Mili 27: rabo gostoso

Esclarecimento 1: essa história não é de minha autoria, foi escrita pelo adrianreload que não está mais aqui no P!, estou repostando porque também gostei muito na época.
Esclarecimento 2: todos os personagens são maiores de idade

A Vane tinha me dominado na cabana, aproveitando meu cansaço e o do Guille, e escapou do quarto que dividiam sem fazer barulho. As cordas não foram difíceis de achar, ela pegou de uma rede velha que ficava na entrada da cabana, mas que ninguém usava.
Agora que lembro, entre meus sonhos sentia que me mexiam, mas com a tontura e o cansaço não dei importância, já que bêbado costumo mudar de posição na cama enquanto durmo.
O resto é sabido, a Vane praticamente abusou de mim… ou, segundo ela, se vingou, se cobrou a revanche, vingança, como ela quiser chamar pra justificar o ego ferido de mulher, de filha e todos os outros traumas por não ser a primeira opção do pessoal ao redor… no fim, descontou tudo em mim.
Depois de procurar a Mili e possuir ela no rio, e ver que a Vane ainda estava de olho… eu não queria cruzar com ela no caminho. Não sabia como agir, ainda não tinha digerido a situação toda. Então distraí a Mili no percurso e não foi difícil, com o tanto que ela tava satisfeita depois dos dois orgasmos, ficou toda carinhosa e de vez em quando me enchia de beijos e abraços na árvore que mais gostasse.
Quando voltamos pro clube, fomos direto pro restaurante tomar café da manhã, eu tava meio paranoico, olhando pra todo lado de vez em quando, esperando a Vane aparecer e foder meu dia e talvez minha vida. Pode parecer dramático, mas lembrem que meu sogro militar podia me deixar inválido.
- O que foi? Cê tá distraído… esperando alguém? – perguntou a Mili, notando minha ansiedade.
- Não… é que… não quero… (não quero ver a puta da Vane, pensei)… não quero falar algo fora do tom e seus pais me pegarem de surpresa… seria vergonhoso… – falei, inventando qualquer besteira.
- Kkkk… ah sim… e o que você queria me dizer?…
- Palavras carinhosas, piadas sexuais, sacanagem, etc… – falei e vi como ela ficou vermelha.
- Deixa pra noite… – disse ela, sorrindo toda safada e passando a mão. Pé o pé na minha virilha.
Felizmente, a toalha da mesa cobria tudo, e o pé nu dela fez uma manobra no meu pau, que chegou a soltar uma gotinha de porra diante de uma manobra tão ousada, roubando outro sorriso dela.
- Além disso… Não se preocupa, meus pais já devem ter tomado café e não vão aparecer por aqui.
Relaxei um pouco, se rolasse um escândalo, pelo menos os velhos dela não estariam por perto. Vane não aparecia, Guille também não. Acho que escândalo não era uma opção pra Vane, ela também não ia querer passar por puta no clube, mas tenho certeza de que ela tramava alguma coisa. Era tipo um jogo de xadrez, só me restava esperar ela fazer o próximo movimento e ver como contra-atacar.

Mas o próximo movimento veio dos pais da Mili… quando fui até a cabana dela, ela me fez entrar e encontramos os velhos dela fazendo as malas. Meu futuro sogrão foi chamado pra um trampo de emergência, um político queria ir de férias e precisava de segurança… trampo é trampo…
A mãe da Mili tinha consulta médica no dia seguinte e queria evitar o estresse de viajar pra cidade em cima da hora… e a Mili, bom, queria ficar no clube comigo… só tinha um detalhe… ela teria que convencer os pais a deixarem ela com o namorado que mal conheciam…

