Os fetiches safados da MilfCapítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/4415761/Vacaciones-Candentes-Capitulo-Especial-1.htmlCapítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/4481250/Vacaciones-Candentes-Capitulo-Especial-VI.htmlJá fazia uma semana desde que Tomás satisfez a filha, e pra jovem aquilo ainda era inacreditável. Sempre que tentava seduzi-lo, ele a rejeitava, mas bastou a mãe fazer um biquinho pra convencê-lo a cometer incesto, ou pelo menos era o que ela pensava. Embora não houvesse dúvida de que o pai faria tudo que a mulher quisesse. Depois que os lábios deles se separaram, ela viu toda aquela vara sair de dentro dele, molhada pelos sucos lascivos dela.
Aproximando-a, Tomás colocou o pau entre os peitos grandes e macios da filha, que, entendendo o que o pai queria, começou uma masturbação magistral. O homem bufou ao sentir o pênis abraçado por aquelas tetas e a lambida suave que a garota dava na cabeça inchada dele. Sem aguentar mais, gozou, banhando a filha com o esperma. Exausta, ela ficou deitada na cama, enquanto o velho se levantou e, sem dizer nada, foi pro quarto onde April o esperava.
A mulher voluptuosa se aproximou e, de forma bem enérgica, enfiou a boca nele. Carregando-a, ele sentiu uma nova ereção; o pau dele roçava timidamente naquela vulva loira. Tomás tinha certeza: depois de satisfazer a filha, tinha que cuidar dos desejos da esposa. Mordendo os lábios, continuou esfregando o tronco naquela buceta que o molhava devagar. A MILF sorriu enquanto enfiava aquele mastros duro dentro dela.–“Aaaahh, hhhhmmm”–murmurou tremendo com aquele deslizar gostoso que aquele pedaço fazia.
April: amor, sei que devia te dar um descanso porque você acabou de fazer com a Vanessa, mas os gemidos dela me acenderam e fiquei com ciúmes que só ela aproveitou uma trepada matinal.
A coroa continuou cavalgando devagar, ele sorrindo segurava firme a mulher pelas nádegas e dava beijinhos no pescoço dela.
Tomás: Princesa, você sabe que sempre vou estar pronto pra te satisfazer, então não se preocupa.
April: Uuuhh... Eu sei, mas mesmo assim você tem estado muito ocupado nessas últimas semanas, então acho que devia te dar um descanso, o que você merece depois de tanta putaria.
O homem apertando aquelas nádegas lindas e firmes, pensava no que a mulher dele dizia. Ela não tava errada que ele tinha tido umas semanas bem selvagens, tudo começou naquelas cabanas onde ele realizou um desejo da esposa que era ver ele foder outra, como na juventude dele. Com a Gabriela passou uns dias muito safados onde o pau dele ficava duro e enfiado dentro de um dos buracos da novinha ou nos da April. Depois disso, teve uns dias de descanso, com a confusão que tinha rolado por causa do noivado do Axel com a Ignacia.
No entanto, os dias de paz dele terminariam quando, de surpresa, apareceu a Mariana, uma filha que ele não sabia que existia. Fodeu com ela e depois com a mãe dela, voltou pra casa só pra fazer feliz a outra filha dele, desde então não tinha tido um dia sem transar. April foi aumentando o movimento dos quadris, as pernas dela flutuando balançavam no ar como os peitos que às vezes paravam o passo por bater no peito do marido. Tremendo, os dois gozaram ao mesmo tempo, ficando exaustos.
Depois de uns minutos descansando na cama de casal, Tomás sentou e se preparava pra ir trabalhar, naquele dia a jornada dele começava mais tarde que o normal, por uns reparos que estavam sendo feitos perto do escritório dele. Enquanto ele se Enquanto colocava os sapatos, a mulher dele se aproxima e ajuda com o nó da gravata. Ela deu um beijo carinhoso nele, o coroa a abraçou, sussurrando que por ela ele nunca a deixaria sozinha em casa.
April: Isso eu sei, Tom, mas temos filhos e contas pra pagar. Então não tem outro jeito senão trabalhar.
Tomás: Aliás, você não vai pra universidade hoje?
Perguntou curioso.
April: Não, hoje eu tinha aula à tarde, mas vai rolar uma atividade, então pra quê ir? Melhor ficar aqui te esperando ou, se quiser, vou com você.
Respondeu com um sorrisinho no rosto. O marido dela topou, porque não era uma má ideia ter a esposa do lado dele durante o dia, como antigamente.
April: Parece que você gostou da ideia, seu safado.
Tomás: Princesa, como é que eu não ia gostar? Se é o que eu mais quero.
April: Tô vendo que você sente falta das minhas boquetas debaixo da sua mesa enquanto atende seus pacientes.
Tomás: (Mordendo os lábios) E também de comer sua buceta, quando era a sua vez de atender e eu tava de folga.
April: Uuuff, Tommy pervertido, não fala disso que já vou ficar com vontade de voltar a trabalhar na clínica só pra gente se divertir.
Disse a mulher se esquentando de novo.
Tomás: Eu, sinceramente, ainda não entendo por que você não voltou.
April: Queria uma experiência nova de trabalho, não é que eu me cansasse de atender e ajudar as pessoas com seus problemas, mas vi que podia contribuir com minha experiência pra futuros psicólogos e eles verem esse trabalho maravilhoso como ele é.
Tomás: Porra, vejo que vai ser difícil te convencer então.
April: Talvez seja coisa de uns 2 ou 3 anos, depois volto a trabalhar com você, meu amor.
Murmurou pra ele tocando naquele pau duro.
Tomás: Vou ficar te esperando então. Aliás, pode me fazer um favorzinho?
April: Claro, amor, o que você quer que eu faça?
Tomás: Preciso que você entre em contato com a Mariana. Eu tinha oferecido o cargo de secretária pra ela, mas desde que voltamos da casa dela, ela não me responde as chamadas.
Abril: Bom, duvido que você tenha notícias dela de novo.
Tomás: Como?
A MILF suspira e, meio nervosa, olha pro marido.
Abril: Tom, não fica bravo, mas a verdade é que a Mariana não é sua filha e a Pía María também não é a sobrinha da Celeste que você comeu há anos. Toda aquela história que montei foi obra minha, porque queria te arrastar de novo pro incesto e sabia que você não faria depois do que aconteceu naquela época.
A confissão da Abril deixou Tomás chocado, que não conseguia acreditar e assimilar o quão maquiavélica sua esposa podia ser quando queria realizar um dos seus caprichos.
Tomás: Pe-mas…
Abril: amor, sei que é complicado de entender, mas vou explicar. Dois dias antes da Mariana aparecer, fui visitar seus pais porque sua mãe disse que queria me entregar algo pessoalmente. Como desculpa, falei que sairia da cidade por causa de algo da faculdade, já que sei que você não me deixaria ir sozinha na casa dos seus pais, mas eu não queria que você sofresse humilhações do seu pai.
Relatava a mulher.
Abril: Ao chegar, me encontrei com a Pía María e a filha dela. Quando vi a garota, me lembrei da Celeste e ao mesmo tempo da sua mãe, então minha cabeça doida começou a montar tudo. Depois de ver a Hilda, saí ainda com a ideia prematura de tudo, tive dúvidas em executar, mas decidi fazer pelo bem da nossa filha. Como sabia que você não lembraria da sobrinha da Celeste e também não ligaria pra ela ou pediria um teste de paternidade, tudo fluiu. Embora a Mariana tenha tentado se passar comigo, por isso exigi, depois do pagamento, que ela se afastasse de nós.
Concluiu ela, vendo que o rosto do seu amado deixava de ser perplexo e se transformava num de raiva.
Tomás: Mas que porra, Abril! Como você pode brincar com uma coisa dessas? Só pra satisfazer seus nojentos fetiches.
Abril: To-Tommy.
Tomás: Nada de Tommy, não acredito no que você fez, sempre aceitei todos os seus malditos desejos, só porque queria te ver feliz, mas agora não sei Se eu puder te perdoar depois disso.
April: Ah, qual é, você também curtiu com a Vanessa, não exagera.
Tomás: Não tô exagerando, não. O problema não é você ter me feito comer a nossa filha, a questão aqui é que você é capaz de tudo pra realizar seus objetivos obscenos, e isso me faz não te reconhecer mais, a ponto de o divórcio ser uma possibilidade agora pra mim.
Depois da discussão, Tomás saiu furioso de casa, batendo a porta com força. April, por sua vez, ficou parada, ainda sem assimilar aquelas palavras do marido. Mas, aos poucos, lágrimas começaram a brotar nos olhos dela, escorrendo devagar pelas bochechas, enquanto ela murmurava:—"Divórcio? To-Tomás... Ele me pediu o divórcio?Ela se recusava a aceitar, mas já era tarde pra consertar os erros. Tinha arriscado o casamento por puro capricho.
Ele dirigia sem olhar pra trás, embora dos olhos dele também escorressem lágrimas. A MILF, depois de ficar imóvel por uns minutos, viu a porta se abrir. Era a Vanessa, a garota com o rosto apavorado e os olhos cheios de lágrimas.Ma-mamãe, me perdoaEla disse, se abraçando por se sentir culpada pela briga que os pais dela tinham tido.Minha princesa, você não tem nada pra se desculpar, foi só uma briguinha boba que a gente vai resolver com seu pairespondeu, tentando acalmar a jovem.
Depois de ficarem abraçadas por quase 20 minutos, Vanessa voltou pro quarto pensando em como resolver essa merda. A mulher, por sua vez, pegou a foto do casamento e ficou encarando ela. Via como os dois eram felizes, lembrava vagamente do primeiro encontro entre eles naquela sala de aula, a primeira troca de olhares e as primeiras palavras que ele disse, todo nervoso. Como é que uma relação que começou tão bem ia acabar assim? Foi o que April se perguntou, deixando a foto em cima de um móvel. Ela procura entre as coisas dela um caderno. Quando acha, senta, pega um lápis e começa a escrever.Sempre me considerei alguém fora do comum, não sou igual às outras mulheres, por mais que pareça ser normal. Desde pequena, tive fetiches que outras consideram um tabu, por exemplo, lembro que adorava fingir que estava dormindo e esperar meus pais começarem com as provocações, para ir espiar eles enquanto transavam. Eles nunca perceberam que eu os observava, na verdade, uma vez eu gravei e, graças a essa gravação, descobri a pornografia, porque me motivou a buscar esse tipo de conteúdo na internet.
Depois disso, não bastava só adorar ver gente transando, eu também me masturbava. Meu corpo pedia por isso aos berros, e foi uma delícia brincar com a minha bucetinha. Minha curiosidade sobre sexo só aumentava, e eu não entendia por que meu corpo vivia quente e minha vulva sempre molhada. Lembro que aos 18 meus peitos eram bem maiores que os das minhas colegas, e até correu o boato na escola de que eu tinha colocado silicone.
Se as minhas tetas chamavam atenção, minha bunda não ficava atrás, tinha aquele booty redondinho que combinava perfeitamente com meu quadril. Sem dúvida, eu era a mina mais gostosa do colégio, chamando a atenção até dos caras mais velhos. Os moleques da minha idade se aproximavam de mim com cara de tesão, eu via o volume nas calças deles e os olhos me devorando, mais de um queria me levar pra um canto e me fazer de sua, algo que eu teria deixado, porque tava doida pra ter um pau dentro de mim.
No entanto, eles só se limitavam a me despir com os olhos e a fantasiar. Eu não causava furor só nos adolescentes, não — também tinha professores atrás de mim. Diferente dos garotos da minha turma, pra eles era mais difícil me olhar, porque precisavam esconder esses impulsos depravados. Mesmo assim, a maioria esfregava os membros eretos na minha bunda quando surgia a oportunidade, e eu adorava sentir aqueles paus vigorosos e duros.
A genética da minha família era uma benção, porque minha autoestima era lá em cima e eu adorava ser olhada, já que minha vida social não existia fora da escola. Meus pais iam me deixar e me buscar na hora certinha, nunca se atrasavam e eu também não tinha coragem de ser rebelde. Mas uns meses antes de sair da escola, resolvi entrar no clube de atletismo, só porque queria que os caras e o treinador – que era bem gostoso, por sinal – ficassem perdidos olhando meus peitos pulando.
