Realizando uma fantasiaCapítulo 1:http://www.poringa.net/posts/relatos/4415761/Vacaciones-Candentes-Capitulo-Especial-1.htmlCapítulo anterior:http://www.poringa.net/posts/relatos/4472747/Vacaciones-Candentes-Capitulo-especial-V.html
A ideia de transar com minha própria filha me apavorava. Embora eu seja um cara bem liberal, diferente do meu pai, a lembrança ruim de quando cruzei aquela linha ainda me assombrava. Desde então, prometi que não ia tocar em nenhuma filha minha, mesmo que você me implorasse pra fazer isso. No entanto, ao ver a Mariana, todos esses pensamentos se desfizeram como se fossem bolhas de sabão. O corpo gostoso dela me lembrava o da minha mãe e o da Celeste, uma combinação simplesmente mortal.Tomás contava pra sua mulher, enquanto voltavam pra casa. A MILF reduzia a velocidade naquele trecho, porque o corpo dela ardia de tesão depois de ver o marido sendo beijado pela Mariana, e só aumentava com cada palavra que ele soltava sobre a experiência dele.incestuosa.Aquela pele morena me acendia, e mesmo sabendo que ela era minha filha, não conseguia parar de ficar duro. Depois de ter discutido com meu pai, não me contive ao vê-la nua, me aproximei como um cachorro selvagem dela. Assim, consumimos nossos desejos incestuosos e passamos uma tarde cheia de sexo, onde chupei seus lábios, devorei e penetrei sua bucetinha vulgar, até deixá-la completamente satisfeita. Enquanto ela montava no meu pau, sua linda mãe nos encontrou, e a reação dela foi de surpresa e espanto, como se nunca tivesse visto meu pau.
Ela enfeitiçada pelo meu pau, se aproximou sem dizer uma palavra e entrou na brincadeira. Pía María passou a língua em volta das minhas bolas, enquanto Mariana voltava a cavalgar. Depois de saborear minhas bolas, a mulher enfiou o rosto na buceta da filha. A garota gemia como uma louca com a língua da mãe no cu dela e meu pau atravessando a boceta dela. Mariana não aguentou tanto tesão e acabou caindo exausta ao lado da cama.
Meu pau continuava duro, inchado e cheio de veias, então aquela mulher gostosa abraçou meu membro com as tetonas dela e, passando a língua em volta, movia os peitos, saboreando a mistura do meu esperma com os fluidos da nossa filha. Ela adorou essa combinação, já que largou os seios e focou em chupar. A boca dela era quente e a língua meio áspera, mas ela usava muito bem; eu só gemia enquanto passava as mãos na buceta molhada dela.
Não resisti à tentação e enfiei um dos meus dedos, suave e bem fundo, sentindo os músculos dela apertando ele. Pía María não conseguia enfiar toda a minha pica na boca dela, mesmo assim dava um jeito de me fazer gozar com o boquete, enrolando a língua na minha pica e fazendo um percurso maravilhoso, não senti falta nenhuma das suas. Ela parou e, num piscar de olhos, colou a boca na minha, sentir aquela mistura toda de sabores enquanto nossas línguas se enroscavam era algo muito excitante.
De repente trocamos de posição e eu fiquei por cima dela, amassando aqueles melões enormes. Belisquei os bicos dos peitos e percebi que essa mulher era muito sensível naquela área, soltando uns gritinhos bem gostosos. Sem parar de nos beijar, levei minhas mãos brincalhonas pra bundinha firme dela e, sem dar nenhum aviso, enfiei meu pau na buceta dela, que já tava roçando ali o tempo todo. Ela gritou e me arranhou, tentando resistir àquela estocada suave, mas profunda.
Lentamente fui cavando na sua caverna apertadaHhhmmmbalbuciou, enquanto nossos lábios se roçavam. Fui tão fundo que ela começou a soluçar de prazer, segurando-a firme pela cintura, movi levemente minha pélvis para tirar meu pau e enfiar de novo. Cada centímetro a fazia se deliciar naquele colchão, apertando meus braços com força, ela pedia mais e mais pra dentro, eu satisfiz ela, começando a mover minha pélvis feito louco, batendo sem parar no útero dela.
As tetonas dela se esfregavam no meu peito, e com aquele contato leve dos bicos, ela já tava gritando bem alto. Sentei e deixei ela montada na minha vara, que deslizava lá dentro, beijando ela enquanto passava a mão nas costas e depois acariciava o cuzinho dela. Parecia que ela nunca tinha sentido prazer por ali, porque tremeu e o coração acelerou na hora. Aquilo me deu curiosidade e tesão, sorrindo, mordi o lábio inferior dela e, com a ponta do dedo indicador, fui fazendo um círculo dentro da bundinha dela.
Acomodando, enchi a buceta dela com meu pau de uma estocada de novo, e só o movimento dela fez meu dedo entrar no cuzinho dela.–“Aaaaiiihhh”-expressou entre dor, nervosismo e prazer, caprichoso perguntei se podia penetrar ela também por aquele buraquinho. Pía María hesitou por uns segundos, mas a pressão que meu dedo causava entrando devagar dentro do cuzinho dela e meu pau deslizando entre as paredes dela, fez com que ela me dissesse que sim.
Emocionado, tirei meu pau de dentro dela e perguntei se ela tinha algum óleo pra lubrificar aquela bucetinha apertada. Ela respondeu que não, mas que a Mariana devia ter algum nas coisas dela. Procurei feito um louco, porque só queria enfiar naquele buraquinho — meu pau tava tão duro que já tava incomodando. Por sorte, achei um vidrinho pequeno com um resto de óleo. Aí cheguei nela com um sorriso, e a mulher, ainda na dúvida, me olhava sem reagir.
Eu disse pra ela que precisava relaxar, porque não ia machucá-la, muito pelo contrário, ia dar um prazer que ela nunca tinha sentido. Aquela mulher percebeu que minhas palavras não tinham maldade e, mais confiante, virou-se, levantando aquele rabo pomposo. Fui lubrificando e preparando aquele buraquinho pra minha pica poder aproveitar ele; o corpo dela ainda tava tenso, então decidi primeiro dar uma comida de cu. Lambendo aquele cuzinho, comentei que era muito gostoso, e isso fez a Pía Maria corar.
Aos poucos, o corpo dela foi perdendo a rigidez e eu via que ela tava totalmente pronta pra experimentar e se deliciar com o sexo anal. Abri as nádegas dela e observei meu pau se aproximando daquele circulozinho. De leve, enfiei a ponta da minha glande. Quando ela sentiu, deu um gritinho, mas rapidinho eu beijei ela pra ir se acalmando. Quando vi que ela tinha perdido o nervosismo, pressionei o cu dela de novo e, finalmente, minha vara abriu aqueles músculos, esticando tudo.–“Aaaahhhh”–Soluçou, mesmo estando pronta pra receber todo o meu pedaço de carne.
Fui enfiando meu ferro quente dentro do cu dela e os gritos de dor foram se transformando em gemidos de prazer. Eu, segurando na cintura dela, fui metendo com ternura, esperando que o buraquinho dela se adaptasse da melhor forma ao meu pau. Depois de alguns minutos, a própria Pía Maria me implorava pra aumentar a intensidade das minhas estocadas, eu satisfazia ela e meu pau amava aquele bumbum apertado, que parecia ter o espaço exato pra receber meu tronco.
—"Assim continuamos até desmaiarmos de prazer, ficamos deitados na cama da Mariana e ela, segurando meu pau entre as mãos, me dizia que eu tinha dado a foda da vida dela. Quando abri os olhos de novo, a Mariana estava em cima de mim, me beijando igual uma louca, enquanto você nos olhava com espanto e tesão"—concluía seu relato Tomás, vendo como sua esposa ardente rasgava a própria buceta, querendo aliviar a mulher, ele tenta brincar com a vulva dela, mas ela o impede.
O coroa olhou pra ela com estranheza e perguntou por que ela não queria que ele tocasse, ela suspirou e, mantendo os olhos fixos na pista, respondeu que não era hora nem lugar pra ficar de gracinha. A mulher então comentou que Vanessa continuava deprimida, mas tinha tido uma ideia pra animá-la, o homem perguntou qual e ela, num breve murmúrio, disse.—"Que você coma ela igual comeu a Mariana"—Isso deixou Tomás gelado, que não respondeu e ficou calado pelo resto do caminho.
Já de volta em casa, Tomás e April não suspeitavam do que encontrariam. Para a mulher, seria um cenário ideal; para o homem, ao contrário, um onde seria posto à prova diante da luxúria e da tentação. Ambos desceram do carro sem dizer uma palavra, embora de mãos dadas. Depois de abrir a porta, os dois caminharam até a sala de estar, imaginando que encontrariam seus filhos lá, mas, em vez dos jovens, deram de cara com Sophie, uma das amigas de Vanessa.
Ela era uma das tantas modelos que apareciam de vez em quando na casa do casal e que deixava o velho maluco. Pois era uma morena bem ardente, embora não tivesse uns peitões grandes como a esposa e a filha, nem uma bunda tão enorme quanto a das gêmeas, tinha o seu valor e ele ficava excitado com ela. Naquele exato momento, ela estava só de lingerie. Tomás ficou pasmo e não conseguiu deixar de apreciar a figura escultural da garota de 22 anos.
Sophie, ao perceber a presença dos pais da amiga, só sorriu de forma provocante. April olhou para o marido, que continuava enfeitiçado por aquela jovenzinha, que não mostrava pressa para se vestir. A mulher, em vez de se irritar com o esposo, começava a se excitar com a situação. Aquele fetiche que tinha desde jovem voltava cada vez mais forte, e só de pensar que o marido estava de olho naquela morena gostosa, a temperatura do corpo dela também subia.
O velho, depois de admirar bem o corpaço da amiga da filha, desviou o olhar, fingindo que nada tinha acontecido, embora uma pequena protuberância aparecesse levemente na calça dele.
Sophie: Me desculpem, estou meio apressada, por isso estava me vestindo na sala de vocês.
Afirmou a garota, virando-se para encarar os dois adultos, mas seus olhos se fixavam em Tomás. April: Relaxa, Sophie, não precisa se desculpar. Pelo contrário, a gente tá feliz que você tá aqui, né, Tom?
A MILF encarava fixamente o marido, que ficou mudo. A jovem, ao ouvir essas palavras, riu baixinho e, com malícia, se aproximou do homem. Desde a primeira vez que pisou naquela casa e conheceu Tomás, Sophie mostrou um certo capricho por ele. A garota não entendia essa obsessão que sentia pelo mais velho; talvez fosse a altura dele, já que sempre se atraiu por homens altos, ou talvez fosse aquele cheiro que ele exalava, bem doce, mas ao mesmo tempo muito estimulante.
Talvez não fosse nenhuma dessas opções, e ela só tivesse curiosidade de saber por que uma mulher tão gostosa como April era fiel e incondicional a um homem como Tomás, que não era feio, mas também não era bonito o suficiente pra não dar uma olhadinha pro lado de vez em quando. Ao ter ele a poucos centímetros de distância, a jovem morena percebeu que o homem tremia de nervosismo. Aquilo a deixava feliz, porque esse nervosismo era por causa dela, e ao mesmo tempo aumentava aquele vício sexual que ela tinha com ele.
