Só a minha mãe (parte 3)

Olá, pessoal! Graças ao grande apoio que os últimos dois contos receberam, voltei pra continuar contando mais. Vou dar um resumo rápido: como já contei nos contos anteriores, tudo começou quando encontrei no banheiro uma calcinha usada da minha mãe. Naquele dia, fiquei tão excitado que não consegui evitar me masturbar com ela. Depois disso, fiquei meio viciado e comecei a me masturbar com as roupas íntimas da minha mãe, até que um dia ela me descobriu. Ela tinha encontrado umas vezes as calcinhas dela manchadas de sêmen, então conversou comigo. Confessei a verdade e, no fim, ela se ofereceu pra me emprestar as peças íntimas dela pra eu fazer isso. Como contei, fiz isso por um tempo, mas ficou monótono, já não sentia a mesma coisa. Então, um dia, criei coragem e comecei a conversar com ela. Expliquei que já não me excitava tanto, que precisava de mais, e pedi se ela podia me emprestar as calcinhas quando eu pedisse — e não só isso: me atrevi a perguntar se ela queria ver como eu fazia. E foi aí que parei no conto anterior, que agora vou continuar.

Então, perguntei: "Você não tem curiosidade de ver como eu faço? Não sente esse impulso?" Ela não falava nada, e eu repeti: "Fala, só fala. Não te dá curiosidade?" Aí ela respondeu: "Olha, curiosidade até que dá, mas não é certo. Você é meu filho e eu sou sua mãe." Falei: "É, eu sei disso, mas qual é o mal?" Ela disse: "Como é que eu vou ficar olhando você se masturbar? Não é certo." Falei: "Bom, também não é certo eu estar usando suas calcinhas pra fazer isso, e você aceitou." Ela respondeu: "Não é a mesma coisa." Falei: "Claro que é. Você sabe perfeitamente quando pego suas roupas, sabe perfeitamente o que faço com elas, sabe perfeitamente quando faço, e depois encontra elas cheias de porra. Então, qual é a diferença de você ver?"

Ela ficou calada. Eu estava super excitado, sabia que se continuasse, conseguiria meu objetivo. Então, perguntei de novo: "Mãe, fala. Você tem curiosidade, sim ou não?" Ela me olhou e disse: "Sim, tenho, mas não sei..." Nessa hora, sorri pra ela e falei: "Você só vai ver como um prazer. Só uma vez. Se você não gostar, não faço mais, juro. Ela disse: "Tá bom, só uma vez." A gente tava na sala e, depois que ela falou isso, comecei a tirar a roupa. Aí ela, toda nervosa, falou: "O que cê tá fazendo?" Falei: "Ué, o que a gente combinou." Ela disse: "Mas agoraaaa?" Falei: "Sim, claro." Ela falou: "Não pensei que fosse agora." Falei: "Pra que esperar mais? Tô muito tarado já." Ela ficou quieta, e eu continuei tirando a roupa até ficar só de cueca. Ela me olhava em silêncio, e eu olhava pra ela, até que perguntei: "Cê tá pronta?" Ela assentiu sem falar nada.

Aí comecei a tirar a cueca, deixando meu pau à mostra, já bem duro de tesão daquele momento. Ela, em silêncio, me olhava, até que eu quebrei o silêncio: "Bom, mami, agora é sua vez." Ela me olhou e falou: "O quê?" Falei: "Como assim 'o quê'? O que cê quer? Faz logo." Ela disse: "Não esqueceu nada?" Falei: "Não sei, o quê?" Ela: "Sua calcinha, ainda não me deu." Ela falou: "Quê? Agora cê quer que eu tire agora?" Falei: "Sim, claro." Ela: "Mas aí vou ficar pelada." Falei: "Não tem problema, eu também tô." Ela disse: "Tá bom, vou pegar outra pra me vestir e te trago essa." Falei: "Não, tem que ser assim, ver você tirando."

