Os dias passavam e meu novo período de castidade me enlouquecia.
-Meu amor, hoje vou jantar com as minhas amigas. Depois vou pro teu apê, corno, e te conto umas novidades. Beijo.
Já se passaram 6 dias de submissão intensa (6 dias sem gozar) e essa experiência difícil já tava pesando pra caralho. A vontade de gozar tava cada vez maior, e a impossibilidade me frustrava pra cacete. A campainha tocou e apareceu a Ceci com um vestido preto novo, bem curtinho, decotadão, maquiada caprichada e o cabelo preso com uma presilha bem levantada. Os lábios vermelhos me fizeram fantasiar na hora que eu vi…
-Olá Ceci, que gostosa que você está!!! Uff muito linda.
-Oi, amor, valeu e tô meio bebada kk- Sabe o que eu percebi? Kkkk
-Mmm, como é que tá meu corno de pau duro? –disse com tom e gestos safados-
Ele desceu a mão até minha virilha e, por cima da calça, tocou minha buceta.
-Como eu adoro isso, que você esteja morrendo de vontade de gozar como nunca, que me veja e imagine mil coisas…
—Imagino de tudo, Ceci. Não aguento mais, quero gozar.
—Sei, meu amor, mas ainda faltam pelo menos uns 3 dias…
—Como assim, pelo menos? — interrompi ela — Você disse 15 dias, não aguento mais…—Falei 15 dias no mínimo, e que se você se comportasse bem, talvez terminasse aí, Eze.
—E o que seria me comportar bem? O que você quer que eu faça? — falei num tom bem desesperado.
Mmm, a princípio quero que você me traga uma cerveja e saiba que amanhã vou encontrar o Cláudio de manhã e tô bem nervosa…
Trouxe a cerveja dela rapidinho e, enquanto abria, perguntei:
-Por que nervosa? Se já esteve com ele
—Porque depois de um café longo, a gente conversou a fundo e ele me contou que vinha um gerente regional de RH do Equador, com quem ele tinha muita confiança. Que em outras oportunidades ele contratou uma acompanhante e ficaram os três juntos, mas que dessa vez queria que fosse eu com eles.
—Mas a Ceci te trata como se fosse uma putinha?
—Sei lá, em vez de levar uma acompanhante, ele me leva. Sim, eu tenho tesão na situação, quero um ménage há um tempão e ainda não quero decepcionar ele. Talvez isso abra portas no trabalho, porque ele deu a entender...
-Manda ele pra puta que pariu, Ceci, não dá bola pra ele, como é que você vai ir…
—Pra Eze, vou porque quero e se eu tirar proveito da situação, melhor ainda e pronto, não vou discutir isso com você. Só te contei porque tô nervosa, só isso, mas não me enche mais o saco.
—Tá bom, Ceci. Se é isso que você decidiu por livre e espontânea vontade, tá de boa, não fica puta não. E quantos anos ele tem?
-56 anos, moreno, vi uma foto. O Cláudio me contou que já fizeram menage duas vezes quando ele veio, e que ele tem certeza de que vou agradar, que é pra eu me soltar e seguir ele. O encontro é de manhã, às 9, porque os dois podem nesse horário, e ele falou pra eu ir pro escritório às 12, que já lançou um "pedido meu" pra chegar mais tarde. Pediu pra eu ir de vestido curto e até me deu um conjunto novo da Victoria's Secret pra eu usar, olha – tirando da bolsa –
Vermelho de renda, com cinta-liga e uma calcinha fio-dental minúscula e provocante decorada com um cadeadinho na parte de trás. Não tava curtindo a situação, mas ainda assim era um encontro sexual que a Ceci tinha escolhido. Só me restava aceitar e torcer pra passar logo.