O treinador se chamava Joe, ele era bem novinho, diferente dos professores que esfregavam as picas em mim, tinha só 26 anos e, além de ficar besta olhando pra minha figura gostosa, não se aproveitava como os outros degenerados. Eu sabia que ele tava saindo com a professora de artes, que tinha um rostinho bonito e uns olhos cor de amêndoa que prendiam a gente, mas, comparada a mim, ela era peito de tábua e a bunda dela não era lá essas coisas.
Só por isso tive um leve interesse obsessivo pelo Joe, queria que ele se derretesse com meu corpo e que a Lauren — como se chamava a professora — visse o namorado dela babando pelo meu corpo proibido. Então, elaborei cuidadosamente um plano, que executei num dia de competição, onde teria muito mais homens me observando, e isso me excitava. Enquanto fazia o aquecimento pra uma corrida, sentei no chão e só de ver vários olhos em cima de mim senti um tesão gostoso, que chegava a me molhar toda.
Vendo o Joe conversando com a Lauren, me aproximei deles e pedi pro treinador me ajudar num exercício de alongamento. O coitado ficou duro na hora, porque com aquela camiseta justa minhas duas bênçãos ficavam ainda mais marcadas, e o shortinho que eu usava só valorizava mais minha rabetinha. Percebi que a Lauren ficou meio ciumenta, porque o namoradinho dela tava igual aos outros, todo bobo por mim. Ela se ofereceu pra me ajudar, mas eu falei que queria que o Joe fizesse, porque ele sabia direitinho como executar o exercício.
Meu inocente treinador se aproximou de mim timidamente, tentando desviar o olhar para não encarar minha figura gostosa e lasciva. Tudo estava saindo como eu planejava, só precisava que ele roçasse o pau na minha bunda e curtisse. Fingindo inocência, eu dizia pro Joe que era desastrada e que às vezes não sabia se fazia direito aqueles exercícios, então queria que ele me supervisionasse bem de pertinho. Ele fez de má vontade, mas a carinha dele ia mudar quando nossos corpos se encostassem.
O leve toque entre a pica dura dele e minha bunda pequena deixou ele muito nervoso, quis recuar mas não deixei. Me abaixando e encostando minha bunda na virilha dele, ouvi um gemido curto, sabendo que o exercício tava certo, perguntei pro Joe se eu tava fazendo do jeito certo ou não, sem parar de esfregar minha buceta na pica dele que tava bem dura. Meu personal trainer hesitou em responder, porque tava adorando aquela roçada e não queria parar de sentir.
Eu, mesmo sem ter a resposta dela, continuei rebolando minha bunda pra cima e pra baixo, masturbando aquele pacotão que com certeza já tava na cara de quem olhasse de perto. Porra, foi maravilhoso torturar o Joe assim, porque eu também tava me satisfazendo, minha buceta molhada começava a soltar umas gotinhas. Tudo chegou ao auge quando a Lauren se aproximou e viu como o lindo namoradinho dela me segurava pela cintura, enquanto minha raba batia uma pra ele.
Ela não disse absolutamente nada, eu gozei pelo tesão da situação e ele gozou dentro da calça dele. Joe, sem perceber que a namorada dele tava olhando pra gente, sussurrou pra mim que eu tava mandando muito bem. Eu me virei, mordendo os lábios, respondi que podia fazer ainda melhor. Ele olhou direto pras minhas tetas e, me pegando pela mão, falou pra eu ir com ele um instante no vestiário. Lá, meu treinador baixou a calça, mostrando aquele pedaço de pau enorme que ele tinha.
Nunca me interessou o tamanho de um pau, pra mim aquilo nunca foi relevante, por isso ver aqueles quase 15 centímetros de carne ereta, venosa e pegajosa da gozada recente foi uma loucura. Enfeitiçada, me aproximei do Joe, que me pediu pra tirar a camiseta e mostrar meus peitos grandes. Feliz da vida, obedeci e num piscar de olhos tirei aquela roupa apertada. Vendo meus peitos balançarem, ele lambeu os lábios e sentou num banquinho.
–Vem... mais perto de mim–murmurou sem tirar os olhos das minhas tetas, obedeci e fiquei na frente daquele pau duro que, com o cheiro de suor e de porra, me embriagava. Meu treinador sorriu pra mim e, antes mesmo de pedir pra eu envolver aquele pau lindo com meus algodões doces, eu já fiz automaticamente. Ele chegou a tremer só de sentir aquele abraço macio que eu dei com minhas bênçãos, imaginei que ele nunca tinha experimentado algo assim antes, porque minhas tetas eram bem molinhas e era muito gostoso ficar entre elas.
Lembrando de tudo que eu tinha visto nos filmes pornô, apliquei aquele movimento com meus peitos que fez o Joe se deliciar, berrando pra eu não parar. Aumentei a intensidade do movimento dos meus seios, fiquei maravilhada em sentir aquele ferro quente entre meus peitos e pulsando. Antes do meu treinador gozar de novo, estiquei a língua e dei uma leve lambida na glande dele. Ele deixou meus peitos cobertos de porra, que eu provei; o gosto era amargo e não curti nada, então o resto tirei com um banho rápido.
Ao sair do vestiário, me avisaram que era minha vez de correr. Eu tava exausta e sem vontade de fazer nada, mas mesmo assim cumpri meu compromisso e, contra todas as expectativas, fiquei em primeiro lugar. Que dia foi aquele. Joe, mais confiante, se aproximava e encostava o pau em mim. Às vezes apertava meus peitos, outras me dava tapas na bunda, mas nunca repetimos nada parecido com o que rolou naquele dia no vestiário.
Minha vida continuou na mesma até eu entrar na faculdade. Foi a primeira vez que desobedeci meus pais e, sem a permissão deles, fui numa festa. Naquela época, já tinha vários caras atrás de mim, embora nenhum tivesse culhão pra chegar em mim, porque tinham medo do meu pai, que cuidava de espantar eles com a cara de ameaçador. Mas, nessa festa, conheci o Henry. Era um cara de uns 23 anos, o típico que se fazia de gostoso pras novatas pra conseguir transar com elas.
Tenho que admitir que o jeito dele de cortejar uma mulher era muito eficaz, porque caí no jogo dele sem perceber. Bebi igual uma louca, foi a primeira e única vez que fiquei bêbada, e mesmo com a cabeça rodando, tenho certeza de que não foi só álcool, mas também alguma outra droga. Porque de repente, de estar dançando com o Henry, fui parar num quarto escuro onde a gente se beijava.
Não lembro o que rolou entre esses dois eventos, provavelmente continuei bebendo que nem uma louca e dei meu primeiro beijo, mas nessa altura da vida já não vale a pena ficar se perguntando o que fiz naqueles momentos de apagão. Lá no quarto, o Henry foi me despindo enquanto chupava minha boca e falava que eu era a mina mais gostosa que ele já tinha conhecido. Eu deixava aquele babaca continuar me apalpando e me beijando, porque a única razão de ter ido naquela festa era pra ver um pau na minha cara de novo.
Já tava cansada de ficar só observando o pau do meu pai de longe enquanto ele comia minha mãe, ou o dos atores pornô. Eu queria repetir o que tinha feito com o Joe, só de esfregar uma rola nas minhas tetas já me deixava feliz. Mas também queria pegar ela na mão, examinar e sentir o cheiro, antes e depois de me divertir com ela. Ingenuamente, pensei que quando eu estivesse pelada, ele também ia tirar a roupa, mas não foi assim. Pelo contrário, o desgraçado nem tirou a camiseta.
Ele me pediu pra deitar num sofá, eu obedeci, aí ele perguntou se eu já tinha feito aquilo antes com alguém, e eu caí na gargalhada. Henry me olhou todo confuso, então eu falei,—Nunca estive com um homem.Essas palavras foram o suficiente pra deixar ele ainda mais excitado do que já tava, porque do nada eu vi um volume na calça dele, o que me deixou toda animada. Ele começou a massagear minha bunda e eu tava adorando, porque os dedos dele roçavam no meu cu e nos meus lábios da buceta, eu sentia que ia gozar, mas ele parou.
Perguntei por que ele não continuava, ele me respondeu que ainda não conseguia acreditar que eu era virgem. Soltei outra gargalhada, dessa vez o Henry riu junto e, entre risadas, afirmou que por um instante achou que eu realmente nunca tinha estado com nenhum homem. Eu parei de rir e olhei pra ele, explicando que não estava mentindo, que só meus dedos e um pequeno vibrador tinham estado dentro de mim. Os olhares deles ficaram mais obscenos, saliva escorria da boca dele e ele voltou a acariciar minhas nádegas com as mãos fortes.

Finalmente parava de me massagear e enfiava dois dedos no meu cu, não tinha dúvida de que ele só queria enfiar o pau na minha bunda. Eu gemia forte, sentindo aqueles dedos entrando e saindo do meu rabo, nunca tinha sentido um prazer tão grande até aquele momento, e foi quando explodi num orgasmo maravilhoso. Fiquei deitada, recuperando o fôlego, Henry se posicionou na minha frente e abaixou a calça, finalmente me mostrando o pau dele.
Era um pau de uns 16 centímetros mais ou menos, e de grossura eu diria que era normal. Fiquei maravilhada quando vi, como falei antes, nunca me importei com tamanho. Meu marido ser dotado é outra história, na real, se o Tom tivesse um tamanho normal ou pequeno, isso não ia afetar em nada nosso relacionamento. Tom... Porra, ainda nem cheguei na parte em que conheci ele e já tô falando dele. Percebo que seria capaz de ficar horas, até dias, falando do meu marido.
Mas então, como eu tava dizendo, quando vi a pica dura do Henry, fiquei toda boba. Peguei ela com as minhas mãos e apertei com força. Henry falou pra eu não ser tão bruta, e eu pedi desculpa se tinha machucado ele. Minha boca encheu d'água por aquele pedaço de carne. O cheiro não era tão forte quanto o do Joe, mas era bem dura, e da cabeça escorria aquele líquido viscoso que eu tava morrendo de vontade de provar de novo, só pra saber se o gosto era diferente do azedo do meu treinador. Só que, quando eu tava a uns centímetros daquela pica, ouvi a porta sendo arrombada. Assustada, me virei e vi os homens que trabalhavam com meu pai.
Henry passou de ter a pica dura a se mijar de medo. Meu pai entrou no quarto, me olhou com raiva e mandou eu me vestir. Eu, apavorada, gaguejei.–Pa-pa... Papai?Ele me deu um tapa bem forte, repetindo que eu me vestisse. Não tive outra escolha senão obedecer, e enquanto me vestia, meu pai encurralava um Henry covarde, que implorava pra não fazerem nada com ele, dizendo que fui eu quem o levou até o quarto.
Péssima escolha de palavras, você não pode chamar a filha de um pai superprotetor de piranha. Papai deu uns sopapos na cara dele, fez ele se desculpar e ainda avisou que se ele chegasse perto de mim de novo, ia matar ou castrar ele. Nunca mais ouvi falar do Henry, mas, bom, fiquei uma semana inteira sem ir pra faculdade e, no mesmo dia, papai decidiu que a gente ia se mudar pra outro país.
Meu pai me obrigou a aprender espanhol durante aquela semana, ignorando a decisão que ele tinha tomado. Ingênua, pensei que era o castigo por ter ido àquela festa e ter sido encontrada pelada com um cara. Já que sempre achei o espanhol sem graça e chato, agora penso o contrário e até acho romântico, porque é a língua do meu marido. Aqui falando dele de novo, puta merda, como eu o amo. Quando meu pai me avisou pra fazer as malas, pensei que ia ficar mais uma semana sem ir pra faculdade e que ele ia me mandar pra casa dos avós.
Mas aí ele me soltou a bomba de que a gente ia sair do país. Tenho que admitir que me senti um lixo quando soube disso e implorei pra ele não ir embora, que eu nunca mais ia desobedecer ele, afinal, minha vida toda era em Londres. Não teve nada que fizesse meu pai mudar de ideia e no dia seguinte a gente já tava chegando no país onde eu conheceria o amor da minha vida. Meu primeiro dia passei trancada no que seria meu quarto, enquanto meu pai cuidava dos trâmites da faculdade.
Minha mãe chegou perto de mim e perguntou como eu tava, eu ri com ironia e respondi que tava bem. Ela me abraçou e disse pra não ver aquilo como um castigo, que tudo que meu pai fazia era pro meu bem, aí com um certo rancor eu respondi,—Se tudo é para o meu bem, por que não me dão liberdade de escolher?Mamãe ficou em silêncio por um tempo, depois me disse que eu entenderia mais tarde.
