O corno.

O corno.Olá, pessoal, agradeço quem comentar e der joinha. Hoje vou contar uma história relativamente recente, e é sobre um corno manso. Existem vários tipos, por exemplo, tem os (que pra mim são a espécie mais rara). São aqueles que permitem tudo pra parceira, total liberdade pra foder, sair sem limite de horário, não se preocupam e, o mais importante, fazem de tudo pra que a parceira fique com outro. Tem os tarados, que querem ver, se possível com paus enormes, que sofram (aí não posso fazer nada, sou normal e não gosto de ser observado). Outros não passam de grandes fantasias, o típico "o que você faria com ela", mandam fotos, isso alimenta o ego deles, gostam de mostrar o que têm. Os que impõem limites, tipo "a buceta não", é como se quisessem exclusividade, marcar território. O que é corno manso à moda antiga (nem fica sabendo). Os que por algum motivo não conseguem satisfazer sexualmente a parceira, seja porque ela é muito exigente ou por algum problema de saúde, que é o caso de hoje. Esse corno manso é um amigo, e quando digo amigo, é daqueles que te empresta grana e não pergunta quanto, nem até quando (entendeu?). Quando jovem, teve problemas com drogas, depressão e alcoolismo. Uma característica dele é que é muito bom nos negócios. Não é muito bonito fisicamente, mas teve a sorte de conhecer ela, uma morena, linda, muito mais nova que ele, maravilhosa!!! Tiveram dois filhos, algumas más línguas diziam que ela era bem rodada quando solteira, e que pegou ele obviamente pela grana, e pode ter um pouco de verdade e um pouco de mentira, por exemplo, quando eu terminar de contar, se fosse pelo dinheiro ela já teria ido embora, mas não, eles parecem felizes e ela não abandonou ele, então pra mim tem amor. Ter amor não quer dizer que tenha bom sexo. Como eu tava contando, ele tinha problemas de saúde mental, e há alguns anos teve uma tentativa de suicídio (sinistro, né), com tratamento médico conseguiu se recuperar, mas se já tinha pouco sexo, agora não tem mais. Tinha uma história, tudo isso ela me contou, quando começamos a conversar. Não quero ser mal interpretado, ele estava internado, minha preocupação me fez chegar perto dela, não tinha nenhuma intenção (embora, como podem ver, valeria a pena). Uma vez, ela passou por trás de mim num corredor da casa, encostou as tetonas enormes em mim. O corredor é o único lugar que não tem câmeras, literalmente, entendam que com o histórico de suicídio, eles têm que controlar ele o máximo possível. Fiquei completamente parado ali esperando ela passar de novo. Ela me olha, pergunta se aconteceu alguma coisa, falei que não, mas fiquei ali, pra ela passar de novo. No instante exato que ela passou do meu lado, empurrei ela contra a parede e beijei. Comecei a apalpar ela toda, com muita, muita vontade, ela não falou absolutamente nada. Me chupou, porque eu não tinha camisinha, ela não se cuidava (óbvio, se não tava dando pra ninguém). Depois disso, acho que agi feito bombeiro, a gente trepou, várias vezes e bem completo. Hoje acho que ela já deve estar trepando com vários, mas é uma pequena história picante. Quando ele saiu da internação, fiquei feliz em vê-lo, dei um abraço enorme e falei: "J, quando precisar de qualquer coisa, tô aqui". Não sei se hoje eles transam, se ele sabe que é corno, se ele se preocupa ou se liga. Não me sinto culpado.

1 comentários - O corno.

lesus89 +1
Hermoso relato. También tengo el morbo de ser cornudo y ser corneador