Aviso 1: essa história não é de minha autoria, foi escrita por adrianreload que não está mais aqui no P!, estou repostando porque também gostei muito dela na época
Aviso 2: todos os personagens são maiores de idadeEu sabia que em algum momento seria descoberto, como e quando eram as incógnitas… sempre acreditei que o "como" não importava e desejava que o "quando" estivesse temporariamente muito, mas muito longe, de tal forma que já não significasse nada para a Mili ou para mim… embora fosse muito ingênuo, porque as mulheres raramente esquecem facilmente e tudo conta para elas, até as ex, pior ainda os deslizes…
Doía saber que o "como" tinha sido através do Guille, a quem considerava meu amigo, sempre tinha pensado que o "como" seria pela Vane ou até pelo Javier, mas o Guille?... a tanto chegou sua sede de vingança, sua ânsia de revanche, que ao ver que não podia descontar na Vane decidiu descontar na Mili e em mim… se ele não era feliz (com a Vane ou se vingando dela), ninguém devia ser…
- Amor… explica, que não te entendo… respondi, engolindo em seco.
- Nada de amor… não me chama assim… depois do que você fez… continuou irritada.
- Mas o que eu fiz?... fala… respondi, enquanto pensava em que desculpa inventar.
Naqueles segundos estava na encruzilhada, não sabia o que inventar caso ela dissesse que sabia da Vane… por um lado, o que contei ao Guille foi que ela me amarrou, não pude fazer nada… mas se ela contar o que planejei com ele no apartamento… droga!… ou me restava a outra tática historicamente usada pelo meu gênero… "nega tudo"… até que a Mili decidiu continuar…
- Como é possível que você tenha feito isso com o Guille… me recriminou.
- O que?... falei sem entender.
- Afastar a Vane dizendo à avó dela que ela sai com um traficante, só por ser mestiço… então o que você vai pensar de mim ou do meu pai… me disse abalada.
Soa até certo ponto risível, mas quando os rumores passam de uma pessoa para outra, eles se modificam. O Guille ligou na casa da Vane, a avó atendeu e tinha ouvido falar dele pelos amigos da Vane, então foi fácil associar os rumores a ele… e a senhora deu uma bronca, quase ameaçou chamar a polícia se ele se aproximasse da neta dela de novo… Facilmente, Guille associou isso à minha intervenção…
Parece que depois a Mili ligou pra perguntar como ele tava com a Vane… ou talvez pra saber se eu tinha levado a Vane pra casa dela, lembrem que minha namorada tava de guarda com a Vane. O negócio é que o Guille, de despeito, foi contar o fofoca pra Mili… pelo lado bom… pelo menos o Guille respeitou o segredo entre nós dois sobre o que aconteceu comigo e a Vane…
- Oieee… não foi assim… eu me justifiquei.
- Então como… insistiu a Mili, queria uma explicação.
Como explicar que eu tive que afastar a Vane pra proteger ela do Guille, da vingança dele, daquela retaliação porque a Vane me amarrou e me humilhou na cabana… como justificar o que fiz, sem relacionar com a Vane, que a Mili, mesmo tendo certa empatia, também via como rival… talvez eu tivesse mais uma chance de confessar a verdade…
- A Vane… abusou de… falei baixinho.
- Abusou? De quem?… completou, intrigada.
Era vergonhoso até certo ponto confessar que ela me subjugou… mas também não sabia como a Mili reagiria ao descobrir, não foi minha culpa… mas ela diria que provocar a Vane sim, foi…
- De… da nossa amizade… falei, prolongando minha agonia.
- Como assim?… replicou a Mili, que não me soltaria até saber a verdade.
- Na festa… ela… deu em cima de mim… depois no carro… inventei a primeira coisa que me veio à cabeça.
- Eu mato essa putinha… disse a Mili furiosa.
Em parte era verdade, a Vane na festa insinuou que a gente teria outro encontro, e no carro insinuou que eu devia um favor a ela. Contei pra Mili que o Guille tinha notado, que me confrontou e eu contei a verdade, porque não queria que ele continuasse sendo enganado por ela… mas que ele não levou muito bem… e que por conta própria tava planejando se vingar da Vane, até pensando em incluir o Javier nisso.
A Mili ficou horrorizada ao ouvir, não acreditava que o Guille pudesse reagir assim… ou que uma insinuação fosse tão grave a ponto de chegar nisso… A Mili ficou com a dúvida se eu contava toda a verdade ou escondia algo mais… e eu fiquei na dúvida se o Guille não acabaria falando mais do que aconteceu…
Expliquei que a Vane já estava a caminho do exterior, que ela se acalmasse, que o Guillermo estava magoado e exagerou as coisas, que na verdade fiz aquilo pelo bem dele, que a Vane com suas maluquices não era pra ele, não por ser gostosa, mas porque estava meio pirada, instável, mudava de opinião toda hora e ia fazê-lo sofrer e se desconcentrar dos estudos.
No fim, a Mili se acalmou, mas segundo ela ainda não tinha me perdoado… mulheres! Quando ficam emburradas querem que a gente pague por coisas que a gente nem entende que fez, mas pra elas tá claro que a gente fez alguma coisa e tem que compensar… enfim, mesmo eu estando com a consciência pesada.
Fazendo as contas, tinha ficado com a Vane 3 vezes. Talvez as duas primeiras não contassem (pra mim pelo menos), porque na primeira ela me amarrou e na segunda eu estava muito bêbado… mas a terceira? Essa sim foi comigo lúcido, não muito são, mas por vontade própria. Também poderia dizer que cedi ao chantagem dela.