Era uma conversa de família, então me fiz de desentendido e saí da cabana pra esperar o veredito… minutos depois a porta se abriu, sorri pensando que era a Mili… minha expressão mudou quando vi a silhueta escura do gigante de quase 2 metros com cara de poucos amigos…
- Vamos conversar… ele falou seco.
- Sim, senhor… respondi seguindo ele, enquanto via a Mili espiando pelas cortinas.
- Infelizmente, na minha casa a gente pratica democracia… 2 votos a 1, a mãe é convincente e raramente nego algo pra minha filha… ela fica mais um dia, além disso já tava pago…
- Entendo, senhor… falei com um sorrisinho que não consegui segurar e que ele apagou na hora.
- Não, você não entende… Conheço gente aqui, vão me avisar se te virem rondando essa cabana… lembra que agora eu conheço sua aparência e seu nome… cometa um erro e eu adoraria sair pra te caçar e te causar dor… agora sim… entendeu?... ele disse com fogo nos olhos.
-          Tá claro, senhor… eu disse engolindo seco e suando onde nem sabia que dava.
-          Agora me dá a mão e sorri, disfarça pras espectadoras na janela… ele disse sorrindo.
Ele apertou com uma força incomum e eu aguentei o máximo que pude, ele soltou quando ouviu a voz da Mili na porta… o pai dela nos deixou um tempo. Enquanto o sangue voltava pra minha mão, a Mili disse que eu ajudaria eles a fazer as malas, que almoçaria com eles (em família, não me opus) e que de tarde a gente se veria.
Eu também tinha que voltar pra minha cabana pra me lavar, mas no fundo não queria… queria evitar a Vane e o Guille, mas não tinha saída, minhas coisas estavam lá. Entrei na surdina, ouvi as risadas deles no quarto ao lado… tinha que admitir, ela era boa atriz, e não só isso, sem remorso nenhum…
Tentei não pensar neles demais, tomei banho e caí duro na cama. Bom, antes disso, conferi se não tinha corda do lado da minha cama, tranquei porta e janelas pra evitar outra visita da Vane. Também, por via das dúvidas, olhei no armário e debaixo da cama, caso aquela bruxa estivesse escondida ali.
Acho que me sugestionei pensando na Vane, no fim sonhei com ela… no começo, imaginei ela meio que nem o Gollum, aquele personagem atormentado do Senhor dos Anéis, com as mudanças de humor dela, uma hora gentil, outra hora macabra… eu era tipo o precioso anel dela, que ela queria mas ao mesmo tempo odiava…
Depois virou algo sexual… eu dominava ela no anal e tava gostando, nem eu nem ela estávamos amarrados, eu fazia por vontade própria. Será que era uma forma de castigo pelo que ela me fez? Ou será que era porque inconscientemente eu queria fazer aquilo?... essas dúvidas me assombravam no sonho.
Aquilo tinha uma certa semelhança com o sonho que tive com minha ex, Viviana, quando ela enfiei meu pau nela por cima, e ela de quatro aguentava sofrendo, chorando… já nesse sonho era a Vane quem curtia essa posição e pedia mais… Vane e Vivi eram parecidas, pele clara, altura parecida, cabelo da mesma cor… só que a Vivi tinha corpo de modelo e a Vane era mais carnuda…
Será que aquele sonho era um presságio, que na minha mente a Vane era uma versão melhorada da Vivi, ou seja, bonita, inteligente, boa família e ao mesmo tempo uma puta sexual igual a Mili… esse pensamento me trouxe de volta a Mili na cabeça e me senti culpado por sonhar com essas coisas… queria acordar…
- Porra… acordei suando, atordoado e com uma ereção crescendo.
Já estava escuro, quanto tempo dormi?... Ouvi uma batida, olhei pra porta e não era aquilo… virei pra janela e vi a Mili batendo no vidro assustada… será que a Vane já tinha ido fofocar pra ela?... abri a janela e falei pra ela entrar pela porta, pelo visto não tinha ninguém. Mili me contou que viu a Vane e o Guille perto da piscina.
Contei que caí no sono de cansaço, acho que a Mili tinha outras intenções… mas depois do que rolou com a Vane ali e o sonho que tive, aquele quarto tava amaldiçoado pra mim… não ia conseguir me concentrar, e pensar em ir pro quarto dela era tentar a sorte… o velho dela praticamente me ameaçou pra não chegar perto…
No fim, o barulho do meu estômago vazio matou toda a paixão, acabamos indo pro restaurante, não tinha almoçado e tava morrendo de fome, já passava das cinco. Mili comeu algo leve, parecia meio entediada… o começo do dia foi promissor no rio, mas depois ela passou o dia com os pais, eu sumi, e ainda tava meio viajando com as lembranças da Vane e a expectativa do que ela ia dizer.
Pensei que todo casal tem momentos assim, nem tudo é diversão… tentando me colocar no lugar dela, talvez ela tivesse um pouco de inveja da Vane e do Guille, que pareciam estar começando o romance e aproveitando mais a estadia… mas se ela soubesse que tudo aquilo era tão frágil e artificial…
- Desculpa eu estar assim… é Que… É minha mãe…" ela disse, melancólica.
- "O que tem ela?" perguntei, sem lembrar de ter faltado com respeito ou algo assim.
- "Ela teve câncer… e toda vez que vai nesses exames, eu fico com medo… já passamos pela quimio… meu pai largou o exército pra ficar mais com a gente…" ela respondeu, quase chorando.
- "Love… vai dar tudo certo… não se preocupa…" falei, abraçando ela.

