Incesto: o pecado mais gostoso

Pra começar, isso é algo que nunca contei pra ninguém, só eu e minha mãe sabemos, ela nunca autorizou esse relato, mas tô morrendo de vontade de contar pro mundo o que aconteceu, espero que curtam tanto quanto eu curto.
Primeiro, vou me descrever: Vicente Ceballos, um jovem de 19 anos, 1,70m de altura, atualmente na faculdade, com um corpo atlético graças ao futebol e à academia. Esse sou eu, que vivo apaixonado pela minha mãe desde que a puberdade começou a aparecer em mim.
Minha mãe, uma senhora de 42 anos, madura na idade, mas parecia ser muito mais linda e radiante, 1,68m de altura e, como se não bastasse, tinha um corpo digno de uma deusa, uns peitos perfeitos e deliciosos com uma auréola linda, um rosto perfeito e bonito por qualquer ângulo, umas pernas fortes e torneadas e, pra completar, uma bunda maravilhosa, um rabo duro, bem durinho e empinado, com um quadril largo e uma cintura fininha. Uma mulher muito respeitosa e elegante, ia na academia regularmente, cuidava da saúde e da alimentação, ia à igreja todo domingo e amava o marido e o filho com um amor tão grande quanto o próprio universo.
Meu pai, um senhor de 45 anos, moreno, baixinho e gordo, era muito bebum e quase nunca estava em casa, por causa do trabalho, supostamente. Era operário e ganhava bem, mas por causa do alcoolismo, deixou de dar atenção pra mim e pra minha mãe.
Essa história que vou contar começou há 1 ano, quando eu tinha 18. Preciso dizer que comecei a reparar em mulheres desde os 12 anos (sexualmente) e na minha mãe desde os 13.
Bom, enfim, era período de férias, eu tinha terminado o ensino médio com sucesso, minha mãe e meu pai estavam muito felizes, mas meu pai quase não via mais ele, sempre estava em casa 1 ou 2 vezes, obviamente por causa do alcoolismo. Minha mãe sempre amou ele e, por mais que ele fosse infiel, ela perdoaria tudo.
Meu desejo pela minha mãe era tão forte que a única coisa que eu queria era estar com ela. Eu sempre fui muito... carinhoso com ela e queria possuir aquele corpo maravilhoso, mas não sabia como. Pesquisei na internet, mas nada me convencia. Eu sabia que se tentasse algo com minha mãe e não desse certo, minha vida inteira desabaria. Até que finalmente vi um ponto do qual poderia me aproveitar. Eu percebia que minha mãe nunca olhava para nenhum homem, embora quando saíamos na rua, todos a observavam — tanto jovens quanto velhos comiam ela com os olhos sem dó. Eu odiava isso, então não gostava de sair com minha mãe. Mas um dia, acompanhando ela na academia, notei que ela finalmente olhou para um homem: um cara muito alto, uns 1,90 sem exagero, cheio de músculos e bem definido. Ele também a viu e foi rápido falar com ela. Então pensei comigo mesmo: tenho que impedir que ela faça uma loucura, ela tem que ser minha. Assim que chegamos em casa, contei o que vi, o que ela fez. Ela me pediu desculpas, disse que estava envergonhada e que nunca mais se repetiria. E foi o que aconteceu: o cara se aproximava e minha mãe o rejeitava. Mas pensei que talvez ela só quisesse me enganar, então precisava ter certeza. Um dia de manhã, fiz algo que nunca tinha feito: revirei o celular da minha mãe. Esperei ela dormir. Era um sábado à noite e eu sabia que ela dormiria cedo, porque no dia seguinte tinha que ir à igreja. E foi assim: por volta das 22h ela já estava dormindo, mas preferi esperar um pouco mais. Lá pelas 23h30 fui ao quarto dela e vi que no armário estava o celular dela. Peguei e fui para o meu quarto. Lá, revirei tudo: todas as redes sociais, uma por uma, as