toda provocante.

- Vane? Esse não é seu número… respondi, reconhecendo a voz, mas não o número.

- Bemm… o outro número tava queimado, só recebia ligação de quem você já sabe… disse ela, entediada.

Parece que eu não era o único que ligava de vez em quando pra ex (Mili), parece que o Guille ainda tentava reatar com a Vane que, sendo prática, trocou de número… fazia pouco tempo que a Vane tinha voltado de viagem e não sei como ficou sabendo da minha situação… essa bruxa tinha um radar…

- Mas… você não me respondeu… o que rolou? Acabou o love… provocou, debochada.

- Nada… diferenças irreconciliáveis… argumentei pra não dar margem a mais comentários.

- Espero que não tenha sido culpa minha… completou com falsa pena.

Claro que foi, sua puta de merda… por sua culpa não posso mais aproveitar a bunda carnuda da Mili, nem a entrega fogosa dela… e também a companhia, claro… vocês entendem, a abstinência já tava cobrando seu preço, e o que vinha na minha cabeça mais rápido era a habilidade dela na cama do que a companhia… virtudes.
-          Nada, nada disso… respondi, não queria inflar mais o ego daquela bruxa.
-          Então… você tá disponível?… ela completou, voltando a ser provocante.
-          Pra quê?... respondi me fazendo de desentendido.
-          Você sabe… um cara sozinho, uma mina sozinha… tem vazios pra preencher… ela disse, bem explícita.
Mili tinha razão, a Vane era uma gostosa, mas com um rabo de masturbação… na verdade, um rabo enorme… porra… foco, não cai no jogo dessa maluca… por causa dela e das intrigas dela, você acabou afastando quem talvez fosse a melhor coisa que te aconteceu ultimamente. Por outro lado, a Mili me afastou… não me responde, tentei me desculpar de todas as formas e nada… mas, pensando bem, a Vane tem uma bunda de fazer esquecer tudo…
Como vocês podem ver, eu tinha um anjinho num ombro e um diabinho no outro, os dois sussurrando no meu ouvido… um dizia: Foge dessa lagartixa, não vale a pena, isso vai te afastar ainda mais da Mili… e o outro dizia: Aproveita e arrebenta ela, aquela bunda branca e musculosa quer o seu pau, e de quebra você ainda goza…
Essa última ideia foi envenenando minha mente… vingança ou vingança (vingança do meu pau)… não era possível que essa bruxa louca andasse feliz e contente, tirando sarro da minha situação e me convidando pra comer ela… enquanto a Mili, o Guille e eu estávamos fodidamente infelizes por culpa dela. A Vane tinha que pagar.
-          Do que você tá falando?... respondi me fazendo de interessante.
-          Você sabee… uma mulher é que nem um carro… precisa de uma manutenção de vez em quando, se descuida, enferruja… ela disse, toda sorridente, com certeza se referindo ao cu dela, se não abrissem aquele rabo de novo, ia fechar, queria manter ele razoavelmente dilatado.
-          Parece bom… respondi, aceitando.
Na real, eu não sabia o que fazer naquele momento… tava com uma vontade de vingança terrível, talvez tão febril quanto o Guille na época dele. Não queria chegar aos extremos, talvez um castigo anal, arrebentar a bunda dela, pra ela se lembrar de mim pra sempre (ou pelo menos a cada (assim que se sente) e não me peça de novo…
Mas que tal, um castigo no ego dela… deixá-la plantada… ou ir ao encontro, ceder aos caprichos dela até certo ponto, quando ela estiver excitada e pronta, ir embora deixando ela assim, fazendo referência que a Mili era melhor que a Vane na cama… ou algo do tipo… que machuque ela igual ela machucou o Guille, que doa nela igual doeu na Mili ver a foto da bunda da Vane no meu laptop… que ela sofra como eu sofri quando a Mili se afastou de mim…
- E então… Onde?... acrescentei depois desses segundos de reflexão.
- Que tal no mesmo lugar da outra vez… respondeu a Vane rapidamente.
- Pra mim tá de boa… falei engolindo seco.
Mais do que por ansiedade, engoli seco, lembrando o quanto caro que foi da última vez. Talvez a Vane tenha notado minha reação meio tensa, mas ela tava muito animada porque dessa vez, sem chantagem no meio, eu tava aceitando os pedidos dela.
- Que bom… não se preocupa… dessa vez eu pago… disse empolgada.
- Ei… não… respondi, deixando meu lado cavalheiro aparecer.
- Ah, não precisa bancar o bonzinho comigo… não sou antiquada, uma mulher também pode pagar essas coisas… falou na maior naturalidade, soltando o lado feminista dela.
Não discuti, combinamos de nos ver no hotel às 8 da noite, a Vane entraria primeiro e me mandaria uma mensagem com o número do quarto. Fiquei imaginando que ela, doida como é, com certeza ia querer preparar algo pra minha chegada… talvez algum fetiche ou fantasia que ela tivesse.
