(Capítulo piloto)Espero que gostem do meu relato, há meses queria tornar isso público e, se eu receber comentários bons e pontos suficientes, vou continuar postando a continuação.Nesta história, vou contar algumas das minhas experiências e anedotas mais emocionantes que já tive e, como o título diz, vou contar como foi minha primeira vez, já que foi uma experiência bem incomum e me marcou pra sempre. Preciso começar deixando claro que sou um cara normal, ou pelo menos me considero assim. Moro na Colômbia e atualmente faço faculdade numa cidade média do meu país. Sempre fui um cara muito introvertido, com poucos amigos e mais solitário, mas não antissocial. Diria que tenho um círculo pequeno de amizades, composto quase que só por homens. Hoje em dia posso dizer que tenho umas amigas, mas há alguns anos era bem diferente, e é nessa fase da minha vida que aconteceu tudo o que vou contar no meu relato.
Moro num apartamento de 3º andar com minha mãe. Sou filho único e minha mãe é a única família próxima que tenho, por isso somos muito unidos e ela é bem protetora, embora sempre muito consciente dos limites dela como mãe. Dá pra dizer que temos um ambiente familiar bem agradável em casa. Nosso apê tem 3 quartos, uma sala de jantar e um quintal de bom tamanho. Meu quarto é o último do corredor e dá pro quintal. Moramos aqui há vários anos.
Durante meus primeiros anos de adolescência na escola, eu costumava ser o cara tranquilo, tímido e inocente perto dos meus colegas, que eram mais desenrolados. Naquela época, eu cursava o ensino médio numa escola particular, que aqui na Colômbia são as mais privilegiadas. Estudam caras de boas famílias e a educação é de qualidade, então aquelas manifestações de adolescentes precoces eram bem inocentes entre meus colegas. Cursando o 8º ano, numa turma que tinha metade homens e metade mulheres, comecei a descobrir o sexo e todos os seus segredos a partir das conversas com meus colegas e, mais tarde, em buscas na internet. Dois dos meus melhores amigos, Juan e Carlos, pareciam bem mais informados nisso. O assunto, embora não fosse tão exibido quanto alguns outros da minha turma, naquela época eu estava começando meu desenvolvimento físico e era algo que me preocupava, já que a maioria dos garotos da classe se gabava de já ter passado por essa fase e ter seus membros masculinos totalmente desenvolvidos.
Juan, que era meu melhor amigo, é um ano mais velho que eu e era mais reservado quanto a esse assunto dos nossos corpos, mas Carlos, que também era um ano mais velho que eu, vivia se gabando do seu membro e nos mostrava de vez em quando que já estava nascendo pelo pubiano e do bom tamanho do seu pau, obviamente sem nos mostrar diretamente. Naquele ano, eu era um garoto magro, minha pele é branca e me disseram que sou muito simpático de rosto, minha altura era a média dos outros garotos da minha turma, mas minhas partes viris ainda pareciam de criança, meu pau era pequeno para o que se vê na internet, pequeno demais, eu pensava na época por ser pouco informado sobre a vida real, e o pelo pubiano estava começando a aparecer, mas só nas minhas bolas, então não podia me gabar de maturidade como o Carlos. Naquele 8º ano, descobri a masturbação e os prazeres de me estimular e ver pornografia e ficar de sacanagem sem parar com minhas colegas de classe e vizinhas, tudo no completo sigilo da minha mente e do meu quarto, porque obviamente, com minha timidez, eu tinha dificuldade de falar com as mulheres.