A questão é: será que a Mili entenderia assim?… duvidava. Ela me mataria, basta lembrar que depois de suspeitar que eu tinha comido a Vane, ela não quis me ver e eu tive que procurá-la no clube, e lá, depois de uma provocação da Vane na pista de dança, ela armou um baita escândalo. Se descobrisse isso, seria pior.
Enquanto isso, ao lembrar das cenas do que aconteceu… meu ego foi às nuvens ao lembrar que tinha possuído os bundões mais apetitosos da faculdade, talvez da universidade. O bumbum moreno e carnudo natural da Mili, assim como o bumbum musculoso e bem trabalhado, branco, da Vane.
Pensava em tudo isso quando adormeci satisfeito por tudo, pelo menos até aquele momento, ter se resolvido bem. Acordei horas depois com o som do meu laptop; tinha recebido um e-mail… era da Vane… abri o e-mail e vi uma foto dela como se fosse um postal de algum lugar da Europa, Espanha pelo visto. Resumindo, dizia mais ou menos assim:
- Obrigada pela despedida, pensei em você a viagem toda, não consegui sentar direito… Beijos, Vane.
Imagino que a Vane tava falando do tratamento que dei no cu dela no dia anterior. Ela foi embora satisfeita, mas dolorida. Percebi que tinha outro arquivo anexado, compactado talvez pra não chamar atenção de primeira. Será um vírus? Minha curiosidade falou mais alto e, ao abrir…
- Caralho… essa mulher é doida… soltei no sigilo do meu quarto.
A Vanesa tinha anexado uma foto da bunda branca e bem feita dela, enquanto abria as nádegas com as duas mãos pra me mostrar o cuzinho todo vermelho. Pelo fundo da foto, que dava pra ver bem pouco, imaginei que ela tinha tirado no banheiro do avião. Talvez ela quisesse que eu visse o estrago que o meu pau fez no cu dela, e o motivo de não conseguir sentar direito. Depois de apreciar essa loucura, eu ri… mas minha sorte tava prestes a acabar.
- Danny… tem visita pra você… ouvi a voz da minha mãe atrás da porta.
- Quem é?… perguntei, fechando os arquivos no instinto.
- Euuuu… ela disse, abrindo a porta.
Puta merda… era a Mili. Fiquei gelado, pálido, sem voz. Só consegui fechar o notebook quase em cima dos meus dedos, o que pra ela não pareceu suspeito, mas engraçado — sorte minha.
- O quê?… não tá feliz em me ver?… ela perguntou, entre mágoa e manha.
- Coitado, acabou de acordar… minha mãe entrou na conversa, em cumplicidade.
Eu continuava mudo e surpreso. Desde quando a Mili e minha mãe se davam bem?… Parece que a Mili se sentiu culpada pelas coisas que me disse e veio me visitar. Como eu ainda tava dormindo, minha mãe convidou ela pra entrar pra conhecer a possível futura nora. Elas se distraíram conversando até ouvirem barulho no meu quarto, o que alertou que eu tava acordado, então subiram pra me ver.
- Claro, amor… feliz em te ver… que surpresa… respondi meio gaguejando.
- Tá bom, gente, vou deixar vocês, se comportem… bem… disse minha mãe sorrindo.
Acho que era a primeira vez que minha mãe me ouvia chamar uma garota de “amor”, ela estava feliz, e a Mili também por eu reconhecê-la assim, como minha namorada, na frente da minha mãe. Minha mãe saiu do quarto não sem antes fazer gestos de aprovação como dizendo “Bem filho, a Mili está muito linda”.
Era verdade, a Mili tinha vindo muito linda, talvez prevendo encontrar a sogra, usava um vestido claro, um pouco justo no peito e solto na saia, mal passando dos joelhos. Pouca maquiagem, não precisava de muito, seu sorriso de namorada que se sente culpada completava tudo.
- Pensar que aqui você… me… fez pela primeira vez… disse sorrindo meio nostálgica, lembrando como meses atrás eu tinha metido nela por trás naquela cama enquanto “estudávamos”.
Naquele momento eu não sabia que talvez aquele mesmo lugar seria onde talvez eu faria pela última vez. A Mili sentou na beirada da minha cama, observando todo o lugar e lembrando como, de brincadeira, tudo tinha começado, entre taças de vinho e a calentura das histórias… e a vontade que a gente tinha um do outro.
- Só queria me desculpar pelo que eu disse… entendo que você fez pensando no bem da Vane e do Guille… acrescentou a Mili ao ver que eu não respondia.
Talvez ela pensasse que eu estava chateado com ela, por aquela ligação que ela fez toda furiosa, quando na verdade eu estava atordoado pelo que fiz com a Vane no dia anterior, pelo e-mail que recebi com aquelas fotos e pela visita surpresa da Mili… que eu não sabia como reagir…
- Ahhh… é, bom… às vezes você é muito explosiva… consegui dizer.
- É, eu sei… herdei o caráter da minha mãe… O que eu posso fazer para você me perdoar?… disse constrangida como uma criança repreendida.
A essa altura os papéis tinham se invertido, era a Mili que pedia meu perdão, o que me fazia me sentir mais culpado ainda. Eu precisava me livrar daquele sentimento, precisava parar de pensar no que fiz com a Vane, em como abusei brutalmente dela e ela gostou… e só me Havia uma maneira de esquecer isso…
- Que tal… sexo de reconciliação… me atrevi a dizer meio sério, meio brincando.
