Passaram uns dias sem grandes sustos, claro que o pai da Marcia tinha me mandado umas mensagens, pelo visto ele tinha gostado do boquete e queria mais. Mas a gente tava afim de fazer algo todo mundo junto e, claro, com ele o assunto era bem complicado, ou pelo menos a gente pensava.
M - olha essa mensagem do meu velho? O que será que tá passando na cabeça dele? -
Olhei a mensagem: sabe se ele se veste de mulher na intimidade? porque já sei que usa tangas...
Johana foi a mais rápida pra sacar a parada
J - claramente seu velho tá assumindo que curte se vestir de putinha e não tem problema que a gente, ou melhor, você saiba, olha que liberal e pervertido que ele é -
M - bom, se for pra falar de pervertido a gente já sabe disso há muito tempo - não me explicaram do que estavam rindo, sempre fiquei curiosa pra saber o que rolou quando eram adolescentes com o Pablo - bom, se agora ele curte caras e quer que a gente veja... hahahaha pode ser muito divertido -
J - é seu pai!!! -
M - sim, eu sei, isso deixa tudo mais picante!! tipo, é meu pai mas a gente sabe que ele é mais um amigo do que um pai, vamos ser sinceras, ele é muito muito taradooo, você topa? -
Y - ah sim, não acho ruim o Pablo, e se vocês tão excitadaaas, sabem que eu topo -
M - a gente teria que organizar um rolê de 6, que ele arrume dois caras, se ele quer te comer que aguente ver a filha dele sendo comida -
uuufff, meu Deus, de onde saiu essa mulher!!! Eu e a Johana nos olhamos chocadas mas super excitadas!!
J - bom, mas que não sejam dois velhos, têm que ser gostosos -
M - ok, eu cuido disso. Você topa se vestir de putinha? -
Johana soltou uma gargalhada gostosa, claro que já tinha feito isso várias vezes.
Nesses dias, Marcia e Johana ficaram full nas mensagens e eu também recebi uns ws picantes do Pablo. Finalmente ele arrumou dois caras que agradaram as minas e a gente combinou de se encontrar no sábado à noite na casa dele, no sítio, pra jantar.
Na quarta-feira, depois de me depilar, elas me fizeram colocar o cinto de castidade. Tinham combinado que o Pablo cuidasse de me mandar as roupas que ele queria que eu usasse.
Na sexta-feira chegou uma entrega com duas caixas enormes, quando abrimos, levamos um baita susto.
Tinha 3 vestidos longos de noite, dois deles super decotados. O meu tinha uma gola com renda bem estilo gótico, também tinha a lingerie completa: fio dental, sutiã, meia-calça e sandálias.
Dentro de uma das caixas tinha outra caixa menor, quando abrimos encontramos uma gaiola de plástico bem pequenininha e 3 plugs anais com strass.
Ficamos de boca aberta. Não só pelo detalhe do gasto com toda a produção das roupas, mas já de cara eles deixavam claras as intenções com nossas bundas.
Marcia ficou olhando os plugs.
M – filho da puta, é mais pesado do que eu pensei, você vai ter coragem? – perguntou pra Johana, que não é muito fã de brincadeira anal.
J – é... dá um pouco de medo e receio, mas olha a roupa e os sapatos que ele mandou, não economizou em nada...
M – cê acha que a gente é umas putas caras? É a chance de realizar o sonho da maioria, alguém que você gosta pagando bem, hahaha.
J – muito, muito caras – o sorriso safado das duas selou o acordo.
No sábado à tarde, a gente se dedicou a se arrumar. Passei umas 1 hora na banheira com água fria pra conseguir colocar aquela gaiolinha rosa minúscula.
depois consegui me vestir: sutiã com enchimento e fio dental, ambos vinho com detalhes de renda, bem fininhos, igual as meias 7/8 com liga pretas com desenho de uma flor. minhas sandálias eram sem salto, ainda bem, e pra finalizar, uma peruca longa castanha lisa.
a Johana me maquiou e, verdade seja dita, as três estávamos divinas, todas de vestido preto longo e elas duas exibindo uns decotes enormes.
chegamos na chácara, era uma casa linda com um parque gigante e uma piscina iluminada. o Pablo nos esperava vestido com uma calça social preta e uma camisa branca.
P — boa noite, bem-vindas, que gostosas que vocês tão as três. entrem, arrumamos a mesa na varanda —
na varanda, os caras das meninas já estavam esperando, ambos na faixa dos 30 anos. logo começamos a beber e rapidamente o jantar ficou bem animado. os caras eram ótimos conversadores e o álcool foi nos soltando cada vez mais.
numa hora, o Pablo falou algo no ouvido da Marcia, e ela nos mandou seguir.
M — não vão comigo ao banheiro? —
levantamos e fomos atrás.
M — chegou a hora — disse ela, tirando os plugs da bolsa. a gente tinha falado sobre isso, claro que não íamos usar a noite inteira, mas quando visse que a coisa podia ficar mais séria, a gente colocava.