No decorrer daquele ano, meus maiores hobbies eram imaginar minhas colegas de escola em diferentes aventuras sexuais e eu podia passar horas me masturbando no meu quarto, tinha várias garotas de quem eu gostava muito. Annie era uma das garotas mais velhas da minha sala e, por isso, tinha um dos melhores corpos, era alta e de pele morena, seus melhores atributos eram suas pernas, muito lisas e de uma cor incrível, brilhavam entre as outras, pernas grossas e malhadas acompanhadas de um quadril grande e uma figura muito gostosa. Maria era de longe a garota mais linda, seu rosto é precioso com uns Olhos verdes lindos e uma pele clara que contrastava bonito com o cabelo loiro dela. O corpo era na média, umas pernas bonitas, uma bunda e uns peitos proporcionais ao corpo. E tinha a Natália, a mina que sexualmente mais me atraía e a culpada de centenas de punhetas no silêncio da minha intimidade. Ela media cerca de 1,65, pele entre morena e canela, um rosto aceitável e um corpo que a maioria da escola desejava. As coxas dela eram grossas e tonificadas, a bunda era um dos melhores atributos dela, tinha um rabo invejável, grande e redondo, que quando usava jeans exibia com muito orgulho. Mas o melhor dela eram os peitos, grandes, dos maiores da escola mas sem ser exagerados, dois dos peitos mais bem formados que já vi, e junto com a cintura fina e o quadril largo faziam ela parecer extremamente desejável. Enfim, essas três junto com algumas das minhas vizinhas faziam com que quando eu chegasse em casa só pensasse em me tocar e me tocar imaginando elas em inúmeras situações que terminavam em sexo.
Com o passar do tempo, virou hábito imaginar e recriar na minha mente minhas fantasias sexuais, e eu tinha meus hormônios a todo vapor desejando que chegasse a hora de ter sexo de verdade. Quase sem perceber, meu corpo foi mudando, embora minha estrutura física pouco, sempre fui magro, tô falando das minhas partes íntimas. Eu costumava medir constantemente esperando o momento de crescer, até que batia a frustração, então parei por um tempo. Quando comecei o nono ano e minhas ereções na aula ficavam difíceis de disfarçar, retomei aquele hábito de pegar a régua de desenho e medir, e para minha surpresa e sem perceber, tinha crescido. Eram só alguns centímetros, mas eu já me sentia com toda a curiosidade do mundo pra saber como seria meu pau de adulto. Naquela época, chegava a 15cm totalmente duro e de grossura média ou só um pouco fino, e meus ovos de tamanho médio, eu acho, mas quando tava dormindo... Meu pau não chegava nem a 7 centímetros, o que me preocupava um pouco, já que em mais de uma ocasião, em passeios de piscina ou rio, eu tinha visto o pau de alguns colegas e os tamanhos eram maiores, claro, estando moles e sem nenhuma intenção homossexual hehe.
Jesus, era um dos caras que no rio tirava tudo e se gabava do pau comprido e grosso. À primeira vista, parecia enorme comparado ao que eu tinha, tipo uns 15 centímetros mole, então eu imaginava que seria muito maior duro e ficava encanado com o meu, mas no fundo sabia que ainda ia crescer ou pelo menos tinha esperança. Quando fiz 15 anos, já tinha pelos ao redor do pau começando a nascer e contava com 17,5 cm de pau duro e uma boa grossura, minhas bolas maiores do que nunca, mas mole continuava quase igual. Isso foi no fim do nono ano.
Quando comecei o décimo ano e ainda sem nenhuma experiência sexual, o máximo até então foi um beijo tímido e nervoso com uma garota durante um jogo. Minhas hormônios estavam a mil e eu passava o tempo espiando pelas janelas qualquer vizinha que deixasse as cortinas abertas. Naquele ano, comecei a ver na escola física, química e trigonometria. Sempre gostei de matemática e trigonometria me parecia interessante, mas nunca pensei que fosse mudar minha vida e acabar na minha primeira vez no sexo.
Depois de alguns meses no ano escolar, os primeiros exames se aproximam e a preocupação da minha mãe ao me ver tão relaxado sem estudar aumenta. Então, sem aviso prévio nem pedir minha opinião, uma noite ela me informa que tinha encontrado uma tutora para cálculo e que eu teria aulas particulares intermitentes à tarde para me reforçar em matemática.
