Primeira parte
O primeiro policial sai da situação e eu fico chupando a rola do segundo agente por um tempo, quando sinto um dedo que vai provando minhas nádegas, passando pela parte de trás da minha calcinha fio dental, roçando meu cu até minha buceta, enquanto eu continuava com o pau do segundo policial na boca. Levanto o olhar pra ver ele, com intenção de dizer pra ele mandar o amigo me comer de uma vez, mas ele não me deixava parar de chupar. Então fiz a carinha mais de puta que eu podia, tentando fazer gesto pra ele entender. Ele me olha com uma cara de prazer e sorri pra me dizer:
- Quer que meu camarada coma teu rabo, não é, puta?
Só conseguia gemer em aceitação.
- Humm humm - enquanto balançava a cabeça, mas ele continuava metendo forte na minha boca e eu parei de sentir o primeiro policial atrás de mim.
Acho que eles trocaram algum sinal entre si, porque o segundo agente diminui o ritmo das estocadas e o outro policial me pega pela cintura, mas pra me ajudar a levantar. Quando fico de pé, tento agir da maneira mais puta que consigo. Ver o primeiro policial com a rola na mão se masturbando me deu vontade de pegar de novo, mas é aí que sinto o outro policial dando tapas na minha bunda, como se estivesse me empurrando pro outro. Quando chego nele, ele me pega pelo pulso (muito suave, ou talvez eu já estivesse muito entregue) e me coloca de frente pro carro, e com as mãos tenta me abaixar pra eu me inclinar sobre o carro. Ficava um pouco longe, então só consegui colocar as mãos na parte de baixo da janela, enquanto o policial passava uma mão por baixo da minha blusa e ia pros meus peitos pra massageá-los, enquanto a outra mão procurava puxar minha calcinha fio dental pra tocar minha buceta.
Foi um momento estranho, pra ser sincera, eu tava gostando de tudo que tava rolando, mas esses oficiais demoravam muito. Muitas coisas passavam pela minha cabeça enquanto ele beijava meu pescoço por trás e me tocava por toda parte. Meus mamilos estavam tão duros que até doíam. corpiño com os movimentos, sentia como todo meu corpo ficava cada vez mais quente, minhas pernas quase chegavam a tremer, as mãos dele percorrendo minha barriga e descendo até meu púbis, sentia elas nos meus peitos e até na minha bunda, esse cara tava me deixando com muito tesão cada vez mais e mais, quando ele tenta levantar minha saia, eu inclino um pouco o quadril em direção a ele, deixando tudo à disposição dele. Esse oficial abaixa minha calcinha fio dental, e sinto ele se agachar na frente da minha bunda, não sabia o que ele queria fazer, mas de qualquer forma eu adorava o mistério, ele abaixou minha calcinha até uns 10 cm dos joelhos e abriu minhas nádegas com as mãos, eu estava apoiada no carro com as costas arqueadas levantando minha bundinha, como toda uma atriz para esse macho, então sinto algo suave e úmido se introduzindo no buraco da minha buceta, o primeiro toque me arrepiou que até soltei um gemido suave, mas logo percebi que não era o pau dele, mas como ele passava bem a língua, sabia exatamente onde colocar e o que fazer, entre a saliva dele e meus fluidos eu estava mais que molhada, sentia escorrendo pelas minhas pernas, dos dois lados todos esses líquidos, e a respiração dele soprando na portinha do meu cu, me deixava louca, acho que inconscientemente o convidei para beijar minha bunda porque foi o próximo passo, ele passava a pontinha nas bordas do meu buraquinho que ainda era virgem (mas não totalmente na verdade), ou seja, em várias ocasiões enquanto me masturbava eu introduzia um dedo enquanto acariciava minha buceta e até alguns objetos muito pequenos, como canetinhas ou artigos de maquiagem, sempre me chamou a atenção, mas também tinha muito medo de me machucarem, quando eu fazia sozinha era gostoso, mas com outro cara sentia que me machucaria, embora a fantasia de ser duplamente penetrada me excitava mais, eu abria minha bunda e fechava cada vez que sentia a ponta da língua dele no centro, era mais que óbvio esses movimentos que ele, introduziu mais o rosto entre minhas nádegas e levou a língua até onde ele conseguiu enfiar no meu cu, não dava pra saber se foram 2, 3 ou 4 cm pra dentro, porque ele colocou a boca aberta em toda a borda da minha bunda e só a língua dele entrava e saía, primeiro sem deixar a ponta da língua sair por uns instantes, eu sentia minha buceta ficando molhada, quando ele coloca um dedo dentro dela, nem preciso dizer que entrou tão fácil que quase nem percebi, mas os dedos dele, longos mas finos, entravam e saíam bem devagar, nada a ver com o ritmo da língua dele, que já saía inteira e entrava tão rápido que eu sentia o rosto dele atrás de mim.
Tentava não gemer, ou pelo menos fazer o mínimo de barulho possível, mas já estava completamente entregue. Levei uma mão pra segurar a cabeça dele e puxar mais pra perto de mim, foi um pouco difícil, mas ele ajudou. Eu estava deitada no carro com uma mão apoiada enquanto a outra empurrava a cabeça dele pra entrar mais, e ele enfiando o dedo na minha buceta e a língua no meu cu já não saía inteira, mas se mexia de dentro pra fora, e eu, a cada vez, apertava a língua dele com meus músculos do cu enquanto ela entrava e saía repetidamente. Eu entendia perfeitamente que ele ia cansar, mas não queria que parasse. Eu estava sendo penetrada pelos dois buracos, não eram paus, mas por algo se começa. O êxtase foi tanto na minha buceta que comecei a sentir um leve formigamento, e meus bicos dos peitos pareciam que iam explodir de tão duros que estavam. Já não tinha medo do meu cu, queria que ele enfiasse o pau dele e apertasse igual à língua, e eu imaginava, e acho que isso foi a gota d'água, meu corpo não aguentou mais. O formigamento que eu sentia na buceta ficou mais intenso até o ponto de achar que queria fazer xixi. Eu comecei a ajudar ele com movimentos pra trás, cada vez mais rápido, estava prestes a explodir. Nunca senti isso com ninguém, muito menos no sexo tradicional. Minhas pernas me traíram e meu corpo cedeu. Toda essa explosão que eu sentia dentro de mim, por instinto meu corpo quis se afastar dele, mas ele, esperto, como se soubesse, me segurou. Me segura sem tanta força, sem parar de me penetrar, foi então que tudo se apagou por uns segundos. Olhei pra cima enquanto tudo ficava meio nublado, soltei um gemido quase como um choro, tão agudo que parecia que eu tava chorando, mas não era de dor. Minhas pernas praticamente cederam, se não fosse ele me segurando, eu teria caído no chão. Ao mesmo tempo, sentia minha buceta expelindo um líquido quente de dentro de mim. Minhas pernas tremiam, tonta, não conseguia acreditar no que sentia. Meu corpo tava completamente mole, mal conseguia me sustentar sozinha. Acho que tive meu primeiro orgasmo, mas tava longe de acabar.
O primeiro policial me segurava enquanto meu corpo voltava a responder. Ele chegou perto do meu ouvido e disse:
— Então já acabou, gostosa?
— Siiim... ameiii.
Queria falar, mas minhas palavras saíam pausadas e ofegantes.
— Vou te dar uns segundos pra você se recuperar, porque vou arrebentar toda essa sua buceta.
— E o que... cê tá esperando?
— Que puta que você é, hein, como gosta de aproveitar. Mas agora é minha vez de aproveitar.
— Faz comigo o que qui...
Ele não me deixou terminar e empurrou minha cabeça pra dentro da janela até a altura da minha barriga, deixando pra fora só o que interessava pra ele: minha buceta. Apoiei as mãos na parte de baixo da janela, enquanto ele lubrificava o pau, e depois me deu um tapa tão forte que doeu pra caralho, mas deixou a mão onde bateu, se segurou e começou a me penetrar. Eu tava acostumada com o tamanho do dedo dele, mas quando senti a cabeça do pau dele abrindo caminho na minha bucetinha, doía pra cacete.
Mesmo ainda meio molhada, não era o suficiente pra aquele pau.
— Devagar...
— O que você disse? Agora é minha vez, então cala a boca.
Doía, e ele também tava com dificuldade pra entrar, mas o cara tava tão tarado que não ligava pra nada. Então eu falei do jeito mais puta que consegui:
— Adoro seu pau, amor, enfia devagarzinho que quero sentir bem da primeira vez.
— Você vai sentir ele todinho dentro de você.
— Me dá tudo, mas... é muito grande, me machuca, por favor
- quer pedir por favor? Me pede por favor pra meter, sua puta
- mete tudo até o fundo, por favooor
Essa mini conversa ajudou bastante, foi mais devagar, até minha buceta começar a molhar de novo e ele começou a me penetrar mais fundo a cada vez. Agora era mais gostoso e eu tava curtindo, ele tirava o pau até a ponta e metia com toda força, cada vez mais rápido. Minha buceta, cada vez que saía, se apertava pra depois se abrir de um jeito brutal quando entrava. Que delícia que ele tava me comendo, cada vez que o corpo dele batia no meu me empurrava mais pra dentro. Aí tive que colocar as mãos no banco pra me segurar, minha bundinha pequena ficou tão levantada pra ele que ele tava me dando tão forte que eu ouvia o carro rangendo.
Queria me jogar toda no banco e deixar ele fazer o que quisesse, mas a borda da janela me incomodava. Continuei na mesma posição enquanto ele abusava da minha buceta, eu amava tanto que até comecei a me soltar e gemer
- cê gosta como eu te fodo, gostosa?
