Faz mais ou menos uns 6 anos que terminei meu relacionamento com minha ex, depois de ficar mais de 10 anos namorando desde quando éramos jovens. Ela era uma mulher submissa e inocente, e eu, um baita de um atrapalhado. Nunca tinha estado com uma mulher, e ela também nunca tinha estado com um homem... Dois jovens prontos pra se descobrir.
Ela é a típica gorda gostosa, cinturão largo, rabão duro, um cabelão liso e sedoso de dar inveja, voluptuosa e com um olhar que seca qualquer pica. No começo, com 19 anos naquela época, a gente era muito inocente, então ter o fetiche de querer vê-la sedutora — ela sempre muito certinha — ia ser uma tarefa difícil. Mas foi quando começamos a nos visitar juntos que, com o tempo, comecei a falar putaria. Comecei a conseguir roupas mais sensuais e ousadas: minissaias justas, decotes, vestidos provocantes. Adorava como ficavam os saltos altos nela, fazendo aquele rabão subir e ficar uma delícia. Pernas grossinhas, duras, sem celulite. E fui educando ela nesse lance de se sentir linda, se ver sedutora e atraente, sem vergonha, sendo uma deusa apetecível. Sempre falava: "Olha como aquele ali tá te olhando", "aquele outro ali", e por aí vai.
Assim que fui morar com ela, foi aí que tudo começou. Eu curtia muito pornô, onde aprendi um monte de coisa e, sinceramente, fui um puta mestre.
Lembro de uma primavera, quando a gente tinha uns 18 anos, estávamos muito excitados. Eu tinha dado uma fio dental pra ela, e todas as minhas atenções estavam no rabo dela. A gente tava na casa da mãe dela, onde ela morava com a mãe, a avó e os irmãos. Ficamos até altas horas da noite, conversando, nos olhando, nos tocando, e esperamos todo mundo dormir pra enfiar no banheiro, onde eu enchia a pussy dela.
Em várias vezes soubemos que ela tinha engravidado por causa do atraso na menstruação, mas eu recorri a conhecidos e me orientaram sobre as pílulas abortivas, onde eu dizia pra ela que tinha que colocar as pílulas bem lá dentro do útero e pra isso eu precisava encher ela de porra pra pílula não escorregar e ficar grudada.
Ela sempre foi muito obediente e me dava todos os gostos, até que um dia comecei a gostar da ideia de dividir ela. Queria ver ela enfiada e apalpada num terreno baldio por desconhecidos, e foi assim que, com o tempo, começamos a realizar esses pedidos que vinham da minha parte.
A primeira ação foi que, toda vez que a gente se juntava pra beber, eu dava algum ansiolítico pra ela, que me deixava com coragem pra fazer e desfazer, ou falar e ver qual seria a reação dela. No fim, era tudo uma confusão. O que me surpreende é que, com o tempo, ela se transformou numa verdadeira puta barata, gratuita. Nunca teve a intenção de vender o corpo, embora a gente tenha feito isso em algumas ocasiões. Simplesmente, ela ficava com tesão de ver o leite escorrendo das picas que ela mesma aquecia.
Até criei uma página de encontros sexuais com as fotos dela, onde dizia que éramos um casal, e depois, no privado, eu contatava alguns caras e explicava qual era minha ideia: sair à noite ou de madrugada com a Mari vestida bem de puta. A Mary estava vestida com um macacão verde, daqueles de valet, com o tecido todo enfiado no cu dela e a pussy praticamente pelada, além de saltos altos e um casaco porque estava frio naquela noite. E esse cara caía como por acaso em algum lugar, bar, posto de gasolina, ou enquanto a gente transava em algum canto escuro, eu dava as instruções pra ele se aproximar.
