Olá, pessoal! Graças ao grande apoio que os últimos dois contos receberam, voltei pra continuar contando mais. Vou dar um resumo rápido: como já contei nos contos anteriores, tudo começou quando encontrei no banheiro uma calcinha usada da minha mãe. Naquele dia, fiquei tão excitado que não consegui evitar me masturbar com ela. Depois disso, meio que viciei e comecei a me masturbar com as roupas íntimas da minha mãe, até que um dia ela me descobriu. Ela tinha encontrado umas vezes as calcinhas dela manchadas de sêmen, então conversou comigo. Confessei a verdade e, no fim, ela se ofereceu pra me emprestar as peças íntimas dela pra eu fazer isso. Como contei, fiquei fazendo isso por um tempo, mas ficou monótono, já não sentia a mesma coisa. Então, um dia, criei coragem e comecei a conversar com ela. Expliquei que já não me excitava tanto, que precisava de mais, e pedi se ela podia me emprestar as calcinhas dela quando eu pedisse. E não só isso: me atrevi a perguntar se ela queria ver como eu fazia. E foi aí que parei no conto anterior, que agora vou continuar.
Então, perguntei: "Você não tem curiosidade de ver como eu faço? Não sente esse impulso?" Ela ficou calada, e eu repeti: "Fala, só me fala. Você não tem curiosidade?" Aí ela respondeu: "Olha, curiosidade até que tenho, mas não é certo. Você é meu filho e eu sou sua mãe." Eu disse: "Pô, eu sei disso, mas qual é o mal?" Ela falou: "Como é que eu vou ficar olhando você se masturbar? Não é certo." Eu rebati: "Bom, também não é certo eu estar usando suas calcinhas pra fazer isso, e você aceitou." Ela disse: "Não é a mesma coisa." Eu insisti: "Claro que é! Você sabe perfeitamente quando pego suas roupas, sabe perfeitamente o que faço com elas, sabe perfeitamente quando faço, e depois encontra elas cheias de sêmen. Então, qual é a diferença de você ver?"
Ela ficou em silêncio. Eu estava super excitado, sabia que se continuasse, conseguiria meu objetivo. Então, perguntei de novo: "Mãe, me fala. Você tem curiosidade, sim ou não?" Ela me olhou e disse: "Sim, tenho, mas não sei..." Naquele momento, sorri pra ela e falei: "Você só precisa ver como uma diversão. Só uma vez. Se você não gostar, não faço mais, vale? Ela disse: "Tá bom, só uma vez." A gente tava na sala e, depois que ela falou isso, comecei a tirar a roupa. Aí ela, toda nervosa, perguntou: "O que você tá fazendo?" Falei: "Ué, o que a gente combinou." Ela disse: "Mas agoraaaa?" Falei: "Sim, claro." Ela respondeu: "Não pensei que fosse agora." Falei: "Pra que esperar mais? Tô muito excitado já." Ela ficou calada, e eu continuei tirando a roupa até ficar só de cueca. Ela me olhava em silêncio, e eu olhava pra ela, até que perguntei: "Tá pronta?" Ela assentiu sem falar.
Aí comecei a tirar a cueca, deixando meu pau à mostra, já bem duro de tesão daquele momento. Ela, em silêncio, me olhava, até que eu quebrei o silêncio falando: "Bom, mami, agora é sua vez." Ela me olhou e disse: "O quê?" Falei: "Como assim, 'o quê'? O que você quer? Faz logo." Ela disse: "Não tá esquecendo nada?" Falei: "Não sei, o quê?" Ela respondeu: "Sua calcinha, você ainda não me deu." Ela falou: "Quêeee? Agora você quer que eu tire agora?" Falei: "Sim, claro." Ela disse: "Mas aí vou ficar pelada." Falei: "Sem problema, eu também tô." Ela respondeu: "Tá bom, vou pegar uma pra me vestir e te trago essa." Falei: "Nãoooo, tem que ser assim, ver você tirando."
