(Relato) Minha mãe e a viagem pro sítio na Páscoa

Fala, tô voltando a escrever um conto depois de um bom tempo. Quem já leu alguma história minha sabe que eu foco principalmente em contos sobre minha mãe em situações taradas. Muitas delas são inspiradas na realidade, e isso pra mim deixa tudo mais excitante. Sem mais enrolação, aí vai o conto.----------------------Minha mãe e a viagem pro campo pra passar a Páscoa--------Era quinta-feira ao meio-dia e o carro estava chegando naquele povoado a 100 quilômetros da cidade de Santiago del Estero. Meu pai queria aproveitar os feriados e passar a Páscoa na terra natal dele, claro que minha mãe foi junto. Fazia muito tempo que eu não ia pra lugar nenhum e, embora não gostasse muito do campo, queria aproveitar os últimos dias ensolarados de abril. Além disso, o calor já não seria tão sufocante como em outras épocas do ano.

Meu irmão e eu decidimos ficar, então eles foram sozinhos. Depois de várias horas, chegaram e puderam ver na frente da casa os sobrinhos do meu pai. Era uma família numerosa; muitos deles ela não conhecia ou só tinha visto quando eram pequenos. Estavam lá entretidos, tomando cerveja e jogando cartas.

Eles não deixaram de reparar na figura da minha mãe. Naquele estado e com poucas mulheres por ali, ela chamava atenção. Vestia uma regata branca, um short jeans e umas sandálias.

Minha mãe se chama Ana. Mal passou dos cinquenta anos. É branca e baixinha. O corpo dela é o típico de mulher baixa, então já imaginam que é caderona, com uma bunda que se destaca.

Cumprimentaram e foram especialmente educados com ela.

"Oi, tia, como vai?" Disse Leo, um dos sobrinhos "distantes" do meu pai.

"Oi, quanto tempo, não te via desde que era criança, como você cresceu."

"Bem, cansada da viagem." Respondeu às perguntas de sempre.

Cumprimentou todo mundo e foi pra dentro de casa descansar. Se jogou na cama e acabou dormindo.

Um dos caras, o mais novo, estava chutando uma bola ao lado da casa. Quando foi buscar, olhou pela janela e ficou intrigado ao ver minha mãe deitada na cama. O cara ficou olhando sem vergonha, percorrendo com curiosidade o corpo da mulher madura. Num momento, ela virou dormindo devagar, mostrando a bunda. Ele não perdeu nenhum detalhe do rabo dela. Já tava de pau duro e, se dependesse dele, teria batido uma punheta ali mesmo. Teve que guardar aquilo na mente e fazer depois.

Depois de algumas horas, minha mãe saiu de casa, estava fresca por ter tirado uma soneca. Lá fora estavam os rapazes, que a levaram para conhecer a fazenda.

— Ah, que lindo! — dizia ela ao ver todos os animais. Mas se arrepiou ao ver um cavalo montando uma gostosa.

— Ai, meu Deus!

Eles riem e fazem comentários machistas.

— Kkkk, dizem que o Léo tem a pica igual àquele cavalo.

Ela se surpreendeu ao ver o pau do cavalo e olhava de soslaio praquele pedaço.

Léo a convidou pra andar a cavalo, primeiro ela ia atrás, e depois pegou as rédeas e foi na frente. Sentia de vez em quando o roçar com o volume de Léo.

Os outros comentavam entre si. Como não tinha muitas mulheres, ela chamava muita atenção.

— Já comeu uma mulher da cidade?

— Não, nunca, essas são umas putinhas delicadas. Kkkk.

— Que rabão que ela tem.

— É, uma delícia, será que o Léo vai acabar comendo ela?

— Com certeza.

Minha mãe se divertiu muito naquela tarde, chegou em casa e foi tomar um banho.

À noite, enquanto dormia, pensava em tudo que fez no dia. Por um momento, veio à mente o que um dos caras disse: que o Léo tinha a pica igual ao cavalo. Sem querer, imaginou aquilo e não conseguiu evitar se sentir desconfortável.

