Acabou de amanhecer. Ainda é sexta-feira e o feriadão vai até segunda à noite. Não tinham se passado nem 24 horas e Jon e Fernando já sabiam que me tinham na mão. Não consegui pregar o olho de tanta excitação e nervosismo. Tava morrendo de medo de Jon e Fernando saírem contando por aí que eu era gay, mas por outro lado tava completamente louco pra eles me comerem de novo, igual fizeram no chuveiro.
Acordei de boa no quarto, onde só tinham mais dois espanhóis e um holandês, tudo ainda dormindo. Me vesti, me lavei e desci pro refeitório tomar café. Quando entrei, só estavam Jon e Jacobo, um espanhol ainda mais gostoso que os outros dois e com o corpo um pouco mais musculoso. Quando Jon me viu entrar, sorriu, piscou o olho e me convidou pra sentar com eles, puxando uma cadeira do lado dele. Jacobo tava sentado na frente e agia como se nada fosse. Não sei se ele não sabia, ou se tava pouco se lixando.
— Bom dia, princesa. — Jon falou com a voz debochada.
— Qual é? Como cês dormiram?
— Bem, bem relaxado. E você? — Tudo que Jon falava parecia ter segundas intenções.
— Também.
Jacobo não tava sacando nada, mas já tava desconfiando.
Continuamos tomando café, falando besteira e do que faríamos se estivéssemos na Espanha e não internos num colégio na Irlanda.
— Eu agora taria de ressaca na cama. — Disse Jacobo. — Teria saído com meus parceiros, enchido a cara e pegado alguma mina do grupo. Mas em vez disso, tô aqui com vocês, bem acordado e zerado... hahaha
Jon olhou fixo pra ele e disse:
— Aqui, se você quiser e rezar o suficiente, dá pra foder também.
— Hahaha, é, com uma das freiras do convento da frente, igual os padres fazem.
Eu fingi uma risada e devo ter ficado vermelho de medo do Jon me entregar, enquanto os dois se acabavam de rir pensando nos padres usando um túnel pro convento de freiras do outro lado da rua. Enquanto isso, Jon, por baixo da mesa... A mesa colocou a mão na minha perna e apertou sem que o Jacobo percebesse. Quando tentei me soltar dele, ele pegou minha mão e levou até a virilha dele. O filho da puta tinha o pau pra fora, duro como uma pedra. Eu estava ficando cada vez mais vermelho e não sabia onde me enfiar. Jacobo, que percebeu que algo estava estranho, decidiu que já tinha terminado de tomar café e que ia pra sala jogar uma partida no Play.
— Bom, o que a gente faz hoje? — Jon me disse, cravando os olhos pretos em mim.
— Me deixa, filho da puta. Ainda por cima pega na minha mão e me faz tocar no teu pau na frente do Jacobo. Tu é louco.
— Qual é, não se faz de ofendido que eu vi que você gostou.
O filho da puta me dizia isso enquanto olhava pra minha calça completamente estufada e pegava minha mão de novo pra levar até a braguilha dele. Naquele ponto, eu sabia que enquanto ele cravasse os olhos em mim, eu ia deixar ele cravar o que quisesse, então deixei ele aproximar minha mão do pau dele e comecei a bater uma pra ele por baixo da mesa enquanto ele continuava tomando café como se nada estivesse acontecendo.
— Que que há, senhores!? — O que faltava pra completar a bagunça. Fernando entrava pela porta e eu com a mão na massa. — O que vocês tão fazendo tão coladinhos? Já não conseguem se controlar, é?
Jon começou a se acabar de rir, dando a entender que Fernando tinha toda a razão. Ele arregalou os olhos e abriu a boca como se não acreditasse e abaixou a cabeça pra ver o que rolava debaixo da mesa. Eu tirei a mão rapidamente, mas o pau de Jon continuava lá, como o mastro de uma bandeira. Fernando soltou uma gargalhada que devia ter acordado os poucos estudantes que ainda estavam dormindo no colégio. Pegou uma bandeja com o café da manhã sem tirar os olhos da gente e foi em direção à nossa mesa. Enquanto isso, Jon tinha pegado minha mão de novo e colocado no pau dele pra eu continuar batendo uma, o que fiz com certo prazer.
