Segunda semana depois de voltar pra academia, tchau dores e energia total, indo de manhã cedo e, salvo um ou dois dias, tenho a academia só pra mim.
Tava aquecendo na bicicleta ergométrica que apontava de frente pra área onde fica a gaiola de agachamento, aí vejo um cara de uns vinte e poucos levantando uns pesos pesados.
Tinha uma bunda gostosa, como muitos caras de academia, e quando descia dava pra ver uma leggings branca por baixo do short curto.
Até aí, só mais um cara hétero metrossexual, como tem em todo lugar. Mas o que eu via era que toda vez que subia, ele me olhava pelo espelho e sorria.
Terminei a bicicleta e vi que não tinha a toalha por perto, então fui pro vestiário onde deixei minha mochila.
Nem terminei de abrir ela, o cara aparece atrás de mim, pega a mochila do outro lado e fica do meu lado, mexendo nela. Tira o celular e me fala: "Oi, tira umas fotos pra mim pro Instagram?"
Falo que sim, sem problema. Ele tira a camiseta e eu tiro as fotos típicas: costas, frente, flexionando, blá blá blá. Quando vou devolver o celular, ele fala: "Tira mais umas?" Nem terminei de falar que sim, ele abaixa a calça e fica só de leggings, vira de costas e coloca a bunda na posição de twerk. Eu tiro de vários ângulos e a pica tava dura pra caralho.
O cara virou, viu minha pica dura e a voz mudou na hora: "Já tava achando que você gostava dessa bunda, papai..."
Nem sei como levei ele pra um dos banheiros e fechei a porta. Só sei que, quando me dei conta, sentei ele no vaso e enfiei a pica dura na boca dele. Ele chupava como os melhores, nenhuma gatinha chupa pica igual um bom promíscuo.
Depois de um tempo, falo: "Vai me dar essa raba agora, docinho?" O cara hesitou, mas virou de costas. Enfiei os dedos na boca dele e depois abri o cu dele devagar, um dedo, dois, três.
A pica já tava toda babada e enfiei inteira. O cara meio que deu um gritinho e eu parei: "Tá bem?" Aí ele vira e responde: "Arrebenta comigo. Toda, papi."
Segurei ele pelos quadris e meti bem forte. O cara mordeu o próprio pulso enquanto eu tirava e colocava tudo. O único som que se ouvia naquele banheiro era minhas bolas batendo nele. No final, gozei nas costas todas dele.
O cara riu e disse: "De qualquer forma, ia ter que tomar banho antes de ir trampar, hahaha." Quando eu tava saindo, ele entrou pelado no chuveiro. A última coisa que vi foram as costas cheias de porra e aquela bunda depilada e malhada se molhando no chuveiro.
Tava aquecendo na bicicleta ergométrica que apontava de frente pra área onde fica a gaiola de agachamento, aí vejo um cara de uns vinte e poucos levantando uns pesos pesados.
Tinha uma bunda gostosa, como muitos caras de academia, e quando descia dava pra ver uma leggings branca por baixo do short curto.
Até aí, só mais um cara hétero metrossexual, como tem em todo lugar. Mas o que eu via era que toda vez que subia, ele me olhava pelo espelho e sorria.
Terminei a bicicleta e vi que não tinha a toalha por perto, então fui pro vestiário onde deixei minha mochila.
Nem terminei de abrir ela, o cara aparece atrás de mim, pega a mochila do outro lado e fica do meu lado, mexendo nela. Tira o celular e me fala: "Oi, tira umas fotos pra mim pro Instagram?"
Falo que sim, sem problema. Ele tira a camiseta e eu tiro as fotos típicas: costas, frente, flexionando, blá blá blá. Quando vou devolver o celular, ele fala: "Tira mais umas?" Nem terminei de falar que sim, ele abaixa a calça e fica só de leggings, vira de costas e coloca a bunda na posição de twerk. Eu tiro de vários ângulos e a pica tava dura pra caralho.
O cara virou, viu minha pica dura e a voz mudou na hora: "Já tava achando que você gostava dessa bunda, papai..."
Nem sei como levei ele pra um dos banheiros e fechei a porta. Só sei que, quando me dei conta, sentei ele no vaso e enfiei a pica dura na boca dele. Ele chupava como os melhores, nenhuma gatinha chupa pica igual um bom promíscuo.
Depois de um tempo, falo: "Vai me dar essa raba agora, docinho?" O cara hesitou, mas virou de costas. Enfiei os dedos na boca dele e depois abri o cu dele devagar, um dedo, dois, três.
A pica já tava toda babada e enfiei inteira. O cara meio que deu um gritinho e eu parei: "Tá bem?" Aí ele vira e responde: "Arrebenta comigo. Toda, papi."
Segurei ele pelos quadris e meti bem forte. O cara mordeu o próprio pulso enquanto eu tirava e colocava tudo. O único som que se ouvia naquele banheiro era minhas bolas batendo nele. No final, gozei nas costas todas dele.
O cara riu e disse: "De qualquer forma, ia ter que tomar banho antes de ir trampar, hahaha." Quando eu tava saindo, ele entrou pelado no chuveiro. A última coisa que vi foram as costas cheias de porra e aquela bunda depilada e malhada se molhando no chuveiro.
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