No dia seguinte, Marta, uma cunhada do meu pai, comentou que não conseguia ordenhar as vacas. Minha mãe tinha que fazer isso, não tinha mais ninguém que pudesse. Minha mãe não conseguiu recusar, queria colaborar e dar uma mão.

Então, sob o olhar atento daqueles rapazes, eles viam como ela fazia sair leite das tetas da vaca. Mais de um não conseguiu evitar ficar de pau duro ao ver as mãos da minha mãe apertando e fazendo o leite sair. Imaginavam ela ordenhando os paus deles.
(Relato) Minha mãe e a viagem pro sítio na PáscoaNaquele mesmo dia, meu pai teve que ir pra cidade resolver umas paradas, deixando minha mãe sozinha lá. Ela já tava acostumada com essas coisas. Assim passou o dia, e com o tempo ela foi criando mais intimidade com o Leo e os caras. O calor tava forte e os pensamentos continuavam na cabeça da minha mãe.

Já era noite e meu pai não tinha voltado. Ela tava do lado de fora de casa, sentada, quando viu um dos caras passar numa motinho. Ela tava usando um vestido florido.

"Ana, o que cê tá fazendo aqui sozinha? Vem com a gente, tamo se divertindo lá no fundo."

"Não, tô de boa..." Ela disse, disfarçando. Mas não foi difícil convencê-la, já que ela tava entediada pra caralho. Então ela abriu as pernas e subiu na moto.

Os outros caras tão em volta de uma mesa, bebendo e jogando cartas. Eles comemoram quando veem minha mãe chegando na moto.

Já tavam meio altos e convencem ela a jogar.

"Quer um vinho, Ana?"

"Não, eu não bebo."

"Vai, toma." Falaram até convencerem ela, e ela começou a tomar um pouco de vinho.

"E o Leo, não vem?" Ela perguntou.

"Ainda não chegou. Já já aparece.
esposaMas de um já olhava pra minha mãe com carinho, ela tava gostosa naquele vestido e o estado de bêbada em que estavam deixava ela ainda mais comível.
Depois de um tempo, um propôs um jogo novo pra minha mãe poder participar. Esse jogo incluía prendas. Ela aceitou. Tava se divertindo pra caralho com os jovens. A prenda era que os jogadores tirassem as peças de roupa quando perdessem as apostas.

Todo mundo queria que minha mãe tirasse aquele vestido, tavam esperando por isso. Mas primeiro outros tinham que perder, a sorte de principiante. Os dois que tavam perto da mamãe já não tinham mais as camisetas. Ela observava o shape gostoso dos jovens. Até que chegou a hora em que a mamãe perdeu e ouviu geral uivando igual lobo. Batendo palma e gritando o nome da mamãe. Isso chamou a atenção do moleque mais novo, o que tinha espiado ela pela janela, que se aproximou e olhava de longe. Ninguém tinha notado a presença dele.

Talvez por causa do álcool e do calor, ela nem ligou muito pra isso. Então ela se levantou e devagar foi subindo o vestido e tirou ele, ficando de calcinha e sutiã, pra depois sentar.

Ela tapava um pouco os peitos, ainda tinha um resto de vergonha. Mas já tinha ido longe demais, nem ela acreditava no que tava fazendo. Continuou o álcool e continuou o jogo, e a mamãe perdeu de novo. Pra fora o sutiã, aqueles peitos tavam livres na vista daqueles caras que se deliciavam. Os que já tavam de cueca já tavam duros. Ela conseguiu escapar até perder de novo. Tirou a calcinha sentada. Com um braço tapava um pouco os peitos e com o outro a buceta.

Agora todo mundo começava a perder, um por um iam tirando a roupa íntima.

"Uh!" Ela exclamou, sem acreditar que tava vendo tanta piroca dura por causa dela. Tava totalmente sem vergonha, se sentia bem pelada com aquele calor.

"Anita, tira leite de mim igual vaca." Falou um enquanto ela ria. Fez com que ela levasse a mão dela até o pau dele ereto e começa a bater uma lentamente, com as mãos macias dela.