- Ai, Dany, eu sabia, você só pensa nisso… me repreendeu de forma engraçada.
Então deixei minha escrivaninha e fui me sentar ao lado dela, na cama, enquanto a Mili fingia ser a garota tímida e inocente que não sabe o que está fazendo no quarto de um garoto, o que, de certa forma, me excitava ainda mais. Acariciei seu rosto, afastei alguns fios de cabelo e comecei a beijá-la. A Mili correspondia.
- Não… sua mãe vai perceber… ela me dizia entre um suspiro e outro, o que denotava que a Mili também estava ficando excitada.
- Não se preocupa… ela tá vendo a novela… me justifiquei, enquanto minhas mãos apalpavam seus seios.
- Uhmmm… você é terrível… ela disse, se soltando de mim.
Ela se levantou e deu uma volta pelo quarto por alguns instantes para baixar os hormônios. Ela tinha acabado de estabelecer um relacionamento com a sogra e não queria passar uma má imagem. Quando a Mili passou perto de mim, a puxei. Ela ficou de pé na minha frente, enquanto eu continuava sentado na cama. De maneira carinhosa, a abracei pela cintura, apoiando minha cabeça em seu abdômen plano. A Mili acariciava meus cabelos.
Assim que ela se sentiu confortável com aquela situação, minhas mãos instintivamente começaram a descer de sua cintura, acariciando suas nádegas salientes por cima do vestido. Ela balançava a cabeça nervosa, com os olhos fechados, aproveitando aquelas carícias… até que chegou o momento de me arriscar. Meti minhas mãos por baixo do vestido e comecei a apertar seus glúteos carnudos, o que a fazia estremecer…
- Vamos… sussurrei, vendo que seu corpo não aguentaria mais aqueles estímulos.
- Uhmmm… tá bom… mas que seja rápido… ela respondeu, cedendo.
Ela estava super excitada. Pude sentir sua calcinha pequena, que estava molhada. Ela tremeu ao sentir minhas mãos passando por ali. Em seguida, ela se ajoelhou e começou a puxar minha calça, até descobrir meu pau ereto e, sem dizer uma palavra, enfiou na boca… boca, começou a chupar como uma possessa.
Com certeza queria garantir que esse encontro fosse rápido como ela tinha pedido, pra evitar que minha mãe nos pegasse de surpresa, por isso sugava e batia uma com uma paixão enorme pra me deixar à beira do gozo.
- Já, já… falei, afastando ela, então completei… Vamos pra cama.
- Nããão… muito barulho… ela se desculpou.
Naquela vez que inaugurei o cu dela, fizemos barulho, mas era de madrugada e meus velhos estavam roncando, então não perceberam. Agora que ainda não tinha anoitecido, e com minha mãe na sala, a gente tinha que ser mais discreto.
- Vem… a Mili me disse e me puxou pra cadeira da minha escrivaninha, ela estava super excitada.
Ela me fez sentar na cadeira enquanto afastava o próprio vestido, colocava de lado a calcinha pequena, ficou de costas pra mim, eu ajudei a afastar a saia, enquanto ela pegou com confiança meu pau e apontou ele onde mais queria, no seu cu.
- Uiii… issooo… exclamou ao sentir que meu pau acertou em cheio no seu cuzinho guloso.
Eu, besta, ficava vendo ela manobrar, só tive reação de segurar ela pela cintura, enquanto ela ia inserindo centímetro a centímetro meu pau duro. Parecia que ela tava adorando, às vezes um tremor nervoso percorria ela e fazia perder o equilíbrio, enfiando mais rápido. Até que finalmente ela tava completamente enfiada, eu sentia o anelzinho enrugado dela pulsando satisfeito no meu pau.
- Aiii amorrr… como eu gosto de te ter dentro… suspirou satisfeita.
Depois de alguns segundos curtindo a enfiada que ela mesma tinha provocado, a Mili, deixando se levar de novo pela excitação, começou a rebolando o rabão enorme no meu colo. Meu pau, tipo massinha, acompanhava enquanto minhas mãos mantinham a bunda inchada dela pressionada na minha virilha.
Até que chegou o momento em que ela sentiu que precisava se satisfazer, e começou a pular no meu pau harmonicamente, primeiro devagar e depois aumentando o ritmo. Minhas mãos na cintura dela não faziam muito, então passei minhas mãos pra seus seios inchados, puxando o vestido para libertar seus deliciosos melões e brincar com seus mamilos.
- Uiii… siim… assim amor… assim… ela exclamou, sem parar de pular na minha pica.
Cada vez seus gemidos ficavam mais altos, Mili percebia e virava de lado para me ver se eu não reclamava, ela tentava morder os lábios para não emitir sons, mas nem assim, cada vez ficava mais óbvio o que estávamos fazendo, principalmente porque a cadeira começava a balançar também.
Eu estava extasiado vendo aqueles dois globos cor de canela que ela tinha por bunda pular e vibrar na minha virilha, mas precisava mudar de posição, Mili fazia muito barulho. Fiz ela se levantar, desta vez ela se sentaria de frente para mim, com seus seios à minha disposição, com sua boca perto da minha… tentaria calar seus gemidos com minha língua.
Novamente Mili com confiança de se sentir dona da minha pica, ela a prendeu com a mão, pensei que mudaria de buraco… mas outra vez ela a direcionou para seu cu, desta vez não foi devagar, ela enfiou meu pau violentamente, não quis tê-lo fora por muito tempo e decidiu enfiá-lo rapidamente.