Ela ansiava poder provar aqueles lábios pequenos, mas carnudos, que transmitiam inocência e até ternura, mas ao mesmo tempo uma grande intriga, por causa da atitude reservada e introvertida do mais velho. Suavemente, ela mordeu o lábio inferior, dando a entender que estava insegura na frente daquele homem. April notava todas essas atitudes, ao contrário de Tomás, que só se concentrava em si mesmo e não nos gestos de Sophie.
A garota se abaixou pra pegar o vestido, que estava bem ao lado dos pés do mais velho. Ele ficou desconfortável, porque, pelo morbo da situação, o pau dele tinha endurecido ainda mais. Sophie se levantou de novo e, esquecendo completamente da presença da MILF, vestiu o vestido de um jeito bem sensual. A jovem modelo se aproximou de Tomás novamente e pediu que ele a ajudasse com zíper do vestido dela.
Ele, ao observar aqueles olhos negros de felina que a adolescente tinha, começa a sentir a tensão entre os dois ficar ainda mais forte. Era a primeira vez que se sentia tão atraído por aquela garotinha, e isso causava um baita dilema nele. Porque aquela agonia não era normal, nem quando ficou meses sem foder com a April, foi seduzido por uma mulher daquele jeito, a ponto de realmente querer trair a esposa.
Mantendo o olhar nos olhos provocadores dela e sem dizer nada sobre o assunto, o homem procura o zíper do vestido pra subir, mas com as mãos roça as costas nuas da garota, que solta um suspiro sutil. Isso deixou Tomás desconfortável, embora ao mesmo tempo, o coroa sentisse o corpo não parar de se excitar com a Sophie, era como se ela fosse um chocolate afrodisíaco que ele queria provar.
Quando finalmente sobe o zíper da garota, ela, que estava com a buceta toda molhada, dá um beijo na bochecha dele, bem perto dos lábios, como agradecimento. A jovem se afasta do coroa e fala pra Milf que precisava do segredo dela pra ter um marido tão atencioso, porque queria que o noivo fosse mais parecido com o Tomás nesse aspecto.
A morena gostosa não era boba, sabendo que ainda tinha a atenção do homem, rebola a raba enquanto ia pra saída. Quando Sophie fecha a porta, Tomás fecha os olhos e suspira aliviado, pensando que aquela putaria esporádica que tinha sentido com a amiga morena da filha não ia se repetir. A April, por sua vez, se sentia sufocada pelo tesão que tinha sentido ao ver o marido sendo seduzido pela garotinha.
Os peitos dela com os bicos duros eram visíveis na blusa, e um formigamento percorria a vulva molhada, que não parava de escorrer. Ela passa os dedos de leve pelos lábios da buceta, raspando com as unhas o tecido da calcinha fio dental, sentindo assim uma mistura de prazer e ansiedade, precisava ver o marido. metendo a pica nessa negrinha. O coroa ignorando os desejos da esposa, foi em direção às escadas, mas ela o segurou bem na hora em que ele colocava o pé no primeiro degrau.
April sabia que ainda tinha diversão pela frente e, embora não conseguisse confessar ao marido a vontade que tinha de vê-lo com a Sophie e as outras amigas da filha, sabia que ele entenderia seus desejos ao longo daquele dia e que, no fim, aceitaria realizar suas fantasias, como já tinha feito no passado.–“Princesa, tá acontecendo alguma coisa?”-perguntou com inocência o homem, ela respondeu que não era nada, só queria que ele a acompanhasse até a piscina.
Tomás quase nunca negava os pedidos da mulher, principalmente quando ela olhava fundo nos olhos dele com aqueles olhos azuis e aquele sorrisinho safado. Hipnotizado por ela, ele deixou de lado a intenção de ir pro quarto descansar um pouco e a acompanhou. Conforme se aproximavam da piscina, eles perceberam a presença da Vanessa e das outras duas amigas. A filha dos dois estava descansando numa espreguiçadeira, com um guarda-sol protegendo-a do sol, já que entre os peitos dela estava um tranquilo Simão.
Por outro lado, Olivia e Luz nadavam e curtiam a água. Olivia era uma gostosa de 23 anos, pele branquinha,—meio bronzeada pelo sol—, de cabelo preto e com 1,63 de altura. Tinha um corpo esbelto, não se destacava na frente, mas sim na parte de trás.—como a amiga dela Sophie e até mais—, enganchando qualquer um que a visse. A Luz era uma gatinha de 20 anos, com 1,70 de altura, branca como a neve e cabelo ruivo. Era considerada uma elfa entre os mais próximos, pela inocência que passava e sua beleza de tirar o fôlego.
Entre as amigas, ela era a que tinha as medidas mais equilibradas. Costumava ser muito tímida com os homens, menos com um, o Tomás, quesecretamenteAmava. A jovem ruiva, ao ver o coroa, não conseguiu segurar a felicidade, saiu eufórica da piscina e correu pra abraçar ele. Isso claramente irritou a Vanessa, mas como ela ainda tava triste por causa do noivado do Axel, não agiu como faria normalmente.
A April não falou nada, porque desde a primeira vez que viu a Luz, percebeu que a ruiva derretia toda pelo marido dela e, mesmo naquela época não ligando em dividir ele, sentia um fogo por dentro quando via a garota do lado do homem dela. O Tomás tinha uma atitude bem fria com a Luz, tentava ficar o mais longe possível dela, porque, igual a esposa, ele também sacou os sentimentos da jovem e queria evitar a todo custo que ela continuasse presa numa fantasia que nunca ia rolar.
Mesmo assim, não podia negar que teve uma ocasião em que aquela garotinha esquentou ele e deixou ele bobão. Aquela e única vez que ele caiu no feitiço dela foi quando ela apareceu de surpresa no consultório dele.-uma semana antes de ele e a April voltarem a transar-O homem ficou sem reação ao ver ela.- principalmente pelo decote descarado do vestido dela -e quando ele perguntou o que ela estava fazendo ali, ela se aproximou brincando da mesa dele, deixando uma pequena brecha entre os lábios.—"Preciso da ajuda de um profissionalmurmurou a garota,—"E não tem ninguém melhor que vocêacrescentou num tom provocante. O coroa não teve escolha a não ser atender a jovem ruiva. E, com o passar do tempo, não conseguia tirar os olhos dela, aquele decote o tinha enfeitiçado e ela sabia disso. Aos poucos, Tomás foi sentindo o corpo inteiro esquentar e a virilha ganhar vida.
Luz também começou a se sentir sufocada, a virgem buceta dela ficava molhada com aquele olhar que a despia e, caindo numa utopia, a garota achava que o coroa se aproximava dela, acariciava seu rosto e depois a beijava na boca. Um beijo que a deixava completamente perdida e dócil, ele foi tirando o vestido dela e com as mãos começou a percorrer seu corpo imaculado.—"Luz... Luz, Luz, cê tá bem?O homem ficou confuso, já que, inconscientemente, a jovem ruiva tinha levado as mãos perto da buceta e seus dedos finos acariciavam os lábios vaginais.
Tomás percebeu que era inútil falar com Luz, mas não conseguia se aproximar dela, porque seu pau estava totalmente duro e ele não queria que aquela garota visse o volume que tinha formado. Enquanto a moça continuava na fantasia dela, ele foi esfregando a virilha, porque era desconfortável ter o pau duro e não poder tocá-lo.–“Aaaaiiii”exclamou a ruiva, provocando desespero no coroa, mas, depois daquele gemido, ela abriu os olhos e percebeu que tudo não passava de uma alucinação.
Envergonhada, levantou-se, olhou rapidamente nos olhos do pai da amiga e disse que precisava ir. A ideia era sair daquele consultório depois de falar aquilo, mas, na frente da porta, algo a fez se virar de novo, encarar aquele homem e se despedir dele. Tomás não esperava por aquilo, sentiu o coração acelerar, e de novo aquele perfume e aquele decote nublavam sua mente.
Aqueles lábios se aproximavam devagar da bochecha direita dele e, sem perceber, ele virou a cabeça e os lábios da amiga da filha roçaram os seus. Embora fosse só um toque leve, os dois ficaram com vontade de provar a boca um do outro. Então, no instante em que Luz o abraçou, Tomás olhou para aqueles lábios macios com luxúria. A garota sabia que ele nunca ia amá-la ou corresponder, mas ela se contentava em que o pai da amiga tirasse sua virgindade.
Ao esfregar o corpo molhado no do coroa, sentiu um inchaço na calça dele, o que a surpreendeu, porque não imaginava que o homem fosse tão grande. Fascinada, grudou mais nele para sentir melhor aquele pau duro, Tomás não reagia e deixava a garota esfregar a virilha nele. Olivia saía da piscina para cumprimentar os pais da amiga, como de costume, deu um beijo na bochecha da MILF e conversaram rapidamente sobre o pai dela, já que era um velho conhecido da April.
A garota estranhou o jeito que a amiga se mexia, então deu uma espiada naquele volume enorme na calça do homem. Chocada, chegou mais perto para confirmar se o que viu era verdade. Diferente da Sophie, ela nunca sentiu atração pelo pai da Vanessa, muito menos o amor que a Luz sentia, mas paus enormes eram... uma fraqueza pra aquela novinha gulosa. Fingindo que ia cumprimentar ele, com a mão tocou naquela tranca dura, confirmando que os olhos não tinham enganado ela.
Rapidamente o interesse por aquele homem aumentou e ela já queria ter aquele pedaço de carne dentro dela. April sorriu maquiavelicamente, ao mesmo tempo que sentia um ardor e uma coceira insuportável. Já o contrário acontecia com Vanessa, que ficava irritada ao ver que as amigas não largavam do pai dela. Ela se levanta, sem soltar o irmãozinho, que continuava dormindo entre os peitos dela, e caminha até onde o pai estava.—"Interrompo alguma coisa?"—perguntou com um tom meio irônico.
Tanto Luz quanto Olivia sentiram um arrepio percorrer suas costas, que as deixou imóveis. Tomás, por sua vez, reagiu de novo, se afastou das garotas e se aproximou da esposa. As adolescentes trocaram palavras e, depois de alguns minutos, Luz e Olivia, sem olhar para o homem, pegaram suas coisas e foram para o quarto de Vanessa trocar de roupa. A jovem loira olhava desconcertada para a mãe, mas April, em vez de se sentir desconfortável, simplesmente riu.
Pegando Simão nos braços, ela sussurra para Vanessa ir tomar um banho, o que deixou a garota intrigada, mas ela não questiona a mãe e obedece. Luz e Olivia saíram do quarto da amiga e, assim como aconteceu na piscina, se despediram sem olhar para o coroa. Tomás pensou que finalmente poderia descansar no quarto, mas o jogo de April só tinha começado. Quando ele estava abrindo a porta do quarto, a esposa saía do quarto do filho pequeno.
Ela, como uma fera, o empurra contra a parede e, encurralando-o, morde seus lábios. Ele, alucinado, a observava confuso, mas aquelas dúvidas se dissipariam quando a MILF, mordiscando e lambendo sua orelha, murmurou:–“Já é hora de você animar a nossa filha”–Tomás: A... April... Eu, eu posso fazer isso...
April: Por que não? A Vanessa precisa de você e você sempre esteve presente nos momentos difíceis da vida dela.
Tomás: Sim, mas você quer que eu pegue a nossa própria filha.
April: Sim, porque é o único jeito de animá-la.
Tomás: N-não... Deve ter outro jeito...
April para de brincar com a orelha do marido e coloca seus lábios ardentes na boca dele, enquanto, com as mãos, começa a desabotoar a camisa dele.