é uma situação excitante pra caralho e estranha ao mesmo tempo, ficar trancada com duas mulheres que são suas namoradas, e compartilhar o momento de lubrificar o plug e meter ele até só ficar o strass colorido à mostra.
ajeitamos os vestidos de novo e voltamos pro quintal.
já tinham colocado música e umas luzes coloridas, e nos ofereceram uma taça de champanhe enquanto sentávamos nos sofás de frente pra piscina.
P — se quiserem, a gente pode ir pra dentro. se toparem, temos algo preparado —
a Johana, que como sempre topa qualquer parada:
— não íamos recusar nada depois de tanta gentileza da parte de vocês três —
entramos numa sala enorme, no meio tinha três... Almofadas bem arrumadas no chão, Pablo me levou até elas e na hora entendi que era pra eu me ajoelhar ali.
Assim que me acomodei, notei que as garotas estavam igual a mim, em círculo, rodeadas pelos nossos machos.
Não tive tempo de abaixar o zíper, ele já tirou a bela pica dele e enfiou na minha boca. Não resisti e comecei a lamber e bater uma punheta suave pra ela ganhar volume. A verdade é que não demorou nada pra ficar completamente ereta e começar a foder minha boca. Pelo canto dos olhos, dava pra ver que as garotas estavam igual a mim, ajoelhadas, seguras pela cabeça, engolindo pica até o fundo e dando uns engasgos.
- Eu te falei que elas tinham cara de boas boqueteiras - disse um dos caras.
Elas nos mantiveram assim por um bom tempo, tanto que me surpreendi de nenhum gozar.
- Bom, agora se vocês toparem me seguir, a gente espera por aqui - comentou o outro cara.
Na sequência, tinha uma mesinha redonda gigante. Notei que havia três almofadas em cima dela e uns potes de lubrificante e camisinhas.
- Se vocês, gentilmente, quiserem ficar de quatro olhando pro centro, a gente faz o resto -
Nos olhamos com as garotas, puta merda, não podiam ter planejado nos tratar assim como putas e estar tão convencidos de que a gente obedeceria, mas a verdade é que estávamos super excitadas, então não oferecemos resistência nenhuma. Nos ajoelhamos na mesa, levantando nossos vestidos de noite, ficando as três olhando uma pra cara da outra e deixando nossas rabetas de fio dental apontadas pros nossos machos. Senti ele acariciar minha bunda, e não só o Pablo, os outros também meteram a mão. Depois, baixaram nossas calcinhas ao mesmo tempo, senti o gemido das garotas igual ao meu quando tiraram o plug.
- Muito bem, putinha, vejo que veio preparada - disse Pablo enquanto encostava a pica no meu buraco - gosto que você seja tão putinha e espere seu macho com a bunda aberta -
- Ahh, devagar - gritou a Márcia - ahhh -
Na hora, eu e a Johana nos juntamos também. Os gemidos, dá pra ver que com elas foi igual comigo, ele meteu sem piedade, de uma vez até o fundo.
A gente se olhou entre as meninas, era muito excitante ver nós três pagando nossa janta com nossas bucetas. Igual ao Pablo, os caras não tinham dó nem preocupação nenhuma com nossas bundas, metiam forte, dava pra ver que faziam de tudo pra durar mais, tirando e enfiando de uma vez até o fundo, arrancando gemidos misturados de prazer e dor, mas sem ritmo pra gozar. A gente se olhava entre as três e era impossível disfarçar a cara de prazer e sofrimento que a gente fazia.
Finalmente o Pablo resolveu gozar, saiu de trás de mim e assim que tirou a camisinha, coloquei a pica linda dele na minha boca, quase na hora começaram a jorrar uns jatos de porra grossa.
- Toma tudo - ele ordenou enquanto segurava minha cabeça com a mão na minha nuca.
Eu não sabia que era tão gostoso, mas não tinha escolha, tive que engolir tudo, continuei chupando até deixar limpinha.
Olhei pra Johana que tava se levantando, ela tava com a cara e o cabelo cheios de porra. A Marcia ainda tava de quatro, o magrelo segurava ela pela cintura e tinha acelerado o ritmo. A cara dela dizia tudo, goza magrelo que você tá me matando, finalmente a gente ouviu um grunhido e o suspiro de alívio da Marcia. Quando ele tirou, eu entendi porque tanto sofrimento, ele era muito bem dotado, me surpreendi especialmente com a grossura. Parece que fiquei olhando muito praquela pica enorme, porque a Johana me pegou pelo braço pra eu ir com ela no banheiro e, rindo, falou:
- Vem, você tá babando hahaha -
A gente se juntou as três no banheiro.
- Nossa senhora, que pedaço de pica, ainda por cima não acabava nunca, não vou sentar por uma semana - disse a Marcia entre risadas, cara de satisfação e meio dolorida.
- Sorte que sobrou pra você, eu não aguentava um pedaço desse - falou a Johana.
- Peço um Uber? Os caras se ofereceram pra levar a gente, mas não tô a fim de continuar - disse a Marcia enquanto me entregava meu plug - a A cena já tá paga, alguém tem que pagar o aluguel -
Com certeza o Pablo tinha falado pra ele me dizer pra ficar, mas pra falar a verdade, não achei um plano ruim naquele momento.
