Matías, meu amante 3

Matías, meu amante 3

O tratamento dentro da empresa ou em qualquer evento costuma ser bem distante da parte do Matías, só quando a gente fica depois do expediente na empresa é que rola uns amassos e umas coisas a mais, mas sempre vamos pra algum hotel. Finalmente chegou nossa primeira viagem juntos, a instrução que ele me deu foi a mesma: na frente do pessoal da empresa, tratamento distante. Nos dois primeiros dias nem almoçamos ou jantamos juntos, no segundo dia ele veio no meu quarto, mas como sempre, ele vai embora ou me leva pra casa, nunca dormimos juntos. Enquanto a gente tava transando de quatro na cama, ele falou:

— Liga pro cuck… — isso sempre excitava ele pra caralho quando eu tinha outros namorados, ele pedia pra eu ligar pra eles enquanto a gente tava fodendo.

— Mas o Carlos é meu marido… não é um dos meus namorados…

— E a pica que tá te furando o cu é do Carlos?? sua puta… liga pra ele… tenho certeza que te excita… hein, puta…?

— Que malvado você é…

— Te excita muito, hein…??

— Adoro me sentir suja, puta, traidora… que filho da puta você é… — ele me alcançou o celular e meteu de novo bem devagar, deixando a pica enterrada bem no fundo. Coloquei o telefone no viva-voz, como eu sabia que ele adorava quando a gente transava e eu tava namorando outros caras.

— Oi, amor…!!! Como você tá…?? — ele atendeu.

— Ufa… agora que te escuto melhor… mas foi um dia super puxado de trabalho… tô morta… — toda vez que era o Carlos falando, o Matías dava uma bombada forte, mas sempre tentando não fazer barulho, isso excitava a gente pra caralho.

— Me conta um pouco o que você fez…

— Tive que acompanhar o chefe nuns encontros, anotar um monte de coisas, e ontem e hoje acabei comendo e jantando sozinha, já que não conheço ninguém aqui…

— Não janta com seu chefe…??

— Não, ele costuma jantar com uns gerentes regionais… parece que tão planejando algo novo, mas me conta um pouco das suas coisas… — falei querendo fazer ele falar pra que o Mati me comesse com força enquanto ele tava conversando.