April: Oooh, Tom... Não seja chato, você já deu sua piroca grossa pra uma das suas filhas, não acha que a outra merece o mesmo? Ou você quer que a Vanessa fique mais deprimida? Porque mais cedo ou mais tarde ela vai descobrir o que você fez com a Mariana e acho que não vai gostar nada disso.
Tomás: A-April...
April: Sssshh... Não fala nada. Se isso não te convencer de vez, vou te dizer por que eu sei o que a Vanessa precisa. Há muito tempo, quando éramos jovens e você estava entre mim e a Celeste, eu pensei no que faria se você escolhesse ela. A única opção que me veio pra lidar com a dor e o vazio que você teria deixado era me entregar a uma vida de puta.
Ela revelou, deixando o marido pasmo.
April: A Vanessa está passando pela mesma coisa depois de ver o cara que ela ama noivar com outra. A única diferença pra mim é que ela, por sorte, tem você, alguém que pode fazer ela feliz por uma noite e fazê-la repensar pra não virar uma puta. A menos que você não se importe da nossa pequena ser uma vagabunda qualquer.
Tomás ficou em silêncio, observando os olhos depravados da mulher. Ao vê-los tão de perto, ele entendeu que não tinha outra saída senão satisfazer aquele capricho da esposa. Suspirou, completamente rendido, pegou April pela cintura, que continuava sorrindo, e disse as palavras que ela tanto ansiava ouvir. A sensação que a MILF experimentou ao ouvi-las foi similar a um orgasmo, mas antes que ela abrisse a boca, Tomás sussurrou,—"Vou fazer isso com a nossa filha, contanto que você vá junto com a gente"—Se a afirmação anterior já tinha deixado ela louca de prazer, essa última simplesmente fez a mulher perder o controle. Beijando ele eufórica, respondeu,Claro, amor, tudo o que você quiserTomás sentiu o pau endurecer de novo, pronto pra ação. O homem entrou no banheiro onde a filha estava, completamente pelado e com uma toalha na mão direita. A garota, que estava debaixo do chuveiro, se virou ao ouvir a porta abrir.
Atônita, tentava entender o que o pai fazia no banheiro. Ele, com um sorrisinho safado, se aproximou e pediu desculpas por entrar sem avisar, mas se justificou dizendo que precisava tomar um banho urgente e o banheiro do quarto dele estava com problema. A jovem ainda não reagia, mas os olhos dela foram descendo até chegarem no pau do pai, onde se arregalaram ao vê-lo já duro.
Tomás: Vanessa? Tá bem, filha?
Vanessa: Ah... Aaah... Sim...
Respondeu sem tirar os olhos daquele membro que tanto tinha desejado.
Tomás: Beleza, se não se importar de dividir o chuveiro, vou entrar.
A garota continuava perplexa com a situação. Ter o pai a alguns centímetros dela, pelado, claramente a deixou excitada. As pernas dela tremeram quando a vara do homem roçou a bunda dela. Aos poucos, começava a ficar desesperada e inquieta. Aquela angústia que a dominou a semana inteira sumiu, e o corpo dela, cheio de desejo carnal, ansiava por uma trepada monumental. Também sentia como a água que caía no corpo dela evaporava, e a pulsação do pau do pai, que cada vez mais parecia se aninhar entre as nádegas dela.
Perdendo a noção e o controle de si mesma, uma das mãos safadas dela tocou a buceta, enquanto a outra continuava ensaboando o torso. Delicadamente, dois dedos entraram dentro da boceta úmida e quentinha dela. Soltou um gemido que chamou a atenção de Tomás. Ele perguntou à filha se estava acontecendo algo. A jovem ficou em silêncio, enquanto os dedos continuavam profanando a vulva dela, chegando bem fundo, causando um suspiro forte.
Tomás: Fi-filha?
Disse o coroa, tentando seguir o livreto que a esposa dele tinha dado. A garota se virou, ficando de frente pra ele, Tomás engoliu seco e desviou o olhar pra outro lado.
Tomás: Va-Vanessa... O que foi?
Vanessa: Nada, papai...
Respondeu a jovem, diminuindo ainda mais a distância entre eles. O homem tenta manter distância, mas ao recuar, pisa errado e escorrega. Pra sorte de Vanessa e April, Tomás não levou um tombo feio, ficando sentado no chão, observando como a filha safada continuava se aproximando dele, exibindo aquele belo par de peitos.
Vanessa: Papi, tá doendo alguma coisa?
Tomás: Não, nada...
Vanessa: Já vi... (Sorri) De qualquer forma, deixa eu te examinar.
Tomás: Me e-examinar?
Vanessa: Sim, papai... Quero ter certeza de que você tá bem.
A garota se abaixa, seus peitos macios e redondos envolvem o tronco quente do homem. Um sorriso safado se desenha no rosto dela, que dura pouco, porque tentada pelo cheiro que aquela pica exalava, ela abre a boca e lambe levemente a cabeça da grossa pica do pai. Aquele contatozinho entre a língua da filha e a glande dele foi simplesmente maravilhoso. Assustado, ele começava a curtir aquela ideia maluca da esposa, mas ainda assim manteve o papel que ela tinha mandado.
Tomás: Vanessa, o que você tá fazendo?
Vanessa: O que você acha, papi?
A jovem lambe aquela vara de novo, mas dessa vez foi do talo.
Tomás: Hhhmm... Porra, filha...
Vanessa: Tá gostando, papi?
Tomás: Oooohh... Vanessa... Pa-para...
Vanessa: Não, papi... Tô muito tesuda pra recuar agora... Além disso, te lembro que foi você quem veio me provocar com essa coisa enorme.
Vanessa dá um beijinho na pica do pai e depois enfia ela na boca de novo. O homem só conseguia gemer de prazer e curtir o boquete que a filha tava dando.
Vanessa: Nnnggh... Tô vendo que você tá curtindo tanto quanto eu, papi.
Fala a jovem, lambendo em círculo a glande. Tomás, vendo ela tão brincalhona com a pica dele, lembrou de Gabriela e Marina. De como ele arrombou o cu da primeira e gozou cruzando a linha com a outra, algo que tava fazendo agora com a loira. Isso fez a pica dele ficar ainda mais dura, surpreendendo uma ingênua Vanessa.
Vanessa: Uau... Papai, seu pau é incrível mesmo.
Fala a garota sorrindo. Ela, de forma safada, coloca aquele pedaço de carne entre os peitos e aperta de leve. O coroa mordeu os lábios pra não soltar nenhum gemido e olhou pro Telhado, enquanto se questionava sobre coisas que com a Mariana não fazia. Tudo porque conhecia a Vanessa desde que ela era um pequeno ser em desenvolvimento dentro da barriga da April. A jovem foi aumentando a velocidade da punheta com os peitos dela e, enquanto fazia isso, falava obscenidades pro pai dela.
A April observava aquela cena toda excitada, os dedos dela brincavam com a buceta dela e ela abafava os gemidos mordendo os lábios. Nunca imaginou que ver o marido amado com a própria filha ia ser tão excitante pra ela, o corpo dela ardente tava pronto pra soltar um grande orgasmo, quando o Tomás olhou pra ela e fez sinal pra ela entrar e se juntar.
Vanessa: Papai... Meus peitos são maravilhosos, né?
Tomás: Aaahhgg... S-sss... Sim, filhaaaa...
Vanessa: (Rindo) Viu que não minto, quando digo que pode substituir a mamãe por mim.
O homem ficava calado diante das palavras da filha e só soltava uns gemidos baixinhos. Enquanto isso, a April entrava de fininho no banheiro e tirava a roupa. A Vanessa continuou se gabando que podia fazer muito melhor que a MILF e, bem na hora que tava propondo pro pai dela irem juntos pra algum lugar e ele largar a mãe dela, a coroa enfia a língua dentro da vulva dela, fazendo ela se acabar de prazer.—"Aaahhh... Aaaaahhhhggg... Aaaaahhh..."—exclamava a jovem, tentando desviar o olhar ou ver quem estava comendo a buceta dela daquele jeito tão gostoso. Mas era inútil, só conseguia gemer e aproveitar aquela língua atrevida que percorria suas entranhas e aqueles dentes que mordiam sua buceta. Ela estava quase gozando, quando April para e dá um tapa forte na bunda dela.–“Então você se acha melhor do que eu?”–disse a mulher, aproximando-se dos lábios da filha.
Vanessa: Ma... Mamãe...
Balbuciou a garota, agitada. A MILF mordeu ternamente seu lábio superior, para depois devorar sua boca. Aquele espetáculo lésbico só deixava Tomás mais excitado, que deixava de lado aquele conflito moral que ainda tinha na cabeça e se preparava para aproveitar junto com elas. Aproveitando que ambas se comiam as bocas com furor, ele se levanta e coloca seu pau ereto no meio dos lábios das duas.
Ainda agitadas pelo beijo que tinham trocado, elas passam de forma sutil suas línguas pelo tronco, saboreando aquele pau, se olham de forma provocante. Depois observam o homem, que estava pronto para satisfazê-las. Tanto mãe quanto filha pegaram com as mãos aquela vara enorme, que lubrificaram com suas salivas. A mulher, imersa no tesão, começa a lamber e morder as bolas gordas do marido. A garota, por sua vez, volta a enfiar o pênis do pai na boca.
Tomás ofegava e apoiava as mãos na cabeça de Vanessa.–“Aaaahh, porra...”-afirmou, enquanto começava a mexer os quadris. A jovem se engasgava com a pica madura do pai, mas mesmo assim não o impediu e deixou que ele continuasse estuprando sua garganta. As lágrimas escorriam pelo seu rosto e ela sentia aquela pica inchar cada vez mais, mas quando pensou que ia receber toda a descarga do pai na boca, ele tirou a pica e cobriu ela com a porra dele junto com a mãe.
O esperma quente do velho escorria pelo rosto da Vanessa e, quando chegava nos lábios dela, ela saboreava, ao mesmo tempo que via os pais se beijando e se tocando com os corpos ardentes. A novinha continuou observando eles, enquanto terminava de limpar o rosto, embora pra ela já fosse normal ver os pais tão apaixonados e safados, ela ficava excitada como na primeira vez que os viu transando. A April empurrou o marido contra a parede, onde sussurrou pra ele,–“Me come”–Tomás não esperava ouvir aquelas palavras, então ficou bem animado. Cheio de desejo, carregou a mulher e enfiou quase metade do pau nela. Feito um animal, foi metendo sem parar, a MILF só gemia e apoiava as mãos nos ombros do marido. Vanessa observava a cena toda excitada, sentindo um formigamento insaciável na buceta. O pai não parava de furar a xota da mãe, parecia que cada estocada era mais brutal que a anterior e, mesmo assim, ela só sentia mais tesão.
Ele morde de leve os mamilos da esposa, depois diz pra ela se preparar, porque não ia parar até se sentir satisfeito. April só sorriu, enquanto gemia. Os olhos dela se cruzaram com os da filha, que se tocava levemente a vulva com os dedos e, mordendo os lábios, desejava estar no lugar da mãe pra ser macetada pelo homem. A mulher murmurou:—"Aaaahhh, Tommy... Espero que você coma a nossa filha, do mesmo jeito que você me comeTomás acelerou o movimento do quadril, chegando a dar penetrações bem profundas que só faziam a coroa gemer de prazer, fazendo suas tetas gordas e lindas balançarem. Vanessa já não aguentava mais esperar, precisava que o pai dela a pegasse. Devagar, foi se aproximando deles, deslizando como uma gata no cio. Quando estava a alguns centímetros de distância, com as unhas afiadas, rasgou a perna do coroa, que continuava fodendo a April. A garota olhou de perto como aquela rola entrava e saía da buceta da mãe dela, o que fez a vontade por aquela vara aumentar ainda mais.
