Meu nome é Juliana. Tenho 36 anos, mas pareço bem mais nova e curto muito a vida que levo. Não é nada luxuosa, mas não tenho do que reclamar. Tenho tudo que preciso e, de vez em quando, me permito uns pequenos prazeres culposos. Me considero uma mulher bem ativa sexualmente e de mente muito aberta. Na cama, sempre fui do tipo que gosta de satisfazer o parceiro e levar o prazer ao extremo, mesmo que isso envolva realizar umas fantasias perversas dos meus parceiros. Atualmente sou divorciada, mas nunca fico sozinha. Sempre tive uma natureza meio selvagem quando o assunto é sexo. Fisicamente, sou uma mulher alta, 1,73m. Meu corpo é bem volumoso, não sou gorda, mas também não sou de osso. Meus peitos são bem grandes desde a puberdade. Minha bunda é igualmente proeminente. Adoro usar decotes e fio dental pra provocar os olhares dos homens. Minhas medidas são 98-63-109, tenho cintura fina, quadril largo, coxas carnudas, lábios igualmente carnudos, minha bunda é firme e redondinha, sou de cabelo preto e pele branca, com olhos castanhos claros. Como qualquer mulher, adoro me sentir desejada. Minha primeira vez foi quando eu era bem novinha, e desde então nunca parei de experimentar. Descobrir o sexo tão cedo me levou a aproveitar experiências que foram indescritíveis.
Minha história começa com meu filho Lucas. Ele é um garoto muito bonito, tem 18 anos e não sou eu que digo, ele é gostoso de verdade, é universitário e joga futebol americano na faculdade. Sempre tirou notas muito boas e é muito carinhoso e atencioso comigo. Vive procurando um jeito de me ajudar e me fazer sentir bem. Às vezes, me elogia sobre minha aparência física.
—Mami, esse decote fica uma delícia em você.
—Esses jeans ficaram muito gostosos em você.
Lucas, meu garoto tinha 18 anos, olhos verde-mar profundo, cabelo preto azulado, pele branca meio bronzeada, 1,88m de altura, corpo atlético, musculoso, braços e pernas longos, tonificados e musculosos, abdômen definido, peitoral forte, ombros largos, costas largas, pés e mãos grandes e ágeis, voz forte, atitude segura e decidida. Agora vem, porque eu digo que ele é gostoso.
Eu sempre recompenso cada um dos elogios dele com um beijinho na boca. Pra muita gente é estranho ver uma mãe beijar o filho na boca, mas pra mim sempre foi algo muito natural. Um dia, tava no trampo e recebi uma ligação da universidade do meu filho.
—Tô falando com a dona Juliana?
—Sou eu. O que cê precisa?
—Falamos da parte do seu filho Lucas
—¡¿Aconteceu alguma coisa com meu filho?!
—Ela teve uma queda muito forte e quebrou os dois braços, agora tá no hospital.
—Deus me livre! Muito obrigada, já tô indo pro hospital.
Dirigi o mais rápido que pude e meu coração quase saiu pela boca. Cheguei no hospital e me falaram que o pai dela já tinha chegado e que ele mesmo tinha assinado os papéis pra cirurgia. Parece que um dos braços dela fraturou em vários pedaços e ia precisar de uns parafusos. A cirurgia demorou umas horas e logo levaram ela pro quarto. Fiquei com ela até acordar. Segurava a mão dela e beijava a carinha toda.
—Que bom que você já acordou, bebê. —Falei. —Não se preocupa, sua mamãe vai cuidar de você direitinho, vou fazer com que não te falte nada. —Falei.
—Tô bem, gostosa, foi só um tombo besta, não é nada.
—Como assim, nada?! Você quebrou os dois braços. —Falei preocupada.
—Tá bom, vou tentar não me esforçar muito e deixar você me mimar então, mas não se preocupa mais, por favor. —Ela disse.
—Bom, quando te derem alta, vou te levar pra casa, onde posso cuidar melhor de você.
Quando ele chegou em casa, tava muito cansado. Os comprimidos pra dor deixaram ele meio tonto e as enfermeiras só davam banho de esponja, o que deixou ele com um cheiro meio estranho. A primeira coisa que eu falei pra ele foi.
—Tem que te dar um banho!
Entramos em casa e eu troquei minha roupa do trabalho por algo mais confortável. Coloquei uma blusa de alcinha e um shortinho meio pequeno pra ficar em casa, porque onde eu moro sempre faz um calorão. Meu filho tava meio enrolando pra tirar a roupa na frente da mãe, mas no fim não teve jeito, ele teve que tirar.
—Tá bom, meu amor, deixa eu colocar essas bolsas especiais nos teus braços pra não entrar água.