- hummmm, que delícia
Eu tava tão concentrada naquela pica que num momento abro os olhos e olho na minha frente: meu namorado tava ali sentado no banco do motorista, mas com as mãos cruzadas e a cabeça virada pro outro lado. Por instinto, quis levantar e sair dali, mas logo percebi que ele tava dormindo pra caralho. De susto, só coloquei a mão na boca tentando abafar os gemidos, mas não dava. Aquele policial tava me comendo tão forte que eu me esforçava pra nem fazer movimentos, mas era inútil. O carro tinha vida própria, porque ele também se mexia no ritmo das batidas.
Eu tava morrendo de medo dele acordar e nos ver, mas parecia que ele não sentia nada. E até me deu um tesão doentio ver ele ali dormindo tão tranquilo enquanto a namorada dele tava levando uma pica maior que a dele. Me senti estranha olhando pro meu namorado, acho que até senti um pouco de culpa. Pensei em pegar na rola dele e chupar, mas na hora voltei à realidade. Sabia que não ia terminar bem, mas queria mais uma rola. Não podia acreditar o quão puta eu tava, estavam me comendo na via pública em cima do carro do meu namorado com ele dormindo a menos de 1 metro e eu querendo outra rola, e isso por sua vez me excitava mais.
O primeiro agente tava me dando tão gostoso, mas tava diminuindo o ritmo, sabia que tava cansando. E com tudo isso, eu não queria parar, queria mais.
— E seu amigo?
— Vem depois de mim, não se preocupa.
— Mas eu quero vocês dois juntos!!
Acho que tossei em algum nervo sensível porque ele meteu tão duro e rápido, enquanto me deu um tapa forte na bunda e parou totalmente.
Antes que ele faça ou diga algo, me adiantei:
— Adoraria fazer com vocês dois ao mesmo tempo... me deixa, amor?
— Hã, achei que você não gostava de como eu te comia.
— Adoro, mas quero os dois, me deixa?
Ele começou a me comer de novo, mas devagar, enquanto dizia:
— Que puta que você é, hein, não basta uma rola?
— Hoje quero de tudo.
— Já te falei, depois de mim vem ele. Se ainda quiser mais, tem o comissário na viatura.
— E se não for suficiente, pai?
— Tem seu namorado, acorda ele.
— Não, não quero ele. Quero que vocês dois me comam na frente dele.
— Ah, tá bom.
— Quero que me arrebentem toda enquanto ele dorme.
O oficial para completamente, tira a rola de dentro de mim e me ajuda a sair do carro. Eu fico na frente dele e olho pra ele, enquanto de relance via ele continuando a se masturbar. Ele olha pra viatura e faz um sinal chamando alguém. Começo a tocar a barriga dele e chego até a rola, ele solta e fica toda pra mim, e começo a masturbá-lo enquanto olhava fixamente nos olhos dele. Então chega o segundo policial e diz com voz safada:
— Espero que não esteja cansadinha, porque é minha vez.
Não sei por que, mas eu nem olhava pra ele, só masturbava o primeiro oficial e olhava pra ele enquanto ele falava com o colega.
O segundo policial percebe algo estranho e... diz
- ainda não terminou?
- fala pro meu parceiro que você quer
É aí que eu viro o olhar quase timidamente e falo
- quero que os dois me comam
Olho pra ele e mordo o lábio inferior, com um olhar cúmplice
- dessa vez, a gente pode realizar, mas aqui é do nosso jeito, tá claro?
- vocês vão me foder os dois?
- vem pra cá
O segundo policial pega na minha mão e abre a porta de trás do carro
- não podemos fazer em outro lugar, e se meu namorado acordar?
- o que o agente te disse? Aqui é do nosso jeito
Ele falou como se eu fosse uma criminosa, e não a puta da vez, me assustei, mas acho que era tudo parte do papel
O segundo policial entra na parte de trás e senta no meio, eu entro bem devagar, apoiando os braços no banco, e depois subo um joelho, achei interessante engatinhar até ele olhando, mas não conseguia desviar o olhar e ver meu namorado, se ainda tava dormindo
Viro o olhar pro segundo agente e vejo ele tirando a pica da calça, então estico a mão pra pegar o pau dele, mas ele começa a se masturbar devagar, vi que tava meio mole e ele tentando deixar mais duro, coloco a mão por baixo da cueca dele pra chegar nas bolas que ainda estavam cobertas, quando toco nelas, ele levanta a pélvis mas sem largar a pica, abaixa a calça e a cueca ao mesmo tempo, até o ponto em que conseguiu abrir mais as pernas dando mais espaço pras bolas e pra minha mão
Dou uma última olhada pro meu namorado pra ver se ainda tava dormindo e então me abaixo pra poder chupar ele, mas ele não parava de se masturbar, nem eu estando a tão poucos centímetros da minha boca, e só me restava esticar a língua e passar na cabecinha enquanto ele se punhetava, passava a linguinha em volta da cabecinha e de vez em quando passava na glande, isso adorava porque eu ouvia os gemidos dele, abria a boca pra meter até onde a mão dele alcançava, e intercalava com lambidas bem Suave, a verdade é que eu gostava de ouvir ele gemer e se revirar, mas às vezes a mão dele batia na minha boquinha e eu tinha que subir mais e perdia aquele ritmo. Ele percebeu isso, pelo visto, e só diminuindo o ritmo da masturbação dele, se ajeitou pra alcançar a roupa e puxar até o tornozelo, se abrindo totalmente. Eu também tive que me acomodar melhor, mas já pensei que finalmente ele ia deixar eu chupar ele de novo. Mas quando eu ia me abaixar, ele me pega pela nuca e me empurra devagar até mais embaixo do pau dele, posicionando minha boca na frente dos testículos. Não era o que eu esperava, mas mesmo assim comecei a lamber, dando pequenas sugadas em cada canto. Ele se ajeita mais uma vez, se recostando pra direita e levantando um dos joelhos no banco. Nessa hora complicou bastante as coisas, porque com as botas dele não dava pra tirar a roupa tão fácil e não tinha muito espaço pra fazer nada.
— Me ajuda, gostosa, desamarra essa bota pra mim.
Eu olhei pra ele e, com os ovos dele na boca, balancei a cabeça confirmando. Desamarrei aquela bota e, com o outro pé, ele fazia força pra tirar, mas mesmo assim tive que ajudar pra tirar também a calça toda dessa perna. Quando já estava mais confortável, colocou a perna nua de um lado meu, se moveu um pouco pra trás e se recostou. Com uma mão, ele segurou o pau de novo, mas com a outra me segurou pelo queixo e me levou de volta pras bolas dele.
Agora estávamos muito mais confortáveis e eu podia passar a língua por todos os lados. Fazia círculos brincando com os ovos dele, sugava e chupava, pra depois lamber dos lados. Ele parou de se masturbar e se recostou melhor, mas quando soltou a porra do pau, ele caiu no meu rosto, ficando ali enquanto eu estava ocupada com os ovos dele. A cada movimento, ele balançava de um lado pro outro, como se aquele pau sozinho estivesse acariciando meu rosto. Aí sinto na minha buceta uma coisa me roçando, mas por instinto dei um pequeno pulo, e fez o membro dele cair na barriga dele. Percebi que era o primeiro policial que tentava me molhar pra me comer de novo... Enquanto eu lambia os ovos e subia até a ponta, enfiava ele na boca até onde dava e depois descia de novo. Peguei ele com a mão e levantei pra chegar mais embaixo dos ovos dele, e subir de novo. Ficava louca com aquilo, adorava ter tudo aquilo só pra mim. Masturbava ele e enfiava na boca, subindo e descendo. Tirava ele pra fora e depois engolia tudo até o fundo. Quando sentia que ia tocar minha garganta, deixava ele lá por uns segundos e colocava a língua pra fora pra passar no que sobrava daquela piroca enorme.
Também sentia o primeiro policial passando a rola dele na minha buceta, abrindo ela de cima pra baixo, mas sem me penetrar. Mais uma vez eu tava molhada e pronta pra outra sessão. Umas duas vezes ele bateu na minha bunda e na minha buceta com o pau dele. Como eu gostava de ser castigada com aquele chicote de carne. Me abaixei e levantei a raba o máximo que pude, e até tentei abrir mais a minha vagina. Em resposta, ele começou a abrir meu cuzinho com a rola dele. Dava pra sentir entrando centímetro por centímetro. Na primeira vez, ele meteu até o fundo e deixou lá por um bom tempo. Sentia a cabeça inchando e voltando ao normal várias vezes. Meu namorado nunca fez isso comigo, ou talvez eu nunca tenha sentido, porque até a batida do coração dele eu sentia dentro de mim.
Já tava mais que satisfeita. Eles me fizeram gozar e realizei minha fantasia de comer dois paus ao mesmo tempo, mas esses caras ainda estavam longe de terminar.