No dia seguinte, meu pai me levou pra universidade. Fui a primeira aluna a chegar naquele dia, tudo pra que um monitor me mostrasse a universidade inteira e, claro, meu pai ficou o tempo todo junto da gente. Quando terminamos o tour, me acompanharam até a sala onde eu teria minha primeira aula. Aí fiquei sentada, papai se despediu e eu pensava nas palavras que teria que dizer na minha apresentação. Além disso, meu espanhol ainda era uma merda, eu tinha dificuldade pra formular várias palavras e isso me deixava puta.
Desanimada, suspirei. Só queria vazar daquele lugar, odiava tudo, até que vi ele. Tinha sentido uma brisa e ouvido os passos de alguém, era um moleque que sentou nas primeiras cadeiras. Fiquei surpresa, porque nunca tinha visto ninguém chegar tão motivado numa aula, nem eu era tão animada assim, mesmo amando psicologia.
Depois de alguns segundos, ele se virou e ficou me encarando fixamente. Percebi seus lábios murmurando alguma coisa, aí ele ficou vermelho e saiu da sala. Eu não entendia o que tava rolando, mas naquela simples troca de olhares, meu coração começou a bater mais forte que o normal, nunca tinha sentido algo assim. Do nada, vejo aquele cara voltar pra sala e ficar parado perto de mim. Tê-lo a só alguns centímetros de distância fazia meus nervos irem pro espaço, mesmo assim eu mantinha uma atitude fria.
–Oi, desculpa. Que aula você tá esperando?Ela me perguntou, pasma, eu não sabia o que dizer, tudo estava sendo tão rápido e repentino. Não sei quanto tempo demorei pra responder, mas quando respondi, na sala já não estávamos mais só eu e ele. Minha resposta o deixou intrigado, era lógico, ele nunca tinha me visto e, com meu sotaque inglês ainda carregado, percebia que eu era completamente nova. Ele quis voltar pro lugar dele, mas já estava ocupado, então sentou do meu lado.
Sorri quando ele fez isso e tenho certeza que ele não percebeu, porque tava distraído com os olhares dos outros. Eu tava curiosa pra saber o nome dele, então me apresentei pra ele. Notei que não era um cara muito sociável, mas mesmo assim era muito educado e a timidez dele me encantava. Quando ele disse que se chamava Tomás, o nome dele tatuou em mim. Sei que tem muita gente que não acredita em amor à primeira vista, mas o que rolou comigo e o Tom foi literalmente um flechadaço.
Depois, com o passar dos anos, percebi por que me apaixonei instantaneamente por ele. Projetei no Tom a imagem de um cara muito corajoso, e não me enganei, apesar de ele ser um garoto magrinho e ter cara de bonzinho. Ele fez daquele dia o mais divertido de todos e, quando teve que encarar meu pai, foi capaz de se apresentar, mesmo tremendo — algo que nenhum outro moleque tinha feito antes. Ele até me passou o número de telefone dele, mesmo com o olhar de matar do meu pai em cima, e ainda segurou minha mão na hora de ir embora.
Com esses simples detalhes, ele mostrava que tinha culhão suficiente pra ser o homem que eu tanto procurava. Quando a gente tava no carro, perguntei pro meu pai o que ele achava do meu novo amigo.—Já, um par de horas conhecendo ele e você já chama de amigo —Ela me respondeu com ironia. Eu, sem parar de olhar pela janela e de pensar no Tom, respondi.—Ele é diferente dos outros, me passa confiança e ainda é muito divertido. Espero que agora você não queira mudar de país, só porque minha primeira amizade é com um cara.
Para minha surpresa, ele soltou uma risadinha curta e me disse:—Mocinha, você sabe muito bem o que fez pra gente ter que mudar de país. Não gosto que você tenha "amigos", mas foda-se o motivo, esse garoto é diferente das menininhas de Londres.Ao ouvir essa declaração, eu sorri, já que sabia que meu pai estava me dando autorização pra continuar falando com o Tom, desde que eu não fizesse nada relacionado a sexo. Naquela noite, não tirei o Tomás da cabeça, até sonhei com ele.
No outro dia, quando vi ele, fiquei super feliz e senti meu coração acelerar. Dei em cima dele, mas ele, inocente, nem percebeu minhas intenções. Talvez fosse porque ele tava doido por uma MILF — a senhoria dele — então os olhos dele só miravam nela. Diferente de outras minas, saber disso não me deixou triste nem me irritou, pelo contrário, me excitou. Então me ofereci pra ajudar ele a comer ela. Algo dentro de mim dizia que com umas dicas, já bastava pro Tommy conseguir enganar aquela puta.
Embora minha ajuda fosse sincera, ao mesmo tempo eu me contradizia, porque desejava que a virgindade dela fosse minha. E a sorte estava do meu lado, pois naquele dia, Tom teve que ir até minha casa para terminar um trabalho. Durante o caminho, percebi que minha mãe roubava a atenção dele, meu corpo esquentava de novo e a ideia de vê-la com outro me excitava. Quando descemos do carro, dominada por um ciúme espontâneo, bati na virilha dele e ameacei: "Não encosta na minha mãe.
Naquele dia, ele nunca mais olhou pra minha mãe com desejo e os olhos dele se fixaram em mim. Toda vez que a gente se olhava ou eu sentia a respiração dele perto, meus hormônios iam à loucura, minha buceta ficava molhada e eu só segurava a vontade de beijar ele, com medo do meu pai nos pegar. Apesar de todo o esforço que fiz pra não cair na tentação, meu corpo não aguentou mais e, depois de convencer meu pai a deixar o Tom ficar, eu tomei a iniciativa.
Sozinha no meu quarto, comecei a me aproximar dele, percebi sua inquietação e nervosismo, o que achei uma graça. Enfiei meus peitos no peito dele, enrolei meus braços no pescoço dele e confessei o que sentia. Tommy não soube o que dizer, mas nossos lábios se fundiram num beijo apaixonado. Então, notei um volume se formando na calça dele, curiosa, perguntei, queria saber se aquela pica dura era por minha causa ou pela Milf dele. Ele demorou pra responder, então fingi que ia embora, e aí ouvi a voz trêmula dele me confirmando que era por mim.
Alegre, me aproximei de novo dele e minha boca se juntou outra vez com a do Tom. Nossas línguas brincalhonas se abraçavam, enquanto compartilhávamos nossas salivas quentes. Foi quando percebi que aquele garoto tinha uma ferramenta enorme e grossa. Só de tocar nela, me derreti e meu corpo tarado ansiava ser penetrado. No entanto, sabia que enfiar aquele tronco era loucura, então decidi dar um boquete nele antes.
Era a primeira vez que eu ia ter um pau dentro da minha boca, meu coração acelerou, mas consegui manter a calma e chupei aquela deliciosa rola, mesmo não tendo conseguido engolir ela inteira. Enquanto eu chupava o pau dele, Tom brincava com a minha bucetinha, e mesmo sem experiência, ele mandava muito bem. Sentir a língua dele percorrer a minha xereca e mordiscar o meu clitóris já era o suficiente pra mim. Mas aquele garoto ainda tinha uma surpresa guardada.
E aí, eu passo de me divertir com minha buceta pra foder meu cu. Ele enfiou uns dois dedos no meu cu e me fez gemer de prazer. Eu coloquei entre meus peitos aquele pedaço de carne e fiquei pasma ao ver que aquela coisa era grande o bastante pra aparecer por cima das minhas tetonas. Tudo ia incrível e parecia que a gente ia foder mesmo, no entanto, papai acordou e, pelos gemidos que a gente tava dando, percebeu que tinha algo rolando no meu quarto.
Ele bateu na porta e nos interrompeu, eu, em vez de me alterar, fiquei ainda mais excitada e coloquei aquela pica enorme entre minhas nádegas, pra ele poder se masturbar, enquanto meu pai estava no meu quarto. Meu pai, ameaçador, perguntou o que o Tomás ainda fazia no meu quarto, eu, safada, respondi que estávamos brincando e que ele ia embora quando terminasse. Tommy me confirmava que era o cara ideal, porque se atreveu a agarrar meus peitos e apertá-los, debaixo dos lençóis que nos cobriam, com a presença do meu pai.
Finalmente, papai nos deixou um momento a sós e eu pude recompensá-lo por toda aquela coragem e valentia que ele tinha. Fazendo sexo oral nele, primeiro saboreei aquelas bolas grandes cheias de porra que ele ia despejar pra mim, depois lambi a cabecinha enorme do pau dele e, quando já tinha quase metade da rola na minha boca, ele gozou. O sêmen dele era amargo, mas, diferente do do Joe, tinha alguma coisa que me agradou. Antes de ele sair do meu quarto, confessei que o amava e queria que aquilo se repetisse, e ele me garantiu que a gente ia fazer de novo.
A noite inteira, não consegui tirar aquela tranca enorme da cabeça e me masturbei pensando nela, no tamanho, no sabor e no cheiro. Era uma nerd de pica e finalmente tinha uma pra estudar e me entreter. No dia seguinte, acordei feliz, só queria ficar a sós com o Tom e terminar o que a gente tinha começado. A oportunidade apareceu quando ele tava no banho e a mãe saiu pra fazer compras. Entrei no banheiro e, pegando ele de surpresa, me encostei nele. Expliquei a situação e nossos corpos fizeram o serviço.
Eu não conseguia nem imaginar que aquela coisa ia entrar em mim, então pedi pro Tommy me penetrar rápido e meter bem fundo de uma vez só. O que posso dizer? Foi uma dor de tremer, por um momento achei que tinha quebrado, porque da cintura pra baixo eu fiquei paralisada. Mas, aos poucos, a dor virou prazer e eu gozei gostoso daquela foda. Foi nossa primeira vez, uma experiência que nunca vou esquecer.
Tô certa que o Tommy lembra e sente muita saudade daquele dia, porque não só transou comigo, mas também com a Milf dele. Quando ele me contou a experiência com aquela mulher, sinceramente senti um buraquinho no coração, que era doloroso, mas ao mesmo tempo, meu corpo inteiro ficou com tesão e minha buceta molhou. Imaginar cada cena, cada posição e aqueles beijos que eles trocavam, fez despertar em mim uma vontade danada de ver o Tom com outra.
Curiosamente, no dia seguinte, nossos corpos ardentes voltaram a fazer das suas. Dessa vez, transamos numa sala de aula da universidade. Lá, eu dei minha bunda pra ele arrebentar. Meu Deus, que jeito de sentir prazer, ainda mais quando ele se declarou e me pediu pra ser namorada dele. Claro que aceitei, tava louca por ele e queria continuar aprendendo com aquela piroca grossa dele. Desde então, a gente tá junto. É verdade que teve um momento em que imaginei minha vida sem o Tommy, mas não curti a ideia de ficar sem ele, e a única briga que a gente teve, a gente superou do jeito mais adulto possível.
Fui fiel ao meu marido, porque o amo, embora tenha sido tentada muitas vezes, nunca tive outra pica dentro de mim que não fosse a do Tom. Devo admitir que, às vezes, os olhares safados de outros homens me dão uma tesãozinha, tipo os que os pais das amigas da minha filha ou dos amigos dos meus filhos me dão. Mas fica só nisso, em olhares simples, porque na minha hora aparece logo o meu querido marido, por quem não trocaria por nada deste mundo, já que só ele me faz sentir louca de desejo quando me olha ou me sorri.
Além disso, só eu sofreria se deixasse ele solteiro, porque mais de uma tá esperando ver ele solteiro e não culpo elas, porque ele é incrível na hora de foder, isso ficou totalmente claro pra mim quando aconteceu a maravilhosa troca de MILFs. Naquele dia, vi como aquelas gostosas aproveitavam os outros dois caras, mas rapidamente percebi que meu Tom era quem mais satisfazia elas. A Celeste já tava mais acostumada com o pauzão do Tomás, e provar outras duas rolas jovens era algo que ela não ia desperdiçar. No entanto, notei que os olhos dela não desgrudavam do Tommy, mesmo tendo outro metendo nela.
As outras duas, quando experimentaram a grossa pica do Tom, simplesmente se apaixonaram por ela. O jeito que ele metia, passava as mãos pelos corpos delas e aqueles beijos viciantes que ele dava, era o suficiente pra fazer aquelas coroas enlouquecerem por ele. Os amigos tinham feito uma regra, que era não poder gozar dentro da MILF do outro. Essa regra foi quebrada pelo Tom, quando ele tava destruindo o cu da Adriana.