Do outro ladodiaPensei a manhã inteira e a hora não passava, 11:45 me chegou uma mensagem: “Eze já tô chegando no escritório, tudo certo, depois te conto
De tarde ela me mandou um arquivo anexo detalhando todo o encontro:
Bom, Eze, vou ser o mais resumida possível. Chegamos direto no hotel que o Claudio reservou, e o gerente do Equador, Felix, já estava esperando a gente no quarto. Foi uma situação bizarra, fiquei nervosa como não ficava há muito tempo. O cara era magro, uns 1,80 de altura, bem moreno, de óculos, cabelo curto e cacheado, e tava vestido de terno com camisa e gravata. Desde o começo ele me tratou com distância, sabia que eu era funcionária da empresa, mas claramente ali eu tinha um propósito: saciar os fetiches dele. O Claudio nos apresentou, e ele me cumprimentou sério, com os olhos grudados nos meus peitos, que davam pra ver pelo vestido preto curto que eu tinha vestido. A partir dali, o Claudio assumiu um papel dominante e foi guiando a situação, mandando o que eu devia fazer.
—Vem cá, Cecília — disse Cláudio, me puxando contra o corpo dele, e começamos a nos beijar sob o olhar do Félix, que tirava o terno e a gravata.
O Claudio tirou meu vestido e, quando fiquei só de calcinha e salto, me pediu pra desfilar pra eles. Toda vermelha e visivelmente nervosa, andei até a porta e virei de volta pra onde os dois estavam parados, sorrindo. Me sentia nervosa, uma puta barata, mas ao mesmo tempo meio excitada. Quando cheguei perto, o Felix segurou minha mão e me beijou, enquanto o Claudio, por trás, apoiava as mãos na minha bunda. O Felix sentiu meus peitos contra o peito dele e começou a me beijar com paixão, enquanto colocava as mãos neles. Por trás, o Claudio desabotoou meu sutiã e tratou de tirá-lo.
—Uff, mina, que gostosa você é — exclamou Feliz, já todo excitado nesse momento. — Vem aqui, por favor — ele disse, guiando minha mão até a calça dele e colocando ela na pica dele. — Me masturba enquanto eu te beijo.
O Cláudio participava pouco, sabia que o lugar dele era secundário nesse encontro, o objetivo era deixar o chefe satisfeito, mas ele não tirava as mãos da minha bunda e ficava passando a mão nas minhas costas.
Masturbei eles por alguns minutos enquanto nos beijávamos, até aquele momento eu só sabia que tava tocando algo grande e muito duro, mas só fechava os olhos e obedecia o que ele mandava. Enquanto eu gemia e respirava ofegante, ele começou a chupar meus peitos com força e meus mamilos rosados já endurecidos de tesão.
—Vem aqui, ajoelha — disse ele apoiando a mão na minha cabeça — e você, o que está esperando, Cláudio? Vamos, haha — enquanto desabotoava a camisa e ficava completamente nu.
Claudio também tirou a camisa e, no momento em que me ajoelhei, os dois ficaram com os membros eretos perto do meu rosto. Não vou falar do Claudio porque já descrevi as partes íntimas dele. Félix tinha o pau longo e imponente, não tão grosso quanto o do Claudio (que é anormal, diria), mas mais comprido e bem largo (calcula uns 20 cm de comprimento, no mínimo).
Comecei a chupar a pica do Félix, enquanto batia uma pro Claudio do jeito que dava, não tinha experiência mesmo e tava difícil sincronizar. Rápido, o Félix tirou minhas mãos da pica dele e falou pra eu focar em masturbar o Claudio, que da minha boca ele cuidava – com um sorriso safado.
—Que buceta linda você tem, vamos treinar um pouquinho essa buceta linda argentina —exclamou enquanto penetrava minha boca de forma suave mas firme— Não para de masturbar ele, assim ele continua assim, você tem que fazer as duas coisas, dá pra ver que nunca teve dois ao mesmo tempo e isso me excita ainda mais.
Os dois gemiam e me olhavam de um jeito perverso enquanto eu não parava de masturbar ele e sentia a rola grande do Félix entrando e saindo devagar. Logo ele começou a acelerar o ritmo e a meter mais fundo até que, com uma boa enfiada, colocou mais da metade pra dentro e me fez dar a primeira ânsia. Ele tirou, mandou eu respirar, e meteu de novo, continuando suave, mas agora em alta velocidade, enfiando na minha boca. Minha cara de desconforto só deixava ele mais excitado.
