Meu começo na vida Singer não é só flores

Quero compartilhar com vocês algo que aconteceu comigo e como tudo saiu do controle. Começo dizendo que minha esposa é muito gostosa e bem delícia. Ela se chama TANNIA, tem 30 anos, é morena, mede 1,62m, tem umas pernas torneadas, uma bunda suculenta e peitos médios. Eu me chamo MARIO, me considero normal, tenho 35 anos, 1,65m, compleição magra, pau torto de 17 cm. E apesar de amar minha esposa e transar gostoso com ela, ela é muito recatada no sexo. E como homem, a gente busca ou quer mais, ou pelo menos no meu caso. Um dia, vendo pornô, encontrei uns vídeos de troca de casais e de caras que ficavam excitados vendo outros comendo suas esposas. Isso me excitou pra caralho, e comecei a fantasiar.

Com o passar das semanas, comecei a insinuar. No começo, vocês sabem, ela me chamava de louco, dizia que eu tava falando besteira, ficava brava, óbvio, e eu não tocava mais no assunto. Passavam umas semanas e eu insistia de novo. Até que um dia, transando, já excitada, ela me pergunta:

TANNIA: Cê realmente tem vontade de fazer uma parada dessas?
EU: Sim, claro, adoraria experimentar algo novo.
TANNIA: Sei não, deixa eu pensar bem e a gente conversa depois.
EU: Ok, tranquilo, sem pressão.

Terminamos aquele dia, e eu continuei perguntando até que consegui convencer ela depois de umas tentativas.

TANNIA: Ok, tá bom, mas como a gente vai fazer? O que vem depois?
EU: Ainda não sei direito, mas eu cuido disso.
TANNIA: Tá bom, mas que seja logo, antes que eu me arrependa.

Então a primeira coisa que fiz foi procurar um casal. Não demorei muito pra achar um que me chamou a atenção: ele de 40 anos e ela de 35, "EDUARDO E ALISON". A mulher era uma delícia, coloninha, peitão, branquinha, já sabe, uma bunda de mulher, a fantasia de qualquer homem. Ele me pareceu um cara legal, normal, nada excepcional. Então entrei em contato, expliquei a situação, e eles, gente boa, aceitaram.

Depois de umas conversas e uma semana, já mais em contato com EDUARDO E ALISON, marcamos um encontro num restaurante bar. Tava tudo pronto. Então corri pra contar pra TANNIA. Disse todo feliz e empolgado, mas naquele momento ela me deixou frio porque tinha se arrependido, já que me falou que não acreditava que eu chegaria tão longe. Só me disse que foi só pra me dar o bolo, esperando que eu desistisse da ideia, e não acreditou que eu fosse capaz de conseguir. Eu tentei, com toda a paciência do mundo, convencê-la de novo e não me irritar. Fiz de tudo pra dar confiança e segurança pra ela, dizendo:

EU: Olha, amor, vamos pro encontro e se depois de conversar um pouco você ainda não estiver convencida, se não quiser mais, sem pressão, a gente agradece e vai embora.

TANNIA: Ok, tá bom, mas se eu não me sentir à vontade, a gente vaza de vez?

EU: Combinado!

Já com tudo pronto, fomos tomar banho e nos trocar. Ela vestiu um vestidinho jeans de costas e ombros de fora, na altura da coxa, umas botas altas acima do joelho, um sutiã sem alças, uma calcinha fio dental vermelha com renda e um perfume gostoso. Nessa altura, eu já tava muito excitado, com o pau duríssimo, até doía (não sei se algum de vocês já passou por uma parada dessas?). Eu me arrumei de um jeito mais casual e confortável, com uma calça jeans e uma camisa de manga curta, e fomos pro encontro.

Chegando lá umas 9:00 PM, Eduardo e Alison já estavam nos esperando. Nos receberam como se fôssemos amigos de longa data. Alison vestia uma calça jeans azul e uma blusa branca, dava pra ver que não tava de sutiã porque os bicos dos peitos apareciam, isso pra mim foi muito excitante. Eduardo tava com uma calça casual cor areia, botas sociais e uma camiseta branca. Entramos num cubículo mais reservado, conversamos sobre tudo um pouco, sem pressão nenhuma. No geral, a gente se divertiu pra caralho. Sem perceber, já eram umas 12:00 PM, o tempo passou voando. Eu já tava achando que não ia rolar nada, então comecei a puxar o assunto:

EU: Como ou quando vocês começaram nesse meio?