Por outro lado, tive um leve medo de que ela preparasse outro tipo de recepção… pra se vingar da vez que eu amarrei ela e deixei o Guille se divertir com ela. Bom, supostamente já tava tudo resolvido, pensei… mas hoje à noite vou arrebentar a bunda dela pra ela nunca mais me ligar.
Eu tinha passado as últimas noites sem dormir pensando na Mili, tava um pouco cansado e ao mesmo tempo ansioso por aquela ideia maluca do castigo anal que eu planejava dar na Vane. Pensei que devia descansar um pouco pra dar pra Vane o esforço que a ocasião Merecia.
Lembrei que da última vez a Vane optou pelo sexo forte, dessa vez com que ideia ela viria… ou melhor, eu deveria me preocupar com que proposta eu levaria… e assim acabei dormindo sem perceber.
Acordei de repente com o despertador, me vesti normal, já não precisava impressionar a avó da Vane, só tinha que ir direto ao ponto e fazer meu trabalho.
Peguei um táxi, e no caminho pelo centro da cidade me distraí com um letreiro de néon “Sex-Shop”… cortei a viagem, apesar do protesto do taxista. Achei que ali poderia encontrar algum treco que me ajudasse a dar o que a Vane merecia.
Feito um justiceiro ou vingador anal, já que naquela hora essa ideia corrompia minha mente, entrei do jeito mais discreto naquela loja. Fiz umas perguntas pro vendedor e saí levando algo no bolso… agora você vai ver, Vane, eu dizia.
Retomando o caminho pro hotel, recebi a mensagem da Vane… quarto 69… deve ser piada, número cabalístico, pensei. Entrei no hotel mais decidido que da primeira vez, o recepcionista, educado e discreto, disse que estavam me esperando.
Respirei fundo, lembrei do plano (uma vingança anal brutal) e bati na porta e… porra… a Vane abriu a porta quase nua, vestindo só uma calcinha e sutiã de renda vermelha minúsculos e transparentes, toda uma diaba, deixando ver a penugem castanha e rala do púbis, e os mamilos rosados…
Ela me esperava sem rodeios, pronta pra ação enquanto eu ainda ficava de boca aberta diante daquele espetáculo que suas formas quase nuas me ofereciam… obviamente a Vane sorriu satisfeita ao ver o choque que causou em mim, olhando também o efeito na minha virilha.
— Entra… ela disse, entrando e virando as costas pra que eu pudesse apreciar suas bundas firmes.
Eu a segui, besta igual a um zumbi, vendo o vai e vem das coxas dela, entre as quais se perdia um fiozinho vermelho da calcinha fio dental. Pra aumentar o tesão da situação, ela parou diante de uma mesinha de centro e se inclinou completamente até ficar de quatro, virou pra me olhar coquetamente:
- Quer beber alguma coisa... disse sugestivamente e, ao ver que eu não reagia, completou... tô falando de uma bebida.
Aceitei tomar algo, enquanto minha mente tentava reagir e juntar os pensamentos sobre por que eu estava ali, recompor meu plano... lembrar de tudo que ela fez a Guille, Mili e eu sofrermos... foco, entra no jogo e depois cuida do teu, falei pra mim.
- Viu?... te falei que não precisava se preocupar em me agradar... disse feito femme fatale.
Ela queria deixar claro que não ia esperar eu tomar a iniciativa, provavelmente tentando me fazer comparar com a Mili... mostrando que a Vane, quando queria, podia ser provocante e proativa...
Pra deixar o ponto bem claro, se ajoelhou na minha frente, puxou meu pau semi-duro pra fora e engoliu de boa vontade. Enquanto eu, atônito, mal conseguia reagir... a Vane tava ganhando a iniciativa e a partida de todas as formas possíveis... me sentia um vibrador ambulante...
A Vane parecia disposta a mostrar que podia ser a mulher mais complacente... capaz de qualquer putaria pra me fazer esquecer a Mili ou deixar claro que a Vane era melhor na cama.
Por enquanto, percebi que ela tinha aprendido muito nos últimos tempos, chupava com uma puta experiência, usando lábios e língua, batendo uma de vez em quando, e enfiando até o fundo da garganta, quase se engasgando pra me agradar... me olhando de baixo, esperando...
Conseguiu tirar umas gotinhas de porra, que saboreou sorrindo, enquanto eu cedia, acariciando o cabelo dela, às vezes reagindo e puxando com força pra ela fazer bem o serviço...
- Minha vez... falei, querendo retomar o controle.
Lembrando que da última vez ela tinha adorado sexo pesado, e com a raiva que eu guardava dela, peguei no cabelo e quase arrastei pro sofá... em vez de ver ela assustada, ela parecia ansiosa pelo que ia rolar...
- De quatro, puta... ordenei.
- Sim... sim... respondeu, se ajoelhando no sofá, de quatro. largo.