Cega pela obsessão e inveja, não percebia que a mãe dela estava ensinando como lidar com aquela rola. A Milf mordeu os lábios do marido e levou uma das mãos até as bolas dele, apertando-as, e sussurrou:—"Tooomm... Lembra que nossa primeira vez também foi num banheiro?Ah, as lembranças daquela manhã maravilhosa não demoraram a invadir os pensamentos de Tomás, que nunca imaginou que sentir saudade da sua primeira experiência sexual fosse excitá-lo ainda mais.
Vanessa, perdendo a paciência, levantou-se e, antes que o pai pudesse beijar April de novo, o parou e perguntou se ele tinha se esquecido dela. O homem ficou sem palavras e o ritmo diminuiu. A MILF soltou uma risada curta. A garota interpretou aquilo como provocação, mas antes que abrisse a boca, a mãe mandou ela se preparar, porque ia levar uma das melhores fodas da vida.
Vanessa, pasma, viu a mãe desmontar aquela piroca grossa e depois exibi-la, para ela se animar a tocar. No entanto, antes que pudesse pegar aquele pau de novo, o pai pediu que fossem para o quarto dela. Os três caminharam em silêncio até o quarto. Lá dentro, o velho pegou a filha pela cintura e, sem pensar, a beijou. As mãos dele percorreram a pele da garota, que mostrava seu lado mais submisso.
O coração dela disparou quando os dedos do homem tocaram ternamente o cu dela. Mesmo sendo um toque leve, era o suficiente para enlouquecê-la de prazer. Deitando-se na cama, Vanessa levantou a raba, esperando que o pai metesse de uma vez. Mas foi April quem se aproximou e lubrificou o rabo dela. Ela nunca imaginou que a mãe fosse tão boa com as mãos, massageava bem a bunda dela e a fazia gritar como uma puta quando enfiava os dedos na buceta e no cu.
Mesmo sendo finos e delicados, os dedos alcançavam lugares profundos e excitantes. Ela estava quase gozando quando a MILF parou. Ofegante, tentou recuperar as forças, mas antes que conseguisse, Tomás a empurrou.–“Aaaahhggg... Mmmmggghh...”-A garota gritou, enquanto o pai puxava ela pelo cabelo e enfiava a pica na buceta dela. Vanessa não parava de gemer, adorava sentir aquela rola percorrendo suas entranhas e chegando cada vez mais fundo.
Ela mexia os quadris com muita energia, enquanto tentava se segurar na cabeceira da cama. Ao fundo, ouvia a mãe, que perguntava se ela gostava de ter a pica do pai dentro dela. Vanessa não conseguiu responder, mas era óbvio que a resposta era sim, ela tinha passado muito tempo sonhando com aquele momento e finalmente estava se tornando realidade. Tomás aumentou a intensidade da foda e começou a bufar igual a um touro, experimentando de novo o prazer do incesto.
Cada vez que ele a penetrava, mais ele amava aquela loucura. Aqueles gritos de dor misturados com prazer só faziam a pica dele ficar muito mais dura. O tesão que ele sentia em foder a loira era maior do que quando esteve com Mariana, então ele curtia mais essa experiência incestuosa. O primeiro grande orgasmo de Vanessa chegou, apesar da bruta trepada que estava levando, ela queria mais e o pai dela, obviamente, também ansiava continuar brincando com aquela bucetinha apertada.
Ele, sem dar nem um pequeno descanso pra garota, a pega nos braços e começa a meter nela de novo, enquanto ela o abraçava pelo pescoço e continuava ofegando como uma louca. April apreciava com luxo e detalhe aquele espetáculo, ver o marido mergulhado na luxúria, satisfazendo a filha dos dois enquanto a garota gritava de prazer, os peitos dela balançando de um lado pro outro e as pernas flutuando no ar, a deixava muito feliz. Molhada, ela morde os próprios mamilos e brinca com a vulva, que não parava de se umedecer.
Tomás aproxima os lábios dos da filha, roçando-os de forma incisiva, ela morde a isca e o beija apaixonadamente, ele a recompensa aumentando as estocadas. A jovem não conseguiu resistir e gozou pela segunda vez. Surpresa pela resistência do padre, continua mexendo os quadris. O homem aperta com as mãos as nádegas redondas da filha e enfia dois dedos dentro do cu dela, fazendo-a gritar.
Vanessa: Oooooohhhh... Papaiiiii...
Tomás: Você gosta, filha? Gosta como eu te fodo? Porque eu tô adorando essa sua bucetinha apertada.
Vanessa: Mmghh... Siiim... Papai... Siiim... Quero mais da sua piroca grossa.
Tomás sorri safado e, sem avisar, joga ela na cama. Se aproxima, levanta as pernas dela, deixando os joelhos perto da cabeça. Vanessa começa a sentir a provocação daquela piroca no seu rabo e se prepara psicologicamente pra receber toda aquela vara no cu.
Tomás: April, isso vai te deixar maluca, então presta atenção até o último segundo.
O homem afirmou pra esposa, que tava mais ansiosa que a Vanessa pelo que ia rolar. Devagar, Tomás foi enfiando o pau no cu da filha, ela gritava e soluçava de dor e prazer. Embora já tivesse levado as pirocas dos irmãos destruindo a bunda dela, ter o pau do pai era uma experiência nova. Porque, apesar da imagem gentil que ele passava, enfiando a vara aos poucos, ele era bruto e sem jeito.
Ele não entendia por que com a loirinha não conseguia ser carinhoso como com as outras, mesmo que a cara safada da filha o excitava. Mal enfiou 5 centímetros do pau de uma estocada, cravou a metade e depois quase enterrou tudo. Isso não incomodava Vanessa, pelo contrário, ela adorava levar forte e ter o cu esticado daquele jeito enquanto ardia de dor.
Vanessa: Mmmghhgg... Aaaahhhggrr... Pa-pa... Papaiii... Mais, me dá mais... Quero seu pau todo no meu cu...
Tomás: Calma, minha filha... Você vai ter ele todo no seu cu, só tem paciência.
Falou o coroa, sem parar de cavar a bunda da filha.
Tomás: Hhhhmm... Aliás, filha, que rabo apertado você tem...
Vanessa: Oooooohhhh... Ooooohhhh... Pa-papi... Você tem uma rola muito deliciosa... Mmmhgggg...
Os dois se beijaram gostosamente, enquanto seus corpos continuavam se fundindo. O homem chegava ao fundo do cu da filha e a jovem, ao sentir todo aquele tronco dentro do rabo, gozava de novo. Ela começava a se sentir cansada, mas não queria parar sem antes receber a descarga do pai. O coroa aumentava o ritmo da foda, levantando levemente o corpo da garota, que com as unhas rasgava os braços do homem.
Vanessa: Oooooohhhh... Meu Deus, papaiiiii...
Gritava a jovem de prazer, enquanto o homem aproximava os lábios dos dela de novo, para entrelaçar suas línguas quentes e safadas. O tesão e o desejo dominavam completamente Tomás, ele já não queria se separar daquela boquinha jovem, só fazia isso para respirar e, ao fazer, um fio de saliva os mantinha unidos. As estocadas do coroa foram ficando cada vez mais fortes e profundas, Vanessa sentia que o cu dela não seria o mesmo depois dessa trepada.
Os olhos dos dois se encontraram por alguns segundos e o homem já não via naquele rosto sua menininha, mas sim uma mulher safada que ele precisava saciar.
Vanessa: Hhhhmmm... Siim, papaitooooo... Siim...
Balbuciava Vanessa, Tomás virava para olhar a esposa, que continuava se masturbando e se deliciando com a foda entre pai e filha. Ele sorri para ela e pergunta se ela estava adorando o que via, ela, extasiada, responde que sim. Nisso, as pernas dele começaram a tremer, a rola inchava e pulsava, estava perto de gozar.
Tomás: Me diz, April, encho o cu da nossa putinha?
O coroa continuava com as estocadas, enquanto esperava a resposta da pergunta, que foi um sim. Tomás mais uma vez acelerou as penetrações, até gozar dentro do cu da filha. Ela soltou um gemido enorme, ao sentir o esperma do pai percorrendo o ânus dela, gozaram de novo, Vanessa Ficou estirada na cama, completamente exausta. Tomás olha para April, que se aproxima e com as mãos agarra o pau do marido.–"É minha vez de te satisfazer"–Disse a MILF, passando a língua na glande. Naquela tarde de paixão, os dois fizeram amor do jeito mais ardente. Tomás sussurrava pra sua mulher que adorava como ela mexia os quadris e o jeito que ela domava o pau dele. Ela, safada, brincava com o lóbulo da orelha dele e acariciava a nuca enquanto murmurava que talvez devesse satisfazer a novinha mais vezes. Ele, tarado, respondeu que não tinha problema nenhum em fazer isso.
No dia seguinte, Axel e a turma voltaram mais cedo pra casa e, pra surpresa deles, encontraram uma Vanessa alegre e risonha. Diana, pirando, sentiu inveja, já que ainda não conseguia aliviar aquele sentimento torturante que a sufocava. Durante o café da manhã, Tomás e Vanessa sumiram, mas ninguém notou, exceto April. Pai e filha se trancaram no quarto dela de novo, enquanto todo mundo comia, eles tiravam a roupa, mordiam os lábios e se preparavam pra uma trepada.
A garota vira as costas pro pai, que estava sentado na cama. Ela pega aquele tronco maduro entre os dedos. Devagar, vai se abaixando e enfiando aquele pedaço enorme de carne dentro da bucetinha dela. Soltando uns suspiros suaves, ela para no meio do caminho. Depois de alguns segundos, desce de novo, mas dessa vez os gemidos foram abafados com uns beijos fogosos.
Quando finalmente tinha aquela vara toda enfiada na buceta, ela mexeu os quadris de leve, enquanto o homem apertava os peitos dela e beliscava os bicos.–“Hhhhhmmmgg”-A mocinha gemeu, Tomás parou de brincar com os peitos da filha e, com um dos braços, segurou ela pela cintura. Ela, por sua vez, colocou a mão fina no ombro dele e começaram a se mexer.
Os gemidos não demoraram a aparecer e eram tão altos que o coroa pediu pra ela baixar a voz, porque podiam ouvir. Ela, brincalhona, respondeu.Oooohh... Papai, eu quero que todo mundo me ouça... Que saibam que sou sua putinha e que você me come com essa piroca gostosa que você temO homem excitado por essas palavras, continuou deslizando o pau dentro da filha e a beija.
Embora Tomás continuasse fodendo Vanessa por ordens de April, a ideia de torná-la sua começava a ser algo viciante, era como ter de volta a jovem inglesa por quem ele se apaixonou perdidamente.
Vanessa: Papai... Você, de agora em diante, é só meu...
Disse a garota ingenuamente, sem imaginar o que sua mãe estava tramando em seus pensamentos.
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O fim se aproxima, originalmente seriam apenas 5 capítulos extras para cum esta história que comecei há um tempo e depois se complementariam com "Desejo Proibido". No entanto, as coisas não saíram como planejei originalmente, imprevistos fizeram com que eu mudasse as coisas. Espero que tenham gostado e obrigado.
