Parte 01
http://www.poringa.net/posts/relatos/4464209/Maduras-anonimas-Parte-1.html
Parte 02
http://www.poringa.net/posts/relatos/4470066/Maduras-Anonimas-Parte-2.html
Parte 03
http://www.poringa.net/posts/relatos/4475525/Maduras-Anonimas-Parte-3.html
O verão estava chegando ao fim e logo eu teria que começar a ir pra escola. Ficava preocupado com o que aconteceria se tivesse uma reunião e eu não pudesse ir. Será que eu perderia meu lugar privilegiado no grupo? Será que Dona Elide seria compreensiva e me deixaria voltar?
Meus medos se concretizaram quando minha mãe me contou que tinha tirado férias e queria que a gente passasse um fim de semana na praia. No começo, fiquei animado com a ideia, mas quando ela falou as datas, percebi que eram as mesmas da próxima reunião.
Era óbvio que minha mãe não ia me deixar ficar, assim como eu também não poderia mudar as datas.
Resolvi ir falar com Dona Elide e explicar a situação pra saber o que ia acontecer comigo.
Como sempre, encontrei ela no apartamento enorme dela, onde me convidou pra entrar.
Expliquei a situação, dizendo que não queria perder minha chance de continuar participando daquelas reuniões tão incríveis.
— Agradeço você ter me avisado sobre sua ausência na próxima reunião. Não se preocupe, quando você voltar, continuará sendo parte do grupo — disse a senhora. — E parece que é uma coincidência bacana, mas também tem uma inquilina que está viajando e vai perder a próxima reunião. Talvez a gente possa arranjar um encontro fora do dia marcado. Você mostrou ser um rapaz muito capaz na cama, pelo menos é o que suas milf satisfeitas dizem. Ela é uma amiga antiga e é meio especial, mas confio que você vai dar conta do recado. Te aviso que ela é uma pessoa muito rígida e exigente, você decide se aceita o encontro.
Fiquei pensativo por vários minutos. Que tipo de exigências essa coroa teria? Será que eu seria capaz de fazer o que ela pedisse? Esse encontro parecia meio intimidador, mas se eu recusasse, teria que esperar até a próxima reunião pra transar. No final, como sempre, os hormônios falaram mais alto e eu acabei aceitando o desafio.
— Perfeito. Confio plenamente em você. Vou arrumar Tudo pronto pro encontro. Quando você voltar, te aviso o dia e a hora — disse dona Elide, e a gente foi até a porta.
— Você tá se tornando um amante capaz e prestativo. Isso me excita muito e me faz esperar ansiosa pra finalmente poder provar suas habilidades — ela falou, e me deu um beijo de língua, esfregando meu pau por cima da calça.
Respirei aliviado ao saber que não perderia meu lugar no grupo e que ainda assim poderia foder. Além disso, o fato de minha mãe estar fora significava que, se eu tivesse entrado no grupo, ela não participaria dessa sessão. Voltei contente pra casa pra me preparar pra viagem.
Minha mãe e eu fomos pra uma praia perto do local. Ao chegar no hotel, descobrimos que eles tinham cometido um erro e nos deram um quarto com uma cama de casal em vez de duas. Pra compensar, nos ofereceram dois passes de entrada pra uma área exclusiva da praia do hotel.
O quarto era agradável e não teve muito problema dormirmos juntos; eu já tinha dormido com minha mãe antes. Naquela noite, enquanto dormíamos de costas um pro outro, fiquei pensando no que estaria rolando no complexo. Me perguntei qual coroa teria me tocado e como seria a amiga de dona Elide. Também me veio à mente a conversa da minha mãe com a vizinha. Pelo menos nesse encontro eu podia ter certeza de que minha mãe não participaria, mas e no próximo?
Já tinha decidido que não ia me opor a ela entrar no grupo, claro que ia garantir que ela ficasse com um rapaz legal. Já conhecia vários do grupo, então pensei em alguns candidatos.
No dia seguinte, fomos pra praia. Minha mãe usava um pareô por cima do biquíni, que era daqueles de peça única, meio conservadores.
A praia era agradável e cheia de gente. Passamos um tempão no mar, conversamos e nos divertimos. Pouco depois do meio-dia, lembramos que tínhamos os passes pra área exclusiva do hotel, então decidimos ir ver qual era. tratava.
Chegamos até uma área cercada da praia e, depois de entregar os passes, entramos. Que surpresa foi quando percebemos que era uma praia de nudismo.
Tanto eu quanto minha mãe estávamos inseguros sobre o que fazer. Podíamos ir embora, mas o lugar parecia agradável e com um bom serviço.
– O que você quer fazer? – minha mãe me perguntou.
– Eu não tenho problema em ficar, mas se você quiser, a gente pode ir embora – respondi.
– Claro que você não tem problema em ficar, porque vai dar uma olhada em todas as mulheres daqui, seu safado – respondeu minha mãe rindo.
– Pois a senhora também vai ter o que admirar com os cavalheiros por aqui – falei, rindo também.
Nós nos olhamos e caímos na gargalhada. No fim, decidimos aproveitar a oportunidade de experimentar algo novo.
