Como sempre, começo descrevendo minha namorada.
Eve tem 29 anos, 1,70m de altura, uma bunda linda, peitos operados, grandes, mas não desproporcionais, morena de cabelo liso e olhos meio verdes, meio castanhos, corpo mais puxado pra menina de academia, definido, mas sem ser marcado demais.
Como vocês já sabem, tivemos várias experiências no swing, mas nunca fomos a uma festa swinger, nem a uma balada (isso ainda está pendente).
No Ano Novo, ficamos sozinhos. Nossos planos foram interrompidos pela COVID dos nossos amigos. Eles se juntaram no Natal e quase todos com quem íamos passar a virada pegaram o vírus.
De propósito, comentei a história com um conhecido da putaria, que sei que está no mundo do swing. Perguntei como era a parada e ele me convidou pra uma festa privada, só para casais liberais, com limite de 15 casais de mente aberta, respeitosos, com vacinação completa e sem sintomas.
Passamos a meia-noite com o casal do apartamento ao lado e lá pela 1h30 nos despedimos. Depois de Eve trocar de roupa, partimos pra um condomínio fechado em Pilar. Eve vestiu um vestidinho preto, curto, com um decote que, se virasse rápido, dava pra ver a parte de baixo da bunda, uma tanguinha vermelha pequenininha e uns sapatos de salto fino, também vermelhos, e foi sem sutiã, coisa que me deixa louco.
Eu estava de camisa e calça social, mas, né, ninguém liga pra como o homem se veste, certo?
Chegamos, vários carros de luxo, uma casa divina. Por enquanto, todo mundo vestido. Numa parede enorme, projetavam o vídeo de um set do Hernán Cattaneo gravado de uma câmera fixa, tudo simulando um palco, com luzes e tudo, parecia que ele estava ali, tocando pra gente.
Uma sala espetacular, com vários sofás, um bar com o que você quiser pra beber.
Explicam as regras: tudo com respeito, sempre com camisinha (tinha centenas por todo lado), sempre trocando ao mudar de parceira sexual, qualquer coisa que deixe alguém desconfortável é dita e está tudo bem. Tudo bem, etc...
Fomos pro balcão pegar uns drinks e vimos que do lado tinha outra sala, tipo um quincho envidraçado com uma piscina de uns 3x3 metros, aquecida, com uma cascatinha. Fomos nos apresentando e olhando o pessoal, sondando. Nossos conhecidos ainda não tinham chegado. Com eles é de boa, mas a verdade é que não nos atraem fisicamente.
Fomos dançar e aí eles chegaram, cumprimentaram todo mundo, dava pra ver que todos conhecem eles, são famosos nesse meio sw-vip da alta sociedade. Nos cumprimentam e ficamos conversando. Já deixam claro que quem não transa no sofá transa na piscina, mas que é tranquilo, que as coisas vão rolando, tomamos mais uns drinks, a verdade é que não tava afim de nenhum casal, continuamos dançando e falando com o pessoal, mas sem ir além disso.
S: Faltam chegar 2 casais.
E: Como você sabe?
S: Contei, somos 26.
E: Ou talvez desistiram, como saber?
S: Tomara que não, mas...
E: É, já sei, vamos acabar fodendo entre nós.
S: Isso óbvio meu amor, sempre entre nós.
Vemos chegar mais um carro, vamos andando até o balcão pra ver melhor a entrada, os dois muito musculosos, tipo fisiculturistas, nada que nos excite. Enquanto eu fazia um drink:
E: Amor, os que entraram agora. Esses aí a gente tem que abordar.
S: Não meu amor, muito marombados, me broxa uma gostosa fisiculturista.
E: Não, eles não, idiota! Já sei seus gostos, os que vieram com eles, tão com cara de perdidos, deve ser a primeira vez deles nisso. Finge que não viu e olha.
S: Epa... tô dentro. A gente fica no balcão, com certeza vão cumprimentar todo mundo e vir pra cá pegar algo.
Ele é tipo o Martin Garrix, muito parecido (Por isso chamo ele de Martín), só um pouco mais alto que eu, igual o Garrix, 30 anos. Ela 27, olhos verdes, cabelo liso, boca carnuda, gata, pequenininha, 1,60m, peitos no tamanho certo pro corpo dela, rabão que dava pra ver que era poderoso, maravilhosa. Vestida com um top lilás, uma saia preta e sapatos pretos de salto.