Tô certa que a coroa nunca tinha enfiado uma pica tão grossa dentro dela. Curvada, aguentava todas as estocadas, gemendo por mais. No olhar dela, percebi que ela queria que aquilo nunca acabasse, que o Tommy não fosse só um amante de uma noite, mas que pudesse ter ele todo dia do lado dela. Na real, o Tom ter quebrado a palavra foi porque essa MILF safada deixou, porque queria sentir a gozada do meu homem dentro do cu dela.
Completamente satisfeita, ela apagou no sofá onde tinha levado uma foda sensacional. Com certeza, sonhou que estava sendo comida de novo pelo Tomás, com tudo. Ele veio até meu esconderijo, onde eu tinha me esbaldado com o show inteiro que ela me deu. Me impressionou que o Tom ainda tivesse fôlego e energia pra mais uma trepada. Ele queria meter em mim, mas eu pedi pra ele pegar a putinha que ainda tava acordada. Laura, uma MILF morena que tinha uma bunda enorme, com a qual tinha hipnotizado o Tommy.
Ele aceitou, depois de me olhar com atenção, voltou pra sala, falou com aquela madura e foram pro quarto deles. Aí, eu me escondi dentro do armário pra ver os dois se satisfazendo. Sabia que a Laura tinha ficado com muita vontade de continuar brincando com o Tom. Então, ela aproveitou essa nova chance que eu dei. Chupando toda aquela pica, tendo ela mais uma vez entre as nádegas, perfurando ela e finalmente se deliciando com ela dentro da buceta.
Os dois ficaram exaustos depois daquela fodida bestial. A buceta da Laura jorrava o esperma do Tom, mas guardou o suficiente, já que depois daquele encontro sexual, a mulher ficaria grávida e nasceria o Axel. Depois desse evento, aconteceu algo que o Tommy não gosta muito de falar. Porque é a origem do conflito dele com o pai e envolve a mãe dele. Já eu, adoro relembrar o que rolou naquela semana na casa dos pais dele e ser a responsável por fazer mãe e filho cruzarem a linha e saciarem suas luxúrias num ato de incesto.Antes que a mulher continuasse escrevendo na sua agenda, o celular vibrou. Ao ver o nome do Tomás, um sorriso se desenhou no rosto dela.—"Tom, eu sabia que você ia perdoar"—responde ela, toda faceira, mas o rosto dela ficaria perplexo ao ouvir uns suspiros do marido.–“Tom, você tá bem?”-perguntou confusa,–“A-A… A-Abril…”-balbuciou enquanto uma língua deslizava pelo seu pau.
April: O que foi, amor?
Indagou, percebendo um longo gemido do marido. Ela estava intrigada, querendo saber quem estava naquele momento brincando com o tronco do esposo. Será que era a Vanessa? Perguntou-se enquanto andava pelo corredor e notava que a filha não estava em casa.–“Hhmmm”–Ouviu-se de novo, cheio de prazer. O boquete que estavam dando no Tomás devia ser muito bom pra ele não conseguir falar e só gemer de tesão.
Voltando pro quarto e dando uma olhada na agenda de pacientes do marido, não viu nenhum nome de mulher. Só podia ter sido uma paciente surpresa, daquelas que sempre aparecem, pensou consigo. Aí o homem sussurrou,–“O-O… Oli… Olivia…”-Os olhos da MILF brilharam e, mais uma vez, um sorriso se estampou no rosto dela.—"O-Olívia, Princesa… A amiga da nossa filha quer que eu coma ela"—acrescentou com a voz trêmula e bem rápida.
Aquela garota tinha chegado de surpresa no consultório do homem, desde aquele dia em que viu aquele volume marcado na calça dele e confirmou que o pai da amiga tinha uma boa ferramenta entre as pernas, não conseguiu tirar aquilo da cabeça e, depois de uma semana, não aguentou mais e foi atrás dessa pica. Enquanto Tomás já esquecia a raiva da manhã e pensava em ligar pra esposa pra pedir desculpas pela reação que teve e pelas palavras que disse, viu Olivia entrar.
A garota estava usando um top preto pequeno de alças, mostrando a cintura, umas leggings da mesma cor, com aberturas nas laterais e uns saltos altos também pretos. Antes que o homem dissesse alguma coisa, Olivia o encurralou, a única coisa que Tomás conseguiu fazer foi vê-la descer até o chão, de cócoras ela abriu o cinto dele e baixou a calça, pegando com as mãos aquela pica que ainda estava mole, mas que ela faria endurecer.
Sem dizer nada, foi masturbando aquela pica e dando umas lambidas de outro mundo, por mais que quisesse resistir, Tomás sucumbiu diante daquela garota. Olivia, ao ver aquela vara toda ereta, levantou o top e começou a bater com ela nos peitinhos dela, enquanto avisava que queria ser macetada por aquela tranca. O coroa respondeu que não podia fazer aquilo, então ela se virou e exibiu aquele rabão enorme.Olha bem o que eu tô te oferecendo antes de recusarEle mostrou pra ela, balançando o pau.
Não entendia por que estava tão tarado, mas viu aquilo como uma oportunidade de punir a mulher pela traição que ela tinha feito. Caminhando até a escrivaninha, pegou o celular e, quando estava ligando pra esposa pra avisar que ia arrebentar um cuzinho sem ela ver, aquela garota pegou a vara que exalava um cheiro fascinante e foi engolindo devagar. Depois, passou a língua nela com lambidas pequenas, mas muito excitantes. Chegando bem no momento exato em que a MILF gostosa atendeu a ligação.
April: Então vai fundo, amor, dá com força nesse cuzinho dessa menina.
Tomás: É-é isso que vou fazer, só queria te avisar do que você vai perder por causa da mentira da Ma-Mariana. E esquece que vou te contar.
April: Ah, querido, não se preocupa. Desde que você me contou que a Luz deu em cima de você, coloquei umas câmeras no seu escritório.
Ela disse de forma provocadora, ligando o laptop pra assistir ao espetáculo.
Tomás: O quê? Mas você é uma safada.
April: Achei que você já tinha percebido elas, Tommy.
Respondeu, passando a língua nos lábios e acariciando a buceta molhada.
April: Passa essa moça pra mim, por favor.
Tomás percebeu que April estava sempre um passo à frente dele. Sabia que ela era muito esperta, mas nunca tanto. Entregou o celular pra Olivia, que continuava chupando o pau maduro dele, e ela só ouviu a voz da esposa dizer:–"Tá com sorte, vadia, hoje mesmo tava morrendo de vontade de ver o Tom arrombando uma bunda e a sua é ideal. Se prepara pra experimentar e se deliciar com um sexo anal do caralhoela desliga e deixa o marido aproveitar aquela boquinha e aquelas mãos que apertavam os ovos dele.
Tomás não acreditava que estava deixando Olivia chupar o pau dele, ainda mais que ela era uma boqueteira do caralho, que jeito de usar a boca, tava enlouquecendo ele. Ela para, porque percebeu que podia passar o dia inteiro chupando aquele pirulito, mas a ideia dela era ter ele dentro dela, sentir ele remexendo as entranhas dela. Levantando, vai até o sofá, e o coroa, sabendo o que aquilo significava, vai pegar um pote de óleo que tinha. Quando encontra, se aproxima da amiga da filha dele.
Olivia tava ansiosa pra começar, mordia os lábios ao ver o pai da amiga se pelando na frente dela. Nunca tinha visto aquele corpo com tanto tesão como naquele momento. O homem chega perto dela e agarra aquela bunda divina, ela gemeu com aquele aperto, ao mesmo tempo que via aquela boca cada vez mais perto e, quando faltavam só alguns centímetros, ela enfiou a língua nele, entrelaçando as línguas num beijo gostoso e apaixonado.
Ele, de um puxão, baixou a calça dela, sem tirar completamente, carregou ela e deitou naquele sofá que ia ser palco de uma transa do caralho. Jogando as pernas dela pra trás, Tomás dá umas lambidas curtas, mas muito gostosas, fazendo aquela novinha ficar pedindo mais. Oleando as mãos, começa a massagear o corpo daquela gatinha que tinha ido implorar pelo pau dele. Os dedos safados dele lubrificavam cada canto daquele cuzão, até dentro dele, o que fazia a novinha soltar mais gemidos.
Olivia: Porra… Siimmm…
Ela exclamava com prazer, o pai da amiga dela só ficava sorrindo pra ela. Assim que ele sentiu que aquela bunda tava pronta pra diversão, mandou ela segurar bem as pernas. Montando nela, ele vai guiando o pau dele naquele buraco lubrificado, a cabeça roça nele e, sentindo uma leve pressão, o cu dela se abre pra aquela piroca grossa começar a exploração.–“Diooooosss”Ela gritou com veemência e os olhos reviraram de tanto prazer.
Só tinha metade daquele mastrão dentro e já se sentia cheia, já tinha levado várias rolas grandes, mas nunca uma tão grossa que parecia estar alargando a buceta dela de um jeito inacreditável. O homem, ainda com as mãos oleosas, acariciava aqueles peitinhos pequenos e beliscava os biquinhos durinhos, sem parar de meter o pau. Quando finalmente estava tudo dentro, ele beijou aquela novinha que não parava de gemer, e aquele beijo fez Olivia tremer e gozar num orgasmo longo.
Ela nem tava ligada no tesão que tava sentindo, Tomás foi movendo a bunda, cada estocada fazia a amiga da Vanessa gritar mais alto, ela nunca imaginou que aquele coroa fosse tão bom de cama, ele tinha ela no controle, desde aquela tarde ela não ia querer outra pica no cu que não fosse a dele. O prazer era infinito e por mais que tentasse se controlar, não conseguia, gozando uma atrás da outra, o que impressionava o homem, já que Olivia tava quase apagando.
Antes que ela desmaiasse de vez, Tomás tirou o pau daquele cu e levou até a boquinha da mina, bateu uma punheta umas duas vezes e gozou na cara dela, banhando ela com porra quente. Ela, sorrindo, fechou os olhos de cansada, e foi nessa hora que Vanessa entrou no escritório e viu o pai pelado gozando na cara de uma amiga dela.—"Pai… Papai?ela disse, tentando processar a situação. Ele se virou e sorriu pra ela, oferecendo que ela ocupasse o lugar da amiga desmaiada.
A loira não sabia o que dizer, tinha ido ver o pai pra resolver o conflito que tinha com a mãe, mas o encontrou gozando em cima da Olivia. Por outro lado, não podia recusar o pedido, aquela pica que ela tanto desejava estava ajudando ela a superar algo muito doloroso. Tirando a roupa, se aproximou do pai pra foder com ele. Tomás olhou pra uma das câmeras e sorriu pra esposa, enquanto levantava Vanessa e a enfiava na buceta. A MILF, curtindo aquele exibicionismo, mordeu os lábios e murmurou.
April: Você não faz ideia do que eu tenho em mente, Tom.
Confirmou com um sorrisinho safado, enquanto na mesma caderneta onde tinha escrito, riscava o nome da Olivia de uma lista. Ao mesmo tempo, Axel e Ignácia, de mãos dadas, chegavam em casa. Antes de entrarem, a garota soltou a mão do namorado e, se abaixando, pegou uma florzinha azul. Meses depois, ela se preparava pro casamento, com um buquê de rosas azuis, ao lado dela estavam as irmãs.
Enquanto isso, Axel fazia um X na data que tinha num círculo. Depois disso, ele se olhou no espelho pra tentar arrumar a gravata, então viu a porta se abrir. Por ela, apareceu Vanessa com um vestido branco.–“O que o namorado mais gostoso tá fazendo?”disse enquanto se aproximava dela de forma brincalhona, o jovem, ao olhar, ficou pasmo.Uau… Mana, tu tá uma gostosarespondeu pegando-a pela cintura e colando ela nele.–“Ainda quer casar?”-Perguntou enquanto seus lábios se esfregavam.Valeu pra todo mundo que acompanhou essa história e o desenvolvimento dela, além do apoio de vocês. Talvez vocês não curtam que termine com um final aberto e que metade do capítulo seja um resumo da história do Tomás e da April, mas sempre tive em mente fechar esse conto com esses acontecimentos contados do ponto de vista da April. Pra dar início a novas aventuras onde vou fechar de vez a história desses personagens, embora primeiro eu termine os outros contos. Valeu de novo pra todo mundo e prometo continuar o mais rápido possível.
PS: Quando comecei essa saga de contos, originalmente a personagem da April ia ser diferente, uma espécie de Agustina «Segredos na família», mas no fim decidi optar por uma garota que era muito controlada e protegida pelos pais, com o fetiche de ver o cara que ama com outras.
