Aqui vai a segunda parte do relato sobre minha vizinha Laurita. Lembrando que essa história é sobre minha experiência e foi publicada no meu antigo usuário @bildecaledonia, que não sei por que motivo está bloqueado. Espero que curtam.
Continuando a história: Bom, a questão é que Laura insistia pra eu contar o que tinha pra dizer, e nessa altura do campeonato, eu já tava vermelho que nem um tomate. Caminhamos uns metros e chegamos num terreno baldio, ou melhor, um lote com uma construção abandonada. Ela sentou, ou melhor, se apoiou no hall daquela construção, e me disse… ou melhor, me ordenou que sentasse ali do lado dela… e completou:… “Para de enrolar e me fala logo o que você queria me contar”… Então, criei coragem (mas ainda assim baixei a cabeça, não conseguia olhar nos olhos dela), e naquela tarde deserta, soltei:… “Eu gosto muito de você; e toda vez que te vejo, me imagino te comendo, bato umas três punhetas por dia pensando em você”…
Imagina a reação dela: ficou muda, sem saber o que dizer. Deixo claro que minhas palavras foram fortes e diretas, mas o tom da minha voz ao falar foi muito meigo. Acho que isso a deixou ainda mais sem graça, e só depois de um tempo ela conseguiu reagir e dizer que bom, era normal eu estar apaixonado por ela, que eu era mais novo, um garotão, e essas coisas acontecem. Aí eu interrompi e corrigi: falei que não tava apaixonado, e completei que ela me dava um tesão danado, me excitava pra caralho, que era a mulher com quem eu sonhava em perder a virgindade. Ela pareceu se surpreender de novo, e tentou repetir a mesma ideia, que eu tava apaixonado por ela, igual quando um moleque se apaixona pela professora.
Eu interrompi de novo e corrigi mais uma vez:… “Não tô apaixonado por você, nem por ninguém, o que eu quero com você é isso”… e meti um beijão na boca dela, enquanto minhas mãos já iam direto na buceta dela, sem cerimônia, na bruta. Ela demora pra reagir e tentar me afastar com uma mão só, a outra tava ocupada com a coleira do cachorro que tinha se deitado do lado. Finalmente conseguiu se separar, afastar os lábios dela dos meus (ah, e minha língua também), mas ainda levou um tempinho pra evitar que eu continuasse enfiando meus dedos naquela pussy linda dela, que já tava bem molhadinha (o cheiro da buceta dela, juro que ficou nos meus dedos e no meu olfato por vários dias, parecia impossível esquecer). Diante dessa situação que acabava de rolar, ela mostrou uma reação dupla: por um lado, brava, e por outro, excitada — a pussy dela molhou muito rápido, e eu ouvi ela curtindo com uns gemidinhos leves. Mas a raiva dela foi notória quando conseguiu se afastar totalmente de mim. Não consigo medir o tempo, pra mim pareceu uma eternidade, mas acho que tudo isso não passou de um minuto; embora meus dedos dentro da buceta dela, desde o momento em que puxei o shortinho dela, se mexeram muito rápido, em poucos segundos juro que ela tava gozando, e não conseguiu disfarçar. Mas quando conseguiu se separar, como eu disse, ela ficou puta. Só que a raiva dela não foi muito convincente (olha, isso eu penso agora). E ela me esculachou feio, primeiro me chamando de louco, falando que alguém podia nos ver, e depois disse que era uma mulher casada e comprometida… Mas eu já tava na fissura, e às vezes o impulso e a putaria de um jovem falam mais alto, e a primeira coisa que fiz foi pedir desculpas, e na hora falei que ela me causava aquilo e muito mais, que eu queria estrear com ela, que ela tinha que ser minha primeira mulher a ser penetrada pela pussy… Aí Laura repetiu que eu era louco, que ela nunca ia trair o parceiro dela… Então eu continuei com meu impulso jovem e perguntei se ela tinha gostado de como eu toquei aquela pussy linda… Diante da minha pergunta, ela mostrou fraqueza; e eu pude aproveitar pra avançar. Foi como se a situação tivesse virado: agora ela parecia a garota jovem, adolescente e sem experiência; eu, o cara mais velho. Homem maduro com milhares de batalhas sexuais nas costas.