Eu não gostei nada dessa história de tutora, achava esse tipo de aula coisa de garoto lento ou nerd de carteirinha, e embora me considerasse um pouco nerd, não estava nesse ponto. interessar aulas particulares fora da escola, enfim, o assunto virou discussão com minha mãe porque eu disse que não queria essas malditas aulas, que estudaria por conta própria e não precisava delas, mas com minha mãe é impossível quando ela enfia algo na cabeça e eu tive que aceitar resignado essas tutorias. No dia seguinte, ela me contou que também fazia isso porque a tutora era filha de uma amiga dela, que estava nos últimos anos da faculdade e dava aulas no tempo livre pra ganhar uma grana extra, já que não tinham muitos recursos, e essa era a forma dela ajudar a menina e a mãe. Diante disso, não falei muito e entendi as boas intenções da minha mãe, e mesmo não gostando nada da ideia de ocupar minhas tardes estudando matemática, não discuti mais o assunto e aceitei. No fundo, também queria ajudar na causa que ela mencionava, mas não conseguia evitar um certo incômodo de dedicar meu tempo livre a continuar estudando, e ainda por cima com uma professora que seria a típica nerd de faculdade, feia, com óculos grandes, aparelho e acne no rosto inteiro, tudo ao contrário do que ela realmente era, e que eu descobriria pouco depois me deixaria de coração flechado.
Uns dois dias depois daquela notícia sobre minhas tutorias, mais precisamente numa quarta-feira de abril, recém-chegado da escola, minha mãe me avisa que naquela tarde eu conheceria a garota que me daria as aulas. Ela a tinha convidado pra casa pra tomar um lanche da tarde e, de quebra, me apresentar e ela me dar mais instruções sobre como seriam as aulas e coordenar os horários. Na hora, não consegui evitar a preguiça que me deu do plano e fui direto pro meu quarto sem dizer nada. Mais ou menos umas 4 da tarde, minha mãe bate na minha porta pra dizer pra eu me arrumar, que a professora chegaria em 5 minutos. Como pude, levantei da cama com toda a preguiça do mundo, vesti o moletom do colégio que tinha usado de manhã e uma camiseta que eu usava pra ficar em casa, chinelo e passei um pente no cabelo, quando saí minha mãe já tava na porta do apartamento cumprimentando a mina, quando ela passou pela porta da frente eu fiquei completamente pasmo, totalmente surpreso, olhei ela dos pés à cabeça de boca aberta, era uma mulher de uns 25 a 27 anos e tinha tudo que na minha pouca idade me atraía fisicamente numa mulher. Como pude, mantive a compostura e cumprimentei ela bem educado…
Oi, boa tarde, como cê tá? Falei com a voz trêmula e morrendo de vergonha de olhar diretamente nos olhos dela.
Oi, Luisinho, ela me disse, e logo se apresentou bem cordial, Muito prazer, meu nome é Daniela, acho que sua mãe já te falou algo sobre mim, vou dar aulas de matemática pra você por esses dias…
Muito prazer, Daniela, respondi, sem dizer mais nada, tava sem palavras diante de uma mulher daquela.
Ela tava vestida bem recatada, usava uma calça jeans bem justa no corpo e uma blusa que caía muito bem, embora não deixasse ver muita coisa, quando vi ela de pé pude notar a silhueta completa, uma mulher alta, pelo menos 1,70 de altura ou talvez mais, de pele morena e um corpo espetacular, o que mais se destacava nela com aquela roupa era a bunda enorme, bem malhada parecia, um rabão grande mas redondo e durão, com certeza de muitas horas de academia pesada, as pernas fortes e grossas sem serem gordas, igual os glúteos, pareciam exercitadas e fortes, a cintura não tão fina mas combinava bem com a voluptuosidade da bunda e do quadril, e os peitos à primeira vista não dava pra notar como eram ou que forma tinham por causa da blusa, quando sentamos nos sofás da sala e eu pude ver ela de perfil, notei o quanto eram grandes, acima da média, uns peitos maiores que médios mas sem serem muito grandes, de perfil dava pra ver aquelas protuberâncias que logo seriam o foco total da minha atenção. Ela conversava bem animada com minha mãe, era Muito educado ao falar e já caiu nas graças da minha mãe na hora. Eu mal soltava uma palavra, me sentia completamente intimidado por aquela mulherão, só respondia com um sim ou não, mais ou menos, às vezes...
