Dominada e humilhada, sissy levada pra mamar na Constituição

Olá! Se vocês gostarem, adoraria que deixassem comentários e pontos. Assim me dá mais vontade de continuar escrevendo coisinhas de sissy submissas e obedientes.

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Eu estava viajando de trem rumo ao centro, num sábado de manhã, para comprar uma camiseta. E sem nada mais pra fazer, mergulhado nos meus pensamentos. Quando cheguei na estação de Lanús, uma quantidade enorme de gente subiu e me fez lembrar o que era o Roca na pré-pandemia em horários de pico, mas num sábado.

Me ajeitei como pude, tentando não ser arrastado pela multidão, mas a maré de gente me acomodou do jeito que quis. E fiquei agarrado a um dos corrimãos com as duas mãos, numa posição nada confortável. Pelo que alguns comentavam, já fazia uma hora que não passava nenhum trem por problemas elétricos.

As portas se fecharam, não sem várias tentativas frustradas, e finalmente o trem saiu de Lanús. Foi aí, com o balanço do vagão, que comecei a sentir uma dureza pressionando contra minha bunda. Primeiro de leve, depois maior, até que não tive mais dúvidas de que estavam me encostando.

Como sou de natureza submissa e tímida, não fiz nenhuma tentativa de escapar, embora isso fosse impossível porque estávamos como sardinhas em lata, mas me chamou a atenção que o homem atrás de mim, que eu não tinha como ver, não pediu desculpas. Afinal, não era culpa dele, ninguém podia se mexer do lugar onde tinha ficado.

Eu tenho 1,70m e peso pouco menos de 60 quilos. Insignificante. E como só tinha que buscar minha compra, me vesti com uma camiseta esportiva e minha calça justa aeroready, quase, quase como uma leggings, tão fininha que parece que você não está vestindo nada. Ainda por cima, era um tamanho menor do que o meu, que já é bem pequeno. Mas eu adorava e não conseguia parar de usar.

A rola que estava me pressionando ficou mais dura e maior, e nesses primeiros minutos, o balanço do O trem me dava um movimento extremamente prazeroso. Mas em poucos minutos percebi que a "investida" durava mais, e um pouco mais forte, do que a lógica indicava.

Obviamente não falei nada pro meu apoiador porque, com o trem tão lotado, ninguém notava nada. O movimento, além de constante, num ponto começou a ser mais circular. Já não tinha dúvidas, estavam me comendo com roupa dentro do trem. Baixei a cabeça, não falei nada e deixei rolar.

Quase chegando em Avellaneda, a pessoa que estava atrás não só continuou com suas investidas, mal disfarçadas, mas com um certo esforço tirou a mão direita de onde estava presa e apoiou na lateral da minha bunda.

O movimento arrancou um gemido bem leve que ninguém ouviu, mas me fez ficar vermelho de vergonha. Já não dava mais pra fingir que não tava vendo: até ali podia ser um passageiro paciente que aguentava estoicamente uma encostada involuntária, mas com a mãozinha do apoiador na lateral da minha bunda, eu virava um putão que se deixava fazer.

O primeiro impulso foi reagir, mas eu tava gostando tanto e sou tão submisso que fiquei imóvel. Minha cabeça era uma bagunça louca de timidez, submissão e prazer culposo. E o homem atrás de mim sentiu isso. Seguimos viagem assim, eu olhando fixo pra frente, vermelho que nem um tomate e ao mesmo tempo curtindo a batida daquela piroca bem na minha bundinha.

Ao chegar em Avellaneda, muita gente quis descer e outra tanta esperava pra subir. O caos. Como fichas de dominó, uma pessoa se ajeitava pra outra poder se mexer, pra outra poder se deslocar, pra mais uma atrás poder descer. Eu não precisei me mover, mas meu apoiador sim. A piroca dele parou de ficar colada na minha bunda por uns segundos, e o que ele fez me desmontou.

