Bom, minha história dessa vez começa já andando com minha namorada, aquela que me vestia de mulher. Tanto ela quanto eu gostávamos e gostamos de experimentar coisas. Um dia, saímos para uma reunião com algumas amigas e amigos dela. Foi tudo muito tranquilo e normal, até com pouca gente. Dessa vez, eu estava vestido de homem, mas por baixo da roupa usava lingerie que ela tinha colocado em mim. Naquele dia, ela e eu estávamos meio excitados, porque não fazia muito tempo que tínhamos começado a namorar e, para nós, transar era algo que fazíamos sempre que surgia oportunidade. Dias antes, a gente tinha conversado sobre se nos animava fazer isso em público ou pelo menos masturbar um ao outro em público, e a resposta foi sim — tanto ela quanto eu achávamos interessante.
Naquele dia, na reunião, assim que começou a escurecer, minha namorada me perguntou: "Imagina se a gente realizasse nossa fantasia, amor?" E se agarrou muito em mim. Eu achei normal, pensei que era só uma brincadeira safada e respondi: "Até que eu gostaria um pouco, mas não sei se o conjunto que você colocou em mim fica bem, hahaha." Ela só riu, me abraçou, se aninhou no meu peito e começou a me tocar suave e discretamente por cima da roupa. Claro, tinha uma ou outra pessoa que olhava estranho, mas não davam muita importância, porque estava meio escuro, além de a gente estar coberto por uma mesinha e uma espécie de arvorezinha, já que era num jardim.
Nisso, os amigos dela decidiram ir buscar mais bebidas e algumas outras coisas. Alguns outros ficaram dançando, ninguém ficou perto da gente. Aí ela me disse: "Imagina se eu te pegasse aqui e todo mundo visse que você tá de lingerie, meu amor?" No começo, eu só ri, achando que não passaria de uma apalpada por cima da roupa. Mas quando me dei conta, ela estava abaixando o zíper da minha calça, enfiou a mão e começou a esfregar meu pau de um jeito meio rápido e agressivo. Ele rapidamente ficou duro, e ela tirou ele da calça, desabotoou um pouco mais e continuou me masturbando. Ela se aproximou do meu ouvido e disse: Ele disse: "E aí, vagabunda, não era essa sua fantasia?" Eu só via a cara de excitação e tesão que ela fazia, o que deixava meu pau ainda maior e mais molhado. Ela ajeitou meu pau, puxando ele pra fora por uma perna da calcinha, pra dar pra ver a calcinha que ela tava usando. Eu tava super nervoso e não queria que ela parasse. Eu sabia que a intenção dela era que, se alguém visse a gente, desse pra perceber que ela tava de calcinha feminina, do jeito que ela tinha arrumado. Nisso, um dos amigos dela, que tava dançando, começou a se aproximar da gente. Eu achei que ela ia deixar ele ver, mas ela guardou meu pau rapidinho na calça e as coisas se acalmaram. Pouco tempo depois, ela me pediu pra acompanhar ela no banheiro, e eu aceitei sem pensar, porque sabia que no mínimo ia rolar uns beijos. Quando chegamos no banheiro, ele ficava no segundo andar de onde a gente tava. O banheiro ficava num corredor que dava bem numa janela que dava pra rua lá de cima, e dava pra ver várias casas. Juro pra vocês: se alguém visse de uma dessas casas, ia nos ver. Ela disse: "Não aguento mais, quero te chupar", e a verdade é que eu também não aguentava, queria chupar ela também. Começamos a nos beijar, e ela começou a desabotoar minha calça, me virou de costas pra janela e deixou minhas nádegas à mostra com a calcinha que eu tava usando. Ela puxava a calcinha, fazendo ela entrar no meio da minha bunda, e apertava tudo. Eu não aguentei, levantei a blusa dela e comecei a chupar os peitos dela. Ela não me deixou muito tempo, na verdade foi bem pouco, e assim que eu fiz isso, ela subiu minha calça, abaixou a blusa e o sutiã, bateu na porta do banheiro e perguntou se a pessoa que tava lá dentro ia demorar mais. A pessoa que tava lá saiu na hora. Assim que ela saiu e desceu as escadas, minha namorada me enfiou no banheiro, baixou a calça, ficando só de tanguinha, e disse: "Vem, vagabundo, vem comer". Eu puxei a tanguinha dela pro lado e comecei a lamber a buceta dela. No começo, ela não fazia barulho nenhum. Eu comecei a lamber mais rápido, a enfiar a língua mais fundo. na buceta dela