Sem dizer mais nada, ela mesma enfiou a cabeça no móvel, enquanto esticava os braços para trás, puxando a calcinha fio dental para o lado e depois abrindo suas bundas firmes pra me mostrar o cuzinho enrugado, mas lubrificado… A Vane tinha tomado a precaução de se lubrificar com um negócio que comprou na farmácia.

- Faz logo… pelo amorrr… me implorava a Vane, que tinha passado da ação pra submissão.

Dei um tapa na bunda dela, pra acalmar e mostrar quem tava no controle naquele momento, isso fez ela tremer, excitando mais ainda até fazê-la estremecer… eu tinha que fazê-la sofrer… então agarrei bruscamente a cintura fina dela e, apontando rápido meu pau contra o cu dela, penetrei violentamente até o talo…

- Aiii… ouuu… assim nãooo… ouuu… exclamou a Vane chorando.

Mesmo com o lubrificante, ela sentiu o impacto da minha investida feroz nas entranhas dela, a coluna arquivou num espasmo forte, enquanto ela mesma se arranhava a bunda… depois virou o rosto pra abafar outros gemidos chorosos nos almofadas do móvel.

- Aguenta, puta… falei debochando.

Por enquanto, a vingança tava se consumando… A Vane, apesar da preparação lubrificada, tava sofrendo no esfíncter as consequências do desejo febril dela de superar a Mili em habilidade anal. Sem dar tempo pra ela reagir, comecei a bombar com força…

- Auuu… porra… auch… merda… ouvia ela reclamar entre as almofadas.

Nessa altura, a Vane tinha perdido qualquer traço daqueles gemidos com frases idiotas em inglês, a agonia dela tinha ficado mais pé no chão… eu tava satisfeito com isso, curtindo a bunda firme dela que ia ficando vermelha com a batida contínua contra minha virilha.

- Cala a boca, vagabunda… repreendi batendo na bunda dela de novo com a palma da mão.

- Não… Danny… chega… murmurava a Vane com lágrimas nos olhos.