Fomos para os vestiários, tiramos a roupa e saímos para a praia. Era muito estranho estar pelado num lugar público, e talvez, se não fosse por tudo que eu tinha vivido ultimamente, nunca teria coragem de fazer algo assim.
Enquanto esperava minha mãe sair do vestiário, dei uma olhada nas pessoas na praia. Homens e mulheres de todas as idades, raças e corpos. Tinha menininhas, garotas da minha idade, jovens de vinte e poucos anos e milfs. Havia garotas muito gostosas da minha idade, mas, como sempre, minhas favoritas eram as senhoras. Minha pica começou a acordar com o espetáculo na minha frente, mas, inesperadamente, quem acabou deixando ela dura foi minha própria mãe.
Vi ela saindo do vestiário e fiquei de boca aberta. Em outras ocasiões, já tinha visto ela de calcinha e sutiã por algum descuido ao entrar no quarto dela, mas vê-la pelada era algo excitante. Ela tinha um par de peitões, uma buceta com uma moita de pelos não muito grande enfeitando, quadris largos e uma raba linda.
Minha pica ficou completamente dura ao vê-la, e tentei esconder minha excitação. Minha mãe chegou ao meu lado enquanto eu tentava esconder minha pika, tinha certeza de que minha mãe tinha percebido, porque vi ela ficar vermelha.
Saímos juntos pra praia, onde notei que o pudor não existia naquele lugar. Vi casais de diferentes idades, homens sozinhos, grupos de amigas, até uma ou outra família por ali. Embora não praticassem sexo abertamente, pude observar algumas mulheres fazendo boquetes nos homens ou os homens enfiando uns dedos na buceta delas. Até vi um par de coroas se masturbando um pro outro e duas mulheres num 69 na areia.
Era algo indescritível observar aquela paisagem erótica. Não fazia ideia do que minha mãe achava daquilo, pois não tínhamos dito nada desde que saímos dos vestiários.
Encontramos um lugar e estendemos as toalhas. Minha mãe começou a passar protetor solar pra pegar sol, enquanto eu continuava admirando a paisagem e dando umas olhadas furtivas pra ela, que espalhava o líquido por todo o corpo. Tinha certeza de que a pika ia explodir a qualquer momento.
Depois de um tempo, ela me pediu pra ajudar a passar bronzeador nas costas e se deitou de bruços. Peguei o frasco meio hesitante e derramei o conteúdo nas minhas palmas, depois fui pras costas dela e espalhei por toda a área. Me concentrei principalmente naquela região, com medo de ir mais pra baixo, mas aos poucos fui descendo até chegar na bunda gostosa da minha progenitora.
Devagar, espalhei o bronzeador nas nádegas dela, amassando suavemente. Talvez tivesse usado muito líquido, ou talvez tivesse sido algo inconsciente, seja como for, uma das minhas mãos acabou deslizando entre a bunda dela e terminei enfiando um dedo na buceta.
Minha mãe deu um gritinho de surpresa e deu um pulo assustada. Depois de pedir desculpas, saí correndo em direção ao mar, esperando que a água apagasse o tesão que eu tava sentindo antes que eu fizesse uma besteira.
Enquanto estava na água... O oceano percebeu que um casal se aproximava da minha mãe. Era um casal meio estranho, porque o homem parecia bem mais velho que a mulher. Vi eles conversarem um pouco com minha mãe e depois foram embora.
Assim que minha cabeça clareou, voltei pra minha mãe e perguntei sobre o casal. Ela respondeu que não era nada importante. Ficamos mais um tempo na praia até o pôr do sol, quando muitos banhistas começaram a ir embora.
A gente já ia sair quando minha mãe percebeu que eu ainda estava com aquela puta ereção.
— Mas David, ainda não baixou, filho? — perguntou minha mãe. — Benta juventude. Não posso deixar você andar pela praia com essa pica dura. Que tipo de mãe eu seria se permitisse isso? Vamos ter que dar um jeito.
Minha mãe olhou ao redor e, vendo que quase não tinha mais ninguém, agarrou minha pica de surpresa. Fiquei paralisado com a ação, minha própria mãe estava me masturbando! Não sabia se era um sonho, uma fantasia, mas a verdade é que não queria que acabasse. Infelizmente, com toda a excitação do dia, não demorei muito e acabei gozando em poucos minutos, jogando minha porra na areia.
Minha mãe se levantou sem dizer uma palavra e foi em direção aos vestiários. Eu a segui, ainda sem acreditar no que tinha acontecido. Depois que nos vestimos, voltamos pro hotel.
Depois que cada um tomou um banho, nos preparamos pra sair pra jantar. Antes de sair do quarto, minha mãe falou comigo.
— Filho, espero que não pense mal de mim, só fiz isso pra te ajudar — disse ela, envergonhada.
— Não se preocupa, mãe, eu entendo. E desculpa pelo incidente com o bronzeador, foi um acidente — respondi.
Depois de deixar aqueles acontecimentos pra trás, saímos pela cidade. Passamos um tempo agradável, jantamos, andamos pelas lojas do lugar, compramos algumas lembranças e voltamos andando pro hotel. Parecia que nunca tinha acontecido nada entre a gente.
