Quando eu tava no colégio, fui um adolescente que amadureceu tarde. Enquanto meu melhor amigo já tinha uma pica grossa e madura, eu mal tinha um pouco de pelo e o meu tinha uns 7 cm.
Eu sempre percebia como ele adorava mostrar o tamanho da pica dele e arrumava qualquer desculpa pra ficar pelado na minha frente e exibir ela. Eu adorava ver aquilo e vivia fantasiando em passar a mão, meter na minha boca e chupar igual um tarado, mas nunca tinha coragem de falar nada.
Um fim de semana eu fiquei pra dormir na casa dela pra ir numa festa à noite. Como já tava tarde, ela disse pra gente tomar banho junto pra ganhar tempo e eu topei.
Nós tiramos a roupa e o pau enorme dele já estava meio duro. Eu não consegui esconder minha pequena ereção, mas entrei mesmo assim. Lá, pelados no chuveiro, nossos corpos se encostavam e eu ficava muito excitado. Ele era mais alto que eu e tinha um físico muito bom. A bunda dele era forte e peluda, e as pernas musculosas e morenas. Lá no fundo, eu ansiava que ele me pegasse à força e me usasse como sua mulherzinha.
O peito dele era largo, tinha um pouco de pelo e era bem moreno porque ele surfava. Não pude evitar notar como ele me olhava com curiosidade, e ele me perguntou se era só aquilo que me deixava de pau duro. Eu respondi que sim e devolvi a pergunta.
Ele me disse que quando ficava duro era mais que o dobro do meu, e eu fingi que não acreditava só pra ver se ele me mostrava. Sem hesitar, ele começou a se masturbar e eu vi o pau pulsante dele se enchendo de sangue, ficando enorme. Pasmo, vi ele crescer até uns 18 centímetros. Nunca tinha visto um pinto daquele tamanho, ainda mais de um amigo de infância que, há poucos anos, tinha a mesma rola que a minha.
Eu adorava sentir que ele era maior e mais forte que eu, e imaginava como seria ele me dominar e me estuprar. Isso me excitou e meu pau ficou mais duro (só uns 8 cm).
Eu falei pra ele, admirado, que a dele era mais que o dobro do tamanho e da grossura da minha, e pra conferir, colocamos elas juntas. Fiquei tão excitado vendo minha pica pequena ao lado da do meu amigo que não resisti e encostei a minha na dele. O contato com aquela massa de carne quente me deixou a mil. Eu amava o contraste: a pele morena dele e o púbis cheio de pelos contrastavam com minha pele branca e quase lisa. Eu me sentia tão delicado perto daquele homem. Nossas picas pareciam Davi e Golias.
Perguntei se ele se importava se eu tocasse nele, e ele disse que não. Comecei a esfregar a buceta dele, era mais tesão do que eu jamais tinha sentido na vida, e acho que pra ele também. A mangueira dele era grande e quente, pulsando nas minhas mãos. Ele fez o mesmo, pegou minha piquinha na mão e começou a acariciar. A mão dele cobria ela inteira, e o calor me excitava muito. Como ele já estava muito excitado, me perguntou se eu teria coragem de chupar ele, que ele não contaria nada.
Sem dizer nada, me ajoelhei no chuveiro na frente dele e contemplei ele em todo seu esplendor. Era enorme, me sentia tão pequeno e submisso de joelhos diante dele que meu pequeno pau quase explodia de excitação. Dava pra ver como ele me encarava nos olhos com um olhar que nunca tinha visto antes. Como quem vê uma escrava ou uma puta prestes a satisfazê-lo.
Primeiro peguei com uma mão as duas bolas enormes dele. O saco era tão grande que mal cabia na minha mão. Acariciei apertando elas de leve e vi o líquido pré-gozo se formando na ponta da glande dele. "Prova", ele disse, ansioso pra me ver chupar. Obediente, coloquei minha língua na glande dele, lambendo aquele líquido salgado. Passei a língua por todo o contorno e deslizei meus lábios ao longo dos 18 cm dele, igual via as mulheres fazerem nos pornôs. Cheguei na base do pau dele e passei minha linguinha cheia de vontade pelas bolas. Depois enfiei uma delas na boca, e ele riu nervoso. A textura me agradava, eram grandes e peludas, do jeito que sempre imaginei.