Ela me perguntou, num tom muito amigável e fraternal, que série eu tava e como ia na escola. Respondi que já tava no décimo ano e com boas notas, que tinha começado a ver cálculo e que tava precisando reforçar um pouco as aulas. Nisso, vi de canto de olho minha mãe dando um sorriso, como quem diz que há 10 minutos eu não pensava naquilo.
Ela prestava muita atenção em tudo que eu dizia e respondeu:
"Super legal, Luisinho, já já você termina o ensino médio. Eu sou muito boa com matemática e a ideia é que com umas poucas aulas eu te ajude a reforçar qualquer dúvida que ficar da aula, pra você tirar notas excelentes nas provas."
"Acho uma ótima ideia", falei...
Bom, depois disso elas continuaram conversando sobre tudo: a mãe dela, os estudos na faculdade, e foi aí que fiquei sabendo que ela já tá no último semestre de uma engenharia bem puxada, tem 27 anos e vai super bem nas provas da universidade. Nisso, terminamos o lanche e minha mãe se levantou pra recolher os pratos. Ela também se levantou pra ajudar a levar os copos pra cozinha, e naquele instante meu coração disparou quando apreciei aquela bunda tão perfeita e esplendorosa. Meu Deus, falei comigo mesmo, a bunda dela era grande e redonda. Nenhuma garota da minha escola tinha uma bunda tão bem-feita sendo tão grande. O jeans que ela usava ficava espetacular, porque marcava perfeitamente aquela bunda tão privilegiada. Sem perceber, já tava com uma ereção violenta debaixo do meu shorts. Acho que ninguém percebeu, porque consegui esconder meu pau na cintura do shorts e sentia ele duríssimo, tanto que incomodava no meu abdômen sentir a cabeça do meu pau pulsando com tanta força.... Isso foi tudo por este primeiro capítulo, é só um pedaço da história completa, espero seus comentários e pontos pra continuar postando as outras partes...
Moro num apartamento de 3º andar com minha mãe. Sou filho único e minha mãe é a única família próxima que tenho, por isso somos muito unidos e ela é bem protetora, embora sempre muito consciente dos limites dela como mãe. Dá pra dizer que temos um ambiente familiar bem agradável em casa. Nosso apê tem 3 quartos, uma sala de jantar e um quintal de bom tamanho. Meu quarto é o último do corredor e dá pro quintal. Moramos aqui há vários anos.
Durante meus primeiros anos de adolescência na escola, eu costumava ser o cara tranquilo, tímido e inocente perto dos meus colegas, que eram mais desenrolados. Naquela época, eu cursava o ensino médio numa escola particular, que aqui na Colômbia são as mais privilegiadas. Estudam caras de boas famílias e a educação é de qualidade, então aquelas manifestações de adolescentes precoces eram bem inocentes entre meus colegas. Cursando o 8º ano, numa turma que tinha metade homens e metade mulheres, comecei a descobrir o sexo e todos os seus segredos a partir das conversas com meus colegas e, mais tarde, em buscas na internet. Dois dos meus melhores amigos, Juan e Carlos, pareciam bem mais informados nisso. O assunto, embora não fosse tão exibido quanto alguns outros da minha turma, naquela época eu estava começando meu desenvolvimento físico e era algo que me preocupava, já que a maioria dos garotos da classe se gabava de já ter passado por essa fase e ter seus membros masculinos totalmente desenvolvidos.
