Minha irmã dormindo de novo, agora bêbada

Tudo aconteceu há uns 3 anos, foi num 27 de dezembro, se não me engano. Foi no casamento de uma prima, e tava toda a família reunida, e teve muita cerveja, como é costume aqui no México. Tava tudo tranquilo, eu já tava entediado porque não tinha quase nada pra fazer, preferi ficar no celular jogando. Lá pelas 12 da meia-noite, fui pra casa dos meus avós dormir, ou era o que parecia. Mas não era bem assim, já tinha tudo planejado. Antes, eu já tinha apalpado minha meia-irmã, e cada oportunidade que tinha, eu aproveitava. Só ficava imaginando o que tinha debaixo daquele vestido vermelho que ela tava usando. Enfim, eram umas 3 da manhã e ouvi um carro chegando. Era meu primo, que tinha ido deixar minha irmã na casa dos meus avós porque ela já tava bem bebada e não conseguia nem andar. Eu não levantei da cama, fingi que tava dormindo. Ela perguntou pra minha avó onde ia dormir, e ouvi ela dizer que era pra dormir comigo. A cama era pequena, mas cabia nós dois. Quando ouvi isso, fiquei tão feliz, já sabem, a adrenalina. Meu primo deixou ela no quarto, e eu até me virei pra ver ela. Ele fechou a porta, ela tirou os saltos e, com o vestido e tudo, dormiu. Juro, assim que deitou na cama, começou a roncar. Eu mexi ela bem forte pra ver se tava dormindo mesmo, mas nada, tava completamente apagada. E eu não perdi tempo. Comecei a enfiar a mão por baixo do vestido e senti que ela tava usando um short, uma lycra que usam por baixo do vestido, mas isso não foi impedimento. Pelo jeito que tava dormindo, comecei a enfiar meus dedos por baixo do short e foi assim que peguei na calcinha dela. Ela não acordava. Então, enfiei minha mão inteira por baixo do short pra levantar ele e poder puxar a calcinha dela. Quando fiz isso, não acreditei no que senti: uma buceta grande, carnuda, coberta de pelos. Ela não se depilava nada. Fiquei tocando ela e, devagar, fui abrindo a buceta dela e comecei a enfiar meus dedos. Senti como ela tava quentinha, e fiquei assim um bom tempo, metendo e tirando os dedos. Enfiando meus dedos, senti como eles ficavam lubrificados. Tirei eles e comecei a chupar — era a coisa mais gostosa que já tinha provado. Depois fui pros peitos dela, abaixei o sutiã um pouquinho e comecei a esfregar os mamilos grandes e morenos. Me acomodei e passei a língua neles, aí a empolgação me dominou e comecei a chupar com mais gosto. Tentei me ajeitar do melhor jeito pra ver se conseguia enfiar minha pika, mas não dava — ia ser um risco grande demais. E aí eu caguei, não consegui. Fiquei me divertindo assim por um tempão. Depois de duas horas, ela virou de lado, quase colando a bunda em mim, e fiquei brincando com a raba dela por um bom tempo, até que pensei: "quero atacar esse cuzinho". Foi fácil levantar a lycra e enfiar a mão no meio das nádegas dela. Peguei e meti meu dedo do meio entre as bandas, deslizando da buceta dela até o cu. Não acreditava no que tava fazendo, mas já não importava mais nada. Fiz de novo, só que dessa vez fiquei tocando o cuzinho dela. Senti o buraquinho bem apertadinho. Tentei enfiar o dedo, mas não queria entrar, então tirei, cuspi e tentei de novo. Dessa vez entrou até onde a unha alcança. Meti e fiquei fazendo isso, tirando e enfiando. Foi tão gostoso que bati uma punheta e apaguei de sono. No dia seguinte, como se nada tivesse acontecido, falei que tinha chegado bem bêbado e que mal ouvi quando ela chegou. Ela só disse que tava morrendo de ressaca, e eu só ri. Seguimos como se nada. Outra história 100% real — se alguém tivesse tido essa oportunidade, teria feito muito mais. Eu, sinceramente, não tive coragem de ir além por medo e tal. Então espero que tenham gostado. Comentem se quiserem mais relatos iguais ou parecidos.

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