Cornudo por ser pobre

Beleza, amigos, essa é minha primeira postagem, espero ser claro e bem quente.

Era de noite e eu e minha mina fomos ao cinema. Como saímos tarde do trampo, só pegamos a última sessão. Ela queria ver um filme favorito dela, não lembro qual, mas ela tava super animada.

Eu só tinha grana pra entrada e, depois do serviço, passei pra buscá-la e fomos pro cinema. Tudo ia bem, teve uns amassos na sala e deixei ela bem quentinha.

Saímos do cinema umas 12:30 da noite. Ah, ela ainda não tinha recebido e eu só tinha 20 conto pra passagem. Mas nessa hora já não passava mais ônibus. Decidimos ir pro metrô, mas também tava fechado.

Aí vimos uns trabalhadores fazendo reparos na rua, tapando buracos ou arrumando as placas. Chegamos perto pra pedir ajuda ou o melhor jeito de chegar em casa. Nisso, vejo dois caras encarando minha mina: um barbudo, parecia ter uns 40, e outro moreno mais novo, aparentando 30 e poucos. Esse último não parou de pegar no próprio saco durante toda a conversa. Minha mina tem 1,65, é branquinha, tem um peito bonito, é gordinha, mas tem umas pernas e uma bunda super suculentas. E naquela noite, ela tava de saia, não era justa, mas dava pra ver umas pernas deliciosas.

(Dentro das nossas fantasias sexuais, uma vez ela me contou que queria ter transado com o tio dela. Disse que ele era muito gostoso, não era atlético, mas era robusto e forte, e principalmente, ela curtia barbudos.)

Um daqueles caras que vimos naquela noite era exatamente o tipo de homem com quem minha mulher deixaria se comer. Lembrei disso só no final, quando tudo já tinha rolado, porque acreditei na bondade dos caras. Grave erro...

Enfim... Chegamos pra pedir ajuda e dois dos sujeitos — eram uns cinco — não tiravam os olhos da minha mina. Na época, a gente tinha uns 22 anos e os caras, entre 35 e 40. Eles nos disseram o melhor caminho... Agradecemos e fomos embora. Três minutos depois, vemos que eles Aproximam-se no caminhão: os dois sujeitos que não tiraram os olhos da minha mulher na parte da frente, e os outros atrás. O barbudo, um moreno claro, ia no lado do carona, e o moreno dirigindo. Eles nos disseram que, com prazer, nos deixariam na avenida perto de onde morávamos. Nós, sem pensar, aceitamos como bons adolescentes idiotas.

O barbudo disse: "Só cabe um aqui na frente." Ele desceu e ajudou minha namorada a subir. Eu disse a ela: "Vai na frente, assim vai mais confortável. Eu vou atrás." O caminhão tinha uma caçamba daquelas usadas para transportar material, então não dava pra ver nada de trás pra frente. Nisso, eu fui subindo na parte de trás. A princípio, não se via nada. Então me aproximei um pouco mais e havia uma fresta que me permitia ver completamente os passageiros da frente.

Nos primeiros cinco minutos, fui contemplando o trajeto. Vi que minha namorada conversava com os senhores, nada de estranho... Continuou assim por uns dez minutos. Olhei de novo pra minha namorada e vi que ela tinha tirado o moletom que usava. Não dei importância, pensei que devia estar com calor.

Passaram-se mais cinco minutos, e agora eu via minha namorada mexendo o braço direito (lado do carona). Fiquei chocado, congelei. Não sabia o que fazer. Dava pra ver perfeitamente que ela estava fazendo uma punheta pro senhor. Ele passou o braço pelas costas dela e massageava um peito dela, enquanto o outro moreno já tinha tirado o pau pra fora e apalpava a bunda da minha namorada.

Eu não sabia como reagir e, sem perceber, fiquei duro. Nisso, vejo que eles estavam conversando, ela balançava a cabeça fazendo gesto de "não", mas o barbudo pegou a nuca dela gentilmente e a guiou até o pau dele. Passaram-se vários minutos assim, vendo o sobe e desce da minha namorada. Ela se levantou e agarrou o pau do motorista e do carona ao mesmo tempo.

Agora ela se dirigia praquele pau preto que nem se via de noite. Passávamos por baixo dos postes de luz da rua e eu consegui ver, no mínimo, uns 20 centímetros daquele negro. Então vejo que o barbudo se... Levanta, tira a carteira e tira um preservativo dela. O pau dele parecia ter uns 18cm, mas era grosso. Ele coloca a camisinha e minha namorada, deitada de lado, começa a ser penetrada. O ônibus vinha devagar, o que era um trajeto de 30 minutos virou 40 ou 50. Eu não sabia o que fazer, mas tava durasso e muito excitado. Só via como eles macetavam minha docinha enquanto ela chupava aquele pau preto. Tava tão incrédulo, mas tão excitado que comecei a bater uma discretamente.

O motorista preto goza e minha namorada engole tudo. O outro também. Ele termina, tira a camisinha cheia de porra, joga pela janela. Vejo minha namorada se levantar e começar a masturbar suavemente os paus deles pela última vez. Vejo o barbudo falar algo com ela, e minha namorada tira a calcinha e entrega pra ele.

Chegamos no nosso destino. Desço e me apresso pra chegar na porta do passageiro. O barbudo desce e me fala: "Desculpa pela demora, esses ônibus são meio lentos..." Ajudo minha namorada a descer. Ela disse: "Muito obrigada, adorei a simpatia de vocês." Eu segui e agradeci também.

Caminhamos um pouco. Teve um silêncio. Estávamos atravessando a rua, segurei ela pelas costas pra cruzar e notei o sutiã dela aberto. Foi quando finalmente falei:

Eu: Vi o que você fez com os senhores.
Ela: Amor, me desculpa, sério, me desculpa. Eles disseram que se eu não pagasse de algum jeito, não iam nos ajudar. E além disso, o senhor me encantou, parecia um pouco com meu tio, e você me deixou muito excitada no cinema. Por favor, me perdoa, você sabe que só amo você.
Eu: Relaxa, sente aqui. (Aproximei a mão dela do meu pau)

Ela me olhou fixamente e ficou vermelha. Me perguntou se aquilo realmente me excitava. Eu respondi que não sabia até agora.

Chegamos na minha casa. Fecho a porta e falo: "É hora de você me atender." Levanto a saia dela e meto a mão. Ela já não tava mais de calcinha e ainda tava toda molhada.

Ela me diz:
Amor, você acha que pode se repetir??
Eu: O quê? Com os trabalhadores?
Ela: Não, eu fazer isso com outra pessoa?

Eu ri. Fiquei olhando e meu pau endureceu de novo, falei pra ela: sim, amor, mas agora quero participar.
Beijo ela e sinto o gosto do gozo na boca dela.
Pergunto se ela gostou?
Ela: adorei, amor, é a primeira vez que faço um menage, foi tão rápido e gostoso, minha mão ainda tava na buceta dela e começa a escorrer. Naquela noite a gente transou pra caralho, várias vezes a gente falou se ela queria levar mais um, ah, se ela queria chupar dois paus ao mesmo tempo, o que fez ela gozar várias vezes.

Esse foi o começo da minha cornice, e puta que pariu, eu curti pra caralho, ainda me excita como no primeiro dia...

Espero que vocês tenham gostado, e espero contar outras aventuras, valeu.Cornudo por ser pobre
esposa

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