PD2: Teve algumas frases em inglês nessa história, meu inglês não é 100% bom, pode ser que eu tenha errado em alguma dessas frases, então peço desculpas se for o caso.
Aproximando-a, Tomás colocou o pau entre os peitos grandes e macios da filha, que, entendendo o que o pai queria, começou uma masturbação magistral. O homem bufou ao sentir o pênis abraçado por aquelas tetas e a lambida suave que a garota dava na cabeça inchada dele. Sem aguentar mais, gozou, banhando a filha com o esperma. Exausta, ela ficou deitada na cama, enquanto o velho se levantou e, sem dizer nada, foi pro quarto onde April o esperava.
A mulher voluptuosa se aproximou e, de forma bem enérgica, enfiou a boca nele. Carregando-a, ele sentiu uma nova ereção; o pau dele roçava timidamente naquela vulva loira. Tomás tinha certeza: depois de satisfazer a filha, tinha que cuidar dos desejos da esposa. Mordendo os lábios, continuou esfregando o tronco naquela buceta que o molhava devagar. A MILF sorriu enquanto enfiava aquele mastros duro dentro dela.–“Aaaahh, hhhhmmm”–murmurou tremendo com aquele deslizar gostoso que aquele pedaço fazia.
April: amor, sei que devia te dar um descanso porque você acabou de fazer com a Vanessa, mas os gemidos dela me acenderam e fiquei com ciúmes que só ela aproveitou uma trepada matinal.
A coroa continuou cavalgando devagar, ele sorrindo segurava firme a mulher pelas nádegas e dava beijinhos no pescoço dela.
Tomás: Princesa, você sabe que sempre vou estar pronto pra te satisfazer, então não se preocupa.
April: Uuuhh... Eu sei, mas mesmo assim você tem estado muito ocupado nessas últimas semanas, então acho que devia te dar um descanso, o que você merece depois de tanta putaria.
O homem apertando aquelas nádegas lindas e firmes, pensava no que a mulher dele dizia. Ela não tava errada que ele tinha tido umas semanas bem selvagens, tudo começou naquelas cabanas onde ele realizou um desejo da esposa que era ver ele foder outra, como na juventude dele. Com a Gabriela passou uns dias muito safados onde o pau dele ficava duro e enfiado dentro de um dos buracos da novinha ou nos da April. Depois disso, teve uns dias de descanso, com a confusão que tinha rolado por causa do noivado do Axel com a Ignacia.
No entanto, os dias de paz dele terminariam quando, de surpresa, apareceu a Mariana, uma filha que ele não sabia que existia. Fodeu com ela e depois com a mãe dela, voltou pra casa só pra fazer feliz a outra filha dele, desde então não tinha tido um dia sem transar. April foi aumentando o movimento dos quadris, as pernas dela flutuando balançavam no ar como os peitos que às vezes paravam o passo por bater no peito do marido. Tremendo, os dois gozaram ao mesmo tempo, ficando exaustos.
Depois de uns minutos descansando na cama de casal, Tomás sentou e se preparava pra ir trabalhar, naquele dia a jornada dele começava mais tarde que o normal, por uns reparos que estavam sendo feitos perto do escritório dele. Enquanto ele se Enquanto colocava os sapatos, a mulher dele se aproxima e ajuda com o nó da gravata. Ela deu um beijo carinhoso nele, o coroa a abraçou, sussurrando que por ela ele nunca a deixaria sozinha em casa.
April: Isso eu sei, Tom, mas temos filhos e contas pra pagar. Então não tem outro jeito senão trabalhar.
Tomás: Aliás, você não vai pra universidade hoje?
Perguntou curioso.
April: Não, hoje eu tinha aula à tarde, mas vai rolar uma atividade, então pra quê ir? Melhor ficar aqui te esperando ou, se quiser, vou com você.
Respondeu com um sorrisinho no rosto. O marido dela topou, porque não era uma má ideia ter a esposa do lado dele durante o dia, como antigamente.
April: Parece que você gostou da ideia, seu safado.
Tomás: Princesa, como é que eu não ia gostar? Se é o que eu mais quero.
April: Tô vendo que você sente falta das minhas boquetas debaixo da sua mesa enquanto atende seus pacientes.
Tomás: (Mordendo os lábios) E também de comer sua buceta, quando era a sua vez de atender e eu tava de folga.
April: Uuuff, Tommy pervertido, não fala disso que já vou ficar com vontade de voltar a trabalhar na clínica só pra gente se divertir.
Disse a mulher se esquentando de novo.
Tomás: Eu, sinceramente, ainda não entendo por que você não voltou.
April: Queria uma experiência nova de trabalho, não é que eu me cansasse de atender e ajudar as pessoas com seus problemas, mas vi que podia contribuir com minha experiência pra futuros psicólogos e eles verem esse trabalho maravilhoso como ele é.
Tomás: Porra, vejo que vai ser difícil te convencer então.
April: Talvez seja coisa de uns 2 ou 3 anos, depois volto a trabalhar com você, meu amor.
Murmurou pra ele tocando naquele pau duro.
Tomás: Vou ficar te esperando então. Aliás, pode me fazer um favorzinho?
April: Claro, amor, o que você quer que eu faça?
Tomás: Preciso que você entre em contato com a Mariana. Eu tinha oferecido o cargo de secretária pra ela, mas desde que voltamos da casa dela, ela não me responde as chamadas.
Abril: Bom, duvido que você tenha notícias dela de novo.
Tomás: Como?
A MILF suspira e, meio nervosa, olha pro marido.
Abril: Tom, não fica bravo, mas a verdade é que a Mariana não é sua filha e a Pía María também não é a sobrinha da Celeste que você comeu há anos. Toda aquela história que montei foi obra minha, porque queria te arrastar de novo pro incesto e sabia que você não faria depois do que aconteceu naquela época.
A confissão da Abril deixou Tomás chocado, que não conseguia acreditar e assimilar o quão maquiavélica sua esposa podia ser quando queria realizar um dos seus caprichos.
Tomás: Pe-mas…
Abril: amor, sei que é complicado de entender, mas vou explicar. Dois dias antes da Mariana aparecer, fui visitar seus pais porque sua mãe disse que queria me entregar algo pessoalmente. Como desculpa, falei que sairia da cidade por causa de algo da faculdade, já que sei que você não me deixaria ir sozinha na casa dos seus pais, mas eu não queria que você sofresse humilhações do seu pai.
Relatava a mulher.
Abril: Ao chegar, me encontrei com a Pía María e a filha dela. Quando vi a garota, me lembrei da Celeste e ao mesmo tempo da sua mãe, então minha cabeça doida começou a montar tudo. Depois de ver a Hilda, saí ainda com a ideia prematura de tudo, tive dúvidas em executar, mas decidi fazer pelo bem da nossa filha. Como sabia que você não lembraria da sobrinha da Celeste e também não ligaria pra ela ou pediria um teste de paternidade, tudo fluiu. Embora a Mariana tenha tentado se passar comigo, por isso exigi, depois do pagamento, que ela se afastasse de nós.
Concluiu ela, vendo que o rosto do seu amado deixava de ser perplexo e se transformava num de raiva.
Tomás: Mas que porra, Abril! Como você pode brincar com uma coisa dessas? Só pra satisfazer seus nojentos fetiches.
Abril: To-Tommy.
Tomás: Nada de Tommy, não acredito no que você fez, sempre aceitei todos os seus malditos desejos, só porque queria te ver feliz, mas agora não sei Se eu puder te perdoar depois disso.
April: Ah, qual é, você também curtiu com a Vanessa, não exagera.
Tomás: Não tô exagerando, não. O problema não é você ter me feito comer a nossa filha, a questão aqui é que você é capaz de tudo pra realizar seus objetivos obscenos, e isso me faz não te reconhecer mais, a ponto de o divórcio ser uma possibilidade agora pra mim.
Depois da discussão, Tomás saiu furioso de casa, batendo a porta com força. April, por sua vez, ficou parada, ainda sem assimilar aquelas palavras do marido. Mas, aos poucos, lágrimas começaram a brotar nos olhos dela, escorrendo devagar pelas bochechas, enquanto ela murmurava:—"Divórcio? To-Tomás... Ele me pediu o divórcio?Ela se recusava a aceitar, mas já era tarde pra consertar os erros. Tinha arriscado o casamento por puro capricho.
Ele dirigia sem olhar pra trás, embora dos olhos dele também escorressem lágrimas. A MILF, depois de ficar imóvel por uns minutos, viu a porta se abrir. Era a Vanessa, a garota com o rosto apavorado e os olhos cheios de lágrimas.Ma-mamãe, me perdoaEla disse, se abraçando por se sentir culpada pela briga que os pais dela tinham tido.Minha princesa, você não tem nada pra se desculpar, foi só uma briguinha boba que a gente vai resolver com seu pairespondeu, tentando acalmar a jovem.
Depois de ficarem abraçadas por quase 20 minutos, Vanessa voltou pro quarto pensando em como resolver essa merda. A mulher, por sua vez, pegou a foto do casamento e ficou encarando ela. Via como os dois eram felizes, lembrava vagamente do primeiro encontro entre eles naquela sala de aula, a primeira troca de olhares e as primeiras palavras que ele disse, todo nervoso. Como é que uma relação que começou tão bem ia acabar assim? Foi o que April se perguntou, deixando a foto em cima de um móvel. Ela procura entre as coisas dela um caderno. Quando acha, senta, pega um lápis e começa a escrever.Sempre me considerei alguém fora do comum, não sou igual às outras mulheres, por mais que pareça ser normal. Desde pequena, tive fetiches que outras consideram um tabu, por exemplo, lembro que adorava fingir que estava dormindo e esperar meus pais começarem com as provocações, para ir espiar eles enquanto transavam. Eles nunca perceberam que eu os observava, na verdade, uma vez eu gravei e, graças a essa gravação, descobri a pornografia, porque me motivou a buscar esse tipo de conteúdo na internet.
Depois disso, não bastava só adorar ver gente transando, eu também me masturbava. Meu corpo pedia por isso aos berros, e foi uma delícia brincar com a minha bucetinha. Minha curiosidade sobre sexo só aumentava, e eu não entendia por que meu corpo vivia quente e minha vulva sempre molhada. Lembro que aos 18 meus peitos eram bem maiores que os das minhas colegas, e até correu o boato na escola de que eu tinha colocado silicone.
Se as minhas tetas chamavam atenção, minha bunda não ficava atrás, tinha aquele booty redondinho que combinava perfeitamente com meu quadril. Sem dúvida, eu era a mina mais gostosa do colégio, chamando a atenção até dos caras mais velhos. Os moleques da minha idade se aproximavam de mim com cara de tesão, eu via o volume nas calças deles e os olhos me devorando, mais de um queria me levar pra um canto e me fazer de sua, algo que eu teria deixado, porque tava doida pra ter um pau dentro de mim.
No entanto, eles só se limitavam a me despir com os olhos e a fantasiar. Eu não causava furor só nos adolescentes, não — também tinha professores atrás de mim. Diferente dos garotos da minha turma, pra eles era mais difícil me olhar, porque precisavam esconder esses impulsos depravados. Mesmo assim, a maioria esfregava os membros eretos na minha bunda quando surgia a oportunidade, e eu adorava sentir aqueles paus vigorosos e duros.
A genética da minha família era uma benção, porque minha autoestima era lá em cima e eu adorava ser olhada, já que minha vida social não existia fora da escola. Meus pais iam me deixar e me buscar na hora certinha, nunca se atrasavam e eu também não tinha coragem de ser rebelde. Mas uns meses antes de sair da escola, resolvi entrar no clube de atletismo, só porque queria que os caras e o treinador – que era bem gostoso, por sinal – ficassem perdidos olhando meus peitos pulando.
O treinador se chamava Joe, ele era bem novinho, diferente dos professores que esfregavam as picas em mim, tinha só 26 anos e, além de ficar besta olhando pra minha figura gostosa, não se aproveitava como os outros degenerados. Eu sabia que ele tava saindo com a professora de artes, que tinha um rostinho bonito e uns olhos cor de amêndoa que prendiam a gente, mas, comparada a mim, ela era peito de tábua e a bunda dela não era lá essas coisas.