Quando ele se mexeu pra deixar passar, senti a mão direita que me segurava quase na cintura se apoiar com força na minha bunda. Uma apalpadela total sem ninguém notar. Ele apoiou a palma inteira aberta com força e durante três ou quatro segundos, ele subiu e desceu acariciando minha bucetinha minúscula.
Já naquele momento, eu estava em êxtase de prazer, bancando a putinha entregue em cima do trem. Quando as portas se fecharam, notei que não só ele fazia força pra voltar à posição original, mas eu também me ajeitava pra voltar a ser apoiada.
E assim seguimos o resto da viagem, com os dois plenamente cientes do que tava rolando, sem dúvidas.
Conforme o trem se aproximava da Constitución, os movimentos do quadril dele me empurrando uma e outra vez ficaram cada vez mais fortes, e até por trás comecei a ouvir uns grunhidos, a ponto de temer que alguém percebesse.
O auge foi quando, com o trem já chegando no fim da linha e os primeiros movimentos dos outros passageiros, ele aproveitou que na minha frente se abriu um pequeno espaço. Notei que a mão dele largou meu quadril e, com o antebraço, de um jeito imperceptível pros outros, mas firme pra mim, me empurrou pra frente pelas costas, com o antebraço, pra eu me inclinar e arquear.
Aí as estocadas ficaram mais lentas, mas mais profundas. Eu sentia aquela pica enorme tentando atravessar a fina camada das duas calças, a minha e a dele, e entrar onde parecia ser o lugar natural dela. Até que o trem começou a reduzir a marcha, senti duas palmadinhas na lateral da bunda e ele se separou de mim.
Tentando respirar normalmente e não ofegar que nem uma cadela no cio, algo realmente muito difícil naquele momento, agradeci que a porta que ia abrir pra plataforma era a que tava na minha frente, e não a de trás. Eu morria de vergonha se tivesse que me virar e encarar o homem que tinha me apoiado.
Meu plano era sair e andar o mais rápido possível em direção às catracas, sem me virar. No entanto, antes que as portas se abrissem, uma mão pegou meu braço e uma voz com tom imperativo me ordenou:
— Você desce e me espera na plataforma.
Por algum motivo, eu fiquei. petrificado e nem me passou pela cabeça a ideia de desobedecer. Com o coração batendo que nem taquicardia, andei dois passos pra fora assim que clareou e fiquei imóvel.

De um lado e do outro, os passageiros andavam pela plataforma, putos com o atraso, apressados, se esbarrando, se empurrando. Eu, parado e de cabeça baixa, levei uns encontrões, mas continuei feito estátua.

O fluxo de gente foi diminuindo e finalmente parou. Aí alguém se aproximou e parou na minha frente. Como eu tinha calculado, era um pouco mais alto que eu e não tive escolha senão levantar a cabeça.

Me deparei com um cara bem forte, o oposto do fracote insignificante que eu era, moreno, com roupa de trabalho de fábrica ou de obra. Levava uma mochila no ombro. Me olhava com um sorriso meio debochado. Mal disfarçava a ereção, que continuava ali entre as pernas dele.

— Não vai me deixar na mão assim. Vem comigo — falou num tom seco e cortante.

E eu fui atrás. Nem precisou tocar no meu braço ou falar pra onde a gente ia. Simplesmente começou a andar com passo firme e eu segui atrás, nervoso e quase tremendo, fervendo de vergonha. Em nenhum momento ele virou pra ver se eu tava seguindo. Sabia e pronto.

Saímos da plataforma mas não passamos pelas catracas. E chegamos numa escada larga que descia e que eu sabia que levava pros banheiros da Estação da Luz. Nunca tinha ido lá.

Era a hora em que minha parte racional gritava pra sair correndo. Mas outra parte de mim, muito mais forte naquele momento, tava nublada e só seguia o tesão de obedecer.

Descemos a escada lado a lado e, ao contrário do que eu imaginava, os banheiros não eram um antro escuro e sujo, embora também não fossem um primor de limpeza. Me bateu uma onda de excitação involuntária, mas, como tinha acontecido no trem, meu pintinho continuava tão murcho e fraco quanto antes.

Tinha pouca gente, por Sorte.
Decidido, meu acompanhante foi atrás dos cubículos e eu o seguia timidamente, juntando as mãos na frente, mexendo elas meio nervosas.

Fui primeiro até o mais afastado da entrada e a porta estava entreaberta: vazio. Com um gesto firme, mas seco e discreto, ele me fez sinal de que eu devia entrar. Entrei sem conseguir tirar os olhos do chão, enquanto ouvia alguns murmúrios atrás de nós. Mais cor nas minhas bochechas.