e até dava umas mordidinhas, e ela começou a gemer cada vez mais forte. Perguntei: "Você imagina se tiver alguém lá fora nos ouvindo?" E ela só empurrava minha cabeça mais pra dentro da buceta dela e dizia: "cala a boca, puta, e engole, ou vou te castigar". Depois de um tempo, eu achava que já tinha demorado demais, porque tava com medo de sermos pegos, então perguntei se já ia acabar, porque tava com medo. Ela só disse: "não, ainda faltam algumas coisas". Ela me despiu, me deixando só de lingerie, abriu a porta do banheiro e confirmou que não tinha ninguém. Ela só falou: "começa a chupar, prostituta". Comecei a lamber a buceta dela meio apressado e muito excitado, porque tava com medo de me verem vestido assim, embora eu sentisse que meu pau ia explodir ou que ia gozar a qualquer momento. Ela só empurrou minha cabeça na buceta dela e começou a gemer meio alto (acho que não dava pra ouvir tanto porque lá embaixo tinha um som e também algum barulho). E em pouco tempo ela gozou, não demorou quase nada, mas se molhou pra caralho, deixando boa parte do meu rosto molhado. Ela fechou a porta e disse: "Viu, puta? Não ia acontecer nada, não íamos ser pegos, mas você é só uma puta que reclama, tem que calar a boca e seguir ordens". Depois de me dizer isso, eu tava super excitado, só sentia meu pau pulsando, morria de vontade que ela me chupasse ou deixasse eu meter, mas em vez disso ela me fez lamber as coxas e lamber e chupar bem os sucos dela, porque é meu trabalho deixar minha dona limpa. Toda vez que ela queria que eu limpasse algo, ela empurrava minha cabeça, puxando e empurrando pelo cabelo e pela nuca. Depois de deixar ela limpa, ela disse: "Hoje você foi uma boa puta. Vem, vou te vestir". Quando ela me levantou, viu meu pau todo molhado e durasso, e disse: "Você é uma puta mesmo, como é possível que isso te excite? Você é mais puta do que eu pensava, maldita foxy". Ela me perguntou qual era o nome da minha dona depois disso, claro, eu falei o nome dela. Ela me pegou pela cabeça, me beijou e me masturbou com força. Apertava bem forte meu pau e, entre beijos, cuspia na minha boca e me dava mordidas, algumas fortes e outras leves. Ela também dizia que queria que eu chupasse a língua dela, ela colocava pra fora e me fazia chupar, e eu, como a putinha dela, obedeci. Sentia um gostão, até que ela me encurralou na parede e começou a me masturbar mais forte, apertando cada vez mais meu pau, rápido, até que eu não aguentei mais e meu leite saiu. Caiu um pouco no chão do banheiro, um pouco nos saltos dela e até um pouco na minha roupa. Ela pegou papel e limpou o leite do chão, viu o que caiu na minha roupa, pegou minha calça e disse: "Veste, foxy, assume a porcaria que você faz". E me obrigou a vestir a calça com um pouco de leite que tinha caído na parte de dentro. Quando ela viu que caiu leite no salto dela, me fez ajoelhar de novo e falou com uma voz meio suave: "Ai, love, você é um bobinho, limpa sua bagunça, por favor". Ela colocou o salto na minha cara, e eu ia limpar com papel, aí ela respondeu: "O que você tá fazendo, love? Se eu falei pra limpar, é porque quero que limpe com a boca, sua putinha". Eu não resisti, e meu pau até endureceu de novo antes de limpar. Bateram na porta, minha namorada disse que a gente já ia sair. Chupei rápido o salto dela e um pouco do pé dela. Antes de sair, molhei um pouco o rosto e saímos do banheiro. Eu tava super envergonhado e minha namorada, como se nada tivesse acontecido. Quando saímos, tinha duas minas e um cara. Perguntaram o que a gente tava fazendo e por que estávamos trancados os dois. Minha namorada disse que eu tava me sentindo mal, com muita dor de cabeça e náusea, por isso a gente tava no banheiro, porque ela tava cuidando de mim. Quem tava fora do banheiro ficou nos olhando com cara de quem não acreditou. Um deles entrou no banheiro, e minha namorada e eu descemos. Nos despedimos e fomos embora da reunião. Bom, essa é outra história, não tava vestido completamente de mulher e é meio curta, mas na real tudo aconteceu em poucos minutos, no máximo. Haha, mas foi foda. Delicioso, queria compartilhar com vocês e espero que gostem.