Por uns momentos, comecei a sentir pena dela, talvez eu tivesse exagerando, nessa dúvida parei de… castigá-la freneticamente, descendo pra um ritmo mais harmônico e pausado… enquanto decidia o que fazer… pensei que tava chegando nos extremos de vingança que eu tinha criticado no Guille.
Tava passando de um encontro sexual consentido pra uma violenta violação anal onde não me importava o que ela dissesse ou pedisse pra eu parar… só queria causar o máximo de dano possível pra ela nunca mais me procurar… no entanto…
- Ohhh… siii… assim… parte minha buceta assim… uhmmm… ouvi Vane gemer.
Naquele ritmo mais lento, menos brutal, Vane tinha encontrado o prazer, passou das lágrimas de choro pra um lacrimejar de tesão, com o rosto vermelho de lado, semi-cerrando os olhos e mordendo os lábios enquanto curtia ter o cu aberto como uma puta.
Essa não era a ideia… era hora do plano B… peguei no bolso da minha calça o que comprei no sex-shop… tirei meu pau do cu dela…
- Queee… nãooo… continua por favor… continua… disse ela saindo da abstração.
- Espera, puta… recriminei.
Coloquei no meu pau o acessório que tinha achado pra infligir dor na Vane… uma camisinha com espinhos, a mais agressiva que encontrei, só pra sadomasoquistas, não pra uma recém-aficionada ao sexo anal…
Assim que coloquei, enfiei abruptamente… Apesar da resistência inicial que o cu dela ofereceu, empurrei bestialmente até meter todos os espinhos nos intestinos dela…
- Auuuu… nãooo… auuuu… você tá me rasgando… aiiii… exclamou Vane, cravando as unhas no móvel, enquanto lacrimejava de dor de novo.
- Isso que você sempre quis… não é, puta?… queria que eu te arrebentasse o cu? Pois se realizou, maluca do caralho… gritei enfurecido.
A expressão de dor da Vane virou medo, enquanto eu forçava as penetrações que emperravam nas paredes das entranhas dela… vendo que eu não ia ceder, Vane tentou se soltar do cativeiro, chutando, enquanto eu pressionava ela pra baixo com meu corpo.
Num No momento em que perdi o equilíbrio, a Vane conseguiu se soltar, mas também tropeçou e caiu de cabeça no chão com as costas encostadas no assento do sofá. Nesses breves segundos de confusão da parte dela, sem saber como se levantar, aproveitei pra me posicionar por cima dela, ainda tinha a bunda branca dela à minha disposição… não ia escapar… ia pagar por tudo…

- Auuu… não… chega… — reclamou a Vane, ao sentir de novo minha pica rasgando ela.

Naquela confusão toda, pude ver que o cu dela tinha vestígios de sangue, assim como as cravinhas que estavam na camisinha… eu continuava febril pelo meu apetite de vingança. Tava fazendo isso pelo Guille, pela Mili e por mim… pra que essa puta manipuladora nunca mais chegasse perto da gente.

Pra evitar que ela continuasse reclamando, tratei de colocar meu pé na boca dela, ela quase me mordeu… nessa malabarismo que a gente tava, os peitos da Vane tinham escapado da prisãozinha deles e tavam desafiadores, pulando no ritmo da minha punição doentia na bunda bem feita dela.

De repente, a Vane foi se calando e aguentando aquele martírio… Imagino que ela tenha pensado que seria vergonhoso se, por causa dos gritos dela, alguém a resgatasse daquele hotel de luxo com o cu arrombado por alguém que ela mesma deixou entrar.

- Gozaaaa logo… pelo amor de Deus… — implorava a Vane, chorando, com o rosto vermelho.

Aquelas cravinhas tavam tendo o efeito contrário, pra sorte da Vane, criando um atrito na cabeça da minha pica, massageando ela por causa do aperto do cu dela. Quando senti que tava perto de gozar, tirei minha pica do cu dela, deixando a camisinha com as cravinhas lá dentro.

Minha pica cuspiu pra todo lado os líquidos nas coxas, na barriga, nos peitos e até no rosto da Vane, chegando a cegar ela com um jato na pálpebra direita, enquanto outras gotas escorriam pelo queixo e pela bochecha dela, e algumas, de sacanagem, entravam na boca aberta dela.