—Ei, gostosa, pode fechar os olhos enquanto me lava? Não quero que me veja pelado assim.
—Não seja bobinho, não consigo te dar um banho direito se ficar de olhos fechados.
—Mas é que me dá vergonha, mãe.
—Te vi milhares de vezes quando você era moleque, o quanto você poderia ter mudado? Deixa eu abaixar isso pra você poder entrar no banho.
Me ajoelhei e desabotoei o cinto dele. Desabotoei o botão da calça jeans e puxei o zíper pra baixo. Segurei na cintura dele e fui puxando até o chão. Ele ficou só de cueca, daquelas que ele gostava de usar bem justinhas. Não via ele de roupa íntima desde que era um garotinho e, sinceramente, tinha mudado muito. O que tinha debaixo daquela cueca já não era mais o pinto de um menino pequeno, era a piroca de um homem, e pelo tamanho que dava pra perceber através do tecido, era imponente. Eu sorri um pouco e a curiosidade tomou conta de mim. Queria ver o quanto meu garotão tinha crescido desde que a gente tomava banho junto quando ele era pequeno. Quando puxei a cueca dele pra baixo, uma piroca grande apareceu na minha frente, no estado mole, uns 18 centímetros de comprimento fácil, meio grossa e com uma cabeça carnuda e brilhante. Os pelos estavam bem aparados e as bolas bem raspadas.
—Puxa, meu garotão cresceu pra caramba!
—Mami, por isso que eu não queria que você me desse banho, não quero que você zoe de mim igual meus colegas de time.
—E como alguém poderia tirar uma com a sua cara, tendo uma piroca tão bonita, meu amor? É pura inveja, eles bem que queriam estar no lugar do meu gostosão.
—Pois é, ficam tirando sarro de mim, me apelidaram de cavalo.
—Pois você carrega esse apelido com orgulho, amor, e se te perguntarem por que é, conta pra eles.
Peguei na mão dele e levei pro banheiro. Tirei meu short e minha blusa, deixando meus peitões e minha bunda à mostra. Ele ficou me encarando e disse.
—Mamãe vai ser igual quando a gente tomava banho junto, mamãe.
—Bom, um pouco, embora naquela época a gente fizesse tudo completamente pelados. —Falei.
Entrei no chuveiro com ele e sentei ele numa cadeira grande de plástico. Passei um pouco de sabão numa esponja e consegui fazer bastante espuma. Comecei a esfregar ele no peito tão definido e musculoso, algo em mim se sentia diferente. De repente, vi meu filho como homem. O corpo dele, marcado e grande, já não me era indiferente. Eu, sem parar de esfregar, imaginava o que faria com ele se não fosse do meu sangue. Terminei de ensaboar o peito, abdômen, costas e pernas, só faltavam os glúteos e a buceta dele. Pedi pra ele se levantar e fiquei atrás dele.
—Que rabão que a love tem, não tinha te visto direito. —Falei enquanto sorria.
—Mamãe, não fala essas coisas, me envergonha. —Ela disse com o rosto todo vermelho.
Esfreguei ele com a esponja e depois fui meio safada e apertei forte os glúteos dele com as minhas mãos. Ele ficou bem desconfortável, mas não falou nada. Eu tava muito excitada e meu filho me disse.
—Já, gostosa, para.
Virei ele e pude ver o motivo de uma reação tão exaltada. Meu filho tinha ficado excitado com a massagem tão gostosa que eu tinha dado nos glúteos dele e estava muito envergonhado. O pau dele estava completamente duro, fácil o cacete tinha mais de 25 centímetros de comprimento e a grossura tinha aumentado, as veias apareciam através da pele do pau formando protuberâncias lineares como se fossem caminhos caprichosos. As bolas dele estavam cheias e com restos de espuma do sabão.
—Não se preocupa, amor, é algo natural.
—Me perdoa, gostosa, é que faz tempo que eu não me alívio.
—Imagino, amor, mas tem que lavar aí também, não pode ficar sujo.
—Tá bom, gostosa, mas não demora muito.
—Relaxa aí.
Me ajoelhei e coloquei a esponja em volta do pau dele, tão gigantesco, e comecei a esfregar com sabão. Vítima da luxúria que aquele pinto provocava, perdi o controle. Esfreguei cada vez mais rápido e violentamente. Ele só fechava os olhos. Até que, depois de uns dois minutos, o pau dele soltou o maior orgasmo que já vi, que acertou em cheio na minha cara. Jatos e jatos de porra caíram no meu rosto, grossa e quente. Meu filho gemia de prazer e, quando percebeu o que tinha acontecido, me pediu desculpas mil vezes. Limpei a porra do meu rosto com os dedos e levei à boca para provar.