Ambos os casais foram Saudando, sempre primeiro os bombadões, claramente manjavam do assunto, depois nosso alvo, dava pra ver que estavam desconfortáveis.
Os 4 vieram até o bar, se apresentaram, pediram uns drinks e batemos um papo os 6 juntos.
Confirmamos que o casal bombado era do meio, bem do meio, eles seguiram o rumo deles e nós ficamos conversando com Martín e Julieta.
E: É a primeira vez de vocês numa parada dessas, né?
M: Sim.
J: Dá pra perceber muito? Tô meio nervosa.
S: Fica tranquila, a gente também tá.
M: Mas vocês já swingeraram, não? Não vão começar por isso?
S: Sim, tivemos experiências swingers, mas nunca algo assim, nem balada, nada. E vocês?
M: Pouca coisa, 2 vezes com um casal amigo.
S: Os bombadões?
J: Não, não!! Ela é minha irmã. Meio-irmã na verdade, mas é, fomos criadas juntas. Com uns amigos, contei pra minha irmã como se fosse uma aventura louquíssima e ela me contou sobre todo esse mundo escondido.
M: Como foi a sensação de chegar pela primeira vez numa parada dessas?
E: É estranho... Não me imagino transando com todo mundo tipo orgia multitudinária, acho que me daria um certo nojinho. Não tenho interesse nisso.
J: Eu também não, nunca curti foder com alguém que não compartilhou nada, no mínimo me tira pra dançar, me paga um drink.
S: Bom, drinks já temos, vamos dançar?
J: Vamos!
E: Ahhh rapidinha você com meu namorado.
J: Não fiz nada, só aceitei que a gente dance os 4.
M: Por algum lugar se começa, vamos pra pista.
Martín pegou a Eve pela cintura, eu peguei a Juli pela mão e fomos os 4 dançar tipo grupinho, continuamos batendo papo sobre a festa, trabalho, coisas da vida, outros casais passavam, conversavam um pouquinho, mas fixos estávamos nós 4 naquele setor, drink vai, drink vem...
J: Tão entrando na piscina!
E: Vamos ver, eu não trouxe nada pra entrar na piscina. Nem sabia que tinha uma.
M: Acho que justamente não precisa de nada.
S: Pois é, tão entrando pelados. Na verdade, acabei de ver a rola do seu concunhado.
J: Não é algo que eu queira ver de novo.
S: Como Ver de novo?
J: Minha irmã e eu dividíamos quarto na casa dos meus pais, me acordaram umas putas mil vezes e eu fingia que tava dormindo na hora. Nem quero imaginar as vezes que não me acordaram, mas transaram do mesmo jeito.
A gente ficou olhando meio na sacanagem, já começaram a foder, a se tocar, a trocar de casal, eram umas 8 casais ali metidos e tava começando um todo mundo contra todo mundo. Eve e Juli começam a falar no ouvido uma da outra com risadinhas e olhares de canto pra nós 2.
S: Tincho, acho que essas duas tão tramando algo.
M: Contanto que deixem a gente olhar e depois não nos deixem de fora.
S: Ahhh, você é dos meus. Gosta de ver ela com outra.
M: Claro, ver minha mulher com outra gatinha é algo que quero ver há muito tempo, vai me deixar louco.
S: Sinto exatamente o mesmo. Nunca viu ela com outra gatinha?
M: Não, com esses amigos que a gente tava foi sempre troca de casal, elas se beijaram, mas só isso.
S: Mas ela já ficou com alguma gatinha?
M: Sim, antes de sair comigo ela teve um rolo com uma gatinha, foi fazer umas massagens e acabaram se pegando.
S: Mentira, isso é coisa de pornô.
M: Pensei exatamente a mesma coisa.
E: Bom, vamos fazer algo nós também.
Ela deu um beijo no Martín e eu fiz o mesmo com a Juli, beijamos de casal trocado, apertamos gostoso assim e voltamos a dançar como se nada tivesse acontecido, mas marcou o começo da noite.