Fernando sentou na nossa frente e um silêncio eterno se instalou. Eu abaixei o olhar enquanto continuava batendo uma pro Jon, e Jon olhava pro Fernando com uma cara... meio sorriso, como expressando o triunfo que era alguém estar batendo uma punheta pra ele no meio do café da manhã. Fernando ainda não conseguia acreditar.
Bom, e quando é a minha vez?
Ô Fernando, não fica com inveja. Já vai chegar sua vez, agora a gente tá tomando café. – Disse Jon com voz de brincadeira e terminando com um gemido abafado, resultado da punheta.
Hahahaha, que filho da puta você é.
Jon me olhou e falou:
E você? Não vai terminar seu café?
Que café? Se eu terminei há meia hora.
Não, ainda falta seu copo de leite. – Pegou meu copo vazio, colocou debaixo da mesa, segurou minha mão com a outra e começou a se masturbar mais rápido. Em 10 segundos, e depois de um espasmo, começou a gozar dentro do copo. – Aqui está; aproveita.
Jon me deu o copo e por um momento minha cara passou de vermelha pra pálida, e pra vermelha de novo. Fernando parecia que os olhos iam pular das órbitas. O copo tinha um bom dedo de porra do Jon. Eu sabia o que tinha que fazer. Não é que não tivesse vontade, tava morrendo de tesão. Sabia que tava entrando num caminho sem volta e decidi que tinha que aceitar no que me transformaram. Então levei o copo devagar até a boca olhando fixo nos olhos do Fernando, senti o cheiro forte de leite e engoli devagar sem piscar nem desviar o olhar.
Porra, que puta você é. Acho que minha pica vai explodir.
Bom, já que todo mundo comeu, acho que é hora de dar uma volta. Primeiro tenho que passar no quarto pegar umas coisas. Vocês vêm comigo? – Disse Jon com seu sorrisinho de puta.
Fernando ajeitou a pica como deu dentro da calça e se levantou esfregando as mãos. Eu tentei esconder minha excitação por saber o que me esperava de novo. Fomos pro quarto do Jon em silêncio, quase em fila, Jon na frente, eu no meio e Fernando atrás. Subindo as escadas, Fernando agarrou minha bunda e chegando perto do meu ouvido disse:
Hoje não vai ser fácil. rápido como no outro dia. Hoje vou me divertir com você e tirar de você a puta que realmente é, viado.
Isso me deixou a mil, mas não deixou de me dar um pouco de medo. Esses dois não eram de confiança e eu estava me metendo sozinho na boca do lobo.
Quando chegamos no quarto, Fernando fechou a porta atrás dele, me virou e me puxou pelos ombros até me colocar de joelhos. Ele tirou o pau dele já duro como pedra e aproximou do meu rosto. Eu abri a boca para chupar, mas ele se afastou.
Eu te falei que hoje não vai ser como no outro dia. Mostra a língua e lambe.
Eu aproveitei pra lamber como se não houvesse amanhã. Descia até as bolas dele e voltava até a glande. Nesse momento, ele aproveitou pra enfiar até eu engasgar e tirar igualmente rápido. Ele bateu na minha cara com ele enquanto me segurava pelo queixo e levantava meu rosto, pedindo pra eu abrir a boca. O filho da puta cuspiu na minha boca e enfiou o pau atrás. Eu não conseguia ver o Jon, mas também não estava pensando nele; Fernando já me ocupava bastante até que eu vi ele abrir os olhos de novo, surpreso com o que via atrás de mim. Me virei e vi o Jon com um sorriso de filho da puta e um consolo na mão, grande como um antebraço. Não sei de onde ele tinha tirado aquilo, mas ia me destruir. Me colocaram na cama, tiraram minha roupa e me deixaram de quatro, atravessado na cama. Eles se posicionaram um de cada lado; Fernando continuou recebendo o boquete e Jon começou a meter um dedo pra dilatar meu cu.