Só por isso tive um leve interesse obsessivo pelo Joe, queria que ele se derretesse com meu corpo e que a Lauren — como se chamava a professora — visse o namorado dela babando pelo meu corpo proibido. Então, elaborei cuidadosamente um plano, que executei num dia de competição, onde teria muito mais homens me observando, e isso me excitava. Enquanto fazia o aquecimento pra uma corrida, sentei no chão e só de ver vários olhos em cima de mim senti um tesão gostoso, que chegava a me molhar toda.
Vendo o Joe conversando com a Lauren, me aproximei deles e pedi pro treinador me ajudar num exercício de alongamento. O coitado ficou duro na hora, porque com aquela camiseta justa minhas duas bênçãos ficavam ainda mais marcadas, e o shortinho que eu usava só valorizava mais minha rabetinha. Percebi que a Lauren ficou meio ciumenta, porque o namoradinho dela tava igual aos outros, todo bobo por mim. Ela se ofereceu pra me ajudar, mas eu falei que queria que o Joe fizesse, porque ele sabia direitinho como executar o exercício.
Meu inocente treinador se aproximou de mim timidamente, tentando desviar o olhar para não encarar minha figura gostosa e lasciva. Tudo estava saindo como eu planejava, só precisava que ele roçasse o pau na minha bunda e curtisse. Fingindo inocência, eu dizia pro Joe que era desastrada e que às vezes não sabia se fazia direito aqueles exercícios, então queria que ele me supervisionasse bem de pertinho. Ele fez de má vontade, mas a carinha dele ia mudar quando nossos corpos se encostassem.
O leve toque entre a pica dura dele e minha bunda pequena deixou ele muito nervoso, quis recuar mas não deixei. Me abaixando e encostando minha bunda na virilha dele, ouvi um gemido curto, sabendo que o exercício tava certo, perguntei pro Joe se eu tava fazendo do jeito certo ou não, sem parar de esfregar minha buceta na pica dele que tava bem dura. Meu personal trainer hesitou em responder, porque tava adorando aquela roçada e não queria parar de sentir.
Eu, mesmo sem ter a resposta dela, continuei rebolando minha bunda pra cima e pra baixo, masturbando aquele pacotão que com certeza já tava na cara de quem olhasse de perto. Porra, foi maravilhoso torturar o Joe assim, porque eu também tava me satisfazendo, minha buceta molhada começava a soltar umas gotinhas. Tudo chegou ao auge quando a Lauren se aproximou e viu como o lindo namoradinho dela me segurava pela cintura, enquanto minha raba batia uma pra ele.
Ela não disse absolutamente nada, eu gozei pelo tesão da situação e ele gozou dentro da calça dele. Joe, sem perceber que a namorada dele tava olhando pra gente, sussurrou pra mim que eu tava mandando muito bem. Eu me virei, mordendo os lábios, respondi que podia fazer ainda melhor. Ele olhou direto pras minhas tetas e, me pegando pela mão, falou pra eu ir com ele um instante no vestiário. Lá, meu treinador baixou a calça, mostrando aquele pedaço de pau enorme que ele tinha.
Nunca me interessou o tamanho de um pau, pra mim aquilo nunca foi relevante, por isso ver aqueles quase 15 centímetros de carne ereta, venosa e pegajosa da gozada recente foi uma loucura. Enfeitiçada, me aproximei do Joe, que me pediu pra tirar a camiseta e mostrar meus peitos grandes. Feliz da vida, obedeci e num piscar de olhos tirei aquela roupa apertada. Vendo meus peitos balançarem, ele lambeu os lábios e sentou num banquinho.
–Vem... mais perto de mim–murmurou sem tirar os olhos das minhas tetas, obedeci e fiquei na frente daquele pau duro que, com o cheiro de suor e de porra, me embriagava. Meu treinador sorriu pra mim e, antes mesmo de pedir pra eu envolver aquele pau lindo com meus algodões doces, eu já fiz automaticamente. Ele chegou a tremer só de sentir aquele abraço macio que eu dei com minhas bênçãos, imaginei que ele nunca tinha experimentado algo assim antes, porque minhas tetas eram bem molinhas e era muito gostoso ficar entre elas.
Lembrando de tudo que eu tinha visto nos filmes pornô, apliquei aquele movimento com meus peitos que fez o Joe se deliciar, berrando pra eu não parar. Aumentei a intensidade do movimento dos meus seios, fiquei maravilhada em sentir aquele ferro quente entre meus peitos e pulsando. Antes do meu treinador gozar de novo, estiquei a língua e dei uma leve lambida na glande dele. Ele deixou meus peitos cobertos de porra, que eu provei; o gosto era amargo e não curti nada, então o resto tirei com um banho rápido.
Ao sair do vestiário, me avisaram que era minha vez de correr. Eu tava exausta e sem vontade de fazer nada, mas mesmo assim cumpri meu compromisso e, contra todas as expectativas, fiquei em primeiro lugar. Que dia foi aquele. Joe, mais confiante, se aproximava e encostava o pau em mim. Às vezes apertava meus peitos, outras me dava tapas na bunda, mas nunca repetimos nada parecido com o que rolou naquele dia no vestiário.
Minha vida continuou na mesma até eu entrar na faculdade. Foi a primeira vez que desobedeci meus pais e, sem a permissão deles, fui numa festa. Naquela época, já tinha vários caras atrás de mim, embora nenhum tivesse culhão pra chegar em mim, porque tinham medo do meu pai, que cuidava de espantar eles com a cara de ameaçador. Mas, nessa festa, conheci o Henry. Era um cara de uns 23 anos, o típico que se fazia de gostoso pras novatas pra conseguir transar com elas.
Tenho que admitir que o jeito dele de cortejar uma mulher era muito eficaz, porque caí no jogo dele sem perceber. Bebi igual uma louca, foi a primeira e única vez que fiquei bêbada, e mesmo com a cabeça rodando, tenho certeza de que não foi só álcool, mas também alguma outra droga. Porque de repente, de estar dançando com o Henry, fui parar num quarto escuro onde a gente se beijava.
Não lembro o que rolou entre esses dois eventos, provavelmente continuei bebendo que nem uma louca e dei meu primeiro beijo, mas nessa altura da vida já não vale a pena ficar se perguntando o que fiz naqueles momentos de apagão. Lá no quarto, o Henry foi me despindo enquanto chupava minha boca e falava que eu era a mina mais gostosa que ele já tinha conhecido. Eu deixava aquele babaca continuar me apalpando e me beijando, porque a única razão de ter ido naquela festa era pra ver um pau na minha cara de novo.
Já tava cansada de ficar só observando o pau do meu pai de longe enquanto ele comia minha mãe, ou o dos atores pornô. Eu queria repetir o que tinha feito com o Joe, só de esfregar uma rola nas minhas tetas já me deixava feliz. Mas também queria pegar ela na mão, examinar e sentir o cheiro, antes e depois de me divertir com ela. Ingenuamente, pensei que quando eu estivesse pelada, ele também ia tirar a roupa, mas não foi assim. Pelo contrário, o desgraçado nem tirou a camiseta.
Ele me pediu pra deitar num sofá, eu obedeci, aí ele perguntou se eu já tinha feito aquilo antes com alguém, e eu caí na gargalhada. Henry me olhou todo confuso, então eu falei,—Nunca estive com um homem.Essas palavras foram o suficiente pra deixar ele ainda mais excitado do que já tava, porque do nada eu vi um volume na calça dele, o que me deixou toda animada. Ele começou a massagear minha bunda e eu tava adorando, porque os dedos dele roçavam no meu cu e nos meus lábios da buceta, eu sentia que ia gozar, mas ele parou.
Perguntei por que ele não continuava, ele me respondeu que ainda não conseguia acreditar que eu era virgem. Soltei outra gargalhada, dessa vez o Henry riu junto e, entre risadas, afirmou que por um instante achou que eu realmente nunca tinha estado com nenhum homem. Eu parei de rir e olhei pra ele, explicando que não estava mentindo, que só meus dedos e um pequeno vibrador tinham estado dentro de mim. Os olhares deles ficaram mais obscenos, saliva escorria da boca dele e ele voltou a acariciar minhas nádegas com as mãos fortes.

Finalmente parava de me massagear e enfiava dois dedos no meu cu, não tinha dúvida de que ele só queria enfiar o pau na minha bunda. Eu gemia forte, sentindo aqueles dedos entrando e saindo do meu rabo, nunca tinha sentido um prazer tão grande até aquele momento, e foi quando explodi num orgasmo maravilhoso. Fiquei deitada, recuperando o fôlego, Henry se posicionou na minha frente e abaixou a calça, finalmente me mostrando o pau dele.
Era um pau de uns 16 centímetros mais ou menos, e de grossura eu diria que era normal. Fiquei maravilhada quando vi, como falei antes, nunca me importei com tamanho. Meu marido ser dotado é outra história, na real, se o Tom tivesse um tamanho normal ou pequeno, isso não ia afetar em nada nosso relacionamento. Tom... Porra, ainda nem cheguei na parte em que conheci ele e já tô falando dele. Percebo que seria capaz de ficar horas, até dias, falando do meu marido.
Mas então, como eu tava dizendo, quando vi a pica dura do Henry, fiquei toda boba. Peguei ela com as minhas mãos e apertei com força. Henry falou pra eu não ser tão bruta, e eu pedi desculpa se tinha machucado ele. Minha boca encheu d'água por aquele pedaço de carne. O cheiro não era tão forte quanto o do Joe, mas era bem dura, e da cabeça escorria aquele líquido viscoso que eu tava morrendo de vontade de provar de novo, só pra saber se o gosto era diferente do azedo do meu treinador. Só que, quando eu tava a uns centímetros daquela pica, ouvi a porta sendo arrombada. Assustada, me virei e vi os homens que trabalhavam com meu pai.
Henry passou de ter a pica dura a se mijar de medo. Meu pai entrou no quarto, me olhou com raiva e mandou eu me vestir. Eu, apavorada, gaguejei.–Pa-pa... Papai?Ele me deu um tapa bem forte, repetindo que eu me vestisse. Não tive outra escolha senão obedecer, e enquanto me vestia, meu pai encurralava um Henry covarde, que implorava pra não fazerem nada com ele, dizendo que fui eu quem o levou até o quarto.
Péssima escolha de palavras, você não pode chamar a filha de um pai superprotetor de piranha. Papai deu uns sopapos na cara dele, fez ele se desculpar e ainda avisou que se ele chegasse perto de mim de novo, ia matar ou castrar ele. Nunca mais ouvi falar do Henry, mas, bom, fiquei uma semana inteira sem ir pra faculdade e, no mesmo dia, papai decidiu que a gente ia se mudar pra outro país.
Meu pai me obrigou a aprender espanhol durante aquela semana, ignorando a decisão que ele tinha tomado. Ingênua, pensei que era o castigo por ter ido àquela festa e ter sido encontrada pelada com um cara. Já que sempre achei o espanhol sem graça e chato, agora penso o contrário e até acho romântico, porque é a língua do meu marido. Aqui falando dele de novo, puta merda, como eu o amo. Quando meu pai me avisou pra fazer as malas, pensei que ia ficar mais uma semana sem ir pra faculdade e que ele ia me mandar pra casa dos avós.
Mas aí ele me soltou a bomba de que a gente ia sair do país. Tenho que admitir que me senti um lixo quando soube disso e implorei pra ele não ir embora, que eu nunca mais ia desobedecer ele, afinal, minha vida toda era em Londres. Não teve nada que fizesse meu pai mudar de ideia e no dia seguinte a gente já tava chegando no país onde eu conheceria o amor da minha vida. Meu primeiro dia passei trancada no que seria meu quarto, enquanto meu pai cuidava dos trâmites da faculdade.
Minha mãe chegou perto de mim e perguntou como eu tava, eu ri com ironia e respondi que tava bem. Ela me abraçou e disse pra não ver aquilo como um castigo, que tudo que meu pai fazia era pro meu bem, aí com um certo rancor eu respondi,—Se tudo é para o meu bem, por que não me dão liberdade de escolher?Mamãe ficou em silêncio por um tempo, depois me disse que eu entenderia mais tarde.
No dia seguinte, meu pai me levou pra universidade. Fui a primeira aluna a chegar naquele dia, tudo pra que um monitor me mostrasse a universidade inteira e, claro, meu pai ficou o tempo todo junto da gente. Quando terminamos o tour, me acompanharam até a sala onde eu teria minha primeira aula. Aí fiquei sentada, papai se despediu e eu pensava nas palavras que teria que dizer na minha apresentação. Além disso, meu espanhol ainda era uma merda, eu tinha dificuldade pra formular várias palavras e isso me deixava puta.
