Gêmeos 10 a 12 (final) (Conto gay)

Continuação de "Os gêmeos 1" até "Os gêmeos 9" e final da história. Espero que tenham gostado.
Pra entender a trama, é recomendado ler os capítulos anteriores.




10.- A manhã clara
As cortinas tinham ficado fechadas e o solzinho do verão entrava a jato pela janela. Lucas foi saindo devagar daquele sono relaxante e gostoso que tinha depois de uma noite de sexo intenso. Do lado direito, Jessica, com os peitinhos de tangerina e o triângulo escuro que escondia a bucetinha de lábios pequenos. Do lado esquerdo, Damián, com os biquinhos duros e a pica dormida, toda depilada. O que mais ele podia querer?
Depois daquela manhã em que ele tinha arrombado a bunda da Jessy, os gêmeos viraram as duas putinhas dele todo fim de semana. Como bons irmãos, compartilhavam tudo: a pica do Lucas, os beijos, as carícias, o esperma cada vez mais abundante. E cuidavam dele, uma com a submissão de uma sissy e a outra com a de uma gatinha apaixonada por uma pica de 22 cm, que tinha destruído a bunda dela, aberto a pussy e ensinado a gozar com o sexo em todos os buracos. O Damián tinha uma invejinha dela — ela tinha dois buracos pra sentir prazer, ele só um. O Lucas tentava evitar a pussy dela, não gostava de usar camisinha e, desde a separação e a conversão dele, sentia cada vez menos vontade de vaginas, conseguia viver sem elas. Já a bunda da Jessy, herança da mãe, hummm, com aqueles quadris e aquelas nádegas carnudas, era quase tão deliciosa quanto a do Damián.
O destino quis uni-los ainda mais, os gêmeos já moravam com ele. A bunda da mãe deles e a negligência do macho dela desencadearam tudo.
A mulher do cara tinha descoberto no celular dele dezenas de fotos da bunda da Andrea e lido as mensagens que trocavam, algumas com referência a "essa puta que nunca vai te dar o prazer que minha raba te dá". O chute na bunda que ela deu no marido o jogou de vez, com pouco mais que a roupa do corpo, no quarto da Andrea. O cara não fez muito drama, finalmente podia comer a Andrea toda noite e afundar a cara naquelas nádegas pra chupar aquela bunda fenomenal à vontade. Mas a convivência com os gêmeos complicava. O cara e o Damián se estranhavam o tempo todo. E a Jessy defendia o irmão como uma fera, provocando a fúria da mãe. A Andrea, que se sentia vitoriosa naquela luta secreta contra a garota, descontava na cama as tretas do dia e literalmente secava os ovos do macho dela, transa após transa, quase sempre, claro, pelo cu, já que quase não usava mais a buceta. Além disso, a última coisa que queria era engravidar de novo.
A bagunça começou quando o cara alugou uma casinha em XX pra morar mais confortável do que naquele quarto de merda. Os gêmeos pularam na hora. Damião não aguentava o cara e nem fodendo ia aceitar morar permanentemente com ele e ouvir toda noite os gemidos de puta da mãe dele. Ele sentia, triste, que se a Andrea tivesse que escolher entre ele e o filho da puta pai do irmãozinho, com certeza escolheria aquele arrombado que comia ela toda noite. NÃO, nem fodendo, ele já tinha 17 e era homem o suficiente pra viver na rua ou voltar pra favela. Lucas ouviu, consolou, secou as lágrimas... e viu a oportunidade. Andrea aceitou agradecida, pra ela era um recomeço, o pai do bebê dela e ela, numa casa pros três sozinhos, sem passado. No fim das contas, os gêmeos iam viver melhor com o vizinho do que com ela. Os filhos dela já eram grandes, e só de pensar em chupar rola pelo cu toda noite, fazia ela esquecer a culpa de deixá-los. Os gêmeos ficaram morando com Lucas, uma como empregada e o outro como jardineiro, e em troca Lucas dava moradia, comida, uns trocados e mandava os dois pro colégio. O que mais pros filhos dela? Com certeza o vizinho do lado ia acabar comendo a Jéssica e dar um neto pra ela. Negócio da China.


11.- A primeira vez
Um par de mochilas foi tudo. O beliche dos gêmeos foi parar na casa do Lucas, empurrado pelos irmãos entre sorrisos cúmplices e colocado num quartinho pequeno que tinha no quintal. Nunca ia ser usado, mas tinha que disfarçar.
