Olá, esta é minha primeira história no Poringa, mesmo já tendo essa conta há anos… Sou um homem hétero (ou pelo menos era o que eu achava) de 26 anos, atualmente estou casado há 1 ano… Desde pequeno sempre fui meio precoce em muitos aspectos, e a sexualidade era um deles. Lembro que antes mesmo de entrar no ensino médio já via pornô e explorava todas as categorias sempre que podia, e, sendo um moleque tarado, batia muita punheta. Lembro bem que, no ensino médio, quebrei a perna e tive que ficar de cama por 3 meses, que foram essenciais para continuar com meu pequeno grande vício em pornografia, já que não precisava ir à escola e tinha acesso à internet e a um laptop enquanto ficava sozinho em casa. Digo que foi um ponto crucial, porque nessas longas e solitárias horas em casa, um amigo, pelo chat do Messenger (o bom, aquele da Microsoft que todos nós, mais velhos, conhecemos), resolveu me pregar uma peça, me mandando um vídeo de uma “mulher” dando um boquete foda num cara… Mas a surpresa fui eu quem tive, ao continuar vendo o vídeo e perceber que aquela mulher tinha um pauzão incrível entre as pernas… Foi algo que me deu nojo na hora… Mas o tesão falou mais alto e continuei vendo até o final. Fiquei confuso, porque estava com muito tesão… E gozei, enquanto via pornô transsexual naquela idade. A partir daí, continuei procurando e vendo pornô transsexual, gostava, me excitava, mas eu ainda me considerava hétero, saía com mulheres, comia mulheres, mas sempre imaginava que elas tinham um pau grande, grosso e pesado entre as pernas, fantasiava sobre como eu as comeria e depois deixaria que me comessem. Bom, até aí tudo bem. O problema foi quando ver já não era suficiente para mim, eu precisava sentir também, precisava sentir aquela pressão no meu cu… Mas espera um minuto… Eu não sou gay! Não gosto de homens! Que porra estou pensando? Além disso, tenho namorada e adoro o relacionamento que tenho, como eu poderia ser gay?… Bom, então… Isso piorou ainda mais quando entrei na universidade, porque tive que ser estudante de fora, então tinha um apartamento que dividia com mais colegas de quarto, mas tinha meu quarto, minha privacidade e um tesão enorme, numa cidade longe de casa, onde, diferente da cidadezinha onde morava, ninguém me conhecia. Então, algumas noites, com meus colegas, saíamos pra comprar cerveja e geralmente fazíamos umas festinhas no apê, e mais tarde na noite íamos pros butecos e bares de putaria que ficavam perto caçar uns rabos... ou saía com meus amigos locais pra encher a cara. E foi numa ocasião que, já tarde da noite, depois de tomar uns tragos com meus amigos, decidi ir andando pro meu apê, e ao virar numa esquina, notei que bem na minha frente iam duas travestis, caminhando em direção a um dos butecos de travestis que ficavam perto do meu apê... já com a bebida na cabeça, peguei no meu saco e decidi alcançá-las. Uma tinha um físico nada agradável pra mim, porque de longe dava pra ver que era um homem, bruto e gordo com vestido e maquiagem, mas a outra tinha uma silhueta perfeita de mulher, uma voz claramente falsificada, mas que se parecia muito mais com a de uma mulher... perguntei se ela tava trabalhando e se estaria disposta a ir pro meu apê. Aqui, vale deixar claro que, como bom estudante de fora numa sexta, tava com pouco dinheiro e menos ainda depois de ter bebido a tarde toda. Falei que só tinha R$ 300,00, mas que pra mim seria uma fantasia realizada se ela aceitasse... Ela pensou um pouco, perguntou onde ficava meu apê e topou me acompanhar, mesmo a gente indo a pé (embora faltassem só três quarteirões pra chegar), e aqui começa minha aventura. Nervoso, o tesão era tanto que senti a bebedeira passando, não sabia nem o que conversar com ela no caminho pra casa, e puxava assunto sobre qualquer besteira... Só conseguia pensar: "Será que ela tem o pau maior que o meu?" "Vai doer?" "Vou gostar?" "Vou conseguir chupar ele? “Isso tá certo?” “Afinal, por que a gente teria que se rotular por causa do que a gente gosta? Tipo, eu gostar disso não me define como pessoa, é só uma parte da minha sexualidade. Por que alguém ia me julgar? Só tô buscando prazer sem machucar ninguém.” E aí os pensamentos negativos começaram: “Será que ainda tem alguém