- Vão me deixar sozinho, suas traidoras, hahaha - reclamei rindo.
A gente se despediu, com o Pablo me segurando pela cintura com uma mão e com uma garrafa de champanhe na outra. Fomos pro quarto dele. Como eu esperava, tinha uma cama gigante, num quarto que era quase um loft, lindo. Ele me ofereceu uma taça de champanhe enquanto colocava música no som e um filme pornô na TV.
Ele parou atrás de mim e começou a beijar meu pescoço, deslizando as mãos pelos meus quadris enquanto me encostava na pica dele, que já tava mostrando que tava ganhando volume de novo. Ele tirou meu vestido, me deixando só com o conjunto de lingerie bordô chique que ele tinha me dado. Me fez dar umas voltas pra me olhar antes de parar atrás de mim de novo. Dessa vez, ele me mordeu enquanto com uma mão segurava meu pescoço com força e com a outra apertava minhas bolas, me forçando a encostar minha bunda na pica dele.
- Que putinha obediente você é, vamos brincar um pouco agora - falou isso, me soltou e puxou de uma gaveta um acessório que era uma coleira de couro com uma tira que descia pelas costas, onde tinha uma argola que ligava às algemas.
deixei ele colocar a coleira e amarrar minhas mãos atrás das costas. Ele fazia tudo com uma calma e delicadeza que me excitava pra caralho. Ele abaixou minha calcinha fio dental minúscula e pediu pra eu arquear pra ele tirar foto da minha raba.
- vamos pra algo maior - ele tirou da gaveta um novo plug, mas esse era bem maior, lubrificou bem e começou a colocar devagar. Custou um pouco, por causa da ação que a gente tinha tido antes.
Ele subiu minha calcinha de novo e me fez desfilar enquanto filmava com o celular, nota mental: que desconforto é andar com uma parada tão grande no cu.
Depois de umas voltas, ele arrumou uma almofada no chão aos pés dele. Na hora eu fui até ele e me ajoelhei do melhor jeito que pude, tentando não cair de cara por ter as mãos amarradas atrás. Ele tirou a pica que já tava dura e eu comecei a chupar, foi um tempinho curto onde ele não parava de olhar o celular. Logo ele me ajudou a levantar, me virou e do nada senti ele tampar minha boca com uma bolinha presa por tiras na nuca. Ele voltou a beijar meu pescoço e me puxar pra perto.
- Vem, agora vamos nos divertir - ele falava baixinho no meu ouvido enquanto com as mãos me levava de volta pra sala onde tinham sodomizado a gente três.
Os dois caras das minas já estavam de novo bem vestidos, tomando algo num sofá que tava à esquerda da mesinha de centro que a gente tinha usado.
- opa, que produção - disse um deles - fazia tempo que não tínhamos algo assim por aqui -
- cê acha que ela vai aguentar? hahaha -
Pensei que iam vir os três em cima, mas não, eles se acomodaram no sofá enquanto atrás de mim ouvi uns passos. Quando virei a cabeça, me deparei com um senhor de uns 50 anos, mesmo meio encurvado era bem mais alto que eu, bem gordinho, com barriga e mãos grandes e calejadas, dava pra ver que era alguém acostumado a trabalho pesado.
- Olha só, Seu David, o que acha da putinha que trouxemos hoje? - disse Pablo enquanto aproximou um copo de uísque.
Dom David virou o copo inteiro de uma vez enquanto me despia com o olhar sem dizer uma palavra, só moveu o dedo em círculo. Me virei e me abaixei pra mostrar minha bunda, senti um tapa forte.
- Bem firme e pronto - disse Pablo depois de me dar o tapa e mexer no plug que estava enfiado no meu cu
- Como sempre? - foram as primeiras palavras de Dom David
- Claro, Dom David, como sempre, é toda sua - encheu o copo de uísque de novo
- Então temos um trato - virou tudo de novo de um gole só
Ele se aproximou de mim e começou a me acariciar com as mãos grandes e ásperas. Me empurrou pelos ombros pra eu me ajoelhar e abriu a calça, baixando até o meio da perna. Desabotoou a mordaça, me livrando daquela bolinha incômoda, e tirou uma pica descomunal da cueca. Nunca vi algo tão grande, grossa pra caralho e com uma cabeça enorme.
- Abre a boca, puta - ele ordenou.
A verdade é que eu não tinha certeza se conseguiria enfiar uma coisa daquelas na boca, mas por sorte consegui. Inacreditável o quanto ele me forçava a abrir a boca pra caber. Nunca tinha passado por isso, de ser tão difícil por causa da grossura. Dei o meu melhor, mas nem com a ajuda das duas mãos fortes dele segurando minha nuca consegui passar mais da metade daquela pica na minha boca. Era uma fera, pegava minha cabeça com as duas mãos e começava a bombear minha garganta, não ligou que eu me engasgasse, babasse e tossisse.