Por exemplo, assim entre álcool e sedativos que eu dava escondido pra ela, ela podia acabar consumando alguma coisa. Mas praticamente no final ela não precisava tomar nada, fazia por puro prazer nesses encontros, que eram praticamente às cegas. Um sujeito me convida e manda a localização pra eu passar buscá-lo no carro e a gente ir beber mais alguma coisa os três num bosque perto da cidade, a poucos minutos. Quando cheguei, ele me pareceu cara conhecida e era um colega de trabalho. Foi meu total espanto, a única coisa que falei foi: sobe, e a surpresa foi mútua, até que os olhos dele se fixaram na Mari. Ele ficou pasmo, eu fazia sinais pelo retrovisor pra ela disfarçar, e ficou claro que a Mary tava ali pra arrebentar a bunda dele. Por isso que mandei ele subir no banco de trás e acompanhar esse sujeito. No caminho, falei pra Mary acalmar meu convidado e foi aí que ela passou a mão na calça dele, e em poucos minutos ele tava passando a língua nos peitos dela, rosados e tenros, de uma menina de 20 anos. E ela, corada, chupava sem jeito a rola do meu colega de trabalho, um cara de uns 45 anos. Foi nesse momento que ela se levantou dentro do carro e se virou pra mim como quem pergunta se tava tudo bem, e colocou a bunda pra cima do nosso convidado, onde ele apalpou ela como ninguém nunca fez: bruto, quente, excitado, e tirou a legging dela como pôde e colocou ela de quatro e meteu na buceta dela. Ela gemia e eu tapava a boca dela, sem hesitar, em minutos gozaram dentro da buceta dela. Ela abraçada no meu pescoço e eu, do banco da frente, tapava a boca dela do jeito que dava. Minha excitação tava no limite, mas logo falei que a gente tinha que ir embora, que tava ficando tarde, que no dia seguinte eu tinha que fazer alguma atividade, e aí levamos esse sortudo de volta pro lugar onde a gente tinha pegado ele.
Nós fomos pro apartamento, ela bêbada e com o ansiolítico fazendo efeito total. Ela não vestiu a legging e estava só de salto e aquele casaco que, no máximo, cobria metade da bunda dela. Foi aí que, depois de um pouco de caminhada, ela quis comprar umas cervejas. E sim, ela desceu naquele posto de gasolina vazio, só com dois funcionários que não acreditavam no que viam: uma mina de 20 anos, com as pernas brilhando de porra, o casaco cobrindo o torso todo e quase nada das pernas. Os caras saíram de trás do balcão e puxaram papo com ela. Eu tava sentado dentro do carro, uns 30 metros de distância, e eles anotaram uns números que ela ditava, com aquele bafo de álcool e mal se equilibrando. Aí ela pediu pra ir no banheiro, e eles, sem hesitar, indicaram onde era. Ela insistiu que precisava de ajuda, coisa que eu ouvi lá do carro, mas fingi que tava mexendo no celular.
Onde esses caras olhavam pra onde eu tava e como se tivessem vigiando, eles se revezaram pra entrar com ela onde ela tava fazendo xixi com a porta aberta, onde eles aproximaram a rola e ela chupava eles, e eles gozaram dentro da boca dela. Se despediram com um beijo e ela, como se nada tivesse acontecido, subiu no carro e me disse: "Vamos, esses caras são muito chatos, fiquei esperando eles me atenderem", como se eu não tivesse visto nada, haha.
No caminho pra casa, ela ficou muito puta, se esfregava e dizia que queria que eu comesse ela, por isso eu desviei num terreno baldio. Ela desceu do carro com uma garrafa na mão, foi até o capô e, com o batom, queria que eu escrevesse meu nome. Então ela empinou a raba e eu, meio sem graça, autografei as nádegas dela. Na hora, ela se abaixou e começou a chupar minha pica, eu super excitado, mas... num minuto ouvi um barulho de vozes. Falei pra Mary ficar quieta, mas ela, bêbada e doida, fazia sinal pra eu parar de encher o saco e falava alto: "Você gosta que eu seja uma puta, sua puta?" Aí eu, tentando tampar a boca dela com um tapa, dois caras apareceram andando na nossa direção. Eram desleixados, favelados, fedendo a tudo. Me perguntaram se eu tinha fogo, eu falei que não, mas a surpresa foi eles verem a Mary lá de joelhos, de quatro no chão. Ela, com a voz embargada pelo álcool, disse que tinha fogo sim, mas só dava se eles gozassem nela. Os caras, sem hesitar, avançaram e apalparam ela como uma puta no cio, enfiaram os dedos em tudo quanto é lugar.