E eu me joguei, e com carinha de coitado (mas com o pau bem duro no meu shortinho de futebol) insisti de novo pra poder ter minha primeira vez com ela. Mas ela estava muito firme em não trair o marido transando com outro, então, por puro instinto, soltei:….”Bom, pelo menos deixa eu chupar sua buceta”….. Ela, com minhas palavras, sentiu o impacto, ficou calada, hesitante, entre querer dizer algo e não dizer nada. Calou, e me deu a chance de insistir: …..“Por favor, deixa eu chupar sua buceta”…. E não sei se foi esse “por favor”, ou minha carinha de inocente, misturada com a emoção de poder cheirar de perto aquela buceta que tinha sido uma das minhas maiores fantasias dos últimos meses, que Laura conseguiu soltar umas palavras, diz (impossível esquecer a carinha linda dela com brilho nos olhos)….”bom, eu deixo você chupar minha buceta….mas com umas condições”…e ela enfatiza….”Espero que você seja homem de palavra e consiga cumprir”…. Nessa altura, eu vendia a alma ao diabo, então aceitei e prometi fazer tudo que ela pedisse. E ela me diz…..”Primeiro, que seja só uma chupada de buceta…e que você tem que fazer tudo que eu mandar”….eu respondi: tá bom, prometo.
…..”Segundo, que isso fique entre nós…. Nem pense em contar pros seus amigos, irmãos ou pra alguém o que você fez comigo”…. E na sequência, ela completou: jura pela vida dos seus pais. Eu prometi e jurei que era algo entre ela e eu e ninguém ia ficar sabendo (e ainda acrescentei que eu batia punheta várias vezes por dia pensando nela, mas não podia contar pra nenhum dos meus amigos, pra evitar que me chamassem de punheteiro)
E por último, o que mais me custou prometer e tentei resistir, mas o tesão de já estar chupando aquela buceta suculenta me fez prometer que isso ia rolar só dessa vez, e que se eu voltasse a procurar ela ou segui-la como tinha feito hoje, ela ia contar pros meus pais. e ao marido dela sobre minha atitude. Se eu ousasse insinuar que rolou algo entre nós, ela ia dizer que eu beijei ela de boca e ainda passei a mão na buceta dela. As palavras dela conseguiram fazer meu pau parar de ficar tão duro, só de pensar que meus velhos podiam descobrir a loucura que eu tinha feito e que eu tinha beijado e passado a mão na buceta dela de boca, pensar nas punições pesadas que eu podia levar dos meus velhos, fez eu prometer, e nem insisti em mudar essa condição porque percebi que senão tudo ia esfriar e não ia rolar nada entre nós dois.
Assim que terminou essa pseudo-negociação (que nesse relato parece longo, mas foi só questão de segundos), a gente passou pro que interessava. Eu, bem ingênuo, falei "vamos pra sua casa", e ela respondeu: "mano, você é louco!!!!!"... E eu perguntei "e onde a gente vai?", e ela respondeu "vamos pra esse terreno baldio aqui e fazemos tudo bem rápido". Então eu puxei uma chapa de metal e a gente pulou um muro bem baixo e finalmente entramos naquele baldio cheio de mato alto. Ela passou com o cachorrinho dela, que amarrou numa árvore que tinha lá dentro. Depois me pegou pela mão e a gente foi uns metros até uma fileira de tijolos empilhados que devia ter uns 60 centímetros de altura, ideal pra sentar ou se apoiar. Eu tentei me jogar em cima dela pra beijar, ela me parou na hora e lembrou de novo o que eu tinha prometido: "só chupa minha buceta". "Beleza", falei eu, com o pau de novo durasso dentro do meu short.