Mas as coisas nunca são tão fáceis de esquecer. Naquela noite, enquanto minha mãe dormia, as imagens dos eventos do dia vieram até mim. Não conseguia parar de pensar na mão da minha mãe no meu pau, que começava a endurecer.
O tesão foi mais forte que eu e, com minha mãe dormindo de costas para mim, comecei a bater uma lentamente. Tentei imaginar as mulheres que tinha visto na praia, mas era perda de tempo; tudo que vinha à minha mente era o corpo nu da minha mãe, seus peitos gostosos, sua buceta peluda, aquela raba incrível. Aumentei o ritmo da punheta e, novamente, acabei cuspindo meu leite em poucos minutos. Respirei ofegante, atento para ver se minha mãe tinha sentido meus movimentos, mas seus roncos leves me indicaram que ela ainda dormia alheia ao que tinha acontecido. Depois de aliviar meu tesão, caí no sono profundo.
Na manhã seguinte, minha mãe saiu sozinha por um momento para comprar mais algumas coisas que tinha esquecido. Perguntei se ela queria que eu a acompanhasse, mas ela disse que não tinha problema. Quando voltou, arrumamos as malas e começamos a viagem de volta para casa.
No dia seguinte, recebi uma mensagem de dona Elide: o encontro marcado seria naquela noite. A mensagem dizia para eu ir ao apartamento 509 e ser pontual.
Engoli seco ao lembrar de quem era aquele apartamento: a senhorita Ana.
A senhorita Ana era uma coroa solteira de uns 52 anos. Trabalhava em uns escritórios da cidade, onde diziam que tinha um cargo importante. Tinha fama de ser extremamente rígida e severa. Quase não se relacionava com as outras inquilinas e passava quase todo o tempo trabalhando. Em algumas ocasiões, eu a cumprimentava quando a encontrava, e ela sempre respondia com um cumprimento seco e pouco amigável.
Era magra, sempre vestida com ternos pretos formais, saia longa, com seu cabelo preto comprido preso num coque apertado que não deixava nenhum fio fora do lugar.
Sem dúvida, seria uma tarefa exigente satisfazer uma mulher tão apertada. Subi até o quinto andar e, meio com medo, bati na porta.
A coroa me abriu a porta, com a aparência séria de sempre, até a máscara que usava era uma simples venda preta. Ela me deu as boas-vindas e me fez entrar. O apartamento era quase tão grande quanto o da dona Elide. Tudo parecia organizado e impecável.
Assim que nos sentamos, ela começou a falar.
— Vou ser direta. Nós dois sabemos por que você está aqui, mas antes de começar, quero esclarecer algumas coisas. Sou muito exigente em todos os aspectos da minha vida, inclusive no sexo. Sempre espero o melhor e não tenho tempo a perder. Sou uma pessoa rígida e gosto de ter controle sobre tudo, porém, na área sexual, sou um pouco diferente, basicamente o oposto. Procuro um amante que saiba ter mão firme comigo, que possa me dominar e me fazer implorar. Nem preciso dizer que minhas práticas podem parecer extremas para a maioria das pessoas, então, se você não acha que está à altura das minhas exigências, é melhor ir embora para que eu possa encontrar alguém que esteja. — disse com um tom severo que me fez sentir como se estivesse numa entrevista de emprego.
Sinceramente, parecia algo muito complicado, mas eu estava precisando muito de uma boa foda e aceitei o desafio.
— Muito bem, então a partir de agora estou à sua disposição, você pode fazer comigo o que quiser, não vai parar a menos que eu diga a palavra "Chega." — disse a coroa.
Lembrando de algo que tinha visto uma vez em filmes pornô, coloquei a mão na massa. Pra começar, decidi despir ela de forma violenta. Abri a blusa dela de uma vez, arrancando alguns botões no processo, e depois rasguei a saia dela, deixando-a nua. Para minha surpresa, percebi que ela não usava calcinha nem sutiã, mas tinha o corpo coberto por cordas que percorriam sua pele com nós e amarras intrincados, até mesmo ao redor dos peitos pequenos dela. Sua Buceta, como eu suspeitava, estava completamente depilada, sem nenhum sinal de pelo pubiano.
Imaginei que devia ter brinquedos no quarto dela. Levei ela à força até lá e, quando chegamos, joguei ela na cama. Abri o armário, que era grande o bastante pra eu entrar, e ele estava cheio de roupas e sapatos que dava pra ver que eram caros.
Abri mais uns armários que só tinham mais roupas até chegar num terceiro, onde encontrei o que procurava: uma vasta coleção de artigos de bondage: correntes, coleiras, chicotes, espátulas e outras coisas que eu tinha medo de perguntar pra que serviam. Também tinha dildos, vibradores e outros brinquedos sexuais. Pensei que dona Norma e ela com certeza se dariam muito bem.
Peguei uma coleira com corrente e coloquei no pescoço dela. Depois, peguei um par de pinças ligadas por uma corrente e apertei os mamilos eretos dela com elas. Procurei entre os brinquedos e encontrei um consolo anal, que enfiei no cu da coroa.