A Vane ofegava, chorando e dolorida… eu tinha passado dos limites da minha vingança, não me sentia… Orgulhoso do que fiz, mas sempre tem espaço pra crueldade… o golpe final, depois do castigo físico, o emocional…
- Uff… foi bom… mas a bunda da Mili, uff essa sim é gostosa… as nádegas naturais dela são macias e produzem um som gostoso… as suas estão um pouco duras… falei com desprezo.
Vane ficou de boca aberta, diante de uma declaração tão impiedosa, com o ego ferido com certeza. Por um momento, vi ela passar da pena e da dor pra raiva, enquanto limpava os restos de sêmen e lágrimas dos olhos.
Antes que essa louca reagisse, de um jeito ou de outro, me limpei e me vesti, deixando ela jogada de cabeça no chão, destruída e salpicada com meus líquidos. Queria fugir antes que minha consciência começasse a me torturar pelo desastre que fiz.
Lembrava dos avisos que dei pro Guille sobre o mafioso velho da Vane e o que ele podia fazer por machucar a filha dele… mas já era tarde… não tive um amigo pra me segurar… tinha ferrado tudo com a Mili, com a Vane, com o Guille… talvez fosse assim que tinha que ser, assim que tudo devia acabar.
No entanto, enquanto abria a porta, ouvi uma risada alta e talvez forçada…
- Foi só isso? – respondeu Vane, provocativa, e completou desafiante – Aproveitei cada instante de ter você dentro de mim…
Um calafrio percorreu minha espinha, uma raiva como nunca senti me inundou, queria machucar ela de qualquer jeito. Fechei a porta… agora você vai ver, sua puta de merda…
Porra… O que foi isso? Onde estou? – comecei a olhar pros lados desesperado, tava meio escuro… O que aconteceu? Desmaiei? – falei ainda atordoado – O que a Vane colocou na bebida? Como vim parar aqui?… Ainda tenho meus rins? – pensei por último, me tocando… tava suado e frio…
A única certeza era que ainda era noite… peguei meu celular no bolso e olhei, procurando pistas do que rolou… Ok, ainda é sábado, continua sendo a mesma data… e a hora é… O quê? Não pode ser… isso significa que… sério?… Foi assim que aconteceu?…
Conforme os segundos passavam, me dei conta de que… que nunca saí do meu quarto… eu tinha dormido pensando em tudo que faria, fiquei obcecado em me vingar da Vane e fiquei com essa ideia na cabeça a tal ponto que ela se reproduziu num sonho vívido… tão real, tão fatal…
Enquanto tentava discernir o que era fantasia e o que era real, vi uma mensagem no meu celular… era da Vane: “Quarto 69”… Coincidência?... aí recebi uma ligação que esclareceu tudo.
- Estou te esperando no hotel, idiota… que horas você vai vir? – Vane me recriminou furiosa.
- Não… não vou – respondi friamente, depois desliguei e apaguei o telefone.
Depois de tudo que aconteceu, do que experimentei com ela e da fantasia do meu sonho… entendi que com a Vane não tinha como ganhar, eu entraria no jogo dela, onde ela me manipularia do jeito dela, como já tinha acontecido antes. Era voltar ao mesmo, e eu já sabia como essa história terminava.
Eu tinha ultrapassado meus limites no meu sonho, tanto que fiquei horrorizado com minhas ações e com o que estava disposto a fazer, a ponto de acordar violentamente… talvez fosse um presságio do que aconteceria se eu me deixasse levar por aquela raiva e sede de vingança.
Era algo parecido com o que dizem dos idiotas… que você não pode ganhar uma briga porque eles vão te levar ao nível deles e, por experiência, vão te vencer… acho que algo similar me esperava com essa louca, por mais que eu tramasse vinganças, não tinha tanta malícia nem era tão manipulador quanto a Vane…
Qualquer coisa que eu fizesse, me levaria a um degrau cada vez mais baixo, transgredindo minha personalidade só por revanchismo, me forçando a fazer coisas absurdas… se eu caísse no nível dela, a Vane ganhava. Talvez algumas brigas se ganhem evitando-as, pensei.
Vane com certeza intuía que, pela maneira como agi antes, guiado febrilmente pelo meu ego ferido, eu continuaria agindo da mesma forma revanchista e, enquanto fosse assim, ela teria o controle. Eu tinha que quebrar esse círculo vicioso… e, da mesma forma, ferir o ego dela.
Se eu quisesse recuperar a Mili, tinha que largar essas merdas. jogos que me afastaram dela… depois de um tempo, eu ficava feliz por pensar com a cabeça de cima em vez da cabeça do meu pau… mas quanto tempo isso ia durar… quanto tempo até eu recuperar a Mili… esse era o dilema…
O ruim é que Mili me acostumou com um ritmo sexual… e ficar na seca, eu não sabia por quanto tempo ia aguentar… talvez no fim eu acabasse caindo com a Vane mesmo… que parecia disposta a continuar insistindo… ela tinha perdido a batalha, mas não a guerra… como tudo, era questão de tempo.
Continua…

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