Oi, voltei para contar pra vocês a segunda parte do que aconteceu com a minha mãe. Como vocês leram no relato anterior, fiquei um tempo roubando as calcinhas da minha mãe, que eu usava pra me masturbar até deixar elas cheias de porra. Pois bem, um belo dia, como sempre, entrei no banheiro depois que ela saiu do banho e, como sempre, lá estavam as calcinhas dela. Peguei e, como sempre, me masturbei com elas até encher de porra e joguei no cesto de roupa suja – não limpava depois, né.
Naquele dia, um tempo depois de ter me masturbado, minha mãe me chamou e disse: "Pode vir um instante?" Eu falei: "Sim, claro." Cheguei perto dela e perguntei: "Fala, o que você quer?" E de repente ela me diz, apontando pra calcinha que eu tinha acabado de usar: "Olha isso." Minha cara mudou, deu um panico, mas me mantive calmo e falei: "O que foi?" Ela disse: "Você pode me dizer o que é isso que tem na minha calcinha?" Eu, fazendo de bobo: "O quê?" Porque dava pra ver nitidamente as manchas de porra. Ela falou: "Isso branco, o que é?" Eu: "Não sei, será de lavar?" Ela: "Estão molhadas." Eu: "Bom, devem ter manchado com alguma coisa ou sei lá, molharam... não faço ideia." E de repente ela me olha e diz: "Você acha que eu sou burra? Sei perfeitamente o que é isso." Eu: "Então pra que me pergunta?" Ela: "Porque o que tem aí é seu." Eu: "Meu? Como assim?" Ela: "Ah, por favor, é seeeemeeente! Para de fazer de bobo." Eu: "O que você tá dizendo? Tá louca?" Ela: "Vem, senta aqui."
Nos sentamos, eu super nervoso, porque sabia que ela tinha me pegado. E ela começou a falar: "Olha, faz um tempo que, quando fui colocar a roupa pra lavar, um dia separando a roupa colorida da branca, ao pegar uma das minhas calcinhas, molhei a mão. Estranhei e fui ver o que era, e pude ver o que tinha, mas resolvi ignorar." Eu, enquanto isso, escutava calado. Ela continuou: "Depois, pouco tempo depois, me deparei com a mesma situação de novo: minhas calcinhas molhadas e manchadas. Resolvi ignorar outra vez. Mas no outro dia, como você bem sabe, minhas calcinhas eram pretas, e ao pegá-las era muito óbvio, estavam... completamente manchadas de branco. Eu continuei ouvindo e ela disse: "Hoje eu te armei uma armadilha. Sabia que você ia esperar eu sair do banho para pegar minha calcinha, então deixei lá de propósito para você fazer isso. E como você pode ver, aqui está o resultado." Ela procedeu a me mostrar a calcinha, que ainda estava bem recente e dava pra ver claramente meu sêmen nela. Então ela perguntou: "Por que você faz isso? Por que usa minha roupa íntima pra isso?" Aí eu falei, contei o que tinha acontecido da primeira vez, que eu tinha ficado superexcitado e não conseguia parar, que era um tipo de prazer muito diferente de me masturbar normal. Disse que gostava demais de fazer aquilo, que sentia um êxtase. Ela falou: "Mas não tá certo você estar fazendo isso com minhas roupas. Sou sua mãe." Eu respondi: "Já sei, mas como homem tenho minhas necessidades. Você é a única mulher da casa e sexualmente eu sou muito ativo. Preciso sentir essa sensação gostosa que sinto quando faço. Sinto muito, mãe, me perdoa." De repente, o tom dela mudou e ela perguntou: "De verdade, você gosta tanto assim?" Eu disse: "Sim, pra caramba." Ela falou: "Mas você sabe que não é certo, né?" Eu respondi: "Sim, claro que sei, mas também sei que o prazer que sinto é completamente diferente. É muito mais intenso, mais gostoso, mais tesudo e eu preciso disso." Ela ficou calada uns segundos e disse: "Bom, se você gosta tanto assim... é só roupa, não vejo problema em você curtir um pouco." Naquele momento, eu fiquei em silêncio sem saber o que dizer, e ela continuou: "Olha, eu sei que não é certo, mas vejo que você gosta demais e mesmo que eu proíba, você vai continuar fazendo. Então, pra que..." Eu falei: "Sinto muito." E ela disse: "Não tem problema. Escuta, como sei que você vai continuar fazendo, te proponho uma coisa." Eu perguntei: "O que você propõe?" E ela respondeu: "Quando precisar, você tem permissão para pegar uma das minhas peças e usar. Tá bom?" Eu fiquei chocado com o que estava ouvindo. Minha mãe tinha acabado de me pegar