Achei que com isso já bastava. Peguei ela pela corrente e fiz ela andar de quatro pelo lugar. Tirei minha pica dura e desfiz aquele coque apertado, deixando o cabelo comprido dela cair bagunçado. Segurando ela pela corrente, forcei ela a chupar minha pica. Ela resistiu um pouco, mas enfiei meu pau nela à força. Colocando as mãos dos dois lados do rosto dela, fodi a boca dela com força. Meti minha pica até o fundo da garganta dela e depois tirei, fazendo ela engasgar.
— Chupa, gostosa. Vamos, chupa minha pica como a puta que você é. — falei, já entrando no personagem.
Enfiei minha pica com força na boca dela mais umas duas vezes. Era algo diferente do que eu tinha experimentado antes, pegar alguém à força.
Continuei fodendo a boca dela até que, sem aviso, gozei, jogando jatos de porra garganta abaixo dela. Quando tirei minha pica, vi ela tossir e buscar ar, mas mesmo assim não deixou escapar nem uma gota de sêmen.
Peguei mais umas cordas do armário e inclinei ela sobre a cama. onde amarrei as mãos dela nas costas, deixando ela vulnerável.
Fui pegar uns consolos e vibradores pra continuar o serviço. Ajoelhei atrás dela e me aproximei da buceta dela, que surpreendentemente tava toda molhada, puta que pariu, ela gostava mesmo desse tipo de coisa.
Liguei o vibrador e passei devagar pelos lábios dela sem enfiar, só percorrendo a rachinha de leve com ele, fazendo as vibrações estimularem ela. Enfiei a ponta dentro dos lábios dela e mantive ali sem meter mais fundo.
— Por favor, mete em mim, preciso sentir dentro, te imploro. — falou a coroa se contorcendo.
Peguei a corrente e puxei ela pra mim, fazendo ela se curvar pra trás.
— Cala a boca, foxy. Eu decido quando meter. Não quero ouvir você falar. — falei.
Peguei no armário uma mordaça com uma bola e coloquei na boca dela, calando ela. E depois voltei pro meu trabalho de mexer na buceta dela. Continuei mais um tempo atormentando ela com os consolos até que, de repente, enfiei um deles até o fundo da buceta dela. Ouvi ela gritar contra a mordaça. Peguei o outro consolo e também enfiei dentro da buceta dela, fazendo ela gemer. Agora tinha dois consolos na buceta e mais um no cu dela.
Voltei pro armário e peguei uma palmatória, com ela dei umas boas palmadas no cu dela, que ficou vermelho das surras. Fui pra frente dela e vi que os olhos dela estavam vermelhos e inchados, com lágrimas escorrendo pelo rosto.
Fiquei preocupado de ter passado do ponto e tirei a mordaça dela, esperando que ela me dissesse pra parar.
— Por favor, te imploro, chega, para por favor. — falou ela chorando.
Como não ouvi a palavra "Basta", assumi que devia continuar. Coloquei a mordaça de novo e tirei os consolos do cu e da buceta dela. Repeti o que tinha feito com o consolo, mas dessa vez com meu pau, passando a cabeça pelos lábios dela, fazendo menção de enfiar e depois tirar. A coroa ficou... Ela se contorcia e empurrava o quadril pra trás, buscando a penetração. Dei mais umas palmadas com a palma da mão. Quando ela ficou quieta, meti meu pau na buceta dela e fodi com toda a força.
Puxando ela pelo cabelo, joguei pra trás, enquanto meu pau penetrava com força.
— É isso que você queria, né? Queria um pau gostoso na sua buceta? É o que você gosta, não é, putinha? — falei enquanto puxava os cabelos dela com força, podia ouvir os gemidos dela através da mordaça. — Pois é, você não passa de uma putinha faminta de pau. Então goza, goza tudo, vagabunda.
Tirei meu pau da buceta dela e meti no cu dela de uma vez. Continuei fodendo assim, alternando entre o cu e a buceta. Puxava a corrente fazendo ela se erguer contra mim e depois empurrava ela contra a cama. Puxava as cordas que cobriam o corpo dela até tensionar na pele.
No final, não aguentei mais e gozei dentro da buceta dela.
Depois de despejar meu leite dentro dela, desamarrei as mãos e deixei ela livre. Eu tava completamente exausto.
— Chega. — disse a senhorita Ana, tirando a mordaça e dando o encontro por encerrado. — Foi... satisfatório. Você tem potencial, talvez com um pouco de prática e uma boa professora você iria longe no mundo do sadomaso.
— Obrigado, senhorita, mas acho que vou recusar a oferta. — respondi.
— Esse mundo não é pra todo mundo, então tá. Agradeço pelo seu serviço e te desejo tudo de bom nos seus futuros projetos. Mas se mudar de ideia, não hesite em me ligar. — disse enquanto saía do lugar.
De novo, peguei o caminho de volta pro meu apartamento, impressionado com o que tinha acabado de rolar. Cada encontro com essas milf me deixava sempre surpreso com até onde eu tinha ido e o que tinha aprendido.
Mas, sinceramente, aquela não tinha sido das minhas práticas favoritas, esperava que as outras milf não fossem tão extremas quanto essa.
Quando entrei em casa, liguei... Liguei pra minha mãe pra avisar que tinha voltado, mas não obtive resposta. A porta dela estava trancada, o que me deixou meio desconfiado, porque ela sempre deixava aberta. Devia estar muito cansada e queria dormir sem ser incomodada.