Os caras riam, faziam comentários e filmavam enquanto Dom David dava conta da minha boca. Já tava doendo minha mandíbula quando ele finalmente deu uma pausa pra beber mais um gole. Pablo aproveitou pra colocar a mordaça de volta na minha boca. Dom David se despiu completamente e colocou uma camisinha. Quis reclamar e dizer que aquilo ia me matar, mas minha cara de medo divertiu os quatro e deixou Dom David com mais tesão.
- Não resiste, viado, essa bunda vai ser minha, de um jeito ou de outro. Quanto mais você resiste, mais vai doer -
tentei me levantar, mas na hora ele colocou a mão forte no meu ombro e me empurrou pro chão
- hahaha te falei pra não resistir - repetia enquanto se posicionava atrás de mim e tirava primeiro a tanga e depois o plug. Um dos caras passou lubrificante pra ele e ele colocou generosamente enquanto enfiava os dedos grossos no meu cu
- pronto, vagabunda? - balancei a cabeça pros lados, mas só fiz os 4 rirem mais - agora vou te fazer mulher
- mm que apertadinho isso tá - disse enquanto começava a empurrar aquele taco de beisebol no meu pobre buraco
- Vai, Dom David, o senhor consegue hahaha - os caras incentivavam.
Reconheço que ele foi suave e paciente, mas cada milímetro que entrava me fazia ver mais e mais estrelas, sentia que minha bunda se abria em dois e aquela pica enorme e dura como pedra era a culpada.
As lágrimas caíam e a mordaça impedia que meus gemidos fossem ouvidos demais. Pablo me filmava e tirava fotos do meu rosto e enxugava as lágrimas enquanto ria.
Quando finalmente senti que uma boa parte já tinha entrado, Dom David parou uns segundos, até recuou, mas eu sabia que aquilo era só a calmaria antes do furacão.
Senti ele sair um pouco e depois enfiar fundo em mim, me fazendo ver estrelas. Ele repetiu a cena várias vezes, enfiando cada vez mais fundo. Me deixou assim por um tempo que pareceu uma eternidade, depois saiu de dentro de mim.
Me virou de barriga pra cima e subiu minhas pernas no ombro dele.
- agora você vai gozar - ele disse
voltou a me penetrar devagar no começo, mas cada vez mais fundo, encostando o corpo no meu, fazendo minhas pernas subirem mais e mais e minha bunda ficar cada vez mais exposta à vontade dele.
- olha a carinha dela toda vermelha - disse um dos caras enquanto apontava o celular pro meu rosto de dor.
Finalmente Dom David decidiu me dar uns segundos de descanso, pra tomar mais uma dose de álcool.
Eu me levantei e com ele... Mãos fortes me giram e me apoiam no braço da poltrona, com as pernas para fora.
Minha raba ficou de novo à mercê dele, e ele aproveitou de novo. Dava pra ver que já tava querendo gozar porque tinha aumentado o ritmo pra caralho. O martírio durou muito mais do que eu esperava, até que senti soltarem minha boca, liberando a correia que prendia a bolinha.
Aí sim meus gemidos foram ouvidos a cada investida desse touro selvagem.
- Escuta como a puta geme, você sabe mesmo fazer uma mulher gozar, Dom David - comentou Pablo
- Vem cá, gatinha, tomar seu leite - disse finalmente Dom David
Ele saiu de trás de mim e me colocou de joelhos na frente do pau dele. Assim que abri a boca, ele enfiou até a garganta. Logo começou a soltar jatos de porra grossa e amarga na minha campainha, me afogando, enquanto a mãozona dele segurava minha nuca. Me engasguei tanto que saiu porra pelo meu nariz, pra risada dos quatro.
Quando ficou satisfeito, me soltou e eu fiquei estirada no chão, exausta.
Fiquei assim deitada um tempão descansando, enquanto ouvia eles rirem e elogiarem o Dom David pelo jeito que ele me atendeu.
Os convidados foram embora logo, e o Pablo chegou perto e me ajudou a levantar.
- Você foi muito bem, se não fosse porque sei que você tá morta, te comeria de novo - olhei o volume na calça dele e vi que era sério. Por sorte ele teve pena e me levou primeiro pro banheiro, onde, pra minha surpresa, terminou de me despir pra gente tomar banho junto. Na verdade, com as mãos amarradas atrás, foi ele quem me lavou, me ensaboou doce e sensualmente o corpo todo, me massageou e me encheu de beijos e carícias.
Ele me vestiu de novo com um conjunto novo de lingerie e a gente foi dormir. Apaguei na hora e só abri os olhos de novo na manhã seguinte. Ele ainda tava meio dormindo, de barriga pra cima, descoberto, completamente nu. Sabia que ele queria e eu também queria, então me deslize até começar a chupar ele. Dava pra ver que tava com tesão da noite anterior porque não demorou nada pra ficar dura e pronta. Percebi que ela tinha acordado porque apoiou a mão na minha nuca e começou a chupar minha boca, não demorou muito pra ficar satisfeito e me dar o café da manhã, super generoso que tomei por completo sem deixar nada.
Finalmente me livrei do arreio.