Depois me concentrei em tentar engolir ela. Ele assumiu uma postura bem dominante, colocou uma mão na minha cabeça e começou a enfiar o pau devagar na minha boca, como se fosse uma buceta.
Era tão gostoso, mas era tão grande que dava vontade de vomitar quando batia na minha garganta, e tão grossa que os cantos dos meus lábios esticavam com uma dorzinha. Sentia os quadris dele se movendo cada vez mais rápido enquanto me usava para o próprio prazer. As mãos dele seguravam meu cabelo com força, como se eu fosse tentar escapar.
Quando ela ia gozar, começou a meter tanto em mim que eu quis me afastar, mas os braços fortes dela seguraram firme minha cabeça pra que aquele órgão enorme pudesse continuar penetrando minha boca à vontade. De repente, senti o esperma quente e salgado começar a jorrar e encher minha boca e garganta.
Foi tanta porra que consegui afastar minha boca pra não me engasgar, mas ele, no êxtase, continuou empurrando a pica enorme contra meu rosto pra terminar de se satisfazer. Pegou ela na mão e começou a bombar como se fosse uma mangueira, me esporrando na cara. Era uma delícia! Sentia os jatos de porra batendo no meu rosto enquanto eu tentava engolir tudo..
No final, ele caiu exausto e rindo de prazer na minha frente enquanto o chuveiro continuava caindo. Eu estava todo melado de porra dele e o gosto ainda estava em cada canto da minha boca. Aí ele mandou eu terminar de limpar ele, e eu passei a língua por todo o pau dele, engolindo cada gota daquele leite gostoso. Nunca tinha provado porra antes e nunca tinha visto tanta quantidade, mas o gosto dele me excitava ainda mais.
Quando terminei, o pau dele tinha encolhido, mas ainda era bem maior que o meu duro.
Me senti tão excitado por ter feito de puta o meu amigo.
Depois disso, a gente terminou de se vestir como se nada tivesse acontecido, ele não falou nada pra mim e eu também não, mas os olhos dos dois brilhavam quando a gente se olhava. Ele me encarava de um jeito diferente. Meio cheio de tesão, e isso me excitava ainda mais.
Fomos pra festa e ela rolou sem problemas. Conhecemos umas minas e dançamos. Meu amigo, em especial, conheceu uma gata que ele curtiu pra caralho e passou a noite toda trocando ideia com ela. Eu fiquei com outros amigos só de boa, me divertindo e relembrando o que tinha acontecido há poucas horas.
Quando a gente voltou pra casa dele de carro, ele foi me contando no caminho o quanto tinha gostado da mina da festa e a vontade que deu de comer ela. Eu falei que ele tava certo, que ela era uma gostosa e não culpava ele por ficar excitado. Na calça dele, dava pra ver o volume masculino começando a endurecer de novo, e eu não aguentei a vontade de passar a mão. "Nossa, você tá mesmo excitado", falei, "e olha que você já gozou uma vez hoje", completando, fazendo alusão pela primeira vez ao incidente do chuveiro. Ele riu nervoso, parecia não querer tocar no assunto diretamente, mas não mandou eu tirar a mão do volume.
Quando a gente chegou, a gente se despiu e deitou na cama dele pra dormir, igual fazia desde pequeno, e era bem grande pros dois. Ele continuava fantasiando com a mina da festa e eu tava morrendo de vontade que ele fizesse comigo tudo que queria fazer com ela. Eu tava de costas pra ele quando senti ele se aproximar por trás. O calor dele era evidente e senti a pele do peito dele contra minhas costas e o pau dele dentro da cueca na fresta da minha bunda.
Por que a gente não finge que você era a Katy?" ele me disse, se referindo à garota. "Até porque ela era mais ou menos da sua altura e como você quase não tem pelos, vai dar na mesma.
Tá bom!" respondi todo excitado e me encostei mais no corpo dela. Dava pra sentir ela me envolvendo com os braços e beijando meu pescoço. As mãos dela acariciavam meu peito como se eu tivesse peitos e ela se esfregava ritmadamente contra minha bunda.
