Foi assim, com aquela situação amarga e difícil de engolir, mas muito pervertida. O que eu queria primeiro era que nunca viesse à tona, uma situação tensa por medo de ser chamado de covarde e não denunciar, mas sabíamos que quem começa mal, termina mal...
Foi por isso que, depois daquele fim de semana abrupto, eu olhava pra Mari com tesão, ela como se nada tivesse acontecido. Eu só queria saber o que passava pela cabeça dela, se ela tinha consciência ou se era por prazer ou por ser complacente. A verdade é que eu não parava um segundo de pensar e não parava de olhar as curvas dela, os peitos dela, e me lembrava de cada situação que não parava de me excitar. Deixei passar uns dois fins de semana, mas ela insistia em querer relaxar e tomar algo, ou me dizia indiretamente que viu um conjunto de roupas e que eu ia amar. Por isso, ela sempre levava algo de puta... Sem dúvida, ela adorava deixar pica dura.
Foi aí que naquele sábado à noite comprei umas bebidas e ficamos ouvindo música, até que em algumas horas ela me mostrou a peça que tinha conseguido. Um vestido vermelho nada de outro mundo, mas muito transável.
aí que reutilizei as gotinhas mágicas, e foi assim que já tava com vontade de outra aventura. Aí, depois de uns minutos, como se soubessem, chegou uma mensagem de um dos presos que tavam comigo naquela manhã caótica, e ele me propôs que a gente se encontrasse. Falei que não tinha carro porque me tomaram por embriaguez naquela noite, e foi meu erro dar meu endereço pra ele. Aí falei pra Mari que iam nos buscar pra sair com um velho amigo. Ela desconfiou e disse:
Ela: "Outra das tuas sacanagens? Quem é? Manda ele vir aqui e a gente não fica parado! A gente não tem carro."
No começo, hesitei em confirmar quem era, mas preferi falar logo antes que tudo desabasse e eu não fizesse nenhum movimento.
EU: "É um dos que tava detido comigo e disse que tem soluções pra recuperar o carro! Mas é só uma conversa, é gente boa. Além disso, ele tava lá por averiguação de antecedentes, não é nenhum bandido."
Ela: "E você quer o quê? Que eu me vista do jeito que você gosta? Que me comporte bem? Haha, você lembrou que eles, bom, ele já sabe que eu me comporto mal, né? Tomara que ele não queira receber a propina dos tiras."
Nessa altura, tava com vontade de falar sim, mas fui cauteloso e disse: "Você vê, obviamente qualquer macho de sangue viu como você tava naquela manhã e várias punhetas devem ter te dedicado, mas o meu negócio é mais uma conversa amigável, e eu fico chateado com a situação que a gente passou."
Ela: "Ok, então vou me vestir de puta, mas não provoco, haha. Fala o que você gosta, punheteiro pervertido. Haha, tá bom, você me avisa."
Foi assim que falei pra ele passar pra nos pegar, e pra Mari que ele vinha logo. Aí ela vestiu uma minissaia e uma regata decotada sem nada por baixo e os saltos dela, que ela usa até pra ir na feira. Haha.
Foi que em minutos me avisam que ele tá lá fora, e veio sozinho, Marcos, era assim que se dizia chamar, e levei uns vasilhames vazios pra estrada. Aí Mari rapidinho subiu no carro pra evitar fofoca, do sujeito, uns 30 anos. Ela senta atrás e eu na frente, ao ouvir ele falar dava pra ver que o vocabulário era de cadeia, nada aproveitável, e Mari diz pra ele:
Ela: acho que a gente se conhece de algum lugar, haja, seria engraçado dizer que de alguma cela, haja,
Ele: sei lá, eu tava pra me comportar mal, vocês parecem que se comportam pior que eu, haja
Aí a conversa ficou de boa no carro e em minutos ele fala que ia descer pra comprar umas bebidas e mando a Mari descer com ele, pede ela o que quer beber, foi que Mari desceu e no boteco dava pra ver que conheciam ele e se ouvia dizer: "Mas como assim, cê tá bem acompanhado? É uma amiga de aluguel? Mas olha que mulherão, moça, eu no seu lugar teria cuidado de andar com tremendo malandro?"
Loco, não fala merda, o marido vem com a gente,
Ela: haja, marido, é nosso amigo, Marcos, haja, sim, sou a nova amiga dele, qual é o problema? Será que meu amigo Marcos não pode andar com uma mulher como eu?