Ela me olhou e disse: "Isso é uma loucura." Aí começou a abaixar a calça até tirar tudo. Eu observava cada movimento, quando de repente ela teve um momento de arrependimento e falou: "Melhor a gente parar, valeu?" Aí eu rapidamente falei: "Não, por favor, cê não pode me deixar assim, olha como eu tô." Peguei meu pau na frente dela e continuei: "Já chegamos até aqui, cê não pode me deixar na mão, por favor." Ela engoliu seco e falou: "Só essa vez, e nunca mais." E eu falei: "Sim, só essa vez."

Nesse momento, finalmente ela pegou uma ponta da calcinha dela e, devagarzinho, começou a deslizar pra baixo, deixando a buceta dela à mostra na minha frente, enquanto eu já não aguentava mais e me masturbava vendo a cena, até que a calcinha dela chegou nos tornozelos. Ela tirou os pés e, tremendo, me entregou. Peguei com a mão livre e falei: "Senta aqui. curte ver como eu faço, e foi assim que naquele momento eu já sabia que conseguia me concentrar pra fazer o que queria. então eu olhei pras calcinhas, percebendo na hora que estavam mais molhadas que o normal — eram as mais encharcadas que eu já tinha usado até agora. e aí eu entendi: minha mãe tinha ficado excitada, fazendo as calcinhas dela ficarem molhadas. os fluidos ainda viscosos dela davam pra ver claramente naquela peça, que eu não demorei a levar ao nariz e inalar o cheiro. não sei se era a excitação do momento ou o que, mas aquele cheiro íntimo me pareceu diferente de outras vezes. cheirava a mulher, cheirava a sexo, cheirava a tesão. era um cheiro novo e peculiar, diferente dos outros. olhei pra minha mãe naquele instante, que parecia ter relaxado e me observava em silêncio. eu, por minha vez, continuei inalando o cheiro da roupa íntima dela enquanto me masturbava, fazendo daquele momento um prazer completo, porque o tesão percorria meu corpo de um jeito diferente de outras vezes. eu tava tão excitado com aquele cheiro, com aquela situação, com tudo, que peguei as calcinhas e procurei o ponto mais molhado. olhei pra minha mãe, que continuava me observando em silêncio, e fiz algo que até então nunca tinha feito: peguei aquela peça, olhei a parte mais molhada e, de repente, comecei a passar minha língua nela. rapidamente senti o gosto daquele fluxo vaginal entrando na minha boca — era um gosto suave, meio salgadinho, um gosto único: o gosto da buceta da minha mãe, que tinha ficado excitada e deixado as calcinhas dela bem molhadas, prontinhas pra mim. e eu não podia decepcioná-la, então continuei lambendo aquela peça até deixar ela completamente limpa, curtindo o cheiro e o gosto enquanto me masturbava. já naquele ponto, depois de limpar as calcinhas dela com minha língua, eu falei: "você gosta do que eu faço?" ela não disse nada e baixou a cabeça. aí eu falei: "não se envergonha, mamãe. me fala: você gosta?" ela me olhou de novo e assentiu. eu falei: "então quer que eu continue?" ela assentiu de novo. e eu falei: "mas quero que você fale comigo, por favor. Então ela me disse: "Continua". Eu tava muito excitado, então falei: "Quer ver como eu me masturbo com sua calcinha?" Ela disse que sim. E eu completei: "E quer ver como eu deixo ela toda melada de porra?" Ela disse que sim de novo. Então, sem perder tempo, peguei a calcinha e levei até meu pau, colocando de um jeito que a parte da buceta roçasse nele. E comecei a me masturbar enquanto minha mãe continuava olhando em silêncio, vendo eu me punhetar na frente dela com a roupa íntima dela, ainda usada.

Continuei por vários minutos me masturbando e gemendo, porque a situação me deixou com um tesão que nem eu conhecia. Nem na primeira vez que bati uma com a calcinha dela eu tinha ficado tão excitado quanto naquele momento. Continuei sem hesitar no que tava fazendo. Ainda tinha aquele cheiro entranhado no meu nariz e aquele gosto tão especial na minha boca. Era quase como se eu tivesse comido a buceta da minha mãe, porque esqueci de dizer que aquele fluxo ainda tava morno.