—Sabe que é muito gostosa, meu amor, não precisa se desculpar. —Falei. —Toda vez que precisar desabafar, é só falar com a mamãe que eu vou aliviar essa tensão, amor. Agora me espera que tenho que tirar essa porra de cum de cima.
Tirei a calcinha e fiquei completamente pelada na frente dos olhos dele.
--Espera aí sentado, meu amor, enquanto eu tomo banho.
Abri o chuveiro e me ensaboei sensual na frente dele. Meu filho teve uma segunda ereção e eu olhava com tesão.
—Parece que aquele grandalhão precisa desabafar um pouco mais. —Ajoelhei na frente dele e abri minha boca.
Ele só fechava os olhos. Até que, depois de uns minutos, o pau dele soltou o maior orgasmo que já vi, que bateu na minha cara. Jatos e jatos de porra caíram no meu rosto, grossa e quente. Meu filho gemia de prazer e, quando percebeu o que tinha acontecido, me pediu desculpas mil vezes. Eu limpei a porra do meu rosto com os dedos e levei à boca pra provar.
—Sabe que é muito gostosa, meu amor, não precisa se desculpar. —Falei. —Toda vez que precisar desabafar, é só falar com a mamãe que eu vou aliviar essa tensão, amor. Agora me espera que tenho que tirar essa porra de cum de cima.
Tirei a calcinha e fiquei completamente pelada na frente dele.
--Espera aí sentado, meu amor, enquanto tomo um banho.
Abri o chuveiro e me ensaboei sensualmente na frente dele. Meu filho teve uma segunda ereção e eu olhava com tesão.
—Parece que aquele grandalhão precisa desabafar um pouco mais. —Ajoelhei na frente dele e abri minha boca.
Abri minha boca e encostei no pau dele. Ele se levantou bruscamente da cadeira e gritou.
—Nãooooo! Já chega! Somos mãe e filho, não podemos fazer isso. Enxuga meu corpo e me deixa sair. — Disse com o rosto corado, mas desta vez era de uma raiva profunda.
Eu me cobri com uma toalha que, pelo tamanho tão pequeno, mal conseguia esconder minha anatomia. Depois, sequei ele sem focar muito nos genitais dele. Ele estava bem irritado e, pelo visto, não queria mais falar comigo, o que me partia o coração. Levei ele até o quarto dele e ajudei a se vestir, e aproveitei para tocar no pau dele de novo enquanto colocava dentro da cueca apertada. Ele não disse uma palavra sequer. Saí do quarto para deixá-lo sozinho um tempo e ele se acalmar. Talvez eu tivesse ido longe demais, uma mãe não deveria fazer esse tipo de coisa sexual com o filho, mas... o desejo que ele tinha despertado em mim era tão intenso que era praticamente impossível de aguentar. As dimensões enormes do pau dele faziam minha buceta tremer. Fazia anos que eu não via um pau tão descomunal, ou melhor, nunca tinha visto um assim, e minha buceta gritava que queria ele, mas era impossível, ele era meu filho e agora parecia que me odiava pelo que aconteceu. No dia seguinte, ele foi para a faculdade. Levou o celular para gravar tudo o que era dito na aula, assim não precisava anotar nada. Dei um beijo grande nele quando ele saiu e falei.
—Eu te amo. —Ele não disse nada e saiu de casa.
Eu tava muito preocupada de ter estragado a relação bonita que eu tinha com meu filho. Ter feito aquilo foi um erro terrível e talvez a fissura na nossa conexão emocional fosse irreparável. De tarde, ele chega com uns amigos da faculdade. Jogadores de futebol que aproveitavam qualquer momento a sós comigo, tipo cruzar no corredor enquanto iam pro banheiro, pra tentar me seduzir. Muitos eram bem gostosos, mas eu não ligava pra caras tão novos. O mais atrevido de todos era o Jorge, um moleque cheio da grana. Arrogante e babaca como ninguém, tentava em qualquer oportunidade me convencer a levar pra cama. Ele chegou na cozinha enquanto os outros viam o jogo pra papear comigo. Eu, pra não ser grossa, fui na onda dele.
—Oi Juliana, como cê tá, nem é pergunta, cê tá uma delícia.
—Oi Jorge, valeu... acho.
—Ei, quando é que você vai me dar o sim?
—Se a quê?
—Então, bora sair pra algum lugar pra se conhecer melhor, tipo cinema ou jantar.
—Acho que isso nunca vai rolar, Jorginho.
—Não me trata como criança, que eu posso te dar uma surpresa e tanto.
