Tia Fabiana 8. A tara pela minha tia aumentava cada vez mais, e é que vocês não fazem ideia da sensação de foder do jeito que quiser uma negra puta e ela ser sua tia. Eu comia ela todo dia sem falta, às vezes mais intenso, às vezes menos, mas nunca faltava pau. Esse fato, acho que foi o estopim pra ela decidir terminar com o namorado e ficar solteira. Com certeza ela só tava com ele porque ele comia ela, é a única razão que me vem à cabeça, já que ele era um inútil. Como já tinha virado costume, fui e entrei no quarto da minha tia, fechei a porta e logo ela ficou nua. Eu adorava tirar a roupa dela eu mesmo e deixar ela pelada. — Terminou com seu namorado? — perguntei. — Sim. — Por quê? — …Porque sim. Sem dizer nada, dei um tapa nela. — Quê? Vai fazer alguma coisa, negra puta? — Depois de falar isso, ela ficou me olhando e pegou no meu pau. Era a primeira vez que ela fazia algo assim, o que me deixou louco. Agarrei os peitos dela e empurrei ela pra cama dela, me joguei por cima, abri a boca dela e enfiei o pau até o fundo, segurando ela forte pela nuca e fazendo pressão. — Aaah, tia Fabiana, você é uma negra chupa-pau! — Em uns minutos eu gozei, sempre com meu pau enfiado até a garganta dela. — O que você quer, negra puta? — Ah, me fode! — pediu a puta. — Não, me responde o que eu te perguntei antes — falei enquanto enfiava os dedos na buceta. — Ah, ah, ah — ela gemia. — Negra estúpida, responde! — Porque você me come sempre! — disse ela. — Ah, então você tava com ele porque ele te comia? — perguntei e enfiei quatro dedos. — Ah, sim, sim, ele era o único que me comia. — Hehe, beleza, filha da puta, agora só eu te como, sua buceta e seu cu são meus, negra imunda. — Sim, sim, são seus, me fode, vai! — Não — falei enquanto tirava os dedos, a pobre puta tava toda molhada a essa altura. — O que foi? Vai — ela implorava quase enquanto se dedava. — Vamos pro meu quarto. — Tá, vamos. — Não, você vai assim, do jeito que tá. — Não! Vão me ver — ela tava preocupada. vadia, mas sabia que no fundo ela ficava com tesão. -Haha, tu não entende- -O quê?- -Que se eu te falar, tu vai fazer, sua puta nojenta!- Peguei ela pelo braço e saí com ela pelada pro quintal. Caminhamos os metros até minha casa devagar, a vadia olhava pra todo lado preocupada, tava vermelha e respirava ofegante. Quando chegou na entrada, mandei ela entrar como o que é, coloquei ela de quatro e ela foi engatinhando até meu quarto, vendo aquilo, eu ia batendo naquela bunda até deixar ela vermelha.
Não dava pra comer ela de quatro, não falei nada, só abri as nádegas dela e enfiei no buraco da bunda. —Aaaah! NÃO! TIRA!— disse a pobre negra, com certeza nunca tinham metido no cu dela. Mas não parei, continuei furando a bunda dela, o cheiro de merda começou a aparecer. —Aaaah, isso é por você ser uma puta nojenta— gozei dentro do cu dela. Tirei e, com restos de merda, enfiei na boca dela, ela ficava com ânsia de vômito toda hora, mas a buceta dela escorria. —Olha como você tá, no quarto do seu sobrinho, chupando uma pica com merda— Quando ouviu isso, ela se esfregava que nem uma louca. —Jajaj, assim que eu gosto, seu pedaço de merda, uma velha gorda, preta com o cu arrombado e toda puta— gozei de novo na boca dela. Minha tia continuava se esfregando, gozou e molhou o chão, se contorcendo no chão, não resisti à imagem e dei uns tapas na cara dela. —Sabe o quê? Vou te comer até você não aguentar mais, e as duas putas das suas filhas também, a negra imunda da Nely deve ser mais puta que você— —O que você quer?— perguntou com a voz ofegante. —Quero comer elas, e é isso que vou fazer, não pergunta, puta, você é merda, se preocupa em ser comida e pronto, e ainda vou foder suas filhas também— Depois disso, apressei ela e mandei ela pelada pro quarto dela, antes dela sair peguei umas moedas e enfiei entre as nádegas dela, adoro humilhar minha tia, espero poder comer minhas primas também, afinal, se as duas eram iguais à mãe, duas negrinhas de favela que nunca estudaram nada, a única virtude delas eram aqueles cuzões de negra que tinham, bem gordos e com certeza fedorentos.
Não dava pra comer ela de quatro, não falei nada, só abri as nádegas dela e enfiei no buraco da bunda. —Aaaah! NÃO! TIRA!— disse a pobre negra, com certeza nunca tinham metido no cu dela. Mas não parei, continuei furando a bunda dela, o cheiro de merda começou a aparecer. —Aaaah, isso é por você ser uma puta nojenta— gozei dentro do cu dela. Tirei e, com restos de merda, enfiei na boca dela, ela ficava com ânsia de vômito toda hora, mas a buceta dela escorria. —Olha como você tá, no quarto do seu sobrinho, chupando uma pica com merda— Quando ouviu isso, ela se esfregava que nem uma louca. —Jajaj, assim que eu gosto, seu pedaço de merda, uma velha gorda, preta com o cu arrombado e toda puta— gozei de novo na boca dela. Minha tia continuava se esfregando, gozou e molhou o chão, se contorcendo no chão, não resisti à imagem e dei uns tapas na cara dela. —Sabe o quê? Vou te comer até você não aguentar mais, e as duas putas das suas filhas também, a negra imunda da Nely deve ser mais puta que você— —O que você quer?— perguntou com a voz ofegante. —Quero comer elas, e é isso que vou fazer, não pergunta, puta, você é merda, se preocupa em ser comida e pronto, e ainda vou foder suas filhas também— Depois disso, apressei ela e mandei ela pelada pro quarto dela, antes dela sair peguei umas moedas e enfiei entre as nádegas dela, adoro humilhar minha tia, espero poder comer minhas primas também, afinal, se as duas eram iguais à mãe, duas negrinhas de favela que nunca estudaram nada, a única virtude delas eram aqueles cuzões de negra que tinham, bem gordos e com certeza fedorentos.
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