Bom, quero contar uma coisa que vem acontecendo comigo há alguns meses. Sou de Pilar, tenho 18 anos e comecei a trabalhar numa fábrica de pães perto da ruta 8. O trampo não é pesado, o ambiente é bom e o horário me atende pra estudar, o problema é minha gerente, vamos chamar ela de Sofia. Sei que pra muitos isso pode ser uma fantasia louca e gostosa, mas eu tenho namorada e a verdade é que me sinto incomodado. Acontece que desde a primeira entrevista percebi que ela me encarava um tempão. É uma mulher mais velha, pelo menos pra mim, deve ter uns quarenta anos. Loira de cabelo comprido e liso. Ela é bem cuidada, não é uma modelo, mas malha pra caralho e tem os peitos de silicone. Uma das primeiras perguntas que ela fez na entrevista inicial foi se eu era gay. Aí veio: — Pra você já saber desde agora, se eu gostar do seu pau e você se comportar bem aqui, você vai crescer, senão… Eu ri, não entendia o que ela tava dizendo, talvez eu fosse muito inocente, sei lá. Não respondi. Ela tava sentada na mesa dela, parecia divertida. Fez um sinal pra eu ir até lá. — Vem cá, vamos cortar isso logo. — Caminhei até ela e parei do lado. Ela abaixou o zíper da minha calça e enfiou a mão. Fiquei paralisado, pensava na minha namorada, em como ia trair ela e no merda que isso me fazia sentir. Mas por outro lado, eu precisava do trampo e quando a Sofia puxou meu pau e começou a me bater uma, esqueci de tudo. — Bom, não é uma coisa que dá pra dizer "que pedaço de pau", mas tá bom pra sua idade. Além disso, menino, sua carinha me enche de tesão. — Não sabia que cara eu tava fazendo, mas aquilo tava me matando. O prazer sacudia meu corpo, nunca tinham me tocado daquele jeito, nem eu conseguia fazer aquilo. Soltei um som estranho na garganta. — Você já gozou? — perguntou Sofia com um sorriso — Vamos ter que trabalhar essa rapidez. — Mas em vez de parar, ela se aproximou e começou a chupar meu pau como ninguém nunca fez. Foi uma loucura, minhas pernas tremeram e na hora senti que gozava com um orgasmo muito forte. Consegui ver como meu sêmen caía na boca dela e parte do rosto. Ela com o dedo foi juntando tudo e colocando na boca. —Beleza, você tá contratado, amanhã às 8 quero você aqui de novo. A partir daí ela me chama duas ou três vezes por semana. Claramente não sou o único, acho que ela come a fábrica inteira. Vou contar todas as coisas que vivi com ela. Qualquer dúvida me perguntam, desde que não sejam dados pessoais ou dela posso contar tudo. Foto acho que não vou postar porque não sei onde conseguir, e obviamente ela não me deixaria tirar fotos nos nossos encontros.
2 comentários - No meu trampo