Ela então tirou o short completamente e apoiou ele do lado num galho de árvore, como se estivesse estendendo pra não sujar com o pó dos tijolos, imagino. Aí eu fui testemunha de duas coisas: uma, que ela não tava de calcinha (pensei comigo "com razão a buceta dela marca tanto"). A outra, que ela tinha pelos muito bem aparados, tipo bigode de Hitler, era estranho ver uma mulher com a buceta depilada tão certinha. As revistas e filmes... nos pornôs que eu tinha visto, as mulheres apareciam com muito pelo na buceta, era a moda da época (ah, minha priminha só tinha um penugem na bucetinha de menina-mulher). Eu continuei achando que tudo era um sonho, estava prestes a chupar a buceta do meu sonho, num terreno baldio onde, há apenas uns dois anos atrás, com meus amigos do bairro e da escola, a gente entrava pra brincar de guerra. Ela já preparada me chama e me diz… "bom, pode começar"…. Eu me ajoelho e me aproximo, ela abre os lábios com os dedos e eu estou prestes a começar quando ela me esclarece que eu tinha que chupar bem suave esse botãozinho que está aqui, mostrando o clitóris dela… Aí, sem mais delongas, começo a chupar aquela buceta terrível, já dava pra ver ela molhadinha e com um aroma difícil de descrever. Muitos amigos diziam que as mulheres cheiram a peixe, pra mim aquele não era o sabor, era estranho de descrever, mas eu gostava mais do que um sorvete de chocolate com amêndoas. Eu chupava e lambia aquele botãozinho suave, e descia até a entrada da vagina e ela, com as mãos, me recolocava de novo no clitóris dela. Ela me dizia com a voz entrecortada: "não para de me chupar aí, garoto", e como um bom menino obediente, eu fazia o que ela pedia e, a lambidas limpas, num ritmo mais acelerado, eu chupava a buceta dela. Ela parou de me dar instruções e começou a gemer cada vez mais alto. Eu, enquanto isso, com as mãos, apalpava a bunda dela, que no começo ela me afastava, dizendo: "só me chupa a buceta". Depois, no prazer dela, parou de fazer isso. Sentir ela gemer tanto fazia eu molhar meu shortinho e consegui dar uma folga das mãos dela na minha cabeça pra perguntar se ela me deixava bater uma enquanto eu chupava a buceta dela… Ela me dizia: …"garoto, agora não, não para de me chupar, e me respondeu: bate uma, mas continua me chupando a buceta, por favor"….. Eu abaixei muito rápido o short e a cueca e comecei a me masturbar. Laura só deu uns dois segundos de pausa pra eu fazer isso, porque logo em seguida me agarro a cabeça dela com as mãos, me guiando de novo pra dentro da buceta dela, e depois de alguns segundos chupando ela de novo, ela gemeu e quase desmaiou, tendo um orgasmo violento, que eu percebi não só pelo movimento do corpo dela quase apagando, mas também pelos fluidos da buceta dela. Isso me deixou ainda mais excitado…
Eu, já sem as mãos dela guiando e controlando minha cabeça, consegui me ajeitar um pouco melhor pra me masturbar e não parar de chupar a buceta dela, que rapidamente voltou a si e começou a gemer de novo. Nisso, eu já não aguentava mais, gozei como um cavalo em cima da fileira de tijolos. Juro que nunca até aquele momento tinha conseguido gozar tanto e tão grosso. Foi nessa hora que ela não me deixou levantar, e colocou as mãos de volta na minha cabeça pra eu continuar chupando aquela buceta, tão desejada por mim durante meses. Em pouco tempo, ela teve outro orgasmo, menos intenso que o primeiro… Bom, eu acho, porque o corpo dela não desmaiou de forma tão brusca, como aconteceu no primeiro orgasmo. Vendo essa situação, eu continuei chupando a buceta por mais uns dois minutos e logo ela gozou de novo, agora sim parecido com o primeiro, desmaiando novamente. Eu consegui me soltar e tentei me levantar pra limpar um pouco meu pau.