Chupa assim que hoje a gente vai se divertir pra caralho. – Disse o Jon sussurrando no meu ouvido enquanto empurrava minha cabeça pro pau do Fernando e enfiava o dedo do meio bem até o fundo. – Vejo que você ainda está aberto do que a gente te deu ontem. Isso é bom, porque hoje você vai receber um pouco mais.
Fernando se abaixou naquele momento e cuspiu de novo na minha boca. Ele tava adorando a humilhação e eu ficava com muito tesão, não vou negar. Enquanto isso, Jon aproveitou pra Enfiei um segundo dedo sem problema nenhum, e eu já comecei a me soltar. Meu gemido com aquele segundo dedo deve ter saído alto demais, e eu levei uma porrada de pau do Fernando na cara pra eu ficar calado. Minha buceta ia se abrindo e pedindo mais, eu me jogava pra trás esperando o Jon enfiar outro dedo; e o terceiro dedo chegou. Comecei a chupar que nem uma puta o pau do Fernando, que de vez em quando deixava escapar um gemido, e o Jon enfiou um quarto dedo. Meu cu tava mais dilatado do que nunca na vida, e eu louco de tesão, querendo mais ainda. O Jon tirou os dedos e rapidamente meteu o pau dele de uma só vez, com uma enfiada de quadril. Com meu cu todo aberto, não senti dor nenhuma. Só me restava aproveitar aquele pau entrando e saindo de mim enquanto eu chupava o do Fernando. O Jon se deitou em cima de mim, dava pra sentir a respiração ofegante dele na minha nuca, o corpo dele batendo no meu a cada estocada, e chegando perto do meu ouvido de novo, ele disse:
"Ainda não enfiei tudo o que vamos enfiar em você, calma. Quando a gente terminar com você hoje, vai dar pra guardar o capacete da moto no seu cu."
No fundo, eu tava morrendo de vontade. Meu cu já tava totalmente acostumado com o pau do Jon e continuava pedindo mais; e ele percebia. Separando o corpo das minhas costas, senti ele enfiar um dedo junto com o pau. Porraaaa... até onde ele conseguia ir. Meu cu tava completamente aberto. Ele tirou o pau, e eu senti que ele não voltava ao normal; ficava totalmente aberto, esperando a vara. Que voltou acompanhada de um segundo dedo. Tive que parar de chupar o pau do Fernando por causa do prazer descontrolado, e ele se aproximou pra ver o Jon continuar dilatando meu cu. Ele deu mais umas duas estocadas e saiu de vez, deixando meu cu vazio, enquanto o Fernando separava minhas nádegas, impedindo meu esfíncter de fechar completamente. Eu, com o pau do Fernando de novo na boca, não consegui ver o que eles estavam tramando, mas logo senti o dildo na entrada do meu cu. e uma pressão que eu não sabia se aguentaria. Jon estava empurrando com força, e meu cu, dilatado como nunca, queria que entrasse, mas estava resistindo. Aos poucos e com bastante dor, meu cu foi cedendo e deixou entrar a ponta do dildo, larga como uma lata de Coca-Cola. Mas o que vinha atrás era muito maior. Devem ter notado meu esforço, porque tiraram pra me dar um respiro. Eu continuei chupando a pica do Fernando e Jon enfiou 5 dedos no meu cu com total facilidade.
Viu como ele se abre, Fernando? Te falei que iam caber nossas duas picas sem problema.
Ufa... já viu, cara. Termina de abrir ele pra gente poder partir bem entre os dois.