EDUARDO: Já faz uns três anos, desde que casamos, porque eu e minha mulher somos muito tarados e de mente aberta. Acho que tudo começou quando ela me contava como dava pra ele... Transavam com seus parceiros anteriores
ALISON: sim, eu lembro que uma vez contei pra ele quando fiquei pela primeira vez com dois amigos e tive que deixar eles me penetrarem no cu pela primeira vez, como fiquei louca sendo penetrada por dois ao mesmo tempo, a dor e o prazer indescritíveis, e aí decidimos fazer com um terceiro.
ALISON: e você, gostosa, como foram suas outras experiências? o MARIO gosta que você conte pra ele?
TANNIA: não, não, a gente nunca fez nada disso, essa é a primeira vez que vamos tentar, mas não tô muito segura, além disso nunca nem estive com outro homem que não fosse ele
ALISON: sério? AHHH que fofa, devia ter falado antes KKKK
EU: e aí, como procede ou como a gente começa?
ELES: explicaram as regras básicas tipo: que seja consensual, proteção, higiene, assim como o que pode e o que não pode fazer
ALISON: olha, TANNIA, passa pro lado do EDUARDO e eu sento com seu marido
Trocamos de lugar, virei pra ver minha mulher, ela tava toda nervosa, e nisso escuto o EDUARDO
EDUARDO: fica tranquila que não vai acontecer nada que você não queira. Mas a verdade é que tô morrendo de vontade de ficar com você, te acho linda e você deve ser bem apertadinha, ainda mais se só ficou com seu marido
Nisso, no abraço, ele chegou perto do ouvido dela, não sei o que disse, mas acho que convidou ela pra dançar porque os dois levantaram, tomaram um gole dos copos e saíram pra dançar. Eu, por minha vez, tentei aproveitar que tava com aquela mamasota e me joguei pra abraçar ela e acariciar os peitos, meti a mão por baixo da calcinha dela, tentei enfiar meus dedos na buceta dela que já tava molhada, e quando tirei, cheirei, que cheiro gostoso e maravilhoso
Tudo era perfeito, meu pau já escorrendo, ALISON tava acariciando ele gostoso, não sei quanto tempo passou, mas aí a música acabou, TANNIA e EDUARDO chegaram, minha esposa já mais calma, se aproximou de mim, me deu um beijo e perguntou
TANNIA: tem certeza que é isso que você quer? Tá tudo bem?
EU: sim, claro, sem problemas
TANNIA: ok Tá bem, só se você me prometer que não vamos falar sobre o que rolar, vale! O que acontecer aqui, fica aqui.

Minha esposa voltou pro lado do EDUARDO, eles conversaram mais um pouco e retomaram a putaria. Ele beijava ela, filho da puta. Quando eu me virei pra espiar, vi o EDUARDO enfiando a mão por baixo do vestido dela. Nisso, uma coisa me chamou a atenção, porque minha esposa tava toda corada e rindo de um jeito bem safado. Aí eu baixei o olhar e vi a mão dela já acariciando o pau dele por cima da calça. “PORRA”, pra minha surpresa, vi que ele tinha um pinto enorme, exageradamente grosso e comprido. Faltou pouco pra cabeça chegar no joelho dele. Não sou bom em medir, mas chutava uns 25 cm.

Não soube o que fazer ou como reagir naquele momento, me desconcentrei. Mas a ALISON, não sei se percebeu meu nervosismo, me agarrou, virou meu rosto, olhou pro EDUARDO e disse que tavam prontos pra ir. Então eles pediram a conta, se levantaram e foram pagar.

Eu aproveitei pra ir até minha esposa e falei:

EU: Amor, não te vejo muito convencida e acho que não é uma boa ideia. Que tal a gente deixar pra lá e continuar outra hora? Pra primeira vez, acho que já foi muito bom.

TANNIA: Não, não se preocupa comigo, “NENE”. Além disso, é o que você queria. Vamos ver o que rola, como vai ser. Já tamo até aqui, e seria muito falta de educação com a ALISON e o EDUARDO. Eu tô bem. Ou você não quer?