O segundo policial colocou a mão de novo na minha nuca, mas dessa vez pegou meu cabelo e me segurou tão forte que eu não conseguia mexer a cabeça. Deixou ela parada e começou a foder minha boca. Eu tentava chupar ele enquanto fazia aquilo, mas ele metia muito rápido. Sentia a rola raspando nos meus dentes e sabia que ia machucar ele, por isso só abri a boca e deixei ele fazer tudo. Minha boquinha parecia uma buceta do jeito que ele tratava. Sentia como se ele quisesse se enfiar até minha garganta. Imaginava ele me comendo pela buceta. Ele Outro também tava me comendo bem gostoso, mas não nessa velocidade. Só de imaginar que ia me fazer gozar de novo, fiquei ainda mais excitada e me lubrifiquei tanto que dava pra ouvir o barulho de chapinhar atrás. Apesar do segundo policial ser bem constante, ele gozou em poucos segundos. Mas agora ele tava guiando minha cabeça pra eu chupar ele, empurrava minha cabeça até encostar meu rosto na barriga dele, enquanto o pau inteiro dele chegava até minha garganta. Sentia que tava me afogando, mas ele tirava de novo e eu pegava uma bocada de ar. Meus olhos lacrimejavam com a experiência, e entre suspiros sentia um pouco de baba escorrendo quando tentava me limpar. Ele me empurrava de novo, mas dessa vez não tão fundo, e me mantinha assim. Agora ele não tava mais me fodendo, mas sim se masturbando com minha boca. Enquanto isso, o primeiro oficial, cada vez que tirava o pau, demorava mais pra meter de novo, e passava a cabecinha pelos lábios da minha buceta, mas cada vez ia mais longe. Quando voltava pro meu cuzinho, me penetrava umas duas ou três vezes, saía e passava de leve pela minha bunda. Isso ele fez umas quatro vezes, e na quinta, ficou mais tempo no meu cu. Eu sabia que era impossível aquele pauzão entrar ali, por isso não dei muita importância. Talvez em algum momento ele fosse desistir, mas ele insistia, apertava a glande dele na minha bunda que não queria abrir. Se eu ajudasse, ele ia achar que eu queria dar o cu. Não me incomodava a ideia, mas ainda tinha um pouco de medo. Então tentei me concentrar pra deixar meu cu o mais neutro possível, pra não doer nem fazer ele ficar bravo. Mas que burra que fui! Se eu não falasse nada, ele ia continuar. E foi o que aconteceu. Ele começou estimulando o clitóris, mas era só pra lubrificar o pau dele e voltava pro meu cu. Queria dizer que não dava, por mais que tentasse, eu era virgem e o pau dele era muito grande. Mas tinha o pau do outro oficial na minha frente e não podia falar nem fazer nada. Depois de tanta insistência, eu podia sentir aquele pedaço enorme de carne começando a... Abrindo caminho, a estratégia era simples: eu molhava o pau dele na minha buceta e depois tentava enfiar. Eu sentia como ele me abria a cada vez, e mesmo doendo, também gostava. Pra não perder o ritmo com o segundo oficial, eu passava a língua no falo dele, chegava na cabecinha e dava voltas por toda a circunferência daquele pênis, pra depois meter na boca. Eu enfiava sozinha até a metade, mas quando subia, usava meus lábios inferiores pra dobrar um pouquinho, dando um efeito de curvatura quando saía. Adorava ver ele aproveitar cada vez que eu fazia isso. Eu engolia cada vez mais fundo, e quando tirava, dobrava um pouco e olhava fixo pra ele.
O primeiro oficial já tinha conseguido entrar bastante. Eu sentia como meu cu se alargava a cada investida. Por dentro, minha cavidade se abria pra recebê-lo mais no meu interior. Eu até ajudava com uns leves movimentos de quadril na direção dele. De quebra, também comecei a me tocar no clitóris. Minha própria estimulação levava meu corpo mais ao êxtase, e eu sozinha já me fazia meter pelo cu. Ele ficou parado com o pau duro dentro do meu ânus, e eu enfiava cada vez mais pra dentro. Já tava difícil coordenar os movimentos na minha frente, porque eu me concentrava na dor que eu mesma tava causando, destruindo meu cu. Era tão intenso que tava levando essa intensidade pro sexo oral que eu fazia no segundo oficial, que ele teve que me parar, tirando o pau da minha boca.
— Para, puta, você vai me fazer gozar e ainda nem te comi.
As palavras dele, mesmo eu ouvindo, não me importaram. Soltei o membro dele e me inclinei mais sobre ele, agarrando e levantando ainda mais minha bundinha minúscula, me inclinando e levando o pau cada vez mais fundo dentro de mim.
A dor já tava ficando cada vez mais forte, sentir aquele homem destruindo meu ânus — ou melhor, eu mesma enfiando tudo aquilo — me fez ter que parar. A fadiga do movimento e a dor renderam meu corpo. Fiquei naquela posição. para tomar um momento e respirar, mas o primeiro oficial queria meter ainda mais fundo. Ele me pegou pelas nádegas com as duas mãos e começou a me penetrar bem bruscamente. Sempre foi doce e suave, mas agora não ligava mais pra nada. Começou a me furar tão forte que eu não conseguia evitar gemer cada vez mais alto. O pau dele já conseguia entrar totalmente em mim, pra depois sair até a entrada do meu cu. Os movimentos eram tão rápidos e profundos que até comecei a lacrimejar. Eu fechava os olhos com tanta força pra desviar a dor, mas meus gemidos já tinham virado gritos cada vez mais altos. Não sabia como sair daquela situação, ou talvez não quisesse, mas precisava que ele descansasse um pouco.
Pra minha surpresa, ele me agarrou pelos cabelos e me puxou pra perto dele, me levantando até me colocar de quatro de novo. E dessa vez ainda mais rápido, quase como algo automático. Pra falar a verdade, quando me levantei, senti como o pau dele entrava melhor, ou seja, não doía tanto. Mas ele soltou meus cabelos, tapou minha boca e se aproximou:
— Eu sei que você gosta, mas vai negar pro corno do seu namorado?
Isso foi como um balde de água fria. Abri os olhos e olhei direto pra ele, percebendo que já estava gritando. E parecia que, por sorte de vagabunda, ele ainda não tinha acordado.
Mas o primeiro agente, longe de me ajudar, continuava me comendo forte e sem parar. Não sei por que, senti uma raiva do Daniel.
Pensava dentro da minha cabeça:
— Que filho da puta que você é. Tão arrebentando meu cu do seu lado e você nem sente. Merece isso, otário.
Enquanto viajava na mente, quase não percebi que o segundo oficial estava se metendo por baixo de mim. Aí meu cu já estava se acostumando com a pica de carne que estava violando minhas nádegas, e eu começava a gostar mais. Sabia perfeitamente o que ele queria fazer, mas não pude evitar ver o lado cômico daquilo, já que o segundo oficial se enfiava debaixo de mim de um jeito tão sorrateiro que parecia uma cobra, fazendo movimentos muito engraçados até passar as pernas por baixo da minha pélvis, colocando o pau dele. bem debaixo da minha buceta, enquanto o primeiro policial metia no meu cu, o segundo tentava enfiar no meu xereca, depois de alguns segundos procurando, ele conseguiu enfiar na minha bucetinha, um instante antes ele deu um sinal pro primeiro policial parar e então me agarrou pelos quadris e me sentou no pau dele, senti como se estivesse perdendo a virgindade de novo, e ainda mais a outra pica no meu cu que não saiu,
Hoje eu tava realizando todas as minhas fantasias e luxúrias, mas só era usada por esses dois agentes, me sentia como um pedaço de carne que qualquer um pode fazer o que quiser, era uma puta terrível, adorava deixar eles me abusarem, nunca pensei que permitiria isso, mas me excitava ser uma submissa, não ter controle de nada e só aproveitar o quanto eu era uma puta, ambas as picas entravam e saíam ao mesmo tempo, muito sincronizadas, só imagina como esses dois paus abriam meus buraquinhos ao mesmo tempo, me abriam toda, sentia uma dor, mas de prazer, não sabia que isso podia acontecer, e como te falei que adoro ser a escrava desses dois, que ambos pararam quase ao mesmo tempo e o segundo oficial me dá dois tapas na bunda e me fala
— se mexe sozinha, agora quero ver como seus peitinhos se mexem
As palavras dele eram ordens pra mim, ajustei minhas pernas e mordi meus lábios e comecei a me mexer, o primeiro oficial tira minha blusa e o sutiã, e mesmo com os olhos fechados, podia sentir meus peitos balançando de um lado pro outro como pêndulos, queria me entregar como uma foxynight e fazer os dois gozarem ao mesmo tempo.
Comecei com movimentos de quadril, circulares, enquanto colocava minhas mãos no peito do segundo oficial pra me segurar, a verdade é que as penetrações não me incomodavam tanto, acho que porque já tinha me acostumado a senti-las dentro, e só pensava em fazer eles aproveitarem, me levantei alguns centímetros, só pra deixar as pontinhas dos dois paus dentro de mim, e de novo comecei a me mexer, dessa vez alternava entre movimentos circulares e enfiava, mas não Toda, só estimulando as cabecinhas com minha bucetinha e meu cuzinho, eles estavam durinhos, pra nenhum escapar, mas eu ouvia eles respirando cada vez mais fundo. Continuei por uns vários segundos enquanto olhei de novo pro Daniel.
— Por bêbado, olha o que tão me fazendo, seu corno fdp.
Parece que isso eu não pensei, não, falei em voz alta, porque ouvi os dois policiais darem umas gargalhadas. Quando percebi a situação, me assustei porque achei que tinha falado baixo, mas não me deram tempo. O primeiro oficial me jogou em cima do outro, e esse me pegou pelas cadeiras e levantou. Os dois começaram a me furar na posição que estavam. O segundo oficial me abraçou por trás, colocando meu rosto do lado dele e sussurrou:
— Gosta de ter o cu arrombado na frente do teu namorado, hein?
— Aaai, eu a... amo!
O segundo oficial subia e descia o pau tão rápido na minha buceta enquanto o primeiro metia até o fundo no meu cu. Não se sincronizavam nada, mas isso era o de menos. Sentir um pau saindo e outro entrando me deixava louca. Já tava perdendo a noção do tempo, acho que já tinham uns 10 minutos me comendo sem parar. Tava mais que feliz, nunca me senti tão cheia, em todos os sentidos. Mas como tudo, uma hora acaba.
