Valéria e eu
Relato totalmente fictício, quase de ficção científica pelo conteúdo aqui descrito. Parte I
Dirigindo ao mercado no meu carro, a poucas quadras de casa, vejo uma viatura policial parada quase no meio da rua.
Continuo andando e uma policial faz sinais com os braços para eu parar.
Faço isso uns 15 ou 20 metros mais à frente. Ela se aproxima, nos cumprimentamos, e logo em seguida me pede os documentos do carro e minha carteira de motorista.
Apoiando o peito na janela do meu carro, e com a cabeça dentro do habitáculo, bem perto do meu rosto, de um jeito que eu sentia a respiração dela na minha cara.
€€€€€€££££€€€€€€£££€££€€€€€€€€£€£€
Expiração.
Percebo que tô sem a carteira, fico nervoso, olho pra ela e ela me olha perguntando... tudo bem?
— Ahn, sim, oficial, mas tô com um problema — ao mesmo tempo, entrego os outros documentos.
Ela puxa a cabeça pra fora e examina. Me olha e estuda as carteiras.
— Tá faltando a habilitação — ela diz.
Respondo: — Aí é que tá meu problema, oficial.
Ela me observa de novo: — Procura com calma, espero você.
Se apoia na janelinha, me mostrando, sem querer, eu acho, o formato e o tamanho dos peitos dela debaixo do uniforme azul. Pareciam médios, mas bem formados, túrgidos, parecia que iam escapar a qualquer momento.
Meus nervos não me deixavam aproveitar o show. Ela não achou minha carteirinha. Depois de uns 5 minutos, repetiu: "Não achou?" Respondi que não. Ela me encarou e ficou pensativa, assim como eu. "Então sou obrigada a te multar e rebocar seu carro." Ela ficou em silêncio de novo, pensativa. "O senhor tem algum jeito de resolvermos isso?" Olhei pra ela, entre desconfiado e surpreso. "Não, mas estou às suas ordens para o que quiser.
(Fotos meramente ilustrativas! Com o único objetivo de deixar o post mais gráfico) ######@@@@@@@@@@$$$$$$$$$$$$$ Depois de alguns minutos, repetiu que devia ter alguma solução e colocou a caneta na boca, fazendo cara de putinha gostosa. Foi até o carro dela, fechou, entrou no meu e disse: "Liga o carro, vamos embora." Sem entender, liguei e arranquei, mas não sem perguntar pra onde a gente tava indo. "Me leva na sua casa pra você me dar seu registro." Ela perguntou se eu morava sozinho, e eu respondi que sim. "Muito bem, vamos." Ela olhava na minha cara, me devorando com os olhos. "Sou a Valéria", e a mão dela foi direto na minha rola. "Como é que você se chama?", perguntava enquanto, com movimentos suaves, acariciava minha rola e descia pros meus colhões com a ponta dos dedos. Fim da 1ª Parte do Post
Relato totalmente fictício, quase de ficção científica pelo conteúdo aqui descrito. Parte I Dirigindo ao mercado no meu carro, a poucas quadras de casa, vejo uma viatura policial parada quase no meio da rua.
Continuo andando e uma policial faz sinais com os braços para eu parar.
Faço isso uns 15 ou 20 metros mais à frente. Ela se aproxima, nos cumprimentamos, e logo em seguida me pede os documentos do carro e minha carteira de motorista.
Apoiando o peito na janela do meu carro, e com a cabeça dentro do habitáculo, bem perto do meu rosto, de um jeito que eu sentia a respiração dela na minha cara.
€€€€€€££££€€€€€€£££€££€€€€€€€€£€£€
Expiração. Percebo que tô sem a carteira, fico nervoso, olho pra ela e ela me olha perguntando... tudo bem?
— Ahn, sim, oficial, mas tô com um problema — ao mesmo tempo, entrego os outros documentos.
Ela puxa a cabeça pra fora e examina. Me olha e estuda as carteiras.
— Tá faltando a habilitação — ela diz.
Respondo: — Aí é que tá meu problema, oficial.
Ela me observa de novo: — Procura com calma, espero você.
Se apoia na janelinha, me mostrando, sem querer, eu acho, o formato e o tamanho dos peitos dela debaixo do uniforme azul. Pareciam médios, mas bem formados, túrgidos, parecia que iam escapar a qualquer momento.
Meus nervos não me deixavam aproveitar o show. Ela não achou minha carteirinha. Depois de uns 5 minutos, repetiu: "Não achou?" Respondi que não. Ela me encarou e ficou pensativa, assim como eu. "Então sou obrigada a te multar e rebocar seu carro." Ela ficou em silêncio de novo, pensativa. "O senhor tem algum jeito de resolvermos isso?" Olhei pra ela, entre desconfiado e surpreso. "Não, mas estou às suas ordens para o que quiser.
(Fotos meramente ilustrativas! Com o único objetivo de deixar o post mais gráfico) ######@@@@@@@@@@$$$$$$$$$$$$$ Depois de alguns minutos, repetiu que devia ter alguma solução e colocou a caneta na boca, fazendo cara de putinha gostosa. Foi até o carro dela, fechou, entrou no meu e disse: "Liga o carro, vamos embora." Sem entender, liguei e arranquei, mas não sem perguntar pra onde a gente tava indo. "Me leva na sua casa pra você me dar seu registro." Ela perguntou se eu morava sozinho, e eu respondi que sim. "Muito bem, vamos." Ela olhava na minha cara, me devorando com os olhos. "Sou a Valéria", e a mão dela foi direto na minha rola. "Como é que você se chama?", perguntava enquanto, com movimentos suaves, acariciava minha rola e descia pros meus colhões com a ponta dos dedos. Fim da 1ª Parte do Post
0 comentários - A policial me para pede documentos do carro e eu sem CNH P1