De repente, senti que não ia aguentar muito mais. A excitação, o tesão, tudo tinha se juntado, e eu já não aguentava mais. Meu corpo avisava que eu ia gozar. Então olhei pra minha mãe, que tava vidrada no meu pau enquanto eu brincava com a calcinha dela, e falei: "Já tô quase." Ela me olhou e disse: "Já vai?" Respondi: "Sim." Ela: "Diz que vai gozar." Falei: "Sim, e quero que você veja bem."

Me levantei rápido e fiquei de pé. Ela não se mexeu. Eu me aproximei um pouco mais, deixando meu pau duro a poucos centímetros do rosto dela. Peguei a calcinha e falei: "Pronta pra ver como eu vou sujar ela?" E ela respondeu: "Sim, faz isso." Aquilo me deixou ainda mais excitado. Ela tinha acabado de me pedir pra fazer. Então falei: "Me pede de verdade. Me pede direito." Enquanto me masturbava a poucos centímetros da cara dela.

Aí, de repente, ela disse: "Faz logo. Solta tudo. Deixa minha calcinha toda melada." Perguntei: "Com o quê?" Ela: "Com seu esperma. Vaaaai, faz logo. Goza na minha calcinha. Enche ela de porra."

Não aguentei mais. Um arrepio percorreu meu corpo todo, e poucos segundos depois... Uma sensação de prazer fez meu pau começar a pulsar até que, uuuufffff, um primeiro jato de porra saiu disparado e eu comecei a gemer enquanto vários outros jatos se sucediam um após o outro, parecendo que nunca ia acabar, até que, aos poucos, aqueles jatos diminuíram, minhas pernas tremeram. Olhei para a calcinha, que estava completamente encharcada do meu gozo. Mostrei pra minha mãe enquanto enxugava as últimas gotas nela. Falei: "Olha o que você conseguiu, olha como deixei sua calcinha pra você ver como eu curto." Ela estendeu a mão e pegou. Eu olhei pra ela, já que não esperava que fosse pegar. Ela começou a observar com cuidado, vendo todo o sêmen nelas, e então fez algo que me deixou impressionado e sem palavras: de repente, passou um dos dedos pelo sêmen, deixando uma boa quantidade grudada no dedo, que, pra minha surpresa, levou até a boca, esticou a língua e lambeu. Eu não podia acreditar. Não só tinha acabado de gozar na calcinha usada da minha mãe na frente dela, como ela também tinha pegado aquela peça, recolhido um pouco do meu sêmen e levado até a boca — operação que repetiu mais duas vezes, num total de três vezes que minha mãe pegou meu sêmen com o dedo, levou à boca e engoliu. Finalmente, ela se levantou sem dizer nada. Eu também não sabia o que dizer depois do que tinha visto, porque não esperava que ela fosse provar meu sêmen. Então ela se levantou, não disse uma palavra. Eu imaginei que fosse levar a calcinha pro cesto de roupa suja, mas não: em vez disso, ela foi pro quarto dela sem falar nada comigo, fechou a porta, e eu fiquei ali, estupefato. Naquele momento, olhei pra onde ela estava sentada e minha surpresa foi ainda maior quando pude ver que, onde ela tinha sentado, havia uma mancha bem notável, o que me indicava que ela tinha ficado tão excitada que a buceta dela encharcou, deixando uma grande mancha de fluidos naquele sofá. Eu, curioso, me Cheguei até a porta do quarto dela, já imaginando pra que ela tinha ido até lá, e não demorou pra eu ouvir a respiração ofegante dela e o rangido da cama. Enfiei o ouvido o máximo que pude e fiquei em silêncio, escutando cada suspiro, até que finalmente ouvi o que queria: pude escutar ela gemer. Ela tinha ficado tão excitada que, quando eu gozei, não resistiu e provou meu leite, o que a deixou ainda mais tesuda, terminando por ir pro quarto dela com a calcinha manchada do meu sêmen. E acho que é óbvio o que ela foi fazer lá: foi se masturbar. Ela tava se tocando com a calcinha e meu leite, enquanto eu, atrás da porta, ouvia ela gemer e meu pau ficava duro de novo, pronto pra o que viesse a seguir. Continua...

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