As minhas começam a se beijar enquanto olham pra gente, a gente se aproxima um pouco e as duas fazem sinal pra gente ficar de longe. Se pegam bem quente, agarrando a bunda uma da outra com as duas mãos. De mãos dadas vão pra um sofá, Eve senta e Juli senta por cima, eu e Martín ficamos de lado pra assistir o show que as minhas tavam nos dando. Elas se beijavam, Eve enfiou as duas mãos por baixo da saia levantando ela, deixando à mostra uma mini calcinha fio dental preta. Juli puxou as alças do vestido dela e depois o vestido mesmo, deixando os peitos da minha namorada de fora pra chupar eles.
Respiro fundo. e olho ao meu redor. A piscina tava um caos, já nem sei quantos tinham. Noutra espreguiçadeira tinha um grupo de 6 pessoas e noutra mais 2 casais. Tava subindo a pica, olhei pro Martín e ele tava hipnotizado olhando pras minas, já dava pra ver no volume que a pica dele tava dura e com uma mão ele ajeitou por dentro, me olhou e sorriu.
M: E o que cê quer que eu faça, otário?
S: Aproveita do teu jeito, Tincho, sê livre.
M: Te incomoda se — eu interrompi.
S: Sê livre, se fizer algo que incomode a gente vai te falar, aproveita.
A Eve tirou o top da Juli, deixando à mostra uns peitos divinos, de tamanho bonito, naturais, com uns bicos rosados delicados, deu vontade de chupar eles só de ver, mas foi o que a minha namorada começou a fazer. As minas se levantaram pra terminar de se pelar, a Juli tomou a iniciativa, sentou a Eve, se ajoelhou e começou a chupar a buceta da minha namorada enquanto enfiava os dedos. Minha namorada gemia até que foi interrompida pela pica do Martín, que nem sei quando se pelou pra chegar a pica na boca da minha namorada. Na hora a Eve começou a chupar a pica dele, eu continuava de lado, olhando, mas me sentei numa poltrona, abri a camisa, tirei a pica pra fora e comecei a bater uma lentamente olhando a cena enquanto terminava de me pelar.
E: Vamos trocar, senta aí, Martinzinho, que vou me divertir com você e você, Juli, ali tem o Santy, é gauchinho, eu treinei ele.
Martín sentou, a Eve colocou uma camisinha e sentou em cima dele, de costas, os dois olhando pra onde a gente tava.
Juli sentou em cima de mim e começou a esfregar a buceta na pica enquanto a gente se beijava e finalmente eu chupava os peitos dela.
J: Agorinha mesmo tava chupando a buceta de uma mina que me recomendou teus serviços. Tua namorada me disse que cê era gauchinho, tenho que confirmar.
S: Beleza, vem pra baixo, senta e se prepara.
J: Sou toda sua. Por um tempinho. — Ela sussurrou no meu ouvido.
Ela sentou e abriu as pernas. me olhando com uma cara de puta que me deixou louco. Beijei ela, chupei os peitos dela de novo e fui descendo. Encontrei uma buceta linda, 100% depilada, macia, rosadinha, parei um segundo pra sentir o cheiro dela e comecei devagar a passar a língua. Bem suave no começo, moderado depois, buscando o ritmo e a intensidade ideal pra ela.
Sempre falo que fazer um boquete é fácil, quase todo homem gosta da mesma coisa, mas chupar uma buceta é uma arte, cada mulher é diferente, com preferências diferentes, o que deixa uma louca dificilmente é a preferência da próxima. Tem que saber ler os sinais, primeiro a respiração, gemidos, movimentos, tanto voluntários quanto involuntários. Passei um bom tempo descobrindo a buceta da Juli, enquanto chupava fui brincando com um dedinho até conseguir fazer ela gozar.
S: Tô aprovado?
J: Nota 10.
S: Valeu, me esforcei pra essa nota.
J: Vem pra baixo você, quero te comer do mesmo jeito que sua namorada tá dando pro meu namorado.
S: Assim, na lata? Não sou tão fácil.
J: Sim, na lata. Já sei que você quer, mas depois eu chupo você. — Ela disse enquanto abria a embalagem de uma camisinha, colocou em mim e na sequência começou a me montar enquanto a gente olhava os outros transando.
Eve e Martín olhavam pra gente transando, a gente pra eles, adoro ver minha namorada se divertindo com outro, ainda mais se eu tô me divertindo tanto com a namorada dele.