Então ele me virou com os braços e me beijou na boca. Era a primeira vez que eu beijava um homem e a textura áspera do queixo dele me agradou muito. Ele acariciava meu cabelo e meu pescoço, me beijava e passava a língua nos meus mamilos como se fosse uma mulher. Eu aceitava tudo e acariciava a cabeça dele enquanto ele chupava meus mamilos.
Katy, meu amor", dizia imaginando a garota. Eu não ligava, contanto que ele fizesse aquilo comigo, aliás, me excitava ainda mais. "Que foda que vou te dar!
Depois de uns minutos nisso, ela subiu em cima de mim e começou a esfregar o pacote dela no meu por cima da cueca. Dava pra sentir os ovos enormes e macios dela roçando no meu pau duro até o talo. Enfiei uma mão entre nossos corpos e peguei a vara dela. Tava enorme, igual no banho, e os movimentos bruscos dela me diziam que ela queria estar dentro de mim.
O suor dele começava a me encharcar. Eu beijava o peito e os mamilos dele, assim como o pescoço e a boca. Sentia ele tão grande, tão forte e pesado sobre meu corpo fino que me fazia sentir de verdade como se fosse uma mulherzinha aguentando um macho daqueles.
Por uns segundos ele parou e foi ao banheiro, de onde voltou com um vidro de creme pra pele. Ajoelhou-se sobre mim e tirou a cueca, revelando de novo o magnífico mastrão dele, e passou creme generosamente nele.
Hoje sim você vai ver a fodida que vou te dar, putinha!" ele me disse, sabendo que podia me tratar assim sem eu reclamar.
Ele arrancou minha cueca e mandou eu ficar de quatro. Eu obedeci, e ele se jogou por cima de mim, beijando minhas costas e passando as mãos ásperas por todo o meu corpo lisinho. Parou um instante na minha piroca e enfiou ela junto com minhas bolas numa mão só. Passava as mãos no meu peito como se estivesse acariciando uns peitos, e eu tava excitadíssimo. O pau dele, enquanto isso, descansava no meio das minhas nádegas, feito um monstro pronto pra entrar em ação.
Você vai ser minha putinha hoje, sua safada!" Então ele colocou a glande do pau pulsante na entrada do meu cu. Passou primeiro o dedo algumas vezes pra abrir um pouco o caminho. Eu tava com um pouco de medo, mas morrendo de vontade de ser penetrada por ele, igual tinha fantasiado tanto. De olhos fechados, esperei o que vinha.
No começo, ela teve que se ajudar com as mãos pra enfiar a cabeça grossa dele. A dor foi imensa e eu soltei um gemidinho de dor. Isso pareceu excitar ele, e ele me perguntou: "Tá doendo, sua putinha? É grande, né?" Eu concordei com a cabeça, mas ele queria que eu respondesse, e dando mais uma empurradinha na pica dele, enfiou um pouco mais. "Hã? Tá doendo?" Eu respondi que sim, e ele me disse pra me preparar, que ele ainda não tinha nem enfiado a ponta.
Depois disso, ele começou a balançar devagar, entrando e saindo aos poucos, e eu senti meu cu relaxando. Mas ainda assim não parava de apertar os olhos, porque a vara enorme dele ainda me causava um pouco de dor.
As mãos dele seguravam firme na minha cintura e ele ficava falando como eu era apertadinha e gostosa. Graças àquela porrada de creme e às estocadas devagar, ele conseguiu me empalar até a metade daquele pau delicioso.
O que você tá sentindo?" Pelo tom familiar da voz dela, sabia que tava falando comigo e não com a Katy.
Gosto, mas é grande demais" respondi.
Quer que eu meta tudo?" ele me perguntou.
Sim, por favor, continua" — eu disse pra ela.
Com isso, senti ele começar a me puxar pelos quadris com seus braços fortes, afundando devagar no meu cu. Depois do que pareceu uma eternidade, senti o toque suave dos pelos dele nas minhas nádegas junto com o calor do par de bolas enormes dele.
Esteban soltou um gemido de prazer ao sentir a pica dele inteira dentro de mim e falou: "Agora sim, meu amor, você vai ver como vou te encher todinha de porra!" De novo eu tinha virado a Kati, a mulherzinha dele.