Enquanto pegava no sono, lembrei do que rolou na praia, e meu último pensamento antes de apagar foi o corpo pelado da minha mãe.CONTINUARÁ...
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Parte 03
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O verão estava chegando ao fim e logo eu teria que começar a ir pra escola. Ficava preocupado com o que aconteceria se tivesse uma reunião e eu não pudesse ir. Será que eu perderia meu lugar privilegiado no grupo? Será que Dona Elide seria compreensiva e me deixaria voltar?
Meus medos se concretizaram quando minha mãe me contou que tinha tirado férias e queria que a gente passasse um fim de semana na praia. No começo, fiquei animado com a ideia, mas quando ela falou as datas, percebi que eram as mesmas da próxima reunião.
Era óbvio que minha mãe não ia me deixar ficar, assim como eu também não poderia mudar as datas.
Resolvi ir falar com Dona Elide e explicar a situação pra saber o que ia acontecer comigo.
Como sempre, encontrei ela no apartamento enorme dela, onde me convidou pra entrar.
Expliquei a situação, dizendo que não queria perder minha chance de continuar participando daquelas reuniões tão incríveis.
— Agradeço você ter me avisado sobre sua ausência na próxima reunião. Não se preocupe, quando você voltar, continuará sendo parte do grupo — disse a senhora. — E parece que é uma coincidência bacana, mas também tem uma inquilina que está viajando e vai perder a próxima reunião. Talvez a gente possa arranjar um encontro fora do dia marcado. Você mostrou ser um rapaz muito capaz na cama, pelo menos é o que suas milf satisfeitas dizem. Ela é uma amiga antiga e é meio especial, mas confio que você vai dar conta do recado. Te aviso que ela é uma pessoa muito rígida e exigente, você decide se aceita o encontro.
Fiquei pensativo por vários minutos. Que tipo de exigências essa coroa teria? Será que eu seria capaz de fazer o que ela pedisse? Esse encontro parecia meio intimidador, mas se eu recusasse, teria que esperar até a próxima reunião pra transar. No final, como sempre, os hormônios falaram mais alto e eu acabei aceitando o desafio.
— Perfeito. Confio plenamente em você. Vou arrumar Tudo pronto pro encontro. Quando você voltar, te aviso o dia e a hora — disse dona Elide, e a gente foi até a porta.
— Você tá se tornando um amante capaz e prestativo. Isso me excita muito e me faz esperar ansiosa pra finalmente poder provar suas habilidades — ela falou, e me deu um beijo de língua, esfregando meu pau por cima da calça.
Respirei aliviado ao saber que não perderia meu lugar no grupo e que ainda assim poderia foder. Além disso, o fato de minha mãe estar fora significava que, se eu tivesse entrado no grupo, ela não participaria dessa sessão. Voltei contente pra casa pra me preparar pra viagem.
Minha mãe e eu fomos pra uma praia perto do local. Ao chegar no hotel, descobrimos que eles tinham cometido um erro e nos deram um quarto com uma cama de casal em vez de duas. Pra compensar, nos ofereceram dois passes de entrada pra uma área exclusiva da praia do hotel.
O quarto era agradável e não teve muito problema dormirmos juntos; eu já tinha dormido com minha mãe antes. Naquela noite, enquanto dormíamos de costas um pro outro, fiquei pensando no que estaria rolando no complexo. Me perguntei qual coroa teria me tocado e como seria a amiga de dona Elide. Também me veio à mente a conversa da minha mãe com a vizinha. Pelo menos nesse encontro eu podia ter certeza de que minha mãe não participaria, mas e no próximo?
Já tinha decidido que não ia me opor a ela entrar no grupo, claro que ia garantir que ela ficasse com um rapaz legal. Já conhecia vários do grupo, então pensei em alguns candidatos.
No dia seguinte, fomos pra praia. Minha mãe usava um pareô por cima do biquíni, que era daqueles de peça única, meio conservadores.
A praia era agradável e cheia de gente. Passamos um tempão no mar, conversamos e nos divertimos. Pouco depois do meio-dia, lembramos que tínhamos os passes pra área exclusiva do hotel, então decidimos ir ver qual era. tratava.
Chegamos até uma área cercada da praia e, depois de entregar os passes, entramos. Que surpresa foi quando percebemos que era uma praia de nudismo.
Tanto eu quanto minha mãe estávamos inseguros sobre o que fazer. Podíamos ir embora, mas o lugar parecia agradável e com um bom serviço.
– O que você quer fazer? – minha mãe me perguntou.
– Eu não tenho problema em ficar, mas se você quiser, a gente pode ir embora – respondi.
– Claro que você não tem problema em ficar, porque vai dar uma olhada em todas as mulheres daqui, seu safado – respondeu minha mãe rindo.
– Pois a senhora também vai ter o que admirar com os cavalheiros por aqui – falei, rindo também.
Nós nos olhamos e caímos na gargalhada. No fim, decidimos aproveitar a oportunidade de experimentar algo novo.
Fomos para os vestiários, tiramos a roupa e saímos para a praia. Era muito estranho estar pelado num lugar público, e talvez, se não fosse por tudo que eu tinha vivido ultimamente, nunca teria coragem de fazer algo assim.