Minha namorada goza, Martín faz o mesmo quase no mesmo instante. Juli levantou e sentou de novo em cima de mim pra me cavalgar, mas de frente, segurei a bunda dela com as duas mãos, chupei os peitos dela e beijei ela, ela gozou, senti as contrações da buceta dela causadas pelo orgasmo, fortíssimas, as mais fortes que já senti na vida. Nem sei como consegui não gozar.
Olhei pro outro sofá, eles estavam nos olhando enquanto conversavam.
Juli começou a chupar meu pau, os lábios dela são divinos, bem carnudos. Eve e Martín vieram ver. Tincho não parava de bater punheta. Olhando a namorada dele chupando meu pau. Eve me beijou. E: Que chupada de pau gostosa que a nossa nova amiga tá te dando, não é, meu amor?
S: Chupada de pau maravilhosa, uma gênia.
E: E você, como adora chupar o pau do meu namorado.
J: Adoro, ele tem um pau divino. Te incomoda se eu chupar sem camisinha? Me incomoda um pouco.
E: Pra chupar não precisa, Ju, fica tranquila. Seu namorado também tem um pau divino. Senta aqui, querido, também tô com vontade de comer um pau.
Martín sentou do meu lado e minha namorada começou a chupar o pau dele.
Eu não aguentei mais e gozei, o primeiro jato na boca, o resto nos peitos da Ju. Ao ver isso, Martín gozou, minha namorada engoliu até a última gota. Depois beijou a Juli e, chupando os peitos dela, foi engolindo até a última gota da minha porra.
Ficamos os quatro no sofá pelados e conversando sobre tudo até o fim da festa.
Trocamos os contatos antes de ir embora e criamos um grupo no WhatsApp.
Hoje, pouco mais de 2 meses depois de conhecê-los, já nos vimos várias vezes, saímos os quatro algumas vezes, convidamos eles pra uns encontros com amigos, eles também, fomos pra um swing de novo umas vezes, nos divertimos. É uma amizade de casal com benefícios, tipo uns contatinhos, mas entre casais.
Eve tem 29 anos, 1,70m de altura, uma bunda linda, peitos operados, grandes, mas não desproporcionais, morena de cabelo liso e olhos meio verdes, meio castanhos, corpo mais puxado pra menina de academia, definido, mas sem ser marcado demais.
Como vocês já sabem, tivemos várias experiências no swing, mas nunca fomos a uma festa swinger, nem a uma balada (isso ainda está pendente).
No Ano Novo, ficamos sozinhos. Nossos planos foram interrompidos pela COVID dos nossos amigos. Eles se juntaram no Natal e quase todos com quem íamos passar a virada pegaram o vírus.
De propósito, comentei a história com um conhecido da putaria, que sei que está no mundo do swing. Perguntei como era a parada e ele me convidou pra uma festa privada, só para casais liberais, com limite de 15 casais de mente aberta, respeitosos, com vacinação completa e sem sintomas.
Passamos a meia-noite com o casal do apartamento ao lado e lá pela 1h30 nos despedimos. Depois de Eve trocar de roupa, partimos pra um condomínio fechado em Pilar. Eve vestiu um vestidinho preto, curto, com um decote que, se virasse rápido, dava pra ver a parte de baixo da bunda, uma tanguinha vermelha pequenininha e uns sapatos de salto fino, também vermelhos, e foi sem sutiã, coisa que me deixa louco.
Eu estava de camisa e calça social, mas, né, ninguém liga pra como o homem se veste, certo?
Chegamos, vários carros de luxo, uma casa divina. Por enquanto, todo mundo vestido. Numa parede enorme, projetavam o vídeo de um set do Hernán Cattaneo gravado de uma câmera fixa, tudo simulando um palco, com luzes e tudo, parecia que ele estava ali, tocando pra gente.
Uma sala espetacular, com vários sofás, um bar com o que você quiser pra beber.
Explicam as regras: tudo com respeito, sempre com camisinha (tinha centenas por todo lado), sempre trocando ao mudar de parceira sexual, qualquer coisa que deixe alguém desconfortável é dita e está tudo bem. Tudo bem, etc...
Fomos pro balcão pegar uns drinks e vimos que do lado tinha outra sala, tipo um quincho envidraçado com uma piscina de uns 3x3 metros, aquecida, com uma cascatinha. Fomos nos apresentando e olhando o pessoal, sondando. Nossos conhecidos ainda não tinham chegado. Com eles é de boa, mas a verdade é que não nos atraem fisicamente.
