Meu primo e a roça (Conto Bi 3ª parte)

No dia seguinte de ter comido meu primo, ficamos um tempão em silêncio no chiqueiro e acabamos nos comendo um ao outro o dia inteiro. Pancho me fez um boquete, parte por causa da dívida, parte pra experimentar a sensação. E assim como aquele dia passou, os meses foram se passando. Todo fim de semana a gente se encontrava no sítio dos nossos avós e comia no chiqueiro ou nas camas. Mas com o passar das semanas, a gente foi ganhando confiança e comia em outros lugares. O mais arriscado foi na cerca que dava pra estrada vicinal. Um ficava apoiado olhando a paisagem de calça arriada e o outro arrombava o cu dele sem dó até chegar a vez do outro.

Algumas vezes a gente se encontrava fora do sítio, nas nossas casas, e também fazia lá. O mais arriscado foi um boquete que eu dei numa tarde enquanto nossos pais tomavam chimarrão e conversavam a menos de 10 metros de distância no outro cômodo.

Mas nosso lugar preferido era o sítio, porque a liberdade que ele oferecia era imbatível, principalmente de tarde enquanto os avós tiravam um cochilo. O chiqueiro era um lugar seguro pra fazer o que a gente queria, mas a gente preferia a cama pelo conforto. Agora a gente tinha gostado mais de fazer de quatro, e no chão duro de terra era desconfortável. Sempre chegávamos com ideias novas pra testar, mas o estranho é que, pra nós dois, as ideias exigiam uma mulher. A gente tentava ao máximo realizar a fantasia do outro em troca de uma própria, mas sempre faltava aquele gostinho extra de experimentar com uma garota. E depois de terminar nossos experimentos e já satisfeitos, a gente ficava falando de mulher e de como seria foder uma.