O primeiro oficial me segurava cada vez mais forte pelas nádegas e fazia movimentos mais rápidos, mas errados. Meu cuzinho já tava preparado pra sentir todo o leite dele. Não sabia como seria a sensação, mas queria aproveitar. Até que, depois de tanto esperar, ele gozou, enfiando a vara o mais fundo que dava dentro do meu cu. Eu sentia ele crescendo e soltando todo o sêmen quentinho dentro de mim. Senti vários jatos que queimavam, escorrendo pra dentro das minhas cavidades enquanto o pau dele ainda soltava as últimas gotas. Era uma delícia, e mais ainda ouvindo ele tão ofegante, sabendo que era por ter aberto meu cu. O segundo oficial continuava me comendo pela buceta igual um coelho. Não podia acreditar no estado que eu tava, não só por aguentar a ejaculação, mas pela posição que eu tava. Quando o primeiro policial tirou a rola de dentro de mim, voltei à realidade, doeu aquela mudança de pressão, eu tinha uma porra de uma pica enorme dentro de mim e ele tirou sem cerimônia. Quando meu buraco voltou ao normal, senti um puxão tão forte que praticamente pulei e soltei um grito quase alto, tanto que a rola saiu da minha buceta. Fiquei uns segundos me lamentando, esperando talvez um pedido de desculpa, mas em vez disso:
- Tá toda pra você, já terminei.
Me senti meio mal, não sei se pela dor ou pelo tratamento que ele teve, mas o que eu podia dizer? Era eu que me entreguei de tudo, eles só queriam comer uma puta e eu apareci no caminho deles. Nunca disse não, no começo por medo, mas depois porque tava gostando e queria.
Quando a dor começou a passar, me ajudaram a sair do carro. Fiquei quieta e meio de cabeça baixa, e mais ainda quando vi o primeiro oficial se vestindo e nem me olhava. Aí percebi que era eu que tava criando expectativa, eles tavam com uma puta e eu queria carinho e abraço, por costume de todas as minhas relações sexuais, mas agora era diferente. E por causa da adrenalina toda, esqueci que ainda tinha um cara que não tinha me usado toda.
O segundo oficial se aproxima por trás de mim e pega nos meus peitos, encostando a pica enorme dele nas minhas costas. Mais uma vez, meu corpo todo voltou a funcionar. Ele colocou os lábios no meu pescoço e começou a me beijar enquanto uma mão descia pro meu clitóris, enfiando os dedos pelos lábios e mexendo por dentro. Naquele momento, só pensei em levar a mão até a rola dele e começar a masturbar ele por trás. Era desconfortável, mas do tamanho que era, dava pra fazer. Ele começou a me levar sutilmente até ficarmos na frente da viatura dele, que tava a menos de dois metros do carro do Daniel. Me posicionou deitada de frente pra viatura, deixando meus peitos caírem por cima. Chapa, me segurando pelo pescoço, me deitando completamente.
Em seguida, ouço ele cuspir, uns segundos depois sinto o pau dele tentando enfiar no meu cu. Mais uma vez, dou um pulinho pra frente, mas com o carro na minha frente não fui muito longe, e ainda mais com ele me segurando, presa pela força dele e pela viatura, só me deixei levar pra ele fazer o que quiser. Por sorte, dessa vez não senti dor, embora sentisse ele entrando, porque o pau dele era mais grosso que o do primeiro policial. Ele pegou minhas mãos e colocou como se fossem algemas atrás das costas, e começou a meter e tirar. Dessa vez eu sentia muito mais, e como já não estava mais dentro do carro do Daniel, podia me soltar e gemir mais alto e falar pra ele:
— Me dá, adoro como você come meu cu, você me enlouquece.
Meu rosto subia e descia no capô enquanto eu pedia mais e mais. Com a mão que estava livre, ele levantou minha perna direita até onde dava em cima da grade do carro, me abrindo toda. Eu sentia o ar fresco na minha buceta e como meus fluidos me davam pequenos arrepios, é a melhor sensação da minha vida, acabei de descobrir um jeito novo pra quando eu estiver sozinha.
Era incrível como há poucos segundos eu tinha uma crise existencial e agora estava totalmente aberta de pernas pedindo pra ele arrebentar meu cu. Eu estava tão concentrada nisso que nem percebi que dentro da viatura tinha mais alguém.
O policial começou a meter mais rápido e, mais uma vez, de forma erraticamente, eu sabia que ele ia gozar, queria sentir leite dentro de mim de novo, mas antes ele me puxou pelos cabelos e levantou minha cabeça. Quando abro os olhos, vejo ele, um terceiro policial sentado no banco do motorista olhando a cena fixamente. Pelo reflexo borrado do para-brisa, podia me ver exausta mas satisfeita enquanto o policial me comia. O agente dentro do carro me olhava fixamente, sem gesticular nem um músculo, também sem se tocar. Passou pela minha cabeça que ele também queria me curtir, era um homem mais velho, de Uns 40 anos, mais ou menos. Pelo uniforme dava pra ver que era superior aos outros. Era bem bonitão, com uma barba bem feita. "Já comi dois, por que não vou comer três?" Pisquei pra ele, cúmplice, e fiz um biquinho de beijo. Ele só sorriu, sem nenhum outro movimento. Mas quando eu ia fazer outro sinal, senti o segundo oficial puxar minha buceta pra fora e esticar meu cabelo pra trás. Isso eu não esperava. Ele me fez descer da frente do carro e, sem soltar meu cabelo, me colocou de joelhos. Ficou na minha frente, se masturbando, passando a ponta no meu rosto todo. Eu consegui me masturbar também, no mesmo ritmo que ele. Foram só alguns segundos, mas foram o suficiente pra fazer a carinha mais puta que eu conseguia. Fechei os olhos, levantei a cabeça, mordendo o lábio inferior, até que ele finalmente gozou. Soltou um jato enorme, mas aí meteu o pau na minha boca e começou a descarregar tudo lá dentro. Era um monte. Parecia que tava há meses sem gozar, porque quase encheu minha boca e começou a vazar pelos cantos. Ele levantou minha carinha e começou a escorrer o tronco, me dando até a última gotinha.
Quando limpou tudo, começou a fazer carícias com o pau, enquanto eu, sentada com as mãos nos joelhos, recebia aquilo. Ainda tinha toda aquela porra na boca. Olhei pra ele, esperando alguma instrução.
— Engole tudo, não queremos provas.
Sem tirar os olhos dele, levei tudo pra garganta e engoli. Custou um pouco por causa do gosto.
— Que educadinha que você é, hein? Não desperdiçou nem uma gotinha.
Como se fosse uma grande conquista, sorri e agradeci. Ele me ajudou a levantar enquanto subia as calças. Eu também comecei a arrumar a roupa, e o primeiro oficial se aproximou com minha calcinha fio dental e disse:
— Me desculpa pelo que aconteceu há pouco, mas é que eu viajei na ideia de que seu namorado tinha acordado.
— Pra falar a verdade, doeu muito, sabe?
— Você tem que ser mais cavalheiro, por mais que seja uma... flor de puta
- haha, que idiota que você é
- pega sua tanga e veste, que vou acordar o corno
Peguei minha tanga e o primeiro policial foi na direção do carro, e bem quando eu ia levantar uma perna pra passar a primeira perna da minha tanga, ouço a porta do carro do Daniel abrir.
Nós três ficamos congelados, eu só consegui enrolar minha calcinha e segurar ela no punho.
Daniel desceu do carro ainda sonâmbulo e mal se segurando em pé, começou a cambalear.
- Por favor, senhor, fique dentro do veículo
Disse o segundo policial, Daniel falou umas coisas incompreensíveis, mas obedeceu e entrou. O primeiro policial foi até ele e começaram a conversar, eu esperava que me dissessem algo, mas só ouvi o terceiro policial me chamar. Fui até ele, olhando pela janela do motorista.
- Se divertiu, gostosa?
- Uff, nem sabe quanto... mas por que não quis participar? Ia adorar sentir você, é muito gato
- Eu sou comissário, não posso me envolver com os subordinados, mas adoraria comer essa bunda
- E quando quiser
- Mas sem polícia, nem seu namorado e sem farda
- Isso tira muita emoção, mas a gente pode dar um jeito
- Passa seu número que vou te contatar
- Beleza, te passo
Passei meu número e ele salvou.
- Bom, sobe aí que vamos escoltar vocês, porque seu namorado não tá em condições
- Valeu por tudo, comissário
Me despedi e fui direto pro meu banco, mas antes de chegar, o segundo policial que tava na minha porta me deu um tapão na bunda que me fez tremer, achei engraçado, mas ninguém disse ou fez nada.
Quando sentei e fechei a porta, ouvia o policial dizendo pro Daniel que iam escoltar a gente e ele aceitou sem mais. Arrancamos e a viatura atrás de nós, e ele me disse:
- Que que houve?
- E aí, idiota do caralho, você apagou de vez quando a polícia chegou, ainda bem que eles pensaram que eu era menor e essas merdas
- E o que você disse pra eles deixarem a gente
- E contei que você é meu namorado, há quanto tempo a gente tá junto e que a gente bebeu um pouco Você tava cansado do trabalho, me fiz de coitadinha e eles tiveram pena.
- Tá bom, amor, me desculpa.
- Não tem nada pra se desculpar, mas da próxima vez que beber, presta mais atenção.
A conversa morreu ali, ele tava super envergonhado, dava pra ver. Eu tava mais que feliz, e pra fechar com chave de ouro:
Chegou um WhatsApp do comissário... mas isso já é história pra outra hora.