Fomos dançar e aí eles chegaram, cumprimentaram todo mundo, dava pra ver que todos conhecem eles, são famosos nesse meio sw-vip da alta sociedade. Nos cumprimentam e ficamos conversando. Já deixam claro que quem não transa no sofá transa na piscina, mas que é tranquilo, que as coisas vão rolando, tomamos mais uns drinks, a verdade é que não tava afim de nenhum casal, continuamos dançando e falando com o pessoal, mas sem ir além disso.
S: Faltam chegar 2 casais.
E: Como você sabe?
S: Contei, somos 26.
E: Ou talvez desistiram, como saber?
S: Tomara que não, mas...
E: É, já sei, vamos acabar fodendo entre nós.
S: Isso óbvio meu amor, sempre entre nós.
Vemos chegar mais um carro, vamos andando até o balcão pra ver melhor a entrada, os dois muito musculosos, tipo fisiculturistas, nada que nos excite. Enquanto eu fazia um drink:
E: Amor, os que entraram agora. Esses aí a gente tem que abordar.
S: Não meu amor, muito marombados, me broxa uma gostosa fisiculturista.
E: Não, eles não, idiota! Já sei seus gostos, os que vieram com eles, tão com cara de perdidos, deve ser a primeira vez deles nisso. Finge que não viu e olha.
S: Epa... tô dentro. A gente fica no balcão, com certeza vão cumprimentar todo mundo e vir pra cá pegar algo.
Ele é tipo o Martin Garrix, muito parecido (Por isso chamo ele de Martín), só um pouco mais alto que eu, igual o Garrix, 30 anos. Ela 27, olhos verdes, cabelo liso, boca carnuda, gata, pequenininha, 1,60m, peitos no tamanho certo pro corpo dela, rabão que dava pra ver que era poderoso, maravilhosa. Vestida com um top lilás, uma saia preta e sapatos pretos de salto.
Ambos os casais foram Saudando, sempre primeiro os bombadões, claramente manjavam do assunto, depois nosso alvo, dava pra ver que estavam desconfortáveis.
Os 4 vieram até o bar, se apresentaram, pediram uns drinks e batemos um papo os 6 juntos.
Confirmamos que o casal bombado era do meio, bem do meio, eles seguiram o rumo deles e nós ficamos conversando com Martín e Julieta.
E: É a primeira vez de vocês numa parada dessas, né?
M: Sim.
J: Dá pra perceber muito? Tô meio nervosa.
S: Fica tranquila, a gente também tá.
M: Mas vocês já swingeraram, não? Não vão começar por isso?
S: Sim, tivemos experiências swingers, mas nunca algo assim, nem balada, nada. E vocês?
M: Pouca coisa, 2 vezes com um casal amigo.
S: Os bombadões?
J: Não, não!! Ela é minha irmã. Meio-irmã na verdade, mas é, fomos criadas juntas. Com uns amigos, contei pra minha irmã como se fosse uma aventura louquíssima e ela me contou sobre todo esse mundo escondido.
M: Como foi a sensação de chegar pela primeira vez numa parada dessas?
E: É estranho... Não me imagino transando com todo mundo tipo orgia multitudinária, acho que me daria um certo nojinho. Não tenho interesse nisso.
J: Eu também não, nunca curti foder com alguém que não compartilhou nada, no mínimo me tira pra dançar, me paga um drink.
S: Bom, drinks já temos, vamos dançar?
J: Vamos!
E: Ahhh rapidinha você com meu namorado.
J: Não fiz nada, só aceitei que a gente dance os 4.
M: Por algum lugar se começa, vamos pra pista.
Martín pegou a Eve pela cintura, eu peguei a Juli pela mão e fomos os 4 dançar tipo grupinho, continuamos batendo papo sobre a festa, trabalho, coisas da vida, outros casais passavam, conversavam um pouquinho, mas fixos estávamos nós 4 naquele setor, drink vai, drink vem...
J: Tão entrando na piscina!
E: Vamos ver, eu não trouxe nada pra entrar na piscina. Nem sabia que tinha uma.
M: Acho que justamente não precisa de nada.
S: Pois é, tão entrando pelados. Na verdade, acabei de ver a rola do seu concunhado.
J: Não é algo que eu queira ver de novo.