A ideia de transar com minha própria filha me apavorava. Embora eu seja um cara bem liberal, diferente do meu pai, a lembrança ruim de quando cruzei aquela linha ainda me assombrava. Desde então, prometi que não ia tocar em nenhuma filha minha, mesmo que você me implorasse pra fazer isso. No entanto, ao ver a Mariana, todos esses pensamentos se desfizeram como se fossem bolhas de sabão. O corpo gostoso dela me lembrava o da minha mãe e o da Celeste, uma combinação simplesmente mortal.Tomás contava pra sua mulher, enquanto voltavam pra casa. A MILF reduzia a velocidade naquele trecho, porque o corpo dela ardia de tesão depois de ver o marido sendo beijado pela Mariana, e só aumentava com cada palavra que ele soltava sobre a experiência dele.incestuosa.Aquela pele morena me acendia, e mesmo sabendo que ela era minha filha, não conseguia parar de ficar duro. Depois de ter discutido com meu pai, não me contive ao vê-la nua, me aproximei como um cachorro selvagem dela. Assim, consumimos nossos desejos incestuosos e passamos uma tarde cheia de sexo, onde chupei seus lábios, devorei e penetrei sua bucetinha vulgar, até deixá-la completamente satisfeita. Enquanto ela montava no meu pau, sua linda mãe nos encontrou, e a reação dela foi de surpresa e espanto, como se nunca tivesse visto meu pau.
Ela enfeitiçada pelo meu pau, se aproximou sem dizer uma palavra e entrou na brincadeira. Pía María passou a língua em volta das minhas bolas, enquanto Mariana voltava a cavalgar. Depois de saborear minhas bolas, a mulher enfiou o rosto na buceta da filha. A garota gemia como uma louca com a língua da mãe no cu dela e meu pau atravessando a boceta dela. Mariana não aguentou tanto tesão e acabou caindo exausta ao lado da cama.
Meu pau continuava duro, inchado e cheio de veias, então aquela mulher gostosa abraçou meu membro com as tetonas dela e, passando a língua em volta, movia os peitos, saboreando a mistura do meu esperma com os fluidos da nossa filha. Ela adorou essa combinação, já que largou os seios e focou em chupar. A boca dela era quente e a língua meio áspera, mas ela usava muito bem; eu só gemia enquanto passava as mãos na buceta molhada dela.
Não resisti à tentação e enfiei um dos meus dedos, suave e bem fundo, sentindo os músculos dela apertando ele. Pía María não conseguia enfiar toda a minha pica na boca dela, mesmo assim dava um jeito de me fazer gozar com o boquete, enrolando a língua na minha pica e fazendo um percurso maravilhoso, não senti falta nenhuma das suas. Ela parou e, num piscar de olhos, colou a boca na minha, sentir aquela mistura toda de sabores enquanto nossas línguas se enroscavam era algo muito excitante.
De repente trocamos de posição e eu fiquei por cima dela, amassando aqueles melões enormes. Belisquei os bicos dos peitos e percebi que essa mulher era muito sensível naquela área, soltando uns gritinhos bem gostosos. Sem parar de nos beijar, levei minhas mãos brincalhonas pra bundinha firme dela e, sem dar nenhum aviso, enfiei meu pau na buceta dela, que já tava roçando ali o tempo todo. Ela gritou e me arranhou, tentando resistir àquela estocada suave, mas profunda.
Lentamente fui cavando na sua caverna apertadaHhhmmmbalbuciou, enquanto nossos lábios se roçavam. Fui tão fundo que ela começou a soluçar de prazer, segurando-a firme pela cintura, movi levemente minha pélvis para tirar meu pau e enfiar de novo. Cada centímetro a fazia se deliciar naquele colchão, apertando meus braços com força, ela pedia mais e mais pra dentro, eu satisfiz ela, começando a mover minha pélvis feito louco, batendo sem parar no útero dela.
As tetonas dela se esfregavam no meu peito, e com aquele contato leve dos bicos, ela já tava gritando bem alto. Sentei e deixei ela montada na minha vara, que deslizava lá dentro, beijando ela enquanto passava a mão nas costas e depois acariciava o cuzinho dela. Parecia que ela nunca tinha sentido prazer por ali, porque tremeu e o coração acelerou na hora. Aquilo me deu curiosidade e tesão, sorrindo, mordi o lábio inferior dela e, com a ponta do dedo indicador, fui fazendo um círculo dentro da bundinha dela.
Acomodando, enchi a buceta dela com meu pau de uma estocada de novo, e só o movimento dela fez meu dedo entrar no cuzinho dela.–“Aaaaiiihhh”-expressou entre dor, nervosismo e prazer, caprichoso perguntei se podia penetrar ela também por aquele buraquinho. Pía María hesitou por uns segundos, mas a pressão que meu dedo causava entrando devagar dentro do cuzinho dela e meu pau deslizando entre as paredes dela, fez com que ela me dissesse que sim.
Emocionado, tirei meu pau de dentro dela e perguntei se ela tinha algum óleo pra lubrificar aquela bucetinha apertada. Ela respondeu que não, mas que a Mariana devia ter algum nas coisas dela. Procurei feito um louco, porque só queria enfiar naquele buraquinho — meu pau tava tão duro que já tava incomodando. Por sorte, achei um vidrinho pequeno com um resto de óleo. Aí cheguei nela com um sorriso, e a mulher, ainda na dúvida, me olhava sem reagir.
Eu disse pra ela que precisava relaxar, porque não ia machucá-la, muito pelo contrário, ia dar um prazer que ela nunca tinha sentido. Aquela mulher percebeu que minhas palavras não tinham maldade e, mais confiante, virou-se, levantando aquele rabo pomposo. Fui lubrificando e preparando aquele buraquinho pra minha pica poder aproveitar ele; o corpo dela ainda tava tenso, então decidi primeiro dar uma comida de cu. Lambendo aquele cuzinho, comentei que era muito gostoso, e isso fez a Pía Maria corar.
Aos poucos, o corpo dela foi perdendo a rigidez e eu via que ela tava totalmente pronta pra experimentar e se deliciar com o sexo anal. Abri as nádegas dela e observei meu pau se aproximando daquele circulozinho. De leve, enfiei a ponta da minha glande. Quando ela sentiu, deu um gritinho, mas rapidinho eu beijei ela pra ir se acalmando. Quando vi que ela tinha perdido o nervosismo, pressionei o cu dela de novo e, finalmente, minha vara abriu aqueles músculos, esticando tudo.–“Aaaahhhh”–Soluçou, mesmo estando pronta pra receber todo o meu pedaço de carne.
Fui enfiando meu ferro quente dentro do cu dela e os gritos de dor foram se transformando em gemidos de prazer. Eu, segurando na cintura dela, fui metendo com ternura, esperando que o buraquinho dela se adaptasse da melhor forma ao meu pau. Depois de alguns minutos, a própria Pía Maria me implorava pra aumentar a intensidade das minhas estocadas, eu satisfazia ela e meu pau amava aquele bumbum apertado, que parecia ter o espaço exato pra receber meu tronco.
—"Assim continuamos até desmaiarmos de prazer, ficamos deitados na cama da Mariana e ela, segurando meu pau entre as mãos, me dizia que eu tinha dado a foda da vida dela. Quando abri os olhos de novo, a Mariana estava em cima de mim, me beijando igual uma louca, enquanto você nos olhava com espanto e tesão"—concluía seu relato Tomás, vendo como sua esposa ardente rasgava a própria buceta, querendo aliviar a mulher, ele tenta brincar com a vulva dela, mas ela o impede.
O coroa olhou pra ela com estranheza e perguntou por que ela não queria que ele tocasse, ela suspirou e, mantendo os olhos fixos na pista, respondeu que não era hora nem lugar pra ficar de gracinha. A mulher então comentou que Vanessa continuava deprimida, mas tinha tido uma ideia pra animá-la, o homem perguntou qual e ela, num breve murmúrio, disse.—"Que você coma ela igual comeu a Mariana"—Isso deixou Tomás gelado, que não respondeu e ficou calado pelo resto do caminho.
Já de volta em casa, Tomás e April não suspeitavam do que encontrariam. Para a mulher, seria um cenário ideal; para o homem, ao contrário, um onde seria posto à prova diante da luxúria e da tentação. Ambos desceram do carro sem dizer uma palavra, embora de mãos dadas. Depois de abrir a porta, os dois caminharam até a sala de estar, imaginando que encontrariam seus filhos lá, mas, em vez dos jovens, deram de cara com Sophie, uma das amigas de Vanessa.
Ela era uma das tantas modelos que apareciam de vez em quando na casa do casal e que deixava o velho maluco. Pois era uma morena bem ardente, embora não tivesse uns peitões grandes como a esposa e a filha, nem uma bunda tão enorme quanto a das gêmeas, tinha o seu valor e ele ficava excitado com ela. Naquele exato momento, ela estava só de lingerie. Tomás ficou pasmo e não conseguiu deixar de apreciar a figura escultural da garota de 22 anos.
Sophie, ao perceber a presença dos pais da amiga, só sorriu de forma provocante. April olhou para o marido, que continuava enfeitiçado por aquela jovenzinha, que não mostrava pressa para se vestir. A mulher, em vez de se irritar com o esposo, começava a se excitar com a situação. Aquele fetiche que tinha desde jovem voltava cada vez mais forte, e só de pensar que o marido estava de olho naquela morena gostosa, a temperatura do corpo dela também subia.
O velho, depois de admirar bem o corpaço da amiga da filha, desviou o olhar, fingindo que nada tinha acontecido, embora uma pequena protuberância aparecesse levemente na calça dele.
Sophie: Me desculpem, estou meio apressada, por isso estava me vestindo na sala de vocês.
Afirmou a garota, virando-se para encarar os dois adultos, mas seus olhos se fixavam em Tomás. April: Relaxa, Sophie, não precisa se desculpar. Pelo contrário, a gente tá feliz que você tá aqui, né, Tom?
A MILF encarava fixamente o marido, que ficou mudo. A jovem, ao ouvir essas palavras, riu baixinho e, com malícia, se aproximou do homem. Desde a primeira vez que pisou naquela casa e conheceu Tomás, Sophie mostrou um certo capricho por ele. A garota não entendia essa obsessão que sentia pelo mais velho; talvez fosse a altura dele, já que sempre se atraiu por homens altos, ou talvez fosse aquele cheiro que ele exalava, bem doce, mas ao mesmo tempo muito estimulante.
Talvez não fosse nenhuma dessas opções, e ela só tivesse curiosidade de saber por que uma mulher tão gostosa como April era fiel e incondicional a um homem como Tomás, que não era feio, mas também não era bonito o suficiente pra não dar uma olhadinha pro lado de vez em quando. Ao ter ele a poucos centímetros de distância, a jovem morena percebeu que o homem tremia de nervosismo. Aquilo a deixava feliz, porque esse nervosismo era por causa dela, e ao mesmo tempo aumentava aquele vício sexual que ela tinha com ele.
Ela ansiava poder provar aqueles lábios pequenos, mas carnudos, que transmitiam inocência e até ternura, mas ao mesmo tempo uma grande intriga, por causa da atitude reservada e introvertida do mais velho. Suavemente, ela mordeu o lábio inferior, dando a entender que estava insegura na frente daquele homem. April notava todas essas atitudes, ao contrário de Tomás, que só se concentrava em si mesmo e não nos gestos de Sophie.
