A última vez

Quem já passou por uma separação sabe que tem uma hora que segurar o que já tá quebrado não adianta mais. Nessa época, um amigo meu tava casando e fui com quem seria minha ex-namorada pro evento, era meio-dia, lá pros lados de Luján. Chegando lá, fomos pra recepção, um parque enorme com estações de comida. Numa delas, vejo um par de olhos conhecidos e, quando interagi, era uma grande amiga de infância. Claro que demos um abraço bem forte, começamos a conversar, contamos a vida uma pra outra e, obviamente, minha namorada (hoje ex) ficou puta da vida e fez a última cena de ciúmes. Ela gritou comigo na frente de todo mundo, saiu levando meu celular e a chave do carro. Sem dúvida, esse tipo de atitude era o motivo principal pra eu deixar essa relação tóxica pra trás. Acho que ela pensou que eu ia sair correndo atrás pra acalmá-la e pedir pra ela ficar. Só pedi uma taça de vinho e fui procurar meus amigos. Todo mundo já tinha visto a cena, então ninguém precisava me contar nada. Tava tudo bem, eu tava puto, mas o álcool já tava fazendo efeito. A tarde foi caindo e todo mundo começou a dançar. Vou pegar uma cerveja e uma morena muito gostosa me cumprimenta. Ela fala: "Professor, lembra de mim?" Não sei se foi por ela me chamar de professor ou pelo álcool, mas fiquei ligado e olhei ela com calma. Ela tava com um vestido preto curto, colado no corpo, um decote pequeno, mas uma bunda que te deixa maluco. Ela disse: "Sou a Yesica, da escola xxxxxx 2018, lembra de mim?" Aí eu lembrei das leggings que essa mina usava. Na época, ela tava no quarto ano. Sorri, abracei ela, pedi pra me tratar por "você" e convidei pra uma cerveja. A gente começou a conversar e, como todo mundo na festa, ela tinha visto a relação da minha namorada e tava com pena de mim. Aí reagi, contando que seria a última vez que aquilo ia acontecer e mais algumas coisas do passado. Ela pegou na minha mão e me deu um beijo no rosto. Não esperava por isso. Perguntei com quem ela tava, e ela disse que tava acompanhando uma prima que era amiga da noiva, que tava sozinha e que, por sorte, tinha me encontrado. Levantei e a gente foi embora. Dançar, aquela mina era uma bomba de 21 anos. Inacreditável como ela se mexia e encostava a raba em mim, era uma pedra e a cintura dela deixava qualquer um louco. A noite caía e o álcool fazia das suas, tomando outra cerveja ela me pega pela mão e me leva pro parque e debaixo de umas árvores ela me beija de língua, eu automaticamente agarrei a raba dela, que eu tinha admirado em tantas aulas, não existem palavras pra descrever a sensação mas era uma loucura, caminhamos mais um pouco até um banco e sentamos pra conversar, ela sussurrou no meu ouvido que muitas vezes tinha imaginado se eu era bom de beijo. Me virei e beijei ela de novo. Ela suspirava, tocava o corpo firme dela e beijava o pescoço dela, baixinho falei no ouvido, vamos? Ela segurou meu rosto e falou onde você quiser... Ela foi buscar a prima pra avisar que ia embora e eu fui pegar outra cerveja, via ela andando e era uma deusa... Pedimos um táxi e fomos pra um hotel, no táxi continuávamos no fervo, era inevitável, eu ia comer aquela gostosa, fantasia de qualquer um. Chegamos, paguei e fomos pro quarto, entramos e ela me levava pela mão, me empurrou na cama e devagar levantou o vestido, ela tava só de calcinha fio dental de renda preta, os peitos dela eram pequenos, os bicos macios e rosados, e ela tirou minha calça, desabotoei a camisa e ela começou a beijar meu peito, me tocava a pica por cima da cueca e colocava os dedos na minha boca, tirava os dedos da minha boca e levava pra pussy dela, me olhando nos olhos e daí de novo pra minha boca, era um néctar delicioso, peguei ela pela cintura e deitei ela na cama, tirei a calcinha, levei no nariz e tava perfumada, molhada, beijei os peitos lindos dela e ela empurrava minha cabeça, queria que eu me afundasse na pussy dela, rosada, depilada e bem molhada, que delícia sentir os músculos dela se contraindo a cada beijo, a cada lambida. Ela aumentando a voz pedia pra eu penetrar ela e sem hesitar tirei a cueca e fiz ela minha, a pussy dela apertada mas bem lubrificada, eu sentia, cada investida era única, senti as pernas dela tremerem, tinha Consegui um orgasmo enorme. Parei e pedi pra ela ficar de quatro e chupar a bunda dela, coisa que até aquele momento ela depois me confessou que ninguém tinha feito, isso deixou ela louca, imagina aquela bunda enorme de quatro, sem dúvida a melhor que já vi e comi, peguei ela pela cintura e enfiei meu pau devagar, dessa vez a buceta dela tava ardendo. Que prazer foder gostoso aquela mina... Jorraram grandes gozadas e a gente se afundou num abraço na cama. Passaram as horas e a gente conversou e trepou. Avisam que o tempo acabou, a gente se veste, ela me deu a calcinha fio dental de presente e eu passei meu telefone. Pegamos um táxi, deixei ela em casa e voltei pra minha, eram 11 da manhã, minha ex tava tomando chimarrão, olhei pra ela e fui pro banheiro, cheirei a calcinha, tomei um banho, levei a roupa pro tanque, preparei um café e olhando nos olhos dela falei: essa foi a última vez, a gente vai se separar, vou dormir... Quando eu acordar, espero que tu tenha tuas coisas prontas...

1 comentários - A última vez