S: Como Ver de novo?
J: Minha irmã e eu dividíamos quarto na casa dos meus pais, me acordaram umas putas mil vezes e eu fingia que tava dormindo na hora. Nem quero imaginar as vezes que não me acordaram, mas transaram do mesmo jeito.
A gente ficou olhando meio na sacanagem, já começaram a foder, a se tocar, a trocar de casal, eram umas 8 casais ali metidos e tava começando um todo mundo contra todo mundo. Eve e Juli começam a falar no ouvido uma da outra com risadinhas e olhares de canto pra nós 2.
S: Tincho, acho que essas duas tão tramando algo.
M: Contanto que deixem a gente olhar e depois não nos deixem de fora.
S: Ahhh, você é dos meus. Gosta de ver ela com outra.
M: Claro, ver minha mulher com outra gatinha é algo que quero ver há muito tempo, vai me deixar louco.
S: Sinto exatamente o mesmo. Nunca viu ela com outra gatinha?
M: Não, com esses amigos que a gente tava foi sempre troca de casal, elas se beijaram, mas só isso.
S: Mas ela já ficou com alguma gatinha?
M: Sim, antes de sair comigo ela teve um rolo com uma gatinha, foi fazer umas massagens e acabaram se pegando.
S: Mentira, isso é coisa de pornô.
M: Pensei exatamente a mesma coisa.
E: Bom, vamos fazer algo nós também.
Ela deu um beijo no Martín e eu fiz o mesmo com a Juli, beijamos de casal trocado, apertamos gostoso assim e voltamos a dançar como se nada tivesse acontecido, mas marcou o começo da noite.
As minhas começam a se beijar enquanto olham pra gente, a gente se aproxima um pouco e as duas fazem sinal pra gente ficar de longe. Se pegam bem quente, agarrando a bunda uma da outra com as duas mãos. De mãos dadas vão pra um sofá, Eve senta e Juli senta por cima, eu e Martín ficamos de lado pra assistir o show que as minhas tavam nos dando. Elas se beijavam, Eve enfiou as duas mãos por baixo da saia levantando ela, deixando à mostra uma mini calcinha fio dental preta. Juli puxou as alças do vestido dela e depois o vestido mesmo, deixando os peitos da minha namorada de fora pra chupar eles.
Respiro fundo. e olho ao meu redor. A piscina tava um caos, já nem sei quantos tinham. Noutra espreguiçadeira tinha um grupo de 6 pessoas e noutra mais 2 casais. Tava subindo a pica, olhei pro Martín e ele tava hipnotizado olhando pras minas, já dava pra ver no volume que a pica dele tava dura e com uma mão ele ajeitou por dentro, me olhou e sorriu.
M: E o que cê quer que eu faça, otário?
S: Aproveita do teu jeito, Tincho, sê livre.
M: Te incomoda se — eu interrompi.
S: Sê livre, se fizer algo que incomode a gente vai te falar, aproveita.
A Eve tirou o top da Juli, deixando à mostra uns peitos divinos, de tamanho bonito, naturais, com uns bicos rosados delicados, deu vontade de chupar eles só de ver, mas foi o que a minha namorada começou a fazer. As minas se levantaram pra terminar de se pelar, a Juli tomou a iniciativa, sentou a Eve, se ajoelhou e começou a chupar a buceta da minha namorada enquanto enfiava os dedos. Minha namorada gemia até que foi interrompida pela pica do Martín, que nem sei quando se pelou pra chegar a pica na boca da minha namorada. Na hora a Eve começou a chupar a pica dele, eu continuava de lado, olhando, mas me sentei numa poltrona, abri a camisa, tirei a pica pra fora e comecei a bater uma lentamente olhando a cena enquanto terminava de me pelar.
E: Vamos trocar, senta aí, Martinzinho, que vou me divertir com você e você, Juli, ali tem o Santy, é gauchinho, eu treinei ele.
Martín sentou, a Eve colocou uma camisinha e sentou em cima dele, de costas, os dois olhando pra onde a gente tava.
Juli sentou em cima de mim e começou a esfregar a buceta na pica enquanto a gente se beijava e finalmente eu chupava os peitos dela.
J: Agorinha mesmo tava chupando a buceta de uma mina que me recomendou teus serviços. Tua namorada me disse que cê era gauchinho, tenho que confirmar.