Juan, que era meu melhor amigo, é um ano mais velho que eu e era mais reservado quanto a esse assunto dos nossos corpos, mas Carlos, que também era um ano mais velho que eu, vivia se gabando do seu membro e nos mostrava de vez em quando que já estava nascendo pelo pubiano e do bom tamanho do seu pau, obviamente sem nos mostrar diretamente. Naquele ano, eu era um garoto magro, minha pele é branca e me disseram que sou muito simpático de rosto, minha altura era a média dos outros garotos da minha turma, mas minhas partes viris ainda pareciam de criança, meu pau era pequeno para o que se vê na internet, pequeno demais, eu pensava na época por ser pouco informado sobre a vida real, e o pelo pubiano estava começando a aparecer, mas só nas minhas bolas, então não podia me gabar de maturidade como o Carlos. Naquele 8º ano, descobri a masturbação e os prazeres de me estimular e ver pornografia e ficar de sacanagem sem parar com minhas colegas de classe e vizinhas, tudo no completo sigilo da minha mente e do meu quarto, porque obviamente, com minha timidez, eu tinha dificuldade de falar com as mulheres.
No decorrer daquele ano, meus maiores hobbies eram imaginar minhas colegas de escola em diferentes aventuras sexuais e eu podia passar horas me masturbando no meu quarto, tinha várias garotas de quem eu gostava muito. Annie era uma das garotas mais velhas da minha sala e, por isso, tinha um dos melhores corpos, era alta e de pele morena, seus melhores atributos eram suas pernas, muito lisas e de uma cor incrível, brilhavam entre as outras, pernas grossas e malhadas acompanhadas de um quadril grande e uma figura muito gostosa. Maria era de longe a garota mais linda, seu rosto é precioso com uns Olhos verdes lindos e uma pele clara que contrastava bonito com o cabelo loiro dela. O corpo era na média, umas pernas bonitas, uma bunda e uns peitos proporcionais ao corpo. E tinha a Natália, a mina que sexualmente mais me atraía e a culpada de centenas de punhetas no silêncio da minha intimidade. Ela media cerca de 1,65, pele entre morena e canela, um rosto aceitável e um corpo que a maioria da escola desejava. As coxas dela eram grossas e tonificadas, a bunda era um dos melhores atributos dela, tinha um rabo invejável, grande e redondo, que quando usava jeans exibia com muito orgulho. Mas o melhor dela eram os peitos, grandes, dos maiores da escola mas sem ser exagerados, dois dos peitos mais bem formados que já vi, e junto com a cintura fina e o quadril largo faziam ela parecer extremamente desejável. Enfim, essas três junto com algumas das minhas vizinhas faziam com que quando eu chegasse em casa só pensasse em me tocar e me tocar imaginando elas em inúmeras situações que terminavam em sexo.
Com o passar do tempo, virou hábito imaginar e recriar na minha mente minhas fantasias sexuais, e eu tinha meus hormônios a todo vapor desejando que chegasse a hora de ter sexo de verdade. Quase sem perceber, meu corpo foi mudando, embora minha estrutura física pouco, sempre fui magro, tô falando das minhas partes íntimas. Eu costumava medir constantemente esperando o momento de crescer, até que batia a frustração, então parei por um tempo. Quando comecei o nono ano e minhas ereções na aula ficavam difíceis de disfarçar, retomei aquele hábito de pegar a régua de desenho e medir, e para minha surpresa e sem perceber, tinha crescido. Eram só alguns centímetros, mas eu já me sentia com toda a curiosidade do mundo pra saber como seria meu pau de adulto. Naquela época, chegava a 15cm totalmente duro e de grossura média ou só um pouco fino, e meus ovos de tamanho médio, eu acho, mas quando tava dormindo... Meu pau não chegava nem a 7 centímetros, o que me preocupava um pouco, já que em mais de uma ocasião, em passeios de piscina ou rio, eu tinha visto o pau de alguns colegas e os tamanhos eram maiores, claro, estando moles e sem nenhuma intenção homossexual hehe.