Fiquei parado, imóvel, do lado do vaso sanitário enquanto ele fechava a porta com tranca, com um coquetel de adrenalina, medo e excitação percorrendo todo o meu corpo. Notei como ele me olhava dos pés à cabeça e finalmente disse, num sussurro grave e dominante:

— Abaixa as calças.

Quase tremendo, abaixei até os joelhos. Meu pintinho continuava minúsculo, quase não dava pra ver nenhum volume na cueca.

— O que cê tá fazendo com isso?! — me repreendeu com aspereza — Como é que vai ficar de cueca? Que nojo. Levanta as calças de novo, faz o favor...

A dureza das palavras dele fez com que eu me apressasse a levantar a roupa de novo sem reclamar. E a frase que ele soltou depois me destruiu:

— Você tem que usar calcinha, fio dental, culote... talvez até uma cueca feminina, mas não cueca de homem. Não combina, não, não, não... — disse enquanto balançava a cabeça e esboçava um meio sorriso.

A humilhação me deu outra dose de excitação. E completei com um "Desculpa" que saiu num suspiro, inconsciente. Depois ele mandou que eu me virasse, apoiasse as mãos na parede e abrisse as pernas.

Obedeci, bem dócil, pensando que ele ia me apoiar de novo como no trem, mas em vez disso ele ficou bem perto e começou a acariciar minha bunda por todos os lados. Fez isso à vontade, enfiando a mão o mais fundo que podia enquanto eu abaixava a cabeça e tentava disfarçar o quanto eu estava entregue.

— Quer que eu te coma? — disse, e eu me assustei. Não só não tinha experiência como, pelo tamanho do que eu tinha me apoiado no trem, sem creme ou algo do tipo, podia ser extremamente doloroso pra mim.

- Não, não, foder não, por favor - quase supliquei.

Ele apertou minha bunda bem forte e cuspiu:

- Qual é o seu problema? Tá de chico?

Continuei de cabeça baixa e em silêncio até entender que resposta ele esperava de mim. Com muita vergonha, respondi que sim, que tava de chico.

- Bom, mas você tem sorte que pode me chupar a pica. Vira aí, e quero te ouvir.

Me virei, sem perceber coloquei as mãos entrelaçadas nas costas, como numa penitência, e comecei a recitar: "Você não pode me foder porque..."

- Não, não. Olha nos meus olhos.

Levantei o olhar com timidez e então, sim, da minha boca saíram aquelas palavras tão degradantes: "Você não pode me foder porque tô de chico, mas posso te oferecer chupar sua pica."

- Bom, tá bem, eu deixo você chupar minha pica - ele disse com um ênfase especial no "deixo".

Com a vista nublada pela fantasia que ia se realizar de um jeito tão humilhante, abaixei com cuidado a tampa do vaso e sentei ali, esperando ele tirar a pica pra começar a mamar.

- Não, quero você de joelhos e ali - ele apontou pro lado, onde tinha uma poça de água, mijo, barro e terra seca. Alguém tinha tentado limpar a lama dos sapatos arrastando os pés e deixado uma sujeira.

- Mas tá tudo sujo - consegui dizer.

- Claro - ele falou e suspirou como se tivesse uma paciência infinita comigo - Olha, quando a gente sair daqui depois que você tomar toda a porra, cada um vai sair como corresponde ao seu papel na vida pra todo mundo ver e ninguém ficar com dúvida. Eu vou sair subindo a braguilha. Combinado?

Assenti.

- E você vai sair com os joelhos sujos e, depois da gozada que vou te dar, limpando a boquinha com um lenço. Combinado?

Assenti de novo, resignado a ser submetido daquele jeito. Levantei, fui até o canto e apoiei um joelho naquela poça. imundo. Depois apoiei a outra e ele se aproximou até deixar a virilha a centímetros do meu rosto. Dava pra ver de perto aquele mesmo volume que tanto prazer me deu no trem, e uma corrente elétrica percorreu meu corpo.

Lentamente, como se estivesse saboreando me ter ali ajoelhado naquela sujeira. Ele abaixou a braguilha, puxou a cueca e tirou o pau pra fora, vazando líquido pré-seminal, duríssimo. Deixou a um centímetro do meu nariz.