S: Beleza, vem pra baixo, senta e se prepara.
J: Sou toda sua. Por um tempinho. — Ela sussurrou no meu ouvido.
Ela sentou e abriu as pernas. me olhando com uma cara de puta que me deixou louco. Beijei ela, chupei os peitos dela de novo e fui descendo. Encontrei uma buceta linda, 100% depilada, macia, rosadinha, parei um segundo pra sentir o cheiro dela e comecei devagar a passar a língua. Bem suave no começo, moderado depois, buscando o ritmo e a intensidade ideal pra ela.
Sempre falo que fazer um boquete é fácil, quase todo homem gosta da mesma coisa, mas chupar uma buceta é uma arte, cada mulher é diferente, com preferências diferentes, o que deixa uma louca dificilmente é a preferência da próxima. Tem que saber ler os sinais, primeiro a respiração, gemidos, movimentos, tanto voluntários quanto involuntários. Passei um bom tempo descobrindo a buceta da Juli, enquanto chupava fui brincando com um dedinho até conseguir fazer ela gozar.
S: Tô aprovado?
J: Nota 10.
S: Valeu, me esforcei pra essa nota.
J: Vem pra baixo você, quero te comer do mesmo jeito que sua namorada tá dando pro meu namorado.
S: Assim, na lata? Não sou tão fácil.
J: Sim, na lata. Já sei que você quer, mas depois eu chupo você. — Ela disse enquanto abria a embalagem de uma camisinha, colocou em mim e na sequência começou a me montar enquanto a gente olhava os outros transando.
Eve e Martín olhavam pra gente transando, a gente pra eles, adoro ver minha namorada se divertindo com outro, ainda mais se eu tô me divertindo tanto com a namorada dele.
Minha namorada goza, Martín faz o mesmo quase no mesmo instante. Juli levantou e sentou de novo em cima de mim pra me cavalgar, mas de frente, segurei a bunda dela com as duas mãos, chupei os peitos dela e beijei ela, ela gozou, senti as contrações da buceta dela causadas pelo orgasmo, fortíssimas, as mais fortes que já senti na vida. Nem sei como consegui não gozar.
Olhei pro outro sofá, eles estavam nos olhando enquanto conversavam.
Juli começou a chupar meu pau, os lábios dela são divinos, bem carnudos. Eve e Martín vieram ver. Tincho não parava de bater punheta. Olhando a namorada dele chupando meu pau. Eve me beijou. E: Que chupada de pau gostosa que a nossa nova amiga tá te dando, não é, meu amor?
S: Chupada de pau maravilhosa, uma gênia.
E: E você, como adora chupar o pau do meu namorado.
J: Adoro, ele tem um pau divino. Te incomoda se eu chupar sem camisinha? Me incomoda um pouco.
E: Pra chupar não precisa, Ju, fica tranquila. Seu namorado também tem um pau divino. Senta aqui, querido, também tô com vontade de comer um pau.
Martín sentou do meu lado e minha namorada começou a chupar o pau dele.
Eu não aguentei mais e gozei, o primeiro jato na boca, o resto nos peitos da Ju. Ao ver isso, Martín gozou, minha namorada engoliu até a última gota. Depois beijou a Juli e, chupando os peitos dela, foi engolindo até a última gota da minha porra.
Ficamos os quatro no sofá pelados e conversando sobre tudo até o fim da festa.
Trocamos os contatos antes de ir embora e criamos um grupo no WhatsApp.
Hoje, pouco mais de 2 meses depois de conhecê-los, já nos vimos várias vezes, saímos os quatro algumas vezes, convidamos eles pra uns encontros com amigos, eles também, fomos pra um swing de novo umas vezes, nos divertimos. É uma amizade de casal com benefícios, tipo uns contatinhos, mas entre casais.
4 comentários - Festa de swing privada
No, nos dueños no se llaman así.
¿Una en Paso del Rey decís?
Hace años me invitaron varias veces a esa, pero la verdad ya era demasiado "orgía" para mi gusto, pero me tentaba ir igual. Mi "compañera" sexual de ese momento no me quiso acompañar y no fui.
La persona que me había invitado dejó la vida SW, se enamoró hasta la médula de alguien a quién no le va eso.
De ahí se viralizaron videos, hace unos años. se armó un quilombo terrible, el hijo