Viro a putinha do meu amigo 1

Dividia apartamento com dois amigos, um deles chamado Pablo, moreno, bem alto, tipo 1,84 ou 1,85 m, pele morena, porte normal, nem gordo nem magro, também não era um corpo muito atlético, com costas largas, cabelo preto levemente ondulado e um pouco peludo nas pernas, peito e braços. Não gostava de futebol, costumava jogar basquete. E o Luís, de corpo bem magro e pele muito branca, cabelo preto e liso, completamente liso, usava óculos e era a cara do nerd clássico de filme, e era parente do dono do apartamento onde a gente morava. Como já tinha dito, o apê tinha três quartos, dois banheiros, sendo que um dos banheiros ficava dentro de um dos quartos. Como o Luís era parente do dono, ficou com o quarto que tinha banheiro próprio, e eu e o Pablo dividíamos o banheiro compartilhado.

O Luís era um bom aluno, mas o Pablo nem tanto, então ele também rodou numa matéria (diferente da minha) e se inscreveu pra fazer o curso intensivo de verão.

Adriana, minha namorada, foi viajar e foi pra Guanajuato, e o mesmo aconteceu com o Luís, que foi pra cidade dele.

As aulas intensivas eram duas horas por dia, de segunda a sexta, então sobrava bastante tempo livre, apesar dos deveres. E como não tinha futebol porque o campeonato tava de recesso por causa das férias, comecei a ir na academia da escola, que continuava aberta por causa das aulas de verão, só pra fazer um pouco de esteira e não perder o condicionamento físico com a ausência do campeonato e dos treinos normais.

No primeiro dia de aula intensiva, depois de sair, eu tava na sala vendo TV quando o Pablo chegou e foi tomar banho. Levantei pra ir na cozinha pegar um refrigerante, bem na hora que o Pablo saiu, pelado e com a toalha no ombro, na minha frente. Não consegui evitar de ficar olhando pro volume dele enquanto ele andava. Era bem grande, mesmo estando mole. O pau dele não era circuncidado, e a pele cobria a cabeça toda. do pau dele, ainda assim, a cabeça desenhava-se grande sob o prepúcio, os ovos eram grandes e balançavam enquanto ele andava. Certamente era costume do Pablo sair pelado rumo ao quarto depois do banho, até já tinha visto isso outras vezes, mas nunca o tinha observado tão atentamente como naquela ocasião, e não era nada mal, naquela noite sonhei com o Pablo e seu lindo pinto, pela primeira vez o via de uma forma diferente, algo mais que um amigo, sei lá, talvez fosse minha necessidade de encontrar um macho, e desta vez não podia ser alguém mais próximo, alguém que morava no mesmo apartamento que eu.
Eu estava muito tarado e no dia seguinte tive a ideia de armar uma pequena armadilha para saber se haveria alguma chance de algo mais, fui para a academia como de costume e não tomei banho lá, esperei para tomar em casa, ao chegar, o Pablo estava na sala vendo TV e eu o cumprimentei ao entrar, deixando minha mochila «esquecida» ao lado da TV, entrei no banho e saí pelado com a toalha no ombro, mas em vez de ir para o quarto, fui para a sala pegar minha mochila, lá, de costas para o Pablo, me agachei para abrir a mochila com as pernas ligeiramente abertas e sem dobrar os joelhos, exibindo minha bunda nua, nessa posição eu tinha as nádegas entreabertas e senti o ar fresco acariciar meu buraco, então tinha certeza de que meu esfíncter franzido e rosado ficava à vista do Pablo, demorei um pouco, «procurando» minha cueca e a vesti sem me virar, estava nervoso e meu coração batia forte, senti uma descarga de adrenalina, como se estivesse fazendo algo arriscado, senti o olhar dele no meu rabo, mas ele não fez nenhum comentário, quando me virei, notei que ele estava meio corado e desviou rapidamente o olhar para a TV, nervoso, me despedi e fui para o quarto, antes de entrar, sem que ele visse, desviei o olhar e percebi que ele estava ajustando o pau, que com certeza tinha crescido, no entanto, o Pablo não era Arturo ou Roberto, não bastava eu mostrar a bunda pra eles se jogarem em cima de mim igual aqueles outros dois malditos.
Pablo era meu amigo e meu colega de apartamento, e eu não ousava dar o próximo passo, tinha medo de que, se fosse descoberto, pudesse perder a amizade dele, o boato se espalhar na escola, eu perder minha namorada e até ser expulso do apartamento por ser "viado". No dia seguinte, notei uma certa agitação em Pablo, que ele tentava disfarçar; fingi não perceber. À tarde, ajudei ele com o dever de casa, ele sentado na escrivaninha e eu atrás, inclinado sobre a nuca dele, olhando a tela e explicando perto do ouvido. Ousei colocar a mão no ombro dele e senti um leve sobressalto nervoso, minha mão também suava um pouco. O perfume dele chegou ao meu nariz, o cheiro, e eu inspirei fundo. Em certo momento, aproximei tanto meu rosto do dele, fingindo não enxergar bem o monitor, que senti o roçar da bochecha dele contra meu queixo, um leve toque que me arrepiou, um calafrio percorreu meu corpo. Me segurei pra não dar um beijo nele. A explicação foi curta, meu pau já tava endurecendo e ia me entregar, então assim que terminei de explicar, virei rápido e fui pro meu quarto me masturbar, fantasiando com o Pablo.