Gentilmente se ofereceu pra me levar no apê pra evitar ter que ir vestido de mulher de Uber e de quebra dar um oi pras minas.
M - olha essa mensagem do meu velho? O que será que tá passando na cabeça dele? -
Olhei a mensagem: sabe se ele se veste de mulher na intimidade? porque já sei que usa tangas...
Johana foi a mais rápida pra sacar a parada
J - claramente seu velho tá assumindo que curte se vestir de putinha e não tem problema que a gente, ou melhor, você saiba, olha que liberal e pervertido que ele é -
M - bom, se for pra falar de pervertido a gente já sabe disso há muito tempo - não me explicaram do que estavam rindo, sempre fiquei curiosa pra saber o que rolou quando eram adolescentes com o Pablo - bom, se agora ele curte caras e quer que a gente veja... hahahaha pode ser muito divertido -
J - é seu pai!!! -
M - sim, eu sei, isso deixa tudo mais picante!! tipo, é meu pai mas a gente sabe que ele é mais um amigo do que um pai, vamos ser sinceras, ele é muito muito taradooo, você topa? -
Y - ah sim, não acho ruim o Pablo, e se vocês tão excitadaaas, sabem que eu topo -
M - a gente teria que organizar um rolê de 6, que ele arrume dois caras, se ele quer te comer que aguente ver a filha dele sendo comida -
uuufff, meu Deus, de onde saiu essa mulher!!! Eu e a Johana nos olhamos chocadas mas super excitadas!!
J - bom, mas que não sejam dois velhos, têm que ser gostosos -
M - ok, eu cuido disso. Você topa se vestir de putinha? -
Johana soltou uma gargalhada gostosa, claro que já tinha feito isso várias vezes.
Nesses dias, Marcia e Johana ficaram full nas mensagens e eu também recebi uns ws picantes do Pablo. Finalmente ele arrumou dois caras que agradaram as minas e a gente combinou de se encontrar no sábado à noite na casa dele, no sítio, pra jantar.
Na quarta-feira, depois de me depilar, elas me fizeram colocar o cinto de castidade. Tinham combinado que o Pablo cuidasse de me mandar as roupas que ele queria que eu usasse.
Na sexta-feira chegou uma entrega com duas caixas enormes, quando abrimos, levamos um baita susto.
Tinha 3 vestidos longos de noite, dois deles super decotados. O meu tinha uma gola com renda bem estilo gótico, também tinha a lingerie completa: fio dental, sutiã, meia-calça e sandálias.
Dentro de uma das caixas tinha outra caixa menor, quando abrimos encontramos uma gaiola de plástico bem pequenininha e 3 plugs anais com strass.
Ficamos de boca aberta. Não só pelo detalhe do gasto com toda a produção das roupas, mas já de cara eles deixavam claras as intenções com nossas bundas.
Marcia ficou olhando os plugs.
M – filho da puta, é mais pesado do que eu pensei, você vai ter coragem? – perguntou pra Johana, que não é muito fã de brincadeira anal.
J – é... dá um pouco de medo e receio, mas olha a roupa e os sapatos que ele mandou, não economizou em nada...
M – cê acha que a gente é umas putas caras? É a chance de realizar o sonho da maioria, alguém que você gosta pagando bem, hahaha.
J – muito, muito caras – o sorriso safado das duas selou o acordo.
No sábado à tarde, a gente se dedicou a se arrumar. Passei umas 1 hora na banheira com água fria pra conseguir colocar aquela gaiolinha rosa minúscula.
depois consegui me vestir: sutiã com enchimento e fio dental, ambos vinho com detalhes de renda, bem fininhos, igual as meias 7/8 com liga pretas com desenho de uma flor. minhas sandálias eram sem salto, ainda bem, e pra finalizar, uma peruca longa castanha lisa.a Johana me maquiou e, verdade seja dita, as três estávamos divinas, todas de vestido preto longo e elas duas exibindo uns decotes enormes.
chegamos na chácara, era uma casa linda com um parque gigante e uma piscina iluminada. o Pablo nos esperava vestido com uma calça social preta e uma camisa branca.
P — boa noite, bem-vindas, que gostosas que vocês tão as três. entrem, arrumamos a mesa na varanda —
na varanda, os caras das meninas já estavam esperando, ambos na faixa dos 30 anos. logo começamos a beber e rapidamente o jantar ficou bem animado. os caras eram ótimos conversadores e o álcool foi nos soltando cada vez mais.
numa hora, o Pablo falou algo no ouvido da Marcia, e ela nos mandou seguir.
M — não vão comigo ao banheiro? —
levantamos e fomos atrás.
M — chegou a hora — disse ela, tirando os plugs da bolsa. a gente tinha falado sobre isso, claro que não íamos usar a noite inteira, mas quando visse que a coisa podia ficar mais séria, a gente colocava.
é uma situação excitante pra caralho e estranha ao mesmo tempo, ficar trancada com duas mulheres que são suas namoradas, e compartilhar o momento de lubrificar o plug e meter ele até só ficar o strass colorido à mostra.
ajeitamos os vestidos de novo e voltamos pro quintal.
já tinham colocado música e umas luzes coloridas, e nos ofereceram uma taça de champanhe enquanto sentávamos nos sofás de frente pra piscina.
