Vacaciones Cuckold: Capítulo 2 - Noche de Soltera.

CAPÍTULO 2 – NOITE DE DESPEDIDA DE SOLTEIRA

Aquela tarde de verão seguiu numa boa, totalmente normal. Nós dois fumamos, tomamos chimarrão, rimos pra caralho, e transamos mais ainda. Ela tava pletórica, uma gostosa. Direto ficava mexendo no celular, me dando um gelo por uns minutos. Enquanto fazia suas coisas no celular, não parava de sorrir. Não me contava nada do que rolava nas conversas dela no celular. Isso me deixava numa ambiguidade fudida, porque eu tava completamente babando pela felicidade que minha rainha mostrava, e ao mesmo tempo sentia uma ansiedade do caralho pra saber os detalhes das conversas que, na minha cabeça, com certeza ela tava tendo com o Esteban. Sejam honestos, colegas corno-manso, vocês não sentiriam a mesma coisa?

A conversa com os caras da minha namorada sempre foi um assunto à parte nas nossas aventuras de cuckold. Ela tinha um jeito de lidar com isso que sempre me deixava desnorteado. Geralmente não dava muita bola, e de repente, do nada, passava de 0 a 100 na excitação e na intensidade da conversa. De completos desconhecidos a dizer que ia espremer a pica dele. De nem notar o potencial comedor, nem a vontade escancarada dele de comer ela toda, a desejar estar sentada em cima da pica dele.

Às vezes ela me incluía nas conversas, só pra me deixar um pouco por dentro do que tava rolando, e aumentar minha temperatura do jeito que ela queria. Com uma simples ação, ela tinha a capacidade, e a habilidade, de me fazer subir e descer a excitação conforme a vontade dela. É curiosa essa sensação que nossas hotwife nos causam quando tão prestes a nos fazer crescer os chifres. Difícil de explicar. Mas como aqui eu tenho tempo, e vocês também, vou tentar. Embora hoje exista toda uma cultura de posse do parceiro, o cuckold propõe um prazer onde a maioria sofre. Ver a parceira como um objeto que se possui, e que ninguém mais pode ter acesso, é a norma hoje em dia. Nós, os corno-manso, a entendemos ao contrário. Desejamos que nossa hotwife encontre o potencial para viver a sexualidade dela ao máximo. Nós estamos aqui para ajudar a realizar isso, com extremo empenho. Lembram da primeira vez que vocês viram a possibilidade cada vez mais concreta de que a hotwife de vocês os fizesse corno? É como uma ambiguidade gostosa. Como se uma avalanche inevitável estivesse vindo em cima da gente, e a gente não quisesse evitar que nos acertasse. É como se a gente buscasse essa dor, esse golpe, essa ferida. Como se a gente quisesse que a avalanche nos levasse junto e nos arrastasse com ela, com a diferença de que, nesse arrasto, com certeza a gente iria de pau duro pra caralho, sabe. A gente se identifica tanto com nosso papel de cuck, submisso, incapaz de satisfazer uma mulher de verdade, que a gente sabe que nosso caminho é a dor. Abraçar essa dor, essa angústia que vem de não ser suficiente, e transformar isso no mais lindo dos prazeres. Essa sensação de aperto no peito ao saber que nossa mulher decidiu gozar com outra rola. Que ela está disposta a nos humilhar, a sentir esse prazer extra que vem da estranheza daquilo que antes era proibido, e que agora não só é permitido, mas incentivado. PERGUNTAR PRA MINHA RAINHA COMO É A SENSAÇÃO DE ME ENFIAR OS CHIFRES A gente observava um pôr do sol super romântico na praia, abraçados, se amando. Enquanto o sol se escondia, ele levava junto as resistências da minha Rainha. Devagar, ela começava a imaginar as situações que poderiam rolar naquela noite com o Esteban, e tudo de divertido que ela poderia fazer. Eu, por minha vez, esperava exatamente isso, que ela curtisse a noite inteira uma boa rola. E o