Na primeira noite, Damião tava emburrado, puto, fechadão, igual antes de conhecer o Lucas. A bunda dele contraída, a mistura de raiva e tristeza era enorme. Não jantou e foi dormir no puxadinho, sozinho, no beliche de sempre, com a cueca furada de sempre, com a cara de bunda de sempre.
—Deixa, Lu, eu conheço ele, amanhã vai ficar de boa.
Cenaram em silêncio, a gêmea e ele. Os olhos de Jéssica estavam especialmente brilhantes. Claro, Damián sentia que tinha perdido a batalha pra outro macho, que perdia a mãe dele. Já Jéssica parava de competir com outra mulher, mesmo que essa mulher fosse a velha dele. Agora ELA era a mulher da casa, e essa noite tinha que rolar. A gostosa se preparou bem, enquanto Lucas colocava a mesa, ela foi pro quarto, tirou a camiseta e o sutiã e vestiu a legging preta por baixo da regata que já tava usando.
Assim que terminou o jantar, Jessy se levantou, tirou a regata e sentou no colo de Lucas, agarrou ele pelo pescoço e deu um beijo na boca dele. Se olharam, os olhos de Jessy diziam "me come" e Lucas nunca conseguiu resistir a uns olhos que dissessem "me come", inclinou ela de leve e começou a devorar a boca dela enquanto as mãos amassavam os peitinhos dela de bicos duros, começou a chupar os peitos dela, Jéssica gemia com cada mordidinha nos bicos, com cada lambida nos dois bolinhos de chocolate dela. A mão de Lucas desceu logo pra bunda dela. Jessy parou de gemer. Pegou a mão de Lucas e levou até a buceta dela, procurou o dedo indicador dele e enfiou no rasgo de pano que a legging molhada e chupada tinha feito.
—Ainda me tem virgem, Lu.
- É que eu gosto demais da sua bunda, gostosa
—E o do meu irmão mais do que o meu, já sei, já sei, mas minha buceta tá bem molhadinha —, disse a gêmea com um muxoxo encantador.
— Não vai me arrebentar, não? Pelo menos uma vez, Lu!
Lucas hesitava, desde que se separou da mulher nunca mais tinha metido a buceta. Com o parceiro dele, mas muito mais com o Dami, ele tinha virado completamente viciado em cu, nunca nem tinha passado pela cabeça dele virar a Jessy pra lamber a buceta dela. Em todos os perfis dele em sites gays, que ele fez só na punheta, nunca tinha feito nada com ninguém, se definia como "bi", mais por vergonha de ser viado novo do que por convicção. Será que ia subir? Tinha que testar.
—Vamos pra cama.
Ele viu ela caminhando na frente dele, com a legging enfiada completamente na bunda, hesitou: pra que usar a buceta se ela tinha uma rabeta daquelas? Mas reconhecia que a gêmea tinha razão, por mais que ele gostasse do cuzinho, tinha que inaugurar a buceta dela, era uma gostosa!
Ao pé da cama, depois de ver aquela bunda, quase arrancou a legging dela, colocou ela na beira da cama, levantou as pernas dela e se ajoelhou entre elas. Ali estava a bucetinha molhada rodeada de pelinhos e um pouquinho mais abaixo o cuzinho rosado. A língua dele ia pra bunda, ele tinha que se segurar. Levantou os olhos e viu a carinha da Jessy, suplicante, trêmula, não era brincadeira, era importante pra ela.
Não com nojo, mas quase, a língua dela deu a primeira lambida na bocetinha e sentiu o tremor das pernas de Jessica. Procurou o clitóris e a ponta da língua começou a dar batidinhas, seus muitos anos de hétero, as horas acumuladas chupando a buceta da ex, lembravam como dar prazer a uma gostosa, Jessy começou a gemer. A língua voltou pra vulva e percorreu os lábios, aos poucos entrou no recinto sagrado, como se fizesse de rogada. No entanto, o pau dela, que quando chupava a bunda da Dami, ou da Jessy, tava duro, agora tava mole, meio que deu um medo, será que ia subir? Desvirginar com a língua não era desvirginar.