Ela dizia “Parem, che”, e eles tiraram a pica pra fora e ela chupou a pica de cada um, e até metia os dois paus na boca ao mesmo tempo. Enquanto um batia com força na cabeça dela, o outro enfiava a mão entre as pernas dela. Foi aí que levantaram ela, reclinaram no carro e trataram ela como uma puta, enfiaram pica em todos os buracos. Quando meteram no cu dela, ela me dizia: “Tão me estuprando, Luis, tão me estuprando”. E eu, pasmo e excitado. Ela percebeu isso e me perguntou: “Quer que eu engula toda a porra deles?”. E foi assim, banhada por aqueles dois paus, ela ficou completamente ensopada. Depois, fingindo, falei pra Mari que a gente tinha que vazar rápido porque esses caras podiam nos roubar. Mas Mari deixou eles pasmos e exaustos. Quando fomos embora, não trocamos uma palavra com eles, eles só ficaram olhando o carro indo embora. Minutos depois, finalmente chegamos em casa. Eu tava muito excitado, ela cheirando a leite. Ao entrar, ela desceu do carro e fomos andando como dava até a porta de entrada. Ela, provocante, rindo, não sei do quê. Mas nisso, nosso cachorro, um labrador puro, grandão, surpreendeu ela enfiando o focinho na buceta molhada dela. E ela, rindo, diz: “Outro taradinho, cachorrão, quer que eu tire a porra dele”.
Mas ela se deitou assim na nossa cama, eu subi em cima dela e ela, meio dormindo, me dizia: "Você também quer sentir uma boa puta?"... E eu só durei minutos, onde também deixei meu gozo dentro da pussy dela, sem perceber que nosso cachorro não tinha ficado lá fora e lambia a pussy dela e minhas bolas enquanto eu comia a Mari. Aí fiquei deitado sobre ela e assim amanheci em cima dela, com meu pijama todo grudado por líquidos estranhos.
Ela se levantou, tomou banho e almoçamos tarde, mas como se nada tivesse acontecido... Disso não se falava, ...continua.
Ela é a típica gorda gostosa, cinturão largo, rabão duro, um cabelão liso e sedoso de dar inveja, voluptuosa e com um olhar que seca qualquer pica. No começo, com 19 anos naquela época, a gente era muito inocente, então ter o fetiche de querer vê-la sedutora — ela sempre muito certinha — ia ser uma tarefa difícil. Mas foi quando começamos a nos visitar juntos que, com o tempo, comecei a falar putaria. Comecei a conseguir roupas mais sensuais e ousadas: minissaias justas, decotes, vestidos provocantes. Adorava como ficavam os saltos altos nela, fazendo aquele rabão subir e ficar uma delícia. Pernas grossinhas, duras, sem celulite. E fui educando ela nesse lance de se sentir linda, se ver sedutora e atraente, sem vergonha, sendo uma deusa apetecível. Sempre falava: "Olha como aquele ali tá te olhando", "aquele outro ali", e por aí vai.
Assim que fui morar com ela, foi aí que tudo começou. Eu curtia muito pornô, onde aprendi um monte de coisa e, sinceramente, fui um puta mestre.
Lembro de uma primavera, quando a gente tinha uns 18 anos, estávamos muito excitados. Eu tinha dado uma fio dental pra ela, e todas as minhas atenções estavam no rabo dela. A gente tava na casa da mãe dela, onde ela morava com a mãe, a avó e os irmãos. Ficamos até altas horas da noite, conversando, nos olhando, nos tocando, e esperamos todo mundo dormir pra enfiar no banheiro, onde eu enchia a pussy dela.
Em várias vezes soubemos que ela tinha engravidado por causa do atraso na menstruação, mas eu recorri a conhecidos e me orientaram sobre as pílulas abortivas, onde eu dizia pra ela que tinha que colocar as pílulas bem lá dentro do útero e pra isso eu precisava encher ela de porra pra pílula não escorregar e ficar grudada.