— O que te conto… — ele fez uma pausa pra pensar, eu sentia o Mati Dava bem forte. – Tava no curso de reinserção profissional, foi bem interessante… – Mati me pegou pelo cabelo, virou minha cabeça e me deu um beijo de língua bem forte, a gente adorava ouvir o Carlos falando ao fundo. – Depois, quando saí, passei um tempo na casa do Marcos, lembra do Marcos, o filho do encanador?? – Tava agitada, tentei me acalmar um pouco, Mati ficou de novo enfiado até o fundo. Falei com o tom mais natural que consegui:
– Claro, Marcos… o moreno alto…
– Esse mesmo… parece que vai conseguir um trampo numa empresa e quem sabe com o tempo… – Mati sussurrou no meu ouvido, tô perto… quer que eu encha você… fiz que sim com a cabeça… –
– Que bom, amor…!!! Quem sabe ele arruma algo pra você… me enche de alegria… – falei quando senti que o Mati tava chegando lá. Ele ficou parado dentro de mim, sentia o pau dele ficando mole e saindo devagar, caiu deitado do meu lado na cama. Fui chupar ele do jeito que sei que ele gosta. Cada vez que eu chupava, afastava o telefone bem longe de mim, achava graça daqueles vídeos onde as putinhas pareciam que queriam ser descobertas, tudo vídeo fake, de putinhas chupando como se ninguém ouvisse.
– E amanhã, o que cê vai fazer… tem curso…?
– Sim, e vou jogar futebol com os caras… – continuei chupando o pau mole dele enquanto meu marido falava, olhando pra ele com cara de puta.
– Não deixa nada sujo, sabe que eu gosto das coisas limpas.. – e voltei a chupar ele enquanto ele me segurava forte pela nuca e mordia o lábio, o pau dele ficava bem duro de novo.
– Vou tentar limpar o que sujar, pelo menos os pratos e jogar a roupa no cesto. – cheguei perto do ouvido do Mati e falei que queria montar nele. Me ajeitei em cima dele e fui enfiando devagar, ele brincava com meus peitos, acariciava e beliscava.
– Fala sério, amor… eu faço a limpeza geral, mas não me deixa regalo de sujeira de prato e essas coisas…
– Não, fica tranquilo… e quando cê volta… – me mexia suavemente em cima do Mati, que agora tava com os braços pra lado do corpo relaxado, se deixando levar.
—Acho que são mais dois dias… tô morrendo de vontade de te ver… de sentir você… não tem nenhuma amiguinha do seu curso te rodeando, né? Porque você é bem gostosão… — apoiei o telefone na cama e comecei a beijar Mati de boca aberta, enquanto Carlos falava, eu ia metendo a língua em Mati.
—Ai, amor, o que você tá dizendo… cê sabe que eu tô morto por você… você é minha rainha…
—Que bom, querido… espero te encontrar bem quentinho pra mim… você sente minha falta? Por que não me conta o que vai fazer comigo… assim eu me toco um pouco… pra não me sentir tão sozinha… hein…
—Primeiro vou chupar essa buceta deliciosa que você tem… — comecei a gemer um pouco enquanto continuava me movendo devagar em cima do Mati.
—Que gostoso… e mais…
—Depois você vai ficar de joelhos na minha frente e vai me dar uma boa chupada…
—Mmm, que gostoso… — falei cada vez mais excitada e com voz de puta, e acrescentei, pra que Mati ouvisse, que com certeza não sabia, porque era da nossa intimidade, onde ele se metia cada vez mais. — mas você não vai me enganar… sabe que tenho nojo de gozarem na minha boca… e você sempre espera e não tira… quer encher minha boca de porra… safado… — Matías me virou na cama e me deu o dele pra chupar, cada vez que meu marido falava, eu chupava ele, afastando bem o telefone pra que nem o menor barulho se ouvisse.
—Um dia quero encher sua boquinha de porra… você tem uns lábios deliciosos…
Senti que Matías começava a gozar na minha boca, nós dois excitados com a conversa, então desliguei o telefone, enquanto saboreava e engolia o que ele me dava. Pouco depois, tocou de novo,
—Oi, amor… caiu, na verdade eu tava me tocando e caiu no chão, por sorte não quebrou. Tive um orgasmo delicioso… você me excita até pelo telefone, vagabundo… e você, por que não goza? Bate uma pra mim… você gostaria que eu tomasse seu leite um dia, hein… porco… sujo…
—Sim, adoraria… pelo menos gozar na sua boca…
—Que sujo você é… como se eu fosse sua putinha… hein… e depois vai querer arrebentar meu cu Também… é…?
- Sabe que eu não gosto daquilo… acho sujo…
- Goza bastante pra mim agora e um dia vou deixar você gozar um pouco na minha boquinha… porque você goza pra caralho… me dá esse gozo, papi… que vontade de você meter bem fundo… goza toda dentro de mim, papi…

Ouvimos um gemido do meu marido, me despedi dele e desliguei, nos beijamos com o Mati, que apertava minha bunda amassando ela.
- Que puta deliciosa você é, mas tá na hora de ir pro meu quarto, ele disse, se trocou e quando estava saindo falou: a viagem de trabalho pra você acabou, vamos pra um hotel perto daqui, uns quarenta quilômetros, eu tenho que fazer mais algumas visitas, e tenho umas surpresas pra você, o hotel tem piscina, avisa seu marido que você vai pra um hotel com piscina, que a empresa paga porque seu chefe precisa continuar trabalhando e você só um pouco à tarde, digo, caso ele te veja bronzeada.
- Fica tranquilo… eu cuido de contar pra ele.

1 comentários - Matías, meu amante 3

SENSACIONAL ..........
morbo total y super excitante DOY FE jejeje los felicito
👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼👏🏼