—Me olha, Cecilia, por favor —disse ele com seu sotaque centro-americano, enquanto segurava minha cabeça com as duas mãos e continuava se excitando—. Que olhos perfeitos você tem, não para de mexer a língua.
Claudio, por sua vez, se levantou, abaixou minha tanga e colocou dois dedos na minha buceta já molhada e começou a me tocar. Ele colocou uma camisinha e fez um sinal pro Félix.
—Vem cá, Ceci, fica de quatro que vou te comer — falou o Cláudio.
Na hora, senti ele enfiar o pau quase de uma vez, e parecia que tinha entrado até a garganta, mesmo com minha boca não parando de receber o de Félix. Pela primeira vez na vida, senti duas picas ao mesmo tempo e, depois de alguns minutos, gozei pela primeira vez com as investidas de Claudio. Félix não me dava trégua, continuava metendo na minha boca, e nessa altura meu rosto estava todo melado de saliva, misturada com o líquido pré-seminal dele. Em poucos minutos, depois de umas 4 ou 5 estocadas fortes, Claudio gozou e soltou um gemido bem alto. Félix tirou o pau da minha boca, colocou uma camisinha e começou a me comer de barriga pra cima, olhando pra ele. Senti o desconforto daquela pica enorme, era comprida; quando ele percebeu, começou a controlar a profundidade, mas não a velocidade, que ficava cada vez mais forte, enquanto ele se aproximava do orgasmo. Pra minha surpresa, depois de alguns minutos, quando achei que ele ia gozar, ele saiu de dentro de mim e mandou eu ficar de quatro. Nisso, vi Claudio se masturbando, já quase recuperado.
Félix começou a me comer de quatro e eu ia pra frente porque não aguentava, era grande demais, ele percebeu e começou a meter só um pouquinho enquanto o Cláudio enfiava o pau meio duro na minha boca. Depois de uns minutos o pau do Cláudio já tava duro e aquela cabeça desconfortável entrava e saía da minha boca, inchando meus lábios e minhas bochechas. Quando eu tava quase gozando, o Félix parou de novo, tirou a camisinha e mandou eu ficar de joelhos:
—Vem me masturbar com esses peitos, Cecília —cuspinhou nos meus peitos pra lubrificar, o que me chocou, e com as duas mãos eu masturbei ele enquanto chupava o Claudio, que hoje não tava assumindo o papel de Dominante e se contentava com menos.
Quando estava prestes a gozar, o Felix pegou na minha buceta e com a outra mão puxou minha cara pra trás:
-Ayyyyy assim assiiiiiii, olha pra mim, quero que veja como eu te encho de porra
Começou a gozar e cobriu boa parte do lado esquerdo do meu rosto, incluindo o olho, e minha franja. O sêmen dele era viscoso e grosso, e bem abundante. Na sequência, Cláudio enfiou o pau na minha boca e, com duas ou três penetrações fundas, quase me engasgando, tirou o pau e gozou no meu lábio e no nariz. Sem saber como reagir, timidamente consegui me levantar e ir ao banheiro, onde me limpei com a toalha. Quando voltei, me perguntaram como tinha sido, quase por obrigação, e rapidamente se vestiram e esperaram eu tomar banho e trocar de roupa (com a outra roupa que eu tinha levado) para me levar até o escritório.
Os dois entraram uns minutos depois de mim e tudo seguiu como se nada tivesse acontecido. Notei que o Félix me olhou umas duas vezes durante o dia, mas em nenhum momento me fez sentir desconfortável, muito pelo contrário.
Tô te contando por aqui porque queria te dar os detalhes e pessoalmenteFica difícil. À noite te ligo. Beijo. Te amo.
À noite não conseguiu me ligar e no dia seguinte me avisou que a gente ia jantar no meu apê.
-Oi, meu amor, como você tá?
—Bem, Ceci, e você?
-Tudo bem. Só falta um dia de corno, amanhã você completa os 15 dias.
Sim, não aguento mais, Ceci. Me conta como você ficou depois de um dia daqueles ontem?
