Visitar o banheiro em um aniversário pode ser uma experiên

Baño.visitarlo en un cumpleaños puede ser 1 experienciaRara, mas uma experiência muito gostosa vivida indo ao banheiro no aniversário da Carla.amador

sexoAniversário de Carla. Ela estava fazendo 60 anos. Estávamos nos divertindo muito. Mas a cerveja já tinha batido e eu estava começando a ir no banheiro toda hora. Aviso minha mulher que vou ao banheiro, "lembra que é unissex" bate na porta primeiro. "Sim" respondi, e beijei sua boca. E enquanto nos beijávamos, ela colocou a mão no meu pau, meteu a mão e começou a dar massagens suaves e deliciosas no pau, com o dedão encarando minha uretra. Meu pau se transformando de uma minhoca dorminhoca e meio gordinha numa cobra cascavel longa e dura. "Adoro, sua cobra está cada vez mais dura e louca, solto ela agora e vai ser impossível você cruzar o salão de festas. E não quero que nenhuma garota perceba a ferramenta que meu marido tem. É minha." Ajeitou meu pau como pôde, "vai, vai mijar e prepara ele porque quando chegar em casa vou te foder.putasIndo pela lateral do salão de dança cheguei no banheiro e bati na porta. Ocupado, respondeu uma voz conhecida. Claro, era Silvina Perez, vizinha de muitos anos, morava a duas casas da minha. Oi William, sou o Marco, não aguento mais, vou mijar, falta muito? perguntei. Ela soltou uma risada alta jahajaha tá apertado? Que merda. Acabei de entrar também tô com vontade, me dá um momento. Ok, respondi. Passa aqui do lado, minha cunhada, você tá esperando o banheiro? Sim, respondi. Não aguento mais. E bom, vamos lá fora, eu também quero fazer xixi. Não, não, vai lá Clara Sill? Você tá apertado? Sim Marco, mas passa, passa mesmo. Faz tranquilo, ela me disse, eu olho pro outro lado, me mordo o lábio e vou embora.noite
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amadorAí, sem mais nem menos, saco meu pau e começo a mijar fazendo muito barulho com o mijo batendo na água da privada. Minha vizinha deu risada e pelo espelho ficou me observando mijar. "Você me lembra meu marido fazendo barulho ao mijar. Posso me aproximar de você?" Sou curiosa, avancei e ela parou a dois metros das minhas costas e ficou na ponta dos pés para me ver. Virei a cabeça e permiti que ela se aproximasse. Ela ficou ao meu lado e, pedindo permissão de novo, me olhou na cara e com a mão direita agarrou meu pau, e com firmeza segurou. "Te ajudo?" E segurando ele, mije o último que restava depois de me perguntar se tinha terminado de mijar e eu respondi afirmativamente. Sem me soltar o pau: "Te sacudo. Despreocupa". Assim ela fez, depois me levou ao banheiro onde lavou a cabeça do meu pau. Sem me dizer nada, ela se agachou e disse: "Nobreza obriga". Sua língua mimou a cabeça e o freio rápido e habilmente. Bem devagar meteu minha cabeça na boca dela e com muita pressão tipo ventosa chupou minha glande, sua língua degustava os lábios da minha uretra e os dentes raspavam muito habilmente a cabeça, me dando ondas de prazer, e suas mãos cuidavam do tronco do pênis e das minhas bolas.sexo
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Baño.visitarlo en un cumpleaños puede ser 1 experiencia
amadorEu ia cada vez mais rápido. Mas não tinham passado 5 minutos quando bateram na porta. Silvina se levantou, soltou meu pau e saiu pela janela dos fundos, colocando o dedo na boca em sinal de silêncio. Eu não podia falar, então finji que ainda estava mijando. A porta do banheiro se abre. Entra Malena, outra vizinha do quarteirão que mora em frente à minha casa. Ela tem 17 anos, é a mais nova de 3 irmãs, mas ao contrário, é a mais gostosa das 4 irmãs.sexo(As irmãs da Malena) morena, seu cabelo longo e preto como ébano, sua figura bem curvilínea, um pouco gordinha. Mas um par de tetas enormes e bem formadas. Cintura fina, sua bunda redonda e empinada. Sua saia justa preta, mas bem transparente, nos presenteava com uma imagem de parar o coração e com poder de travar até a pica mais disfuncional: uma calcinha minúscula e branca cobrindo uma "pequena, mas mentirosa" buceta, sem nenhum pelo, segundo palavras de sua dona. Com muita malícia e querendo mostrar à Malena o que Deus me presenteou, me posicionei ao lado da porta, de forma que não houvesse como ela não ver minha ferramenta. Ao entrar, ela fechou a porta e, com um gesto de quem ia abaixar a calcinha, parou e sua vista ficou bem de frente para minha pica. Abriu os olhos depois de dar uma rápida olhada na minha serpente, olhou para o meu rosto, se desculpando, disse: "Não sabia que você estava no banheiro". Respondi: "Não tem drama, Male, fica aí, eu já, já saio". E, bem na cara dela, balançei a pica com malícia, soltei meu pau, mas sem guardá-lo na calça. Ela não sabia para onde olhar, estava nervosa. Mas notei que dava olhadas fugazes. Perguntei: "Male, você poderia guardar meu instrumento? Eu não consigo" — e lhe disse a causa. Minha desculpa era a coisa mais fantástica, mentirosa e impossível de acreditar que pensei, imaginei que ela faria um escândalo ou me daria um tapa. Ao contrário: "Como não..." — respondeu, pegou com a mão, fez duas massagens rápidas e, sempre olhando para o meu rosto e rindo, acrescentou: "Vou dar dois beijinhos na sua cabecinha e guardo". Ela se abaixou e cumpriu o que me prometeu. Se levantou logo depois dos dois beijos e uma lambidinha rápida na minha uretra. Ufa, soltou, guardou e fechou minha calça. "Bom, sai agora que eu preciso fazer xixi".putas
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