Quando já estava toda ensopada e a cara da Jessy já não era de medo, nem de súplica, mas de luxúria de puta no cio, Lucas se levantou, o pau dele balançando dava um mau presságio. Ele se ajoelhou ao lado da Jessi e começou a dar porradas nos peitos dela, o amigo começou a reagir. Jessi reagiu na hora também, pegou os 22 cm de carne meio eretos e apertou entre os peitos dela; ver a mãe dela trepar tantas noites na cama ao lado tinha servido pra alguma coisa. Lucas começou a meter e o pau foi endurecendo. Já? Ele desceu, se masturbando, e quando estava prestes a enfiar, lembrou da camisinha. Que complicado, pelo amor de Deus! Mas nem fodendo que ele comia ela sem capa, a última coisa que Lucas queria era engravidar ela. Ele remexeu no fundo da gaveta e achou uma caixa de sei lá quando. Colocou uma enquanto o amigo descia de novo. Nem pensou em dar pra ela chupar, se masturbou de olhos fechados, pensando na Dami, pensando na parceira dele, e ainda se masturbando, encostou a ponta do pau na bucetinha e enfiou. Grito, dor, aquela buceta que só conhecia dedos resistia, mas uma buceta sempre foi mais fácil de enfiar do que o cu de um cara, e Lucas fez o que fazia ultimamente com a mulher dele: imaginar aquela primeira noite em Miami, e bombar, concentrado, sem aquela paixão que colocava quando dava no cu da mesma Jessy ou do gêmeo. Jessi gemia, gozava, aproveitava os primeiros orgasmos vaginais sem nada no cu, mas sentia que tinha algo sombrio, percebia que o homem que estava comendo ela não era o mesmo Lucas que a fazia gritar de prazer, gritar mais do que a puta da mãe dela gritava quando o pau de 22 cm dele furava o cu dela. Lucas não gozava, Lucas "trabalhava" de hétero.
-Me vira, Luqui, vai, me come do jeito que você gosta-
O forro foi pro caralho, o suco abundante da buceta da gêmea serviu pra lubrificar o cu dela e de uma só vez, de um só grito, a porra toda da pica do Lucas se perdeu dentro daquelas belas e morenas nádegas, agora sim, dura como pedra, enorme, quente. As bocas se uniram com o fogo daqueles beijos intensos, o prazer que nascia dos seus pubis os inundava, as mãos do Lucas recuperaram aquela paixão pelo toque forte, amassaram peitos, apertaram bundas, ergueram a gêmea que, quase uivando, empalada no pau percorria o quarto, segura na pica do seu macho. Ele a levou contra uma parede, tirou ela, quase esmagou os peitos dela na parede e assim, de pé, a empalou de novo com fúria, a pica dele saía quase por completo da bunda da Jessy e voltava a entrar como uma locomotiva, o púbis da gêmea se esmagava contra a parede a cada metida, o suco abundantíssimo da buceta dela molhava a parede, que importava?
Voltaram pra cama, Jessi ficou de quatro, bem aberta, os peitinhos balançando, a buceta escorrendo, as coxas cheias dos sucos do prazer que o macho dela tava dando em todos os buracos dela. Sentiu a pica na buceta, entrou, saiu, sentiu a pica no cu dela, entrou, remexeu, se moveu, explorou cada canto do reto dela, cresceu, explodiu. A porra, aquela porra gostosa pra caralho do Lucas invadiu o reto dela, o orgasmo dela, já nem sabia de onde, fez ela tremer, as pernas dela amoleceram e ela foi escorregando pra cama. Ficaram assim, Lucas em cima dela, a pica que se recusava a descer enchendo a bunda da gêmea, as bochechas deles juntas, as respirações ofegantes.
Acordou-os o barulho das cortinas da janela que Damián estava abrindo, ambos pelados, os cabelos de Jessica bagunçados, marcas de sexo por toda a cama, os corpos grudados.
-Ahh, porquinhos! - disse o gêmeo com um sorriso. Tirou o short todo rasgado, procurou na gaveta do armário uma calcinha rosa, acariciou a própria bunda e subiu na cama. Ajoelhado entre as pernas de Lucas, pegou no pau dele e começou devagar a chupar.
—Cê deixou gozo pra mim, não? Egoísta! — ela disse pra Jessica.
—Papi sempre tem muuuuita —respondeu a gêmea enquanto aproximava a língua da rola do Lucas.