A garota se abaixou pra pegar o vestido, que estava bem ao lado dos pés do mais velho. Ele ficou desconfortável, porque, pelo morbo da situação, o pau dele tinha endurecido ainda mais. Sophie se levantou de novo e, esquecendo completamente da presença da MILF, vestiu o vestido de um jeito bem sensual. A jovem modelo se aproximou de Tomás novamente e pediu que ele a ajudasse com zíper do vestido dela.
Ele, ao observar aqueles olhos negros de felina que a adolescente tinha, começa a sentir a tensão entre os dois ficar ainda mais forte. Era a primeira vez que se sentia tão atraído por aquela garotinha, e isso causava um baita dilema nele. Porque aquela agonia não era normal, nem quando ficou meses sem foder com a April, foi seduzido por uma mulher daquele jeito, a ponto de realmente querer trair a esposa.
Mantendo o olhar nos olhos provocadores dela e sem dizer nada sobre o assunto, o homem procura o zíper do vestido pra subir, mas com as mãos roça as costas nuas da garota, que solta um suspiro sutil. Isso deixou Tomás desconfortável, embora ao mesmo tempo, o coroa sentisse o corpo não parar de se excitar com a Sophie, era como se ela fosse um chocolate afrodisíaco que ele queria provar.
Quando finalmente sobe o zíper da garota, ela, que estava com a buceta toda molhada, dá um beijo na bochecha dele, bem perto dos lábios, como agradecimento. A jovem se afasta do coroa e fala pra Milf que precisava do segredo dela pra ter um marido tão atencioso, porque queria que o noivo fosse mais parecido com o Tomás nesse aspecto.
A morena gostosa não era boba, sabendo que ainda tinha a atenção do homem, rebola a raba enquanto ia pra saída. Quando Sophie fecha a porta, Tomás fecha os olhos e suspira aliviado, pensando que aquela putaria esporádica que tinha sentido com a amiga morena da filha não ia se repetir. A April, por sua vez, se sentia sufocada pelo tesão que tinha sentido ao ver o marido sendo seduzido pela garotinha.
Os peitos dela com os bicos duros eram visíveis na blusa, e um formigamento percorria a vulva molhada, que não parava de escorrer. Ela passa os dedos de leve pelos lábios da buceta, raspando com as unhas o tecido da calcinha fio dental, sentindo assim uma mistura de prazer e ansiedade, precisava ver o marido. metendo a pica nessa negrinha. O coroa ignorando os desejos da esposa, foi em direção às escadas, mas ela o segurou bem na hora em que ele colocava o pé no primeiro degrau.
April sabia que ainda tinha diversão pela frente e, embora não conseguisse confessar ao marido a vontade que tinha de vê-lo com a Sophie e as outras amigas da filha, sabia que ele entenderia seus desejos ao longo daquele dia e que, no fim, aceitaria realizar suas fantasias, como já tinha feito no passado.–“Princesa, tá acontecendo alguma coisa?”-perguntou com inocência o homem, ela respondeu que não era nada, só queria que ele a acompanhasse até a piscina.
Tomás quase nunca negava os pedidos da mulher, principalmente quando ela olhava fundo nos olhos dele com aqueles olhos azuis e aquele sorrisinho safado. Hipnotizado por ela, ele deixou de lado a intenção de ir pro quarto descansar um pouco e a acompanhou. Conforme se aproximavam da piscina, eles perceberam a presença da Vanessa e das outras duas amigas. A filha dos dois estava descansando numa espreguiçadeira, com um guarda-sol protegendo-a do sol, já que entre os peitos dela estava um tranquilo Simão.
Por outro lado, Olivia e Luz nadavam e curtiam a água. Olivia era uma gostosa de 23 anos, pele branquinha,—meio bronzeada pelo sol—, de cabelo preto e com 1,63 de altura. Tinha um corpo esbelto, não se destacava na frente, mas sim na parte de trás.—como a amiga dela Sophie e até mais—, enganchando qualquer um que a visse. A Luz era uma gatinha de 20 anos, com 1,70 de altura, branca como a neve e cabelo ruivo. Era considerada uma elfa entre os mais próximos, pela inocência que passava e sua beleza de tirar o fôlego.
Entre as amigas, ela era a que tinha as medidas mais equilibradas. Costumava ser muito tímida com os homens, menos com um, o Tomás, quesecretamenteAmava. A jovem ruiva, ao ver o coroa, não conseguiu segurar a felicidade, saiu eufórica da piscina e correu pra abraçar ele. Isso claramente irritou a Vanessa, mas como ela ainda tava triste por causa do noivado do Axel, não agiu como faria normalmente.
A April não falou nada, porque desde a primeira vez que viu a Luz, percebeu que a ruiva derretia toda pelo marido dela e, mesmo naquela época não ligando em dividir ele, sentia um fogo por dentro quando via a garota do lado do homem dela. O Tomás tinha uma atitude bem fria com a Luz, tentava ficar o mais longe possível dela, porque, igual a esposa, ele também sacou os sentimentos da jovem e queria evitar a todo custo que ela continuasse presa numa fantasia que nunca ia rolar.
Mesmo assim, não podia negar que teve uma ocasião em que aquela garotinha esquentou ele e deixou ele bobão. Aquela e única vez que ele caiu no feitiço dela foi quando ela apareceu de surpresa no consultório dele.-uma semana antes de ele e a April voltarem a transar-O homem ficou sem reação ao ver ela.- principalmente pelo decote descarado do vestido dela -e quando ele perguntou o que ela estava fazendo ali, ela se aproximou brincando da mesa dele, deixando uma pequena brecha entre os lábios.—"Preciso da ajuda de um profissionalmurmurou a garota,—"E não tem ninguém melhor que vocêacrescentou num tom provocante. O coroa não teve escolha a não ser atender a jovem ruiva. E, com o passar do tempo, não conseguia tirar os olhos dela, aquele decote o tinha enfeitiçado e ela sabia disso. Aos poucos, Tomás foi sentindo o corpo inteiro esquentar e a virilha ganhar vida.
Luz também começou a se sentir sufocada, a virgem buceta dela ficava molhada com aquele olhar que a despia e, caindo numa utopia, a garota achava que o coroa se aproximava dela, acariciava seu rosto e depois a beijava na boca. Um beijo que a deixava completamente perdida e dócil, ele foi tirando o vestido dela e com as mãos começou a percorrer seu corpo imaculado.—"Luz... Luz, Luz, cê tá bem?O homem ficou confuso, já que, inconscientemente, a jovem ruiva tinha levado as mãos perto da buceta e seus dedos finos acariciavam os lábios vaginais.
Tomás percebeu que era inútil falar com Luz, mas não conseguia se aproximar dela, porque seu pau estava totalmente duro e ele não queria que aquela garota visse o volume que tinha formado. Enquanto a moça continuava na fantasia dela, ele foi esfregando a virilha, porque era desconfortável ter o pau duro e não poder tocá-lo.–“Aaaaiiii”exclamou a ruiva, provocando desespero no coroa, mas, depois daquele gemido, ela abriu os olhos e percebeu que tudo não passava de uma alucinação.
Envergonhada, levantou-se, olhou rapidamente nos olhos do pai da amiga e disse que precisava ir. A ideia era sair daquele consultório depois de falar aquilo, mas, na frente da porta, algo a fez se virar de novo, encarar aquele homem e se despedir dele. Tomás não esperava por aquilo, sentiu o coração acelerar, e de novo aquele perfume e aquele decote nublavam sua mente.
Aqueles lábios se aproximavam devagar da bochecha direita dele e, sem perceber, ele virou a cabeça e os lábios da amiga da filha roçaram os seus. Embora fosse só um toque leve, os dois ficaram com vontade de provar a boca um do outro. Então, no instante em que Luz o abraçou, Tomás olhou para aqueles lábios macios com luxúria. A garota sabia que ele nunca ia amá-la ou corresponder, mas ela se contentava em que o pai da amiga tirasse sua virgindade.
Ao esfregar o corpo molhado no do coroa, sentiu um inchaço na calça dele, o que a surpreendeu, porque não imaginava que o homem fosse tão grande. Fascinada, grudou mais nele para sentir melhor aquele pau duro, Tomás não reagia e deixava a garota esfregar a virilha nele. Olivia saía da piscina para cumprimentar os pais da amiga, como de costume, deu um beijo na bochecha da MILF e conversaram rapidamente sobre o pai dela, já que era um velho conhecido da April.
A garota estranhou o jeito que a amiga se mexia, então deu uma espiada naquele volume enorme na calça do homem. Chocada, chegou mais perto para confirmar se o que viu era verdade. Diferente da Sophie, ela nunca sentiu atração pelo pai da Vanessa, muito menos o amor que a Luz sentia, mas paus enormes eram... uma fraqueza pra aquela novinha gulosa. Fingindo que ia cumprimentar ele, com a mão tocou naquela tranca dura, confirmando que os olhos não tinham enganado ela.
Rapidamente o interesse por aquele homem aumentou e ela já queria ter aquele pedaço de carne dentro dela. April sorriu maquiavelicamente, ao mesmo tempo que sentia um ardor e uma coceira insuportável. Já o contrário acontecia com Vanessa, que ficava irritada ao ver que as amigas não largavam do pai dela. Ela se levanta, sem soltar o irmãozinho, que continuava dormindo entre os peitos dela, e caminha até onde o pai estava.—"Interrompo alguma coisa?"—perguntou com um tom meio irônico.
Tanto Luz quanto Olivia sentiram um arrepio percorrer suas costas, que as deixou imóveis. Tomás, por sua vez, reagiu de novo, se afastou das garotas e se aproximou da esposa. As adolescentes trocaram palavras e, depois de alguns minutos, Luz e Olivia, sem olhar para o homem, pegaram suas coisas e foram para o quarto de Vanessa trocar de roupa. A jovem loira olhava desconcertada para a mãe, mas April, em vez de se sentir desconfortável, simplesmente riu.
Pegando Simão nos braços, ela sussurra para Vanessa ir tomar um banho, o que deixou a garota intrigada, mas ela não questiona a mãe e obedece. Luz e Olivia saíram do quarto da amiga e, assim como aconteceu na piscina, se despediram sem olhar para o coroa. Tomás pensou que finalmente poderia descansar no quarto, mas o jogo de April só tinha começado. Quando ele estava abrindo a porta do quarto, a esposa saía do quarto do filho pequeno.
Ela, como uma fera, o empurra contra a parede e, encurralando-o, morde seus lábios. Ele, alucinado, a observava confuso, mas aquelas dúvidas se dissipariam quando a MILF, mordiscando e lambendo sua orelha, murmurou:–“Já é hora de você animar a nossa filha”–Tomás: A... April... Eu, eu posso fazer isso...
April: Por que não? A Vanessa precisa de você e você sempre esteve presente nos momentos difíceis da vida dela.
Tomás: Sim, mas você quer que eu pegue a nossa própria filha.
April: Sim, porque é o único jeito de animá-la.
Tomás: N-não... Deve ter outro jeito...
April para de brincar com a orelha do marido e coloca seus lábios ardentes na boca dele, enquanto, com as mãos, começa a desabotoar a camisa dele.