Eu achava que a situação tinha acabado, já tinha realizado meu sonho, mas quando me levantei com o pau meio duro, Lau inexplicavelmente se jogou em cima de mim, me fez virar e agora eu fiquei apoiado contra os tijolos, e ela começou a chupar meu pau de um jeito incrível. Até aquele momento, ninguém tinha feito isso comigo (com minha prima era só beijos e transar, tudo isso numa idade muito nova, e com minhas amiguinhas, nas vezes que eu ousava tocar a buceta delas, levava um fora kkkkkkkk). Laurita estava como se estivesse possuída, chupando meu pau desde as bolas até o tronco, depois sugando de um jeito delicioso a glande. Meu pau, que tem um tamanho padrão normal entre 16 e 17 centímetros. centímetros, mas juro e não exagero ao dizer que eu tava com o pau tão bonito naquele dia, que passava tranquilamente dos 18 centímetros. A Laurita continuava endemoniada, chupando como uma atriz dos filmes pornô que eu consumia, bah, melhor do que elas, diria eu. Minha postura ereta deu lugar a quase desmaiar contra a parede baixa de tijolos empilhados, eu sentia que não ia aguentar muito mais, mas de repente ela para e deixa de me chupar, continua me masturbando, mas bem devagar e de maneira lenta, e faz algo que até hoje não consigo apagar da retina dos meus olhos: com a outra mão, começa a enfiar os dedos na pussy dela, que naquela altura já inundava com seu aroma o ambiente selvagem do terreno baldio, e com seus sucos os dedos, fininhos e longos. Assim ela continua, cada vez gemendo muito mais forte. Eu, um jovem, quase não conseguia acreditar como aquela mulher se transformou, era uma verdadeira slut, com letra maiúscula. Ela parava de me chupar de vez em quando para se tocar a pussy, sem parar de gemer forte, já quase sem se importar em acordar os vizinhos do terreno baldio da soneca de verão. Em segundos, eu gozo de maneira espetacular, e sem tirar a mão do meu cock, que continua masturbando devagar, na mesma hora, ela começa de novo a me chupar o cock, com a mesma devoção do começo, e meio que brincava comigo quando sentia que eu tava prestes a gozar, tirava a boca e apertava meu cock na base. Eu ficava todo molhado e saía líquido do meu cock, ela fez isso umas duas vezes; e eu comecei a sentir uma dor forte nos testíbooties, tipo quando eu levava uma bolada jogando futebol nos ovos, melhor dizendo, muito pior que aquela dor, passei de sentir prazer a quase sofrer. Ela, quando via que eu ia gozar, parava de me chupar e de me masturbar forte para se tocar de novo, e assim chegou a outro orgasmo, que dessa vez não a fez parar um segundo, mas voltou ao ataque de novo com seus lábios, boca e língua contra meu cock. Agora sim, não consegui mais me segurar, ela percebeu e bem na hora tirou meu cock de A boca dela, apoiando ela contra a bochecha do rosto dela, começou minha segunda gozada. Que delícia, a bochecha dela amortizou, enquanto os jatos mais fortes e grossos acertaram a parede de tijolos. Foi outra gozada incrível, de grande quantidade e porra grossa, uma gozada memorável, porque senti um alívio depois da dor terrível nas bolas que eu tava sentindo. Aliás, pareceu que minhas bolas ficaram vazias, como se fosse impossível sair mais porra delas por umas horas, ou talvez dias, pensei. Fiquei largado contra a parede de tijolos, igual depois de fazer aquele famoso teste de Cooper que a gente fazia todo ano no fim das aulas de educação física. Enquanto isso, a Laurita pegou o shortinho dela, tirou do bolso um lençinho de pano de mulher e limpou a bochecha que tinha recebido parte do meu leite. Depois passou ele na buceta dela, vestiu o short, dobrou e guardou o lençinho de novo no bolso, e falou comigo me lembrando da minha promessa; também de um jeito imperativo, disse que ia sair direto pra casa dela, e quase me ordenou que esperasse uns minutos pra eu sair.
Assim ela foi, me deixando largado ali como um boxeador que acabou de perder por nocaute. Quando já me recuperei, devem ter passado uns 5 a 10 minutos, e saí em busca da minha casa. Nesses quase 10 minutos pra me recuperar e voltar pra casa, me fizeram pensar que essa experiência que curti cada segundo, pra mim pareceu eterna, mas na real não durou nem 30 minutos. Os 30 minutos mais impressionantes que a vida me deu até aquele momento.
Quando cheguei em casa, percebi que eram só umas 16h, meus pais tiravam uma soneca, e eu fui correndo pro banheiro e conferi que dava pra ter feito mais uma, porque em poucos minutos me masturbei e gozei mais 2 vezes lembrando de tudo que vivi instantes atrás.
Bom, as coisas com a Laurita começaram e terminaram naquela tarde. Aquela meia hora que marcou grande parte da minha vida, bom, da minha adolescência. O sonho que fosse pra primeira mulher que me penetrou usando a buceta, não foi possível, mas não posso reclamar de não ter curtido uma tarde excelente com ela. Minha estreia vaginal não ia demorar muito mais para chegar, e foi igual a de muitos caras da minha geração, com uma puta profissional, mas nem se compara ao que vivi naquele verão do início dos anos 90 com minha doce vizinha Laurita...