P — se quiserem, a gente pode ir pra dentro. se toparem, temos algo preparado —
a Johana, que como sempre topa qualquer parada:
— não íamos recusar nada depois de tanta gentileza da parte de vocês três —
entramos numa sala enorme, no meio tinha três... Almofadas bem arrumadas no chão, Pablo me levou até elas e na hora entendi que era pra eu me ajoelhar ali.
Assim que me acomodei, notei que as garotas estavam igual a mim, em círculo, rodeadas pelos nossos machos.
Não tive tempo de abaixar o zíper, ele já tirou a bela pica dele e enfiou na minha boca. Não resisti e comecei a lamber e bater uma punheta suave pra ela ganhar volume. A verdade é que não demorou nada pra ficar completamente ereta e começar a foder minha boca. Pelo canto dos olhos, dava pra ver que as garotas estavam igual a mim, ajoelhadas, seguras pela cabeça, engolindo pica até o fundo e dando uns engasgos.
- Eu te falei que elas tinham cara de boas boqueteiras - disse um dos caras.
Elas nos mantiveram assim por um bom tempo, tanto que me surpreendi de nenhum gozar.
- Bom, agora se vocês toparem me seguir, a gente espera por aqui - comentou o outro cara.
Na sequência, tinha uma mesinha redonda gigante. Notei que havia três almofadas em cima dela e uns potes de lubrificante e camisinhas.
- Se vocês, gentilmente, quiserem ficar de quatro olhando pro centro, a gente faz o resto -
Nos olhamos com as garotas, puta merda, não podiam ter planejado nos tratar assim como putas e estar tão convencidos de que a gente obedeceria, mas a verdade é que estávamos super excitadas, então não oferecemos resistência nenhuma. Nos ajoelhamos na mesa, levantando nossos vestidos de noite, ficando as três olhando uma pra cara da outra e deixando nossas rabetas de fio dental apontadas pros nossos machos. Senti ele acariciar minha bunda, e não só o Pablo, os outros também meteram a mão. Depois, baixaram nossas calcinhas ao mesmo tempo, senti o gemido das garotas igual ao meu quando tiraram o plug.
- Muito bem, putinha, vejo que veio preparada - disse Pablo enquanto encostava a pica no meu buraco - gosto que você seja tão putinha e espere seu macho com a bunda aberta -
- Ahh, devagar - gritou a Márcia - ahhh -
Na hora, eu e a Johana nos juntamos também. Os gemidos, dá pra ver que com elas foi igual comigo, ele meteu sem piedade, de uma vez até o fundo.
A gente se olhou entre as meninas, era muito excitante ver nós três pagando nossa janta com nossas bucetas. Igual ao Pablo, os caras não tinham dó nem preocupação nenhuma com nossas bundas, metiam forte, dava pra ver que faziam de tudo pra durar mais, tirando e enfiando de uma vez até o fundo, arrancando gemidos misturados de prazer e dor, mas sem ritmo pra gozar. A gente se olhava entre as três e era impossível disfarçar a cara de prazer e sofrimento que a gente fazia.
Finalmente o Pablo resolveu gozar, saiu de trás de mim e assim que tirou a camisinha, coloquei a pica linda dele na minha boca, quase na hora começaram a jorrar uns jatos de porra grossa.
- Toma tudo - ele ordenou enquanto segurava minha cabeça com a mão na minha nuca.
Eu não sabia que era tão gostoso, mas não tinha escolha, tive que engolir tudo, continuei chupando até deixar limpinha.
Olhei pra Johana que tava se levantando, ela tava com a cara e o cabelo cheios de porra. A Marcia ainda tava de quatro, o magrelo segurava ela pela cintura e tinha acelerado o ritmo. A cara dela dizia tudo, goza magrelo que você tá me matando, finalmente a gente ouviu um grunhido e o suspiro de alívio da Marcia. Quando ele tirou, eu entendi porque tanto sofrimento, ele era muito bem dotado, me surpreendi especialmente com a grossura. Parece que fiquei olhando muito praquela pica enorme, porque a Johana me pegou pelo braço pra eu ir com ela no banheiro e, rindo, falou:
- Vem, você tá babando hahaha -
A gente se juntou as três no banheiro.
- Nossa senhora, que pedaço de pica, ainda por cima não acabava nunca, não vou sentar por uma semana - disse a Marcia entre risadas, cara de satisfação e meio dolorida.
- Sorte que sobrou pra você, eu não aguentava um pedaço desse - falou a Johana.
- Peço um Uber? Os caras se ofereceram pra levar a gente, mas não tô a fim de continuar - disse a Marcia enquanto me entregava meu plug - a A cena já tá paga, alguém tem que pagar o aluguel -
Com certeza o Pablo tinha falado pra ele me dizer pra ficar, mas pra falar a verdade, não achei um plano ruim naquele momento.
- Vão me deixar sozinho, suas traidoras, hahaha - reclamei rindo.