- Ouuu… uhmmm… ela reclamou, enquanto eu tapava sua boca.
Após alguns segundos de assimilação, ela me olhou e assentiu, como me dando o ok para começar novamente. Mili começou a pular outra vez na minha pica, cada vez mais forte, cada vez mais possuída, enquanto seus seios vibravam na minha frente, de vez em quando eu engolia um mamilo e ela me abraçava com força, aguentando aquele castigo autoinfligido.
Chegou o momento em que Mili começou a fraquejar com o esforço e eu peguei como pude suas enormes bundas e a ajudei a se empalar sozinha. Sentia que faltavam mãos para apertar e cobrir aqueles glúteos gordos, enquanto Mili afogava seus gemidos entre minha língua e a dela, até que parou. Achei que já tinha chegado lá, porque ela estava muito agitada… mas não…
- Quero terminar assim… ela pediu enquanto se levantava e me convidava a fazer o mesmo.
Depois Mili foi se ajoelhar, apoiando o abdômen na cadeira, assim como os cotovelos, enquanto suas mãos agarravam as barras do encosto daquela cadeira, como se preparando para aguentar outra investida em sua bunda inflada. Mili queria ser posicionada do jeito que gostava, de quatro, como uma vagabunda.
Ao ver que eu não reagia a tal espetáculo, Mili ergueu mais a bunda, arqueando as costas para que eu visse seus atributos por completo. Nessa manobra, suas nádegas se abriram, deixando à vista seu ânus complacente e torturado, que pedia por mais.
Só lhe restou virar o rosto suplicante e ansiosa para que eu enfiasse no seu cu de novo. Não fiz rodeios e comecei a penetrá-la rapidamente, seu esfíncter já estava acostumado a me deixar entrar.
- Siii... Até o talooo... - suspirou satisfeita.
Era verdade, naquela posição, meu pau a atravessava por completo, só faltava enfiar as bolas, enquanto Mili se contorcia ansiosa. Não a fiz esperar mais e comecei a esmagá-la contra a cadeira. Às vezes puxava suas nádegas gordas, e depois a segurava pela cintura fina, fazendo mais pressão, arqueando-a mais enquanto sua bunda enorme vibrava ao bater na minha virilha...
- Uiii siii... Promete que vai me foder sempre assim... uhmmm... - pediu à beira do orgasmo com cara de possuída.
- Como assim?... - perguntei delirando, embasbacado com seu rabo suculento.
- Como uma vagabunda... como sua vagabunda... - exclamou no êxtase de sua perversão.
A essa altura já não nos importávamos com o barulho que fazíamos, a cadeira pulava, seus gemidos eram sonoros, estávamos no limite...
- Ouuu uhmmm... - reclamou finalmente Mili tremendo da cabeça aos pés.
- Ufff... Vou gozar... ufff... - exclamei.
- Não, não... Vem... na minha cara... - suplicou, apressando-se para se virar.
Enquanto Mili abria a boca, meu pau cuspia sêmen em seu rosto, alguns jatos acertaram sua garganta enquanto outros em seus lábios, bochechas, queixo, testa e até pálpebras, enquanto ela sorria satisfeita, como se fosse iogurte. Ela não ligava, estava satisfeita e sabia que aquela imagem excitante me encantava.
Quando meu pau parou de descarregar a porra, Mili, sem limpar o rosto, começou a chupá-lo, a limpá-lo. A gratidão que ela sentiu fez com que sua língua brincasse com meu pau sensível, estimulando-o, conseguindo extrair uma segunda pequena descarga de porra. Senti como se estivesse mijando, quis me afastar, mas Mili me segurou pelos quadris para evitar que fugisse… ela estava disposta a engolir tudo… e assim fez, respirando com dificuldade, mas conseguiu….
— Caralho… Mili… você é a melhorrr… — exclamei agradecido, enquanto me deixava cair sentado na beirada da cama.
Ela sorriu satisfeita, como ponto final, engoliu as gotas de porra que haviam ficado espalhadas… aquela imagem fez meu pau escorrer mais… e ela, ao perceber, ajoelhou-se e engoliu meu pau pela última vez para limpá-lo com a língua.
Depois disso, exausto, me joguei na cama. O resto do que lembro foram flashes, vi entre sonhos que Mili entrou no meu chuveiro para se lavar, se arrumou e se aconchegou ao meu lado. Eu estava morto pelos últimos acontecimentos: o do acampamento, a trama entre Vane e Guille, meus sogros, etc.
Senti que Mili saiu do meu lado na cama, me virei de lado, mais alguns minutos e estaria renovado, pronto para levá-la para casa, disse feliz no meu delírio… grave erro… Ela me deu um beijo na testa, então senti meu quarto iluminar-se, lá fora já estava escurecendo, pensei que ela estava vendo TV, esperando que eu me recuperasse… mas não foi assim…
— Que porra… é essa?… — exclamou uma voz furiosa com grande indignação.
Sentei rapidamente, praticamente pulei… O que aconteceu? Terremoto? Incêndio? Meus pais?… Tentava entender enquanto meu corpo adormecido tentava despertar e ficar em alerta, procurando o perigo que rondava meu quarto para defender Mili do que fosse… exceto de mim mesmo.