Começou a me bombar com tanta força que lágrimas escorreram dos meus olhos, mas ao mesmo tempo sentia um prazer indescritível que nunca tinha imaginado antes. Ele tirava a pica até a metade do comprimento e depois me enfiava de novo, com as mãos na minha cintura. As mãos dele acariciavam minha bunda e ele me puxava pelo cabelo pra me dominar, e me dizia:
Toma, putinha, viu o que é um homem de verdade? Que gostoso é te comer, vadiazinha, que gostoso é te fazer minha puta!
As estocadas dela foram ficando mais e mais rápidas até que eu senti ela começando a me encher com aquele gostinho quente dela. O gozo dela foi um alívio, porque lubrificou toda a minha buceta, me fazendo sentir ainda mais prazer.
Quando terminou de gozar, desabou ao meu lado e eu me deitei sobre o peito dele, acariciando os pelos. Ele afagava meu cabelo com carinho e dizia o quanto tinha adorado me foder.
Eu pensei que ele ia dormir exausto depois da foda que acabou de me dar, mas pra minha surpresa ele disse que agora era a minha vez, por ter me comportado como uma putinha tão gostosa.
Tiro os lençóis de cima de mim, ficando pelado. Minha pequena ereção ainda dava pra notar, e ele se aproximou dela e enfiou inteira na boca sem nenhum problema, até meteu tudo junto com as bolas. Meu pau dançava dentro da boca quente e molhada dele, e ele fazia ele se mexer com a língua. Me chupou tão gostoso que no final gozei no maior orgasmo que já tive na vida. As poucas gotas de porra que eu conseguia produzir naquela época caíram na boca dele, e ele engoliu tudo sem dificuldade. Depois me beijou na boca e me abraçou com os braços musculosos. Me senti uma putinha completa que tinha satisfeito o seu macho. Fiquei um tempinho brincando com as bolas peludas dele até a gente cair no sono.
Daí em diante, tudo seguiu normal. Perante o mundo, éramos os melhores amigos, tínhamos namoradas e saíamos pra festas. Mas quando eu ficava na casa dele pra dormir, voltava a ser qualquer garota que ele quisesse que eu fosse, e eu o satisfazia como a melhor das putas.
Eu sempre percebia como ele adorava mostrar o tamanho da pica dele e arrumava qualquer desculpa pra ficar pelado na minha frente e exibir ela. Eu adorava ver aquilo e vivia fantasiando em passar a mão, meter na minha boca e chupar igual um tarado, mas nunca tinha coragem de falar nada.
Um fim de semana eu fiquei pra dormir na casa dela pra ir numa festa à noite. Como já tava tarde, ela disse pra gente tomar banho junto pra ganhar tempo e eu topei.
Nós tiramos a roupa e o pau enorme dele já estava meio duro. Eu não consegui esconder minha pequena ereção, mas entrei mesmo assim. Lá, pelados no chuveiro, nossos corpos se encostavam e eu ficava muito excitado. Ele era mais alto que eu e tinha um físico muito bom. A bunda dele era forte e peluda, e as pernas musculosas e morenas. Lá no fundo, eu ansiava que ele me pegasse à força e me usasse como sua mulherzinha.
O peito dele era largo, tinha um pouco de pelo e era bem moreno porque ele surfava. Não pude evitar notar como ele me olhava com curiosidade, e ele me perguntou se era só aquilo que me deixava de pau duro. Eu respondi que sim e devolvi a pergunta.
Ele me disse que quando ficava duro era mais que o dobro do meu, e eu fingi que não acreditava só pra ver se ele me mostrava. Sem hesitar, ele começou a se masturbar e eu vi o pau pulsante dele se enchendo de sangue, ficando enorme. Pasmo, vi ele crescer até uns 18 centímetros. Nunca tinha visto um pinto daquele tamanho, ainda mais de um amigo de infância que, há poucos anos, tinha a mesma rola que a minha.
Eu adorava sentir que ele era maior e mais forte que eu, e imaginava como seria ele me dominar e me estuprar. Isso me excitou e meu pau ficou mais duro (só uns 8 cm).