Queriam me foder os dois ao mesmo tempo. Eu estava quase gozando e ainda nem tinham começado a me foder como planejavam.
Jon pegou o dildo de novo, e com a ajuda do Fernando, que abria meu cu o máximo que podia, enfiou a ponta e fez uma pressão constante até que meu buraco, de fato, cedeu e deixou entrar uns 30 centímetros do dildo dentro de mim. Jon enfiou devagar até o fundo e tirou tudo de novo. Meu cu estava totalmente aberto. E ele enfiou de novo, dessa vez sem nenhuma resistência. Eu não aguentava mais de prazer. Minha vontade estava completamente à mercê deles e meu cu à disposição. Ele repetiu a operação várias vezes, embora eu não consiga lembrar quantas.
Beleza, já abrimos ele bem. Levanta, puta, que o Fernando vai se deitar debaixo de você.
Isso, vem e senta na minha pica, foxy. Tô com uma vontade de arrebentar sua bunda que não é brincadeira. – Fernando se deitou de barriga pra cima e eu me agachei, enfiando o pau dele com facilidade e prazer. Ele agarrou meu cu e cravou com violência até o fundo, pra eu saber quem mandava ali. Me segurou pela nuca, baixou minha cara até a dele e cuspiu em mim de novo enquanto me comia –. Porra, que puta você é.
Enquanto isso, Jon ficou atrás de mim e começou a fazer pressão devagar. Não teve muita dificuldade pra enfiar a cabeça da pica dele no meu cu. junto com a pica do Fernando, mas ele pediu pra eu fazer isso.
Enfia as duas ao mesmo tempo. Sei que você tá morrendo de vontade.
Não sei se vou conseguir.
Pois se você machucar minha pica, eu quebro sua cara de puta.
Peguei as duas picas e, aos poucos, fui sentando nelas. Consegui enfiar as duas cabeças e eles dois fizeram o resto. Enlouqueceram; como se tivessem vencido, começaram a bombar com toda a força que podiam e eu fui pro céu. Não consegui evitar gemer como a rabuda que sou. Ainda bem que a escola tava vazia e no corredor dos quartos do Jon e do Fernando só estavam eles e o Jacobo, que tava na sala três andares abaixo. Eles me comeram sem parar por uns 15 ou 20 minutos. Não faço ideia. Entravam e saíam do meu cu com toda facilidade. Trocaram de lugar; sentia os dois corpos junto ao meu enquanto as duas picas brigavam pelo espaço dentro de mim. E depois desses 15 ou 20 minutos em que nós três estávamos encharcados de suor e saliva das várias lambidas, decidiram que era hora de gozar. Tiraram as picas, se levantaram e me deixaram na cama de quatro enquanto começaram a se masturbar perto da minha boca.
Isso vai ser seu segundo café da manhã, que não te faz mal.
É, você vai precisar de energia.
Enquanto eles se masturbavam, peguei o dildo e enfiei no meu cu. Tava com um tesão do caralho e completamente sem vergonha.
Porra, que tesão me dá ver você sendo tão puta. Vai, enfia bem fundo, rabuda. Jon, encontramos a puta do ano.
Uffff... vou gozar...
Siiim, eu também...
Primeiro o Jon enfiou a pica até a garganta e começou a ter espasmos enquanto meu nariz se enterrava no cabelo enrolado dele: Senti ela inchar e gozar, provando de novo o leite dele. Na hora, o Fernando agarrou minha cabeça quando eu ainda tava limpando a pica do Jon e enfiou a dele do mesmo jeito. A gozada dele foi incrível. Tava cheio por ter passado a noite toda pensando nesse momento. Engoli tudo. toda, limpando até deixar limpinha e acabei gozando em cima da cama do Jon como se nunca tivesse gozado na vida.
Porra, sua putinha, agora vai ter que limpar minha colcha... não vou dormir em cima da sua porra de puta. Então tá demorando pra passar a língua.