"Eu também quero, cê tem duas mãos, Ana." Falou o que tava do lado. Ela já bêbada não conseguia coordenar a punheta pros dois paus, sóbria também não ia conseguir mesmo. Então lá tava ela, no campo, no meio do nada, batendo uma pros sobrinhos afastados dela ou o que fossem.

"Todo mundo tem ele tão grande no campo?" ela falava enquanto batia uma. Era só risada.

Um jogou o vestido da mãe no chão e fizeram ela deitar ali, era hora de começar a ação.

Ela deitou com um sorriso que nunca tinha dado na vida. Provavelmente por causa da bebedeira. Um dos caras que tava sendo masturbado abriu as pernas dela e enfiou o pau devagar.

"Ohhh." Ela gemia, com voz de puta.

"Ahhhh sim, que buceta apertada." Ele falava enquanto enfiava o pau devagar.

"Uhhh, ahhh." Só gemia ela. Os outros batiam uma sem perder detalhe do espetáculo.

O cara foi acelerando o ritmo aos poucos, enfiando o pau cada vez mais fundo, que era um pouco maior que o normal.

"Ahhh sim, sim." Ela gemia feito mulher no cio.

Uma luz iluminou o espetáculo, dava pra ouvir o som de um motor se aproximando.

"Pô, tava perdendo a festa e que festa!" Falou Leo descendo da moto dele.

"A noite é longa e a tia Anita tá entretendo todo mundo."

Mãe tava lá de pernas abertas sendo comida por um dos caras. Quando percebeu que ele tava ali, sentiu um pouco de vergonha.

"Nãooo. não me olha. Ahhhh." PLAF PLAF PLAF. O ritmo das estocadas tava aumentando.

"ohh, vou gozar. Não aguento mais. ahhhhh." Gemeu gozando dentro dela. Esvaziando as bolas na buceta da minha mãe.

O sêmen jorrava da buceta dela, escorrendo e manchando o vestido que tava debaixo. Mãe tava de pernas abertas na frente de todo mundo. Tapou a buceta com as mãos.

"Mas Ana, a gente já te viu. tudo!"
Leo estava abrindo a calça dele, deixando ver se a lenda era verdade ou não.

"Ai, meu Deus." Disse a mamãe. A mesma coisa que disse ao ver o cavalo montando a gostosa. Ela seria a mulher dele, a gostosa dele.

Era grande e ainda estava mole. Ela se aproximou da mamãe, e ela, ainda sem sair do espanto, pegou no pau dele. Ficou balançando devagar, admirando. Era a maior rola que ela já tinha visto na vida. Ele apertava os peitos dela enquanto a mamãe o masturbava, ela não sabia como ia conseguir enfiar aquele pedaço dentro dela. Sentada em cima do vestido, levou aquele monstro na boca. Passava a língua na cabeça e depois chupava a rola toda. Fechava os olhos pra saborear.

"Ai sim, tia. Sim." Depois de tantos boquetes, ela já sabia bem como deixar um homem louco.

"Para de me chamar assim." Dizia ela, tirando o pedaço da boca pra chupar de novo. Ao mesmo tempo, massageava os ovos dele. Os outros sentiam uma certa inveja do pedaço que o Leo carregava e da devoção com que ela chupava. Lambeu, chupou, beijou, adorou aquela rola.

Já tava bem dura. Pronta pra ser enterrada na buceta da minha mãe. Ela pegou a calcinha e se limpou como pôde da porra que saía da buceta dela. Ele sentou no chão e fez a mamãe descer devagar, afundando a buceta no pau dele. No começo, só deixava entrar a pontinha, até que foi descendo mais e mais.
jovensohhh sim, ohhhh." Ela gemia como louca, com um pouco de dor. Ahhhh. Que grande que é! ohhh. Ele esfregava o clitóris dela, fazendo ela explodir de prazer.