Boteco: não, moça, cê é demais pra tremendo pilantra, haja, por outro lado, Marcos, como tá seu irmão?
Ele: bem, loco, se ele se comportar bem, sai em uns meses, é um fudido, ficar preso não desejo pra ninguém, ainda mais por uma cagada, por ser otário, mas os milicos são piores, só vão presos os pobres e otários... Bom, tchau, loco, salve os manos.
Mari se despede mandando beijos e rebolando a bunda, levantando a saia, e os caras do boteco: "Tchau, love, gostosa, volta logo, mas sozinha!".
Subiram no carro e a verdade é que eu e Mari ficamos nos olhando, com cara de preocupados, e no carro dele aquilo já era meio fora dos limites. Começaram as dúvidas e a incerteza.
Fomos pra um bosque continuar bebendo e acabou sendo uma conversa de boa, descobrimos que ele tem um filho que a mãe largou e ele cuida, que o Irmãos, ele tá preso na cadeia por roubo à mão armada, e ela tem que cuidar das duas filhinhas menores e da mãe dele, etc.
A gente continuava bebendo. E a Mari, cada hora levantava mais a saia e deixava as pernas abertas pra gente ver, até que num momento ela fala.
Ela: "Não, não dá pra ouvir direito ou o que tão falando, aqui atrás tô muito entediada, parem de falar de miséria". E foi assim que a gente desceu dos bancos da frente, do motorista e do carona, e sentou atrás, cada um do lado da Mari, onde ela diz:
Ela: "Assim sim, além disso, não querem me fazer companhia? Ou então me deixam no boteco, lá tava cheio de coroa, haha". E foi aí que eu passei a mão na bunda dela, e ela deu um pulo e falou: "Opa, alguém tá me apalpando a bunda? Quem é... mm, vejo que é você, mãozinha sapeca. E você, Marcos, não tem mão sapeca?"
Foi aí que a gente largou a bebida de lado, levantou a saia dela, tirou aquela camiseta e começou a lamber os peitos dela, apalpar do jeito que ela gosta, metemos a mão e ela dizia:
Ela: "Mmm, que tarados vocês são, tão bonitos, gostam do que tão vendo? Tô gordinha, né? Mas sei tirar porra muito bem, hein? Gostou de me ver naquele dia, Marcos? Ouviu quando aqueles policiais me arrebentaram a buceta? Me obrigaram a chupar a porra de um, tavam muito tesudos, uns tiras degenerados. Meu marido tava preso e eles abusaram de mim, eu que sou uma mulher disposta a tudo! O que vocês dois teriam feito comigo se eu tivesse caído na mão de vocês? Que eu teria que ter fodido vocês também? Mmm, os homens são tão perversos, veem uma buceta molhada e já querem continuar trepando, veem uma e ficam igual criança querendo também! Haha"
Nessa altura, o Marcos, ocupado com os peitos dela, dizia: "Cadelas gostosas, teria te engravidado naquele dia, você nos deixou muito tesudos..."
Aí a Mari puxou a pica de cada um e começou a chupar, uma pica em cada mão, virava a cabeça de um lado pro outro, engolindo até as bolas.
Ele: "Nããão, você chupa melhor que as putas da... visitas higiênicas, você é uma gostosa, filha da puta.
Ela: os tiras me falaram que eu devia experimentar cum depresso, é uma delícia, …
Eu tava sem entender nada, mas muito excitado. A Mari já tava entregue, viramos ela e comemos naquele carro, que vá saber quantas putas já passaram por ali, mas o cheiro era de mecânica, sujo, e a Mari lá se entregando, dando a pussy pra um desconhecido, de novo.
Tiramos ela do carro e ela acabou num boquete voraz no Marcos.
Os minutos passaram e voltamos pro carro, já tava amanhecendo e surgiu o assunto do meu carro e como era difícil conseguir a grana pra recuperar ele.
A Mari, com a cabeça dela, dizia que sim pra tudo, mas ela queria dormir, e aí deixamos ela dormir umas horas no carro e, quando já tinha amanhecido, decidimos encerrar a conversa por ali, e fomos pra casa. E aí veio o pior: não achei as chaves da nossa casa. Passamos vários minutos procurando e nada, não tínhamos pra onde ir. Mas era tanto álcool que decidimos ir pra casa do Marcos pra ficar mais confortável e conversar melhor. Até daqui a pouco voltarmos onde estávamos e procurar direito onde caiu. Mas a Mari continuava dormindo, e eu já sabia que ela ia ficar puta quando acordasse e soubesse dessa situação. Continua.