Até que meu olhar se fixou no rosto… desmontado Mili, que me olhava do assento onde minutos antes a posei com grande paixão… ao lado dela meu laptop aberto… com a imagem da bunda branca da Vane e seu ânus avermelhado… e ainda com a mensagem sugestiva atrás, no e-mail que ela me enviou. Puta que pa… caralho… ferrou tudo… pensei. Continua…
Aviso 2: todos os personagens são maiores de idadeEu sabia que em algum momento seria descoberto, como e quando eram as incógnitas… sempre acreditei que o "como" não importava e desejava que o "quando" estivesse temporariamente muito, mas muito longe, de tal forma que já não significasse nada para a Mili ou para mim… embora fosse muito ingênuo, porque as mulheres raramente esquecem facilmente e tudo conta para elas, até as ex, pior ainda os deslizes…
Doía saber que o "como" tinha sido através do Guille, a quem considerava meu amigo, sempre tinha pensado que o "como" seria pela Vane ou até pelo Javier, mas o Guille?... a tanto chegou sua sede de vingança, sua ânsia de revanche, que ao ver que não podia descontar na Vane decidiu descontar na Mili e em mim… se ele não era feliz (com a Vane ou se vingando dela), ninguém devia ser…
- Amor… explica, que não te entendo… respondi, engolindo em seco.
- Nada de amor… não me chama assim… depois do que você fez… continuou irritada.
- Mas o que eu fiz?... fala… respondi, enquanto pensava em que desculpa inventar.
Naqueles segundos estava na encruzilhada, não sabia o que inventar caso ela dissesse que sabia da Vane… por um lado, o que contei ao Guille foi que ela me amarrou, não pude fazer nada… mas se ela contar o que planejei com ele no apartamento… droga!… ou me restava a outra tática historicamente usada pelo meu gênero… "nega tudo"… até que a Mili decidiu continuar…
- Como é possível que você tenha feito isso com o Guille… me recriminou.
- O que?... falei sem entender.
- Afastar a Vane dizendo à avó dela que ela sai com um traficante, só por ser mestiço… então o que você vai pensar de mim ou do meu pai… me disse abalada.
Soa até certo ponto risível, mas quando os rumores passam de uma pessoa para outra, eles se modificam. O Guille ligou na casa da Vane, a avó atendeu e tinha ouvido falar dele pelos amigos da Vane, então foi fácil associar os rumores a ele… e a senhora deu uma bronca, quase ameaçou chamar a polícia se ele se aproximasse da neta dela de novo… Facilmente, Guille associou isso à minha intervenção…
Parece que depois a Mili ligou pra perguntar como ele tava com a Vane… ou talvez pra saber se eu tinha levado a Vane pra casa dela, lembrem que minha namorada tava de guarda com a Vane. O negócio é que o Guille, de despeito, foi contar o fofoca pra Mili… pelo lado bom… pelo menos o Guille respeitou o segredo entre nós dois sobre o que aconteceu comigo e a Vane…
- Oieee… não foi assim… eu me justifiquei.
- Então como… insistiu a Mili, queria uma explicação.
Como explicar que eu tive que afastar a Vane pra proteger ela do Guille, da vingança dele, daquela retaliação porque a Vane me amarrou e me humilhou na cabana… como justificar o que fiz, sem relacionar com a Vane, que a Mili, mesmo tendo certa empatia, também via como rival… talvez eu tivesse mais uma chance de confessar a verdade…
- A Vane… abusou de… falei baixinho.
- Abusou? De quem?… completou, intrigada.
Era vergonhoso até certo ponto confessar que ela me subjugou… mas também não sabia como a Mili reagiria ao descobrir, não foi minha culpa… mas ela diria que provocar a Vane sim, foi…
- De… da nossa amizade… falei, prolongando minha agonia.
- Como assim?… replicou a Mili, que não me soltaria até saber a verdade.
- Na festa… ela… deu em cima de mim… depois no carro… inventei a primeira coisa que me veio à cabeça.
- Eu mato essa putinha… disse a Mili furiosa.
Em parte era verdade, a Vane na festa insinuou que a gente teria outro encontro, e no carro insinuou que eu devia um favor a ela. Contei pra Mili que o Guille tinha notado, que me confrontou e eu contei a verdade, porque não queria que ele continuasse sendo enganado por ela… mas que ele não levou muito bem… e que por conta própria tava planejando se vingar da Vane, até pensando em incluir o Javier nisso.
A Mili ficou horrorizada ao ouvir, não acreditava que o Guille pudesse reagir assim… ou que uma insinuação fosse tão grave a ponto de chegar nisso… A Mili ficou com a dúvida se eu contava toda a verdade ou escondia algo mais… e eu fiquei na dúvida se o Guille não acabaria falando mais do que aconteceu…
Expliquei que a Vane já estava a caminho do exterior, que ela se acalmasse, que o Guillermo estava magoado e exagerou as coisas, que na verdade fiz aquilo pelo bem dele, que a Vane com suas maluquices não era pra ele, não por ser gostosa, mas porque estava meio pirada, instável, mudava de opinião toda hora e ia fazê-lo sofrer e se desconcentrar dos estudos.
No fim, a Mili se acalmou, mas segundo ela ainda não tinha me perdoado… mulheres! Quando ficam emburradas querem que a gente pague por coisas que a gente nem entende que fez, mas pra elas tá claro que a gente fez alguma coisa e tem que compensar… enfim, mesmo eu estando com a consciência pesada.
Fazendo as contas, tinha ficado com a Vane 3 vezes. Talvez as duas primeiras não contassem (pra mim pelo menos), porque na primeira ela me amarrou e na segunda eu estava muito bêbado… mas a terceira? Essa sim foi comigo lúcido, não muito são, mas por vontade própria. Também poderia dizer que cedi ao chantagem dela.