Ela me contou que na adolescência praticamente passou sozinha. O pai se dedicou mais à mãe, e quando surgiam trabalhos como esse, era ela quem ficava cuidando da mãe. Em parte, agora eu entendia que a Mili não teve tempo de ser adolescente: não teve festa de quinze anos, não foi pra formatura do colégio…

Não teve a atenção do pai quando precisava, os problemas de adolescente dela não eram tão grandes quanto os da mãe. Talvez por isso o militar falava que raramente negava algo à filha, por aquele sentimento de culpa de não ter estado tanto com ela quanto deveria.

Conforme você conhece alguém e descobre suas camadas, o que passou, sua história, dá sentido a como são agora. Eu fico analisando essas coisas às vezes… igual com a Vane… no caso da Mili, vendo fotos dela no começo da adolescência, ela não usava roupa chamativa, pelo contrário, era bem conservadora.

A virada no jeito de se vestir da Mili aconteceu gradualmente depois da doença da mãe. Faz sentido: ela buscava a atenção que não tinha em casa, na admiração dos outros usando roupas coladas ou curtas. Queria se sentir amada, talvez desejada. Sorte que no caso dela não passou disso.

Também achava estranho o pai, sendo militar, não ser mais rígido com a roupa da filha, mas parecia que, com o consentimento da mãe, optaram por deixar ela se sentir confortável. Já tinham negado coisas demais por causa dessa maldita doença.

Tentei confortar ela, mas não sabia como alegrar o dia dela. O que eu podia dizer? Não tinha passado pela mesma coisa tão de perto. Algum familiar… Distante… mas pra minha sorte… ou desgraça… o rapaz deixou um panfleto colorido na mesa… não prestei muita atenção, mas depois me veio uma ideia.
— Essa vai ser tipo sua festa de formatura… falei, e vi o rostinho dela se iluminando aos poucos.

Ia ter uma festa no restaurante umas horas depois, estavam arrumando um espaço pra banda e decorando com balões e tal. Era o primeiro fim de semana das férias, a decoração tava mais pra carnaval… mas era questão de dar o sentido que eu queria.

Combinamos de nos trocar e que eu buscaria ela às dez, a música já tocava desde as nove. Por sorte, tinha levado uma calça social clara e uma camisa branca. Escutei barulho do lado, era a Vane e o Guille voltando da piscina, de novo risadas… nem um pingo de remorso da Vane, coitado do Guille.

Não sei por que lembrei do que rolou na noite anterior… a Vane se mexendo em cima de mim feito liquidificador, me provocando e me excitando… como apesar do meu rancor por ela, me fez gozar… depois o sonho… Porra! Essa mulher tá entrando na minha cabeça, talvez fosse isso que ela queria… pensei, mas se eu deixar, ela vence… tava se tornando a versão da Rubi da Bárbara Mori, mulher sensual e fatal.

Suprimi esses pensamentos e o começo de ereção que tive, mas com o barulho do lado eles voltavam… então saí pra buscar a Mili, ela ainda não tinha terminado de se trocar, então esperei lá fora. Aí notei que tinha um segurança fazendo ronda… deve ser o cara que o velho da Mili deixou de olho na castidade dela… Tava distraído nisso… quando de repente…

— Uau… exclamei, agradavelmente surpreso ao ver a Mili.
— Hummm, obrigada… que gato… ela respondeu, corada e me dando um beijo.

Ela tinha vestido um vestido branco que abraçava o corpo perfeitamente, não era justo, mas com as curvas voluptuosas dela não precisava, porque a silhueta se desenhava bem. Era um pouco decotado no peito e terminava numa mini discreta acima dos Joelhos… Ela é linda… pensei, e eu aqui pensando besteira com aquela bruxa da Vane… já chega, falei pra mim mesmo. Acompanhei a Mili na festa, mesmo sendo cedo já estava lotando, tinha muitos adolescentes dos últimos anos do colégio, outros recém-universitários e a gente, estudantes do último ciclo.