E realmente, lambi a colcha do Jon com o dildo enfiado no meu cu, enquanto o Jon e o Fernando ainda estavam excitados.
Bom, acho que tá na hora de um banho, né? – Disse o Jon com meio sorriso...
Acordei de boa no quarto, onde só tinham mais dois espanhóis e um holandês, tudo ainda dormindo. Me vesti, me lavei e desci pro refeitório tomar café. Quando entrei, só estavam Jon e Jacobo, um espanhol ainda mais gostoso que os outros dois e com o corpo um pouco mais musculoso. Quando Jon me viu entrar, sorriu, piscou o olho e me convidou pra sentar com eles, puxando uma cadeira do lado dele. Jacobo tava sentado na frente e agia como se nada fosse. Não sei se ele não sabia, ou se tava pouco se lixando.
— Bom dia, princesa. — Jon falou com a voz debochada.
— Qual é? Como cês dormiram?
— Bem, bem relaxado. E você? — Tudo que Jon falava parecia ter segundas intenções.
— Também.
Jacobo não tava sacando nada, mas já tava desconfiando.
Continuamos tomando café, falando besteira e do que faríamos se estivéssemos na Espanha e não internos num colégio na Irlanda.
— Eu agora taria de ressaca na cama. — Disse Jacobo. — Teria saído com meus parceiros, enchido a cara e pegado alguma mina do grupo. Mas em vez disso, tô aqui com vocês, bem acordado e zerado... hahaha
Jon olhou fixo pra ele e disse:
— Aqui, se você quiser e rezar o suficiente, dá pra foder também.
— Hahaha, é, com uma das freiras do convento da frente, igual os padres fazem.
Eu fingi uma risada e devo ter ficado vermelho de medo do Jon me entregar, enquanto os dois se acabavam de rir pensando nos padres usando um túnel pro convento de freiras do outro lado da rua. Enquanto isso, Jon, por baixo da mesa... A mesa colocou a mão na minha perna e apertou sem que o Jacobo percebesse. Quando tentei me soltar dele, ele pegou minha mão e levou até a virilha dele. O filho da puta tinha o pau pra fora, duro como uma pedra. Eu estava ficando cada vez mais vermelho e não sabia onde me enfiar. Jacobo, que percebeu que algo estava estranho, decidiu que já tinha terminado de tomar café e que ia pra sala jogar uma partida no Play.
— Bom, o que a gente faz hoje? — Jon me disse, cravando os olhos pretos em mim.
— Me deixa, filho da puta. Ainda por cima pega na minha mão e me faz tocar no teu pau na frente do Jacobo. Tu é louco.
— Qual é, não se faz de ofendido que eu vi que você gostou.
O filho da puta me dizia isso enquanto olhava pra minha calça completamente estufada e pegava minha mão de novo pra levar até a braguilha dele. Naquele ponto, eu sabia que enquanto ele cravasse os olhos em mim, eu ia deixar ele cravar o que quisesse, então deixei ele aproximar minha mão do pau dele e comecei a bater uma pra ele por baixo da mesa enquanto ele continuava tomando café como se nada estivesse acontecendo.
— Que que há, senhores!? — O que faltava pra completar a bagunça. Fernando entrava pela porta e eu com a mão na massa. — O que vocês tão fazendo tão coladinhos? Já não conseguem se controlar, é?
Jon começou a se acabar de rir, dando a entender que Fernando tinha toda a razão. Ele arregalou os olhos e abriu a boca como se não acreditasse e abaixou a cabeça pra ver o que rolava debaixo da mesa. Eu tirei a mão rapidamente, mas o pau de Jon continuava lá, como o mastro de uma bandeira. Fernando soltou uma gargalhada que devia ter acordado os poucos estudantes que ainda estavam dormindo no colégio. Pegou uma bandeja com o café da manhã sem tirar os olhos da gente e foi em direção à nossa mesa. Enquanto isso, Jon tinha pegado minha mão de novo e colocado no pau dele pra eu continuar batendo uma, o que fiz com certo prazer.