A próxima oportunidade foi na sexta seguinte. Pablo chegou bêbado e num estado triste e angustiado, tinha brigado com a namorada e coube a mim confortá-lo. Convidei ele pra um bar perto do apartamento, pra afogar as mágoas, e começamos a beber. No caso do Pablo, mais do que devia. Durante a noite, em certo momento, ele começou a chorar e ofereci meu ombro pra consolá-lo, como um menininho, apesar da altura dele. Ousei acariciar o cabelo dele com a mão pra confortá-lo. Depois de se desabafar, ele agradeceu minha amizade e me abraçou, no calor das bebidas. Abracei ele com força, sentindo o calor do corpo dele, o peito, os braços, as costas, enquanto oferecia palavras de encorajamento. Em certo Nesse instante, nossas orelhas se roçaram e senti uma corrente elétrica percorrer minha espinha.
Quando voltamos pro apê, ele mal conseguia ficar em pé. Levei ele apoiado no meu ombro, ele disse que ia vomitar e eu o levei pro banheiro, ele vomitou na privada. Um cheiro ruim tomou conta do banheiro e rapidamente dei descarga. Ajudei ele a se levantar, notei que vomitando ele sujou um pouco a camisa. Ajudei a tirar e coloquei no cesto de roupa suja. Não dava pra deixar ele assim, então falei que ele precisava de um banho. Abri o chuveiro e esperei a água morna sair. Ajudei ele a tirar a calça e tirei minha camisa pra não molhar. Não tive coragem de tirar minha calça pra disfarçar meu nervosismo. Fiquei tentado a tirar a cueca dele, mas também não tive coragem. Coloquei ele no chuveiro só de cueca, peguei o sabonete e passei no peito peludo dele, acariciando os pelos e a pele no processo. Acabei roçando os mamilos dele com a ponta dos dedos e o volume dele cresceu. Fingi que não vi. O meu também tava crescendo e pedi pra ele virar de costas pra não ver meu volume. Continuei nas costas dele, tentando me concentrar pra baixar minha ereção, algo difícil, mas consegui me controlar um pouco. Peguei uma toalha e ajudei a secar ele como se fosse um bebê. Depois do banho, ele tava mais animado e saiu do banheiro sem ajuda. Fui atrás dele até o quarto, perguntando se precisava de ajuda. Ele pediu pra eu pegar uma cueca. Quando entreguei, ele tirou a cueca molhada. Consegui ver o pau dele, meio mole. Tinha crescido mesmo, não a ponto de ficar duro, dava pra ver a ponta saindo do prepúcio, rosada e brilhante. Ele vestiu a cueca limpa e agradeceu pela ajuda. Ainda ofereci meu ombro pra ajudar ele a deitar. A pele do torso nu dele, morna, tocando a minha. Sem conseguir evitar, minha pele se arrepiou. Meu pau ficou duro de novo e rapidamente fui pro meu quarto pra ele não perceber. Mais uma vez, bati uma punheta lembrando daquilo. experiência vivida e caí num sono profundo.
A partir daquele dia ficamos mais próximos, na semana seguinte ele se reconciliou com a namorada, mas ela também foi viajar com a família, passávamos muito tempo juntos, à noite teve um amistoso da Seleção Mexicana e convidei ele pra assistir na tela do meu quarto, nós dois bem à vontade, eu de short e camisetinha e ele de regata e moletom, pegamos um six de cerveja e fizemos pipoca e comemoramos a vitória da Seleção, tudo muito normal, mas em segredo era um tormento ficar perto do Pablo, eu sentia que com ele também rolava algo parecido.
Na terceira semana ele trouxe um filme de ação e um aparelho de DVD que tinha no quarto dele e fomos assistir à noite no meu quarto, nós dois recém-tomados banho e só de cueca, no começo do filme estávamos sentados encostados na cabeceira da cama comendo pipoca e tomando refrigerante, pouco depois da metade do filme eu me deitei na cama, enquanto o Pablo continuava sentado, de canto de olho eu via o volume do Pablo a centímetros do meu rosto, tava ficando com tesão e fingi que dormia, e “dormindo” virei de lado na direção do Pablo, meu nariz roçou o tecido da cueca dele, dava pra sentir o cheiro de sabonete e me arrisco a dizer que o do pau dele, uma situação muito excitante, o Pablo me chamou e fingi que não ouvia, “profundamente” dormindo, ao ver que eu não respondia, ele se atreveu a tirar o pau da cueca, de canto de olho eu vi e era impressionante, tão grosso quanto o do Arturo embora não tão comprido, me arrisco a dizer uns 19 ou 20 cm, ele se masturbou devagar, tentando não me “acordar”, a cabeça do pau dele aparecia e sumia da minha vista, majestosa, tinha certeza que não era indiferente pra ele e aquela punheta era por minha causa, tava muito nervoso, meu coração batia forte, num instante ele chegou a roçar o pau na minha bochecha, um leve toque, senti o calor do pau dele, sei que era o momento certo para ir além, de "acordar" e tomar posse da pica dele. Fui devagar, tava com muito medo, nervoso, indeciso, sem saber o que fazer. Depois de alguns minutos se masturbando, ele não gozou, levantou da cama e foi pro quarto dele, me deixando com um tesão danado. Tinha certeza de que Pablo também queria mais, mas nenhum dos dois tinha coragem de dar o próximo passo.