Continuando a história: Bom, a questão é que Laura insistia pra eu contar o que tinha pra dizer, e nessa altura do campeonato, eu já tava vermelho que nem um tomate. Caminhamos uns metros e chegamos num terreno baldio, ou melhor, um lote com uma construção abandonada. Ela sentou, ou melhor, se apoiou no hall daquela construção, e me disse… ou melhor, me ordenou que sentasse ali do lado dela… e completou:… “Para de enrolar e me fala logo o que você queria me contar”… Então, criei coragem (mas ainda assim baixei a cabeça, não conseguia olhar nos olhos dela), e naquela tarde deserta, soltei:… “Eu gosto muito de você; e toda vez que te vejo, me imagino te comendo, bato umas três punhetas por dia pensando em você”…
Imagina a reação dela: ficou muda, sem saber o que dizer. Deixo claro que minhas palavras foram fortes e diretas, mas o tom da minha voz ao falar foi muito meigo. Acho que isso a deixou ainda mais sem graça, e só depois de um tempo ela conseguiu reagir e dizer que bom, era normal eu estar apaixonado por ela, que eu era mais novo, um garotão, e essas coisas acontecem. Aí eu interrompi e corrigi: falei que não tava apaixonado, e completei que ela me dava um tesão danado, me excitava pra caralho, que era a mulher com quem eu sonhava em perder a virgindade. Ela pareceu se surpreender de novo, e tentou repetir a mesma ideia, que eu tava apaixonado por ela, igual quando um moleque se apaixona pela professora.
Eu interrompi de novo e corrigi mais uma vez:… “Não tô apaixonado por você, nem por ninguém, o que eu quero com você é isso”… e meti um beijão na boca dela, enquanto minhas mãos já iam direto na buceta dela, sem cerimônia, na bruta. Ela demora pra reagir e tentar me afastar com uma mão só, a outra tava ocupada com a coleira do cachorro que tinha se deitado do lado. Finalmente conseguiu se separar, afastar os lábios dela dos meus (ah, e minha língua também), mas ainda levou um tempinho pra evitar que eu continuasse enfiando meus dedos naquela pussy linda dela, que já tava bem molhadinha (o cheiro da buceta dela, juro que ficou nos meus dedos e no meu olfato por vários dias, parecia impossível esquecer). Diante dessa situação que acabava de rolar, ela mostrou uma reação dupla: por um lado, brava, e por outro, excitada — a pussy dela molhou muito rápido, e eu ouvi ela curtindo com uns gemidinhos leves. Mas a raiva dela foi notória quando conseguiu se afastar totalmente de mim. Não consigo medir o tempo, pra mim pareceu uma eternidade, mas acho que tudo isso não passou de um minuto; embora meus dedos dentro da buceta dela, desde o momento em que puxei o shortinho dela, se mexeram muito rápido, em poucos segundos juro que ela tava gozando, e não conseguiu disfarçar. Mas quando conseguiu se separar, como eu disse, ela ficou puta. Só que a raiva dela não foi muito convincente (olha, isso eu penso agora). E ela me esculachou feio, primeiro me chamando de louco, falando que alguém podia nos ver, e depois disse que era uma mulher casada e comprometida… Mas eu já tava na fissura, e às vezes o impulso e a putaria de um jovem falam mais alto, e a primeira coisa que fiz foi pedir desculpas, e na hora falei que ela me causava aquilo e muito mais, que eu queria estrear com ela, que ela tinha que ser minha primeira mulher a ser penetrada pela pussy… Aí Laura repetiu que eu era louco, que ela nunca ia trair o parceiro dela… Então eu continuei com meu impulso jovem e perguntei se ela tinha gostado de como eu toquei aquela pussy linda… Diante da minha pergunta, ela mostrou fraqueza; e eu pude aproveitar pra avançar. Foi como se a situação tivesse virado: agora ela parecia a garota jovem, adolescente e sem experiência; eu, o cara mais velho. Homem maduro com milhares de batalhas sexuais nas costas.