- Dá beijinhos

Comecei a dar beijos sem encostar. Primeiro na cabeça brilhosa, e meus lábios ficaram logo impregnados com o líquido dele. Passei pra um lado do tronco, pro outro, deixando um beijo em cada centímetro. Ele me incentivava:

- Mais, mais, mostra seu amor, sua putinha. Isso, muito bem, mostra devoção, mostra que você se apaixonou.

Sem perceber, os beijos que eu dava já eram com a boca semiaberta e a ponta da língua pra fora. Depois, sem ele mandar, comecei a lamber o pau dele. Primeiro de pouquinho em pouquinho, depois já da base até a cabeça. Comecei a gemer enquanto fazia isso, já perdendo completamente a cabeça.

Com um empurrãozinho na nuca, ele me fez entender que era hora de chupar. Ofereceu a ponta do pau dele, eu meti tudo que consegui, fechei os olhos e comecei a me mover pra frente e pra trás, com as mãos ainda na saia.

- Vou encher sua boca de porra e você não vai deixar uma gota sem engolir, entendeu? Você vai embora com a barriguinha de puta cheia - disse ele, me encarando com um sorriso debochado, de braços cruzados e mãos na cintura.

Ele me deixou assim por vários minutos até que, de tanto meter e tirar o pau, comecei a babar, e a mistura de saliva com líquido pré-seminal começou a escorrer pelo queixo até minha camiseta. Então ele disse:

- Essa boca nasceu pra ser cabeçuda. É o primeiro pau que você chupa?

Eu ia tirar o pau da boca por um momento pra responder, e ele me parou na hora.

- Não, não. Alguém como você não tira o pau que tá mamando da boca pra responder algo que pode responder com gestos e não com uma frase.

Então Segui como pude, enquanto balançava a cabeça pra frente e pra trás, movi ela enfaticamente pra cima e pra baixo pra responder que sim, enquanto continuava chupando.

- Tá ligado que essa é a primeira de muitas, né?

Repeti meu gesto de concordância, com a boca cheia e babando.

- E tá ligado que a partir de agora você não pode negar nenhum pau que te oferecerem, né?

Balancei a cabeça de novo dizendo que sim.

- Muito bem, putinha, agora vamos te dar um nome mais condizente com sua realidade. Vou te dar três opções - ele disse enquanto eu continuava mamando e, como dava, olhava pra cima atento à "explicação" dele - Pode ser Déborah, e te chamarem de Debby, Magalí, e te chamarem de Magui, ou Florencia, e te chamarem de Flopy. Agora me mostra qual você gosta mais.

Neguei com a cabeça quando ele repetiu Déborah, e fiz o mesmo quando insistiu com Magalí. E assenti várias vezes quando ele disse Florencia. Tudo com o pau dele na boca, sem dizer uma palavra.

- Fica bem em você, Florencia - ele disse com um sorriso debochado - Então, Flopy, agora você vai lamber bem as bolas, porque se quiser a porra quentinha e generosa, tem que tratar elas muito bem.

Aproveitei que ele tirou o pau da minha boca pra limpar com a mão um pouco do queixo todo babado, enquanto ele puxava a braguilha pra fora duas bolas enormes, quase sem pelo. Comecei a lamber uma por uma, olhando pra cima agora com mais conforto, porque o contato visual tinha me dado um choque de excitação. Chupei elas com dedicação, enfiava na boca e depois lambia com vontade. Passei de uma pra outra várias vezes até que, com um tapinha na cabeça, ele ordenou, seco.

- De volta pro pau, vamos.

Enfiei o tronco de novo na boca e comecei a mamar num ritmo mais acelerado, enquanto ele tirava do bolso de trás o celular. Deve ter visto nos meus olhos uma expressão de terror, porque logo esclareceu que não queria me filmar por enquanto. Reforçou "por enquanto". Apertou alguns botões e me ofereceu. Peguei o celular, intrigado, com a boca cheia.

- Tá aí pra tu se agendar. Coloca teu número e no nome de contato Flopy e o que vier na cabeça: head master, cum-eater... O que tu quiser, mas bota alguma coisa pra eu ter uma ideia de qual Flopy tu é.