A gente se despediu, com o Pablo me segurando pela cintura com uma mão e com uma garrafa de champanhe na outra. Fomos pro quarto dele. Como eu esperava, tinha uma cama gigante, num quarto que era quase um loft, lindo. Ele me ofereceu uma taça de champanhe enquanto colocava música no som e um filme pornô na TV.
Ele parou atrás de mim e começou a beijar meu pescoço, deslizando as mãos pelos meus quadris enquanto me encostava na pica dele, que já tava mostrando que tava ganhando volume de novo. Ele tirou meu vestido, me deixando só com o conjunto de lingerie bordô chique que ele tinha me dado. Me fez dar umas voltas pra me olhar antes de parar atrás de mim de novo. Dessa vez, ele me mordeu enquanto com uma mão segurava meu pescoço com força e com a outra apertava minhas bolas, me forçando a encostar minha bunda na pica dele.
- Que putinha obediente você é, vamos brincar um pouco agora - falou isso, me soltou e puxou de uma gaveta um acessório que era uma coleira de couro com uma tira que descia pelas costas, onde tinha uma argola que ligava às algemas.
deixei ele colocar a coleira e amarrar minhas mãos atrás das costas. Ele fazia tudo com uma calma e delicadeza que me excitava pra caralho. Ele abaixou minha calcinha fio dental minúscula e pediu pra eu arquear pra ele tirar foto da minha raba.- vamos pra algo maior - ele tirou da gaveta um novo plug, mas esse era bem maior, lubrificou bem e começou a colocar devagar. Custou um pouco, por causa da ação que a gente tinha tido antes.
Ele subiu minha calcinha de novo e me fez desfilar enquanto filmava com o celular, nota mental: que desconforto é andar com uma parada tão grande no cu.
Depois de umas voltas, ele arrumou uma almofada no chão aos pés dele. Na hora eu fui até ele e me ajoelhei do melhor jeito que pude, tentando não cair de cara por ter as mãos amarradas atrás. Ele tirou a pica que já tava dura e eu comecei a chupar, foi um tempinho curto onde ele não parava de olhar o celular. Logo ele me ajudou a levantar, me virou e do nada senti ele tampar minha boca com uma bolinha presa por tiras na nuca. Ele voltou a beijar meu pescoço e me puxar pra perto.
- Vem, agora vamos nos divertir - ele falava baixinho no meu ouvido enquanto com as mãos me levava de volta pra sala onde tinham sodomizado a gente três.
Os dois caras das minas já estavam de novo bem vestidos, tomando algo num sofá que tava à esquerda da mesinha de centro que a gente tinha usado.
- opa, que produção - disse um deles - fazia tempo que não tínhamos algo assim por aqui -
- cê acha que ela vai aguentar? hahaha -
Pensei que iam vir os três em cima, mas não, eles se acomodaram no sofá enquanto atrás de mim ouvi uns passos. Quando virei a cabeça, me deparei com um senhor de uns 50 anos, mesmo meio encurvado era bem mais alto que eu, bem gordinho, com barriga e mãos grandes e calejadas, dava pra ver que era alguém acostumado a trabalho pesado.
- Olha só, Seu David, o que acha da putinha que trouxemos hoje? - disse Pablo enquanto aproximou um copo de uísque.
Dom David virou o copo inteiro de uma vez enquanto me despia com o olhar sem dizer uma palavra, só moveu o dedo em círculo. Me virei e me abaixei pra mostrar minha bunda, senti um tapa forte.
- Bem firme e pronto - disse Pablo depois de me dar o tapa e mexer no plug que estava enfiado no meu cu
- Como sempre? - foram as primeiras palavras de Dom David
- Claro, Dom David, como sempre, é toda sua - encheu o copo de uísque de novo
- Então temos um trato - virou tudo de novo de um gole só
Ele se aproximou de mim e começou a me acariciar com as mãos grandes e ásperas. Me empurrou pelos ombros pra eu me ajoelhar e abriu a calça, baixando até o meio da perna. Desabotoou a mordaça, me livrando daquela bolinha incômoda, e tirou uma pica descomunal da cueca. Nunca vi algo tão grande, grossa pra caralho e com uma cabeça enorme.
- Abre a boca, puta - ele ordenou.
A verdade é que eu não tinha certeza se conseguiria enfiar uma coisa daquelas na boca, mas por sorte consegui. Inacreditável o quanto ele me forçava a abrir a boca pra caber. Nunca tinha passado por isso, de ser tão difícil por causa da grossura. Dei o meu melhor, mas nem com a ajuda das duas mãos fortes dele segurando minha nuca consegui passar mais da metade daquela pica na minha boca. Era uma fera, pegava minha cabeça com as duas mãos e começava a bombear minha garganta, não ligou que eu me engasgasse, babasse e tossisse.
Os caras riam, faziam comentários e filmavam enquanto Dom David dava conta da minha boca. Já tava doendo minha mandíbula quando ele finalmente deu uma pausa pra beber mais um gole. Pablo aproveitou pra colocar a mordaça de volta na minha boca. Dom David se despiu completamente e colocou uma camisinha. Quis reclamar e dizer que aquilo ia me matar, mas minha cara de medo divertiu os quatro e deixou Dom David com mais tesão.