—Duvido muito, querida. Agora, se me der licença, tenho coisas pra fazer.
—Beleza, como quiser.
Comecei a trocar os lençóis dos quartos do segundo andar pra não ter mais encontros casuais com Jorge ou qualquer um dos amigos do meu filho. Mais tarde eles foram embora e meu filho tava meio sonolento. Miguel, um amigo de infância do meu filho que tava na reunião, me disse que ele tinha bebido um pouco, mesmo ele tendo aconselhado a não fazer isso. Agradeci ele por ter me contado a verdade, e ele saiu fechando a porta atrás de si. Meu filho tinha apagado completamente por causa da mistura de remédios pra dor e álcool, caído desmaiado, imóvel e roncando que nem um leão no sofá. Fui pro segundo andar pegar a roupa de dormir dele e comecei a tirar a roupa dele com muito cuidado pra não machucar. Tirei a camiseta dele bem devagar e com cautela pra não machucar os braços, ele não deu o menor sinal de acordar, então continuei com o que tava fazendo. Depois abri o botão da calça jeans dele e puxei o zíper. O cheiro de homem que vinha da virilha dele me perturbou de novo. Peguei rápido a calça dele e fui descendo devagar pra não acordar ele. A excitação em mim cresceu e eu tava de novo na frente daquele monumento de paus enormes. Tirei a cueca dele só até os joelhos e vi ele de novo. Majestoso, grosso e imponente. A besta selvagem dormia num travesseiro de pernas. Então, pra encarar aquele monstro, decidi acordar ele. Peguei ele na minha mão, que não conseguia envolver ele inteiro por causa da grossura. Comecei a esfregar ele pra cima e pra baixo. Aquela porra de pau bestial deu os primeiros sinais de vida, alargando ainda mais. Eu me lambuzava como se fosse o manjar mais gostoso desse mundo. A cada fricção da minha mão na pele delicada dele, fazia ele crescer ainda mais. Logo tomou as mesmas dimensões da situação que rolou no chuveiro. O calor no meu corpo era insuportável, fiquei curiosa, então fui pegar uma régua pra medir ele e fiquei com água na boca, tinha um pau de 27 centímetros de comprimento e 16 de grossura. centímetros de grossura, era simplesmente a maior que eu já tinha visto. Tirei toda a roupa e continuei masturbando ele. Ele não acordava, tava completamente nocauteado. Pensei que essa era minha chance e me aproximei dele. Passei a mão no abdômen definido dele e inclinei a cabeça de novo.
—Filho… filho… você tá acordado. —Chamei ele com medo e tesão. —Desculpa, filho, não aguentei.
Dessa vez minha língua fez contato pela primeira vez com a grande cabeça dele e a sensação foi avassaladora. Minha mente rodava, tomada por todos os sentidos: o cheiro, o gosto, o prazer. Virei uma puta e comecei a chupar ele como tal. Minha língua percorria cada centímetro daquele pedaço enorme de carne. O gosto de urina e suor estava por todo lado. Ele só soltava uns gemidos baixinhos, mas continuava dormindo.
—Mmmmnn, Mmmnn, mmnn Uhmmmm…
Eu aproveitei e continuei saboreando aquela delícia. Minha língua virou uma exploradora naquele terreno desconhecido pra mim. Logo tomou posse de cada parte daquele território imenso, enchendo ele de saliva e fazendo ele gozar. Resolvi levar pro próximo nível e, de uma vez, enfiei ele até minha garganta, bom, o que deu. Não coube tudo por causa do tamanho e tive que me arquear na minha primeira tentativa. A saliva que acumulou na minha boca era demais por causa disso, e cuspi tudo em cima do pau dele. Masturbei ele de novo e, recuperada, comecei a entregar minha garganta, dessa vez cheguei bem mais longe. Continuei dando prazer, ele não aguentou muito, um gemido de prazer saiu bem baixinho e uma avalanche de porra jorrou do pau dele.
--Hooooh, hooo, hooo, hooo, hooo, hooo, Mmmmnn, Mmnnn, Mmnmnnn, Mmnnnn, Mnnn, Ohhhhhhh…
Os grumos eram evidentes. Tanto que eu conseguia senti-los. O cum dele era tão grosso e abundante que me dominou. Engasguei um pouco e muito escapou da minha boca pelo canto dos lábios, tossindo, caindo na barriga dele. Bebi o que tinha na boca, saboreando e não deixando uma gota escapar. Limpei o que restou no canto dos lábios com os dedos e chupei como se fosse o doce mais delicioso. O sabor era divino. Meu filho estava banhado no próprio esperma e eu não podia deixá-lo assim. Minha língua, quase possessa, começou a percorrer o corpo dele, limpando aquele elixir doce sem deixar vestígios. Minha excitação cresceu ainda mais e minha buceta estava completamente molhada. Subi com cuidado no sofá e disse.