E eu me joguei, e com carinha de coitado (mas com o pau bem duro no meu shortinho de futebol) insisti de novo pra poder ter minha primeira vez com ela. Mas ela estava muito firme em não trair o marido transando com outro, então, por puro instinto, soltei:….”Bom, pelo menos deixa eu chupar sua buceta”….. Ela, com minhas palavras, sentiu o impacto, ficou calada, hesitante, entre querer dizer algo e não dizer nada. Calou, e me deu a chance de insistir: …..“Por favor, deixa eu chupar sua buceta”…. E não sei se foi esse “por favor”, ou minha carinha de inocente, misturada com a emoção de poder cheirar de perto aquela buceta que tinha sido uma das minhas maiores fantasias dos últimos meses, que Laura conseguiu soltar umas palavras, diz (impossível esquecer a carinha linda dela com brilho nos olhos)….”bom, eu deixo você chupar minha buceta….mas com umas condições”…e ela enfatiza….”Espero que você seja homem de palavra e consiga cumprir”…. Nessa altura, eu vendia a alma ao diabo, então aceitei e prometi fazer tudo que ela pedisse. E ela me diz…..”Primeiro, que seja só uma chupada de buceta…e que você tem que fazer tudo que eu mandar”….eu respondi: tá bom, prometo.
…..”Segundo, que isso fique entre nós…. Nem pense em contar pros seus amigos, irmãos ou pra alguém o que você fez comigo”…. E na sequência, ela completou: jura pela vida dos seus pais. Eu prometi e jurei que era algo entre ela e eu e ninguém ia ficar sabendo (e ainda acrescentei que eu batia punheta várias vezes por dia pensando nela, mas não podia contar pra nenhum dos meus amigos, pra evitar que me chamassem de punheteiro)
E por último, o que mais me custou prometer e tentei resistir, mas o tesão de já estar chupando aquela buceta suculenta me fez prometer que isso ia rolar só dessa vez, e que se eu voltasse a procurar ela ou segui-la como tinha feito hoje, ela ia contar pros meus pais. e ao marido dela sobre minha atitude. Se eu ousasse insinuar que rolou algo entre nós, ela ia dizer que eu beijei ela de boca e ainda passei a mão na buceta dela. As palavras dela conseguiram fazer meu pau parar de ficar tão duro, só de pensar que meus velhos podiam descobrir a loucura que eu tinha feito e que eu tinha beijado e passado a mão na buceta dela de boca, pensar nas punições pesadas que eu podia levar dos meus velhos, fez eu prometer, e nem insisti em mudar essa condição porque percebi que senão tudo ia esfriar e não ia rolar nada entre nós dois.
Assim que terminou essa pseudo-negociação (que nesse relato parece longo, mas foi só questão de segundos), a gente passou pro que interessava. Eu, bem ingênuo, falei "vamos pra sua casa", e ela respondeu: "mano, você é louco!!!!!"... E eu perguntei "e onde a gente vai?", e ela respondeu "vamos pra esse terreno baldio aqui e fazemos tudo bem rápido". Então eu puxei uma chapa de metal e a gente pulou um muro bem baixo e finalmente entramos naquele baldio cheio de mato alto. Ela passou com o cachorrinho dela, que amarrou numa árvore que tinha lá dentro. Depois me pegou pela mão e a gente foi uns metros até uma fileira de tijolos empilhados que devia ter uns 60 centímetros de altura, ideal pra sentar ou se apoiar. Eu tentei me jogar em cima dela pra beijar, ela me parou na hora e lembrou de novo o que eu tinha prometido: "só chupa minha buceta". "Beleza", falei eu, com o pau de novo durasso dentro do meu short.