—Beleza, foi uma situação e tanto, mas realizei a fantasia do menage e do amante "negão" que eu queria kkk, tudo num só.
—Mas você se divertiu?
—Sim, passei bem, foi estranho, me senti intimidada, em alguns momentos muito nervosa, mas tentei dar o meu melhor e curti em alguns momentos, até gozei, embora só uma vez com o Cláudio. É impossível não gozar com um negócio desse, haha.
- Bom Ceci, se você se divertiu, fico tranquilo. Não curti o lugar que te deram, mas...—Chega, Eze, já falamos sobre isso, é minha decisão. Além disso, acho que isso, junto com o que rolou hoje, vai dar resultado pra outras coisas…
-O de hoje?
— Sim, hoje cruzei com o Félix de novo e a gente acabou no estacionamento sozinhos no carro dele. Ele me perguntou se eu não queria acompanhar ele e no banco de trás me fez chupar a pica dele por 20 minutos. Você não tem ideia do que foi. Ele comeu minha boca por 10 minutos e depois mandou eu mostrar minhas habilidades, então fiz o melhor que pude.
— De novo?
—Sim, de novo, tava doidão. Ele falou que me viu andando por lá e lembrou dos meus biquinhos e das minhas tetas, aí não conseguiu se segurar. Disse que nunca fez isso no escritório, mas não resistiu. Tarado do caralho, o moreno, haja paciência.
-Que bárbaro, que… não sei o que te dizer.
-Não fala nada haha. Eu não aguento mais, ela me confessou que o que ela mais gosta é sexo oral e por isso foca tanto ali, e… lembro e credo.
—O que foi?
- O filho da puta gozou na minha boca e me fez engolir, e eu tinha que dar o gosto pra ele. Não sei se todo preto tem o esperma assim viscoso e grosso, mas te juro que me deu ânsia de nojo. Enfim, já era, corno manso, quase certeza que vou ser conselheira com isso. O que espero é que o Felix não fique muito tempo nem venha direto, porque não tô afim de chupar a pica dele, e muito menos com frequência.
Jantamos e eu já não aguentava mais esperar o dia 15, faltava só 1…
CONTINUA
-Meu amor, hoje vou jantar com as minhas amigas. Depois vou pro teu apê, corno, e te conto umas novidades. Beijo.
Já se passaram 6 dias de submissão intensa (6 dias sem gozar) e essa experiência difícil já tava pesando pra caralho. A vontade de gozar tava cada vez maior, e a impossibilidade me frustrava pra cacete. A campainha tocou e apareceu a Ceci com um vestido preto novo, bem curtinho, decotadão, maquiada caprichada e o cabelo preso com uma presilha bem levantada. Os lábios vermelhos me fizeram fantasiar na hora que eu vi…
-Olá Ceci, que gostosa que você está!!! Uff muito linda.
-Oi, amor, valeu e tô meio bebada kk- Sabe o que eu percebi? Kkkk
-Mmm, como é que tá meu corno de pau duro? –disse com tom e gestos safados-
Ele desceu a mão até minha virilha e, por cima da calça, tocou minha buceta.
-Como eu adoro isso, que você esteja morrendo de vontade de gozar como nunca, que me veja e imagine mil coisas…
—Imagino de tudo, Ceci. Não aguento mais, quero gozar.
—Sei, meu amor, mas ainda faltam pelo menos uns 3 dias…
—Como assim, pelo menos? — interrompi ela — Você disse 15 dias, não aguento mais…—Falei 15 dias no mínimo, e que se você se comportasse bem, talvez terminasse aí, Eze.
—E o que seria me comportar bem? O que você quer que eu faça? — falei num tom bem desesperado.
Mmm, a princípio quero que você me traga uma cerveja e saiba que amanhã vou encontrar o Cláudio de manhã e tô bem nervosa…
Trouxe a cerveja dela rapidinho e, enquanto abria, perguntei:
-Por que nervosa? Se já esteve com ele
—Porque depois de um café longo, a gente conversou a fundo e ele me contou que vinha um gerente regional de RH do Equador, com quem ele tinha muita confiança. Que em outras oportunidades ele contratou uma acompanhante e ficaram os três juntos, mas que dessa vez queria que fosse eu com eles.