—Deus, perdão, perdão… me perdoa, filho, mas essa noite você tem que ser meu.
Coloquei o pauzão dele bem na entrada da minha buceta e desci, sentindo uma dor gostosa que fez meu corpo arquear.
--Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay Meu Deeeeeeeeeus! haaaaaaaaaaaaaaaaay Meu Deeeeeeeeeus! Gostosoooo…
Comecei a montar nele como um potro selvagem, não passaram nem 5 segundos e meu filho acordou.
Continua…
Minha história começa com meu filho Lucas. Ele é um garoto muito bonito, tem 18 anos e não sou eu que digo, ele é gostoso de verdade, é universitário e joga futebol americano na faculdade. Sempre tirou notas muito boas e é muito carinhoso e atencioso comigo. Vive procurando um jeito de me ajudar e me fazer sentir bem. Às vezes, me elogia sobre minha aparência física.
—Mami, esse decote fica uma delícia em você.
—Esses jeans ficaram muito gostosos em você.
Lucas, meu garoto tinha 18 anos, olhos verde-mar profundo, cabelo preto azulado, pele branca meio bronzeada, 1,88m de altura, corpo atlético, musculoso, braços e pernas longos, tonificados e musculosos, abdômen definido, peitoral forte, ombros largos, costas largas, pés e mãos grandes e ágeis, voz forte, atitude segura e decidida. Agora vem, porque eu digo que ele é gostoso.
Eu sempre recompenso cada um dos elogios dele com um beijinho na boca. Pra muita gente é estranho ver uma mãe beijar o filho na boca, mas pra mim sempre foi algo muito natural. Um dia, tava no trampo e recebi uma ligação da universidade do meu filho.
—Tô falando com a dona Juliana?
—Sou eu. O que cê precisa?
—Falamos da parte do seu filho Lucas
—¡¿Aconteceu alguma coisa com meu filho?!
—Ela teve uma queda muito forte e quebrou os dois braços, agora tá no hospital.
—Deus me livre! Muito obrigada, já tô indo pro hospital.
Dirigi o mais rápido que pude e meu coração quase saiu pela boca. Cheguei no hospital e me falaram que o pai dela já tinha chegado e que ele mesmo tinha assinado os papéis pra cirurgia. Parece que um dos braços dela fraturou em vários pedaços e ia precisar de uns parafusos. A cirurgia demorou umas horas e logo levaram ela pro quarto. Fiquei com ela até acordar. Segurava a mão dela e beijava a carinha toda.
—Que bom que você já acordou, bebê. —Falei. —Não se preocupa, sua mamãe vai cuidar de você direitinho, vou fazer com que não te falte nada. —Falei.
—Tô bem, gostosa, foi só um tombo besta, não é nada.
—Como assim, nada?! Você quebrou os dois braços. —Falei preocupada.
—Tá bom, vou tentar não me esforçar muito e deixar você me mimar então, mas não se preocupa mais, por favor. —Ela disse.
—Bom, quando te derem alta, vou te levar pra casa, onde posso cuidar melhor de você.
Quando ele chegou em casa, tava muito cansado. Os comprimidos pra dor deixaram ele meio tonto e as enfermeiras só davam banho de esponja, o que deixou ele com um cheiro meio estranho. A primeira coisa que eu falei pra ele foi.
—Tem que te dar um banho!
Entramos em casa e eu troquei minha roupa do trabalho por algo mais confortável. Coloquei uma blusa de alcinha e um shortinho meio pequeno pra ficar em casa, porque onde eu moro sempre faz um calorão. Meu filho tava meio enrolando pra tirar a roupa na frente da mãe, mas no fim não teve jeito, ele teve que tirar.
—Tá bom, meu amor, deixa eu colocar essas bolsas especiais nos teus braços pra não entrar água.
—Ei, gostosa, pode fechar os olhos enquanto me lava? Não quero que me veja pelado assim.
—Não seja bobinho, não consigo te dar um banho direito se ficar de olhos fechados.
—Mas é que me dá vergonha, mãe.
—Te vi milhares de vezes quando você era moleque, o quanto você poderia ter mudado? Deixa eu abaixar isso pra você poder entrar no banho.