Ela me olhou e disse: "Isso é uma loucura." Aí começou a abaixar a calça até tirar tudo. Eu observava cada movimento, quando de repente ela teve um momento de arrependimento e falou: "Melhor a gente parar, tá?" Aí eu rapidamente falei: "Não, por favor, não pode me deixar assim, olha como eu tô." Peguei meu pau na frente dela e continuei: "Já chegamos até aqui, não pode me deixar na mão, por favor." Ela engoliu seco e disse: "Só dessa vez, e nunca mais." E eu falei: "Sim, só dessa vez."
Naquele momento, finalmente ela pegou uma ponta da calcinha e, devagar, foi deslizando pra baixo, deixando a buceta à mostra na minha frente, enquanto eu já não aguentava mais e me masturbava vendo a cena, até que a calcinha chegou no tornozelo. Ela tirou os pés e, tremendo, me entregou. Peguei com a mão livre e falei: "Senta aqui. curte ver como eu faço, e foi assim que ela fez naquele momento. eu já sabia que conseguia me concentrar pra fazer o que queria, então fiquei de olho na calcinha, percebendo na hora que tava mais molhada que o normal — era a mais encharcada que eu já tinha usado até agora. e aí eu entendi: minha mãe tinha ficado excitada, fazendo a calcinha dela ficar toda molhada. os fluidos ainda viscosos dava pra ver claramente naquela peça, que eu não demorei a levar pro meu nariz e sentir o cheiro. não sei se era a excitação do momento ou o que, mas aquele cheiro íntimo me pareceu diferente das outras vezes. cheirava a mulher, cheirava a sexo, cheirava a tesão. era um cheiro novo e peculiar, diferente dos outros. olhei pra minha mãe naquele instante, ela parecia ter relaxado e me observava em silêncio. eu, por minha vez, continuei sentindo o cheiro da roupa íntima dela enquanto me masturbava, fazendo daquele momento um prazer completo, porque o tesão percorria meu corpo de um jeito diferente das outras vezes. tava tão excitado com aquele cheiro, com aquela situação, com tudo, que peguei a calcinha e procurei o ponto mais molhado. olhei pra minha mãe, que continuava me observando em silêncio, e fiz algo que nunca tinha feito antes: segurei aquela peça, olhei a parte mais molhada e, de repente, comecei a passar minha língua nela. rapidinho senti o gosto daquele fluxo vaginal entrando na minha boca — era um gosto suave, salgadinho, um gosto único: o gosto da buceta da minha mãe, que tinha ficado excitada e deixado a calcinha dela bem molhada, pronta pra mim. e eu não podia decepcioná-la, então continuei lambendo aquela peça até deixar ela completamente limpa, aproveitando o cheiro e o gosto enquanto me masturbava. nesse ponto, depois de limpar a calcinha dela com minha língua, perguntei: "você gosta do que eu faço?" ela não disse nada e baixou a cabeça. aí eu falei: "não se envergonha, mamãe. me diz: você gosta?" ela olhou pra mim de novo e assentiu. eu perguntei: "então quer que eu continue?" ela assentiu de novo. e eu falei: "mas quero que você fale comigo, por favor. Então ela me disse "continua", eu tava muito excitado, aí falei "quer ver como eu me masturbo com sua calcinha?" Ela disse "sim", e eu falei "e quer ver como eu deixo ela toda melada de porra?" Ela falou "sim" de novo. Então, sem perder tempo, peguei a calcinha e levei até meu pau, colocando de um jeito que a parte da buceta roçasse nele, e comecei a me masturbar enquanto minha mãe continuava olhando em silêncio como eu me punhetava na frente dela com a roupa íntima dela, ainda usada. Continuei por vários minutos me masturbando e gemendo, porque a situação tinha me deixado excitado num nível que nem eu conhecia — nem na primeira vez que bati punheta com a calcinha dela eu tinha me sentido tão tesudo quanto naquele momento. Continuei sem pudor com o que tava fazendo, ainda tinha aquele cheiro entranhado no meu nariz e aquele gosto tão especial na minha boca, era quase como se eu tivesse comido a buceta