Desanimada, suspirei. Só queria vazar daquele lugar, odiava tudo, até que vi ele. Tinha sentido uma brisa e ouvido os passos de alguém, era um moleque que sentou nas primeiras cadeiras. Fiquei surpresa, porque nunca tinha visto ninguém chegar tão motivado numa aula, nem eu era tão animada assim, mesmo amando psicologia.
Depois de alguns segundos, ele se virou e ficou me encarando fixamente. Percebi seus lábios murmurando alguma coisa, aí ele ficou vermelho e saiu da sala. Eu não entendia o que tava rolando, mas naquela simples troca de olhares, meu coração começou a bater mais forte que o normal, nunca tinha sentido algo assim. Do nada, vejo aquele cara voltar pra sala e ficar parado perto de mim. Tê-lo a só alguns centímetros de distância fazia meus nervos irem pro espaço, mesmo assim eu mantinha uma atitude fria.
–Oi, desculpa. Que aula você tá esperando?Ela me perguntou, pasma, eu não sabia o que dizer, tudo estava sendo tão rápido e repentino. Não sei quanto tempo demorei pra responder, mas quando respondi, na sala já não estávamos mais só eu e ele. Minha resposta o deixou intrigado, era lógico, ele nunca tinha me visto e, com meu sotaque inglês ainda carregado, percebia que eu era completamente nova. Ele quis voltar pro lugar dele, mas já estava ocupado, então sentou do meu lado.
Sorri quando ele fez isso e tenho certeza que ele não percebeu, porque tava distraído com os olhares dos outros. Eu tava curiosa pra saber o nome dele, então me apresentei pra ele. Notei que não era um cara muito sociável, mas mesmo assim era muito educado e a timidez dele me encantava. Quando ele disse que se chamava Tomás, o nome dele tatuou em mim. Sei que tem muita gente que não acredita em amor à primeira vista, mas o que rolou comigo e o Tom foi literalmente um flechadaço.
Depois, com o passar dos anos, percebi por que me apaixonei instantaneamente por ele. Projetei no Tom a imagem de um cara muito corajoso, e não me enganei, apesar de ele ser um garoto magrinho e ter cara de bonzinho. Ele fez daquele dia o mais divertido de todos e, quando teve que encarar meu pai, foi capaz de se apresentar, mesmo tremendo — algo que nenhum outro moleque tinha feito antes. Ele até me passou o número de telefone dele, mesmo com o olhar de matar do meu pai em cima, e ainda segurou minha mão na hora de ir embora.
Com esses simples detalhes, ele mostrava que tinha culhão suficiente pra ser o homem que eu tanto procurava. Quando a gente tava no carro, perguntei pro meu pai o que ele achava do meu novo amigo.—Já, um par de horas conhecendo ele e você já chama de amigo —Ela me respondeu com ironia. Eu, sem parar de olhar pela janela e de pensar no Tom, respondi.—Ele é diferente dos outros, me passa confiança e ainda é muito divertido. Espero que agora você não queira mudar de país, só porque minha primeira amizade é com um cara.
Para minha surpresa, ele soltou uma risadinha curta e me disse:—Mocinha, você sabe muito bem o que fez pra gente ter que mudar de país. Não gosto que você tenha "amigos", mas foda-se o motivo, esse garoto é diferente das menininhas de Londres.Ao ouvir essa declaração, eu sorri, já que sabia que meu pai estava me dando autorização pra continuar falando com o Tom, desde que eu não fizesse nada relacionado a sexo. Naquela noite, não tirei o Tomás da cabeça, até sonhei com ele.
No outro dia, quando vi ele, fiquei super feliz e senti meu coração acelerar. Dei em cima dele, mas ele, inocente, nem percebeu minhas intenções. Talvez fosse porque ele tava doido por uma MILF — a senhoria dele — então os olhos dele só miravam nela. Diferente de outras minas, saber disso não me deixou triste nem me irritou, pelo contrário, me excitou. Então me ofereci pra ajudar ele a comer ela. Algo dentro de mim dizia que com umas dicas, já bastava pro Tommy conseguir enganar aquela puta.
Embora minha ajuda fosse sincera, ao mesmo tempo eu me contradizia, porque desejava que a virgindade dela fosse minha. E a sorte estava do meu lado, pois naquele dia, Tom teve que ir até minha casa para terminar um trabalho. Durante o caminho, percebi que minha mãe roubava a atenção dele, meu corpo esquentava de novo e a ideia de vê-la com outro me excitava. Quando descemos do carro, dominada por um ciúme espontâneo, bati na virilha dele e ameacei: "Não encosta na minha mãe.
Naquele dia, ele nunca mais olhou pra minha mãe com desejo e os olhos dele se fixaram em mim. Toda vez que a gente se olhava ou eu sentia a respiração dele perto, meus hormônios iam à loucura, minha buceta ficava molhada e eu só segurava a vontade de beijar ele, com medo do meu pai nos pegar. Apesar de todo o esforço que fiz pra não cair na tentação, meu corpo não aguentou mais e, depois de convencer meu pai a deixar o Tom ficar, eu tomei a iniciativa.
Sozinha no meu quarto, comecei a me aproximar dele, percebi sua inquietação e nervosismo, o que achei uma graça. Enfiei meus peitos no peito dele, enrolei meus braços no pescoço dele e confessei o que sentia. Tommy não soube o que dizer, mas nossos lábios se fundiram num beijo apaixonado. Então, notei um volume se formando na calça dele, curiosa, perguntei, queria saber se aquela pica dura era por minha causa ou pela Milf dele. Ele demorou pra responder, então fingi que ia embora, e aí ouvi a voz trêmula dele me confirmando que era por mim.
Alegre, me aproximei de novo dele e minha boca se juntou outra vez com a do Tom. Nossas línguas brincalhonas se abraçavam, enquanto compartilhávamos nossas salivas quentes. Foi quando percebi que aquele garoto tinha uma ferramenta enorme e grossa. Só de tocar nela, me derreti e meu corpo tarado ansiava ser penetrado. No entanto, sabia que enfiar aquele tronco era loucura, então decidi dar um boquete nele antes.
Era a primeira vez que eu ia ter um pau dentro da minha boca, meu coração acelerou, mas consegui manter a calma e chupei aquela deliciosa rola, mesmo não tendo conseguido engolir ela inteira. Enquanto eu chupava o pau dele, Tom brincava com a minha bucetinha, e mesmo sem experiência, ele mandava muito bem. Sentir a língua dele percorrer a minha xereca e mordiscar o meu clitóris já era o suficiente pra mim. Mas aquele garoto ainda tinha uma surpresa guardada.
E aí, eu passo de me divertir com minha buceta pra foder meu cu. Ele enfiou uns dois dedos no meu cu e me fez gemer de prazer. Eu coloquei entre meus peitos aquele pedaço de carne e fiquei pasma ao ver que aquela coisa era grande o bastante pra aparecer por cima das minhas tetonas. Tudo ia incrível e parecia que a gente ia foder mesmo, no entanto, papai acordou e, pelos gemidos que a gente tava dando, percebeu que tinha algo rolando no meu quarto.
Ele bateu na porta e nos interrompeu, eu, em vez de me alterar, fiquei ainda mais excitada e coloquei aquela pica enorme entre minhas nádegas, pra ele poder se masturbar, enquanto meu pai estava no meu quarto. Meu pai, ameaçador, perguntou o que o Tomás ainda fazia no meu quarto, eu, safada, respondi que estávamos brincando e que ele ia embora quando terminasse. Tommy me confirmava que era o cara ideal, porque se atreveu a agarrar meus peitos e apertá-los, debaixo dos lençóis que nos cobriam, com a presença do meu pai.
Finalmente, papai nos deixou um momento a sós e eu pude recompensá-lo por toda aquela coragem e valentia que ele tinha. Fazendo sexo oral nele, primeiro saboreei aquelas bolas grandes cheias de porra que ele ia despejar pra mim, depois lambi a cabecinha enorme do pau dele e, quando já tinha quase metade da rola na minha boca, ele gozou. O sêmen dele era amargo, mas, diferente do do Joe, tinha alguma coisa que me agradou. Antes de ele sair do meu quarto, confessei que o amava e queria que aquilo se repetisse, e ele me garantiu que a gente ia fazer de novo.
A noite inteira, não consegui tirar aquela tranca enorme da cabeça e me masturbei pensando nela, no tamanho, no sabor e no cheiro. Era uma nerd de pica e finalmente tinha uma pra estudar e me entreter. No dia seguinte, acordei feliz, só queria ficar a sós com o Tom e terminar o que a gente tinha começado. A oportunidade apareceu quando ele tava no banho e a mãe saiu pra fazer compras. Entrei no banheiro e, pegando ele de surpresa, me encostei nele. Expliquei a situação e nossos corpos fizeram o serviço.
Eu não conseguia nem imaginar que aquela coisa ia entrar em mim, então pedi pro Tommy me penetrar rápido e meter bem fundo de uma vez só. O que posso dizer? Foi uma dor de tremer, por um momento achei que tinha quebrado, porque da cintura pra baixo eu fiquei paralisada. Mas, aos poucos, a dor virou prazer e eu gozei gostoso daquela foda. Foi nossa primeira vez, uma experiência que nunca vou esquecer.
Tô certa que o Tommy lembra e sente muita saudade daquele dia, porque não só transou comigo, mas também com a Milf dele. Quando ele me contou a experiência com aquela mulher, sinceramente senti um buraquinho no coração, que era doloroso, mas ao mesmo tempo, meu corpo inteiro ficou com tesão e minha buceta molhou. Imaginar cada cena, cada posição e aqueles beijos que eles trocavam, fez despertar em mim uma vontade danada de ver o Tom com outra.
Curiosamente, no dia seguinte, nossos corpos ardentes voltaram a fazer das suas. Dessa vez, transamos numa sala de aula da universidade. Lá, eu dei minha bunda pra ele arrebentar. Meu Deus, que jeito de sentir prazer, ainda mais quando ele se declarou e me pediu pra ser namorada dele. Claro que aceitei, tava louca por ele e queria continuar aprendendo com aquela piroca grossa dele. Desde então, a gente tá junto. É verdade que teve um momento em que imaginei minha vida sem o Tommy, mas não curti a ideia de ficar sem ele, e a única briga que a gente teve, a gente superou do jeito mais adulto possível.
Fui fiel ao meu marido, porque o amo, embora tenha sido tentada muitas vezes, nunca tive outra pica dentro de mim que não fosse a do Tom. Devo admitir que, às vezes, os olhares safados de outros homens me dão uma tesãozinha, tipo os que os pais das amigas da minha filha ou dos amigos dos meus filhos me dão. Mas fica só nisso, em olhares simples, porque na minha hora aparece logo o meu querido marido, por quem não trocaria por nada deste mundo, já que só ele me faz sentir louca de desejo quando me olha ou me sorri.
Além disso, só eu sofreria se deixasse ele solteiro, porque mais de uma tá esperando ver ele solteiro e não culpo elas, porque ele é incrível na hora de foder, isso ficou totalmente claro pra mim quando aconteceu a maravilhosa troca de MILFs. Naquele dia, vi como aquelas gostosas aproveitavam os outros dois caras, mas rapidamente percebi que meu Tom era quem mais satisfazia elas. A Celeste já tava mais acostumada com o pauzão do Tomás, e provar outras duas rolas jovens era algo que ela não ia desperdiçar. No entanto, notei que os olhos dela não desgrudavam do Tommy, mesmo tendo outro metendo nela.
As outras duas, quando experimentaram a grossa pica do Tom, simplesmente se apaixonaram por ela. O jeito que ele metia, passava as mãos pelos corpos delas e aqueles beijos viciantes que ele dava, era o suficiente pra fazer aquelas coroas enlouquecerem por ele. Os amigos tinham feito uma regra, que era não poder gozar dentro da MILF do outro. Essa regra foi quebrada pelo Tom, quando ele tava destruindo o cu da Adriana.
Tô certa que a coroa nunca tinha enfiado uma pica tão grossa dentro dela. Curvada, aguentava todas as estocadas, gemendo por mais. No olhar dela, percebi que ela queria que aquilo nunca acabasse, que o Tommy não fosse só um amante de uma noite, mas que pudesse ter ele todo dia do lado dela. Na real, o Tom ter quebrado a palavra foi porque essa MILF safada deixou, porque queria sentir a gozada do meu homem dentro do cu dela.