- Não resiste, viado, essa bunda vai ser minha, de um jeito ou de outro. Quanto mais você resiste, mais vai doer -
tentei me levantar, mas na hora ele colocou a mão forte no meu ombro e me empurrou pro chão
- hahaha te falei pra não resistir - repetia enquanto se posicionava atrás de mim e tirava primeiro a tanga e depois o plug. Um dos caras passou lubrificante pra ele e ele colocou generosamente enquanto enfiava os dedos grossos no meu cu
- pronto, vagabunda? - balancei a cabeça pros lados, mas só fiz os 4 rirem mais - agora vou te fazer mulher
- mm que apertadinho isso tá - disse enquanto começava a empurrar aquele taco de beisebol no meu pobre buraco
- Vai, Dom David, o senhor consegue hahaha - os caras incentivavam.
Reconheço que ele foi suave e paciente, mas cada milímetro que entrava me fazia ver mais e mais estrelas, sentia que minha bunda se abria em dois e aquela pica enorme e dura como pedra era a culpada.
As lágrimas caíam e a mordaça impedia que meus gemidos fossem ouvidos demais. Pablo me filmava e tirava fotos do meu rosto e enxugava as lágrimas enquanto ria.
Quando finalmente senti que uma boa parte já tinha entrado, Dom David parou uns segundos, até recuou, mas eu sabia que aquilo era só a calmaria antes do furacão.
Senti ele sair um pouco e depois enfiar fundo em mim, me fazendo ver estrelas. Ele repetiu a cena várias vezes, enfiando cada vez mais fundo. Me deixou assim por um tempo que pareceu uma eternidade, depois saiu de dentro de mim.
Me virou de barriga pra cima e subiu minhas pernas no ombro dele.
- agora você vai gozar - ele disse
voltou a me penetrar devagar no começo, mas cada vez mais fundo, encostando o corpo no meu, fazendo minhas pernas subirem mais e mais e minha bunda ficar cada vez mais exposta à vontade dele.
- olha a carinha dela toda vermelha - disse um dos caras enquanto apontava o celular pro meu rosto de dor.
Finalmente Dom David decidiu me dar uns segundos de descanso, pra tomar mais uma dose de álcool.
Eu me levantei e com ele... Mãos fortes me giram e me apoiam no braço da poltrona, com as pernas para fora.
Minha raba ficou de novo à mercê dele, e ele aproveitou de novo. Dava pra ver que já tava querendo gozar porque tinha aumentado o ritmo pra caralho. O martírio durou muito mais do que eu esperava, até que senti soltarem minha boca, liberando a correia que prendia a bolinha.
Aí sim meus gemidos foram ouvidos a cada investida desse touro selvagem.
- Escuta como a puta geme, você sabe mesmo fazer uma mulher gozar, Dom David - comentou Pablo
- Vem cá, gatinha, tomar seu leite - disse finalmente Dom David
Ele saiu de trás de mim e me colocou de joelhos na frente do pau dele. Assim que abri a boca, ele enfiou até a garganta. Logo começou a soltar jatos de porra grossa e amarga na minha campainha, me afogando, enquanto a mãozona dele segurava minha nuca. Me engasguei tanto que saiu porra pelo meu nariz, pra risada dos quatro.
Quando ficou satisfeito, me soltou e eu fiquei estirada no chão, exausta.
Fiquei assim deitada um tempão descansando, enquanto ouvia eles rirem e elogiarem o Dom David pelo jeito que ele me atendeu.
Os convidados foram embora logo, e o Pablo chegou perto e me ajudou a levantar.
- Você foi muito bem, se não fosse porque sei que você tá morta, te comeria de novo - olhei o volume na calça dele e vi que era sério. Por sorte ele teve pena e me levou primeiro pro banheiro, onde, pra minha surpresa, terminou de me despir pra gente tomar banho junto. Na verdade, com as mãos amarradas atrás, foi ele quem me lavou, me ensaboou doce e sensualmente o corpo todo, me massageou e me encheu de beijos e carícias.
Ele me vestiu de novo com um conjunto novo de lingerie e a gente foi dormir. Apaguei na hora e só abri os olhos de novo na manhã seguinte. Ele ainda tava meio dormindo, de barriga pra cima, descoberto, completamente nu. Sabia que ele queria e eu também queria, então me deslize até começar a chupar ele. Dava pra ver que tava com tesão da noite anterior porque não demorou nada pra ficar dura e pronta. Percebi que ela tinha acordado porque apoiou a mão na minha nuca e começou a chupar minha boca, não demorou muito pra ficar satisfeito e me dar o café da manhã, super generoso que tomei por completo sem deixar nada.
Finalmente me livrei do arreio.
Gentilmente se ofereceu pra me levar no apê pra evitar ter que ir vestido de mulher de Uber e de quebra dar um oi pras minas.
2 comentários - Relato do corno 9 - a casa do Pablo