da minha mãe, porque esqueci de falar que aquele fluido ainda tava morno. De repente, senti que não ia aguentar muito mais — a excitação, o tesão, tudo tinha se juntado e eu já não aguentava mais, meu corpo avisava que ia gozar. Então olhei pra minha mãe, que tava observando meu pau sem tirar o olho enquanto brincava com a calcinha dela, e falei "já tô quase". Ela me olhou e disse "já vai?" Falei "sim". Ela disse "então fala, vai gozar?" Falei "sim, e quero que você veja bem". Me levantei rápido e fiquei de pé, ela não se mexeu. Eu me aproximei um pouco mais, deixando meu pau duro a poucos centímetros da cara dela, peguei a calcinha e falei "pronta pra ver como eu vou sujar ela?" E ela disse "sim, faz isso". Aquilo me deixou mais excitado, ela tinha acabado de me pedir pra fazer, e eu falei "me pede de verdade, pede direito", enquanto me masturbava a poucos centímetros da cara dela. Então, de repente, ela disse "faz logo, solta tudo, deixa minha calcinha toda melada". Falei "com o quê?" Ela disse "com seu esperma, vai logo, goza na minha calcinha, enche ela de porra". Não aguentei mais, um arrepio percorreu meu corpo todo e poucos segundos depois... Uma sensação de prazer fez meu pau começar a pulsar até que, uuuufffff, um primeiro jato de porra saiu disparado e eu comecei a gemer enquanto vários outros jatos se sucediam um atrás do outro, parecendo que nunca ia acabar, até que, aos poucos, aqueles jatos diminuíram. Minhas pernas tremeram. Olhei para a calcinha, que estava completamente encharcada da minha porra. Mostrei pra minha mãe enquanto enxugava as últimas gotas nela. Falei: "Olha o que você conseguiu. Olha como deixei sua calcinha, pra você ver como eu curto." Ela estendeu a mão e pegou. Eu olhei pra ela, já que não esperava que fosse pegar. Ela começou a examinar a calcinha com cuidado, vendo toda a porra nela, e então fez algo que me deixou chocado e sem palavras: de repente, passou um dos dedos pela porra, deixando uma boa quantidade grudada no dedo, que, pra minha surpresa, levou até a boca, colocou a língua pra fora e lambeu. Eu não podia acreditar. Não só tinha acabado de gozar na calcinha usada da minha mãe na frente dela, como ela também tinha pegado aquela calcinha, recolhido um pouco da minha porra e levado até a boca — operação que repetiu mais duas vezes, num total de três vezes que minha mãe pegou minha porra com o dedo, levou até a boca e engoliu. Finalmente, ela se levantou sem dizer nada. Eu também não sabia o que dizer depois do que tinha visto, porque não esperava que ela fosse provar minha porra. Então ela se levantou, não disse uma palavra. Eu imaginei que fosse levar a calcinha pro cesto de roupa suja, mas não. Em vez disso, ela foi pro quarto dela sem falar nada comigo, fechou a porta, e eu fiquei ali, estupefato. Naquele momento, olhei pra onde ela estava sentada e minha surpresa foi ainda maior quando pude ver que, onde ela tinha sentado, havia uma mancha bem visível, o que me indicava que ela tinha ficado tão excitada que a buceta dela ficou toda molhada, deixando uma grande mancha de fluidos naquele sofá. Eu, curioso, me... Cheguei até a porta do quarto dela, já imaginando pra que ela tinha ido até lá, e não demorou pra eu ouvir a respiração ofegante dela e o barulho da cama. Enfiei o ouvido o máximo que pude e fiquei em silêncio, escutando cada suspiro, até que finalmente ouvi o que eu queria: pude ouvi-la gemer. Ela tinha ficado tão excitada que, quando eu gozei, ela não resistiu e provou meu esperma, o que a deixou ainda mais tesuda, terminando por ir pro quarto dela com a calcinha manchada de porra. E acho que é óbvio o que ela foi fazer lá: foi se masturbar. Ela tava se tocando com a calcinha e meu sêmen, enquanto eu, atrás da porta, ouvia ela gemer e meu pau ficava duro de novo, pronto pra o que viesse a seguir. Continua...