mensagens e ligações. Tudo normal. Sabia que minha mãe nunca trairia meu pai. Estava prestes a devolver o celular quando, no corredor, tive a grande ideia de verificar a galeria de fotos. E qual não foi minha surpresa? Não tinha nada, absolutamente nada. Então percebi que minha mãe era muito fiel e dificilmente aceitaria ter relações sexuais com o próprio filho. Na manhã seguinte, ela me deu um beijo de Bom dia, e ela foi embora sem deixar meu café da manhã. Fui tomar café vendo TV, me preparando pra passar o domingo inteiro assim, até que uma ideia maluca passou pela minha cabeça. Nunca tinha feito aquilo, mas precisava fazer. Fui no quarto dela e revirei gaveta por gaveta pra ver o que encontrava. Achei dinheiro, mas não precisava daquilo, e no fundo de uma delas encontrei um conjunto de lingerie. Sabia que aquela mulher também transava, mesmo que fosse com meu pai, e me preparei pra me masturbar. E mais ainda com um conjunto de babydoll vermelho paixão, uma calcinha fio dental bem pequenininha. Me masturbei com ela até conseguir tirar do meu corpo uma quantidade exagerada de porra. Eu tava exausto. Guardei tudo no lugar e soube que ia passar todas as minhas férias me masturbando com a roupa íntima da minha mãe. Fui tomar banho e lá vi outra oportunidade de me masturbar. A calcinha da minha mãe, só de cheirar, já me excitava. Um cheiro de suor e da buceta dela, um cheiro muito gostoso. Me masturbei e gozei na calcinha dela. Terminei o banho e minha mãe chegou, me cumprimentou, e depois disso foi um dia normal. De noite, ela tomou banho e foi ver filmes comigo na sala. Saiu com a roupa de dormir dela, um roupão branco, e quando olhei bem, ela não tava de calcinha. Meu Deus, como ela era linda! Queria beijar e lamber o corpo inteiro dela naquele momento. O filme acabou e ela foi dormir. Eu sabia que tinha que ir espiar ela, e foi o que fiz. Depois de um tempo, subi no quarto dela e ela já tava dormindo. O ruim é que ela dormia de barriga pra cima e eu não conseguia tocar a bunda linda dela. Dava pra ver as auréolas marcando. Tirei umas fotos e fui pro meu quarto. Queria me masturbar, até que pensei melhor em fazer na frente dela enquanto ela dormia. Saí pelado e com o pau duro, entrei no quarto dela. Qual não foi minha surpresa: ela tava se tocando, se masturbando com força, gemendo muito alto, muito forte. O corpo dela era um espetáculo. Ela gozou, gritou como se não ligasse pra nada. A cara de prazer dela dizia tudo. Depois, os dedos dela... Lambeu ela e dormiu. Minha pergunta era: será que ela me viu? No dia seguinte, tudo ocorreu normalmente, nossa rotina normal, mas à noite o tempo piorou. Caiu um dilúvio, relâmpagos e trovões pra todo lado. Fui no quarto dela e perguntei se podia dormir com ela, ela aceitou. Eu tava de cueca e ela também. Esperei ela dormir pra poder tocar nela, e foi assim que consegui acariciar os peitos dela e por cima da buceta dela. Mas o que eu queria mesmo era a bunda dela, aquelas nádegas que eu tanto queria comer. Mas não consegui. No dia seguinte, tava tudo igual, mas a temperatura caiu e tava frio pra caralho. Nenhum dos dois conseguiu sair de casa, então ficamos vendo TV. Mas tudo ia mudar quando a noite chegasse. Minha mãe foi dormir e eu segui ela, obviamente com a desculpa de que tava com medo. Mas ela nunca se descobriu e não me deu coberta, então eu me cobri com outra. Pra ser sincero, eu tava muito cansado, então me preparei pra dormir. Mas quando senti um movimento brusco, acordei. Céus sagrados, o que meus olhos acabaram de ver, o que eu esperei por anos: minha mãe de costas pra mim, na posição de conchinha. Uma bunda linda e uma cintura fininha, perfeita. Eu queria comer ela, mas primeiro tinha que tirar o lençol que cobria ela. Ela tava por cima do lençol, então foi difícil tirar. Daí peguei meu celular e iluminei. O que vi me deixou pasmo: ela tava nua. Meu sonho realizado, era melhor do que eu imaginava, e era só o começo do tamanho que era. Não dava pra ver tudo. Não sabia o que fazer. Me preparei pra tirar a cueca e, já com o pau duro, me masturbei vendo aquele espetáculo lindo. Me virei pra que minha cara ficasse de frente pra bunda dela e comecei a beijar e chupar. Lambi e toquei tudo. Uma pele macia e perfeita demais. A única coisa que eu queria era penetrar ela, então me acomodei bem atrás dela e lubrifiquei meu pau com minha saliva. Pra minha surpresa, uma buceta sem um pelo sequer. Preparei meu pau pra conseguir penetrar ela, mas não... Ela estava apertada demais, não sabia se era pelo peso do corpo dela ou porque quase não transava. Tentei várias vezes, mas sem sucesso. Tive medo de acordá-la, então resolvi tirar. Voltei pra bunda dela, lambi o cu e a buceta dela, era tão gostoso, mas depois fui pro ânus dela. Tava rosadinho e cheirava a sabonete, um cheiro muito gostoso. Tentei enfiar os dedos, mas era impossível. Me senti derrotado e, ao ver que ela começava a se mexer, resolvi dar pra trás. Tentei descansar e acabei dormindo, mas não sem antes me masturbar com a cena que eu tinha participado. E assim os dias foram passando até que chegou uma carta do meu pai dizendo que ia nos abandonar. Eu pensei que minha mãe ia ficar arrasada, mas não, parece que não ligou.

Já tinha pegado o jeito: de manhã ela saía e eu aproveitava pra me masturbar com a roupa íntima limpa dela. Eu sabia qual roupa minha mãe ia usar, então deixava num lugar estratégico. Quando ela ia tomar banho, pegava aquele calcinha. Eu pegava as menores e, de fato, era essas que ela usava — ela vestia as que eu deixava. Um dia, escondi uma câmera no quarto dela enquanto ela tomava banho. Ela se lavou, se trocou e saiu de casa. Eu entrei rápido pra ver o que tinha gravado. Minha surpresa foi enorme: aquele rabo, finalmente vi de novo, era gigante e perfeito. Ela vestia uma calcinha roxa bem pequena, era difícil a bunda dela caber ali, mas coube. Me masturbei vendo aquela cena. Eu sabia que tinha que foder ela, já era hora. Então, sabendo que à noite ia dormir com ela, fui comprar um lubrificante na farmácia. Guardei debaixo da cama dela e esperei. Antes de dormir, comecei a ver pornô antes dela vir. Tava tão entretido que esqueci de fechar a porta do quarto. Minha mãe acabou me vendo. Vale mencionar que era a segunda vez que ela me pegava vendo pornô. Minha mãe começou a chorar e falou um monte de coisas. Eu tava em choque, sabia que tinha ferrado com tudo. Hoje eu não dormiria do lado dela. Mas ainda tinha o lubrificante. Aí eu soube que tudo estava em perigo. Os dias passaram e eu ainda não conseguia pegar o lubrificante, minha mãe não saía de casa. Mas aconteceu algo que eu não esperava: outra carta do meu pai, convocando minha mãe ao tribunal para falar sobre o divórcio e a pensão. Minha mãe desabou, chorou como nunca, xingou e ficou muito triste. Eu sabia que tinha que me aproveitar dela, e foi o que fiz. Fui ao quarto dela à noite, consolei ela e abracei. Ela disse: "Você é o único homem que me resta". Eu respondi: "O único e o que sempre te amou". Minha mãe se jogou em cima de mim e, chorando, dizia que me amava. Eu me sentia realizado, sabia que naquela noite meu