Fernando sentou na nossa frente e um silêncio eterno se instalou. Eu abaixei o olhar enquanto continuava batendo uma pro Jon, e Jon olhava pro Fernando com uma cara... meio sorriso, como expressando o triunfo que era alguém estar batendo uma punheta pra ele no meio do café da manhã. Fernando ainda não conseguia acreditar.
Bom, e quando é a minha vez?
Ô Fernando, não fica com inveja. Já vai chegar sua vez, agora a gente tá tomando café. – Disse Jon com voz de brincadeira e terminando com um gemido abafado, resultado da punheta.
Hahahaha, que filho da puta você é.
Jon me olhou e falou:
E você? Não vai terminar seu café?
Que café? Se eu terminei há meia hora.
Não, ainda falta seu copo de leite. – Pegou meu copo vazio, colocou debaixo da mesa, segurou minha mão com a outra e começou a se masturbar mais rápido. Em 10 segundos, e depois de um espasmo, começou a gozar dentro do copo. – Aqui está; aproveita.
Jon me deu o copo e por um momento minha cara passou de vermelha pra pálida, e pra vermelha de novo. Fernando parecia que os olhos iam pular das órbitas. O copo tinha um bom dedo de porra do Jon. Eu sabia o que tinha que fazer. Não é que não tivesse vontade, tava morrendo de tesão. Sabia que tava entrando num caminho sem volta e decidi que tinha que aceitar no que me transformaram. Então levei o copo devagar até a boca olhando fixo nos olhos do Fernando, senti o cheiro forte de leite e engoli devagar sem piscar nem desviar o olhar.
Porra, que puta você é. Acho que minha pica vai explodir.
Bom, já que todo mundo comeu, acho que é hora de dar uma volta. Primeiro tenho que passar no quarto pegar umas coisas. Vocês vêm comigo? – Disse Jon com seu sorrisinho de puta.
Fernando ajeitou a pica como deu dentro da calça e se levantou esfregando as mãos. Eu tentei esconder minha excitação por saber o que me esperava de novo. Fomos pro quarto do Jon em silêncio, quase em fila, Jon na frente, eu no meio e Fernando atrás. Subindo as escadas, Fernando agarrou minha bunda e chegando perto do meu ouvido disse:
Hoje não vai ser fácil. rápido como no outro dia. Hoje vou me divertir com você e tirar de você a puta que realmente é, viado.
Isso me deixou a mil, mas não deixou de me dar um pouco de medo. Esses dois não eram de confiança e eu estava me metendo sozinho na boca do lobo.
Quando chegamos no quarto, Fernando fechou a porta atrás dele, me virou e me puxou pelos ombros até me colocar de joelhos. Ele tirou o pau dele já duro como pedra e aproximou do meu rosto. Eu abri a boca para chupar, mas ele se afastou.
Eu te falei que hoje não vai ser como no outro dia. Mostra a língua e lambe.
Eu aproveitei pra lamber como se não houvesse amanhã. Descia até as bolas dele e voltava até a glande. Nesse momento, ele aproveitou pra enfiar até eu engasgar e tirar igualmente rápido. Ele bateu na minha cara com ele enquanto me segurava pelo queixo e levantava meu rosto, pedindo pra eu abrir a boca. O filho da puta cuspiu na minha boca e enfiou o pau atrás. Eu não conseguia ver o Jon, mas também não estava pensando nele; Fernando já me ocupava bastante até que eu vi ele abrir os olhos de novo, surpreso com o que via atrás de mim. Me virei e vi o Jon com um sorriso de filho da puta e um consolo na mão, grande como um antebraço. Não sei de onde ele tinha tirado aquilo, mas ia me destruir. Me colocaram na cama, tiraram minha roupa e me deixaram de quatro, atravessado na cama. Eles se posicionaram um de cada lado; Fernando continuou recebendo o boquete e Jon começou a meter um dedo pra dilatar meu cu.