Esteban tinha mesmo uma, mas já vai ter hora pra contar isso pra vocês. Voltamos pra casa e eu já estava com a cabeça a mil por hora. Ela, no entanto, e como sempre, mantinha uma calma estranha. Como se quisesse me levar ao limite e me fazer implorar pra ela ir comer outra rola. Até que ela decidiu começar com os preparativos. Tomou um banho longo chuveiro, com uma depilação fininha incluída. Pessoalmente, não faz diferença pra mim se ela se depila ou não pra ficar comigo. Pra mim, ela tá sempre linda e gostosa. Mas saber que pro Esteban ela quer estar toda lisinha e macia faz meu diafragma subir ao máximo, me dando aquela sensação de sufoco que, talvez, só os corno sabem. Tipo uma mistura de medo de perder o que a gente tem, mas tesão de saber que não somos dignos. E não sendo digno, o único jeito dela continuar me escolhendo é ser o mais servil possível. Fazer ela se sentir tão confortável que não encontre em nenhum outro lugar, pra que não queira abrir mão disso, mesmo que as picas dos outros encham ela e façam ela se sentir completa. Ela sabe bem que não precisa me perder pra isso continuar rolando. E é que talvez ser uma hotwife seja a forma máxima de plenitude de uma mulher. Ela tem toda a comodidade do contexto que o cuck monta pra ela, sem abrir mão do alimento do narcisismo que o desejo que ela desperta em outros homens provoca, sem ter que limitar nem um pouquinho nenhum dos elementos que engordam a imagem que ela tem de si mesma. Pra mim, não existe mulher alguma na história que possa servir de metáfora do que uma Hotwife potencialmente tem pra si e pra sua vida. Porque o que o cuck pode chegar a desejar entregar a ela do mundo é imensurável. Do lado oposto da hotwife pode estar o cuck, pensando bem. É entregar por completo a emancipação do ser à vontade da sua Rainha. É renunciar a desejar e ser desejado. É não receber nada. É a mínima expressão do humano. Inacreditavelmente, gera um efeito narcótico pior que qualquer droga. A gente vicia em se sentir a menor coisa do mundo, rendido aos desejos das nossas hotwives. Bom, me perdi um pouco divagando descrevendo o que penso e sinto sobre o Cuckold. Peço desculpas por isso. O fato é que quando ela saiu do chuveiro, com aquele cheiro de noite de verão impregnando o ar por onde passava, foi direto pro quarto. Eu, automaticamente, como um robô, saí atrás dela apressando o passo pra não perder nenhum detalhe dos preparativos. Na maioria das fantasias de corno que eu conheço, as esposas vestem roupas minúsculas pra ver os amantes. No caso da minha Rainha, ela sabe muito bem que o importante é que as curvas dela fiquem bem marcadas, e a lingerie tem que cumprir essa missão. Pra ver o Esteban, ela escolheu um conjunto de lingerie branca, macia, com rendas. Se alguém se aproximasse de frente, ia ver uma calcinha relativamente grande, envolvendo os quadris e as pernas dela até o triângulo lindo da buceta dela. Mas se o observador estivesse atrás, ia ver como aquela envoltura de tecido dos quadris dela se precipitava rapidinho entre as nádegas redondas da minha rainha, apontando o caminho. Parágrafo à parte pro sutiã. Combinando com a calcinha em todos os sentidos possíveis, ele aprisionava os peitos dela, marcando-os com uma perfeição que com certeza ia gerar inveja na maioria das mulheres. Como se estivessem pedindo pra serem libertados aos berros. O look pro público na noite escolhido foi um short jeans, curto o suficiente pra não mostrar nada, mas entregando uma quantidade imensa de evidência do que tava esperando por baixo. O cenário perfeito pra observar a performance do sutiã da minha Rainha era aquela camiseta verde justa que ela escolheu vestir.