—Mas a Ceci te trata como se fosse uma putinha?
—Sei lá, em vez de levar uma acompanhante, ele me leva. Sim, eu tenho tesão na situação, quero um ménage há um tempão e ainda não quero decepcionar ele. Talvez isso abra portas no trabalho, porque ele deu a entender...
-Manda ele pra puta que pariu, Ceci, não dá bola pra ele, como é que você vai ir…
—Pra Eze, vou porque quero e se eu tirar proveito da situação, melhor ainda e pronto, não vou discutir isso com você. Só te contei porque tô nervosa, só isso, mas não me enche mais o saco.
—Tá bom, Ceci. Se é isso que você decidiu por livre e espontânea vontade, tá de boa, não fica puta não. E quantos anos ele tem?
-56 anos, moreno, vi uma foto. O Cláudio me contou que já fizeram menage duas vezes quando ele veio, e que ele tem certeza de que vou agradar, que é pra eu me soltar e seguir ele. O encontro é de manhã, às 9, porque os dois podem nesse horário, e ele falou pra eu ir pro escritório às 12, que já lançou um "pedido meu" pra chegar mais tarde. Pediu pra eu ir de vestido curto e até me deu um conjunto novo da Victoria's Secret pra eu usar, olha – tirando da bolsa –
Vermelho de renda, com cinta-liga e uma calcinha fio-dental minúscula e provocante decorada com um cadeadinho na parte de trás. Não tava curtindo a situação, mas ainda assim era um encontro sexual que a Ceci tinha escolhido. Só me restava aceitar e torcer pra passar logo.
Do outro ladodiaPensei a manhã inteira e a hora não passava, 11:45 me chegou uma mensagem: “Eze já tô chegando no escritório, tudo certo, depois te conto
De tarde ela me mandou um arquivo anexo detalhando todo o encontro:
Bom, Eze, vou ser o mais resumida possível. Chegamos direto no hotel que o Claudio reservou, e o gerente do Equador, Felix, já estava esperando a gente no quarto. Foi uma situação bizarra, fiquei nervosa como não ficava há muito tempo. O cara era magro, uns 1,80 de altura, bem moreno, de óculos, cabelo curto e cacheado, e tava vestido de terno com camisa e gravata. Desde o começo ele me tratou com distância, sabia que eu era funcionária da empresa, mas claramente ali eu tinha um propósito: saciar os fetiches dele. O Claudio nos apresentou, e ele me cumprimentou sério, com os olhos grudados nos meus peitos, que davam pra ver pelo vestido preto curto que eu tinha vestido. A partir dali, o Claudio assumiu um papel dominante e foi guiando a situação, mandando o que eu devia fazer.
—Vem cá, Cecília — disse Cláudio, me puxando contra o corpo dele, e começamos a nos beijar sob o olhar do Félix, que tirava o terno e a gravata.
O Claudio tirou meu vestido e, quando fiquei só de calcinha e salto, me pediu pra desfilar pra eles. Toda vermelha e visivelmente nervosa, andei até a porta e virei de volta pra onde os dois estavam parados, sorrindo. Me sentia nervosa, uma puta barata, mas ao mesmo tempo meio excitada. Quando cheguei perto, o Felix segurou minha mão e me beijou, enquanto o Claudio, por trás, apoiava as mãos na minha bunda. O Felix sentiu meus peitos contra o peito dele e começou a me beijar com paixão, enquanto colocava as mãos neles. Por trás, o Claudio desabotoou meu sutiã e tratou de tirá-lo.
—Uff, mina, que gostosa você é — exclamou Feliz, já todo excitado nesse momento. — Vem aqui, por favor — ele disse, guiando minha mão até a calça dele e colocando ela na pica dele. — Me masturba enquanto eu te beijo.
O Cláudio participava pouco, sabia que o lugar dele era secundário nesse encontro, o objetivo era deixar o chefe satisfeito, mas ele não tirava as mãos da minha bunda e ficava passando a mão nas minhas costas.