Os fins de semana que a gente mais odiava eram os que a gente passava com outros primos. Porque isso tirava nosso tempo e nossos lugares. As camas ficavam completamente proibidas nessas datas, e o chiqueiro era aceitável, mas mais perigoso. A gente tinha que ficar mais esperto, e isso deixava a gente desconfortáveis e nos inibia.
Mas sempre acabávamos transando de um jeito ou de outro, porque era o que a gente tinha virado rotina.
Numa dessas visitas, a gente tava transando. Ele tava me comendo, pra ser exata. Tinha um grupo de parentes visitando, mas era um dia com garoa e vento frio, então a maioria ficava dentro de casa, menos os fumantes. Por isso a gente tava mais confiante. Eu tava de quatro e ele atrás de mim, bombando sem parar, eu curtia, mas já com um certo tédio e rotina, então ficava olhando o chão, as paredes, a paisagem, a cerca que dava pros fundos da casa e entre as chapas do chiqueiro eu conseguia ver uma sombra. Não sabia o que era, e os solavancos que as investidas do Pancho me davam dificultavam ainda mais. Tentei ficar parada pra entender o que tava vendo até que identifiquei um dos meus primos. Tava nos espiando, sei lá há quanto tempo. Acho que minha tensão foi tanta que até o Pancho percebeu que algo tava errado e parou de bombar minha bunda.
— O que foi? — perguntou, e foi aí que nosso primo mais velho apareceu na nossa frente. Sorria de orelha a orelha, com uma cara safada e debochada.
— O que tá rolando aqui? — perguntou com sarcasmo.
Pancho se afastou de mim e eu senti cada centímetro de pau saindo rápido do meu cu. Assim que terminou de sair, me levantei e subi a calça até a cintura.
— Epa, epa! Por que pararam? Se vocês tão se divertindo, seus degenerados. — Ele não parecia nem um pouco bravo, mas ainda era uma situação estranha.
— Não fala nada, por favor... — implorou Pancho. A calça dele, que ele tinha arrumado às pressas, tava toda torta e não escondia a ereção ainda bem visível.
— Falar o quê?
— Sei lá, contar pra alguém o que você viu...
Joaquim era o nome do nosso primo. Era mais velho que a gente. A gente tinha vários primos em comum, todos mais velhos, já que a gente era os mais novos. Joaquim era o mais velho de outra parte da família. família, e tinha um irmão e uma irmã mais novos que ele. Tinha uns quatro ou cinco anos de diferença de idade e o corpo dele já era de um adolescente virando adulto. Jogava futebol e rugby, e o físico era bem definido.
– Ahhh, você tá dizendo pra não contar pros seus pais que vocês estavam se comendo no meio do chiqueiro?
Pancho e eu concordamos com a cabeça.
– Beleza, quanto vale o meu silêncio? – perguntou pro ar, como quem não quer nada, mas era óbvio que já tinha tudo planejado sobre o valor. Mas a gente, inocente, se olhou e falou:
– A gente não tem muita grana, quanto você quer?
Joaquín caiu na gargalhada, levantando a cabeça.
– Não quero grana, seus bobões... Mas antes de continuar, vocês sempre fazem assim? Você sempre entrega a bunda? – perguntou, me olhando na cara.
– Não... a gente se reveza. – respondeu Pancho quase na hora.
– Beleza, melhor. Não vou falar nada... – Ele levou a mão até a calça e deixou o pau escapar por cima da barra. – ... Se vocês me deixarem fazer umas coisas.
Pancho e eu ficamos hipnotizados olhando o pau dele. Era, pra gente, gigantesco, quase grotesco. Medidas? Nem ideia... mas era maior que o normal, isso é certeza, e considerando que a gente só tinha experimentado com nossos pausinhos pequenos e nada mais... era surpreendente ver um tão maduro, grande e imponente, com uma moita de pelos pubianos pretos rodeando a base e uns ovos grandes pendurados, largados a vários centímetros de distância. Era um pau, com letra maiúscula.
– Tão gostando do que veem? Que putinhos de merda que vocês são... – Joaquín começou a se masturbar devagar, me olhando com luxúria. – Vou mostrar pra vocês o que é bom, primos. Se não quiserem que todo mundo descubra o que vocês fazem aqui, venham os dois juntinhos chupar meu pau.
Pancho e eu obedecemos, hipnotizados pela visão e meio assustados com a ideia de que os outros descobrissem nossas aventuras. Da minha parte, não via a hora de sentir aquele pau na... minha boca, mesmo que eu ficasse morrendo de medo só de pensar em ser penetrado. Pancho não falava muito, mas também se aproximava com firmeza. Ele sempre foi o que mais curtia penetrar.
A gente se ajoelhou na frente daquela pica e ficou ali olhando pra ela. Joaquín parou de se masturbar e colocou as mãos de cada lado do quadril. Aquela anaconda tremenda pulsava forte e se sacudia de leve, esperando a ação das duas próximas vítimas que a admiravam de joelhos diante dela.
Joaquín, cansado de esperar, apoiou uma mão na cabeça de cada um e nos guiou em direção à pica dele. Ele foi indicando o que fazer, pra que o prazer (dele) fosse maior. Nos ensinou a usar as línguas e chupar uma pica entre dois do jeito mais quente possível. A gente nunca tinha se beijado com o Pancho, nem sequer pensado nisso. E agora, estávamos chupando a mesma pica ao mesmo tempo, saboreando a saliva um do outro e, de vez em quando, nossos lábios e línguas se chocavam enquanto nosso primo mais velho mandava a gente fazer um movimento ou outro, buscando de propósito que nossas bocas e línguas se encontrassem no processo.
A quantidade de saliva que tava sendo usada era inacreditável. Eu sentia que tinha o rosto todo coberto de cuspe. De vez em quando, Joaquín pegava a pica com uma mão e batia no nosso rosto com ela, mandando a gente abrir a boca e botar a língua pra fora. Numa dessas, depois de pedir isso, ele apontou a pica pra boca do Pancho e tentou enfiar de uma vez. Só a cabeça entrou e já bateu no fundo, e o outro começou a tossir engasgado, se afastando um pouco. Eu continuei na mesma posição, então Joaquín veio pra mim. Entrou até a metade e eu senti que tava me engasgando um pouco, mas não recuei. Senti as lágrimas nos olhos.
Depois dessa cena, Joaquín se aproximava da minha boca com mais frequência, enfiando a pica dentro e mexendo o quadril pra foder meus lábios. Eu sentia a mandíbula cansada, mas tava aproveitando cada segundo.
Pancho tinha meio que ficou de lado, mas não parecia estar aproveitando tudo ao máximo.
—Vem aqui e chupa minhas bolas.— Disse Joaquim, quase percebendo ao mesmo tempo a inatividade dele. Pancho passou por baixo de mim e, com uma mão guiada pelo primo mais velho, enfiou a cabeça entre as bolas gigantes de Joaquim. Eu continuei babando e passando a língua no pau dele, enquanto Pancho massageava os ovos. Joaquim estava gemendo e grunhindo o tempo todo.
—Panchito, Panchito... Acho que você não curte muito isso, né?
—Mais ou menos...— Respondeu Pancho enquanto esfregava o rosto na manga pra limpar a própria saliva e a minha.
—Então você vai primeiro.— Sorrindo com sarcasmo, Joaquim ajudou ele a se levantar e o levou até um poste perto que segurava o teto.—Apoia aí com as mãos, não tão perto... isso... agora abre as pernas... assim... não, não... deixa as costas retas, isso... aí tá perfeito.— Joaquim foi guiando ele pra ficar numa posição confortável, e eu me surpreendi ao reconhecer a pose de filmes e fotos pornô. Já tinha visto muitas mulheres naquela posição, mas nunca um homem. As pernas estavam retas e abertas na largura, os quadris tortos e as costas quase paralelas ao chão, enquanto os ombros ficavam elevados, formando uma curva bem acentuada que destacava com força a bunda dele. Não era uma bunda espetacular, mas não lembrava de ter visto o primo numa pose tão vulnerável até agora.
Joaquim ficou atrás dele enquanto se masturbava. Se abaixou um pouco e cuspiu várias vezes no cu de Pancho.
—Isso aqui já é usado, mas não tá arrombado... ainda.— Completou com malícia e um sorriso debochado. Pancho parecia assustado.—Não vou te matar, não tem medo não. Você vai gostar, vai ver.—
Mas Pancho não parecia muito convencido. Ficou na posição, mas não parecia estar na expectativa. Joaquim chegou mais perto e cuspiu de novo, mas dessa vez na mão, passou a saliva no pau, especialmente na ponta, e se aproximou do cu completamente. entregue pelo primo. Apoiou a cabeça da pica e começou a fazer força. A cabeça entrou quase sem problemas, mas Pancho se remexeu no lugar sem conseguir evitar. Joaquín não teve pena e continuou fazendo força até que metade da sua pica enorme estava lá dentro. Pancho parecia um peixe fora d'água, sacudindo o corpo e dando engasgadas como se aquela pica estivesse empurrando e esvaziando os pulmões dele.
— Vai, que a gente só passou da metade agora. — Disse Joaquín e deu um tapa forte na bunda dele. Dois segundos depois já estava fazendo força de novo até que a pica inteira entrou no cu de Pancho.
Ele tinha ficado imóvel, com o rosto crispado e a boca aberta, congelado num grito mudo. Joaquín era mais alto que a gente e, quando terminou de meter a pica, se endireitou pra buscar conforto e vantagem na situação. Pancho teve que esticar as pernas e ficou na ponta dos pés. Agora mais do que nunca precisava do apoio do poste. Joaquín começou a bombar no cu de Pancho com força. Tirava a pica até a metade e enterrava de novo inteira, sem nenhum cuidado. Pancho não conseguia evitar gritar, rosnar ou gemer, às vezes tudo junto. O primo dele segurava ele pela cintura com firmeza e não deixava ele se afastar ou cair, mas Pancho mesmo assim ficava o tempo todo procurando apoio com a ponta dos dedos, porque a cada estocada que Joaquín dava, levantava ele do chão e mantinha ele no ar por um instante. Eu tava mais tesudo do que nunca. Via a cena toda de lado e podia ver com total clareza como aquela pica enorme se abria caminho sem esforço aparente no cu do meu primo, acostumado a ver a minha própria pica entrando; ver aquilo era quase como testemunhar uma tortura. Mas sem conseguir evitar, baixei minhas calças e comecei a bater uma.
Ficamos assim por um tempo, eu quase gozei mais de uma vez, mas não queria cortar o momento. Joaquín tava cada vez mais violento conforme o orgasmo dele se aproximava e, quando finalmente chegou, Gritava a cada estocada que dava, mais profundas do que nunca, e mantinha o Pancho suspenso no ar por vários segundos. Ele também gritava a cada estocada e ficava imóvel no ar, agarrado ao poste que parecia ser o único vestígio de realidade ao seu alcance.