Então, perguntei: "Você não tem curiosidade de ver como eu faço? Não sente esse impulso?" Ela ficou calada, e eu repeti: "Fala, só me fala. Você não tem curiosidade?" Aí ela respondeu: "Olha, curiosidade até que tenho, mas não é certo. Você é meu filho e eu sou sua mãe." Eu disse: "Pô, eu sei disso, mas qual é o mal?" Ela falou: "Como é que eu vou ficar olhando você se masturbar? Não é certo." Eu rebati: "Bom, também não é certo eu estar usando suas calcinhas pra fazer isso, e você aceitou." Ela disse: "Não é a mesma coisa." Eu insisti: "Claro que é! Você sabe perfeitamente quando pego suas roupas, sabe perfeitamente o que faço com elas, sabe perfeitamente quando faço, e depois encontra elas cheias de sêmen. Então, qual é a diferença de você ver?"
Ela ficou em silêncio. Eu estava super excitado, sabia que se continuasse, conseguiria meu objetivo. Então, perguntei de novo: "Mãe, me fala. Você tem curiosidade, sim ou não?" Ela me olhou e disse: "Sim, tenho, mas não sei..." Naquele momento, sorri pra ela e falei: "Você só precisa ver como uma diversão. Só uma vez. Se você não gostar, não faço mais, vale? Ela disse: "Tá bom, só uma vez." A gente tava na sala e, depois que ela falou isso, comecei a tirar a roupa. Aí ela, toda nervosa, perguntou: "O que você tá fazendo?" Falei: "Ué, o que a gente combinou." Ela disse: "Mas agoraaaa?" Falei: "Sim, claro." Ela respondeu: "Não pensei que fosse agora." Falei: "Pra que esperar mais? Tô muito excitado já." Ela ficou calada, e eu continuei tirando a roupa até ficar só de cueca. Ela me olhava em silêncio, e eu olhava pra ela, até que perguntei: "Tá pronta?" Ela assentiu sem falar.
Aí comecei a tirar a cueca, deixando meu pau à mostra, já bem duro de tesão daquele momento. Ela, em silêncio, me olhava, até que eu quebrei o silêncio falando: "Bom, mami, agora é sua vez." Ela me olhou e disse: "O quê?" Falei: "Como assim, 'o quê'? O que você quer? Faz logo." Ela disse: "Não tá esquecendo nada?" Falei: "Não sei, o quê?" Ela respondeu: "Sua calcinha, você ainda não me deu." Ela falou: "Quêeee? Agora você quer que eu tire agora?" Falei: "Sim, claro." Ela disse: "Mas aí vou ficar pelada." Falei: "Sem problema, eu também tô." Ela respondeu: "Tá bom, vou pegar uma pra me vestir e te trago essa." Falei: "Nãoooo, tem que ser assim, ver você tirando."
Ela me olhou e disse: "Isso é uma loucura." Aí começou a abaixar a calça até tirar tudo. Eu observava cada movimento, quando de repente ela teve um momento de arrependimento e falou: "Melhor a gente parar, tá?" Aí eu rapidamente falei: "Não, por favor, não pode me deixar assim, olha como eu tô." Peguei meu pau na frente dela e continuei: "Já chegamos até aqui, não pode me deixar na mão, por favor." Ela engoliu seco e disse: "Só dessa vez, e nunca mais." E eu falei: "Sim, só dessa vez."