plano funcionaria. E foi assim: eu já estava há cinco dias sem me masturbar e finalmente ia soltar todo o meu esperma, e seria dentro dela. Chegou a noite, jantamos e ela foi para o quarto. O clima estava a meu favor, não parava de chover e cair raios. Entrei no quarto dela e, na cara dura, entrei pelado. Ela não me via porque as luzes estavam apagadas. Deitei ao lado dela, ela conversou comigo e acabou dormindo. Meu pau estava duro, só esperando o momento. E lá pelas 4 da manhã foi o momento decisivo. Levantei a coberta dela e lá estava: aquela bunda empinada e bem durinha. Beijei como um bebê, meti minha língua na buceta dela e chupei até cansar, lambi o cuzinho dela. Levantei, peguei o lubrificante, passei no pau todo e na buceta dela, e coloquei a cabeça na entrada. Ainda estava bem dura e apertada, mas dessa vez eu estava decidido. Empurrei com toda força e puxei o corpo dela contra o meu. Finalmente, a cabeça entrou. Eu sabia que não tinha mais volta. Devagarzinho, fui enfiando, mas não entrava. Então criei coragem e fui na segura: sabia que com uma enfiada muito forte ela acordaria, mas não tinha outro jeito. Então fiz isso e meti tudo. Minhas pernas bateram na bunda dela, tenho que admitir que peguei muito impulso. E quando finalmente estava dentro, foi a coisa mais gostosa que já senti na vida. Mas ela acordou. Grito: "Que porra você está fazendo?" E eu respondi: "Desculpa, mãe." Ela xingava, nunca tinha visto ela tão brava. Sabia que nossa relação tinha acabado, mas não parei, e continuei. A tempestade estava muito forte, era perfeita. Nossos corpos completamente nus e eu fodendo ela sem o consentimento dela. Me sentia sujo e a pior pessoa do mundo, porque, claro, estava estuprando minha mãe contra a vontade dela. Ela era forte, mas meus desejos de possuí-la eram maiores, então não queria soltá-la. Ficamos assim, e ela continuava lutando até que caiu, e começou a gemer como uma deusa. Os gemidos dela eram prazerosos e isso me enlouqueceu, então gritei: "Te amo, mãe, vou gozar dentro de você." E ela disse: "Isso é errado, filho, mas por favor, acaba logo que eu vou gozar." Isso me excitou ainda mais, e com um gemido forte dos dois, gozamos ao mesmo tempo. Nunca tinha jorrado tanto leite, mas foi a coisa mais gostosa que senti. Depois disso, apaguei, e quando acordei, não tinha ninguém em casa. E minha mãe? Vi que as gavetas dela estavam todas bagunçadas e temi o pior. Pensei que ela tinha fugido e chorei como nunca. Nisso, minha mãe entra no quarto dela e diz: "Fui ao tribunal. Seu pai e eu não somos mais nada. Agora sou só sua. Você é meu dono, meu corpo é seu. Me fode, por favor." Sem pensar, beijei ela e declarei meu amor por ela. Ela chorou na minha frente e disse: "Isso é incesto. O que fizemos ontem foi adultério e foi um pecado. Vou apodrecer no inferno, mas mereço, porque aproveitei." Ela disse para eu descer e tomar café. Fiz isso, e qual foi minha surpresa ao subir no quarto dela? Ela estava com aquele conjunto de lingerie vermelha com que eu me masturbava todos os dias. Era uma deusa e era minha. Era minha amante, era minha mulher, era minha mãe. Se vocês gostaram, me escrevam no meu e-mail para compartilharmos os mesmos relatos e gostos por incesto e por nossas mães. Podemos trocar fotos e vídeos. A segunda parte ainda estou escrevendo. Espero que tenham gostado. Gostado, isso é 100% real. Me sinto com um grande alívio ao saber que já tirei isso da minha mente e da minha alma. Obrigado e boa noite. Vicentce@outlook.com

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