Naquele momento, eu queria arrancar meus próprios ovos. Mas por orgulho, falei que não tinha problema. Não queria passar por otário, mas acho que teria sido o melhor naquela hora, porque a situação só foi piorando pra mim.

EU: Sim, amor, tá bem, sem problemas.

Nisso, chegaram o EDUARDO e a ALISON. A gente saiu e foi pro estacionamento. A ALISON me disse que ia comigo e que minha esposa fosse com o EDUARDO no carro dele. Aí fomos pra um hotel não muito longe dali. No caminho, não conseguia parar de pensar no EDUARDO e na TANNIA, mas tentei relaxar e curtir pensando na buceta que eu ia comer.

Quando chegamos no hotel, era umas 1:00 da manhã. Pedimos os quartos, nos entregaram as chaves, fomos pro elevador nós quatro. Quando as portas abriram, só tinha um corredor que levava aos quartos, que eram vizinhos. A primeira a sair foi a ALISON, que me pegou pela mão e fomos os primeiros a entrar. Eu não conseguia nem virar a cabeça, mesmo sabendo que eles vinham atrás da gente, só ouvia murmúrios e risadas. Chegamos na nossa porta, enquanto eu tentava abrir, quase na hora de passar, a TANNIA parou pra me dar um beijo e piscar o olho pra mim. Fiquei petrificado. O GERMAN fez a mesma coisa com a ALISON, beijou ela, abraçou.

EDUARDO: love, aproveita bem, sei o quanto você gostou do MARIO.

EDUARDO, por sua vez, retomou o caminho, pegou a TANNIA pela mão e puxou, começou a guiar ela pro quarto dele. Eu só via eles se afastando, os dois se olhando, e o EDUARDO agarrava a bunda dela, levantando o vestido. Nesse ponto, eu sabia que a página tinha virado pra gente.

ALISON: Vamos, fica tranquilo que a gente vai se divertir pra caralho.

EU: Claro, só nervoso mesmo. Deve ser porque é a primeira vez e você é muito gostosa, e eu nunca pensei que estaria com alguém como você.

ALISON: Ahh! Que lindo, obrigada!

Eu tentei aproveitar a experiência, fui pra cama. A ALISON começou a se despir. Quando tirou a blusa, os peitos dela ficaram no lugar, com os bicos durinhos. Tirou a calça e eu vi uma calcinha de renda branca linda, no meio da bunda.

ALISON: Vai, "PAPI", você quer tirar minha calcinha? Ou quer que eu faça tudo? JEJEJE

Minha surpresa foi maior quando vi que a "bucetinha" dela e o corpo todo estavam totalmente depilados, não tinha nenhum pelo. Meu pau já estava escorrendo litros, então tirei a calça e, de fato, minha cueca estava super molhada, a ponto de manchar a calça, e eu nem tinha percebido.

ALISON: Que gostosa e melada você tem, não dá pra desperdiçar.

Ela me levou pra cama, começou a bater uma punheta pra mim com as duas mãos. Com as mãos cheias do meu lubrificante, passou nos bicos dos peitos dela e levou meu pau pra boca dela. Ficamos assim um tempão.

ALISON: Dá pra ver que você já tá pronto. Pronto.
Como você quer que eu fique?
EU: fica de quatro na cama.

Eu chupava a “panchita” dela, toda rosadinha, tinha um gosto muito gostoso.
ALISON: AH que gostoso, mmm, já tava toda molhada também.
Nisso, me levantei pra meter. Quis colocar a cabeça na entrada e, de repente, ela se afasta de um pulo só e se joga na cama de bruços.
ALISON: calma, “PAPI”, a gente já tinha falado disso no bar.
EU: ok, é, desculpa, tinha esquecido.
ALISON: não se preocupa, eu cuido disso.

Ela se levantou e foi no móvel pegar umas camisinhas. Nessa hora, comecei a ouvir uns gemidos muito fortes que vinham do quarto do EDUARDO e da TANNIA. Eu não sabia se eram gemidos de prazer ou de dor (tipo aqueles gemidos que escapam por entre os dedos, mesmo tentando tampar a boca).