Eu falei pra ele, admirado, que a dele era mais que o dobro do tamanho e da grossura da minha, e pra conferir, colocamos elas juntas. Fiquei tão excitado vendo minha pica pequena ao lado da do meu amigo que não resisti e encostei a minha na dele. O contato com aquela massa de carne quente me deixou a mil. Eu amava o contraste: a pele morena dele e o púbis cheio de pelos contrastavam com minha pele branca e quase lisa. Eu me sentia tão delicado perto daquele homem. Nossas picas pareciam Davi e Golias.
Perguntei se ele se importava se eu tocasse nele, e ele disse que não. Comecei a esfregar a buceta dele, era mais tesão do que eu jamais tinha sentido na vida, e acho que pra ele também. A mangueira dele era grande e quente, pulsando nas minhas mãos. Ele fez o mesmo, pegou minha piquinha na mão e começou a acariciar. A mão dele cobria ela inteira, e o calor me excitava muito. Como ele já estava muito excitado, me perguntou se eu teria coragem de chupar ele, que ele não contaria nada.
Sem dizer nada, me ajoelhei no chuveiro na frente dele e contemplei ele em todo seu esplendor. Era enorme, me sentia tão pequeno e submisso de joelhos diante dele que meu pequeno pau quase explodia de excitação. Dava pra ver como ele me encarava nos olhos com um olhar que nunca tinha visto antes. Como quem vê uma escrava ou uma puta prestes a satisfazê-lo.
Primeiro peguei com uma mão as duas bolas enormes dele. O saco era tão grande que mal cabia na minha mão. Acariciei apertando elas de leve e vi o líquido pré-gozo se formando na ponta da glande dele. "Prova", ele disse, ansioso pra me ver chupar. Obediente, coloquei minha língua na glande dele, lambendo aquele líquido salgado. Passei a língua por todo o contorno e deslizei meus lábios ao longo dos 18 cm dele, igual via as mulheres fazerem nos pornôs. Cheguei na base do pau dele e passei minha linguinha cheia de vontade pelas bolas. Depois enfiei uma delas na boca, e ele riu nervoso. A textura me agradava, eram grandes e peludas, do jeito que sempre imaginei.
Depois me concentrei em tentar engolir ela. Ele assumiu uma postura bem dominante, colocou uma mão na minha cabeça e começou a enfiar o pau devagar na minha boca, como se fosse uma buceta.
Era tão gostoso, mas era tão grande que dava vontade de vomitar quando batia na minha garganta, e tão grossa que os cantos dos meus lábios esticavam com uma dorzinha. Sentia os quadris dele se movendo cada vez mais rápido enquanto me usava para o próprio prazer. As mãos dele seguravam meu cabelo com força, como se eu fosse tentar escapar.
Quando ela ia gozar, começou a meter tanto em mim que eu quis me afastar, mas os braços fortes dela seguraram firme minha cabeça pra que aquele órgão enorme pudesse continuar penetrando minha boca à vontade. De repente, senti o esperma quente e salgado começar a jorrar e encher minha boca e garganta.
Foi tanta porra que consegui afastar minha boca pra não me engasgar, mas ele, no êxtase, continuou empurrando a pica enorme contra meu rosto pra terminar de se satisfazer. Pegou ela na mão e começou a bombar como se fosse uma mangueira, me esporrando na cara. Era uma delícia! Sentia os jatos de porra batendo no meu rosto enquanto eu tentava engolir tudo..
No final, ele caiu exausto e rindo de prazer na minha frente enquanto o chuveiro continuava caindo. Eu estava todo melado de porra dele e o gosto ainda estava em cada canto da minha boca. Aí ele mandou eu terminar de limpar ele, e eu passei a língua por todo o pau dele, engolindo cada gota daquele leite gostoso. Nunca tinha provado porra antes e nunca tinha visto tanta quantidade, mas o gosto dele me excitava ainda mais.
Quando terminei, o pau dele tinha encolhido, mas ainda era bem maior que o meu duro.
Me senti tão excitado por ter feito de puta o meu amigo.
Depois disso, a gente terminou de se vestir como se nada tivesse acontecido, ele não falou nada pra mim e eu também não, mas os olhos dos dois brilhavam quando a gente se olhava. Ele me encarava de um jeito diferente. Meio cheio de tesão, e isso me excitava ainda mais.