Masturbei eles por alguns minutos enquanto nos beijávamos, até aquele momento eu só sabia que tava tocando algo grande e muito duro, mas só fechava os olhos e obedecia o que ele mandava. Enquanto eu gemia e respirava ofegante, ele começou a chupar meus peitos com força e meus mamilos rosados já endurecidos de tesão.
—Vem aqui, ajoelha — disse ele apoiando a mão na minha cabeça — e você, o que está esperando, Cláudio? Vamos, haha — enquanto desabotoava a camisa e ficava completamente nu.
Claudio também tirou a camisa e, no momento em que me ajoelhei, os dois ficaram com os membros eretos perto do meu rosto. Não vou falar do Claudio porque já descrevi as partes íntimas dele. Félix tinha o pau longo e imponente, não tão grosso quanto o do Claudio (que é anormal, diria), mas mais comprido e bem largo (calcula uns 20 cm de comprimento, no mínimo).
Comecei a chupar a pica do Félix, enquanto batia uma pro Claudio do jeito que dava, não tinha experiência mesmo e tava difícil sincronizar. Rápido, o Félix tirou minhas mãos da pica dele e falou pra eu focar em masturbar o Claudio, que da minha boca ele cuidava – com um sorriso safado.
—Que buceta linda você tem, vamos treinar um pouquinho essa buceta linda argentina —exclamou enquanto penetrava minha boca de forma suave mas firme— Não para de masturbar ele, assim ele continua assim, você tem que fazer as duas coisas, dá pra ver que nunca teve dois ao mesmo tempo e isso me excita ainda mais.
Os dois gemiam e me olhavam de um jeito perverso enquanto eu não parava de masturbar ele e sentia a rola grande do Félix entrando e saindo devagar. Logo ele começou a acelerar o ritmo e a meter mais fundo até que, com uma boa enfiada, colocou mais da metade pra dentro e me fez dar a primeira ânsia. Ele tirou, mandou eu respirar, e meteu de novo, continuando suave, mas agora em alta velocidade, enfiando na minha boca. Minha cara de desconforto só deixava ele mais excitado.
—Me olha, Cecilia, por favor —disse ele com seu sotaque centro-americano, enquanto segurava minha cabeça com as duas mãos e continuava se excitando—. Que olhos perfeitos você tem, não para de mexer a língua.
Claudio, por sua vez, se levantou, abaixou minha tanga e colocou dois dedos na minha buceta já molhada e começou a me tocar. Ele colocou uma camisinha e fez um sinal pro Félix.
—Vem cá, Ceci, fica de quatro que vou te comer — falou o Cláudio.
Na hora, senti ele enfiar o pau quase de uma vez, e parecia que tinha entrado até a garganta, mesmo com minha boca não parando de receber o de Félix. Pela primeira vez na vida, senti duas picas ao mesmo tempo e, depois de alguns minutos, gozei pela primeira vez com as investidas de Claudio. Félix não me dava trégua, continuava metendo na minha boca, e nessa altura meu rosto estava todo melado de saliva, misturada com o líquido pré-seminal dele. Em poucos minutos, depois de umas 4 ou 5 estocadas fortes, Claudio gozou e soltou um gemido bem alto. Félix tirou o pau da minha boca, colocou uma camisinha e começou a me comer de barriga pra cima, olhando pra ele. Senti o desconforto daquela pica enorme, era comprida; quando ele percebeu, começou a controlar a profundidade, mas não a velocidade, que ficava cada vez mais forte, enquanto ele se aproximava do orgasmo. Pra minha surpresa, depois de alguns minutos, quando achei que ele ia gozar, ele saiu de dentro de mim e mandou eu ficar de quatro. Nisso, vi Claudio se masturbando, já quase recuperado.
Félix começou a me comer de quatro e eu ia pra frente porque não aguentava, era grande demais, ele percebeu e começou a meter só um pouquinho enquanto o Cláudio enfiava o pau meio duro na minha boca. Depois de uns minutos o pau do Cláudio já tava duro e aquela cabeça desconfortável entrava e saía da minha boca, inchando meus lábios e minhas bochechas. Quando eu tava quase gozando, o Félix parou de novo, tirou a camisinha e mandou eu ficar de joelhos:
—Vem me masturbar com esses peitos, Cecília —cuspinhou nos meus peitos pra lubrificar, o que me chocou, e com as duas mãos eu masturbei ele enquanto chupava o Claudio, que hoje não tava assumindo o papel de Dominante e se contentava com menos.