me masturbando com a roupa íntima dela e, em vez de me dar uma bronca, estava me oferecendo para continuar fazendo. Eu não conseguia acreditar. Então ela... ele disse: olha, na minha gaveta estão minhas roupas íntimas, quando precisar pode ir lá pegar uma e depois leva ao cesto. Na hora eu cortei e disse: não, mãe, as da gaveta não servem porque o que me excita é que estejam usadas. Ela me olhou e disse: entendo. Então te proponho outra coisa. Eu continuei ouvindo e concordei com a cabeça, e ela prosseguiu: quando eu for tomar banho, vou recolher toda minha roupa, menos minha calcinha. Vou deixar ela aí no banheiro, você pega quando quiser e faz o que tiver que fazer. Eu estava excitado com aquela situação e disse: pode falar, não tem nada de errado em dizer as coisas claras. Ela disse: tá bom, então é isso: quando eu tomar banho, vou deixar minha calcinha num cantinho, você pega, vai pro seu quarto e se masturba com ela, mas depois me leva ao cesto, não deixa jogada por aí. Digo: eu limpo depois. Ela diz: não precisa, eu entro no banho e se ver que não estão, já sei que você usou e vou tomar cuidado pra não me sujar ao pegar. Digo: é só porra, também não tem problema se sujar. Ela diz: eu sei, da última vez me sujei toda a mão. Digo: é, né? Ela diz: estavam encharcadas e ainda por cima pretas, imagina. Digo: tá, tá. E ela me diz: dá pra ver que você é jovem e solta bastante. Digo: sim, a verdade é que costumo gozar bastante. Ela diz: bom, assim você fica melhor. Digo: sim, obrigado, mãe, por entender. Depois daquela conversa, como já havíamos combinado, ela entrava pra tomar banho e quando saía, eu ia e pegava suas calcinhas, que estavam sempre lá, prontas pra mim e recém-usadas, às vezes bem úmidas e manchadas do corrimento vaginal da minha mãe, o que me excitava demais. Depois de um tempo assim, meu corpo começou a precisar de algo mais. Ainda me excitava, mas sentia que já não era como antes, precisava fazer algo mais, algo que me esquentasse ainda mais. E assim foi. Um dia, estando na sala, disse pra minha mãe: preciso falar com você. Ela diz: claro, fala. Digo: então, vê se lembra daquele acordo que a gente tinha com sua roupa íntima? Ela me diz: sim, claro. porque digo é que cheguei a um ponto que, mesmo ainda me excitando muito, não é mais como no início. Ela diz: o que você quer dizer? Digo: é que já virou uma monotonia. Você entra, toma banho, sai. Eu entro, pego sua calcinha e me masturbo. Digo: é sempre a mesma coisa. Ela diz: e o que você quer me dizer? Digo: quero te propor uma coisa. Ela diz: então fala. Engoli saliva, olhei pra ela e disse: você poderia me dar suas calcinhas quando eu pedir? Ela ficou calada e eu disse: só me diz sim ou não. Ela diz: mas você diz pra tirar na hora e te dar assim? Digo: sim. Ela diz: mas não acha que isso é demais? Digo: por quê? É praticamente a mesma coisa, só que em vez de ser tão frio, é mais íntimo. Ela diz: sim, mas não sei... Digo: anda, por favor, faz isso por mim, seja boazinha. Ela diz: mas você vai pedir estando aqui em casa? Digo: sim, claro. Ela diz: e você vai pro seu quarto? Digo: se você estiver aqui, claro. Ela diz: bom, se te excita mais, pode ficar aqui na sala e eu vou pro meu quarto. Naquele momento me excitei ao ouvir isso e, sem pensar, disse: ou você fica aqui, não tem problema. Ela diz: não, não, o que você tá dizendo? Como vou ficar aqui? Digo: me escuta, faz tempo que uso sua roupa íntima, você já viu meu sêmen nela várias vezes, e já me viu pelado muitas vezes, assim como eu já vi você. Então o que tem de errado se eu fizer na sua frente? Ela diz: bom, eu sou sua mãe e isso não é certo. Digo: bem, desde o começo a gente sabe que o que eu faço não é certo. Ela diz: sim, mas isso é diferente. Você tá me pedindo pra ficar e ver você se masturbar. Eu estava cada vez mais excitado e então me atrevi a perguntar: digo, e você não fica curiosa pra saber como eu faço? Não gostaria de ver ao vivo o que eu venho fazendo há tanto tempo com sua roupa íntima? Ela diz: eu já sei o que você faz. Digo: sim, mas não sabe como. Digo: e com certeza você tem curiosidade de ver como eu faço. Continua.....