Fomos pra festa e ela rolou sem problemas. Conhecemos umas minas e dançamos. Meu amigo, em especial, conheceu uma gata que ele curtiu pra caralho e passou a noite toda trocando ideia com ela. Eu fiquei com outros amigos só de boa, me divertindo e relembrando o que tinha acontecido há poucas horas.
Quando a gente voltou pra casa dele de carro, ele foi me contando no caminho o quanto tinha gostado da mina da festa e a vontade que deu de comer ela. Eu falei que ele tava certo, que ela era uma gostosa e não culpava ele por ficar excitado. Na calça dele, dava pra ver o volume masculino começando a endurecer de novo, e eu não aguentei a vontade de passar a mão. "Nossa, você tá mesmo excitado", falei, "e olha que você já gozou uma vez hoje", completando, fazendo alusão pela primeira vez ao incidente do chuveiro. Ele riu nervoso, parecia não querer tocar no assunto diretamente, mas não mandou eu tirar a mão do volume.
Quando a gente chegou, a gente se despiu e deitou na cama dele pra dormir, igual fazia desde pequeno, e era bem grande pros dois. Ele continuava fantasiando com a mina da festa e eu tava morrendo de vontade que ele fizesse comigo tudo que queria fazer com ela. Eu tava de costas pra ele quando senti ele se aproximar por trás. O calor dele era evidente e senti a pele do peito dele contra minhas costas e o pau dele dentro da cueca na fresta da minha bunda.
Por que a gente não finge que você era a Katy?" ele me disse, se referindo à garota. "Até porque ela era mais ou menos da sua altura e como você quase não tem pelos, vai dar na mesma.
Tá bom!" respondi todo excitado e me encostei mais no corpo dela. Dava pra sentir ela me envolvendo com os braços e beijando meu pescoço. As mãos dela acariciavam meu peito como se eu tivesse peitos e ela se esfregava ritmadamente contra minha bunda.
Então ele me virou com os braços e me beijou na boca. Era a primeira vez que eu beijava um homem e a textura áspera do queixo dele me agradou muito. Ele acariciava meu cabelo e meu pescoço, me beijava e passava a língua nos meus mamilos como se fosse uma mulher. Eu aceitava tudo e acariciava a cabeça dele enquanto ele chupava meus mamilos.
Katy, meu amor", dizia imaginando a garota. Eu não ligava, contanto que ele fizesse aquilo comigo, aliás, me excitava ainda mais. "Que foda que vou te dar!
Depois de uns minutos nisso, ela subiu em cima de mim e começou a esfregar o pacote dela no meu por cima da cueca. Dava pra sentir os ovos enormes e macios dela roçando no meu pau duro até o talo. Enfiei uma mão entre nossos corpos e peguei a vara dela. Tava enorme, igual no banho, e os movimentos bruscos dela me diziam que ela queria estar dentro de mim.
O suor dele começava a me encharcar. Eu beijava o peito e os mamilos dele, assim como o pescoço e a boca. Sentia ele tão grande, tão forte e pesado sobre meu corpo fino que me fazia sentir de verdade como se fosse uma mulherzinha aguentando um macho daqueles.
Por uns segundos ele parou e foi ao banheiro, de onde voltou com um vidro de creme pra pele. Ajoelhou-se sobre mim e tirou a cueca, revelando de novo o magnífico mastrão dele, e passou creme generosamente nele.
Hoje sim você vai ver a fodida que vou te dar, putinha!" ele me disse, sabendo que podia me tratar assim sem eu reclamar.
Ele arrancou minha cueca e mandou eu ficar de quatro. Eu obedeci, e ele se jogou por cima de mim, beijando minhas costas e passando as mãos ásperas por todo o meu corpo lisinho. Parou um instante na minha piroca e enfiou ela junto com minhas bolas numa mão só. Passava as mãos no meu peito como se estivesse acariciando uns peitos, e eu tava excitadíssimo. O pau dele, enquanto isso, descansava no meio das minhas nádegas, feito um monstro pronto pra entrar em ação.