Enquanto esperava minha mãe sair do vestiário, dei uma olhada nas pessoas na praia. Homens e mulheres de todas as idades, raças e corpos. Tinha menininhas, garotas da minha idade, jovens de vinte e poucos anos e milfs. Havia garotas muito gostosas da minha idade, mas, como sempre, minhas favoritas eram as senhoras. Minha pica começou a acordar com o espetáculo na minha frente, mas, inesperadamente, quem acabou deixando ela dura foi minha própria mãe.
Vi ela saindo do vestiário e fiquei de boca aberta. Em outras ocasiões, já tinha visto ela de calcinha e sutiã por algum descuido ao entrar no quarto dela, mas vê-la pelada era algo excitante. Ela tinha um par de peitões, uma buceta com uma moita de pelos não muito grande enfeitando, quadris largos e uma raba linda.
Minha pica ficou completamente dura ao vê-la, e tentei esconder minha excitação. Minha mãe chegou ao meu lado enquanto eu tentava esconder minha pika, tinha certeza de que minha mãe tinha percebido, porque vi ela ficar vermelha.
Saímos juntos pra praia, onde notei que o pudor não existia naquele lugar. Vi casais de diferentes idades, homens sozinhos, grupos de amigas, até uma ou outra família por ali. Embora não praticassem sexo abertamente, pude observar algumas mulheres fazendo boquetes nos homens ou os homens enfiando uns dedos na buceta delas. Até vi um par de coroas se masturbando um pro outro e duas mulheres num 69 na areia.
Era algo indescritível observar aquela paisagem erótica. Não fazia ideia do que minha mãe achava daquilo, pois não tínhamos dito nada desde que saímos dos vestiários.
Encontramos um lugar e estendemos as toalhas. Minha mãe começou a passar protetor solar pra pegar sol, enquanto eu continuava admirando a paisagem e dando umas olhadas furtivas pra ela, que espalhava o líquido por todo o corpo. Tinha certeza de que a pika ia explodir a qualquer momento.
Depois de um tempo, ela me pediu pra ajudar a passar bronzeador nas costas e se deitou de bruços. Peguei o frasco meio hesitante e derramei o conteúdo nas minhas palmas, depois fui pras costas dela e espalhei por toda a área. Me concentrei principalmente naquela região, com medo de ir mais pra baixo, mas aos poucos fui descendo até chegar na bunda gostosa da minha progenitora.
Devagar, espalhei o bronzeador nas nádegas dela, amassando suavemente. Talvez tivesse usado muito líquido, ou talvez tivesse sido algo inconsciente, seja como for, uma das minhas mãos acabou deslizando entre a bunda dela e terminei enfiando um dedo na buceta.
Minha mãe deu um gritinho de surpresa e deu um pulo assustada. Depois de pedir desculpas, saí correndo em direção ao mar, esperando que a água apagasse o tesão que eu tava sentindo antes que eu fizesse uma besteira.
Enquanto estava na água... O oceano percebeu que um casal se aproximava da minha mãe. Era um casal meio estranho, porque o homem parecia bem mais velho que a mulher. Vi eles conversarem um pouco com minha mãe e depois foram embora.
Assim que minha cabeça clareou, voltei pra minha mãe e perguntei sobre o casal. Ela respondeu que não era nada importante. Ficamos mais um tempo na praia até o pôr do sol, quando muitos banhistas começaram a ir embora.
A gente já ia sair quando minha mãe percebeu que eu ainda estava com aquela puta ereção.
— Mas David, ainda não baixou, filho? — perguntou minha mãe. — Benta juventude. Não posso deixar você andar pela praia com essa pica dura. Que tipo de mãe eu seria se permitisse isso? Vamos ter que dar um jeito.
Minha mãe olhou ao redor e, vendo que quase não tinha mais ninguém, agarrou minha pica de surpresa. Fiquei paralisado com a ação, minha própria mãe estava me masturbando! Não sabia se era um sonho, uma fantasia, mas a verdade é que não queria que acabasse. Infelizmente, com toda a excitação do dia, não demorei muito e acabei gozando em poucos minutos, jogando minha porra na areia.
Minha mãe se levantou sem dizer uma palavra e foi em direção aos vestiários. Eu a segui, ainda sem acreditar no que tinha acontecido. Depois que nos vestimos, voltamos pro hotel.
Depois que cada um tomou um banho, nos preparamos pra sair pra jantar. Antes de sair do quarto, minha mãe falou comigo.
— Filho, espero que não pense mal de mim, só fiz isso pra te ajudar — disse ela, envergonhada.
— Não se preocupa, mãe, eu entendo. E desculpa pelo incidente com o bronzeador, foi um acidente — respondi.
Depois de deixar aqueles acontecimentos pra trás, saímos pela cidade. Passamos um tempo agradável, jantamos, andamos pelas lojas do lugar, compramos algumas lembranças e voltamos andando pro hotel. Parecia que nunca tinha acontecido nada entre a gente.
Mas as coisas nunca são tão fáceis de esquecer. Naquela noite, enquanto minha mãe dormia, as imagens dos eventos do dia vieram até mim. Não conseguia parar de pensar na mão da minha mãe no meu pau, que começava a endurecer.