Ela sempre foi muito obediente e me dava todos os gostos, até que um dia comecei a gostar da ideia de dividir ela. Queria ver ela enfiada e apalpada num terreno baldio por desconhecidos, e foi assim que, com o tempo, começamos a realizar esses pedidos que vinham da minha parte.
A primeira ação foi que, toda vez que a gente se juntava pra beber, eu dava algum ansiolítico pra ela, que me deixava com coragem pra fazer e desfazer, ou falar e ver qual seria a reação dela. No fim, era tudo uma confusão. O que me surpreende é que, com o tempo, ela se transformou numa verdadeira puta barata, gratuita. Nunca teve a intenção de vender o corpo, embora a gente tenha feito isso em algumas ocasiões. Simplesmente, ela ficava com tesão de ver o leite escorrendo das picas que ela mesma aquecia.
Até criei uma página de encontros sexuais com as fotos dela, onde dizia que éramos um casal, e depois, no privado, eu contatava alguns caras e explicava qual era minha ideia: sair à noite ou de madrugada com a Mari vestida bem de puta. A Mary estava vestida com um macacão verde, daqueles de valet, com o tecido todo enfiado no cu dela e a pussy praticamente pelada, além de saltos altos e um casaco porque estava frio naquela noite. E esse cara caía como por acaso em algum lugar, bar, posto de gasolina, ou enquanto a gente transava em algum canto escuro, eu dava as instruções pra ele se aproximar.
Por exemplo, assim entre álcool e sedativos que eu dava escondido pra ela, ela podia acabar consumando alguma coisa. Mas praticamente no final ela não precisava tomar nada, fazia por puro prazer nesses encontros, que eram praticamente às cegas. Um sujeito me convida e manda a localização pra eu passar buscá-lo no carro e a gente ir beber mais alguma coisa os três num bosque perto da cidade, a poucos minutos. Quando cheguei, ele me pareceu cara conhecida e era um colega de trabalho. Foi meu total espanto, a única coisa que falei foi: sobe, e a surpresa foi mútua, até que os olhos dele se fixaram na Mari. Ele ficou pasmo, eu fazia sinais pelo retrovisor pra ela disfarçar, e ficou claro que a Mary tava ali pra arrebentar a bunda dele. Por isso que mandei ele subir no banco de trás e acompanhar esse sujeito. No caminho, falei pra Mary acalmar meu convidado e foi aí que ela passou a mão na calça dele, e em poucos minutos ele tava passando a língua nos peitos dela, rosados e tenros, de uma menina de 20 anos. E ela, corada, chupava sem jeito a rola do meu colega de trabalho, um cara de uns 45 anos. Foi nesse momento que ela se levantou dentro do carro e se virou pra mim como quem pergunta se tava tudo bem, e colocou a bunda pra cima do nosso convidado, onde ele apalpou ela como ninguém nunca fez: bruto, quente, excitado, e tirou a legging dela como pôde e colocou ela de quatro e meteu na buceta dela. Ela gemia e eu tapava a boca dela, sem hesitar, em minutos gozaram dentro da buceta dela. Ela abraçada no meu pescoço e eu, do banco da frente, tapava a boca dela do jeito que dava. Minha excitação tava no limite, mas logo falei que a gente tinha que ir embora, que tava ficando tarde, que no dia seguinte eu tinha que fazer alguma atividade, e aí levamos esse sortudo de volta pro lugar onde a gente tinha pegado ele.
Nós fomos pro apartamento, ela bêbada e com o ansiolítico fazendo efeito total. Ela não vestiu a legging e estava só de salto e aquele casaco que, no máximo, cobria metade da bunda dela. Foi aí que, depois de um pouco de caminhada, ela quis comprar umas cervejas. E sim, ela desceu naquele posto de gasolina vazio, só com dois funcionários que não acreditavam no que viam: uma mina de 20 anos, com as pernas brilhando de porra, o casaco cobrindo o torso todo e quase nada das pernas. Os caras saíram de trás do balcão e puxaram papo com ela. Eu tava sentado dentro do carro, uns 30 metros de distância, e eles anotaram uns números que ela ditava, com aquele bafo de álcool e mal se equilibrando. Aí ela pediu pra ir no banheiro, e eles, sem hesitar, indicaram onde era. Ela insistiu que precisava de ajuda, coisa que eu ouvi lá do carro, mas fingi que tava mexendo no celular.