Me ajoelhei e desabotoei o cinto dele. Desabotoei o botão da calça jeans e puxei o zíper pra baixo. Segurei na cintura dele e fui puxando até o chão. Ele ficou só de cueca, daquelas que ele gostava de usar bem justinhas. Não via ele de roupa íntima desde que era um garotinho e, sinceramente, tinha mudado muito. O que tinha debaixo daquela cueca já não era mais o pinto de um menino pequeno, era a piroca de um homem, e pelo tamanho que dava pra perceber através do tecido, era imponente. Eu sorri um pouco e a curiosidade tomou conta de mim. Queria ver o quanto meu garotão tinha crescido desde que a gente tomava banho junto quando ele era pequeno. Quando puxei a cueca dele pra baixo, uma piroca grande apareceu na minha frente, no estado mole, uns 18 centímetros de comprimento fácil, meio grossa e com uma cabeça carnuda e brilhante. Os pelos estavam bem aparados e as bolas bem raspadas.
—Puxa, meu garotão cresceu pra caramba!
—Mami, por isso que eu não queria que você me desse banho, não quero que você zoe de mim igual meus colegas de time.
—E como alguém poderia tirar uma com a sua cara, tendo uma piroca tão bonita, meu amor? É pura inveja, eles bem que queriam estar no lugar do meu gostosão.
—Pois é, ficam tirando sarro de mim, me apelidaram de cavalo.
—Pois você carrega esse apelido com orgulho, amor, e se te perguntarem por que é, conta pra eles.
Peguei na mão dele e levei pro banheiro. Tirei meu short e minha blusa, deixando meus peitões e minha bunda à mostra. Ele ficou me encarando e disse.
—Mamãe vai ser igual quando a gente tomava banho junto, mamãe.
—Bom, um pouco, embora naquela época a gente fizesse tudo completamente pelados. —Falei.
Entrei no chuveiro com ele e sentei ele numa cadeira grande de plástico. Passei um pouco de sabão numa esponja e consegui fazer bastante espuma. Comecei a esfregar ele no peito tão definido e musculoso, algo em mim se sentia diferente. De repente, vi meu filho como homem. O corpo dele, marcado e grande, já não me era indiferente. Eu, sem parar de esfregar, imaginava o que faria com ele se não fosse do meu sangue. Terminei de ensaboar o peito, abdômen, costas e pernas, só faltavam os glúteos e a buceta dele. Pedi pra ele se levantar e fiquei atrás dele.
—Que rabão que a love tem, não tinha te visto direito. —Falei enquanto sorria.
—Mamãe, não fala essas coisas, me envergonha. —Ela disse com o rosto todo vermelho.
Esfreguei ele com a esponja e depois fui meio safada e apertei forte os glúteos dele com as minhas mãos. Ele ficou bem desconfortável, mas não falou nada. Eu tava muito excitada e meu filho me disse.
—Já, gostosa, para.
Virei ele e pude ver o motivo de uma reação tão exaltada. Meu filho tinha ficado excitado com a massagem tão gostosa que eu tinha dado nos glúteos dele e estava muito envergonhado. O pau dele estava completamente duro, fácil o cacete tinha mais de 25 centímetros de comprimento e a grossura tinha aumentado, as veias apareciam através da pele do pau formando protuberâncias lineares como se fossem caminhos caprichosos. As bolas dele estavam cheias e com restos de espuma do sabão.
—Não se preocupa, amor, é algo natural.
—Me perdoa, gostosa, é que faz tempo que eu não me alívio.
—Imagino, amor, mas tem que lavar aí também, não pode ficar sujo.
—Tá bom, gostosa, mas não demora muito.
—Relaxa aí.
Me ajoelhei e coloquei a esponja em volta do pau dele, tão gigantesco, e comecei a esfregar com sabão. Vítima da luxúria que aquele pinto provocava, perdi o controle. Esfreguei cada vez mais rápido e violentamente. Ele só fechava os olhos. Até que, depois de uns dois minutos, o pau dele soltou o maior orgasmo que já vi, que acertou em cheio na minha cara. Jatos e jatos de porra caíram no meu rosto, grossa e quente. Meu filho gemia de prazer e, quando percebeu o que tinha acontecido, me pediu desculpas mil vezes. Limpei a porra do meu rosto com os dedos e levei à boca para provar.
—Sabe que é muito gostosa, meu amor, não precisa se desculpar. —Falei. —Toda vez que precisar desabafar, é só falar com a mamãe que eu vou aliviar essa tensão, amor. Agora me espera que tenho que tirar essa porra de cum de cima.
Tirei a calcinha e fiquei completamente pelada na frente dos olhos dele.
--Espera aí sentado, meu amor, enquanto eu tomo banho.
Abri o chuveiro e me ensaboei sensual na frente dele. Meu filho teve uma segunda ereção e eu olhava com tesão.
—Parece que aquele grandalhão precisa desabafar um pouco mais. —Ajoelhei na frente dele e abri minha boca.