12. – Cruzando barreiras
Depois que Lucas, relutante, estreou a buceta dela, Jessy começou a se tocar como fazia no quarto quando morava com a mãe. Aproveitava enquanto Lucas trabalhava e Damião jogava no computador, se despia completamente, deitava no meio da cama e começava a brincar com o clitóris, o desejo na buceta crescia dia após dia. Tentou uma cenoura, mas era fria pra caralho!!!, pensou no tubo de desodorante, mas doía. E pelo cu?, com um pouco de lubrificante o tubo encaixava superbem, mas a buceta dela era apertada, pouco uso, pensou. No fim, adotou o cabo de uma escova de cabelo, não era mais grosso que a pica do Damião e era fácil de meter e tirar. Mas a punheta não é igual ao trigo. Quase sentia culpa, mas não conseguia evitar, precisava de pica na buceta. E por que não? Se já uma vez, quando queriam imitar a mãe eles....., mas não!!!, era o irmão!!!, os peitos começaram a queimar, precisava esfregá-los, inconscientemente escapou um "ai Damy", NÃO, era o irmão!!!, a buceta começou a ficar molhada pra caramba, começou a tremer, procurou o clitóris, esfregou com toda força, não conseguiu evitar, fechou os olhos e enquanto quase gritava "Damy me come, assim Damy me come", sentiu o maior orgasmo da vida, relaxou completamente. Sentia o cu molhado, sentia a poça que tinha deixado nos lençóis, sentia as coxas úmidas. Mas sentia que era inevitável. O irmão, será que ia querer? Depois surgiu uma pergunta extra: o irmão, será que conseguia?, ou a metamorfose dele tinha sido tão completa que já não era possível transar com uma mulher?, "sapatão", pensou com um sorriso.
—O que essa tem? — resmungou Damián, largando a partida de Fortnite. Tava um calor danado, ela só vestia um biquíni daqueles de amarrar dos lados, com o sutiãzinho minúsculo feito sob medida pra ele. Nunca ia se acostumar de vez com a tira da tanga roçando na buceta, usava aquilo pra ficar toda "putinha" pro Lucas, mas pra ficar em casa preferia biquínis ou calcinhas mais largas.
—Qual é, mina? Cê sempre enche o saco, né? —, ele espiou pela porta do quarto. Ver a irmã pelada e de pernas abertas não surpreendeu ele nem um pouco. O olhar dela pedindo, isso sim.
— Vem, irmãozinho, deita do meu lado —, Damy, meio irritado, obedeceu. Ele pôde ver a grande poça de fluido vaginal, os mamilos avermelhados. A irmã o abraçou, e ele correspondeu. Mas de repente sentiu os lábios de Jessy sobre os seus, e a língua da irmã forçando entrada dentro da boca dele, nãooo, o que estava acontecendo? Antes que pudesse processar, seu corpo já respondeu por ele, seus lábios se abriram e suas línguas começaram a batalha, os irmãos se apertaram com força.
—Não, sai fora, sua puta de merda! — a razão, o condicionamento, a "moral" revidavam em Damy. Ela a afastou do corpo, mas sua ereção estava firme, estourando a calcinha, a glande molhada, escura, tentadora, aparecendo por cima do elástico. Jessy não conseguiu desviar o olhar.
Agitado, ele se deitou de costas. Jessy revidou, sentia que não dava mais pra voltar atrás, se jogou na sunga do Damián, quase arrancou, até ver o pau do irmão durinho, completamente à disposição dela, engoliu e chupou como se a vida dela dependesse daquilo, como nunca tinha chupado o Lucas em todos aqueles meses sendo a "neném de rabão" dele. Damián tentou resistir, tentou, mas a língua da irmã percorrendo a borda da cabeça do pau dele, os lábios apertando a base do pau foram derrubando um por um cada argumento, cada razão, cada preconceito, até que no fim a mão dele já acariciava e acompanhava os movimentos da cabeça da irmã subindo e descendo no palito dele.
Jessica parou de chupar, colocou as pernas de cada lado do quadril do irmão e foi apontando.