Naquele dia, um tempo depois de ter me masturbado, minha mãe me chamou e disse: "Pode vir um instante?" Eu falei: "Sim, claro." Cheguei perto dela e perguntei: "Fala, o que você quer?" E de repente ela me diz, apontando pra calcinha que eu tinha acabado de usar: "Olha isso." Minha cara mudou, deu um panico, mas me mantive calmo e falei: "O que foi?" Ela disse: "Você pode me dizer o que é isso que tem na minha calcinha?" Eu, fazendo de bobo: "O quê?" Porque dava pra ver nitidamente as manchas de porra. Ela falou: "Isso branco, o que é?" Eu: "Não sei, será de lavar?" Ela: "Estão molhadas." Eu: "Bom, devem ter manchado com alguma coisa ou sei lá, molharam... não faço ideia." E de repente ela me olha e diz: "Você acha que eu sou burra? Sei perfeitamente o que é isso." Eu: "Então pra que me pergunta?" Ela: "Porque o que tem aí é seu." Eu: "Meu? Como assim?" Ela: "Ah, por favor, é seeeemeeente! Para de fazer de bobo." Eu: "O que você tá dizendo? Tá louca?" Ela: "Vem, senta aqui."
Nos sentamos, eu super nervoso, porque sabia que ela tinha me pegado. E ela começou a falar: "Olha, faz um tempo que, quando fui colocar a roupa pra lavar, um dia separando a roupa colorida da branca, ao pegar uma das minhas calcinhas, molhei a mão. Estranhei e fui ver o que era, e pude ver o que tinha, mas resolvi ignorar." Eu, enquanto isso, escutava calado. Ela continuou: "Depois, pouco tempo depois, me deparei com a mesma situação de novo: minhas calcinhas molhadas e manchadas. Resolvi ignorar outra vez. Mas no outro dia, como você bem sabe, minhas calcinhas eram pretas, e ao pegá-las era muito óbvio, estavam... completamente manchadas de branco. Eu continuei ouvindo e ela disse: "Hoje eu te armei uma armadilha. Sabia que você ia esperar eu sair do banho para pegar minha calcinha, então deixei lá de propósito para você fazer isso. E como você pode ver, aqui está o resultado." Ela procedeu a me mostrar a calcinha, que ainda estava bem recente e dava pra ver claramente meu sêmen nela. Então ela perguntou: "Por que você faz isso? Por que usa minha roupa íntima pra isso?" Aí eu falei, contei o que tinha acontecido da primeira vez, que eu tinha ficado superexcitado e não conseguia parar, que era um tipo de prazer muito diferente de me masturbar normal. Disse que gostava demais de fazer aquilo, que sentia um êxtase. Ela falou: "Mas não tá certo você estar fazendo isso com minhas roupas. Sou sua mãe." Eu respondi: "Já sei, mas como homem tenho minhas necessidades. Você é a única mulher da casa e sexualmente eu sou muito ativo. Preciso sentir essa sensação gostosa que sinto quando faço. Sinto muito, mãe, me perdoa." De repente, o tom dela mudou e ela perguntou: "De verdade, você gosta tanto assim?" Eu disse: "Sim, pra caramba." Ela falou: "Mas você sabe que não é certo, né?" Eu respondi: "Sim, claro que sei, mas também sei que o prazer que sinto é completamente diferente. É muito mais intenso, mais gostoso, mais tesudo e eu preciso disso." Ela ficou calada uns segundos e disse: "Bom, se você gosta tanto assim... é só roupa, não vejo problema em você curtir um pouco." Naquele momento, eu fiquei em silêncio sem saber o que dizer, e ela continuou: "Olha, eu sei que não é certo, mas vejo que você gosta demais e mesmo que eu proíba, você vai continuar fazendo. Então, pra que..." Eu falei: "Sinto muito." E ela disse: "Não tem problema. Escuta, como sei que você vai continuar fazendo, te proponho uma coisa." Eu perguntei: "O que você propõe?" E ela respondeu: "Quando precisar, você tem permissão para pegar uma das minhas peças e usar. Tá bom?" Eu fiquei chocado com o que estava ouvindo. Minha mãe tinha acabado de me pegar me masturbando com a roupa íntima dela e, em vez de me dar uma bronca, estava me oferecendo para continuar fazendo. Eu não conseguia acreditar. Então ela... ele disse: olha, na minha gaveta estão minhas roupas íntimas, quando precisar pode ir lá pegar uma e depois