O primeiro policial sai da situação e eu fico chupando a rola do segundo agente por um tempo, quando sinto um dedo que vai provando minhas nádegas, passando pela parte de trás da minha calcinha fio dental, roçando meu cu até minha buceta, enquanto eu continuava com o pau do segundo policial na boca. Levanto o olhar pra ver ele, com intenção de dizer pra ele mandar o amigo me comer de uma vez, mas ele não me deixava parar de chupar. Então fiz a carinha mais de puta que eu podia, tentando fazer gesto pra ele entender. Ele me olha com uma cara de prazer e sorri pra me dizer:
- Quer que meu camarada coma teu rabo, não é, puta?
Só conseguia gemer em aceitação.
- Humm humm - enquanto balançava a cabeça, mas ele continuava metendo forte na minha boca e eu parei de sentir o primeiro policial atrás de mim.
Acho que eles trocaram algum sinal entre si, porque o segundo agente diminui o ritmo das estocadas e o outro policial me pega pela cintura, mas pra me ajudar a levantar. Quando fico de pé, tento agir da maneira mais puta que consigo. Ver o primeiro policial com a rola na mão se masturbando me deu vontade de pegar de novo, mas é aí que sinto o outro policial dando tapas na minha bunda, como se estivesse me empurrando pro outro. Quando chego nele, ele me pega pelo pulso (muito suave, ou talvez eu já estivesse muito entregue) e me coloca de frente pro carro, e com as mãos tenta me abaixar pra eu me inclinar sobre o carro. Ficava um pouco longe, então só consegui colocar as mãos na parte de baixo da janela, enquanto o policial passava uma mão por baixo da minha blusa e ia pros meus peitos pra massageá-los, enquanto a outra mão procurava puxar minha calcinha fio dental pra tocar minha buceta.
Foi um momento estranho, pra ser sincera, eu tava gostando de tudo que tava rolando, mas esses oficiais demoravam muito. Muitas coisas passavam pela minha cabeça enquanto ele beijava meu pescoço por trás e me tocava por toda parte. Meus mamilos estavam tão duros que até doíam. corpiño com os movimentos, sentia como todo meu corpo ficava cada vez mais quente, minhas pernas quase chegavam a tremer, as mãos dele percorrendo minha barriga e descendo até meu púbis, sentia elas nos meus peitos e até na minha bunda, esse cara tava me deixando com muito tesão cada vez mais e mais, quando ele tenta levantar minha saia, eu inclino um pouco o quadril em direção a ele, deixando tudo à disposição dele. Esse oficial abaixa minha calcinha fio dental, e sinto ele se agachar na frente da minha bunda, não sabia o que ele queria fazer, mas de qualquer forma eu adorava o mistério, ele abaixou minha calcinha até uns 10 cm dos joelhos e abriu minhas nádegas com as mãos, eu estava apoiada no carro com as costas arqueadas levantando minha bundinha, como toda uma atriz para esse macho, então sinto algo suave e úmido se introduzindo no buraco da minha buceta, o primeiro toque me arrepiou que até soltei um gemido suave, mas logo percebi que não era o pau dele, mas como ele passava bem a língua, sabia exatamente onde colocar e o que fazer, entre a saliva dele e meus fluidos eu estava mais que molhada, sentia escorrendo pelas minhas pernas, dos dois lados todos esses líquidos, e a respiração dele soprando na portinha do meu cu, me deixava louca, acho que inconscientemente o convidei para beijar minha bunda porque foi o próximo passo, ele passava a pontinha nas bordas do meu buraquinho que ainda era virgem (mas não totalmente na verdade), ou seja, em várias ocasiões enquanto me masturbava eu introduzia um dedo enquanto acariciava minha buceta e até alguns objetos muito pequenos, como canetinhas ou artigos de maquiagem, sempre me chamou a atenção, mas também tinha muito medo de me machucarem, quando eu fazia sozinha era gostoso, mas com outro cara sentia que me machucaria, embora a fantasia de ser duplamente penetrada me excitava mais, eu abria minha bunda e fechava cada vez que sentia a ponta da língua dele no centro, era mais que óbvio esses movimentos que ele, introduziu mais o rosto entre minhas nádegas e levou a língua até onde ele conseguiu enfiar no meu cu, não dava pra saber se foram 2, 3 ou 4 cm pra dentro, porque ele colocou a boca aberta em toda a borda da minha bunda e só a língua dele entrava e saía, primeiro sem deixar a ponta da língua sair por uns instantes, eu sentia minha buceta ficando molhada, quando ele coloca um dedo dentro dela, nem preciso dizer que entrou tão fácil que quase nem percebi, mas os dedos dele, longos mas finos, entravam e saíam bem devagar, nada a ver com o ritmo da língua dele, que já saía inteira e entrava tão rápido que eu sentia o rosto dele atrás de mim.
Tentava não gemer, ou pelo menos fazer o mínimo de barulho possível, mas já estava completamente entregue. Levei uma mão pra segurar a cabeça dele e puxar mais pra perto de mim, foi um pouco difícil, mas ele ajudou. Eu estava deitada no carro com uma mão apoiada enquanto a outra empurrava a cabeça dele pra entrar mais, e ele enfiando o dedo na minha buceta e a língua no meu cu já não saía inteira, mas se mexia de dentro pra fora, e eu, a cada vez, apertava a língua dele com meus músculos do cu enquanto ela entrava e saía repetidamente. Eu entendia perfeitamente que ele ia cansar, mas não queria que parasse. Eu estava sendo penetrada pelos dois buracos, não eram paus, mas por algo se começa. O êxtase foi tanto na minha buceta que comecei a sentir um leve formigamento, e meus bicos dos peitos pareciam que iam explodir de tão duros que estavam. Já não tinha medo do meu cu, queria que ele enfiasse o pau dele e apertasse igual à língua, e eu imaginava, e acho que isso foi a gota d'água, meu corpo não aguentou mais. O formigamento que eu sentia na buceta ficou mais intenso até o ponto de achar que queria fazer xixi. Eu comecei a ajudar ele com movimentos pra trás, cada vez mais rápido, estava prestes a explodir. Nunca senti isso com ninguém, muito menos no sexo tradicional. Minhas pernas me traíram e meu corpo cedeu. Toda essa explosão que eu sentia dentro de mim, por instinto meu corpo quis se afastar dele, mas ele, esperto, como se soubesse, me segurou. Me segura sem tanta força, sem parar de me penetrar, foi então que tudo se apagou por uns segundos. Olhei pra cima enquanto tudo ficava meio nublado, soltei um gemido quase como um choro, tão agudo que parecia que eu tava chorando, mas não era de dor. Minhas pernas praticamente cederam, se não fosse ele me segurando, eu teria caído no chão. Ao mesmo tempo, sentia minha buceta expelindo um líquido quente de dentro de mim. Minhas pernas tremiam, tonta, não conseguia acreditar no que sentia. Meu corpo tava completamente mole, mal conseguia me sustentar sozinha. Acho que tive meu primeiro orgasmo, mas tava longe de acabar.
O primeiro policial me segurava enquanto meu corpo voltava a responder. Ele chegou perto do meu ouvido e disse:
— Então já acabou, gostosa?
— Siiim... ameiii.
Queria falar, mas minhas palavras saíam pausadas e ofegantes.
— Vou te dar uns segundos pra você se recuperar, porque vou arrebentar toda essa sua buceta.
— E o que... cê tá esperando?
— Que puta que você é, hein, como gosta de aproveitar. Mas agora é minha vez de aproveitar.
— Faz comigo o que qui...
Ele não me deixou terminar e empurrou minha cabeça pra dentro da janela até a altura da minha barriga, deixando pra fora só o que interessava pra ele: minha buceta. Apoiei as mãos na parte de baixo da janela, enquanto ele lubrificava o pau, e depois me deu um tapa tão forte que doeu pra caralho, mas deixou a mão onde bateu, se segurou e começou a me penetrar. Eu tava acostumada com o tamanho do dedo dele, mas quando senti a cabeça do pau dele abrindo caminho na minha bucetinha, doía pra cacete.
Mesmo ainda meio molhada, não era o suficiente pra aquele pau.
— Devagar...
— O que você disse? Agora é minha vez, então cala a boca.
Doía, e ele também tava com dificuldade pra entrar, mas o cara tava tão tarado que não ligava pra nada. Então eu falei do jeito mais puta que consegui:
— Adoro seu pau, amor, enfia devagarzinho que quero sentir bem da primeira vez.
— Você vai sentir ele todinho dentro de você.
— Me dá tudo, mas... é muito grande, me machuca, por favor
- quer pedir por favor? Me pede por favor pra meter, sua puta
- mete tudo até o fundo, por favooor
Essa mini conversa ajudou bastante, foi mais devagar, até minha buceta começar a molhar de novo e ele começou a me penetrar mais fundo a cada vez. Agora era mais gostoso e eu tava curtindo, ele tirava o pau até a ponta e metia com toda força, cada vez mais rápido. Minha buceta, cada vez que saía, se apertava pra depois se abrir de um jeito brutal quando entrava. Que delícia que ele tava me comendo, cada vez que o corpo dele batia no meu me empurrava mais pra dentro. Aí tive que colocar as mãos no banco pra me segurar, minha bundinha pequena ficou tão levantada pra ele que ele tava me dando tão forte que eu ouvia o carro rangendo.
Queria me jogar toda no banco e deixar ele fazer o que quisesse, mas a borda da janela me incomodava. Continuei na mesma posição enquanto ele abusava da minha buceta, eu amava tanto que até comecei a me soltar e gemer
- cê gosta como eu te fodo, gostosa?