Ele só fechava os olhos. Até que, depois de uns minutos, o pau dele soltou o maior orgasmo que já vi, que bateu na minha cara. Jatos e jatos de porra caíram no meu rosto, grossa e quente. Meu filho gemia de prazer e, quando percebeu o que tinha acontecido, me pediu desculpas mil vezes. Eu limpei a porra do meu rosto com os dedos e levei à boca pra provar.
—Sabe que é muito gostosa, meu amor, não precisa se desculpar. —Falei. —Toda vez que precisar desabafar, é só falar com a mamãe que eu vou aliviar essa tensão, amor. Agora me espera que tenho que tirar essa porra de cum de cima.
Tirei a calcinha e fiquei completamente pelada na frente dele.
--Espera aí sentado, meu amor, enquanto tomo um banho.
Abri o chuveiro e me ensaboei sensualmente na frente dele. Meu filho teve uma segunda ereção e eu olhava com tesão.
—Parece que aquele grandalhão precisa desabafar um pouco mais. —Ajoelhei na frente dele e abri minha boca.
Abri minha boca e encostei no pau dele. Ele se levantou bruscamente da cadeira e gritou.
—Nãooooo! Já chega! Somos mãe e filho, não podemos fazer isso. Enxuga meu corpo e me deixa sair. — Disse com o rosto corado, mas desta vez era de uma raiva profunda.
Eu me cobri com uma toalha que, pelo tamanho tão pequeno, mal conseguia esconder minha anatomia. Depois, sequei ele sem focar muito nos genitais dele. Ele estava bem irritado e, pelo visto, não queria mais falar comigo, o que me partia o coração. Levei ele até o quarto dele e ajudei a se vestir, e aproveitei para tocar no pau dele de novo enquanto colocava dentro da cueca apertada. Ele não disse uma palavra sequer. Saí do quarto para deixá-lo sozinho um tempo e ele se acalmar. Talvez eu tivesse ido longe demais, uma mãe não deveria fazer esse tipo de coisa sexual com o filho, mas... o desejo que ele tinha despertado em mim era tão intenso que era praticamente impossível de aguentar. As dimensões enormes do pau dele faziam minha buceta tremer. Fazia anos que eu não via um pau tão descomunal, ou melhor, nunca tinha visto um assim, e minha buceta gritava que queria ele, mas era impossível, ele era meu filho e agora parecia que me odiava pelo que aconteceu. No dia seguinte, ele foi para a faculdade. Levou o celular para gravar tudo o que era dito na aula, assim não precisava anotar nada. Dei um beijo grande nele quando ele saiu e falei.
—Eu te amo. —Ele não disse nada e saiu de casa.
Eu tava muito preocupada de ter estragado a relação bonita que eu tinha com meu filho. Ter feito aquilo foi um erro terrível e talvez a fissura na nossa conexão emocional fosse irreparável. De tarde, ele chega com uns amigos da faculdade. Jogadores de futebol que aproveitavam qualquer momento a sós comigo, tipo cruzar no corredor enquanto iam pro banheiro, pra tentar me seduzir. Muitos eram bem gostosos, mas eu não ligava pra caras tão novos. O mais atrevido de todos era o Jorge, um moleque cheio da grana. Arrogante e babaca como ninguém, tentava em qualquer oportunidade me convencer a levar pra cama. Ele chegou na cozinha enquanto os outros viam o jogo pra papear comigo. Eu, pra não ser grossa, fui na onda dele.
—Oi Juliana, como cê tá, nem é pergunta, cê tá uma delícia.
—Oi Jorge, valeu... acho.
—Ei, quando é que você vai me dar o sim?
—Se a quê?
—Então, bora sair pra algum lugar pra se conhecer melhor, tipo cinema ou jantar.
—Acho que isso nunca vai rolar, Jorginho.
—Não me trata como criança, que eu posso te dar uma surpresa e tanto.
—Duvido muito, querida. Agora, se me der licença, tenho coisas pra fazer.
—Beleza, como quiser.