"ohhh ohhh ahhhhh." Mamãe gemia, tendo espasmos, mexendo as pernas, estava tendo um orgasmo. Arqueava o corpo, com uma grande expressão de prazer no rosto. Não pararia por ali, queria mais daquela pica. Parou só um pouco e de novo montou naquela pica, dessa vez de costas pra ele e de frente pra aqueles pervertidos. Descia devagar até que já estava quase toda dentro da minha mãe. Os peitinhos da minha mãe balançavam no ritmo da foda. Todos se punhetavam como babuínos.

"Ohhh sim, me dá essa pica, filho. AHhhh"

"Ahhhhhh, ela gemia." Quase possuída. Leo colocou ela em cima do vestido, na posição de conchinha, e metia a pica à vontade até não aguentar mais. Tirou e gozou nela, lambuzando os peitos e a barriga.

"Ahhhh sim, Ana. Você é incrível."

"Quero mais." Dizia ela jogada no chão. Abrindo bem as pernas, convidando outro cara. Imediatamente outro assumiu o pedido, levantou uma perna dela segurando pela panturrilha enquanto metia sem piedade. Não era tão grande, mas chegava até o fundo e metia com mais vigor.

"ohh sim. me dá mais. Quantos males eu tenho pra mim.
maduraAhh sim tia" Ele dizia, mal a conhecia, mas já sentia um tesão do caralho.

Ela entrava na brincadeira. "Isso, gatinho, come a sua tia. Ahh mais. Assim, uhhh."

"Não aguento mais!"

"Goza pra mim, gatinho." Ela dizia, mais puta do que nunca, esticando a língua pra receber a porra toda. Enquanto isso, ele tirava o pau e apontava pro rosto dela, soltando jatos de leite. Quando encostou a cabeça na boca dela, ela não recusou chupar — pra ele, era o paraíso.

Recuperou o fôlego enquanto mais paus apontavam pra ela. Pegaram ela de leve pelos braços pra levantar e colocaram de quatro, segurando na mesa. Ali iam se revezar pra curtir com a minha mãe.

-Ahhh, valeu a pena esperar. ahhh sim, Ana.
campoPLAF PLAF PLAF. Ninguém diminuía o ritmo, todos queriam comer ela com força.
Todos queriam aproveitar da buceta dela.

O cara que estava espiando finalmente decidiu aparecer em cena. Todos riram ao vê-lo. Ele estava com o pau duro e tinha se masturbado vendo a cena pornô ao vivo.

Enquanto isso, eles se revezavam na minha mãe, que alternava entre os paus restantes. Ela estava de costas, de quatro, então não conseguia ver nada.

"Olha o que você vai comer", diziam pro cara. Que, sem dúvida, era sortudo. Cederam o lugar pra ele, e ele não se acovardou. Ela não sabia de nada, mas agora era ele quem a penetrava. Do jeito que podia, do jeito dele. Dando o melhor de si.

Minha mãe também gemia ao ser macetada por ele, sem suspeitar de quem era. O pau jovem dele entrava e saía da buceta dela. Dominava e penetrava muito bem a mulher dele. Depois de um tempo, outro o tirou, reivindicando sua vez, e assim continuaram bombando minha mãe. Dando tudo entre todos, seguiram com o mete e sai.

Já estava amanhecendo, passaram horas desde que começaram a jogar cartas.

"Anita, ordenha que nem uma vaca", disse um, sentando ela, apoiando-a contra o encosto de um banco e aproximando o pau dela. Ela o masturbava devagar, suavemente, com as duas mãos, até que ele começou a berrar como um touro, jogando todo o leite pra cima, liberando toda a excitação, manchando a cara e os peitos dela de porra.

Depois, outro se aproximou, e ela fez o mesmo, balançou o pau dele até que ele soltou toda a porra. Estavam enchendo ela de sêmen.
milfPor último, mas não menos importante, o cara se aproximou. Ela quase se surpreendeu ao vê-lo, mas nessa altura já não ligava mais e quase nem reconhecia nada. Ele, no entanto, não queria ser ordenhado; aproximou o pau da boca da minha mãe e fez ela chupar. Na verdade, era ele quem segurava a cabeça da mamãe e a fazia mamar. Os outros já tinham esvaziado os ovos, mas se não fosse assim, com certeza teriam ficado excitados pra caralho vendo o garoto comendo minha mãe pela boca.