- hummmm, que delícia
Eu tava tão concentrada naquela pica que num momento abro os olhos e olho na minha frente: meu namorado tava ali sentado no banco do motorista, mas com as mãos cruzadas e a cabeça virada pro outro lado. Por instinto, quis levantar e sair dali, mas logo percebi que ele tava dormindo pra caralho. De susto, só coloquei a mão na boca tentando abafar os gemidos, mas não dava. Aquele policial tava me comendo tão forte que eu me esforçava pra nem fazer movimentos, mas era inútil. O carro tinha vida própria, porque ele também se mexia no ritmo das batidas.
Eu tava morrendo de medo dele acordar e nos ver, mas parecia que ele não sentia nada. E até me deu um tesão doentio ver ele ali dormindo tão tranquilo enquanto a namorada dele tava levando uma pica maior que a dele. Me senti estranha olhando pro meu namorado, acho que até senti um pouco de culpa. Pensei em pegar na rola dele e chupar, mas na hora voltei à realidade. Sabia que não ia terminar bem, mas queria mais uma rola. Não podia acreditar o quão puta eu tava, estavam me comendo na via pública em cima do carro do meu namorado com ele dormindo a menos de 1 metro e eu querendo outra rola, e isso por sua vez me excitava mais.
O primeiro agente tava me dando tão gostoso, mas tava diminuindo o ritmo, sabia que tava cansando. E com tudo isso, eu não queria parar, queria mais.
— E seu amigo?
— Vem depois de mim, não se preocupa.
— Mas eu quero vocês dois juntos!!
Acho que tossei em algum nervo sensível porque ele meteu tão duro e rápido, enquanto me deu um tapa forte na bunda e parou totalmente.
Antes que ele faça ou diga algo, me adiantei:
— Adoraria fazer com vocês dois ao mesmo tempo... me deixa, amor?
— Hã, achei que você não gostava de como eu te comia.
— Adoro, mas quero os dois, me deixa?
Ele começou a me comer de novo, mas devagar, enquanto dizia:
— Que puta que você é, hein, não basta uma rola?
— Hoje quero de tudo.
— Já te falei, depois de mim vem ele. Se ainda quiser mais, tem o comissário na viatura.
— E se não for suficiente, pai?
— Tem seu namorado, acorda ele.
— Não, não quero ele. Quero que vocês dois me comam na frente dele.
— Ah, tá bom.
— Quero que me arrebentem toda enquanto ele dorme.
O oficial para completamente, tira a rola de dentro de mim e me ajuda a sair do carro. Eu fico na frente dele e olho pra ele, enquanto de relance via ele continuando a se masturbar. Ele olha pra viatura e faz um sinal chamando alguém. Começo a tocar a barriga dele e chego até a rola, ele solta e fica toda pra mim, e começo a masturbá-lo enquanto olhava fixamente nos olhos dele. Então chega o segundo policial e diz com voz safada:
— Espero que não esteja cansadinha, porque é minha vez.
Não sei por que, mas eu nem olhava pra ele, só masturbava o primeiro oficial e olhava pra ele enquanto ele falava com o colega.
O segundo policial percebe algo estranho e... diz
- ainda não terminou?
- fala pro meu parceiro que você quer
É aí que eu viro o olhar quase timidamente e falo
- quero que os dois me comam
Olho pra ele e mordo o lábio inferior, com um olhar cúmplice
- dessa vez, a gente pode realizar, mas aqui é do nosso jeito, tá claro?
- vocês vão me foder os dois?
- vem pra cá
O segundo policial pega na minha mão e abre a porta de trás do carro
- não podemos fazer em outro lugar, e se meu namorado acordar?
- o que o agente te disse? Aqui é do nosso jeito
Ele falou como se eu fosse uma criminosa, e não a puta da vez, me assustei, mas acho que era tudo parte do papel
O segundo policial entra na parte de trás e senta no meio, eu entro bem devagar, apoiando os braços no banco, e depois subo um joelho, achei interessante engatinhar até ele olhando, mas não conseguia desviar o olhar e ver meu namorado, se ainda tava dormindo
Viro o olhar pro segundo agente e vejo ele tirando a pica da calça, então estico a mão pra pegar o pau dele, mas ele começa a se masturbar devagar, vi que tava meio mole e ele tentando deixar mais duro, coloco a mão por baixo da cueca dele pra chegar nas bolas que ainda estavam cobertas, quando toco nelas, ele levanta a pélvis mas sem largar a pica, abaixa a calça e a cueca ao mesmo tempo, até o ponto em que conseguiu abrir mais as pernas dando mais espaço pras bolas e pra minha mão
Dou uma última olhada pro meu namorado pra ver se ainda tava dormindo e então me abaixo pra poder chupar ele, mas ele não parava de se masturbar, nem eu estando a tão poucos centímetros da minha boca, e só me restava esticar a língua e passar na cabecinha enquanto ele se punhetava, passava a linguinha em volta da cabecinha e de vez em quando passava na glande, isso adorava porque eu ouvia os gemidos dele, abria a boca pra meter até onde a mão dele alcançava, e intercalava com lambidas bem Suave, a verdade é que eu gostava de ouvir ele gemer e se revirar, mas às vezes a mão dele batia na minha boquinha e eu tinha que subir mais e perdia aquele ritmo. Ele percebeu isso, pelo visto, e só diminuindo o ritmo da masturbação dele, se ajeitou pra alcançar a roupa e puxar até o tornozelo, se abrindo totalmente. Eu também tive que me acomodar melhor, mas já pensei que finalmente ele ia deixar eu chupar ele de novo. Mas quando eu ia me abaixar, ele me pega pela nuca e me empurra devagar até mais embaixo do pau dele, posicionando minha boca na frente dos testículos. Não era o que eu esperava, mas mesmo assim comecei a lamber, dando pequenas sugadas em cada canto. Ele se ajeita mais uma vez, se recostando pra direita e levantando um dos joelhos no banco. Nessa hora complicou bastante as coisas, porque com as botas dele não dava pra tirar a roupa tão fácil e não tinha muito espaço pra fazer nada.
— Me ajuda, gostosa, desamarra essa bota pra mim.
Eu olhei pra ele e, com os ovos dele na boca, balancei a cabeça confirmando. Desamarrei aquela bota e, com o outro pé, ele fazia força pra tirar, mas mesmo assim tive que ajudar pra tirar também a calça toda dessa perna. Quando já estava mais confortável, colocou a perna nua de um lado meu, se moveu um pouco pra trás e se recostou. Com uma mão, ele segurou o pau de novo, mas com a outra me segurou pelo queixo e me levou de volta pras bolas dele.
Agora estávamos muito mais confortáveis e eu podia passar a língua por todos os lados. Fazia círculos brincando com os ovos dele, sugava e chupava, pra depois lamber dos lados. Ele parou de se masturbar e se recostou melhor, mas quando soltou a porra do pau, ele caiu no meu rosto, ficando ali enquanto eu estava ocupada com os ovos dele. A cada movimento, ele balançava de um lado pro outro, como se aquele pau sozinho estivesse acariciando meu rosto. Aí sinto na minha buceta uma coisa me roçando, mas por instinto dei um pequeno pulo, e fez o membro dele cair na barriga dele. Percebi que era o primeiro policial que tentava me molhar pra me comer de novo... Enquanto eu lambia os ovos e subia até a ponta, enfiava ele na boca até onde dava e depois descia de novo. Peguei ele com a mão e levantei pra chegar mais embaixo dos ovos dele, e subir de novo. Ficava louca com aquilo, adorava ter tudo aquilo só pra mim. Masturbava ele e enfiava na boca, subindo e descendo. Tirava ele pra fora e depois engolia tudo até o fundo. Quando sentia que ia tocar minha garganta, deixava ele lá por uns segundos e colocava a língua pra fora pra passar no que sobrava daquela piroca enorme.
Também sentia o primeiro policial passando a rola dele na minha buceta, abrindo ela de cima pra baixo, mas sem me penetrar. Mais uma vez eu tava molhada e pronta pra outra sessão. Umas duas vezes ele bateu na minha bunda e na minha buceta com o pau dele. Como eu gostava de ser castigada com aquele chicote de carne. Me abaixei e levantei a raba o máximo que pude, e até tentei abrir mais a minha vagina. Em resposta, ele começou a abrir meu cuzinho com a rola dele. Dava pra sentir entrando centímetro por centímetro. Na primeira vez, ele meteu até o fundo e deixou lá por um bom tempo. Sentia a cabeça inchando e voltando ao normal várias vezes. Meu namorado nunca fez isso comigo, ou talvez eu nunca tenha sentido, porque até a batida do coração dele eu sentia dentro de mim.
Já tava mais que satisfeita. Eles me fizeram gozar e realizei minha fantasia de comer dois paus ao mesmo tempo, mas esses caras ainda estavam longe de terminar.