Você vai ser minha putinha hoje, sua safada!" Então ele colocou a glande do pau pulsante na entrada do meu cu. Passou primeiro o dedo algumas vezes pra abrir um pouco o caminho. Eu tava com um pouco de medo, mas morrendo de vontade de ser penetrada por ele, igual tinha fantasiado tanto. De olhos fechados, esperei o que vinha.
No começo, ela teve que se ajudar com as mãos pra enfiar a cabeça grossa dele. A dor foi imensa e eu soltei um gemidinho de dor. Isso pareceu excitar ele, e ele me perguntou: "Tá doendo, sua putinha? É grande, né?" Eu concordei com a cabeça, mas ele queria que eu respondesse, e dando mais uma empurradinha na pica dele, enfiou um pouco mais. "Hã? Tá doendo?" Eu respondi que sim, e ele me disse pra me preparar, que ele ainda não tinha nem enfiado a ponta.
Depois disso, ele começou a balançar devagar, entrando e saindo aos poucos, e eu senti meu cu relaxando. Mas ainda assim não parava de apertar os olhos, porque a vara enorme dele ainda me causava um pouco de dor.
As mãos dele seguravam firme na minha cintura e ele ficava falando como eu era apertadinha e gostosa. Graças àquela porrada de creme e às estocadas devagar, ele conseguiu me empalar até a metade daquele pau delicioso.
O que você tá sentindo?" Pelo tom familiar da voz dela, sabia que tava falando comigo e não com a Katy.
Gosto, mas é grande demais" respondi.
Quer que eu meta tudo?" ele me perguntou.
Sim, por favor, continua" — eu disse pra ela.
Com isso, senti ele começar a me puxar pelos quadris com seus braços fortes, afundando devagar no meu cu. Depois do que pareceu uma eternidade, senti o toque suave dos pelos dele nas minhas nádegas junto com o calor do par de bolas enormes dele.
Esteban soltou um gemido de prazer ao sentir a pica dele inteira dentro de mim e falou: "Agora sim, meu amor, você vai ver como vou te encher todinha de porra!" De novo eu tinha virado a Kati, a mulherzinha dele.
Começou a me bombar com tanta força que lágrimas escorreram dos meus olhos, mas ao mesmo tempo sentia um prazer indescritível que nunca tinha imaginado antes. Ele tirava a pica até a metade do comprimento e depois me enfiava de novo, com as mãos na minha cintura. As mãos dele acariciavam minha bunda e ele me puxava pelo cabelo pra me dominar, e me dizia:
Toma, putinha, viu o que é um homem de verdade? Que gostoso é te comer, vadiazinha, que gostoso é te fazer minha puta!
As estocadas dela foram ficando mais e mais rápidas até que eu senti ela começando a me encher com aquele gostinho quente dela. O gozo dela foi um alívio, porque lubrificou toda a minha buceta, me fazendo sentir ainda mais prazer.
Quando terminou de gozar, desabou ao meu lado e eu me deitei sobre o peito dele, acariciando os pelos. Ele afagava meu cabelo com carinho e dizia o quanto tinha adorado me foder.
Eu pensei que ele ia dormir exausto depois da foda que acabou de me dar, mas pra minha surpresa ele disse que agora era a minha vez, por ter me comportado como uma putinha tão gostosa.
Tiro os lençóis de cima de mim, ficando pelado. Minha pequena ereção ainda dava pra notar, e ele se aproximou dela e enfiou inteira na boca sem nenhum problema, até meteu tudo junto com as bolas. Meu pau dançava dentro da boca quente e molhada dele, e ele fazia ele se mexer com a língua. Me chupou tão gostoso que no final gozei no maior orgasmo que já tive na vida. As poucas gotas de porra que eu conseguia produzir naquela época caíram na boca dele, e ele engoliu tudo sem dificuldade. Depois me beijou na boca e me abraçou com os braços musculosos. Me senti uma putinha completa que tinha satisfeito o seu macho. Fiquei um tempinho brincando com as bolas peludas dele até a gente cair no sono.
Daí em diante, tudo seguiu normal. Perante o mundo, éramos os melhores amigos, tínhamos namoradas e saíamos pra festas. Mas quando eu ficava na casa dele pra dormir, voltava a ser qualquer garota que ele quisesse que eu fosse, e eu o satisfazia como a melhor das putas.
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