leva ao cesto. Na hora eu cortei e disse: não, mãe, as da gaveta não servem porque o que me excita é que estejam usadas. Ela me olhou e disse: entendo. Então te proponho outra coisa. Eu continuei ouvindo e concordei com a cabeça, e ela prosseguiu: quando eu for tomar banho, vou recolher toda minha roupa, menos minha calcinha. Vou deixar ela aí no banheiro, você pega quando quiser e faz o que tiver que fazer. Eu estava excitado com aquela situação e disse: pode falar, não tem nada de errado em dizer as coisas claras. Ela disse: tá bom, então é isso: quando eu tomar banho, vou deixar minha calcinha num cantinho, você pega, vai pro seu quarto e se masturba com ela, mas depois me leva ao cesto, não deixa jogada por aí. Digo: eu limpo depois. Ela diz: não precisa, eu entro no banho e se ver que não estão, já sei que você usou e vou tomar cuidado pra não me sujar ao pegar. Digo: é só porra, também não tem problema se sujar. Ela diz: eu sei, da última vez me sujei toda a mão. Digo: é, né? Ela diz: estavam encharcadas e ainda por cima pretas, imagina. Digo: tá, tá. E ela me diz: dá pra ver que você é jovem e solta bastante. Digo: sim, a verdade é que costumo gozar bastante. Ela diz: bom, assim você fica melhor. Digo: sim, obrigado, mãe, por entender. Depois daquela conversa, como já havíamos combinado, ela entrava pra tomar banho e quando saía, eu ia e pegava suas calcinhas, que estavam sempre lá, prontas pra mim e recém-usadas, às vezes bem úmidas e manchadas do corrimento vaginal da minha mãe, o que me excitava demais. Depois de um tempo assim, meu corpo começou a precisar de algo mais. Ainda me excitava, mas sentia que já não era como antes, precisava fazer algo mais, algo que me esquentasse ainda mais. E assim foi. Um dia, estando na sala, disse pra minha mãe: preciso falar com você. Ela diz: claro, fala. Digo: então, vê se lembra daquele acordo que a gente tinha com sua roupa íntima? Ela me diz: sim, claro. porque digo é que cheguei a um ponto que, mesmo ainda me excitando muito, não é mais como no início. Ela diz: o que você quer dizer? Digo: é que já virou uma monotonia. Você entra, toma banho, sai. Eu entro, pego sua calcinha e me masturbo. Digo: é sempre a mesma coisa. Ela diz: e o que você quer me dizer? Digo: quero te propor uma coisa. Ela diz: então fala. Engoli saliva, olhei pra ela e disse: você poderia me dar suas calcinhas quando eu pedir? Ela ficou calada e eu disse: só me diz sim ou não. Ela diz: mas você diz pra tirar na hora e te dar assim? Digo: sim. Ela diz: mas não acha que isso é demais? Digo: por quê? É praticamente a mesma coisa, só que em vez de ser tão frio, é mais íntimo. Ela diz: sim, mas não sei... Digo: anda, por favor, faz isso por mim, seja boazinha. Ela diz: mas você vai pedir estando aqui em casa? Digo: sim, claro. Ela diz: e você vai pro seu quarto? Digo: se você estiver aqui, claro. Ela diz: bom, se te excita mais, pode ficar aqui na sala e eu vou pro meu quarto. Naquele momento me excitei ao ouvir isso e, sem pensar, disse: ou você fica aqui, não tem problema. Ela diz: não, não, o que você tá dizendo? Como vou ficar aqui? Digo: me escuta, faz tempo que uso sua roupa íntima, você já viu meu sêmen nela várias vezes, e já me viu pelado muitas vezes, assim como eu já vi você. Então o que tem de errado se eu fizer na sua frente? Ela diz: bom, eu sou sua mãe e isso não é certo. Digo: bem, desde o começo a gente sabe que o que eu faço não é certo. Ela diz: sim, mas isso é diferente. Você tá me pedindo pra ficar e ver você se masturbar. Eu estava cada vez mais excitado e então me atrevi a perguntar: digo, e você não fica curiosa pra saber como eu faço? Não gostaria de ver ao vivo o que eu venho fazendo há tanto tempo com sua roupa íntima? Ela diz: eu já sei o que você faz. Digo: sim, mas não sabe como. Digo: e com certeza você tem curiosidade de ver como eu faço. Continua.....
4 comentários - Minha Mãe Gostosa (Parte 2)