O tesão foi mais forte que eu e, com minha mãe dormindo de costas para mim, comecei a bater uma lentamente. Tentei imaginar as mulheres que tinha visto na praia, mas era perda de tempo; tudo que vinha à minha mente era o corpo nu da minha mãe, seus peitos gostosos, sua buceta peluda, aquela raba incrível. Aumentei o ritmo da punheta e, novamente, acabei cuspindo meu leite em poucos minutos. Respirei ofegante, atento para ver se minha mãe tinha sentido meus movimentos, mas seus roncos leves me indicaram que ela ainda dormia alheia ao que tinha acontecido. Depois de aliviar meu tesão, caí no sono profundo.
Na manhã seguinte, minha mãe saiu sozinha por um momento para comprar mais algumas coisas que tinha esquecido. Perguntei se ela queria que eu a acompanhasse, mas ela disse que não tinha problema. Quando voltou, arrumamos as malas e começamos a viagem de volta para casa.
No dia seguinte, recebi uma mensagem de dona Elide: o encontro marcado seria naquela noite. A mensagem dizia para eu ir ao apartamento 509 e ser pontual.
Engoli seco ao lembrar de quem era aquele apartamento: a senhorita Ana.
A senhorita Ana era uma coroa solteira de uns 52 anos. Trabalhava em uns escritórios da cidade, onde diziam que tinha um cargo importante. Tinha fama de ser extremamente rígida e severa. Quase não se relacionava com as outras inquilinas e passava quase todo o tempo trabalhando. Em algumas ocasiões, eu a cumprimentava quando a encontrava, e ela sempre respondia com um cumprimento seco e pouco amigável.
Era magra, sempre vestida com ternos pretos formais, saia longa, com seu cabelo preto comprido preso num coque apertado que não deixava nenhum fio fora do lugar.
Sem dúvida, seria uma tarefa exigente satisfazer uma mulher tão apertada. Subi até o quinto andar e, meio com medo, bati na porta.
A coroa me abriu a porta, com a aparência séria de sempre, até a máscara que usava era uma simples venda preta. Ela me deu as boas-vindas e me fez entrar. O apartamento era quase tão grande quanto o da dona Elide. Tudo parecia organizado e impecável.
Assim que nos sentamos, ela começou a falar.
— Vou ser direta. Nós dois sabemos por que você está aqui, mas antes de começar, quero esclarecer algumas coisas. Sou muito exigente em todos os aspectos da minha vida, inclusive no sexo. Sempre espero o melhor e não tenho tempo a perder. Sou uma pessoa rígida e gosto de ter controle sobre tudo, porém, na área sexual, sou um pouco diferente, basicamente o oposto. Procuro um amante que saiba ter mão firme comigo, que possa me dominar e me fazer implorar. Nem preciso dizer que minhas práticas podem parecer extremas para a maioria das pessoas, então, se você não acha que está à altura das minhas exigências, é melhor ir embora para que eu possa encontrar alguém que esteja. — disse com um tom severo que me fez sentir como se estivesse numa entrevista de emprego.
Sinceramente, parecia algo muito complicado, mas eu estava precisando muito de uma boa foda e aceitei o desafio.
— Muito bem, então a partir de agora estou à sua disposição, você pode fazer comigo o que quiser, não vai parar a menos que eu diga a palavra "Chega." — disse a coroa.
Lembrando de algo que tinha visto uma vez em filmes pornô, coloquei a mão na massa. Pra começar, decidi despir ela de forma violenta. Abri a blusa dela de uma vez, arrancando alguns botões no processo, e depois rasguei a saia dela, deixando-a nua. Para minha surpresa, percebi que ela não usava calcinha nem sutiã, mas tinha o corpo coberto por cordas que percorriam sua pele com nós e amarras intrincados, até mesmo ao redor dos peitos pequenos dela. Sua Buceta, como eu suspeitava, estava completamente depilada, sem nenhum sinal de pelo pubiano.
Imaginei que devia ter brinquedos no quarto dela. Levei ela à força até lá e, quando chegamos, joguei ela na cama. Abri o armário, que era grande o bastante pra eu entrar, e ele estava cheio de roupas e sapatos que dava pra ver que eram caros.
Abri mais uns armários que só tinham mais roupas até chegar num terceiro, onde encontrei o que procurava: uma vasta coleção de artigos de bondage: correntes, coleiras, chicotes, espátulas e outras coisas que eu tinha medo de perguntar pra que serviam. Também tinha dildos, vibradores e outros brinquedos sexuais. Pensei que dona Norma e ela com certeza se dariam muito bem.
Peguei uma coleira com corrente e coloquei no pescoço dela. Depois, peguei um par de pinças ligadas por uma corrente e apertei os mamilos eretos dela com elas. Procurei entre os brinquedos e encontrei um consolo anal, que enfiei no cu da coroa.
Achei que com isso já bastava. Peguei ela pela corrente e fiz ela andar de quatro pelo lugar. Tirei minha pica dura e desfiz aquele coque apertado, deixando o cabelo comprido dela cair bagunçado. Segurando ela pela corrente, forcei ela a chupar minha pica. Ela resistiu um pouco, mas enfiei meu pau nela à força. Colocando as mãos dos dois lados do rosto dela, fodi a boca dela com força. Meti minha pica até o fundo da garganta dela e depois tirei, fazendo ela engasgar.