Naquele dia, na reunião, assim que começou a escurecer, minha namorada me perguntou: "Imagina se a gente realizasse nossa fantasia, amor?" E se agarrou muito em mim. Eu achei normal, pensei que era só uma brincadeira safada e respondi: "Até que eu gostaria um pouco, mas não sei se o conjunto que você colocou em mim fica bem, hahaha." Ela só riu, me abraçou, se aninhou no meu peito e começou a me tocar suave e discretamente por cima da roupa. Claro, tinha uma ou outra pessoa que olhava estranho, mas não davam muita importância, porque estava meio escuro, além de a gente estar coberto por uma mesinha e uma espécie de arvorezinha, já que era num jardim.
Nisso, os amigos dela decidiram ir buscar mais bebidas e algumas outras coisas. Alguns outros ficaram dançando, ninguém ficou perto da gente. Aí ela me disse: "Imagina se eu te pegasse aqui e todo mundo visse que você tá de lingerie, meu amor?" No começo, eu só ri, achando que não passaria de uma apalpada por cima da roupa. Mas quando me dei conta, ela estava abaixando o zíper da minha calça, enfiou a mão e começou a esfregar meu pau de um jeito meio rápido e agressivo. Ele rapidamente ficou duro, e ela tirou ele da calça, desabotoou um pouco mais e continuou me masturbando. Ela se aproximou do meu ouvido e disse: Ele disse: "E aí, vagabunda, não era essa sua fantasia?" Eu só via a cara de excitação e tesão que ela fazia, o que deixava meu pau ainda maior e mais molhado. Ela ajeitou meu pau, puxando ele pra fora por uma perna da calcinha, pra dar pra ver a calcinha que ela tava usando. Eu tava super nervoso e não queria que ela parasse. Eu sabia que a intenção dela era que, se alguém visse a gente, desse pra perceber que ela tava de calcinha feminina, do jeito que ela tinha arrumado. Nisso, um dos amigos dela, que tava dançando, começou a se aproximar da gente. Eu achei que ela ia deixar ele ver, mas ela guardou meu pau rapidinho na calça e as coisas se acalmaram. Pouco tempo depois, ela me pediu pra acompanhar ela no banheiro, e eu aceitei sem pensar, porque sabia que no mínimo ia rolar uns beijos. Quando chegamos no banheiro, ele ficava no segundo andar de onde a gente tava. O banheiro ficava num corredor que dava bem numa janela que dava pra rua lá de cima, e dava pra ver várias casas. Juro pra vocês: se alguém visse de uma dessas casas, ia nos ver. Ela disse: "Não aguento mais, quero te chupar", e a verdade é que eu também não aguentava, queria chupar ela também. Começamos a nos beijar, e ela começou a desabotoar minha calça, me virou de costas pra janela e deixou minhas nádegas à mostra com a calcinha que eu tava usando. Ela puxava a calcinha, fazendo ela entrar no meio da minha bunda, e apertava tudo. Eu não aguentei, levantei a blusa dela e comecei a chupar os peitos dela. Ela não me deixou muito tempo, na verdade foi bem pouco, e assim que eu fiz isso, ela subiu minha calça, abaixou a blusa e o sutiã, bateu na porta do banheiro e perguntou se a pessoa que tava lá dentro ia demorar mais. A pessoa que tava lá saiu na hora. Assim que ela saiu e desceu as escadas, minha namorada me enfiou no banheiro, baixou a calça, ficando só de tanguinha, e disse: "Vem, vagabundo, vem comer". Eu puxei a tanguinha dela pro lado e comecei a lamber a buceta dela. No começo, ela não fazia barulho nenhum. Eu comecei a lamber mais rápido, a enfiar a língua mais fundo. na buceta dela e até dava umas mordidinhas, e ela começou a gemer cada vez mais forte. Perguntei: "Você imagina se tiver alguém lá fora nos ouvindo?" E ela só empurrava minha cabeça mais pra dentro da buceta dela e dizia: "cala a boca, puta, e engole, ou vou te castigar". Depois de um tempo, eu achava que já tinha demorado demais, porque tava com medo de sermos pegos, então perguntei se já ia acabar, porque tava com