Oi, pessoal 😘 Como vocês estão? Eu tô bem, vim contar essa história de como foi a vez que meu pai me comeu. Desde pequena, sempre tive o fetiche de me vestir com a roupa da minha irmã e da minha mãe, e com o tempo fui comprando minhas próprias roupas. Um dia, que tava sozinha em casa, peguei uma tanga preta, uma minissaia e um top rosa e comecei a me masturbar analmente. Usei um vibrador que tava no quarto da minha mãe. De repente, chega uma ligação do meu pai, atendo e ele diz algo tipo:
- Oi, filho.
- Oi, pai, aconteceu alguma coisa?
- Sim, esqueci de te contar que ontem instalamos câmeras de segurança, porque da outra vez nos roubaram.
- QUE?! COMO?! ONDE?!
- Bem, como te falei, coloquei câmeras no seu quarto, no meu, na sala e no corredor.
- C-claro, pai-.
Falei tudo congelada de medo. Desliguei a chamada e corri pro quarto dele. Tentei acessar o computador pra deletar as gravações, mas não consegui, o computador tinha senha. Tentei adivinhar, mas não era o aniversário dele, nem o meu, nem o da minha mãe. Completamente sem esperança, fui dormir, torcendo pra ele não ver, com sorte. Tirei a roupa, me meti na cama e dormi.
*À noite*
Acordei de madrugada com um rangido da porta (tenho sono leve) e vi uma silhueta. Sem lembrar do que tinha acontecido horas antes, achei que era um ladrão. Fingi que tava dormindo com medo de que ele fizesse alguma coisa. De repente, sinto as cobertas sendo puxadas pra baixo e começo a sentir uma mão tocando minhas nádegas. Fui ficando com tesão, mas ainda tava com medo, então continuei fingindo que dormia. As luzes acenderam e ouvi algo:
- Vai, para de bancar a sonsa, sua puta.
Decidi me virar e vi meu pai.
- P-pai?
- Não sabia que tinha uma filha vagabunda, vi seus vídeos ontem à noite.
Ele tava semi-nu, só de cueca, que tava toda inchada.
- D-desculpa, pai, é que-
Não consegui terminar de falar. De repente, ele baixou a cueca e enfiou o pau na minha boca.
- Cala a boca, puta. A partir de agora, sua boca não é mais pra falar, só pra chupar paus.
Na sequência disso, Me agarrou pelo cabelo e me fez chupar rápido — e se você contar isso pra alguém, eu vou postar seus vídeos. Nesse ponto, ele parou de me puxar pelo cabelo e, com a tesão, eu não conseguia evitar de chupar. — Que bem que você faz isso, hein, putinha, mas vamos ver a retaguarda. Depois de dizer isso, ele me colocou de quatro, tapou minha boca e começou a meter. — Você é bem apertadinha, hein, putinha. Eu quase estava gritando de dor, se não fosse porque tinha a boca tampada. — Nem tenta gritar, putinha, não vai adiantar nada. Logo depois disso, ele me deu um tapa na bunda. Aos poucos, a dor foi passando e se transformando em prazer. Em um momento, parei de gritar de dor e comecei a gemer de prazer. Isso continuou por mais 10 minutos até que ele gozou dentro de mim e se afastou. — De agora em diante, toda vez que sua mãe não estiver olhando, você vai ser minha putinha pessoal. Em seguida, ele deixou uns comprimidos com um rótulo que dizia "hormônios femininos" e foi embora. Fim. Gostaram? É minha primeira história, então me digam o que acham.
- Oi, filho.
- Oi, pai, aconteceu alguma coisa?
- Sim, esqueci de te contar que ontem instalamos câmeras de segurança, porque da outra vez nos roubaram.
- QUE?! COMO?! ONDE?!
- Bem, como te falei, coloquei câmeras no seu quarto, no meu, na sala e no corredor.
- C-claro, pai-.
Falei tudo congelada de medo. Desliguei a chamada e corri pro quarto dele. Tentei acessar o computador pra deletar as gravações, mas não consegui, o computador tinha senha. Tentei adivinhar, mas não era o aniversário dele, nem o meu, nem o da minha mãe. Completamente sem esperança, fui dormir, torcendo pra ele não ver, com sorte. Tirei a roupa, me meti na cama e dormi.
*À noite*
Acordei de madrugada com um rangido da porta (tenho sono leve) e vi uma silhueta. Sem lembrar do que tinha acontecido horas antes, achei que era um ladrão. Fingi que tava dormindo com medo de que ele fizesse alguma coisa. De repente, sinto as cobertas sendo puxadas pra baixo e começo a sentir uma mão tocando minhas nádegas. Fui ficando com tesão, mas ainda tava com medo, então continuei fingindo que dormia. As luzes acenderam e ouvi algo:
- Vai, para de bancar a sonsa, sua puta.
Decidi me virar e vi meu pai.
- P-pai?
- Não sabia que tinha uma filha vagabunda, vi seus vídeos ontem à noite.
Ele tava semi-nu, só de cueca, que tava toda inchada.
- D-desculpa, pai, é que-
Não consegui terminar de falar. De repente, ele baixou a cueca e enfiou o pau na minha boca.
- Cala a boca, puta. A partir de agora, sua boca não é mais pra falar, só pra chupar paus.
Na sequência disso, Me agarrou pelo cabelo e me fez chupar rápido — e se você contar isso pra alguém, eu vou postar seus vídeos. Nesse ponto, ele parou de me puxar pelo cabelo e, com a tesão, eu não conseguia evitar de chupar. — Que bem que você faz isso, hein, putinha, mas vamos ver a retaguarda. Depois de dizer isso, ele me colocou de quatro, tapou minha boca e começou a meter. — Você é bem apertadinha, hein, putinha. Eu quase estava gritando de dor, se não fosse porque tinha a boca tampada. — Nem tenta gritar, putinha, não vai adiantar nada. Logo depois disso, ele me deu um tapa na bunda. Aos poucos, a dor foi passando e se transformando em prazer. Em um momento, parei de gritar de dor e comecei a gemer de prazer. Isso continuou por mais 10 minutos até que ele gozou dentro de mim e se afastou. — De agora em diante, toda vez que sua mãe não estiver olhando, você vai ser minha putinha pessoal. Em seguida, ele deixou uns comprimidos com um rótulo que dizia "hormônios femininos" e foi embora. Fim. Gostaram? É minha primeira história, então me digam o que acham.
3 comentários - Meu pai me comeu