Chupa assim que hoje a gente vai se divertir pra caralho. – Disse o Jon sussurrando no meu ouvido enquanto empurrava minha cabeça pro pau do Fernando e enfiava o dedo do meio bem até o fundo. – Vejo que você ainda está aberto do que a gente te deu ontem. Isso é bom, porque hoje você vai receber um pouco mais.
Fernando se abaixou naquele momento e cuspiu de novo na minha boca. Ele tava adorando a humilhação e eu ficava com muito tesão, não vou negar. Enquanto isso, Jon aproveitou pra Enfiei um segundo dedo sem problema nenhum, e eu já comecei a me soltar. Meu gemido com aquele segundo dedo deve ter saído alto demais, e eu levei uma porrada de pau do Fernando na cara pra eu ficar calado. Minha buceta ia se abrindo e pedindo mais, eu me jogava pra trás esperando o Jon enfiar outro dedo; e o terceiro dedo chegou. Comecei a chupar que nem uma puta o pau do Fernando, que de vez em quando deixava escapar um gemido, e o Jon enfiou um quarto dedo. Meu cu tava mais dilatado do que nunca na vida, e eu louco de tesão, querendo mais ainda. O Jon tirou os dedos e rapidamente meteu o pau dele de uma só vez, com uma enfiada de quadril. Com meu cu todo aberto, não senti dor nenhuma. Só me restava aproveitar aquele pau entrando e saindo de mim enquanto eu chupava o do Fernando. O Jon se deitou em cima de mim, dava pra sentir a respiração ofegante dele na minha nuca, o corpo dele batendo no meu a cada estocada, e chegando perto do meu ouvido de novo, ele disse:
"Ainda não enfiei tudo o que vamos enfiar em você, calma. Quando a gente terminar com você hoje, vai dar pra guardar o capacete da moto no seu cu."
No fundo, eu tava morrendo de vontade. Meu cu já tava totalmente acostumado com o pau do Jon e continuava pedindo mais; e ele percebia. Separando o corpo das minhas costas, senti ele enfiar um dedo junto com o pau. Porraaaa... até onde ele conseguia ir. Meu cu tava completamente aberto. Ele tirou o pau, e eu senti que ele não voltava ao normal; ficava totalmente aberto, esperando a vara. Que voltou acompanhada de um segundo dedo. Tive que parar de chupar o pau do Fernando por causa do prazer descontrolado, e ele se aproximou pra ver o Jon continuar dilatando meu cu. Ele deu mais umas duas estocadas e saiu de vez, deixando meu cu vazio, enquanto o Fernando separava minhas nádegas, impedindo meu esfíncter de fechar completamente. Eu, com o pau do Fernando de novo na boca, não consegui ver o que eles estavam tramando, mas logo senti o dildo na entrada do meu cu. e uma pressão que eu não sabia se aguentaria. Jon estava empurrando com força, e meu cu, dilatado como nunca, queria que entrasse, mas estava resistindo. Aos poucos e com bastante dor, meu cu foi cedendo e deixou entrar a ponta do dildo, larga como uma lata de Coca-Cola. Mas o que vinha atrás era muito maior. Devem ter notado meu esforço, porque tiraram pra me dar um respiro. Eu continuei chupando a pica do Fernando e Jon enfiou 5 dedos no meu cu com total facilidade.
Viu como ele se abre, Fernando? Te falei que iam caber nossas duas picas sem problema.
Ufa... já viu, cara. Termina de abrir ele pra gente poder partir bem entre os dois.
Queriam me foder os dois ao mesmo tempo. Eu estava quase gozando e ainda nem tinham começado a me foder como planejavam.