De joelhos e com o pau na boca, peguei o celular com as duas mãos e comecei a digitar no único lugar possível: com o phone entre meus olhos e a barriga dele. Escrevi meu número e também o nome do contato:

"Flopy Chupabuceta"

Devolvi pra ele, ele olhou e sorriu. Guardou o celular de novo no bolso de trás e me segurou pela nuca. Aí começou a marcar um ritmo de boquete mais intenso, tanto que tive que segurar o pau pra não entrar tão fundo e me dar ânsia. Por sorte ele deixou eu fazer isso e eu soube que ele ia gozar logo.

- Engole tudo, nem uma gota fica pra fora, gulosinha - ele disse enquanto me comia a boca.

Em segundos, ele parou de repente, senti o pau pulsando forte na minha boca e apertei os lábios. Um jato, outro, outro e mais outro entraram na minha boca até encher. Era um gozo não muito grosso, mas com um gosto bem forte. Sem coragem de engolir, mantive na boca até as sacudidas pararem. Quando ele tirou o pau, era tanta porra na minha boca que eu tava com as bochechas inchadas. Fiquei assim, de joelhos e com a boca cheia de gozo sem saber o que fazer.

- Não engoliu de uma vez... Cê gosta de brincar com a porra, né putinha?

Assenti com a cabeça, que mais eu podia fazer. Ele pediu pra eu mostrar e eu abri a boca com cuidado pra não derramar nada. Era uma quantidade enorme de sêmen e eu me sentia como um copo cheio até a borda que alguém tenta mover.

Num instante de descuido, um pouco de gozo escapou pelo canto dos lábios: parte ficou no meu queixo e um pouquinho caiu no chão.

- Agora engole

Não sei como fiz, mas engoli tudo de uma vez. O prazer de sentir todo aquele gozo impregnando minha garganta e viajando pro meu estômago foi delicioso. Mas senti que ele me olhava com reprovação.

- Eu falei nem uma gota Lá fora. Nada se desperdiça, tá claro?

Entendi o que tinha que fazer. Com o indicador, passei na boca o fio de porra que tinha ficado no meu queixo e chupei o dedo. Achei que com isso ele ia ficar satisfeito, mas ele apontou pro chão e com a ponta do sapato me mostrou onde tinha caído a gotona de leite que tinha escorrido.

- Você devia lamber isso do chão direto, sem reclamar, mas como você tá meio verdinha, vou deixar você pegar com a mão.

Me aproximei da gota no chão e tentei pegar com os dedos duas ou três vezes, mas sem sucesso: escorregava entre os dedos. Na quarta, fiz o que senti que devia fazer. Apoiei as palmas das mãos no chão, aproximei o rosto daquele resto de porra e lambi direto do chão. Assim como o último traço de dignidade ia embora de mim, uma onda de satisfação entrava com o gesto. De tão humilhante, me excitou pra caralho.

Enquanto ele guardava o pau e arrumava a roupa, eu, num estado de excitação e submissão total, percebi que durante todo o tempo que a gente tinha passado no banheiro, apesar do prazer intenso que senti, meu pinto continuava tão molinho e pequeno quanto antes. Como se não tivesse ousado se mexer diante da dominação que eu tinha levado.

Levantei do chão e, de fato, os dois joelhos estavam bem sujos com uma meleca de barro, sujeira e, acho, xixi. Ia ter que sair assim. Mas antes, ele tirou da mochila um pacote de lenços descartáveis e me ofereceu um.

- Você vai sair limpando a boquinha de head master, como eu falei antes. Mas além disso, tenho tempo, então vamos resolver umas paradas que não posso deixar passar. Você tem grana?

Assenti timidamente enquanto pegava o lenço e, bem submisso, mostrei os 2 mil pesos que tinha no bolso.

- Beleza, vem atrás de mim - ele falou seco.

Destrancou a porta e saiu andando do cubículo, fazendo questão de estar subindo a braguilha, como se qualquer um que visse notasse. Saí atrás dele com os joelhos sujos e, como ele tinha mandado, limpando os cantos da boca com o lenço. Não precisava ser gênio pra entender o que tinha rolado. Um velho que tinha lavado as mãos falou como quem não quer nada quando passei por ele: "Foi gostoso?" e ouvi uma risada debochada, mas nada mais.