medo. Ela só disse: "não, ainda faltam algumas coisas". Ela me despiu, me deixando só de lingerie, abriu a porta do banheiro e confirmou que não tinha ninguém. Ela só falou: "começa a chupar, prostituta". Comecei a lamber a buceta dela meio apressado e muito excitado, porque tava com medo de me verem vestido assim, embora eu sentisse que meu pau ia explodir ou que ia gozar a qualquer momento. Ela só empurrou minha cabeça na buceta dela e começou a gemer meio alto (acho que não dava pra ouvir tanto porque lá embaixo tinha um som e também algum barulho). E em pouco tempo ela gozou, não demorou quase nada, mas se molhou pra caralho, deixando boa parte do meu rosto molhado. Ela fechou a porta e disse: "Viu, puta? Não ia acontecer nada, não íamos ser pegos, mas você é só uma puta que reclama, tem que calar a boca e seguir ordens". Depois de me dizer isso, eu tava super excitado, só sentia meu pau pulsando, morria de vontade que ela me chupasse ou deixasse eu meter, mas em vez disso ela me fez lamber as coxas e lamber e chupar bem os sucos dela, porque é meu trabalho deixar minha dona limpa. Toda vez que ela queria que eu limpasse algo, ela empurrava minha cabeça, puxando e empurrando pelo cabelo e pela nuca. Depois de deixar ela limpa, ela disse: "Hoje você foi uma boa puta. Vem, vou te vestir". Quando ela me levantou, viu meu pau todo molhado e durasso, e disse: "Você é uma puta mesmo, como é possível que isso te excite? Você é mais puta do que eu pensava, maldita foxy". Ela me perguntou qual era o nome da minha dona depois disso, claro, eu falei o nome dela. Ela me pegou pela cabeça, me beijou e me masturbou com força. Apertava bem forte meu pau e, entre beijos, cuspia na minha boca e me dava mordidas, algumas fortes e outras leves. Ela também dizia que queria que eu chupasse a língua dela, ela colocava pra fora e me fazia chupar, e eu, como a putinha dela, obedeci. Sentia um gostão, até que ela me encurralou na parede e começou a me masturbar mais forte, apertando cada vez mais meu pau, rápido, até que eu não aguentei mais e meu leite saiu. Caiu um pouco no chão do banheiro, um pouco nos saltos dela e até um pouco na minha roupa. Ela pegou papel e limpou o leite do chão, viu o que caiu na minha roupa, pegou minha calça e disse: "Veste, foxy, assume a porcaria que você faz". E me obrigou a vestir a calça com um pouco de leite que tinha caído na parte de dentro. Quando ela viu que caiu leite no salto dela, me fez ajoelhar de novo e falou com uma voz meio suave: "Ai, love, você é um bobinho, limpa sua bagunça, por favor". Ela colocou o salto na minha cara, e eu ia limpar com papel, aí ela respondeu: "O que você tá fazendo, love? Se eu falei pra limpar, é porque quero que limpe com a boca, sua putinha". Eu não resisti, e meu pau até endureceu de novo antes de limpar. Bateram na porta, minha namorada disse que a gente já ia sair. Chupei rápido o salto dela e um pouco do pé dela. Antes de sair, molhei um pouco o rosto e saímos do banheiro. Eu tava super envergonhado e minha namorada, como se nada tivesse acontecido. Quando saímos, tinha duas minas e um cara. Perguntaram o que a gente tava fazendo e por que estávamos trancados os dois. Minha namorada disse que eu tava me sentindo mal, com muita dor de cabeça e náusea, por isso a gente tava no banheiro, porque ela tava cuidando de mim. Quem tava fora do banheiro ficou nos olhando com cara de quem não acreditou. Um deles entrou no banheiro, e minha namorada e eu descemos. Nos despedimos e fomos embora da reunião. Bom, essa é outra história, não tava vestido completamente de mulher e é meio curta, mas na real tudo aconteceu em poucos minutos, no máximo. Haha, mas foi foda. Delicioso, queria compartilhar com vocês e espero que gostem.
2 comentários - Obedeciendo a mi ama