Policial me para pedir documentos... P.2

Policial me para pedir documentos... P.2Relato começo com a 2ª e última parte do relato. Totalmente fictício, irreal e imaginário, deixo claro, e as fotos coloco pra deixar o post mais gráfico. Por dentro da braguilha, enfiou a mão por baixo da calça e com a ponta dos dedos, suavemente, acariciou minha glande e a ponta dela com o dedo do meio, que ele babou. Depois de alguns segundos, puxou a cabecinha do pau pra fora e olhou fixo pra ela: "Mmm, que cabecinha linda e rosada", apertando ela com os dedos e, com a outra mão, tirou minhas bolas da calça, começou a apertar, acariciar, mimar, mas perguntou: "Quanto tempo falta?" "Chegamos agora. Aqui, aqui é...", respondi. "Bom, por enquanto vou guardar pra você." Saímos do carro e, depois de passar o portão, ele me agarrou a bunda: "Se prepara que vou te destruir." Minha casa fica no fundo, uns 10 metros da calçada. Ao chegar na porta, me virei e ele se ajoelhou. Sem tirar, apertou meu pau com uma mão e a outra usou pra apertar e acariciar minhas bolas. Sem mais, abaixou a braguilha, tirou ele pra fora, olhou, deu um beijinho na ponta e, esticando a língua, começou a lamber a cabeça e os lados, me beliscando de leve na área do freio. Ao perceber que eu não tinha, me olhou e disse: "Nunca vi um cara sem freio." Colocou na boca e começou a dar mordidinhas suaves, fazendo eu tremer de prazer.vadia
policiaNo site do prazer, ela se ajoelhou e com a boca apertava forte minha cabeça. Com movimentos habilidosos pra frente e pra trás, ela chupava e raspava com os dentes. Desceu com a boca e a língua, sem deixar nenhum lugar sem provar da pica que tava dura, até as bolas. Colocou elas na boca, a língua lambia, chupava com a boca, apertava e esticava. O prazer e a dorzinha leve daquilo já tavam me deixando pronto pra gozar. "Porra, não aguento mais", tirei minhas bolas da boca dela. Ela chupou minha cabeça sem pegar na pica e as mãos usava pra apertar, esticar e massagear minhas bolas. Não aguentei mais, depois de um gemido, descarreguei meu gozo na boca dela. Mmmm, ela gemeu e abriu bem os olhos, filha da puta, mal conseguiu falar, tirou a boca e eu continuei gozando mais um pouco. A cara lambuzada e a boca cheia de porra, ela me mostrou, colocou a língua pra fora, olha, e engoliu. Mmm, começou a passar as mãos no rosto, se levantou, pegou a chave de mim e abriu a porta. Agarrou minha pica e me puxou pra dentro. Sem soltar, com a outra mão fechou a porta e perguntou: "O quarto é onde?" "Lá no fundo", respondi. "Meu banheiro fica do lado da porta de entrada", quando ela viu, disse que ia no banheiro, mas você vem comigo. Entramos, ela me soltou e tirou a calça, mostrando uma buceta linda.gostosabuceta. Como tô falando, a oficial não usava calcinha. A buceta linda dela, com um triângulo pubiano cheio e o resto todo depilado, ela me mostrou e disse: "tô com vontade de mijar". Sentou no vaso e colocou meu pau de volta na boca dela enquanto mijava. Quando terminou, tirou a calça e, com meu pau bem duro e empinado, ela, com cara de puta e batendo uma pra mim, disse: "agora você vai ter que me foder pra eu te perdoar a infração". Chegamos na sala. Ela deitou no sofá e abriu bem as pernas, tocou nos lábios da buceta e, esfregando o clitóris, pediu: "enfia logo esse pau, senão, além da infração, vou te prender. Me fode logo! Sim!" E, decidido, enfiei o pau todo lá dentro. Parecia que a buceta dela era apertada, mas me enganei, não era. Senti os lábios dela e como a buceta dela tomou conta do meu pau. Que prazer! Comecei a foder devagar e cada vez mais rápido. Ela gemia e gritava: "Parece até o negão dos pornôs!" Continuei, continuei, vai, me fode, me dá esse pau, e ela se mexia como uma louca, igual a mim. Aí veio o problema. O celular dela tocou. Ela parou de gemer como se nada tivesse acontecido, do prazer foi pra seriedade. O telefone no chão, ela pegou e atendeu. Percebi que era um superior perguntando onde ela estava. Ela fez sinal pra eu ficar quieto e calado, mas enquanto falava, batia uma pra mim e brincava com minhas bolas. "Sim, senhor, sim, senhor", ela dizia. Virava a cabeça e, enquanto falava, dava chupadinhas rápidas e curtas na cabeça do meu pau. "Já vou indo", respondeu. Desligou e disse que tinha uma emergência, mas que voltava mais tarde. Se vestiu rapidinho e pediu pra eu levá-la até a viatura. Levantei a cueca e tentei guardar o pau. "Não se preocupa, me leva assim mesmo." Fiz isso, peguei as chaves e a levei. Ela me cumprimentou com um beijo e a promessa de nos vermos de novo naquela noite. Pois é, meus amigos! Agora sim, terminei o relato. Mil desculpas por ter sido tão longo. Desejo a todos uma boa noite! Descansem!

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