Dormindo com a Mãe Viúva para Consolá-laUm jovem de 18 anos começa dormindo com a mãe viúva para consolá-la e acaba engravidando ela... Logo após completar 18 anos, minha vida sofreu uma mudança radical... Filho único de um casal de freelancers de informática (dois engenheiros de telecomunicações), que tinham montado o negócio na própria casa... Como podem imaginar, nesse ambiente, eu era um fera da informática e colaborava com meus pais nos projetos deles, de igual para igual, ou seja, éramos três especialistas em telecomunicações, hackers que trabalhavam para várias multinacionais do setor... Justamente naquele ano eu tinha começado a estudar na universidade... Adivinha o quê... Kkkk Bom, o fato é que éramos uma família muito unida, já que passávamos praticamente juntos o tempo todo, com uma situação financeira folgada... Felizes... Mas tudo mudou de repente... Meu pai, aos 45 anos, sofreu um infarto agudo do miocárdio e morreu repentinamente... O mundo desabou sobre mim e minha mãe... Tanto meu pai quanto minha mãe também eram filhos únicos e seus respectivos pais já haviam morrido, então não tínhamos parentes diretos... Estávamos sozinhos no mundo... Mas tínhamos um ao outro, nos amávamos loucamente, éramos fortes e iríamos superar... Minha mãe, logicamente, sentiu o golpe ainda mais do que eu, além de ser muito sensível, e passou os dois dias até enterrarmos meu pai como uma alma penada, tendo a mim como seu único ombro amigo... Eu não me afastei dela nem por um momento, consolando-a e dando-lhe ânimo... Quando chegamos em casa depois do enterro, os dois estávamos destruídos, estávamos há mais de 24 horas sem dormir e praticamente sem comer... Minha mãe desabou no sofá e eu fui para a cozinha... Preparei alguns sanduíches e algumas frutas e comemos... Minha mãe não queria comer, mas eu obriguei e ela acabou comendo tudo... Descansamos um pouco e minha mãe disse que ia para a cama... Ela se levantou e quase caiu, Caiu, estava tonta... Segurei-a e acompanhei-a até seu quarto... Ali, a ausência do meu pai ficou mais evidente... Meu Deus, que solidão!... Exclamou entre soluços, sentada na cama... Sentei-me ao seu lado, abracei-a e, cobrindo seu rosto molhado de lágrimas com beijos, disse... Mãe, você não está sozinha, você me tem e nunca vou deixar você sozinha... Entre choros, ela me abraçou... Obrigada, minha vida... Eu sei que tenho você, graças a Deus... Ajudei-a a tirar a roupa, ela estava como ausente... Quando ficou só de calcinha e sutiã, perguntei o que queria vestir... Ela disse para pegar no armário uma camiseta branca (daquelas XXL)... Aproximei-me do armário para pegar e, quando voltei, ela tinha tirado o sutiã e estava com os peitos à mostra, com o olhar perdido... Obviamente o momento não tinha nada de erótico, mas era a primeira vez que via minha mãe usando apenas a calcinha e aquela imagem ficou inconscientemente gravada no meu cérebro... Seu corpo nu e, principalmente, seus peitos perfeitos...
Entregue a camiseta e ela, como um autômato, enfiou pela cabeça e ficou assim com ela... Vendo a situação, ajudei a colocar um braço, depois ela colocou o outro e novamente ficou assim com os braços caídos, o olhar perdido e a camiseta enrolada por cima dos seus peitos, que era o que impedia de cair para baixo... Essa imagem também ficou gravada no meu cérebro, porque era realmente impactante... Peguei a borda da camiseta e puxei para baixo, cobrindo finalmente seu torso... Ajudei-a a deitar na cama, a cobri, sentei na beirada, dei um beijo no seu rosto e disse... Descanse, mãe... Ela, como se acordasse de um sonho, me olhou, me agarrou pelo braço e disse... Não vai embora..., não me deixe sozinha, por favor... Tudo bem, mãe, não se preocupe, vou ficar com você... Estava claro que não podia deixá-la sozinha naquele estado, então comecei a tirar minha roupa para passar a noite ali com minha mãe angustiada... Fiz no automático, como sempre faço quando vou dormir... Tirei tudo e fiquei só de cueca, que é como durmo sempre (nossa casa é climatizada e todos dormimos com pouca roupa)... Mas de repente me dei conta de que não ia dormir sozinho e que ficar só de cueca não me parecia apropriado para dormir com minha mãe... Minha mãe, com os olhos sonolentos, me observava, esperando que eu terminasse e entrasse na cama... Apoiando uma mão no seu ombro para que prestasse atenção, eu disse... Mãe, vou um momento no meu quarto para colocar algo e já volto... Minha mãe, que sabia perfeitamente que eu dormia de cueca, me disse... Por que vai colocar algo, se você sempre dorme assim? Poxa, mãe, mas