A gente tava se divertindo pra caralho, dançando, bebendo, a gente tinha enchido a cara… era a festa de formatura e os quinze anos dela juntos… ela tava aproveitando como nunca, era perfeito… até que…

- Olha… eles se animaram a vir… Mili me falou.

Virei pra ver… e sim… eram eles… o Guille e a chata da Vane, que tava me sorrindo como se nada tivesse acontecido… por um momento minha cara desandou, mas disfarcei, não queria que o Guille ou a Mili percebessem… tentei não prestar atenção nem dar importância… mas…

- Vamos trocar de par… o Guille propôs.

Sem perceber, entre uma dança e outra… eles tinham se aproximado, o bonzinho do Guille, querendo confraternizar e resolver as tretas, teve a ideia de trocar os pares de dança… inocente, se ele soubesse… não queria aceitar, mas se recusasse, ia acabar com o clima, iam começar as perguntas, etc.

Peguei a Vane de má vontade, diferente do Guille que pegou a Mili, a música acabou rápido, sorte a minha… depois veio uma música lenta, eu ia voltar pra Mili, mas o Guille fez um sinal pra eu continuar… ingênuo apaixonado, achava que tava resolvendo as coisas entre a namorada dele e o amigo…

- E agora, o que você tá tramando?… perguntei, me afastando do Guille e da Mili, vendo que a Vane tava calada.

- Nada… já tá tudo resolvido… respondeu a Vane friamente, mas sorrindo pra disfarçar.

- Então tá tudo por aqui… estamos quites… respondi incrédulo, mas meio aliviado.

- Isso mesmo… da próxima, você não vai me amarrar, nem eu vou te amarrar, vai ser porque nós dois queremos… disse ela sorrindo com malícia e até com convicção.

- Não vai ter próxima… respondi seco, mas sorrindo, será que ela sabe do meu sonho?

- Isso a gente vai ver… respondeu a Vane. com um sorriso entre safado e desafiador.
A música tinha acabado, mas a gente continuava junto… aquela situação e o jogo de sorrisos não tava agradando a Mili, que veio me buscar. Eu vi que o álcool já tinha batido nela, o que geralmente a deixava mais ousada, mas com a Vane por perto, o ciúme ativou…

Colocaram outra música lenta, dessa vez eu dancei com a Mili… não sei por que meu olhar escapava pra Vane. As coisas que a gente viveu, o sonho que tive e a conversa recente faziam eu ficar vidrado nela… Vane parecia saber disso, porque me sorria de um jeito provocante…

Eu não tinha reparado direito, mas só agora percebi que ela veio com um micro short justinho que terminava no meio das pernas, quase deixando a bunda bem trabalhada de fora. Acho que toda vez que a versão mais perigosa dela, de femme fatale, aparecia, ela se vestia mais provocante…

E a Vane ainda tava com uma blusa branca meio apertada, decote leve, mas principalmente transparente… dava pra ver o sutiã branco e o tamanho dos peitos apetitosos dela, com as sardas que os coroavam, que me faziam lembrar da Viviana e que também eram uma das minhas fraquezas…

Quando a música acabou… Mili praticamente me largou no meio da pista, saiu do bar numa boa, eu segui ela pensando que ia pro banheiro, na minha distração, ela deve ter falado algo e eu nem percebi… mas não era isso.

- Ei, cê vai pra onde?... perguntei, enquanto via ela sumir entre os arbustos e as árvores.
- Quero ficar sozinha… ela respondeu de mal humor, quase soluçando, parando na frente de uma árvore.