Onde esses caras olhavam pra onde eu tava e como se tivessem vigiando, eles se revezaram pra entrar com ela onde ela tava fazendo xixi com a porta aberta, onde eles aproximaram a rola e ela chupava eles, e eles gozaram dentro da boca dela. Se despediram com um beijo e ela, como se nada tivesse acontecido, subiu no carro e me disse: "Vamos, esses caras são muito chatos, fiquei esperando eles me atenderem", como se eu não tivesse visto nada, haha.
No caminho pra casa, ela ficou muito puta, se esfregava e dizia que queria que eu comesse ela, por isso eu desviei num terreno baldio. Ela desceu do carro com uma garrafa na mão, foi até o capô e, com o batom, queria que eu escrevesse meu nome. Então ela empinou a raba e eu, meio sem graça, autografei as nádegas dela. Na hora, ela se abaixou e começou a chupar minha pica, eu super excitado, mas... num minuto ouvi um barulho de vozes. Falei pra Mary ficar quieta, mas ela, bêbada e doida, fazia sinal pra eu parar de encher o saco e falava alto: "Você gosta que eu seja uma puta, sua puta?" Aí eu, tentando tampar a boca dela com um tapa, dois caras apareceram andando na nossa direção. Eram desleixados, favelados, fedendo a tudo. Me perguntaram se eu tinha fogo, eu falei que não, mas a surpresa foi eles verem a Mary lá de joelhos, de quatro no chão. Ela, com a voz embargada pelo álcool, disse que tinha fogo sim, mas só dava se eles gozassem nela. Os caras, sem hesitar, avançaram e apalparam ela como uma puta no cio, enfiaram os dedos em tudo quanto é lugar.
Ela dizia “Parem, che”, e eles tiraram a pica pra fora e ela chupou a pica de cada um, e até metia os dois paus na boca ao mesmo tempo. Enquanto um batia com força na cabeça dela, o outro enfiava a mão entre as pernas dela. Foi aí que levantaram ela, reclinaram no carro e trataram ela como uma puta, enfiaram pica em todos os buracos. Quando meteram no cu dela, ela me dizia: “Tão me estuprando, Luis, tão me estuprando”. E eu, pasmo e excitado. Ela percebeu isso e me perguntou: “Quer que eu engula toda a porra deles?”. E foi assim, banhada por aqueles dois paus, ela ficou completamente ensopada. Depois, fingindo, falei pra Mari que a gente tinha que vazar rápido porque esses caras podiam nos roubar. Mas Mari deixou eles pasmos e exaustos. Quando fomos embora, não trocamos uma palavra com eles, eles só ficaram olhando o carro indo embora. Minutos depois, finalmente chegamos em casa. Eu tava muito excitado, ela cheirando a leite. Ao entrar, ela desceu do carro e fomos andando como dava até a porta de entrada. Ela, provocante, rindo, não sei do quê. Mas nisso, nosso cachorro, um labrador puro, grandão, surpreendeu ela enfiando o focinho na buceta molhada dela. E ela, rindo, diz: “Outro taradinho, cachorrão, quer que eu tire a porra dele”.
Mas ela se deitou assim na nossa cama, eu subi em cima dela e ela, meio dormindo, me dizia: "Você também quer sentir uma boa puta?"... E eu só durei minutos, onde também deixei meu gozo dentro da pussy dela, sem perceber que nosso cachorro não tinha ficado lá fora e lambia a pussy dela e minhas bolas enquanto eu comia a Mari. Aí fiquei deitado sobre ela e assim amanheci em cima dela, com meu pijama todo grudado por líquidos estranhos.
Ela se levantou, tomou banho e almoçamos tarde, mas como se nada tivesse acontecido... Disso não se falava, ...continua.
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