Quando estava prestes a gozar, o Felix pegou na minha buceta e com a outra mão puxou minha cara pra trás:
-Ayyyyy assim assiiiiiii, olha pra mim, quero que veja como eu te encho de porra
Começou a gozar e cobriu boa parte do lado esquerdo do meu rosto, incluindo o olho, e minha franja. O sêmen dele era viscoso e grosso, e bem abundante. Na sequência, Cláudio enfiou o pau na minha boca e, com duas ou três penetrações fundas, quase me engasgando, tirou o pau e gozou no meu lábio e no nariz. Sem saber como reagir, timidamente consegui me levantar e ir ao banheiro, onde me limpei com a toalha. Quando voltei, me perguntaram como tinha sido, quase por obrigação, e rapidamente se vestiram e esperaram eu tomar banho e trocar de roupa (com a outra roupa que eu tinha levado) para me levar até o escritório.
Os dois entraram uns minutos depois de mim e tudo seguiu como se nada tivesse acontecido. Notei que o Félix me olhou umas duas vezes durante o dia, mas em nenhum momento me fez sentir desconfortável, muito pelo contrário.
Tô te contando por aqui porque queria te dar os detalhes e pessoalmenteFica difícil. À noite te ligo. Beijo. Te amo.
À noite não conseguiu me ligar e no dia seguinte me avisou que a gente ia jantar no meu apê.
-Oi, meu amor, como você tá?
—Bem, Ceci, e você?
-Tudo bem. Só falta um dia de corno, amanhã você completa os 15 dias.
Sim, não aguento mais, Ceci. Me conta como você ficou depois de um dia daqueles ontem?
—Beleza, foi uma situação e tanto, mas realizei a fantasia do menage e do amante "negão" que eu queria kkk, tudo num só.
—Mas você se divertiu?
—Sim, passei bem, foi estranho, me senti intimidada, em alguns momentos muito nervosa, mas tentei dar o meu melhor e curti em alguns momentos, até gozei, embora só uma vez com o Cláudio. É impossível não gozar com um negócio desse, haha.
- Bom Ceci, se você se divertiu, fico tranquilo. Não curti o lugar que te deram, mas...—Chega, Eze, já falamos sobre isso, é minha decisão. Além disso, acho que isso, junto com o que rolou hoje, vai dar resultado pra outras coisas…
-O de hoje?
— Sim, hoje cruzei com o Félix de novo e a gente acabou no estacionamento sozinhos no carro dele. Ele me perguntou se eu não queria acompanhar ele e no banco de trás me fez chupar a pica dele por 20 minutos. Você não tem ideia do que foi. Ele comeu minha boca por 10 minutos e depois mandou eu mostrar minhas habilidades, então fiz o melhor que pude.
— De novo?
—Sim, de novo, tava doidão. Ele falou que me viu andando por lá e lembrou dos meus biquinhos e das minhas tetas, aí não conseguiu se segurar. Disse que nunca fez isso no escritório, mas não resistiu. Tarado do caralho, o moreno, haja paciência.
-Que bárbaro, que… não sei o que te dizer.
-Não fala nada haha. Eu não aguento mais, ela me confessou que o que ela mais gosta é sexo oral e por isso foca tanto ali, e… lembro e credo.
—O que foi?
- O filho da puta gozou na minha boca e me fez engolir, e eu tinha que dar o gosto pra ele. Não sei se todo preto tem o esperma assim viscoso e grosso, mas te juro que me deu ânsia de nojo. Enfim, já era, corno manso, quase certeza que vou ser conselheira com isso. O que espero é que o Felix não fique muito tempo nem venha direto, porque não tô afim de chupar a pica dele, e muito menos com frequência.
Jantamos e eu já não aguentava mais esperar o dia 15, faltava só 1…
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