no apê?” “Alguém me viu entrando com ela?” “E se minha namorada descobrir?” “Será que devo tomar mais cuidado pra não pegar uma dst?” Já lá dentro, tava mais nervoso do que nunca, e a única coisa que consegui falar foi: “Nunca fiz isso antes.” E ela, com uma voz bem suave e sensual, só disse: “Relaxa, pra tudo tem uma primeira vez.” Pediu licença pra entrar no banheiro, pintou os lábios de um vermelho tão intenso quanto sangue, fumou um cigarro, que jogou no cinzeiro com uma marca enorme de batom, e se deitou na minha cama. Fez um sinal com o dedo pra eu chegar perto e começou a se despir. Dava pra ver um volume na calcinha dela, o que me deixou duro que nem pica de cachorro com raiva. Ela me despiu e se despiu também, começou a se tocar bem devagar, até que o pau dela tava totalmente ereto. “Meu Deus, que cock gostosa”, pensei, enquanto começava a me tocar também. Tava decidido a chupar a cock dela, mas ela me parou: “Espera, a gente precisa de proteção.” Tirou uma camisinha da bolsa, colocou, e agora sim, me joguei de cabeça, subindo a cock firme e dura dela… dava pra sentir na minha boca, e como ela ia deslizando devagar até minha garganta. Depois de uns minutos, ela me virou, me colocou de quatro, tirou um pouco de lubrificante da bolsa e começou a lubrificar meu cu, primeiro com o dedo, depois com a cock suculenta e morena dela. Devagar, foi entrando, primeiro a cabeça, que eu sentia pulsando no meu cu, e meu coração batendo a 10 mil por segundo. Quando menos esperava, já tava sentindo os ovos dela batendo em mim… ela me comeu tão forte, que só me deixou pedindo mais. Era uma dor forte que eu nunca tinha sentido, mas o prazer e a A excitação que eu sentia era tão grande que nem lembrava que tava doendo… ela tirou a camisinha, acariciou meus ovos por mais uns minutos e começou a se vestir… pediu um cigarro, e quando pensei que já ia embora, ela disse: “sabe de uma, tava indo embora mesmo, mas tu tem uma bunda tão gostosa e apertadinha que não dá pra desperdiçar”. Tirou a tanga, colocou outra camisinha e a gente começou de novo, mas dessa vez foi diferente. Agora eu percebia que ela tava realmente excitada, e começou a me montar de um jeito tão selvagem, como eu nunca tinha montado em ninguém… foi tanto que ela gozou. Quando tirou a camisinha, eu só conseguia ficar impressionado com a descarga de porra que tinha saído, parecia que tinham enchido a camisinha com uma garrafa de leite… Depois disso, ela só se despediu, me passou o número e disse: “aqui tá meu número, papi, quando quiser, não precisa trazer dinheiro pra eu vir te visitar” e me deu uma piscada. Eu me apressei pra guardar tudo, porque um dos meus colegas de quarto não demorava a voltar do trabalho (ele trabalhava num bar)… Depois disso, achei que meu vício em pornô trans ia acalmar… mas nada disso, só ficou mais forte. Eu não conseguia passar um minuto livre do meu dia sem entrar no Twitter, Reddit ou Tumblr pra ver mais e mais pornô: sissy, bi, gay, JOI, cuckolding, qualquer coisa que envolvesse paus… Quando ia pra faculdade, não perdia um minuto sozinho sem ver pornô; quando ia trabalhar, ia pro banheiro e começava a ver pornô; até quando tava no ônibus, só garantia que não tivesse ninguém perto e começava com meu fetiche e vício… O tempo foi passando, e numa ocasião a gente decidiu ir eu e minha namorada (agora minha esposa) pra um motel… E lá, vimos que tinha um “cardápio” de brinquedos sexuais… Então a gente resolveu comprar um dildo, que usamos algumas vezes (só com ela até aquele momento) até que um dia… ela já ia pro trabalho, e eu ia ficar na casa dela, porque eu não tava trabalhando nem estudando, e como a gente tinha… Acordado, decidi dormir até tarde… tava tudo bem… e aí percebi uma parada: “tava sozinho”. As colegas de quarto da minha mina não estavam, então peguei o vibrador e fui pro banheiro… meter o vibrador… Uff, mas que delícia foi aquela sessão, onde me dei amor próprio. Quando terminei, lavei tudo e coloquei no lugar antes de ir pro meu apê. Por enquanto é isso, espero que tenham curtido essa historinha, e se quiserem saber o que veio depois… é só comentar que vou tentar escrever uma segunda parte, descrevendo como meu processo continuou.
3 comentários - Tô ficando gay?