Ela então tirou o short completamente e apoiou ele do lado num galho de árvore, como se estivesse estendendo pra não sujar com o pó dos tijolos, imagino. Aí eu fui testemunha de duas coisas: uma, que ela não tava de calcinha (pensei comigo "com razão a buceta dela marca tanto"). A outra, que ela tinha pelos muito bem aparados, tipo bigode de Hitler, era estranho ver uma mulher com a buceta depilada tão certinha. As revistas e filmes... nos pornôs que eu tinha visto, as mulheres apareciam com muito pelo na buceta, era a moda da época (ah, minha priminha só tinha um penugem na bucetinha de menina-mulher). Eu continuei achando que tudo era um sonho, estava prestes a chupar a buceta do meu sonho, num terreno baldio onde, há apenas uns dois anos atrás, com meus amigos do bairro e da escola, a gente entrava pra brincar de guerra. Ela já preparada me chama e me diz… "bom, pode começar"…. Eu me ajoelho e me aproximo, ela abre os lábios com os dedos e eu estou prestes a começar quando ela me esclarece que eu tinha que chupar bem suave esse botãozinho que está aqui, mostrando o clitóris dela… Aí, sem mais delongas, começo a chupar aquela buceta terrível, já dava pra ver ela molhadinha e com um aroma difícil de descrever. Muitos amigos diziam que as mulheres cheiram a peixe, pra mim aquele não era o sabor, era estranho de descrever, mas eu gostava mais do que um sorvete de chocolate com amêndoas. Eu chupava e lambia aquele botãozinho suave, e descia até a entrada da vagina e ela, com as mãos, me recolocava de novo no clitóris dela. Ela me dizia com a voz entrecortada: "não para de me chupar aí, garoto", e como um bom menino obediente, eu fazia o que ela pedia e, a lambidas limpas, num ritmo mais acelerado, eu chupava a buceta dela. Ela parou de me dar instruções e começou a gemer cada vez mais alto. Eu, enquanto isso, com as mãos, apalpava a bunda dela, que no começo ela me afastava, dizendo: "só me chupa a buceta". Depois, no prazer dela, parou de fazer isso. Sentir ela gemer tanto fazia eu molhar meu shortinho e consegui dar uma folga das mãos dela na minha cabeça pra perguntar se ela me deixava bater uma enquanto eu chupava a buceta dela… Ela me dizia: …"garoto, agora não, não para de me chupar, e me respondeu: bate uma, mas continua me chupando a buceta, por favor"….. Eu abaixei muito rápido o short e a cueca e comecei a me masturbar. Laura só deu uns dois segundos de pausa pra eu fazer isso, porque logo em seguida me agarro a cabeça dela com as mãos, me guiando de novo pra dentro da buceta dela, e depois de alguns segundos chupando ela de novo, ela gemeu e quase desmaiou, tendo um orgasmo violento, que eu percebi não só pelo movimento do corpo dela quase apagando, mas também pelos fluidos da buceta dela. Isso me deixou ainda mais excitado…
Eu, já sem as mãos dela guiando e controlando minha cabeça, consegui me ajeitar um pouco melhor pra me masturbar e não parar de chupar a buceta dela, que rapidamente voltou a si e começou a gemer de novo. Nisso, eu já não aguentava mais, gozei como um cavalo em cima da fileira de tijolos. Juro que nunca até aquele momento tinha conseguido gozar tanto e tão grosso. Foi nessa hora que ela não me deixou levantar, e colocou as mãos de volta na minha cabeça pra eu continuar chupando aquela buceta, tão desejada por mim durante meses. Em pouco tempo, ela teve outro orgasmo, menos intenso que o primeiro… Bom, eu acho, porque o corpo dela não desmaiou de forma tão brusca, como aconteceu no primeiro orgasmo. Vendo essa situação, eu continuei chupando a buceta por mais uns dois minutos e logo ela gozou de novo, agora sim parecido com o primeiro, desmaiando novamente. Eu consegui me soltar e tentei me levantar pra limpar um pouco meu pau.