Naquele momento, finalmente ela pegou uma ponta da calcinha e, devagar, foi deslizando pra baixo, deixando a buceta à mostra na minha frente, enquanto eu já não aguentava mais e me masturbava vendo a cena, até que a calcinha chegou no tornozelo. Ela tirou os pés e, tremendo, me entregou. Peguei com a mão livre e falei: "Senta aqui. curte ver como eu faço, e foi assim que ela fez naquele momento. eu já sabia que conseguia me concentrar pra fazer o que queria, então fiquei de olho na calcinha, percebendo na hora que tava mais molhada que o normal — era a mais encharcada que eu já tinha usado até agora. e aí eu entendi: minha mãe tinha ficado excitada, fazendo a calcinha dela ficar toda molhada. os fluidos ainda viscosos dava pra ver claramente naquela peça, que eu não demorei a levar pro meu nariz e sentir o cheiro. não sei se era a excitação do momento ou o que, mas aquele cheiro íntimo me pareceu diferente das outras vezes. cheirava a mulher, cheirava a sexo, cheirava a tesão. era um cheiro novo e peculiar, diferente dos outros. olhei pra minha mãe naquele instante, ela parecia ter relaxado e me observava em silêncio. eu, por minha vez, continuei sentindo o cheiro da roupa íntima dela enquanto me masturbava, fazendo daquele momento um prazer completo, porque o tesão percorria meu corpo de um jeito diferente das outras vezes. tava tão excitado com aquele cheiro, com aquela situação, com tudo, que peguei a calcinha e procurei o ponto mais molhado. olhei pra minha mãe, que continuava me observando em silêncio, e fiz algo que nunca tinha feito antes: segurei aquela peça, olhei a parte mais molhada e, de repente, comecei a passar minha língua nela. rapidinho senti o gosto daquele fluxo vaginal entrando na minha boca — era um gosto suave, salgadinho, um gosto único: o gosto da buceta da minha mãe, que tinha ficado excitada e deixado a calcinha dela bem molhada, pronta pra mim. e eu não podia decepcioná-la, então continuei lambendo aquela peça até deixar ela completamente limpa, aproveitando o cheiro e o gosto enquanto me masturbava. nesse ponto, depois de limpar a calcinha dela com minha língua, perguntei: "você gosta do que eu faço?" ela não disse nada e baixou a cabeça. aí eu falei: "não se envergonha, mamãe. me diz: você gosta?" ela olhou pra mim de novo e assentiu. eu perguntei: "então quer que eu continue?" ela assentiu de novo. e eu falei: "mas quero que você fale comigo, por favor. Então ela me disse "continua", eu tava muito excitado, aí falei "quer ver como eu me masturbo com sua calcinha?" Ela disse "sim", e eu falei "e quer ver como eu deixo ela toda melada de porra?" Ela falou "sim" de novo. Então, sem perder tempo, peguei a calcinha e levei até meu pau, colocando de um jeito que a parte da buceta roçasse nele, e comecei a me masturbar enquanto minha mãe continuava olhando em silêncio como eu me punhetava na frente dela com a roupa íntima dela, ainda usada. Continuei por vários minutos me masturbando e gemendo, porque a situação tinha me deixado excitado num nível que nem eu conhecia — nem na primeira vez que bati punheta com a calcinha dela eu tinha me sentido tão tesudo quanto naquele momento. Continuei sem pudor com o que tava fazendo, ainda tinha aquele cheiro entranhado no meu nariz e aquele gosto tão especial na minha boca, era quase como se eu tivesse comido a buceta da minha mãe, porque esqueci de falar que aquele fluido ainda tava morno. De repente, senti que não ia aguentar muito mais — a excitação, o tesão, tudo tinha se juntado e eu já não aguentava mais, meu corpo avisava que ia gozar. Então olhei pra minha mãe, que tava