April: Oooh, Tom... Não seja chato, você já deu sua piroca grossa pra uma das suas filhas, não acha que a outra merece o mesmo? Ou você quer que a Vanessa fique mais deprimida? Porque mais cedo ou mais tarde ela vai descobrir o que você fez com a Mariana e acho que não vai gostar nada disso.
Tomás: A-April...
April: Sssshh... Não fala nada. Se isso não te convencer de vez, vou te dizer por que eu sei o que a Vanessa precisa. Há muito tempo, quando éramos jovens e você estava entre mim e a Celeste, eu pensei no que faria se você escolhesse ela. A única opção que me veio pra lidar com a dor e o vazio que você teria deixado era me entregar a uma vida de puta.
Ela revelou, deixando o marido pasmo.
April: A Vanessa está passando pela mesma coisa depois de ver o cara que ela ama noivar com outra. A única diferença pra mim é que ela, por sorte, tem você, alguém que pode fazer ela feliz por uma noite e fazê-la repensar pra não virar uma puta. A menos que você não se importe da nossa pequena ser uma vagabunda qualquer.
Tomás ficou em silêncio, observando os olhos depravados da mulher. Ao vê-los tão de perto, ele entendeu que não tinha outra saída senão satisfazer aquele capricho da esposa. Suspirou, completamente rendido, pegou April pela cintura, que continuava sorrindo, e disse as palavras que ela tanto ansiava ouvir. A sensação que a MILF experimentou ao ouvi-las foi similar a um orgasmo, mas antes que ela abrisse a boca, Tomás sussurrou,—"Vou fazer isso com a nossa filha, contanto que você vá junto com a gente"—Se a afirmação anterior já tinha deixado ela louca de prazer, essa última simplesmente fez a mulher perder o controle. Beijando ele eufórica, respondeu,Claro, amor, tudo o que você quiserTomás sentiu o pau endurecer de novo, pronto pra ação. O homem entrou no banheiro onde a filha estava, completamente pelado e com uma toalha na mão direita. A garota, que estava debaixo do chuveiro, se virou ao ouvir a porta abrir.
Atônita, tentava entender o que o pai fazia no banheiro. Ele, com um sorrisinho safado, se aproximou e pediu desculpas por entrar sem avisar, mas se justificou dizendo que precisava tomar um banho urgente e o banheiro do quarto dele estava com problema. A jovem ainda não reagia, mas os olhos dela foram descendo até chegarem no pau do pai, onde se arregalaram ao vê-lo já duro.
Tomás: Vanessa? Tá bem, filha?
Vanessa: Ah... Aaah... Sim...
Respondeu sem tirar os olhos daquele membro que tanto tinha desejado.
Tomás: Beleza, se não se importar de dividir o chuveiro, vou entrar.
A garota continuava perplexa com a situação. Ter o pai a alguns centímetros dela, pelado, claramente a deixou excitada. As pernas dela tremeram quando a vara do homem roçou a bunda dela. Aos poucos, começava a ficar desesperada e inquieta. Aquela angústia que a dominou a semana inteira sumiu, e o corpo dela, cheio de desejo carnal, ansiava por uma trepada monumental. Também sentia como a água que caía no corpo dela evaporava, e a pulsação do pau do pai, que cada vez mais parecia se aninhar entre as nádegas dela.
Perdendo a noção e o controle de si mesma, uma das mãos safadas dela tocou a buceta, enquanto a outra continuava ensaboando o torso. Delicadamente, dois dedos entraram dentro da boceta úmida e quentinha dela. Soltou um gemido que chamou a atenção de Tomás. Ele perguntou à filha se estava acontecendo algo. A jovem ficou em silêncio, enquanto os dedos continuavam profanando a vulva dela, chegando bem fundo, causando um suspiro forte.
Tomás: Fi-filha?
Disse o coroa, tentando seguir o livreto que a esposa dele tinha dado. A garota se virou, ficando de frente pra ele, Tomás engoliu seco e desviou o olhar pra outro lado.
Tomás: Va-Vanessa... O que foi?
Vanessa: Nada, papai...
Respondeu a jovem, diminuindo ainda mais a distância entre eles. O homem tenta manter distância, mas ao recuar, pisa errado e escorrega. Pra sorte de Vanessa e April, Tomás não levou um tombo feio, ficando sentado no chão, observando como a filha safada continuava se aproximando dele, exibindo aquele belo par de peitos.
Vanessa: Papi, tá doendo alguma coisa?Tomás: Não, nada...
Vanessa: Já vi... (Sorri) De qualquer forma, deixa eu te examinar.
Tomás: Me e-examinar?
Vanessa: Sim, papai... Quero ter certeza de que você tá bem.
A garota se abaixa, seus peitos macios e redondos envolvem o tronco quente do homem. Um sorriso safado se desenha no rosto dela, que dura pouco, porque tentada pelo cheiro que aquela pica exalava, ela abre a boca e lambe levemente a cabeça da grossa pica do pai. Aquele contatozinho entre a língua da filha e a glande dele foi simplesmente maravilhoso. Assustado, ele começava a curtir aquela ideia maluca da esposa, mas ainda assim manteve o papel que ela tinha mandado.
Tomás: Vanessa, o que você tá fazendo?
Vanessa: O que você acha, papi?
A jovem lambe aquela vara de novo, mas dessa vez foi do talo.
Tomás: Hhhmm... Porra, filha...
Vanessa: Tá gostando, papi?
Tomás: Oooohh... Vanessa... Pa-para...
Vanessa: Não, papi... Tô muito tesuda pra recuar agora... Além disso, te lembro que foi você quem veio me provocar com essa coisa enorme.
Vanessa dá um beijinho na pica do pai e depois enfia ela na boca de novo. O homem só conseguia gemer de prazer e curtir o boquete que a filha tava dando.
Vanessa: Nnnggh... Tô vendo que você tá curtindo tanto quanto eu, papi.
Fala a jovem, lambendo em círculo a glande. Tomás, vendo ela tão brincalhona com a pica dele, lembrou de Gabriela e Marina. De como ele arrombou o cu da primeira e gozou cruzando a linha com a outra, algo que tava fazendo agora com a loira. Isso fez a pica dele ficar ainda mais dura, surpreendendo uma ingênua Vanessa.
Vanessa: Uau... Papai, seu pau é incrível mesmo.
Fala a garota sorrindo. Ela, de forma safada, coloca aquele pedaço de carne entre os peitos e aperta de leve. O coroa mordeu os lábios pra não soltar nenhum gemido e olhou pro Telhado, enquanto se questionava sobre coisas que com a Mariana não fazia. Tudo porque conhecia a Vanessa desde que ela era um pequeno ser em desenvolvimento dentro da barriga da April. A jovem foi aumentando a velocidade da punheta com os peitos dela e, enquanto fazia isso, falava obscenidades pro pai dela.
A April observava aquela cena toda excitada, os dedos dela brincavam com a buceta dela e ela abafava os gemidos mordendo os lábios. Nunca imaginou que ver o marido amado com a própria filha ia ser tão excitante pra ela, o corpo dela ardente tava pronto pra soltar um grande orgasmo, quando o Tomás olhou pra ela e fez sinal pra ela entrar e se juntar.
Vanessa: Papai... Meus peitos são maravilhosos, né?
Tomás: Aaahhgg... S-sss... Sim, filhaaaa...
Vanessa: (Rindo) Viu que não minto, quando digo que pode substituir a mamãe por mim.
O homem ficava calado diante das palavras da filha e só soltava uns gemidos baixinhos. Enquanto isso, a April entrava de fininho no banheiro e tirava a roupa. A Vanessa continuou se gabando que podia fazer muito melhor que a MILF e, bem na hora que tava propondo pro pai dela irem juntos pra algum lugar e ele largar a mãe dela, a coroa enfia a língua dentro da vulva dela, fazendo ela se acabar de prazer.—"Aaahhh... Aaaaahhhhggg... Aaaaahhh..."—exclamava a jovem, tentando desviar o olhar ou ver quem estava comendo a buceta dela daquele jeito tão gostoso. Mas era inútil, só conseguia gemer e aproveitar aquela língua atrevida que percorria suas entranhas e aqueles dentes que mordiam sua buceta. Ela estava quase gozando, quando April para e dá um tapa forte na bunda dela.–“Então você se acha melhor do que eu?”–disse a mulher, aproximando-se dos lábios da filha.
Vanessa: Ma... Mamãe...
Balbuciou a garota, agitada. A MILF mordeu ternamente seu lábio superior, para depois devorar sua boca. Aquele espetáculo lésbico só deixava Tomás mais excitado, que deixava de lado aquele conflito moral que ainda tinha na cabeça e se preparava para aproveitar junto com elas. Aproveitando que ambas se comiam as bocas com furor, ele se levanta e coloca seu pau ereto no meio dos lábios das duas.
Ainda agitadas pelo beijo que tinham trocado, elas passam de forma sutil suas línguas pelo tronco, saboreando aquele pau, se olham de forma provocante. Depois observam o homem, que estava pronto para satisfazê-las. Tanto mãe quanto filha pegaram com as mãos aquela vara enorme, que lubrificaram com suas salivas. A mulher, imersa no tesão, começa a lamber e morder as bolas gordas do marido. A garota, por sua vez, volta a enfiar o pênis do pai na boca.
Tomás ofegava e apoiava as mãos na cabeça de Vanessa.–“Aaaahh, porra...”-afirmou, enquanto começava a mexer os quadris. A jovem se engasgava com a pica madura do pai, mas mesmo assim não o impediu e deixou que ele continuasse estuprando sua garganta. As lágrimas escorriam pelo seu rosto e ela sentia aquela pica inchar cada vez mais, mas quando pensou que ia receber toda a descarga do pai na boca, ele tirou a pica e cobriu ela com a porra dele junto com a mãe.
O esperma quente do velho escorria pelo rosto da Vanessa e, quando chegava nos lábios dela, ela saboreava, ao mesmo tempo que via os pais se beijando e se tocando com os corpos ardentes. A novinha continuou observando eles, enquanto terminava de limpar o rosto, embora pra ela já fosse normal ver os pais tão apaixonados e safados, ela ficava excitada como na primeira vez que os viu transando. A April empurrou o marido contra a parede, onde sussurrou pra ele,–“Me come”–Tomás não esperava ouvir aquelas palavras, então ficou bem animado. Cheio de desejo, carregou a mulher e enfiou quase metade do pau nela. Feito um animal, foi metendo sem parar, a MILF só gemia e apoiava as mãos nos ombros do marido. Vanessa observava a cena toda excitada, sentindo um formigamento insaciável na buceta. O pai não parava de furar a xota da mãe, parecia que cada estocada era mais brutal que a anterior e, mesmo assim, ela só sentia mais tesão.
Ele morde de leve os mamilos da esposa, depois diz pra ela se preparar, porque não ia parar até se sentir satisfeito. April só sorriu, enquanto gemia. Os olhos dela se cruzaram com os da filha, que se tocava levemente a vulva com os dedos e, mordendo os lábios, desejava estar no lugar da mãe pra ser macetada pelo homem. A mulher murmurou:—"Aaaahhh, Tommy... Espero que você coma a nossa filha, do mesmo jeito que você me comeTomás acelerou o movimento do quadril, chegando a dar penetrações bem profundas que só faziam a coroa gemer de prazer, fazendo suas tetas gordas e lindas balançarem. Vanessa já não aguentava mais esperar, precisava que o pai dela a pegasse. Devagar, foi se aproximando deles, deslizando como uma gata no cio. Quando estava a alguns centímetros de distância, com as unhas afiadas, rasgou a perna do coroa, que continuava fodendo a April. A garota olhou de perto como aquela rola entrava e saía da buceta da mãe dela, o que fez a vontade por aquela vara aumentar ainda mais.