Joaquín ficou parado por alguns segundos, de olhos fechados, sem tirar a pica do Pancho, mas depois começou a se afastar. Eu me aproximei com curiosidade. Sempre via o estado do cu do meu primo quando minha pica saía, mas dessa vez com certeza ia ser diferente.

Joaquín agarrou as duas nádegas do Pancho com as mãos e as separou, e quando terminou de tirar a pica, manteve-as assim. Fiquei de boca aberta: o cu do Pancho estava aberto num círculo avermelhado e rosado nas bordas, que se transformava num túnel escuro no centro, com uns dois centímetros de diâmetro. Dava pra ver um fiozinho de porra caindo devagar no chão, vindo das profundezas daquele cu arrebentado. Pancho contraía e piscava o cu, mas ele nunca se fechava de vez.

— Vai fechar? — perguntei, com um misto de preocupação e fascinação.
— Sim, depois de um tempo. — respondeu Joaquim. Deu um tapa na bunda do Pancho e soltou o cu dele.

Ele me olhou com luxúria.
— Me parece que você gosta mais de levar, né?
— Sim... — admiti, sem vergonha nenhuma.
— Hoje à noite é sua vez na cama, então se prepara. — Deu um tapa na minha bunda e se afastou, deixando a gente sozinho com o Pancho no chiqueiro. Pancho não prestava atenção em nada, só passava um dedo no cu, tentando entender o estrago que tinha levado.
— Te arrebentou o rabo... — comentei, olhando pra ele sem emoção.
— E hoje ele vai arrebentar o seu. — respondeu Pancho, fazendo uma careta enquanto começava a andar pra pegar a roupa.
— É o que eu espero... — murmurei baixinho, sem intenção de ser ouvido.

PS: Minha ideia era adicionar uma parte de sexo hétero. Não sei até que ponto vocês se interessam; se acharem legal, talvez a próxima parte tenha um pouco de heterossexualidade ou... por ali a que vem depois dessa. Deixem nos comentários o que acham e vou vendo.

5 comentários - Meu primo e a roça (Conto Bi 3ª parte)

Si hombre, claro que tiene que haber una mujer de por medio. Si no no sería un relato bi. Además están experimentando y se supone que les gustan las chicas.
bicba
Está excelente seguí así por lo menos hasta la noche , después agrega si querés algo hetero, digo me parece
Cada vez más calientes estos relatos viejo! Y para mi una parte hetero sumaria mucho eh! Van +10