observando meu pau sem tirar o olho enquanto brincava com a calcinha dela, e falei "já tô quase". Ela me olhou e disse "já vai?" Falei "sim". Ela disse "então fala, vai gozar?" Falei "sim, e quero que você veja bem". Me levantei rápido e fiquei de pé, ela não se mexeu. Eu me aproximei um pouco mais, deixando meu pau duro a poucos centímetros da cara dela, peguei a calcinha e falei "pronta pra ver como eu vou sujar ela?" E ela disse "sim, faz isso". Aquilo me deixou mais excitado, ela tinha acabado de me pedir pra fazer, e eu falei "me pede de verdade, pede direito", enquanto me masturbava a poucos centímetros da cara dela. Então, de repente, ela disse "faz logo, solta tudo, deixa minha calcinha toda melada". Falei "com o quê?" Ela disse "com seu esperma, vai logo, goza na minha calcinha, enche ela de porra". Não aguentei mais, um arrepio percorreu meu corpo todo e poucos segundos depois... Uma sensação de prazer fez meu pau começar a pulsar até que, uuuufffff, um primeiro jato de porra saiu disparado e eu comecei a gemer enquanto vários outros jatos se sucediam um atrás do outro, parecendo que nunca ia acabar, até que, aos poucos, aqueles jatos diminuíram. Minhas pernas tremeram. Olhei para a calcinha, que estava completamente encharcada da minha porra. Mostrei pra minha mãe enquanto enxugava as últimas gotas nela. Falei: "Olha o que você conseguiu. Olha como deixei sua calcinha, pra você ver como eu curto." Ela estendeu a mão e pegou. Eu olhei pra ela, já que não esperava que fosse pegar. Ela começou a examinar a calcinha com cuidado, vendo toda a porra nela, e então fez algo que me deixou chocado e sem palavras: de repente, passou um dos dedos pela porra, deixando uma boa quantidade grudada no dedo, que, pra minha surpresa, levou até a boca, colocou a língua pra fora e lambeu. Eu não podia acreditar. Não só tinha acabado de gozar na calcinha usada da minha mãe na frente dela, como ela também tinha pegado aquela calcinha, recolhido um pouco da minha porra e levado até a boca — operação que repetiu mais duas vezes, num total de três vezes que minha mãe pegou minha porra com o dedo, levou até a boca e engoliu. Finalmente, ela se levantou sem dizer nada. Eu também não sabia o que dizer depois do que tinha visto, porque não esperava que ela fosse provar minha porra. Então ela se levantou, não disse uma palavra. Eu imaginei que fosse levar a calcinha pro cesto de roupa suja, mas não. Em vez disso, ela foi pro quarto dela sem falar nada comigo, fechou a porta, e eu fiquei ali, estupefato. Naquele momento, olhei pra onde ela estava sentada e minha surpresa foi ainda maior quando pude ver que, onde ela tinha sentado, havia uma mancha bem visível, o que me indicava que ela tinha ficado tão excitada que a buceta dela ficou toda molhada, deixando uma grande mancha de fluidos naquele sofá. Eu, curioso, me... Cheguei até a porta do quarto dela, já imaginando pra que ela tinha ido até lá, e não demorou pra eu ouvir a respiração ofegante dela e o barulho da cama. Enfiei o ouvido o máximo que pude e fiquei em silêncio, escutando cada suspiro, até que finalmente ouvi o que eu queria: pude ouvi-la gemer. Ela tinha ficado tão excitada que, quando eu gozei, ela não resistiu e provou meu esperma, o que a deixou ainda mais tesuda, terminando por ir pro quarto dela com a calcinha manchada de porra. E acho que é óbvio o que ela foi fazer lá: foi se masturbar. Ela tava se tocando com a calcinha e meu sêmen, enquanto eu, atrás da porta, ouvia ela gemer e meu pau ficava duro de novo, pronto pra o que viesse a seguir. Continua...
1 comentários - Minha mãe gostosa (parte 3)