Matías, meu amante 5

Matías, meu amante 5

Fomos pro quarto, não tinha ninguém no corredor, me adiantei um pouco e levantei meu vestido, dando um close da minha bunda empinada. Me pareceu perceber que o J… apertou o volume dele umas duas vezes. Entramos no quarto e falei pro Mati:

— Senta no sofá… seu entregador… — me aproximei do J… e beijei ele direto, enquanto ele me abraçava e agora me apalpava muito mais descaradamente, me dava apertões fortes na bunda que eu amava. O Mati levantou e me rodeou por trás, senti a dureza dele no meio das minhas nádegas. Virei a cabeça e agora beijei ele. O J… tinha tirado meus peitos pra fora do vestido e se deliciava chupando eles. Tava uma mistura de sensações incríveis, eu tava em êxtase, de verdade. O Mati tinha razão, eu precisava explorar um mundo onde me sentia à vontade e sem muitas limitações, quase tudo me encantava. Os dois se pelaram, eu me ajoelhei ainda com os peitos pra fora do vestido e levantado também por trás. O J… massageava meus peitos e o Mati amassava minha bunda. O pau do J… era de um comprimento normal, a grossura geral normal, mas uma cabeça realmente impressionante, muito grossa. Já tinha tido uns quantos namorados, mas nenhum tinha algo assim. Já conheci paus mais longos, curtos, finos, mas nunca vi um com uma cabeça daquelas. Me dediquei a chupar ele com gosto, tava muito excitada. De vez em quando também chupava um pouco o do Mati. Nessa hora, meu celular tocou. O Mati foi buscar, era meu marido. Ele me deu, e a gente falou pro J… que nem um sussurro queria ouvir.

— Oi, amor… Como cê tá? — falei, e de novo, cada vez que terminava de falar, afastava o telefone, que tava no viva-voz, e chupava um dos dois, geralmente o do J…

— Bem e você… o que conta de bom…?

— Bem, um dia intenso… espero poder relaxar um pouco e descansar…

De onde tava ajoelhada, via a barriga do J… ele era meio gordinho, mas aquele pau era imponente.

— Olha… e aí, o tal gerente regional…

— É Um careca... quarentão... bem barrigudo... - e aí chupei ele com ainda mais gosto.
- Olha que nessa idade eles ficam meio punheteiros e tarados...
- Já te falei mil vezes que os caras podem querer o que for... mas eu sou sua esposa... não estou em promoção... - a cara do J... era um poema de novo, parei de chupar ele e passei pro Mati, sentia que não ia aguentar muito se continuasse chupando ele.
- Você tem razão, amor... desculpa... já jantou...?
- Vou jantar agora... trouxeram a comida pro quarto... não quero que esfrie... - falei e dei mais uma chupada no J... - depois da reunião... vim de Uber pro hotel... o chefe ficou com o carro da empresa...
- E o que você vai jantar...?
- Acho que são uns pedaços de carne com creme...
- Tô com saudade... não vou encher mais o saco... pra não esfriar aí... beijos...
J... me pegou pela nuca e me levantou,
- Que puta gostosa você é... e como você mama bem... pensar que minha esposa parece ter nojo...
- É problema dela... coloca uma camisinha e deita...
Montei nele devagar. Fui me ajeitando aos poucos, sentia ele me preenchendo por todos os lados, era uma sensação incrível, J... tava muito excitado, acho que toda a situação tinha sido demais pra ele,
- Tô muito perto de gozar...
- Tô vendo... goza tranquilo... - e beijei ele na boca, mordendo os lábios de leve, ele gozou com um gemido e se desculpando. Eu continuei beijando ele, demorou um pouco pra perder a rigidez, mesmo assim era bem grosso e não saiu na hora, ele quis ir tomar banho, tava meio envergonhado, nunca entendia os homens e o orgulho deles. Olhei pro Mati,
- Parece que você ficou sem festa, queria provar a dupla... hein, tarado...
- É... queria te comer por trás... enquanto o J... te enchia pela frente... deve ser delicioso...
- Não vai faltar oportunidade...
Terminei de me despir, ainda estava de vestido, nus na cama, nos beijamos e acariciamos, esperando o que ia rolar com o J...
- Ontem falei com meu marido, fiquei pensando que a empresa pode contratar ele, preciso de um assistente, isso vai dar a chance dele viajar comigo. e ter mais confiança de que não o estou enganando, vou ter que dar um jeito de trair ele com os regionais no horário de trabalho… e quando viajar com você… ele fica mais tranquilo em Buenos Aires…
—Minha ideia continua a mesma… o lado profissional é importante… mas não se mistura com meus vícios… se você realmente me provar que seu marido é útil e necessário pro projeto que te passei… beleza… senão, uma pena… porque adoraria que você o traísse no local… além disso, percebo que você gostou muito da ideia de incluir novos amantes… hein, slut…?
—Você me viciou…
—Sempre foi viciada…
Nos beijamos e eu montei nele, sentindo a dureza dele. J. saiu do banheiro com a toalha enrolada na barriga. Fiz sinal pra ele se aproximar, quando o tive parado ao lado, chupei a boca dele e agarrei o pau dele, que estava mole.
—Amanhã a gente conversa sobre o projeto, nos vemos de manhã na empresa… hein, senhor J…?
Agora ele me beijou mais intensamente e apertou minha bunda, mexendo ela em cima do Mati. Ele se trocou e foi embora. Eu saí de cima do Mati e fiquei de quatro na cama.
—Vai me fazer a Booty de despedida… hein…??
—Vou deixar ela bem cheia… putona linda…
Ficamos transando, nos beijando, ele puxava meu cabelo, me dava tapas com a outra mão, me chamava de slut, viciada, esposa de um corno. Eu dizia que ele nunca teve coragem de ficar com uma mulher como eu, que casou com uma triste slut. Caímos de lado na cama e continuamos assim, uma das mãos dele debaixo do meu corpo apertando meus peitos e a outra no meu pescoço. Quando senti ele gozar, eu também gozei.
Tomamos banho juntos, nos beijando e nos acariciando.
—O que você vai fazer amanhã…? —perguntou.
—Tenho reunião com o J… pra acertar os detalhes do curso…
—E depois…
—Isso não é problema seu… entregador…
Depois ele se trocou e foi embora.

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