é que me dá vergonha dormir assim com você... Vai, vai, não fale bobagem e entre na cama, disse minha mãe com sua voz normal de mãe mandona... E foi o que fiz, entrei na cama e apaguei a luz... Até amanhã, mãe, que descanse... Minha mãe virou o corpo, se abraçou a mim, me deu um beijo e disse... Até amanhã minha vida e obrigado por ser tão bom comigo... Você sabe que te amo muito e que estarei sempre ao seu lado para o que precisar... respondi... Eu sei, minha vida... E assim adormecemos, vencidos pelo cansaço acumulado... No dia seguinte, quando acordei, eram 12 horas da manhã e minha mãe já não estava na cama... Eu tinha dormido 15 horas seguidas... Aos poucos fui tomando consciência da situação... A morte do meu pai..., o enterro..., minha mãe arrasada... Eu no quarto da minha mãe... Minha mãe tinha acabado de tomar banho e saiu do banheiro com um roupão e uma toalha enrolada na cabeça... Bom dia, querido, vejo que já está acordado... Bom dia, mamãe... Como você está? Estou bem, querido, dormi muito bem e o banho me deixou revigorada... Fico muito feliz, mamãe, porque você me deixou muito preocupado ontem à noite... Obrigada por tudo, meu amor... Agora só temos um ao outro e sei que você sempre estará aqui por mim, como esteve ontem à noite..., ao meu lado..., me dando seu apoio... Claro, mamãe, eu sempre estarei ao seu lado, então não se preocupe... Levantei-me e fui tomar banho para me refrescar, também precisava... Já no café da manhã, minha mãe começou a assumir o controle da situação... Continuaríamos nossas vidas com a maior normalidade possível... Eu continuaria na universidade e a ajudaria como sempre... Ela falaria com nossos clientes e ajustaríamos as cargas de trabalho para a nova situação... Em uma palavra, minha mãe havia assumido que precisava tomar o controle e faria isso como sempre fazia as coisas... Com a maior eficiência possível.. (Meu pai carinhosamente dizia que ela era "deliciosamente" prática)... O dia transcorreu com toda a normalidade que as circunstâncias permitiam... Sem nenhum problema sério... Já à noite, durante o jantar, minha mãe me diz... Querido, eu gostaria que por algum tempo você continuasse dormindo comigo, se você achar bem... Eu tinha pensado que dormir com ela naquela noite tinha sido uma exceção necessária dado o seu estado de espírito e que esta noite dormiríamos cada um na sua cama, então a proposta da minha mãe me pegou totalmente desprevenido... Minha mãe, vendo minha cara de surpresa, continuou me dizendo... Olha, querido, eu estou bem, mas quando me deitar hoje nessa cama enorme e vazia (a cama dos meus pais é de 2x2), a solidão vai ser mais evidente do que nunca e vai ficar insuportável, pelo menos agora no começo... Eu entendi perfeitamente os argumentos da minha mãe, então respondi imediatamente... Claro, mãe, seria o mínimo... não vou permitir que você sinta essa solidão nunca... Minha mãe pegou minhas mãos com as dela e, olhando para mim com cara de satisfação, me disse... Obrigada, meu filho, sabia que você entenderia... Eu aceitei de boa vontade a proposta e deixei no automático, pensando que minha mãe decidiria o momento em que se sentisse mentalmente preparada para dormir sozinha... E foi assim que começamos a dormir juntos com toda a normalidade... Os dias foram passando e minha mãe não demonstrava o mínimo interesse em dormir sozinha... Até que um dia, do nada e como se fosse brincando, ela me disse... Olha só, querido, além de ser tão bom você dormir comigo, ainda economizamos de ter que arrumar sua cama todos os dias e lavar os lençóis... Hahaha... (Como meu pai dizia, "deliciosamente" prática)... Eu ri da brincadeira... Hahaha... Pois é, mãe, só tem vantagens e nenhuma desvantagem... Estava claro... ela tinha mandado a mensagem de que dormir juntos era indefinido... eu tinha captado e respondido que pra mim não tinha problema... Tema encerrado... Continuaríamos dormindo juntos sem data para acabar... Mas não era verdade que não tinha nenhuma desvantagem, porque conforme o tempo ia passando (já vários meses), a dor e a tristeza pela morte do pai e marido iam diminuindo e... nossas respectivas libidos começavam a dar sinais inequívocos de que estavam despertando... Eu a verdade é que eu sentia um grande respeito pela minha mãe, mas ter aquele corpozão do lado todas as noites começou a me excitar, mesmo eu não querendo... Toda vez que a gente deitava, eu não parava de pensar que, debaixo da camiseta larga que ela vestia pra dormir, estavam aqueles peitos lindos que eu vi na primeira noite em que dormimos juntos... Nunca mais tinha