— Chupa, gostosa. Vamos, chupa minha pica como a puta que você é. — falei, já entrando no personagem.
Enfiei minha pica com força na boca dela mais umas duas vezes. Era algo diferente do que eu tinha experimentado antes, pegar alguém à força.
Continuei fodendo a boca dela até que, sem aviso, gozei, jogando jatos de porra garganta abaixo dela. Quando tirei minha pica, vi ela tossir e buscar ar, mas mesmo assim não deixou escapar nem uma gota de sêmen.
Peguei mais umas cordas do armário e inclinei ela sobre a cama. onde amarrei as mãos dela nas costas, deixando ela vulnerável.
Fui pegar uns consolos e vibradores pra continuar o serviço. Ajoelhei atrás dela e me aproximei da buceta dela, que surpreendentemente tava toda molhada, puta que pariu, ela gostava mesmo desse tipo de coisa.
Liguei o vibrador e passei devagar pelos lábios dela sem enfiar, só percorrendo a rachinha de leve com ele, fazendo as vibrações estimularem ela. Enfiei a ponta dentro dos lábios dela e mantive ali sem meter mais fundo.
— Por favor, mete em mim, preciso sentir dentro, te imploro. — falou a coroa se contorcendo.
Peguei a corrente e puxei ela pra mim, fazendo ela se curvar pra trás.
— Cala a boca, foxy. Eu decido quando meter. Não quero ouvir você falar. — falei.
Peguei no armário uma mordaça com uma bola e coloquei na boca dela, calando ela. E depois voltei pro meu trabalho de mexer na buceta dela. Continuei mais um tempo atormentando ela com os consolos até que, de repente, enfiei um deles até o fundo da buceta dela. Ouvi ela gritar contra a mordaça. Peguei o outro consolo e também enfiei dentro da buceta dela, fazendo ela gemer. Agora tinha dois consolos na buceta e mais um no cu dela.
Voltei pro armário e peguei uma palmatória, com ela dei umas boas palmadas no cu dela, que ficou vermelho das surras. Fui pra frente dela e vi que os olhos dela estavam vermelhos e inchados, com lágrimas escorrendo pelo rosto.
Fiquei preocupado de ter passado do ponto e tirei a mordaça dela, esperando que ela me dissesse pra parar.
— Por favor, te imploro, chega, para por favor. — falou ela chorando.
Como não ouvi a palavra "Basta", assumi que devia continuar. Coloquei a mordaça de novo e tirei os consolos do cu e da buceta dela. Repeti o que tinha feito com o consolo, mas dessa vez com meu pau, passando a cabeça pelos lábios dela, fazendo menção de enfiar e depois tirar. A coroa ficou... Ela se contorcia e empurrava o quadril pra trás, buscando a penetração. Dei mais umas palmadas com a palma da mão. Quando ela ficou quieta, meti meu pau na buceta dela e fodi com toda a força.
Puxando ela pelo cabelo, joguei pra trás, enquanto meu pau penetrava com força.
— É isso que você queria, né? Queria um pau gostoso na sua buceta? É o que você gosta, não é, putinha? — falei enquanto puxava os cabelos dela com força, podia ouvir os gemidos dela através da mordaça. — Pois é, você não passa de uma putinha faminta de pau. Então goza, goza tudo, vagabunda.
Tirei meu pau da buceta dela e meti no cu dela de uma vez. Continuei fodendo assim, alternando entre o cu e a buceta. Puxava a corrente fazendo ela se erguer contra mim e depois empurrava ela contra a cama. Puxava as cordas que cobriam o corpo dela até tensionar na pele.
No final, não aguentei mais e gozei dentro da buceta dela.
Depois de despejar meu leite dentro dela, desamarrei as mãos e deixei ela livre. Eu tava completamente exausto.
— Chega. — disse a senhorita Ana, tirando a mordaça e dando o encontro por encerrado. — Foi... satisfatório. Você tem potencial, talvez com um pouco de prática e uma boa professora você iria longe no mundo do sadomaso.
— Obrigado, senhorita, mas acho que vou recusar a oferta. — respondi.
— Esse mundo não é pra todo mundo, então tá. Agradeço pelo seu serviço e te desejo tudo de bom nos seus futuros projetos. Mas se mudar de ideia, não hesite em me ligar. — disse enquanto saía do lugar.
De novo, peguei o caminho de volta pro meu apartamento, impressionado com o que tinha acabado de rolar. Cada encontro com essas milf me deixava sempre surpreso com até onde eu tinha ido e o que tinha aprendido.
Mas, sinceramente, aquela não tinha sido das minhas práticas favoritas, esperava que as outras milf não fossem tão extremas quanto essa.
Quando entrei em casa, liguei... Liguei pra minha mãe pra avisar que tinha voltado, mas não obtive resposta. A porta dela estava trancada, o que me deixou meio desconfiado, porque ela sempre deixava aberta. Devia estar muito cansada e queria dormir sem ser incomodada.
Enquanto pegava no sono, lembrei do que rolou na praia, e meu último pensamento antes de apagar foi o corpo pelado da minha mãe.CONTINUARÁ...
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