Completamente satisfeita, ela apagou no sofá onde tinha levado uma foda sensacional. Com certeza, sonhou que estava sendo comida de novo pelo Tomás, com tudo. Ele veio até meu esconderijo, onde eu tinha me esbaldado com o show inteiro que ela me deu. Me impressionou que o Tom ainda tivesse fôlego e energia pra mais uma trepada. Ele queria meter em mim, mas eu pedi pra ele pegar a putinha que ainda tava acordada. Laura, uma MILF morena que tinha uma bunda enorme, com a qual tinha hipnotizado o Tommy.
Ele aceitou, depois de me olhar com atenção, voltou pra sala, falou com aquela madura e foram pro quarto deles. Aí, eu me escondi dentro do armário pra ver os dois se satisfazendo. Sabia que a Laura tinha ficado com muita vontade de continuar brincando com o Tom. Então, ela aproveitou essa nova chance que eu dei. Chupando toda aquela pica, tendo ela mais uma vez entre as nádegas, perfurando ela e finalmente se deliciando com ela dentro da buceta.
Os dois ficaram exaustos depois daquela fodida bestial. A buceta da Laura jorrava o esperma do Tom, mas guardou o suficiente, já que depois daquele encontro sexual, a mulher ficaria grávida e nasceria o Axel. Depois desse evento, aconteceu algo que o Tommy não gosta muito de falar. Porque é a origem do conflito dele com o pai e envolve a mãe dele. Já eu, adoro relembrar o que rolou naquela semana na casa dos pais dele e ser a responsável por fazer mãe e filho cruzarem a linha e saciarem suas luxúrias num ato de incesto.Antes que a mulher continuasse escrevendo na sua agenda, o celular vibrou. Ao ver o nome do Tomás, um sorriso se desenhou no rosto dela.—"Tom, eu sabia que você ia perdoar"—responde ela, toda faceira, mas o rosto dela ficaria perplexo ao ouvir uns suspiros do marido.–“Tom, você tá bem?”-perguntou confusa,–“A-A… A-Abril…”-balbuciou enquanto uma língua deslizava pelo seu pau.
April: O que foi, amor?
Indagou, percebendo um longo gemido do marido. Ela estava intrigada, querendo saber quem estava naquele momento brincando com o tronco do esposo. Será que era a Vanessa? Perguntou-se enquanto andava pelo corredor e notava que a filha não estava em casa.–“Hhmmm”–Ouviu-se de novo, cheio de prazer. O boquete que estavam dando no Tomás devia ser muito bom pra ele não conseguir falar e só gemer de tesão.
Voltando pro quarto e dando uma olhada na agenda de pacientes do marido, não viu nenhum nome de mulher. Só podia ter sido uma paciente surpresa, daquelas que sempre aparecem, pensou consigo. Aí o homem sussurrou,–“O-O… Oli… Olivia…”-Os olhos da MILF brilharam e, mais uma vez, um sorriso se estampou no rosto dela.—"O-Olívia, Princesa… A amiga da nossa filha quer que eu coma ela"—acrescentou com a voz trêmula e bem rápida.
Aquela garota tinha chegado de surpresa no consultório do homem, desde aquele dia em que viu aquele volume marcado na calça dele e confirmou que o pai da amiga tinha uma boa ferramenta entre as pernas, não conseguiu tirar aquilo da cabeça e, depois de uma semana, não aguentou mais e foi atrás dessa pica. Enquanto Tomás já esquecia a raiva da manhã e pensava em ligar pra esposa pra pedir desculpas pela reação que teve e pelas palavras que disse, viu Olivia entrar.
A garota estava usando um top preto pequeno de alças, mostrando a cintura, umas leggings da mesma cor, com aberturas nas laterais e uns saltos altos também pretos. Antes que o homem dissesse alguma coisa, Olivia o encurralou, a única coisa que Tomás conseguiu fazer foi vê-la descer até o chão, de cócoras ela abriu o cinto dele e baixou a calça, pegando com as mãos aquela pica que ainda estava mole, mas que ela faria endurecer.
Sem dizer nada, foi masturbando aquela pica e dando umas lambidas de outro mundo, por mais que quisesse resistir, Tomás sucumbiu diante daquela garota. Olivia, ao ver aquela vara toda ereta, levantou o top e começou a bater com ela nos peitinhos dela, enquanto avisava que queria ser macetada por aquela tranca. O coroa respondeu que não podia fazer aquilo, então ela se virou e exibiu aquele rabão enorme.Olha bem o que eu tô te oferecendo antes de recusarEle mostrou pra ela, balançando o pau.
Não entendia por que estava tão tarado, mas viu aquilo como uma oportunidade de punir a mulher pela traição que ela tinha feito. Caminhando até a escrivaninha, pegou o celular e, quando estava ligando pra esposa pra avisar que ia arrebentar um cuzinho sem ela ver, aquela garota pegou a vara que exalava um cheiro fascinante e foi engolindo devagar. Depois, passou a língua nela com lambidas pequenas, mas muito excitantes. Chegando bem no momento exato em que a MILF gostosa atendeu a ligação.
April: Então vai fundo, amor, dá com força nesse cuzinho dessa menina.
Tomás: É-é isso que vou fazer, só queria te avisar do que você vai perder por causa da mentira da Ma-Mariana. E esquece que vou te contar.
April: Ah, querido, não se preocupa. Desde que você me contou que a Luz deu em cima de você, coloquei umas câmeras no seu escritório.
Ela disse de forma provocadora, ligando o laptop pra assistir ao espetáculo.
Tomás: O quê? Mas você é uma safada.
April: Achei que você já tinha percebido elas, Tommy.
Respondeu, passando a língua nos lábios e acariciando a buceta molhada.
April: Passa essa moça pra mim, por favor.
Tomás percebeu que April estava sempre um passo à frente dele. Sabia que ela era muito esperta, mas nunca tanto. Entregou o celular pra Olivia, que continuava chupando o pau maduro dele, e ela só ouviu a voz da esposa dizer:–"Tá com sorte, vadia, hoje mesmo tava morrendo de vontade de ver o Tom arrombando uma bunda e a sua é ideal. Se prepara pra experimentar e se deliciar com um sexo anal do caralhoela desliga e deixa o marido aproveitar aquela boquinha e aquelas mãos que apertavam os ovos dele.
Tomás não acreditava que estava deixando Olivia chupar o pau dele, ainda mais que ela era uma boqueteira do caralho, que jeito de usar a boca, tava enlouquecendo ele. Ela para, porque percebeu que podia passar o dia inteiro chupando aquele pirulito, mas a ideia dela era ter ele dentro dela, sentir ele remexendo as entranhas dela. Levantando, vai até o sofá, e o coroa, sabendo o que aquilo significava, vai pegar um pote de óleo que tinha. Quando encontra, se aproxima da amiga da filha dele.
Olivia tava ansiosa pra começar, mordia os lábios ao ver o pai da amiga se pelando na frente dela. Nunca tinha visto aquele corpo com tanto tesão como naquele momento. O homem chega perto dela e agarra aquela bunda divina, ela gemeu com aquele aperto, ao mesmo tempo que via aquela boca cada vez mais perto e, quando faltavam só alguns centímetros, ela enfiou a língua nele, entrelaçando as línguas num beijo gostoso e apaixonado.
Ele, de um puxão, baixou a calça dela, sem tirar completamente, carregou ela e deitou naquele sofá que ia ser palco de uma transa do caralho. Jogando as pernas dela pra trás, Tomás dá umas lambidas curtas, mas muito gostosas, fazendo aquela novinha ficar pedindo mais. Oleando as mãos, começa a massagear o corpo daquela gatinha que tinha ido implorar pelo pau dele. Os dedos safados dele lubrificavam cada canto daquele cuzão, até dentro dele, o que fazia a novinha soltar mais gemidos.
Olivia: Porra… Siimmm… Ela exclamava com prazer, o pai da amiga dela só ficava sorrindo pra ela. Assim que ele sentiu que aquela bunda tava pronta pra diversão, mandou ela segurar bem as pernas. Montando nela, ele vai guiando o pau dele naquele buraco lubrificado, a cabeça roça nele e, sentindo uma leve pressão, o cu dela se abre pra aquela piroca grossa começar a exploração.–“Diooooosss”Ela gritou com veemência e os olhos reviraram de tanto prazer.
Só tinha metade daquele mastrão dentro e já se sentia cheia, já tinha levado várias rolas grandes, mas nunca uma tão grossa que parecia estar alargando a buceta dela de um jeito inacreditável. O homem, ainda com as mãos oleosas, acariciava aqueles peitinhos pequenos e beliscava os biquinhos durinhos, sem parar de meter o pau. Quando finalmente estava tudo dentro, ele beijou aquela novinha que não parava de gemer, e aquele beijo fez Olivia tremer e gozar num orgasmo longo.
Ela nem tava ligada no tesão que tava sentindo, Tomás foi movendo a bunda, cada estocada fazia a amiga da Vanessa gritar mais alto, ela nunca imaginou que aquele coroa fosse tão bom de cama, ele tinha ela no controle, desde aquela tarde ela não ia querer outra pica no cu que não fosse a dele. O prazer era infinito e por mais que tentasse se controlar, não conseguia, gozando uma atrás da outra, o que impressionava o homem, já que Olivia tava quase apagando.
Antes que ela desmaiasse de vez, Tomás tirou o pau daquele cu e levou até a boquinha da mina, bateu uma punheta umas duas vezes e gozou na cara dela, banhando ela com porra quente. Ela, sorrindo, fechou os olhos de cansada, e foi nessa hora que Vanessa entrou no escritório e viu o pai pelado gozando na cara de uma amiga dela.—"Pai… Papai?ela disse, tentando processar a situação. Ele se virou e sorriu pra ela, oferecendo que ela ocupasse o lugar da amiga desmaiada.
A loira não sabia o que dizer, tinha ido ver o pai pra resolver o conflito que tinha com a mãe, mas o encontrou gozando em cima da Olivia. Por outro lado, não podia recusar o pedido, aquela pica que ela tanto desejava estava ajudando ela a superar algo muito doloroso. Tirando a roupa, se aproximou do pai pra foder com ele. Tomás olhou pra uma das câmeras e sorriu pra esposa, enquanto levantava Vanessa e a enfiava na buceta. A MILF, curtindo aquele exibicionismo, mordeu os lábios e murmurou.
April: Você não faz ideia do que eu tenho em mente, Tom.
Confirmou com um sorrisinho safado, enquanto na mesma caderneta onde tinha escrito, riscava o nome da Olivia de uma lista. Ao mesmo tempo, Axel e Ignácia, de mãos dadas, chegavam em casa. Antes de entrarem, a garota soltou a mão do namorado e, se abaixando, pegou uma florzinha azul. Meses depois, ela se preparava pro casamento, com um buquê de rosas azuis, ao lado dela estavam as irmãs.
Enquanto isso, Axel fazia um X na data que tinha num círculo. Depois disso, ele se olhou no espelho pra tentar arrumar a gravata, então viu a porta se abrir. Por ela, apareceu Vanessa com um vestido branco.–“O que o namorado mais gostoso tá fazendo?”disse enquanto se aproximava dela de forma brincalhona, o jovem, ao olhar, ficou pasmo.Uau… Mana, tu tá uma gostosarespondeu pegando-a pela cintura e colando ela nele.–“Ainda quer casar?”-Perguntou enquanto seus lábios se esfregavam.Valeu pra todo mundo que acompanhou essa história e o desenvolvimento dela, além do apoio de vocês. Talvez vocês não curtam que termine com um final aberto e que metade do capítulo seja um resumo da história do Tomás e da April, mas sempre tive em mente fechar esse conto com esses acontecimentos contados do ponto de vista da April. Pra dar início a novas aventuras onde vou fechar de vez a história desses personagens, embora primeiro eu termine os outros contos. Valeu de novo pra todo mundo e prometo continuar o mais rápido possível.
PS: Quando comecei essa saga de contos, originalmente a personagem da April ia ser diferente, uma espécie de Agustina «Segredos na família», mas no fim decidi optar por uma garota que era muito controlada e protegida pelos pais, com o fetiche de ver o cara que ama com outras.
PD2: Teve algumas frases em inglês nessa história, meu inglês não é 100% bom, pode ser que eu tenha errado em alguma dessas frases, então peço desculpas se for o caso.
2 comentários - Férias Quentes: Capítulo Final Especial
Cómo siempre un gusto leer tus relatos y esperando tus nuevas!