Foi por isso que, depois daquele fim de semana abrupto, eu olhava pra Mari com tesão, ela como se nada tivesse acontecido. Eu só queria saber o que passava pela cabeça dela, se ela tinha consciência ou se era por prazer ou por ser complacente. A verdade é que eu não parava um segundo de pensar e não parava de olhar as curvas dela, os peitos dela, e me lembrava de cada situação que não parava de me excitar. Deixei passar uns dois fins de semana, mas ela insistia em querer relaxar e tomar algo, ou me dizia indiretamente que viu um conjunto de roupas e que eu ia amar. Por isso, ela sempre levava algo de puta... Sem dúvida, ela adorava deixar pica dura.
Foi aí que naquele sábado à noite comprei umas bebidas e ficamos ouvindo música, até que em algumas horas ela me mostrou a peça que tinha conseguido. Um vestido vermelho nada de outro mundo, mas muito transável.
aí que reutilizei as gotinhas mágicas, e foi assim que já tava com vontade de outra aventura. Aí, depois de uns minutos, como se soubessem, chegou uma mensagem de um dos presos que tavam comigo naquela manhã caótica, e ele me propôs que a gente se encontrasse. Falei que não tinha carro porque me tomaram por embriaguez naquela noite, e foi meu erro dar meu endereço pra ele. Aí falei pra Mari que iam nos buscar pra sair com um velho amigo. Ela desconfiou e disse:Ela: "Outra das tuas sacanagens? Quem é? Manda ele vir aqui e a gente não fica parado! A gente não tem carro."
No começo, hesitei em confirmar quem era, mas preferi falar logo antes que tudo desabasse e eu não fizesse nenhum movimento.
EU: "É um dos que tava detido comigo e disse que tem soluções pra recuperar o carro! Mas é só uma conversa, é gente boa. Além disso, ele tava lá por averiguação de antecedentes, não é nenhum bandido."
Ela: "E você quer o quê? Que eu me vista do jeito que você gosta? Que me comporte bem? Haha, você lembrou que eles, bom, ele já sabe que eu me comporto mal, né? Tomara que ele não queira receber a propina dos tiras."
Nessa altura, tava com vontade de falar sim, mas fui cauteloso e disse: "Você vê, obviamente qualquer macho de sangue viu como você tava naquela manhã e várias punhetas devem ter te dedicado, mas o meu negócio é mais uma conversa amigável, e eu fico chateado com a situação que a gente passou."
Ela: "Ok, então vou me vestir de puta, mas não provoco, haha. Fala o que você gosta, punheteiro pervertido. Haha, tá bom, você me avisa."
Foi assim que falei pra ele passar pra nos pegar, e pra Mari que ele vinha logo. Aí ela vestiu uma minissaia e uma regata decotada sem nada por baixo e os saltos dela, que ela usa até pra ir na feira. Haha.
Foi que em minutos me avisam que ele tá lá fora, e veio sozinho, Marcos, era assim que se dizia chamar, e levei uns vasilhames vazios pra estrada. Aí Mari rapidinho subiu no carro pra evitar fofoca, do sujeito, uns 30 anos. Ela senta atrás e eu na frente, ao ouvir ele falar dava pra ver que o vocabulário era de cadeia, nada aproveitável, e Mari diz pra ele:Ela: acho que a gente se conhece de algum lugar, haja, seria engraçado dizer que de alguma cela, haja,
Ele: sei lá, eu tava pra me comportar mal, vocês parecem que se comportam pior que eu, haja
Aí a conversa ficou de boa no carro e em minutos ele fala que ia descer pra comprar umas bebidas e mando a Mari descer com ele, pede ela o que quer beber, foi que Mari desceu e no boteco dava pra ver que conheciam ele e se ouvia dizer: "Mas como assim, cê tá bem acompanhado? É uma amiga de aluguel? Mas olha que mulherão, moça, eu no seu lugar teria cuidado de andar com tremendo malandro?"
Loco, não fala merda, o marido vem com a gente,
Ela: haja, marido, é nosso amigo, Marcos, haja, sim, sou a nova amiga dele, qual é o problema? Será que meu amigo Marcos não pode andar com uma mulher como eu?
Boteco: não, moça, cê é demais pra tremendo pilantra, haja, por outro lado, Marcos, como tá seu irmão?