visto eles de novo, mas eu sentia toda vez que ela dormia abraçada em mim... Porque, como parecia que ela não via maldade nenhuma, ela se abraçava em mim, apertando os peitos contra o meu peito... Outras vezes, quando ela acordava antes de mim, começava a acariciar meu peito, brincando com os pelos que eu tenho e com meus mamilos..., coisa que me deixava a mil, mas pra ela, pelo visto, não passava de uns carinhos no seu garoto... Eu tentava segurar a excitação, mas nem sempre conseguia, principalmente quando ela me abraçava e esmagava os peitos dela em mim e ela, acho que em algum momento, deve ter notado, mas não falava nada... Os meses foram passando e, claro, nossa intimidade só aumentava..., entre brincadeiras, a gente soltava indiretas e, como sem querer, ia tocando as partes mais íntimas dos nossos corpos... Chegou uma hora em que eu já estava totalmente desinibido e decidi fazer com o peito da minha mãe a mesma coisa que ela fazia com o meu... Acariciar os "mamilos" dela... Com a diferença mais que óbvia de "mamilos" que tinha... Hahaha. Então, um dia que eu acordei antes dela e peguei ela dormindo de costas, com os "mamilos" dela à minha disposição, meti minha mão por baixo da camiseta e comecei a acariciar, primeiro de leve, depois os mamilos... Quando peguei um mamilo e massageei com meus dedos, ela acordou... Eu continuei no meu canto, esperando pra ver o que ela ia dizer... Ela me olhou sorrindo e disse... Você gosta dos meus peitos?... Eu, como se fosse a coisa mais normal do mundo, respondi... Você tem uns peitos lindos, mãe, com uns mamilos perfeitos..., sem parar de massageá-las... Ela com um sorriso e cara de satisfação me disse... Obrigada, querido, pois os mamilos estão assim por sua culpa... Kkkk Por minha culpa?... Claro, você foi quem os deixou assim mamando neles durante 9 meses... você era um glutão... Kkkk Nossa... Kkkk... Pois sabe uma coisa? O quê? Que eu adoraria mamar neles de novo... Kkkk... Ela riu da minha "piada" kkkk... e para meu espanto me disse... Pois... eles são seus e de mais ninguém, então pode usá-los quando e como quiser... Caralho, minha mãe!... Não só não me "repreendeu", como ainda me incentivou a seguir em frente com minha fantasia... Não pensei duas vezes... Levantei a camiseta dela e comecei a chupetar aqueles deliciosos mamilos...
Ummmmmmm, que delícia, que delícia... Enquanto eu estava lá, ouvi minha mãe arfando e soltando gemidos de prazer... Você gosta, mamãe? Eu adoro, minha vida, continua, continua, meu amor... Ahahahah... Issooo, minha vida... Issooooo... Minha mãe gritava enquanto apertava minha cabeça contra seus peitos... Eu continuei comendo "gulosamente" aquela maravilha de carne macia... Acho que nós gozamos ao mesmo tempo... Porra, que loucura... Eu não conseguia acreditar... Nem preciso dizer que a partir daquele dia eu comia os peitos dela sempre que tinha vontade... Affff... Que gozadas que a gente dava, porque acabou que os peitos da minha mãe eram um dos seus pontos mais sensíveis... A forma particular que minha mãe tinha de ver as coisas me encorajou a seguir avançando num terreno que, pra mim, a princípio, parecia complicado e cheio de linhas vermelhas difíceis de superar... Visto o que vi, perdi todos os meus preconceitos e decidi continuar avançando pra ver até onde minha mãe considerava "normal" que a gente pudesse chegar... Então, uma noite quando fomos pra cama, comecei a comer mais uma vez os peitos da minha mãe e, enquanto fazia isso, desci minha mão até o elástico da calcinha dela e a coloquei por dentro... Minha mãe, que estava curtindo meus chupões nos peitos, me disse... Quer tocar minha bucetinha?... Eu adoraria, mamãe... Ela, sem mais, se levantou, tirou a calcinha e disse... Toda sua, meu amor...
Caralho, minha mãe é foda!, sem limites nem frescuras... Meti minha mão entre as pernas dela e comecei a acariciar sua buceta... Puta merda... ela estava encharcada... Minha mãe começou a gemer de prazer e minha pica ficou dura como uma pedra... Num estado de excitação máxima e sem limites nenhuns, eu disse pra minha mãe... Posso entrar? A resposta dela já me matou... Claro, meu amor, foi por aí que você saiu, então você deve conhecer bem o caminho... Hahaha Hahaha... Mãe, você é única, sem dúvida... Me coloquei entre suas pernas, ela levantou os joelhos e abriu bem as pernas pra facilitar minha entrada... Apontei minha pica pra entrada da sua buceta, apertei meus quadris e deslizei dentro do seu buraco quentinho e macio..., o mesmo buraco por onde, como minha mãe tinha lembrado, eu tinha saído uns 18 anos atrás...