Ela tinha se mantido calma pra não dar o gostinho pra Vane de ver a gente brigando na pista, mas agora tava magoada, decepcionada… sem eu perceber, ela tinha notado minha distração com a Vane… o que devia ser a dança dela, estragou por causa dela…

- Qual é a sua com a Vane?... ela perguntou irritada.
- O quê?... cê tá louca… caiu no joguinho dela e já viu onde a gente tá… tentei acalmar ela. - Ah... você acha que eu não percebi como você olhava pra ela... respondi, ainda mais irritada.
- Já, para com isso... tudo bem que eu gosto de te comer por trás, mas seus ciúmes bestas já tão me enchendo o saco... falei de mal humor, vendo que vinha outra briga idiota pra mim.
Plashh... levei um tapa sonoro por causa do comentário infeliz que enfureceu a Mili. Aquele comentário cortante escapou de mim mais pela raiva da minha situação com a Vane, a coitada da Mili acabou aguentando meu desabafo de frustração dessas coisas... além disso, nós dois estávamos meio bêbados, o que fazia a gente exagerar a situação...
No fundo, eu também me sentia frustrado. O que mais eu tinha que provar pra aquela mulher?... larguei a Viviana por ela, briguei com o Javier pra defendê-la, fiz amor com ela em todos os lugares mais perigosos por causa dela... bom, por mim também... inventei uma confusão pra Vane não queimar ela na faculdade, me arrisquei a ir buscar ela naquele clube apesar do pai dela... O que mais eu precisava fazer pra provar amor?...
- Porra... qual é o seu problema?... falei, segurando meu rosto vermelho de raiva.
- Você é um imbecil!... é só isso que eu sou pra você... uma boa comida por trás?... ela reclamou, levantando a mão de novo pra acertar minha bochecha inchada.
- Ei... não se atreva... falei, segurando a mão dela.
Mas ela levantou a outra mão... que eu também segurei... e levei as duas mãos dela pra trás das costas... quase abraçando ela, enquanto os peitos dela estavam cravados no meu peito, o decote subia e descia na respiração furiosa... igual a bunda dela, que eu sentia enquanto segurava as mãos dela atrás... ela tava presa entre meu corpo e uma árvore.
Minha cabeça fazia menção de beijar e ela me recebia com os dentes, querendo me morder... até que eu fiz uma finta e acabei beijando o pescoço dela... ela cedeu, as pernas dela bambearam e ela começou a mexer o tronco nervosa, acho até que esfregou a racha da bunda dela contra a árvore pra acalmar a coceira que começava no cu dela... mas se recompondo, não quis ceder... eu Mordeu o pescoço…
- Merda… agora você vai ver… falei, sentindo que ela tinha passado do limite, essa mulher precisava ser domada.
Virei ela bruscamente, ainda com as mãos dela pra trás, os peitos dela entre a árvore e o rosto tentando virar pra ver… tomado pela raiva, imaginei ela como uma potra selvagem que precisava ser domada… ou como uma menina malcriada que merecia uma surra de cinto… afastei ela um pouco da árvore.
- O que você tá fazendo? Me solta… ela reclamava, quase esperneando.
- O que você acha?... falei, enquanto separava as mãos dela, fazendo ela se apoiar na árvore.
Ela contraiu as costas ao sentir as nádegas se abrindo por causa da ereção presa na minha calça. Eu segurava as duas mãos dela com uma das minhas contra a árvore, abaixei o zíper com a mão livre, levantei a saia… não precisei vasculhar muito na calcinha fina dela, ela se afastou fácil…
Apesar da ferocidade inicial, senti que ela não oferecia muita resistência… pelo contrário… via que as pernas dela se torciam, igual quando você excita uma mulher e a umidade começa a perturbar ela… talvez na mistura de raiva e excitação, ela não queria que eu percebesse… talvez ela tava me usando pra se submeter…
- Auuu… Mili gritou quando sentiu eu enfiar sem piedade no cu dela.
Por sorte, a gente tava quase no escuro, entre as árvores, uns halos de luz passavam pelas folhas e o barulho da música impedia que alguém ouvisse ela. Com as mãos ainda na árvore, presas de leve pela minha, ela aguentava minhas estocadas brutais…
- Era isso que você queria?... pra você nunca mais duvidar de mim… sussurrei no ouvido dela.
- Aíiii… auuu… ela reclamava devagar.
Ela ficava com o rosto virado pro chão, envolta numa bagunça de cabelo… talvez não queria que eu visse ela sofrer minhas investidas, ou talvez não queria entregar que tava gostando… ou era só que dessa vez, igual a Vane, ela não queria olhar, só queria se dedicar a sentir…
- Hummm… Ahhh… parecia que Mili começava a gostar, mas depois ela completou desafiadora... Aproveita que é a última vez que você faz isso comigo… uhmm… Ahhh…
— Não… você vai ser a última que vou fazer isso… — respondi, martelando a bunda dela.
Levado pela intensidade da situação e pelo amor que sentia por ela, deixei entender que seria minha última mulher, que queria tudo com ela, casamento, filhos, etc… na real, nessas horas a gente promete tudo.
Pra dar mais peso no elogio, me inclinei e beijei o pescoço dela… isso a desarmou por completo… ela teve um orgasmo brutal, até diria que mijou de prazer… é o que um elogio e um beijo no momento e lugar certo fazem…