Comecei a trocar os lençóis dos quartos do segundo andar pra não ter mais encontros casuais com Jorge ou qualquer um dos amigos do meu filho. Mais tarde eles foram embora e meu filho tava meio sonolento. Miguel, um amigo de infância do meu filho que tava na reunião, me disse que ele tinha bebido um pouco, mesmo ele tendo aconselhado a não fazer isso. Agradeci ele por ter me contado a verdade, e ele saiu fechando a porta atrás de si. Meu filho tinha apagado completamente por causa da mistura de remédios pra dor e álcool, caído desmaiado, imóvel e roncando que nem um leão no sofá. Fui pro segundo andar pegar a roupa de dormir dele e comecei a tirar a roupa dele com muito cuidado pra não machucar. Tirei a camiseta dele bem devagar e com cautela pra não machucar os braços, ele não deu o menor sinal de acordar, então continuei com o que tava fazendo. Depois abri o botão da calça jeans dele e puxei o zíper. O cheiro de homem que vinha da virilha dele me perturbou de novo. Peguei rápido a calça dele e fui descendo devagar pra não acordar ele. A excitação em mim cresceu e eu tava de novo na frente daquele monumento de paus enormes. Tirei a cueca dele só até os joelhos e vi ele de novo. Majestoso, grosso e imponente. A besta selvagem dormia num travesseiro de pernas. Então, pra encarar aquele monstro, decidi acordar ele. Peguei ele na minha mão, que não conseguia envolver ele inteiro por causa da grossura. Comecei a esfregar ele pra cima e pra baixo. Aquela porra de pau bestial deu os primeiros sinais de vida, alargando ainda mais. Eu me lambuzava como se fosse o manjar mais gostoso desse mundo. A cada fricção da minha mão na pele delicada dele, fazia ele crescer ainda mais. Logo tomou as mesmas dimensões da situação que rolou no chuveiro. O calor no meu corpo era insuportável, fiquei curiosa, então fui pegar uma régua pra medir ele e fiquei com água na boca, tinha um pau de 27 centímetros de comprimento e 16 de grossura. centímetros de grossura, era simplesmente a maior que eu já tinha visto. Tirei toda a roupa e continuei masturbando ele. Ele não acordava, tava completamente nocauteado. Pensei que essa era minha chance e me aproximei dele. Passei a mão no abdômen definido dele e inclinei a cabeça de novo.
—Filho… filho… você tá acordado. —Chamei ele com medo e tesão. —Desculpa, filho, não aguentei.
Dessa vez minha língua fez contato pela primeira vez com a grande cabeça dele e a sensação foi avassaladora. Minha mente rodava, tomada por todos os sentidos: o cheiro, o gosto, o prazer. Virei uma puta e comecei a chupar ele como tal. Minha língua percorria cada centímetro daquele pedaço enorme de carne. O gosto de urina e suor estava por todo lado. Ele só soltava uns gemidos baixinhos, mas continuava dormindo.
—Mmmmnn, Mmmnn, mmnn Uhmmmm…
Eu aproveitei e continuei saboreando aquela delícia. Minha língua virou uma exploradora naquele terreno desconhecido pra mim. Logo tomou posse de cada parte daquele território imenso, enchendo ele de saliva e fazendo ele gozar. Resolvi levar pro próximo nível e, de uma vez, enfiei ele até minha garganta, bom, o que deu. Não coube tudo por causa do tamanho e tive que me arquear na minha primeira tentativa. A saliva que acumulou na minha boca era demais por causa disso, e cuspi tudo em cima do pau dele. Masturbei ele de novo e, recuperada, comecei a entregar minha garganta, dessa vez cheguei bem mais longe. Continuei dando prazer, ele não aguentou muito, um gemido de prazer saiu bem baixinho e uma avalanche de porra jorrou do pau dele.
--Hooooh, hooo, hooo, hooo, hooo, hooo, Mmmmnn, Mmnnn, Mmnmnnn, Mmnnnn, Mnnn, Ohhhhhhh…
Os grumos eram evidentes. Tanto que eu conseguia senti-los. O cum dele era tão grosso e abundante que me dominou. Engasguei um pouco e muito escapou da minha boca pelo canto dos lábios, tossindo, caindo na barriga dele. Bebi o que tinha na boca, saboreando e não deixando uma gota escapar. Limpei o que restou no canto dos lábios com os dedos e chupei como se fosse o doce mais delicioso. O sabor era divino. Meu filho estava banhado no próprio esperma e eu não podia deixá-lo assim. Minha língua, quase possessa, começou a percorrer o corpo dele, limpando aquele elixir doce sem deixar vestígios. Minha excitação cresceu ainda mais e minha buceta estava completamente molhada. Subi com cuidado no sofá e disse.
—Deus, perdão, perdão… me perdoa, filho, mas essa noite você tem que ser meu.
Coloquei o pauzão dele bem na entrada da minha buceta e desci, sentindo uma dor gostosa que fez meu corpo arquear.
--Haaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaay Meu Deeeeeeeeeus! haaaaaaaaaaaaaaaaay Meu Deeeeeeeeeus! Gostosoooo…
Comecei a montar nele como um potro selvagem, não passaram nem 5 segundos e meu filho acordou.
Continua…
1 comentários - Meu Filho um Garanhão