Ele: bem, loco, se ele se comportar bem, sai em uns meses, é um fudido, ficar preso não desejo pra ninguém, ainda mais por uma cagada, por ser otário, mas os milicos são piores, só vão presos os pobres e otários... Bom, tchau, loco, salve os manos.
Mari se despede mandando beijos e rebolando a bunda, levantando a saia, e os caras do boteco: "Tchau, love, gostosa, volta logo, mas sozinha!".
Subiram no carro e a verdade é que eu e Mari ficamos nos olhando, com cara de preocupados, e no carro dele aquilo já era meio fora dos limites. Começaram as dúvidas e a incerteza.
Fomos pra um bosque continuar bebendo e acabou sendo uma conversa de boa, descobrimos que ele tem um filho que a mãe largou e ele cuida, que o Irmãos, ele tá preso na cadeia por roubo à mão armada, e ela tem que cuidar das duas filhinhas menores e da mãe dele, etc.
A gente continuava bebendo. E a Mari, cada hora levantava mais a saia e deixava as pernas abertas pra gente ver, até que num momento ela fala.
Ela: "Não, não dá pra ouvir direito ou o que tão falando, aqui atrás tô muito entediada, parem de falar de miséria". E foi assim que a gente desceu dos bancos da frente, do motorista e do carona, e sentou atrás, cada um do lado da Mari, onde ela diz:
Ela: "Assim sim, além disso, não querem me fazer companhia? Ou então me deixam no boteco, lá tava cheio de coroa, haha". E foi aí que eu passei a mão na bunda dela, e ela deu um pulo e falou: "Opa, alguém tá me apalpando a bunda? Quem é... mm, vejo que é você, mãozinha sapeca. E você, Marcos, não tem mão sapeca?"
Foi aí que a gente largou a bebida de lado, levantou a saia dela, tirou aquela camiseta e começou a lamber os peitos dela, apalpar do jeito que ela gosta, metemos a mão e ela dizia:
Ela: "Mmm, que tarados vocês são, tão bonitos, gostam do que tão vendo? Tô gordinha, né? Mas sei tirar porra muito bem, hein? Gostou de me ver naquele dia, Marcos? Ouviu quando aqueles policiais me arrebentaram a buceta? Me obrigaram a chupar a porra de um, tavam muito tesudos, uns tiras degenerados. Meu marido tava preso e eles abusaram de mim, eu que sou uma mulher disposta a tudo! O que vocês dois teriam feito comigo se eu tivesse caído na mão de vocês? Que eu teria que ter fodido vocês também? Mmm, os homens são tão perversos, veem uma buceta molhada e já querem continuar trepando, veem uma e ficam igual criança querendo também! Haha"
Nessa altura, o Marcos, ocupado com os peitos dela, dizia: "Cadelas gostosas, teria te engravidado naquele dia, você nos deixou muito tesudos..."
Aí a Mari puxou a pica de cada um e começou a chupar, uma pica em cada mão, virava a cabeça de um lado pro outro, engolindo até as bolas.
Ele: "Nããão, você chupa melhor que as putas da... visitas higiênicas, você é uma gostosa, filha da puta.
Ela: os tiras me falaram que eu devia experimentar cum depresso, é uma delícia, …
Eu tava sem entender nada, mas muito excitado. A Mari já tava entregue, viramos ela e comemos naquele carro, que vá saber quantas putas já passaram por ali, mas o cheiro era de mecânica, sujo, e a Mari lá se entregando, dando a pussy pra um desconhecido, de novo.
Tiramos ela do carro e ela acabou num boquete voraz no Marcos.
Os minutos passaram e voltamos pro carro, já tava amanhecendo e surgiu o assunto do meu carro e como era difícil conseguir a grana pra recuperar ele.
A Mari, com a cabeça dela, dizia que sim pra tudo, mas ela queria dormir, e aí deixamos ela dormir umas horas no carro e, quando já tinha amanhecido, decidimos encerrar a conversa por ali, e fomos pra casa. E aí veio o pior: não achei as chaves da nossa casa. Passamos vários minutos procurando e nada, não tínhamos pra onde ir. Mas era tanto álcool que decidimos ir pra casa do Marcos pra ficar mais confortável e conversar melhor. Até daqui a pouco voltarmos onde estávamos e procurar direito onde caiu. Mas a Mari continuava dormindo, e eu já sabia que ela ia ficar puta quando acordasse e soubesse dessa situação. Continua.
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