A questão é: será que a Mili entenderia assim?… duvidava. Ela me mataria, basta lembrar que depois de suspeitar que eu tinha comido a Vane, ela não quis me ver e eu tive que procurá-la no clube, e lá, depois de uma provocação da Vane na pista de dança, ela armou um baita escândalo. Se descobrisse isso, seria pior.
Enquanto isso, ao lembrar das cenas do que aconteceu… meu ego foi às nuvens ao lembrar que tinha possuído os bundões mais apetitosos da faculdade, talvez da universidade. O bumbum moreno e carnudo natural da Mili, assim como o bumbum musculoso e bem trabalhado, branco, da Vane.
Pensava em tudo isso quando adormeci satisfeito por tudo, pelo menos até aquele momento, ter se resolvido bem. Acordei horas depois com o som do meu laptop; tinha recebido um e-mail… era da Vane… abri o e-mail e vi uma foto dela como se fosse um postal de algum lugar da Europa, Espanha pelo visto. Resumindo, dizia mais ou menos assim:
- Obrigada pela despedida, pensei em você a viagem toda, não consegui sentar direito… Beijos, Vane.
Imagino que a Vane tava falando do tratamento que dei no cu dela no dia anterior. Ela foi embora satisfeita, mas dolorida. Percebi que tinha outro arquivo anexado, compactado talvez pra não chamar atenção de primeira. Será um vírus? Minha curiosidade falou mais alto e, ao abrir…
- Caralho… essa mulher é doida… soltei no sigilo do meu quarto.
A Vanesa tinha anexado uma foto da bunda branca e bem feita dela, enquanto abria as nádegas com as duas mãos pra me mostrar o cuzinho todo vermelho. Pelo fundo da foto, que dava pra ver bem pouco, imaginei que ela tinha tirado no banheiro do avião. Talvez ela quisesse que eu visse o estrago que o meu pau fez no cu dela, e o motivo de não conseguir sentar direito. Depois de apreciar essa loucura, eu ri… mas minha sorte tava prestes a acabar.
- Danny… tem visita pra você… ouvi a voz da minha mãe atrás da porta.
- Quem é?… perguntei, fechando os arquivos no instinto.
- Euuuu… ela disse, abrindo a porta.
Puta merda… era a Mili. Fiquei gelado, pálido, sem voz. Só consegui fechar o notebook quase em cima dos meus dedos, o que pra ela não pareceu suspeito, mas engraçado — sorte minha.
- O quê?… não tá feliz em me ver?… ela perguntou, entre mágoa e manha.
- Coitado, acabou de acordar… minha mãe entrou na conversa, em cumplicidade.
Eu continuava mudo e surpreso. Desde quando a Mili e minha mãe se davam bem?… Parece que a Mili se sentiu culpada pelas coisas que me disse e veio me visitar. Como eu ainda tava dormindo, minha mãe convidou ela pra entrar pra conhecer a possível futura nora. Elas se distraíram conversando até ouvirem barulho no meu quarto, o que alertou que eu tava acordado, então subiram pra me ver.
- Claro, amor… feliz em te ver… que surpresa… respondi meio gaguejando.
- Tá bom, gente, vou deixar vocês, se comportem… bem… disse minha mãe sorrindo.
Acho que era a primeira vez que minha mãe me ouvia chamar uma garota de “amor”, ela estava feliz, e a Mili também por eu reconhecê-la assim, como minha namorada, na frente da minha mãe. Minha mãe saiu do quarto não sem antes fazer gestos de aprovação como dizendo “Bem filho, a Mili está muito linda”.
Era verdade, a Mili tinha vindo muito linda, talvez prevendo encontrar a sogra, usava um vestido claro, um pouco justo no peito e solto na saia, mal passando dos joelhos. Pouca maquiagem, não precisava de muito, seu sorriso de namorada que se sente culpada completava tudo.
- Pensar que aqui você… me… fez pela primeira vez… disse sorrindo meio nostálgica, lembrando como meses atrás eu tinha metido nela por trás naquela cama enquanto “estudávamos”.
Naquele momento eu não sabia que talvez aquele mesmo lugar seria onde talvez eu faria pela última vez. A Mili sentou na beirada da minha cama, observando todo o lugar e lembrando como, de brincadeira, tudo tinha começado, entre taças de vinho e a calentura das histórias… e a vontade que a gente tinha um do outro.
- Só queria me desculpar pelo que eu disse… entendo que você fez pensando no bem da Vane e do Guille… acrescentou a Mili ao ver que eu não respondia.
Talvez ela pensasse que eu estava chateado com ela, por aquela ligação que ela fez toda furiosa, quando na verdade eu estava atordoado pelo que fiz com a Vane no dia anterior, pelo e-mail que recebi com aquelas fotos e pela visita surpresa da Mili… que eu não sabia como reagir…
- Ahhh… é, bom… às vezes você é muito explosiva… consegui dizer.
- É, eu sei… herdei o caráter da minha mãe… O que eu posso fazer para você me perdoar?… disse constrangida como uma criança repreendida.
A essa altura os papéis tinham se invertido, era a Mili que pedia meu perdão, o que me fazia me sentir mais culpado ainda. Eu precisava me livrar daquele sentimento, precisava parar de pensar no que fiz com a Vane, em como abusei brutalmente dela e ela gostou… e só me Havia uma maneira de esquecer isso…
- Que tal… sexo de reconciliação… me atrevi a dizer meio sério, meio brincando.
- Ai, Dany, eu sabia, você só pensa nisso… me repreendeu de forma engraçada.