Ele não queria gozar na boca nem na cara da mamãe. Tinha ficado com vontade de mais. Então virou ela — mamãe já parecia uma boneca — e apontou pro cu dela. Era o único que tinha ousado reivindicar o ânus da minha mãe. De qualquer forma, era difícil imaginar o Leo fodendo minha mãe pelo cu. O pau do garoto foi entrando aos poucos. Ela voltou a ofegar, reclamando. Não dava pra saber se tava gostando ou não, mas o moleque com certeza tava.

— Ah, sim, cara, me dá esse pau no cu — disse ela, virando uma gostosa de novo.

Ele não aguentou mais e soltou tudo no cu da minha mãe, que escorria de porra.

Já tinha amanhecido, a festa tinha acabado. Todos tinham gozado. Minha mãe teve vários orgasmos. Colocaram o vestido nela, que estava manchado de porra e de terra. Quem a trouxe levou ela de volta pra casa; ela se segurava, com a mão direita descendo até a boceta. Tava uma puta viciada.

Já em casa, ele percebeu que seria difícil disfarçar o que tinha acontecido; uma das irmãs dele teve que ajudar.

— Comeram a tia! Que barbaridade — disse ela, incrédula, mas era de confiança.

Meteram ela pra dentro de casa, mamãe tava um bagaço. A garota cuidaria de tudo. Então os caras foram descansar, super satisfeitos. Ela, por sua vez, tirou o vestido da mamãe, que já tava quase dormindo.

— Que corpo você tem, tia...

Não pensou duas vezes; o peito tinha vestígios de porra, parecia que todos eram uns tarados naquele sítio. Lambeu a teta dela, percorrendo com A língua dela no mamilo, provando a porra que talvez fosse do irmão dela. Ela também ia se divertir um pouco com a minha mãe.

"Gostou de como os caras te comeram, putinha? Hein?" A mina tava bem excitada.

"Que buceta gostosa você tem. Vamos ver qual é o gosto da buceta de uma mulher fina." Ela falava enquanto olhava os lábios dela, que tinham restos de porra.

Ela aproximou a língua e provou a buceta da mamãe. Todos tinham penetrado ela, mas só o irmão dela tinha gozado ali, eram os restos de porra dele que estavam lá. Uma mulher sabe como agradar outra muito mais que um homem, então em questão de segundos fez ela ter outro orgasmo.

"Uff, tia, já teve o suficiente por hoje, né? Já provou todas as picas. Só falta você chupar o cavalo, hahaha."

Ela falava enquanto levava a minha mãe pro banheiro pra lavar ela. Lavou ela completamente, limpando todos os restos de sêmen. Deixando ela limpinha, levou ela de volta pra cama.

"Não dorme, que não quero que o tio te encontre assim. A gente tem que vestir você com alguma coisa." Ela revirou as coisas da mamãe e colocou um sutiã e uma calcinha nela. Antes, admirou o corpo nu dela pela última vez. Vestiu ela com uma camisola que encontrou e deixou ela dormir tranquilamente. Exausta pela trepada que tinham dado nela. Levou o vestido pra eliminar as evidências.

Minha mãe dormiu até tarde, porque só respondeu uma mensagem que eu tinha mandado depois do meio-dia. A gente conversou um pouco e ela disse que depois a gente continuava falando, porque era hora da sesta e ela queria descansar, já que mais tarde ia passear no morro com o Léo e os caras.
mae


 
_______________________________________________________________________________________Espero que vocês tenham gostado. Comentem aí, que sempre motiva ler os comentários, e digam se querem mais algum capítulo dessa viagem pro campo.

Abraços!

5 comentários - (Relato) Minha mãe e a viagem pro sítio na Páscoa

Que buenisimo tu relato. Me encanto tanto qke me la puso super dura. Como quisiera poder coger con una mama como tu. Saludos mama rica
Jaja con una mamá cómo la tuya habrás querido decir. Gracias por comentar.