- R: Bom, meu amor, já tô saindo. Encontro o Seba lá. Qualquer coisa te escrevo, mas não me espera acordado se não quiser, haha.
- Eu: Hahaha, que gostosa você é. Se diverte muito, meu amor. Qualquer coisa me avisa.

E nos dando um beijo, selamos a potencial despedida do nosso namoro. Sim, sempre tá presente no quarto esse risco. Faz parte da ambivalência que nos faz viver assim.

Resolvi que ia começar uma série naquela noite. Por dentro, sabia muito bem que não ia conseguir me concentrar em nada que não tivesse a ver com a ideia do Esteban comendo a minha mulher. namorada. Comi algo rápido e preparei um fernet. Nessa altura, a série que tava passando na TV era só um pano de fundo, enquanto eu não parava de ver pornô, vendo minha Rainha representada em cada um dos vídeos que eu assistia, um atrás do outro, batendo uma sem parar, só parando pra sofrer segurando os orgasmos. Eu entendia bem que aquele sofrimento era o que eu merecia. Recebi uma notificação do Instagram. Era minha namorada compartilhando nos stories dela uma história que o Esteban tinha postado no perfil dele. Uma selfie tirada de cima, onde dava pra ver minha namorada mostrando os peitos atrás dele na mesa, com o texto “Tomando uma com uma gostosa”. Os dois filhos da puta tavam mostrando pra todo mundo no Instagram que tavam tomando uma cerveja de boa. Eu imaginava que todo mundo tava fazendo as contas de que iam transar. Ou seja, todo mundo podia sacar que eu era, ou pelo menos ia ser, um tremendo corno. Essa ideia me deixou putamente excitado. Meu pau ficou duro como poucas vezes, enquanto eu batia uma forte, imaginando que todo mundo sabia que eu era corno, e que eu valia muito pouco. E como eu não merecia nada, também não merecia gozar. Parei bem antes de gozar. Doía. Pouco tempo depois. Devia ser umas doze e meia da noite já. Acompanhado do meu pornô, e ansioso pra saber como tava a noitada, mandei uma mensagem pra ela perguntando como tava a noite. Demorou uma eternidade pra me responder. Como se quisesse me deixar flutuando naquela expectativa que eu sabia que aumentava minha excitação. Quando finalmente chegou a resposta, umas meia hora depois, meu coração parou. Era como se alguém tivesse tirado todo o oxigênio do mundo. “ASSIM”, dizia a mensagem que chegou, com um vídeo anexado. Odiei os segundos que meu sinal de internet me separou de ver o que minha Rainha tava me dando de presente. O vídeo começava com um monte de escuridão e incerteza. Dava pra notar que o fundo era uma mistura de noite e areia, então deduzi que ela tava na praia, desatando milhares de fantasias. A câmera desceu e focou uma pica dura e bem reta, não muito comprida, mas bem grossa. Meu banco de dados de picas que minha namorada já comeu trouxe na hora a pica do Esteban, e os vídeos que eu tinha visto antes. Toda molhadinha, sinal de que minha Rainha já tinha babado ela toda. De repente, a câmera aponta de novo pra frente, e a uns metros vejo minha Rainha, de quatro na areia, ainda com o conjunto de lingerie, embora já bem bagunçado. O Esteban devia estar apalpando ela por um bom tempo. Enquanto ele se aproximava, dava pra ver que a calcinha já estava de lado, e que a buceta dela parecia já aberta e super preparada. Percebi que o Esteban se ajoelhou, apontou pra buceta dela com a câmera e a pica dele, e enfiou bem devagar, como se não quisesse que a câmera perdesse nenhum detalhe de como ele começava a encher minha namorada com a pica dele. - R: Ooooooouuuhhhhhhhhh. - E: Shhh Shhh Shh, não grita muito que vão te ouvir por aí. Ele começou a comer ela devagar, sentindo ela o tempo todo. A buceta da minha namorada começou a ficar cada vez mais molhada, e enquanto ele continuava se movendo devagar, os quadris da minha Rainha começaram a perder o controle. Ela queria que aquela pica perfurasse ela com força e ele, com muita malícia, estava negando isso, deixando ela louca. E fazendo ela se contorcer na pica dele com um orgasmo do caralho. - E: Mmhhh. Como você gosta, bebê. - R: Sim, adoro sua pica, seu filho da puta. Haha - E: Dá pra perceber demais, puta. Teve um movimento muito brusco na câmera. - E: Toma, filma você de frente que vou te dar forte como sei que não te dão. - R: Uyyyyy siiiiiiim. Que delíciaaa. Ela esticou o braço o máximo que pôde pra frente. Pra capturar a maior parte da cena possível. Colocou o outro braço por baixo dos peitos dela, e levou a cabeça ao chão, deixando toda a raba empinada e à mercê do Esteban. As mãos do Esteban se agarraram firme nos quadris e o cu da minha Rainha. Como se fosse prestes a acontecer um tremor, e ela precisasse se segurar pra não cair num abismo. Segundos depois, a primeira investida ecoou no silêncio da noite. "Plaf". O som de pele com pele. O som de um macho alfa dando pra minha Rainha o que eu nunca vou poder dar. "PLAF, PLAF, PLAF, PLAF, PLAF" até o infinito. Foi isso que comecei a ouvir na minha cabeça. Minha mão acompanhava o ritmo das investidas do Esteban na buceta da minha namorada. As caras dela mudavam o tempo todo. Ela fazia caretas, como se cada uma das investidas a surpreendesse com o que conseguia fazer ela sentir. Por alguns segundos, ela prestou atenção em mim e me deu um olhar fixo pra câmera. Começou como se estivesse me olhando sedutoramente, mas as porradas na buceta não deixaram ela se concentrar, aí ela lembrou que eu era um cuck, e começou a rir. Ela riu muito. Ela riu de mim até gozar no pau do Esteban. (Continua)

2 comentários - Vacaciones Cuckold: Capítulo 2 - Noche de Soltera.

excelente relato y descripcion del sentimiento cuckold...