O segundo policial colocou a mão de novo na minha nuca, mas dessa vez pegou meu cabelo e me segurou tão forte que eu não conseguia mexer a cabeça. Deixou ela parada e começou a foder minha boca. Eu tentava chupar ele enquanto fazia aquilo, mas ele metia muito rápido. Sentia a rola raspando nos meus dentes e sabia que ia machucar ele, por isso só abri a boca e deixei ele fazer tudo. Minha boquinha parecia uma buceta do jeito que ele tratava. Sentia como se ele quisesse se enfiar até minha garganta. Imaginava ele me comendo pela buceta. Ele Outro também tava me comendo bem gostoso, mas não nessa velocidade. Só de imaginar que ia me fazer gozar de novo, fiquei ainda mais excitada e me lubrifiquei tanto que dava pra ouvir o barulho de chapinhar atrás. Apesar do segundo policial ser bem constante, ele gozou em poucos segundos. Mas agora ele tava guiando minha cabeça pra eu chupar ele, empurrava minha cabeça até encostar meu rosto na barriga dele, enquanto o pau inteiro dele chegava até minha garganta. Sentia que tava me afogando, mas ele tirava de novo e eu pegava uma bocada de ar. Meus olhos lacrimejavam com a experiência, e entre suspiros sentia um pouco de baba escorrendo quando tentava me limpar. Ele me empurrava de novo, mas dessa vez não tão fundo, e me mantinha assim. Agora ele não tava mais me fodendo, mas sim se masturbando com minha boca. Enquanto isso, o primeiro oficial, cada vez que tirava o pau, demorava mais pra meter de novo, e passava a cabecinha pelos lábios da minha buceta, mas cada vez ia mais longe. Quando voltava pro meu cuzinho, me penetrava umas duas ou três vezes, saía e passava de leve pela minha bunda. Isso ele fez umas quatro vezes, e na quinta, ficou mais tempo no meu cu. Eu sabia que era impossível aquele pauzão entrar ali, por isso não dei muita importância. Talvez em algum momento ele fosse desistir, mas ele insistia, apertava a glande dele na minha bunda que não queria abrir. Se eu ajudasse, ele ia achar que eu queria dar o cu. Não me incomodava a ideia, mas ainda tinha um pouco de medo. Então tentei me concentrar pra deixar meu cu o mais neutro possível, pra não doer nem fazer ele ficar bravo. Mas que burra que fui! Se eu não falasse nada, ele ia continuar. E foi o que aconteceu. Ele começou estimulando o clitóris, mas era só pra lubrificar o pau dele e voltava pro meu cu. Queria dizer que não dava, por mais que tentasse, eu era virgem e o pau dele era muito grande. Mas tinha o pau do outro oficial na minha frente e não podia falar nem fazer nada. Depois de tanta insistência, eu podia sentir aquele pedaço enorme de carne começando a... Abrindo caminho, a estratégia era simples: eu molhava o pau dele na minha buceta e depois tentava enfiar. Eu sentia como ele me abria a cada vez, e mesmo doendo, também gostava. Pra não perder o ritmo com o segundo oficial, eu passava a língua no falo dele, chegava na cabecinha e dava voltas por toda a circunferência daquele pênis, pra depois meter na boca. Eu enfiava sozinha até a metade, mas quando subia, usava meus lábios inferiores pra dobrar um pouquinho, dando um efeito de curvatura quando saía. Adorava ver ele aproveitar cada vez que eu fazia isso. Eu engolia cada vez mais fundo, e quando tirava, dobrava um pouco e olhava fixo pra ele.
O primeiro oficial já tinha conseguido entrar bastante. Eu sentia como meu cu se alargava a cada investida. Por dentro, minha cavidade se abria pra recebê-lo mais no meu interior. Eu até ajudava com uns leves movimentos de quadril na direção dele. De quebra, também comecei a me tocar no clitóris. Minha própria estimulação levava meu corpo mais ao êxtase, e eu sozinha já me fazia meter pelo cu. Ele ficou parado com o pau duro dentro do meu ânus, e eu enfiava cada vez mais pra dentro. Já tava difícil coordenar os movimentos na minha frente, porque eu me concentrava na dor que eu mesma tava causando, destruindo meu cu. Era tão intenso que tava levando essa intensidade pro sexo oral que eu fazia no segundo oficial, que ele teve que me parar, tirando o pau da minha boca.
— Para, puta, você vai me fazer gozar e ainda nem te comi.
As palavras dele, mesmo eu ouvindo, não me importaram. Soltei o membro dele e me inclinei mais sobre ele, agarrando e levantando ainda mais minha bundinha minúscula, me inclinando e levando o pau cada vez mais fundo dentro de mim.
A dor já tava ficando cada vez mais forte, sentir aquele homem destruindo meu ânus — ou melhor, eu mesma enfiando tudo aquilo — me fez ter que parar. A fadiga do movimento e a dor renderam meu corpo. Fiquei naquela posição. para tomar um momento e respirar, mas o primeiro oficial queria meter ainda mais fundo. Ele me pegou pelas nádegas com as duas mãos e começou a me penetrar bem bruscamente. Sempre foi doce e suave, mas agora não ligava mais pra nada. Começou a me furar tão forte que eu não conseguia evitar gemer cada vez mais alto. O pau dele já conseguia entrar totalmente em mim, pra depois sair até a entrada do meu cu. Os movimentos eram tão rápidos e profundos que até comecei a lacrimejar. Eu fechava os olhos com tanta força pra desviar a dor, mas meus gemidos já tinham virado gritos cada vez mais altos. Não sabia como sair daquela situação, ou talvez não quisesse, mas precisava que ele descansasse um pouco.
Pra minha surpresa, ele me agarrou pelos cabelos e me puxou pra perto dele, me levantando até me colocar de quatro de novo. E dessa vez ainda mais rápido, quase como algo automático. Pra falar a verdade, quando me levantei, senti como o pau dele entrava melhor, ou seja, não doía tanto. Mas ele soltou meus cabelos, tapou minha boca e se aproximou:
— Eu sei que você gosta, mas vai negar pro corno do seu namorado?
Isso foi como um balde de água fria. Abri os olhos e olhei direto pra ele, percebendo que já estava gritando. E parecia que, por sorte de vagabunda, ele ainda não tinha acordado.
Mas o primeiro agente, longe de me ajudar, continuava me comendo forte e sem parar. Não sei por que, senti uma raiva do Daniel.
Pensava dentro da minha cabeça:
— Que filho da puta que você é. Tão arrebentando meu cu do seu lado e você nem sente. Merece isso, otário.
Enquanto viajava na mente, quase não percebi que o segundo oficial estava se metendo por baixo de mim. Aí meu cu já estava se acostumando com a pica de carne que estava violando minhas nádegas, e eu começava a gostar mais. Sabia perfeitamente o que ele queria fazer, mas não pude evitar ver o lado cômico daquilo, já que o segundo oficial se enfiava debaixo de mim de um jeito tão sorrateiro que parecia uma cobra, fazendo movimentos muito engraçados até passar as pernas por baixo da minha pélvis, colocando o pau dele. bem debaixo da minha buceta, enquanto o primeiro policial metia no meu cu, o segundo tentava enfiar no meu xereca, depois de alguns segundos procurando, ele conseguiu enfiar na minha bucetinha, um instante antes ele deu um sinal pro primeiro policial parar e então me agarrou pelos quadris e me sentou no pau dele, senti como se estivesse perdendo a virgindade de novo, e ainda mais a outra pica no meu cu que não saiu,
Hoje eu tava realizando todas as minhas fantasias e luxúrias, mas só era usada por esses dois agentes, me sentia como um pedaço de carne que qualquer um pode fazer o que quiser, era uma puta terrível, adorava deixar eles me abusarem, nunca pensei que permitiria isso, mas me excitava ser uma submissa, não ter controle de nada e só aproveitar o quanto eu era uma puta, ambas as picas entravam e saíam ao mesmo tempo, muito sincronizadas, só imagina como esses dois paus abriam meus buraquinhos ao mesmo tempo, me abriam toda, sentia uma dor, mas de prazer, não sabia que isso podia acontecer, e como te falei que adoro ser a escrava desses dois, que ambos pararam quase ao mesmo tempo e o segundo oficial me dá dois tapas na bunda e me fala
— se mexe sozinha, agora quero ver como seus peitinhos se mexem
As palavras dele eram ordens pra mim, ajustei minhas pernas e mordi meus lábios e comecei a me mexer, o primeiro oficial tira minha blusa e o sutiã, e mesmo com os olhos fechados, podia sentir meus peitos balançando de um lado pro outro como pêndulos, queria me entregar como uma foxynight e fazer os dois gozarem ao mesmo tempo.
Comecei com movimentos de quadril, circulares, enquanto colocava minhas mãos no peito do segundo oficial pra me segurar, a verdade é que as penetrações não me incomodavam tanto, acho que porque já tinha me acostumado a senti-las dentro, e só pensava em fazer eles aproveitarem, me levantei alguns centímetros, só pra deixar as pontinhas dos dois paus dentro de mim, e de novo comecei a me mexer, dessa vez alternava entre movimentos circulares e enfiava, mas não Toda, só estimulando as cabecinhas com minha bucetinha e meu cuzinho, eles estavam durinhos, pra nenhum escapar, mas eu ouvia eles respirando cada vez mais fundo. Continuei por uns vários segundos enquanto olhei de novo pro Daniel.
— Por bêbado, olha o que tão me fazendo, seu corno fdp.
Parece que isso eu não pensei, não, falei em voz alta, porque ouvi os dois policiais darem umas gargalhadas. Quando percebi a situação, me assustei porque achei que tinha falado baixo, mas não me deram tempo. O primeiro oficial me jogou em cima do outro, e esse me pegou pelas cadeiras e levantou. Os dois começaram a me furar na posição que estavam. O segundo oficial me abraçou por trás, colocando meu rosto do lado dele e sussurrou:
— Gosta de ter o cu arrombado na frente do teu namorado, hein?
— Aaai, eu a... amo!
O segundo oficial subia e descia o pau tão rápido na minha buceta enquanto o primeiro metia até o fundo no meu cu. Não se sincronizavam nada, mas isso era o de menos. Sentir um pau saindo e outro entrando me deixava louca. Já tava perdendo a noção do tempo, acho que já tinham uns 10 minutos me comendo sem parar. Tava mais que feliz, nunca me senti tão cheia, em todos os sentidos. Mas como tudo, uma hora acaba.