Eu achava que a situação tinha acabado, já tinha realizado meu sonho, mas quando me levantei com o pau meio duro, Lau inexplicavelmente se jogou em cima de mim, me fez virar e agora eu fiquei apoiado contra os tijolos, e ela começou a chupar meu pau de um jeito incrível. Até aquele momento, ninguém tinha feito isso comigo (com minha prima era só beijos e transar, tudo isso numa idade muito nova, e com minhas amiguinhas, nas vezes que eu ousava tocar a buceta delas, levava um fora kkkkkkkk). Laurita estava como se estivesse possuída, chupando meu pau desde as bolas até o tronco, depois sugando de um jeito delicioso a glande. Meu pau, que tem um tamanho padrão normal entre 16 e 17 centímetros. centímetros, mas juro e não exagero ao dizer que eu tava com o pau tão bonito naquele dia, que passava tranquilamente dos 18 centímetros. A Laurita continuava endemoniada, chupando como uma atriz dos filmes pornô que eu consumia, bah, melhor do que elas, diria eu. Minha postura ereta deu lugar a quase desmaiar contra a parede baixa de tijolos empilhados, eu sentia que não ia aguentar muito mais, mas de repente ela para e deixa de me chupar, continua me masturbando, mas bem devagar e de maneira lenta, e faz algo que até hoje não consigo apagar da retina dos meus olhos: com a outra mão, começa a enfiar os dedos na pussy dela, que naquela altura já inundava com seu aroma o ambiente selvagem do terreno baldio, e com seus sucos os dedos, fininhos e longos. Assim ela continua, cada vez gemendo muito mais forte. Eu, um jovem, quase não conseguia acreditar como aquela mulher se transformou, era uma verdadeira slut, com letra maiúscula. Ela parava de me chupar de vez em quando para se tocar a pussy, sem parar de gemer forte, já quase sem se importar em acordar os vizinhos do terreno baldio da soneca de verão. Em segundos, eu gozo de maneira espetacular, e sem tirar a mão do meu cock, que continua masturbando devagar, na mesma hora, ela começa de novo a me chupar o cock, com a mesma devoção do começo, e meio que brincava comigo quando sentia que eu tava prestes a gozar, tirava a boca e apertava meu cock na base. Eu ficava todo molhado e saía líquido do meu cock, ela fez isso umas duas vezes; e eu comecei a sentir uma dor forte nos testíbooties, tipo quando eu levava uma bolada jogando futebol nos ovos, melhor dizendo, muito pior que aquela dor, passei de sentir prazer a quase sofrer. Ela, quando via que eu ia gozar, parava de me chupar e de me masturbar forte para se tocar de novo, e assim chegou a outro orgasmo, que dessa vez não a fez parar um segundo, mas voltou ao ataque de novo com seus lábios, boca e língua contra meu cock. Agora sim, não consegui mais me segurar, ela percebeu e bem na hora tirou meu cock de A boca dela, apoiando ela contra a bochecha do rosto dela, começou minha segunda gozada. Que delícia, a bochecha dela amortizou, enquanto os jatos mais fortes e grossos acertaram a parede de tijolos. Foi outra gozada incrível, de grande quantidade e porra grossa, uma gozada memorável, porque senti um alívio depois da dor terrível nas bolas que eu tava sentindo. Aliás, pareceu que minhas bolas ficaram vazias, como se fosse impossível sair mais porra delas por umas horas, ou talvez dias, pensei. Fiquei largado contra a parede de tijolos, igual depois de fazer aquele famoso teste de Cooper que a gente fazia todo ano no fim das aulas de educação física. Enquanto isso, a Laurita pegou o shortinho dela, tirou do bolso um lençinho de pano de mulher e limpou a bochecha que tinha recebido parte do meu leite. Depois passou ele na buceta dela, vestiu o short, dobrou e guardou o lençinho de novo no bolso, e falou comigo me lembrando da minha promessa; também de um jeito imperativo, disse que ia sair direto pra casa dela, e quase me ordenou que esperasse uns minutos pra eu sair.
Assim ela foi, me deixando largado ali como um boxeador que acabou de perder por nocaute. Quando já me recuperei, devem ter passado uns 5 a 10 minutos, e saí em busca da minha casa. Nesses quase 10 minutos pra me recuperar e voltar pra casa, me fizeram pensar que essa experiência que curti cada segundo, pra mim pareceu eterna, mas na real não durou nem 30 minutos. Os 30 minutos mais impressionantes que a vida me deu até aquele momento.
Quando cheguei em casa, percebi que eram só umas 16h, meus pais tiravam uma soneca, e eu fui correndo pro banheiro e conferi que dava pra ter feito mais uma, porque em poucos minutos me masturbei e gozei mais 2 vezes lembrando de tudo que vivi instantes atrás.
Bom, as coisas com a Laurita começaram e terminaram naquela tarde. Aquela meia hora que marcou grande parte da minha vida, bom, da minha adolescência. O sonho que fosse pra primeira mulher que me penetrou usando a buceta, não foi possível, mas não posso reclamar de não ter curtido uma tarde excelente com ela. Minha estreia vaginal não ia demorar muito mais para chegar, e foi igual a de muitos caras da minha geração, com uma puta profissional, mas nem se compara ao que vivi naquele verão do início dos anos 90 com minha doce vizinha Laurita...
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