Então deixei minha escrivaninha e fui me sentar ao lado dela, na cama, enquanto a Mili fingia ser a garota tímida e inocente que não sabe o que está fazendo no quarto de um garoto, o que, de certa forma, me excitava ainda mais. Acariciei seu rosto, afastei alguns fios de cabelo e comecei a beijá-la. A Mili correspondia.
- Não… sua mãe vai perceber… ela me dizia entre um suspiro e outro, o que denotava que a Mili também estava ficando excitada.
- Não se preocupa… ela tá vendo a novela… me justifiquei, enquanto minhas mãos apalpavam seus seios.
- Uhmmm… você é terrível… ela disse, se soltando de mim.
Ela se levantou e deu uma volta pelo quarto por alguns instantes para baixar os hormônios. Ela tinha acabado de estabelecer um relacionamento com a sogra e não queria passar uma má imagem. Quando a Mili passou perto de mim, a puxei. Ela ficou de pé na minha frente, enquanto eu continuava sentado na cama. De maneira carinhosa, a abracei pela cintura, apoiando minha cabeça em seu abdômen plano. A Mili acariciava meus cabelos.
Assim que ela se sentiu confortável com aquela situação, minhas mãos instintivamente começaram a descer de sua cintura, acariciando suas nádegas salientes por cima do vestido. Ela balançava a cabeça nervosa, com os olhos fechados, aproveitando aquelas carícias… até que chegou o momento de me arriscar. Meti minhas mãos por baixo do vestido e comecei a apertar seus glúteos carnudos, o que a fazia estremecer…
- Vamos… sussurrei, vendo que seu corpo não aguentaria mais aqueles estímulos.
- Uhmmm… tá bom… mas que seja rápido… ela respondeu, cedendo.
Ela estava super excitada. Pude sentir sua calcinha pequena, que estava molhada. Ela tremeu ao sentir minhas mãos passando por ali. Em seguida, ela se ajoelhou e começou a puxar minha calça, até descobrir meu pau ereto e, sem dizer uma palavra, enfiou na boca… boca, começou a chupar como uma possessa.
Com certeza queria garantir que esse encontro fosse rápido como ela tinha pedido, pra evitar que minha mãe nos pegasse de surpresa, por isso sugava e batia uma com uma paixão enorme pra me deixar à beira do gozo.
- Já, já… falei, afastando ela, então completei… Vamos pra cama.
- Nããão… muito barulho… ela se desculpou.
Naquela vez que inaugurei o cu dela, fizemos barulho, mas era de madrugada e meus velhos estavam roncando, então não perceberam. Agora que ainda não tinha anoitecido, e com minha mãe na sala, a gente tinha que ser mais discreto.
- Vem… a Mili me disse e me puxou pra cadeira da minha escrivaninha, ela estava super excitada.
Ela me fez sentar na cadeira enquanto afastava o próprio vestido, colocava de lado a calcinha pequena, ficou de costas pra mim, eu ajudei a afastar a saia, enquanto ela pegou com confiança meu pau e apontou ele onde mais queria, no seu cu.
- Uiii… issooo… exclamou ao sentir que meu pau acertou em cheio no seu cuzinho guloso.
Eu, besta, ficava vendo ela manobrar, só tive reação de segurar ela pela cintura, enquanto ela ia inserindo centímetro a centímetro meu pau duro. Parecia que ela tava adorando, às vezes um tremor nervoso percorria ela e fazia perder o equilíbrio, enfiando mais rápido. Até que finalmente ela tava completamente enfiada, eu sentia o anelzinho enrugado dela pulsando satisfeito no meu pau.
- Aiii amorrr… como eu gosto de te ter dentro… suspirou satisfeita.
Depois de alguns segundos curtindo a enfiada que ela mesma tinha provocado, a Mili, deixando se levar de novo pela excitação, começou a rebolando o rabão enorme no meu colo. Meu pau, tipo massinha, acompanhava enquanto minhas mãos mantinham a bunda inchada dela pressionada na minha virilha.
Até que chegou o momento em que ela sentiu que precisava se satisfazer, e começou a pular no meu pau harmonicamente, primeiro devagar e depois aumentando o ritmo. Minhas mãos na cintura dela não faziam muito, então passei minhas mãos pra seus seios inchados, puxando o vestido para libertar seus deliciosos melões e brincar com seus mamilos.
- Uiii… siim… assim amor… assim… ela exclamou, sem parar de pular na minha pica.
Cada vez seus gemidos ficavam mais altos, Mili percebia e virava de lado para me ver se eu não reclamava, ela tentava morder os lábios para não emitir sons, mas nem assim, cada vez ficava mais óbvio o que estávamos fazendo, principalmente porque a cadeira começava a balançar também.
Eu estava extasiado vendo aqueles dois globos cor de canela que ela tinha por bunda pular e vibrar na minha virilha, mas precisava mudar de posição, Mili fazia muito barulho. Fiz ela se levantar, desta vez ela se sentaria de frente para mim, com seus seios à minha disposição, com sua boca perto da minha… tentaria calar seus gemidos com minha língua.
Novamente Mili com confiança de se sentir dona da minha pica, ela a prendeu com a mão, pensei que mudaria de buraco… mas outra vez ela a direcionou para seu cu, desta vez não foi devagar, ela enfiou meu pau violentamente, não quis tê-lo fora por muito tempo e decidiu enfiá-lo rapidamente.
- Ouuu… uhmmm… ela reclamou, enquanto eu tapava sua boca.