Jon pegou o dildo de novo, e com a ajuda do Fernando, que abria meu cu o máximo que podia, enfiou a ponta e fez uma pressão constante até que meu buraco, de fato, cedeu e deixou entrar uns 30 centímetros do dildo dentro de mim. Jon enfiou devagar até o fundo e tirou tudo de novo. Meu cu estava totalmente aberto. E ele enfiou de novo, dessa vez sem nenhuma resistência. Eu não aguentava mais de prazer. Minha vontade estava completamente à mercê deles e meu cu à disposição. Ele repetiu a operação várias vezes, embora eu não consiga lembrar quantas.
Beleza, já abrimos ele bem. Levanta, puta, que o Fernando vai se deitar debaixo de você.
Isso, vem e senta na minha pica, foxy. Tô com uma vontade de arrebentar sua bunda que não é brincadeira. – Fernando se deitou de barriga pra cima e eu me agachei, enfiando o pau dele com facilidade e prazer. Ele agarrou meu cu e cravou com violência até o fundo, pra eu saber quem mandava ali. Me segurou pela nuca, baixou minha cara até a dele e cuspiu em mim de novo enquanto me comia –. Porra, que puta você é.
Enquanto isso, Jon ficou atrás de mim e começou a fazer pressão devagar. Não teve muita dificuldade pra enfiar a cabeça da pica dele no meu cu. junto com a pica do Fernando, mas ele pediu pra eu fazer isso.
Enfia as duas ao mesmo tempo. Sei que você tá morrendo de vontade.
Não sei se vou conseguir.
Pois se você machucar minha pica, eu quebro sua cara de puta.
Peguei as duas picas e, aos poucos, fui sentando nelas. Consegui enfiar as duas cabeças e eles dois fizeram o resto. Enlouqueceram; como se tivessem vencido, começaram a bombar com toda a força que podiam e eu fui pro céu. Não consegui evitar gemer como a rabuda que sou. Ainda bem que a escola tava vazia e no corredor dos quartos do Jon e do Fernando só estavam eles e o Jacobo, que tava na sala três andares abaixo. Eles me comeram sem parar por uns 15 ou 20 minutos. Não faço ideia. Entravam e saíam do meu cu com toda facilidade. Trocaram de lugar; sentia os dois corpos junto ao meu enquanto as duas picas brigavam pelo espaço dentro de mim. E depois desses 15 ou 20 minutos em que nós três estávamos encharcados de suor e saliva das várias lambidas, decidiram que era hora de gozar. Tiraram as picas, se levantaram e me deixaram na cama de quatro enquanto começaram a se masturbar perto da minha boca.
Isso vai ser seu segundo café da manhã, que não te faz mal.
É, você vai precisar de energia.
Enquanto eles se masturbavam, peguei o dildo e enfiei no meu cu. Tava com um tesão do caralho e completamente sem vergonha.
Porra, que tesão me dá ver você sendo tão puta. Vai, enfia bem fundo, rabuda. Jon, encontramos a puta do ano.
Uffff... vou gozar...
Siiim, eu também...
Primeiro o Jon enfiou a pica até a garganta e começou a ter espasmos enquanto meu nariz se enterrava no cabelo enrolado dele: Senti ela inchar e gozar, provando de novo o leite dele. Na hora, o Fernando agarrou minha cabeça quando eu ainda tava limpando a pica do Jon e enfiou a dele do mesmo jeito. A gozada dele foi incrível. Tava cheio por ter passado a noite toda pensando nesse momento. Engoli tudo. toda, limpando até deixar limpinha e acabei gozando em cima da cama do Jon como se nunca tivesse gozado na vida.
Porra, sua putinha, agora vai ter que limpar minha colcha... não vou dormir em cima da sua porra de puta. Então tá demorando pra passar a língua.
E realmente, lambi a colcha do Jon com o dildo enfiado no meu cu, enquanto o Jon e o Fernando ainda estavam excitados.
Bom, acho que tá na hora de um banho, né? – Disse o Jon com meio sorriso...
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