Minha mãe soltou um grito de prazer ao me sentir dentro dela... E começou a ter um orgasmo... As contrações da sua buceta praticamente sugavam meu pau e me davam um prazer incrível... Não gozei naquele momento porque não sabia se minha mãe tomava precauções e não queria correr o risco de engravidá-la... Então, fazendo um grande esforço, consegui controlar minha ejaculação iminente... Aproximei-me do ouvido da minha mãe, que estava gemendo e aproveitando seu orgasmo, e perguntei... Mãe, posso gozar dentro?... Entre suspiros e com voz embargada, ela respondeu... Sim, minha vida... Obrigado, mãe..., vou gozar dentro de você, vou inundar suas entranhas com minha porra quentinha e quero que você sinta e aproveite... Meu pau, que já não aguentava mais, começou a descarregar dentro de sua cavidade úmida, macia e quente... Uma, duas, três, quatro descargas...
Minha mãe começou a sentir quando eu jorrei dentro dela e enlouqueceu de prazer... Eu tinha enfiado até o fundo e fiquei parado, para que minha mãe pudesse sentir melhor minhas descargas... Com os olhos arregalados, ela balbuciava frases de aprovação, surpresa, satisfação e ternura... Seu filho estava inundando com porra o lugar por onde ela o trouxe ao mundo... isso deve ser uma das sensações mais profundamente intensas que uma mãe possa sentir... Mas uma coisa são os sentimentos e o coração e outra são as reações do corpo... Minha mãe estava gozando ao mesmo tempo que seu filho..., seu corpo tremia, suas mãos tinham envolvido meu corpo e me apertava contra ela, cravando as unhas nas minhas costas... Siiiiim, minha vida... Siiiiim... Ai meu Deus... Ai meu Deus... Sinto sua porra quente dentro de mim... Siiim... Siiim... Me dá toda, minha vida... Inunda as entranhas da sua mãe... Minha mãe repetia isso uma e outra vez, enquanto nós dois tínhamos o que sem dúvida seria o orgasmo mais intenso de nossas vidas... Quando terminamos de gozar, nos separamos e nos esparramamos na cama totalmente exaustos...
Depois de recuperar o fôlego, perguntei à minha mãe que método anticoncepcional ela usava... Ela respondeu que era a pílula mensal... Imaginei, mas perguntei antes de gozar porque pensei que depois de mais de um ano da morte do papai você poderia ter parado de tomar... E ela tinha parado de tomar... Então? perguntei com visível preocupação... Hahaha... Minha mãe riu vendo minha cara... Bom, eu voltei a tomar no mês passado, porque quando você chupou meus peitos eu entendi que a gente tinha começado um caminho sem volta e era questão de tempo até você dar o próximo passo... e se você desse, eu tinha que estar preparada, porque eu também estava desejando isso, meu amor... e continuou...
Na minha idade, eu sabia que ia precisar de um homem mais cedo ou mais tarde, então quando comecei a perceber seu interesse por mim como mulher, fiquei com tudo muito claro na cabeça: esse homem seria você... Se você não tinha problemas por eu ser sua mãe, eu também não teria por você ser meu filho... Você é maior de idade, é o homem mais parecido com meu marido, a quem sempre amei, então pra que procurar um homem lá fora se eu tinha o homem perfeito em casa, e ainda por cima o homem que mais amo no mundo... Eu não ia forçar nada em você, mas estava disposta a te dar todas as facilidades... Minha mãe, a "deliciosamente" prática em estado puro...
Havia passado apenas 6 meses desde que minha mãe e eu começamos nosso relacionamento "matrimonial" quando minha mãe, a "deliciosamente" prática, começou a dar voltas na sua cabecinha pesando os prós e contras de engravidar... Ela ia fazer 40 anos e, apesar de, segundo ela, hoje em dia muitas mulheres serem férteis até os 50, se decidíssemos ter um filho, quanto antes melhor... Eu disse que se ela tivesse certeza, por mim não havia nenhum problema... E... Partimos pra ação... Minha mãe assumiu o comando... Fora pílula e nada de uma trepada quando dava vontade, tinha que foder pelo menos umas duas vezes todos os dias até ela engravidar... Kkkk Dito e feito... Não precisamos esperar muito, ela engravidou no mês seguinte depois de parar a pílula... Graças a Deus, porque senão ela me mata de tanto gozar... Kkkk
Nove meses depois, tivemos uma linda menina... Era o que minha mãe queria, uma menina e eu consegui... CLARO QUE CONSEGUI... hahaha...
4 comentários - A depressão da minha mãe querida