Dois dias depois, ele trouxe outro filme de ação. Dessa vez, depois de me lavar, coloquei uma cueca bem fina que grudava na minha pele como uma luva, bem elástica. Não era do tipo que eu costumava usar, mas foi presente da minha namorada. Que presente estranho, vocês vão pensar, mas foi resultado de um mal-entendido. Uma vez, quando a gente ia transar, quando tirei a calça, tava usando umas cuecas meio velhas, gastas e com uns buracos. Não é que me faltassem cuecas, era aquele clássico "ainda aguenta mais uma lavada", comum entre os homens. Mas minha namorada achou que eu precisava e me deu uma caixa com seis cuecas, que ela dizia que me deixavam muito gostoso e eu usava quando transava com ela.

A cueca se ajustava na minha pele perfeitamente, marcava meu volume e também minhas nádegas, o tecido se enfiava entre elas. Simulei de novo que tava dormindo no meio do filme. Achei que fazer igual da outra vez seria suspeito, então dessa vez virei de costas pro Pablo e fingi que tava dormindo, com minha bunda exposta pra ele ver. Tava esperando que ele tivesse coragem de dar o próximo passo, algum movimento, se aproximar de mim, sentir o corpo dele, o calor, acariciar minha bunda ou fazer qualquer tipo de aproximação, mas ele não fez. Só senti a cama mexer de leve, com certeza ele tava se masturbando olhando pro meu rabo, mas não passou disso. Depois de bater uma, ele levantou e foi pro quarto dele.

Chegou sexta-feira e algo mudou. Dessa vez, o filme que o Pablo trouxe era um pornô e eu disse.
Olha, Ariel, você não ia querer ver esse filme na sua tela, ha ha, deve ser muito foda, não acha?
Peguei o DVD com as mãos e vi que era um filme de sexo anal entre professores e colegiais. Na hora percebi que aquela noite era a certa, não acredito que fosse coincidência o filme ser anal e ainda por cima de colegiais. Meu coração começou a bater mais rápido.
Uffa, sim, vamos botar pra rodar. Já faz três semanas que minha namorada foi embora e eu preciso aliviar, ha ha, não aguento mais — respondi.
Idem pra mim, minha namorada também foi embora e também preciso aliviar, ha ha, vai que um dia eu não te reconheço e te enfio a vara, ha ha — completou Pablo, e a resposta, mesmo em tom de brincadeira, não me pareceu tão brincadeira assim, pareceu mais uma insinuação. Então não me defendi, só sorri e fui colocar o filme no aparelho de DVD. Na tela começaram a aparecer os créditos iniciais junto com cenas pornô de mulheres sendo comidas por paus enormes, e rapidamente ficamos com tesão, os dois recostados na cabeceira da cama. Pelo canto do olho vi que Pablo começou a esfregar o pau no tecido da cueca.
Imitei o Pablo, esfregando meu pau, fingindo que estava vendo o filme quando na verdade eu olhava de soslaio o pau dele. O volume era enorme, já não cabia na cueca, comprido e muito grosso.
Minutos depois ele tirou o pau pra fora. Fiquei paralisado olhando pra ele, tanto que minha boca se abriu sem querer, de espanto. Finalmente via ele em todo o seu esplendor. Ele começou a se masturbar, puxando a pele do prepúcio, o cogumelo enorme aparecia e desaparecia debaixo da fina camada de pele. Uma cabeça grande, avermelhada, brilhante, dava pra ver que estava úmida. Quando a cabeça aparecia, eu tinha a impressão de que apontava pro meu rosto. Via claramente o olho da cabeça na frente dos meus olhos, insinuante, se exibindo pra mim, uma cobra de um olho só que me deixava hipnotizado. Acho que ele apontava de propósito pro meu rosto, e eu não conseguia parar de olhar.
Tirei meu pau pra fora imitando o Pablo, disfarçando minha agitação, com o rosto virado pra tela. tela, mas pelo canto do olho eu continuava de olho no pau dele, a gente ficou se punhetando devagar quando ele me faz uma proposta:
Por que a gente não se masturba um ao outro?, o que você acha, Ariel?

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