Após alguns segundos de assimilação, ela me olhou e assentiu, como me dando o ok para começar novamente. Mili começou a pular outra vez na minha pica, cada vez mais forte, cada vez mais possuída, enquanto seus seios vibravam na minha frente, de vez em quando eu engolia um mamilo e ela me abraçava com força, aguentando aquele castigo autoinfligido.
Chegou o momento em que Mili começou a fraquejar com o esforço e eu peguei como pude suas enormes bundas e a ajudei a se empalar sozinha. Sentia que faltavam mãos para apertar e cobrir aqueles glúteos gordos, enquanto Mili afogava seus gemidos entre minha língua e a dela, até que parou. Achei que já tinha chegado lá, porque ela estava muito agitada… mas não…
- Quero terminar assim… ela pediu enquanto se levantava e me convidava a fazer o mesmo.
Depois Mili foi se ajoelhar, apoiando o abdômen na cadeira, assim como os cotovelos, enquanto suas mãos agarravam as barras do encosto daquela cadeira, como se preparando para aguentar outra investida em sua bunda inflada. Mili queria ser posicionada do jeito que gostava, de quatro, como uma vagabunda.
Ao ver que eu não reagia a tal espetáculo, Mili ergueu mais a bunda, arqueando as costas para que eu visse seus atributos por completo. Nessa manobra, suas nádegas se abriram, deixando à vista seu ânus complacente e torturado, que pedia por mais.
Só lhe restou virar o rosto suplicante e ansiosa para que eu enfiasse no seu cu de novo. Não fiz rodeios e comecei a penetrá-la rapidamente, seu esfíncter já estava acostumado a me deixar entrar.
- Siii... Até o talooo... - suspirou satisfeita.
Era verdade, naquela posição, meu pau a atravessava por completo, só faltava enfiar as bolas, enquanto Mili se contorcia ansiosa. Não a fiz esperar mais e comecei a esmagá-la contra a cadeira. Às vezes puxava suas nádegas gordas, e depois a segurava pela cintura fina, fazendo mais pressão, arqueando-a mais enquanto sua bunda enorme vibrava ao bater na minha virilha...
- Uiii siii... Promete que vai me foder sempre assim... uhmmm... - pediu à beira do orgasmo com cara de possuída.
- Como assim?... - perguntei delirando, embasbacado com seu rabo suculento.
- Como uma vagabunda... como sua vagabunda... - exclamou no êxtase de sua perversão.
A essa altura já não nos importávamos com o barulho que fazíamos, a cadeira pulava, seus gemidos eram sonoros, estávamos no limite...
- Ouuu uhmmm... - reclamou finalmente Mili tremendo da cabeça aos pés.
- Ufff... Vou gozar... ufff... - exclamei.
- Não, não... Vem... na minha cara... - suplicou, apressando-se para se virar.
Enquanto Mili abria a boca, meu pau cuspia sêmen em seu rosto, alguns jatos acertaram sua garganta enquanto outros em seus lábios, bochechas, queixo, testa e até pálpebras, enquanto ela sorria satisfeita, como se fosse iogurte. Ela não ligava, estava satisfeita e sabia que aquela imagem excitante me encantava.
Quando meu pau parou de descarregar a porra, Mili, sem limpar o rosto, começou a chupá-lo, a limpá-lo. A gratidão que ela sentiu fez com que sua língua brincasse com meu pau sensível, estimulando-o, conseguindo extrair uma segunda pequena descarga de porra. Senti como se estivesse mijando, quis me afastar, mas Mili me segurou pelos quadris para evitar que fugisse… ela estava disposta a engolir tudo… e assim fez, respirando com dificuldade, mas conseguiu….
— Caralho… Mili… você é a melhorrr… — exclamei agradecido, enquanto me deixava cair sentado na beirada da cama.
Ela sorriu satisfeita, como ponto final, engoliu as gotas de porra que haviam ficado espalhadas… aquela imagem fez meu pau escorrer mais… e ela, ao perceber, ajoelhou-se e engoliu meu pau pela última vez para limpá-lo com a língua.
Depois disso, exausto, me joguei na cama. O resto do que lembro foram flashes, vi entre sonhos que Mili entrou no meu chuveiro para se lavar, se arrumou e se aconchegou ao meu lado. Eu estava morto pelos últimos acontecimentos: o do acampamento, a trama entre Vane e Guille, meus sogros, etc.
Senti que Mili saiu do meu lado na cama, me virei de lado, mais alguns minutos e estaria renovado, pronto para levá-la para casa, disse feliz no meu delírio… grave erro… Ela me deu um beijo na testa, então senti meu quarto iluminar-se, lá fora já estava escurecendo, pensei que ela estava vendo TV, esperando que eu me recuperasse… mas não foi assim…
— Que porra… é essa?… — exclamou uma voz furiosa com grande indignação.
Sentei rapidamente, praticamente pulei… O que aconteceu? Terremoto? Incêndio? Meus pais?… Tentava entender enquanto meu corpo adormecido tentava despertar e ficar em alerta, procurando o perigo que rondava meu quarto para defender Mili do que fosse… exceto de mim mesmo.
Até que meu olhar se fixou no rosto… desmontado Mili, que me olhava do assento onde minutos antes a posei com grande paixão… ao lado dela meu laptop aberto… com a imagem da bunda branca da Vane e seu ânus avermelhado… e ainda com a mensagem sugestiva atrás, no e-mail que ela me enviou. Puta que pa… caralho… ferrou tudo… pensei. Continua…
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