- Não, Jessy, isso nãooooo, ahhhhhhhhhh-, a gêmea foi se sentando em cima da pica do Damián, a glande do irmão entrou pela vulva e percorreu suavemente aquela buceta molhadíssima, macia, quente. A boca da irmã voltou à dele, dessa vez o beijo foi sem culpa, o peito dele sentiu pela primeira vez a pressão dos peitinhos de uma mulher, ele a abraçou com força, o quadril começou a subir e descer, comendo aquela buceta pecaminosa, proibida, tabu, mas que o fazia sentir unido e amado pela irmã com uma intensidade como nunca antes tinha sentido. Virou ela, colocou com as perninhas abertas contra a cabeceira da cama, naquela posição que tantas vezes tinha visto a mãe com o macho, mas dessa vez não era nojento, nãoooo, tinha tanto amor nos olhos da irmã!, não era o olhar de puta da mãe, e o olhar dele com certeza não era o olhar de cachorro no cio do namorado, Jessica e Damián estavam de novo unidos e juntos como quando estavam na barriga da mãe. A pica entrou e saiu, os peitos receberam beijos, mordidas e carícias, as bocas se fundiram, os orgasmos da gêmea foram intensos, longos, encharcadíssimos, mas chegou a hora do Dami, e isso sim, os dois sabiam que não podia passar, até aí, mais não. O gêmeo tirou a pica da buceta e, ajoelhado na frente da irmã, começou a se masturbar furiosamente. -Boca?- disseram os dois. -Nada, cu-, repetiram os dois quase em uníssono. Um pouco do suco da buceta lubrificou o cu da gêmea e a pica do irmão, de uma só estocada chegou ao fundo, cinco, seis, dez bombadas e o semen abundante do gêmeo inundou o reto da gêmea.
Ambas caíram exaustas, Dami de barriga pra cima, Jessi de barriga pra baixo. —O que você me fez fazer, irmã? — a gêmea sorriu, —qual é!, agora você se faz de Adão, eu sou a Eva e o Lucas a serpente? — Elas riram, se abraçaram.
—Te amo, mana.
—Te amo, maninho. Quanto tempo faz que você não me dizia isso, né?
O sono acabou dominando eles e impediu que os demônios da culpa voltassem a fazer o seu trabalho doentio.
Naquela noite, assim que Lucas chegou do trabalho, eles correram pra contar pra ele, todos envergonhados, quase gaguejando, esperando a raiva e as palavras pesadas. Lucas olhou sério pra eles, ficou calado por um tempo.
— Cê gostou da Damy? — Foi só nesse momento que o Damián se tocou que era a primeira vez dele! Nunca tinha usado o pau, e ainda por cima, estrear com a irmã! Pensou um monte de coisas, mas fez só uma: se agarrou com toda força no peito do Lucas. — Sou sua, Lucas, cê é meu macho, me perdoa, não faço mais não.
Lucas levantou a cabeça dela, segurou o rosto dela entre as mãos e deu um beijo suave nos lábios dela.
—Vem cá, Jessy — os três se abraçaram.
—Nessa altura da minha vida eu não julgo ninguém, se curtiram e se sentem bem, tudo certo, mas usem sempre isso—, ela procurou na mochila e tirou três caixas de camisinha. —Pedimos pizza?—, Jessica e Damián se olharam, caíram na gargalhada e abraçaram Lucas de novo.
Depois do jantar, enquanto Lucas bestava vendo TV no sofá da sala, os gêmeos correram pro quarto. A gaveta das calcinhas era uma bagunça só, brigaram pela tanga vermelha de renda, Jessy ganhou, Damy escolheu o fio dental. Em cima, nada, naquela noite peitos de fora. Correram pra sala e sentaram um de cada lado do Lucas, Jessy tirou o controle remoto da mão dele e levou aquela mão pro peitinho dela, enquanto procurava a boca dele, Damy se ajoelhou entre as pernas dele, desabotoou o botão, abaixou o zíper da calça social e começou a esfregar a pica dele por cima da cueca. Lucas lembrou da piada: "quando sentir que o estupro é inevitável, relaxa e goza". E naquela noite ele gozou como nunca, gozou de dois cuzinhos perfeitos, de duas gatas no cio, gozou, como toda noite, dos seus gêmeos.

1 comentários - Gêmeos 10 a 12 (final) (Conto gay)

Tremenda serie. Creo que daba para algo más de contenido en cada capitulo, y sobre todo en la desvirgación de Jessi, se ameritaba un capitulo para ella solita. Pero esta muy bien narrado y el final, todos felices, me gustó mucho ( y si me gustan los finales felices con gustito a justicia, que se le va a hacer). Gracias por compartir.