ALISON: me deitou de barriga pra cima e tentou colocar a camisinha em mim, mas os gemidos foram como um balde de água fria e meu pau foi murchando de vez. Como ela não conseguiu, eu mesmo coloquei, me masturbei um pouco e a ALISON voltou a ficar de quatro. Quando vi aquele rabão, minha rola reagiu e consegui penetrar ela. Mas os gemidos da TANNIA não me deixavam concentrar, por mais que eu tentasse seguir com a minha parada. Meu pau não conseguia ficar duro, por mais que eu tentasse, não dava. Minha pica parecia mais um pedaço de lingüiça, além de torta e mole. Pra conseguir continuar a penetração, eu tinha que usar a mão, quase enfiar os dedos pra guiar ou usar eles como tala pra ver se entrava direito. (Não sei se isso já aconteceu com vocês alguma vez.)

Isso foi horrível pra mim. Por mais que eu tentasse satisfazer a ALISON, eu continuava e continuava, até que meu cacete entrava todo torto, todo mole. Claro que a ALISON percebeu.
ALISON: o que foi, “PAPI”? Tudo bem? Você gozou já, acabou?
EU: sim, sim, desculpa, é que você é muito gostosa.

Não consegui contar a verdade, que não conseguia me concentrar. Mas mesmo assim ela foi muito legal comigo.
ALISON: não se preocupa, você me chupou tão gostoso. Se quiser, continua.

Eu continuei chupando ela por uns 10 a 15 minutos. Mais alguns minutos e, como não sou tão cara de pau, com a ajuda dos meus dedos consegui fazer ela gozar. A gente se enxaguou, foi pra cama, deitou e conversou mais um pouco, porque os gritos e gemidos do EDUARDO e da TANNIA continuaram por uns bons 20 minutos. A ALISON, não sei se já tava acostumada com a situação ou se era por ter mais experiência, fingia que não ouvia os gritos ou já tava acostumada. Óbvio que eu não quis perguntar nada sobre o assunto, não quis saber como o EDUARDO transava nem como ele metia com aquela pica enorme dele. Mas a ALISON percebeu que eu tava afetado e só lembro dela falar:

ALISON: Relaxa, isso acontece mais do que você imagina. Além do mais, é sua primeira vez. Mas você me fez gozar gostoso pra caralho, valeu, fica tranquilo.

Depois de um tempo, ela se despediu:
ALISON: Descansa.
E virou pro lado pra dormir. Eu fiz o mesmo, virei pro lado oposto ao dela, e como não ouvia mais nada, acabei dormindo.

De repente, um barulho me acordou. Virei pra ver meu celular e vi que era quase 4 da manhã (imaginam que barulho estranho foi aquele?). Pois é, era a TANNIA e o GERMAN, que pareciam estar transando de novo. Dessa vez, não sei se foi porque tudo tava apagado ou o barulho tava menor, mas os gritos estavam claros e intensos.

TANNIA: Me dá, me dá mais rápido, quero mais, me dá tudo!!!
EDUARDO: Claro! Toma, você gosta?
TANNIA: SIM, SIM, ASSIM, ADORO, você é maravilhoso, ahhhh!! AHHH!! Você me preenche!
EDUARDO: Vira! Sua puta!! Vou meter até o saco!
TANNIA: Não, por favor, não, assim não! Melhor continua, vai logo, mete em mim, me dá duro como só você sabe!
EDUARDO: Vira!
TANNIA: Mmmm... Ahh ahh... Tô boa assim? Tô boa assim?
EDUARDO: SIM, SIM, assim tá boa, só aguenta. Quer mais? Você que me fala quando parar?
TANNIA: Ahhh AHHH, sim, sim, já, já entrou, mais, mais devagar, não tira tanto, por favor não tira, AHHHHH, mais rápido, mais rápido, ohhh AHHHH, já, já, já, para, para, não mexe, MMMM AHHH!
EDUARDO: Ahhh, AI, VOU GOZAR, VOU GOZAAAAAR!
TANNIA: AHHH! Fica dentro!!!! Não tira ela!! Você é um filho da puta, um filho da puta MMMM
É o que eu lembro ou consegui ouvir, e de repente tudo ficou em silêncio, não consegui escutar nada, mesmo tentando ficar atento até que peguei no sono de novo.
Já na manhã seguinte, o telefone nos acordou avisando que tínhamos que sair do quarto. ALISON e EU levantamos, nos vestimos, já que do outro lado só se ouvia o chuveiro, então fomos para o lobby e tivemos que esperar, porque TANNIA e EDUARDO demoraram pra caralho pra descer, quase nos cobraram mais um dia de quarto.
Nisso, as portas do elevador se abrem e vemos TANNIA e EDUARDO saindo, se acabando de rir. Minha esposa, ao me ver, ficou um pouco mais séria, me abraçou, me deu um beijo e só falou OBRIGADA. Depois nos cumprimentamos os quatro normalmente e cordialmente, fomos para o estacionamento e no caminho cada um foi com seu par, vocês já sabem, a gente se despedindo nisso:

EDUARDO: meu irmão, muito obrigado, foi muito bom, eu me diverti pra caralho. Espero que vocês tenham se divertido também? MARIO, você tem muita sorte, sua mulher é muito gostosa. Vê aí que dia a gente combina e repete isso?

EU: É, seria legal, a gente avisa.

TANNIA: Não, acho que não vamos nos ver de novo, era só uma fantasia dele, que eu já realizei. Tchau, beijos.

ALISON: Até mais.

Já no carro, teve um momento de silêncio. Então tentei saber um pouco como foi pra ela e tentei perguntar:

EU: E como ele é? Como foi? Você se divertiu? Como é que foi?

TANNIA: Ela só me olhou e disse:
Que foi tudo tranquilo, que se divertiu sim.

EU: Assim, só "bem"?

TANNIA: Olha, amor, não sei o que você tá imaginando, mas a gente combinou que o que rolasse no hotel ficava no hotel, concorda?

EU: Ok, sim.

E não voltamos a falar do assunto. Continuei dirigindo, de olho via TANNIA bocejando, um pouco cansada e com sono. Ao chegar em casa, fomos pro quarto, preparei minha roupa pra não usar a mesma do dia anterior e entrei no chuveiro. Convidei a TANNIA, mas ela disse pra eu dar uns minutinhos enquanto ela preparava a roupa. Terminei de tomar banho e, quando saí, vi a TANNIA dormindo de bruços com uma perna meio dobrada. Se der pra imaginar, nessa posição o vestido subiu, deixando à mostra a bunda e parte da tanga. Fiquei olhando um pouco mais, com mais atenção, porque vi que algo estava saindo dela. Era uma mistura de sêmen ou gel lubrificante saindo do cu. Me aproximei, abri as nádegas dela com cuidado e puxei a tanga de lado, tudo bem devagar. Só pra ver que o cu dela estava bem inchado e mais vermelho que o normal. Nesse momento, começou a sair e escorrer mais líquido do cu dela pra "bucetinha", que estava vermelha e lubrificada. Mas achei estranho, porque, primeiro, se eu ouvi o chuveiro, por que ela ainda estava molhada? E segundo, se lembram, no começo eu contei que minha mulher é muito recatada e só transamos do jeito que a gente chama de normal, e, mesmo eu pedindo o cu dela várias vezes, ela nunca deixou. Então saí e fui resolver uns problemas que tinha, deixei ela descansar. Agora, já faz uma semana que isso aconteceu, não conversamos sobre o assunto e não sei se devo contar ou perguntar sobre o que acho que vi e parte do que ouvi, já que o trato era não tocar mais no assunto. Alguém já passou por algo parecido? Adoraria que me contassem ou comentassem o que acham.Até aqui. Espero que possam me aconselhar sobre meu relato, e cuidado com o que desejam — não é fácil entrar nesse meio, ou será que só aconteceu comigo?

7 comentários - Meu começo na vida Singer não é só flores

Nosotros somos una pareja swinger y conversamos todo. Es la única forma de ser claros y con lo que vivimos y que queremos. Por lo demás, me encanta que le partan el culo a mi esposa.
Así le dejamos el culo anoche con un amigo
si, gracias, estoy conciente de eso, pero soy nuevo en esto, no se como fueron o fue si recuerdas tu prmera vez
Yo quiero tener tu suerte mi amigo, debiste estar seguro
Hola, si estaba muy seguro pero no es tan facil como me imagine al principio
Pregúntale, es lo mejor y hablen de el tema con detalles
Por el bien de su pareja, deben hablarlo, tanto para decidir si repetirán o si no lo harán más.