O primeiro oficial me segurava cada vez mais forte pelas nádegas e fazia movimentos mais rápidos, mas errados. Meu cuzinho já tava preparado pra sentir todo o leite dele. Não sabia como seria a sensação, mas queria aproveitar. Até que, depois de tanto esperar, ele gozou, enfiando a vara o mais fundo que dava dentro do meu cu. Eu sentia ele crescendo e soltando todo o sêmen quentinho dentro de mim. Senti vários jatos que queimavam, escorrendo pra dentro das minhas cavidades enquanto o pau dele ainda soltava as últimas gotas. Era uma delícia, e mais ainda ouvindo ele tão ofegante, sabendo que era por ter aberto meu cu. O segundo oficial continuava me comendo pela buceta igual um coelho. Não podia acreditar no estado que eu tava, não só por aguentar a ejaculação, mas pela posição que eu tava. Quando o primeiro policial tirou a rola de dentro de mim, voltei à realidade, doeu aquela mudança de pressão, eu tinha uma porra de uma pica enorme dentro de mim e ele tirou sem cerimônia. Quando meu buraco voltou ao normal, senti um puxão tão forte que praticamente pulei e soltei um grito quase alto, tanto que a rola saiu da minha buceta. Fiquei uns segundos me lamentando, esperando talvez um pedido de desculpa, mas em vez disso:
- Tá toda pra você, já terminei.
Me senti meio mal, não sei se pela dor ou pelo tratamento que ele teve, mas o que eu podia dizer? Era eu que me entreguei de tudo, eles só queriam comer uma puta e eu apareci no caminho deles. Nunca disse não, no começo por medo, mas depois porque tava gostando e queria.
Quando a dor começou a passar, me ajudaram a sair do carro. Fiquei quieta e meio de cabeça baixa, e mais ainda quando vi o primeiro oficial se vestindo e nem me olhava. Aí percebi que era eu que tava criando expectativa, eles tavam com uma puta e eu queria carinho e abraço, por costume de todas as minhas relações sexuais, mas agora era diferente. E por causa da adrenalina toda, esqueci que ainda tinha um cara que não tinha me usado toda.
O segundo oficial se aproxima por trás de mim e pega nos meus peitos, encostando a pica enorme dele nas minhas costas. Mais uma vez, meu corpo todo voltou a funcionar. Ele colocou os lábios no meu pescoço e começou a me beijar enquanto uma mão descia pro meu clitóris, enfiando os dedos pelos lábios e mexendo por dentro. Naquele momento, só pensei em levar a mão até a rola dele e começar a masturbar ele por trás. Era desconfortável, mas do tamanho que era, dava pra fazer. Ele começou a me levar sutilmente até ficarmos na frente da viatura dele, que tava a menos de dois metros do carro do Daniel. Me posicionou deitada de frente pra viatura, deixando meus peitos caírem por cima. Chapa, me segurando pelo pescoço, me deitando completamente.
Em seguida, ouço ele cuspir, uns segundos depois sinto o pau dele tentando enfiar no meu cu. Mais uma vez, dou um pulinho pra frente, mas com o carro na minha frente não fui muito longe, e ainda mais com ele me segurando, presa pela força dele e pela viatura, só me deixei levar pra ele fazer o que quiser. Por sorte, dessa vez não senti dor, embora sentisse ele entrando, porque o pau dele era mais grosso que o do primeiro policial. Ele pegou minhas mãos e colocou como se fossem algemas atrás das costas, e começou a meter e tirar. Dessa vez eu sentia muito mais, e como já não estava mais dentro do carro do Daniel, podia me soltar e gemir mais alto e falar pra ele:
— Me dá, adoro como você come meu cu, você me enlouquece.
Meu rosto subia e descia no capô enquanto eu pedia mais e mais. Com a mão que estava livre, ele levantou minha perna direita até onde dava em cima da grade do carro, me abrindo toda. Eu sentia o ar fresco na minha buceta e como meus fluidos me davam pequenos arrepios, é a melhor sensação da minha vida, acabei de descobrir um jeito novo pra quando eu estiver sozinha.
Era incrível como há poucos segundos eu tinha uma crise existencial e agora estava totalmente aberta de pernas pedindo pra ele arrebentar meu cu. Eu estava tão concentrada nisso que nem percebi que dentro da viatura tinha mais alguém.
O policial começou a meter mais rápido e, mais uma vez, de forma erraticamente, eu sabia que ele ia gozar, queria sentir leite dentro de mim de novo, mas antes ele me puxou pelos cabelos e levantou minha cabeça. Quando abro os olhos, vejo ele, um terceiro policial sentado no banco do motorista olhando a cena fixamente. Pelo reflexo borrado do para-brisa, podia me ver exausta mas satisfeita enquanto o policial me comia. O agente dentro do carro me olhava fixamente, sem gesticular nem um músculo, também sem se tocar. Passou pela minha cabeça que ele também queria me curtir, era um homem mais velho, de Uns 40 anos, mais ou menos. Pelo uniforme dava pra ver que era superior aos outros. Era bem bonitão, com uma barba bem feita. "Já comi dois, por que não vou comer três?" Pisquei pra ele, cúmplice, e fiz um biquinho de beijo. Ele só sorriu, sem nenhum outro movimento. Mas quando eu ia fazer outro sinal, senti o segundo oficial puxar minha buceta pra fora e esticar meu cabelo pra trás. Isso eu não esperava. Ele me fez descer da frente do carro e, sem soltar meu cabelo, me colocou de joelhos. Ficou na minha frente, se masturbando, passando a ponta no meu rosto todo. Eu consegui me masturbar também, no mesmo ritmo que ele. Foram só alguns segundos, mas foram o suficiente pra fazer a carinha mais puta que eu conseguia. Fechei os olhos, levantei a cabeça, mordendo o lábio inferior, até que ele finalmente gozou. Soltou um jato enorme, mas aí meteu o pau na minha boca e começou a descarregar tudo lá dentro. Era um monte. Parecia que tava há meses sem gozar, porque quase encheu minha boca e começou a vazar pelos cantos. Ele levantou minha carinha e começou a escorrer o tronco, me dando até a última gotinha.
Quando limpou tudo, começou a fazer carícias com o pau, enquanto eu, sentada com as mãos nos joelhos, recebia aquilo. Ainda tinha toda aquela porra na boca. Olhei pra ele, esperando alguma instrução.
— Engole tudo, não queremos provas.
Sem tirar os olhos dele, levei tudo pra garganta e engoli. Custou um pouco por causa do gosto.
— Que educadinha que você é, hein? Não desperdiçou nem uma gotinha.
Como se fosse uma grande conquista, sorri e agradeci. Ele me ajudou a levantar enquanto subia as calças. Eu também comecei a arrumar a roupa, e o primeiro oficial se aproximou com minha calcinha fio dental e disse:
— Me desculpa pelo que aconteceu há pouco, mas é que eu viajei na ideia de que seu namorado tinha acordado.
— Pra falar a verdade, doeu muito, sabe?
— Você tem que ser mais cavalheiro, por mais que seja uma... flor de puta
- haha, que idiota que você é
- pega sua tanga e veste, que vou acordar o corno
Peguei minha tanga e o primeiro policial foi na direção do carro, e bem quando eu ia levantar uma perna pra passar a primeira perna da minha tanga, ouço a porta do carro do Daniel abrir.
Nós três ficamos congelados, eu só consegui enrolar minha calcinha e segurar ela no punho.
Daniel desceu do carro ainda sonâmbulo e mal se segurando em pé, começou a cambalear.
- Por favor, senhor, fique dentro do veículo
Disse o segundo policial, Daniel falou umas coisas incompreensíveis, mas obedeceu e entrou. O primeiro policial foi até ele e começaram a conversar, eu esperava que me dissessem algo, mas só ouvi o terceiro policial me chamar. Fui até ele, olhando pela janela do motorista.
- Se divertiu, gostosa?
- Uff, nem sabe quanto... mas por que não quis participar? Ia adorar sentir você, é muito gato
- Eu sou comissário, não posso me envolver com os subordinados, mas adoraria comer essa bunda
- E quando quiser
- Mas sem polícia, nem seu namorado e sem farda
- Isso tira muita emoção, mas a gente pode dar um jeito
- Passa seu número que vou te contatar
- Beleza, te passo
Passei meu número e ele salvou.
- Bom, sobe aí que vamos escoltar vocês, porque seu namorado não tá em condições
- Valeu por tudo, comissário
Me despedi e fui direto pro meu banco, mas antes de chegar, o segundo policial que tava na minha porta me deu um tapão na bunda que me fez tremer, achei engraçado, mas ninguém disse ou fez nada.
Quando sentei e fechei a porta, ouvia o policial dizendo pro Daniel que iam escoltar a gente e ele aceitou sem mais. Arrancamos e a viatura atrás de nós, e ele me disse:
- Que que houve?
- E aí, idiota do caralho, você apagou de vez quando a polícia chegou, ainda bem que eles pensaram que eu era menor e essas merdas
- E o que você disse pra eles deixarem a gente
- E contei que você é meu namorado, há quanto tempo a gente tá junto e que a gente bebeu um pouco Você tava cansado do trabalho, me fiz de coitadinha e eles tiveram pena.
- Tá bom, amor, me desculpa.
- Não tem nada pra se desculpar, mas da próxima vez que beber, presta mais atenção.
A conversa morreu ali, ele tava super envergonhado, dava pra ver. Eu tava mais que feliz, e pra fechar com chave de ouro:
Chegou um WhatsApp do comissário... mas isso já é história pra outra hora.
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