Cega pela obsessão e inveja, não percebia que a mãe dela estava ensinando como lidar com aquela rola. A Milf mordeu os lábios do marido e levou uma das mãos até as bolas dele, apertando-as, e sussurrou:—"Tooomm... Lembra que nossa primeira vez também foi num banheiro?Ah, as lembranças daquela manhã maravilhosa não demoraram a invadir os pensamentos de Tomás, que nunca imaginou que sentir saudade da sua primeira experiência sexual fosse excitá-lo ainda mais.
Vanessa, perdendo a paciência, levantou-se e, antes que o pai pudesse beijar April de novo, o parou e perguntou se ele tinha se esquecido dela. O homem ficou sem palavras e o ritmo diminuiu. A MILF soltou uma risada curta. A garota interpretou aquilo como provocação, mas antes que abrisse a boca, a mãe mandou ela se preparar, porque ia levar uma das melhores fodas da vida.
Vanessa, pasma, viu a mãe desmontar aquela piroca grossa e depois exibi-la, para ela se animar a tocar. No entanto, antes que pudesse pegar aquele pau de novo, o pai pediu que fossem para o quarto dela. Os três caminharam em silêncio até o quarto. Lá dentro, o velho pegou a filha pela cintura e, sem pensar, a beijou. As mãos dele percorreram a pele da garota, que mostrava seu lado mais submisso.
O coração dela disparou quando os dedos do homem tocaram ternamente o cu dela. Mesmo sendo um toque leve, era o suficiente para enlouquecê-la de prazer. Deitando-se na cama, Vanessa levantou a raba, esperando que o pai metesse de uma vez. Mas foi April quem se aproximou e lubrificou o rabo dela. Ela nunca imaginou que a mãe fosse tão boa com as mãos, massageava bem a bunda dela e a fazia gritar como uma puta quando enfiava os dedos na buceta e no cu.
Mesmo sendo finos e delicados, os dedos alcançavam lugares profundos e excitantes. Ela estava quase gozando quando a MILF parou. Ofegante, tentou recuperar as forças, mas antes que conseguisse, Tomás a empurrou.–“Aaaahhggg... Mmmmggghh...”-A garota gritou, enquanto o pai puxava ela pelo cabelo e enfiava a pica na buceta dela. Vanessa não parava de gemer, adorava sentir aquela rola percorrendo suas entranhas e chegando cada vez mais fundo.
Ela mexia os quadris com muita energia, enquanto tentava se segurar na cabeceira da cama. Ao fundo, ouvia a mãe, que perguntava se ela gostava de ter a pica do pai dentro dela. Vanessa não conseguiu responder, mas era óbvio que a resposta era sim, ela tinha passado muito tempo sonhando com aquele momento e finalmente estava se tornando realidade. Tomás aumentou a intensidade da foda e começou a bufar igual a um touro, experimentando de novo o prazer do incesto.
Cada vez que ele a penetrava, mais ele amava aquela loucura. Aqueles gritos de dor misturados com prazer só faziam a pica dele ficar muito mais dura. O tesão que ele sentia em foder a loira era maior do que quando esteve com Mariana, então ele curtia mais essa experiência incestuosa. O primeiro grande orgasmo de Vanessa chegou, apesar da bruta trepada que estava levando, ela queria mais e o pai dela, obviamente, também ansiava continuar brincando com aquela bucetinha apertada.
Ele, sem dar nem um pequeno descanso pra garota, a pega nos braços e começa a meter nela de novo, enquanto ela o abraçava pelo pescoço e continuava ofegando como uma louca. April apreciava com luxo e detalhe aquele espetáculo, ver o marido mergulhado na luxúria, satisfazendo a filha dos dois enquanto a garota gritava de prazer, os peitos dela balançando de um lado pro outro e as pernas flutuando no ar, a deixava muito feliz. Molhada, ela morde os próprios mamilos e brinca com a vulva, que não parava de se umedecer.
Tomás aproxima os lábios dos da filha, roçando-os de forma incisiva, ela morde a isca e o beija apaixonadamente, ele a recompensa aumentando as estocadas. A jovem não conseguiu resistir e gozou pela segunda vez. Surpresa pela resistência do padre, continua mexendo os quadris. O homem aperta com as mãos as nádegas redondas da filha e enfia dois dedos dentro do cu dela, fazendo-a gritar.
Vanessa: Oooooohhhh... Papaiiiii...
Tomás: Você gosta, filha? Gosta como eu te fodo? Porque eu tô adorando essa sua bucetinha apertada.
Vanessa: Mmghh... Siiim... Papai... Siiim... Quero mais da sua piroca grossa.
Tomás sorri safado e, sem avisar, joga ela na cama. Se aproxima, levanta as pernas dela, deixando os joelhos perto da cabeça. Vanessa começa a sentir a provocação daquela piroca no seu rabo e se prepara psicologicamente pra receber toda aquela vara no cu.
Tomás: April, isso vai te deixar maluca, então presta atenção até o último segundo.
O homem afirmou pra esposa, que tava mais ansiosa que a Vanessa pelo que ia rolar. Devagar, Tomás foi enfiando o pau no cu da filha, ela gritava e soluçava de dor e prazer. Embora já tivesse levado as pirocas dos irmãos destruindo a bunda dela, ter o pau do pai era uma experiência nova. Porque, apesar da imagem gentil que ele passava, enfiando a vara aos poucos, ele era bruto e sem jeito.
Ele não entendia por que com a loirinha não conseguia ser carinhoso como com as outras, mesmo que a cara safada da filha o excitava. Mal enfiou 5 centímetros do pau de uma estocada, cravou a metade e depois quase enterrou tudo. Isso não incomodava Vanessa, pelo contrário, ela adorava levar forte e ter o cu esticado daquele jeito enquanto ardia de dor.
Vanessa: Mmmghhgg... Aaaahhhggrr... Pa-pa... Papaiii... Mais, me dá mais... Quero seu pau todo no meu cu...
Tomás: Calma, minha filha... Você vai ter ele todo no seu cu, só tem paciência.
Falou o coroa, sem parar de cavar a bunda da filha.
Tomás: Hhhhmm... Aliás, filha, que rabo apertado você tem...
Vanessa: Oooooohhhh... Ooooohhhh... Pa-papi... Você tem uma rola muito deliciosa... Mmmhgggg...
Os dois se beijaram gostosamente, enquanto seus corpos continuavam se fundindo. O homem chegava ao fundo do cu da filha e a jovem, ao sentir todo aquele tronco dentro do rabo, gozava de novo. Ela começava a se sentir cansada, mas não queria parar sem antes receber a descarga do pai. O coroa aumentava o ritmo da foda, levantando levemente o corpo da garota, que com as unhas rasgava os braços do homem.
Vanessa: Oooooohhhh... Meu Deus, papaiiiii...
Gritava a jovem de prazer, enquanto o homem aproximava os lábios dos dela de novo, para entrelaçar suas línguas quentes e safadas. O tesão e o desejo dominavam completamente Tomás, ele já não queria se separar daquela boquinha jovem, só fazia isso para respirar e, ao fazer, um fio de saliva os mantinha unidos. As estocadas do coroa foram ficando cada vez mais fortes e profundas, Vanessa sentia que o cu dela não seria o mesmo depois dessa trepada.
Os olhos dos dois se encontraram por alguns segundos e o homem já não via naquele rosto sua menininha, mas sim uma mulher safada que ele precisava saciar.
Vanessa: Hhhhmmm... Siim, papaitooooo... Siim...
Balbuciava Vanessa, Tomás virava para olhar a esposa, que continuava se masturbando e se deliciando com a foda entre pai e filha. Ele sorri para ela e pergunta se ela estava adorando o que via, ela, extasiada, responde que sim. Nisso, as pernas dele começaram a tremer, a rola inchava e pulsava, estava perto de gozar.
Tomás: Me diz, April, encho o cu da nossa putinha?
O coroa continuava com as estocadas, enquanto esperava a resposta da pergunta, que foi um sim. Tomás mais uma vez acelerou as penetrações, até gozar dentro do cu da filha. Ela soltou um gemido enorme, ao sentir o esperma do pai percorrendo o ânus dela, gozaram de novo, Vanessa Ficou estirada na cama, completamente exausta. Tomás olha para April, que se aproxima e com as mãos agarra o pau do marido.–"É minha vez de te satisfazer"–Disse a MILF, passando a língua na glande. Naquela tarde de paixão, os dois fizeram amor do jeito mais ardente. Tomás sussurrava pra sua mulher que adorava como ela mexia os quadris e o jeito que ela domava o pau dele. Ela, safada, brincava com o lóbulo da orelha dele e acariciava a nuca enquanto murmurava que talvez devesse satisfazer a novinha mais vezes. Ele, tarado, respondeu que não tinha problema nenhum em fazer isso.
No dia seguinte, Axel e a turma voltaram mais cedo pra casa e, pra surpresa deles, encontraram uma Vanessa alegre e risonha. Diana, pirando, sentiu inveja, já que ainda não conseguia aliviar aquele sentimento torturante que a sufocava. Durante o café da manhã, Tomás e Vanessa sumiram, mas ninguém notou, exceto April. Pai e filha se trancaram no quarto dela de novo, enquanto todo mundo comia, eles tiravam a roupa, mordiam os lábios e se preparavam pra uma trepada.
A garota vira as costas pro pai, que estava sentado na cama. Ela pega aquele tronco maduro entre os dedos. Devagar, vai se abaixando e enfiando aquele pedaço enorme de carne dentro da bucetinha dela. Soltando uns suspiros suaves, ela para no meio do caminho. Depois de alguns segundos, desce de novo, mas dessa vez os gemidos foram abafados com uns beijos fogosos.
Quando finalmente tinha aquela vara toda enfiada na buceta, ela mexeu os quadris de leve, enquanto o homem apertava os peitos dela e beliscava os bicos.–“Hhhhhmmmgg”-A mocinha gemeu, Tomás parou de brincar com os peitos da filha e, com um dos braços, segurou ela pela cintura. Ela, por sua vez, colocou a mão fina no ombro dele e começaram a se mexer.
Os gemidos não demoraram a aparecer e eram tão altos que o coroa pediu pra ela baixar a voz, porque podiam ouvir. Ela, brincalhona, respondeu.Oooohh... Papai, eu quero que todo mundo me ouça... Que saibam que sou sua putinha e que você me come com essa piroca gostosa que você temO homem excitado por essas palavras, continuou deslizando o pau dentro da filha e a beija.
Embora Tomás continuasse fodendo Vanessa por ordens de April, a ideia de torná-la sua começava a ser algo viciante, era como ter de volta a jovem inglesa por quem ele se apaixonou perdidamente.Vanessa: Papai... Você, de agora em diante, é só meu...
Disse a garota ingenuamente, sem imaginar o que sua mãe estava tramando em seus pensamentos.
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O fim se aproxima, originalmente seriam apenas 5 capítulos extras para cum esta história que comecei há um tempo e depois se complementariam com "Desejo Proibido". No entanto, as coisas não saíram como planejei originalmente, imprevistos fizeram com que eu mudasse as coisas. Espero que tenham gostado e obrigado.
2 comentários - Férias Quentes. Capítulo Especial VI