Já fora dos banheiros, atravessamos o hall inteiro da Constitución em direção à saída da Lima. Ele na frente, bem decidido, e eu uns dois metros atrás. Na calçada, ele me esperou, atravessamos e entramos numa espécie de feira. Eu tava intrigado e meio preocupado, mas a submissão e a excitação falavam mais alto e eu fui atrás.

Chegamos numa barraca de lingerie. Ele deu uma olhada por cima em tudo e finalmente falou pra vendedora que tava procurando um culotte de renda pra dar de presente pra namorada, de preferência rosa. Ofereceram dois modelos e aí ele disse pra vendedora, uma menina nova e entediada:

— Eu não entendo muito, então trouxe meu amigo aqui porque ele é magrinho igual ela e tem o mesmo corpo que minha namorada. Será que ele pode provar pra eu ficar seguro?

A menina me olhou surpresa e eu fiquei vermelho que nem tomate. Mas depois de hesitar uns segundos, ela disse que sim e apontou pra um biombo dentro da loja, que era minúsculo. Impossível não te verem completamente dos corredores.

— Só que tem que provar por cima da roupa — falou a menina.

Tive que vestir um culotte e ele me fez dar uma volta enquanto olhava concentrado. Depois, o outro. Pelos corredores, passava gente que chegava a me ver. Um me assobiou, outro riu, um senhor fez cara de admiração.

No fim, ele escolheu uma calcinha culotte de algodão com renda e puntilha, obviamente rosa. Mas quem pagou fui eu. Aí acho que a vendedora entendeu pra quem era de verdade.

— Agora, vai se trocar — ele falou divertido enquanto saíamos. Eu fui atrás com o culotte numa sacolinha transparente e voltamos pros banheiros da Constitución. Entramos no mesmo cubículo de antes. sem que ele dissesse nada, encostei na parede, desamarrei os tênis, tirei eles, tirei a calça e finalmente tirei a cueca. Tava dobrando ela pra colocar em cima da calça, mas ele me parou:

- Não, não... isso, no lixo.

Resignado, voltei atrás, amassei a cueca e joguei num cesto sujo que tinha do lado. Depois tirei a calcinha do saquinho e coloquei devagar. O roçar nas minhas pernas, a maciez do algodão, o jeito que meu pintinho minúsculo encaixou perfeito na parte da frente e como se ajustou na bunda pequena foi prazer demais.

Vesti a calça e os tênis de novo. Ele me fez virar e mandou eu subir um pouco mais a calça. Fiz isso e ele me elogiou:

- Perfeito, agora sim dá pra ver. Tem que aparecer sempre em putinha como você, não esquece. Pra garantir que fique à vista, agora dá um nó na camiseta, deixa como um topzinho e não tampa a marca da calcinha.

Fiz isso e ele mandou eu pegar o saquinho vazio que ia precisar. Voltamos pro saguão da estação, no meio de uma multidão que tava saindo porque chegaram dois trens juntos.

- Agora eu vou, mas falta mais uma coisa. Você me disse que tava indisposta, né. Então vai na banca e compra um pacote de absorvente. Leva no saquinho e quando chegar em casa, coloca um. Usa por cinco dias e num caderninho anota a data. Daqui 28 dias, a mesma coisa. Combinado? Vai, logo você vai ter notícias minhas.

Sob o olhar dele, fui até uma banca e pedi, morrendo de vergonha, um pacote de absorvente feminino. Não tinha muita variedade e me deram um pacote da marca "Nosotras". Amei o nome e decidi que ia ser minha marca favorita.

Já sem grana pra comprar o que tinha que comprar, com uma calcinha fio dental marcando por baixo da calça, o gosto de porra ainda na boca e um saquinho com absorvente na mão, a única coisa que me restava fazer era Voltar pro trem de volta.
Sentei na próxima composição que saiu da Constitución sem problemas. "Pena que não tá lotado", pensei.

10 comentários - Dominada e humilhada, sissy levada pra mamar na Constituição

Es fantástico este relato x dioss ❤️ Que ganas de que me encuentre un macho así y me haga dar cuenta que solo sirvo para putita. Merece una segunda parte!!
GIEGUI
me encantaría que me pase algo asi yo también soy re sumisa linda
hermoso relato, ami me pasó parecido en la costera en morón, la diferencia es que el apoyador vivía cerca de la parada y me abusó en su casa. volví tarde con la cola llena de leche