Eu, porém, me sentia tonto pelo pique e pelo álcool ainda no sangue… num instante escorreguei numa lama e caí de costas no gramado… A Mili continuava inclinada, apoiada na árvore, no meu impulso, tinha empurrado ela contra o tronco, ela se recuperava e eu notei que estava envergonhada… o que me fez escorregar foi o que ela derramou na excitação dela…

Eu tentava me levantar e não conseguia… tudo ficava nublado… mistura de agitação, bebedeira, cansaço… resolvi ficar ali, deitado de costas, apoiado nos cotovelos… A Mili virou, cansada mas satisfeita, ao me ver, em vez de ter pena… mudou de atitude… não sabia se ia me bater ou…
— Eu sou sua mulher… e você vai me respeitar — disse séria, e completou: — e também me satisfazer…
— O quê? — perguntei no meu delírio etílico, tinha feito ela mijar de prazer.

Ela não deixou eu falar mais nada, levantou a saia e sentou na minha frente, em cima de mim, no meu pau ainda duro… pela umidade extrema, entendi que era a boceta dela que queria ser satisfeita dessa vez… e ela mesma começou a pular gostoso em cima do meu pau…
— Só vai fazer isso comigo… entendeu?... uhmmm… — exclamou autoritária, igual o velho militar dela.

Acho que aquela frase que eu soltei, sobre ela ser minha última mulher, deu a ela um senso de posse, de propriedade sobre mim, uma mistura de segurança e confiança pro ego dela, que fez ela se transformar. que ela tome as rédeas aproveitando minha tontura e praticamente abuse de mim.
- Ohhh… uhmmm… exclamava satisfeita.
A cada pulo eu via o vestido dela caindo aos poucos e seus peitos foram aparecendo, pulando no ritmo dos próprios movimentos… ela se deitou pra trás, apoiando as palmas das mãos na grama, as pernas dela rodeavam meu tronco e ela continuava pulando.
Essa imagem trouxe à minha mente a lembrança da noite anterior com a Vane, na mesma posição… pra piorar, a Mili decidiu tirar meu pau da buceta dela e enfiar de novo no cu… não queria pensar na Vane, fechava os olhos e… era pior… via ela mais claramente… Porra…
- Ahhh… sim, meu amor… uhmmm… gemia a Mili, que parecia perto de outro orgasmo.
A Mili balançava aquele rabão enorme na minha virilha, como se quisesse sentir meu pau inteiro, no comprimento e na dureza… eu ficava mais excitado numa mistura de lembranças… enquanto ela voltava a pular… fechei os olhos, tentando sentir mais e gozar… vi ela de novo… merda… nãooo…
- Ohhh… ufff… ohhh… exclamou a Mili triunfante ao sentir meu gozo e gozar também.
- Uau… isso foi… ufff… falei, aliviado que tinha acabado.
Me deixei cair de costas, a Mili fez praticamente o mesmo… meu pau, elástico como chiclete, ainda nos mantinha unidos até murchar. Me senti como aqueles cachorros que depois de transar passam uma pata por trás e ficam idiotamente grudados…
Obviamente não ia contar pra Mili que cheguei lá com a imagem confusa da Vane, aquela arpia versátil… já bastaram os problemas que a presença dela causou naquela noite, pra trazer o assunto de novo… queria que aquela fosse a noite da Mili…
Só ficou na minha cabeça aquele aviso, quase ameaça da Vane sobre a gente e a possibilidade de outro encontro, a certeza que ela tinha de que ia rolar de novo… já vamos ver…
Continua…

1 comentários - Mili 27: rabo gostoso

El mejor relato largo que leí en mi vida, y eso que leí muchos. Un capo ese chabón, espero que algún día termine su saga.
lo terminó, por eso lo estoy re-subiendo
Este sí, pero la historia siguió en las sagas de Laurita y Anita.