Jesus, era um dos caras que no rio tirava tudo e se gabava do pau comprido e grosso. À primeira vista, parecia enorme comparado ao que eu tinha, tipo uns 15 centímetros mole, então eu imaginava que seria muito maior duro e ficava encanado com o meu, mas no fundo sabia que ainda ia crescer ou pelo menos tinha esperança. Quando fiz 15 anos, já tinha pelos ao redor do pau começando a nascer e contava com 17,5 cm de pau duro e uma boa grossura, minhas bolas maiores do que nunca, mas mole continuava quase igual. Isso foi no fim do nono ano.
Quando comecei o décimo ano e ainda sem nenhuma experiência sexual, o máximo até então foi um beijo tímido e nervoso com uma garota durante um jogo. Minhas hormônios estavam a mil e eu passava o tempo espiando pelas janelas qualquer vizinha que deixasse as cortinas abertas. Naquele ano, comecei a ver na escola física, química e trigonometria. Sempre gostei de matemática e trigonometria me parecia interessante, mas nunca pensei que fosse mudar minha vida e acabar na minha primeira vez no sexo.
Depois de alguns meses no ano escolar, os primeiros exames se aproximam e a preocupação da minha mãe ao me ver tão relaxado sem estudar aumenta. Então, sem aviso prévio nem pedir minha opinião, uma noite ela me informa que tinha encontrado uma tutora para cálculo e que eu teria aulas particulares intermitentes à tarde para me reforçar em matemática.
Eu não gostei nada dessa história de tutora, achava esse tipo de aula coisa de garoto lento ou nerd de carteirinha, e embora me considerasse um pouco nerd, não estava nesse ponto. interessar aulas particulares fora da escola, enfim, o assunto virou discussão com minha mãe porque eu disse que não queria essas malditas aulas, que estudaria por conta própria e não precisava delas, mas com minha mãe é impossível quando ela enfia algo na cabeça e eu tive que aceitar resignado essas tutorias. No dia seguinte, ela me contou que também fazia isso porque a tutora era filha de uma amiga dela, que estava nos últimos anos da faculdade e dava aulas no tempo livre pra ganhar uma grana extra, já que não tinham muitos recursos, e essa era a forma dela ajudar a menina e a mãe. Diante disso, não falei muito e entendi as boas intenções da minha mãe, e mesmo não gostando nada da ideia de ocupar minhas tardes estudando matemática, não discuti mais o assunto e aceitei. No fundo, também queria ajudar na causa que ela mencionava, mas não conseguia evitar um certo incômodo de dedicar meu tempo livre a continuar estudando, e ainda por cima com uma professora que seria a típica nerd de faculdade, feia, com óculos grandes, aparelho e acne no rosto inteiro, tudo ao contrário do que ela realmente era, e que eu descobriria pouco depois me deixaria de coração flechado.
Uns dois dias depois daquela notícia sobre minhas tutorias, mais precisamente numa quarta-feira de abril, recém-chegado da escola, minha mãe me avisa que naquela tarde eu conheceria a garota que me daria as aulas. Ela a tinha convidado pra casa pra tomar um lanche da tarde e, de quebra, me apresentar e ela me dar mais instruções sobre como seriam as aulas e coordenar os horários. Na hora, não consegui evitar a preguiça que me deu do plano e fui direto pro meu quarto sem dizer nada. Mais ou menos umas 4 da tarde, minha mãe bate na minha porta pra dizer pra eu me arrumar, que a professora chegaria em 5 minutos. Como pude, levantei da cama com toda a preguiça do mundo, vesti o moletom do colégio que tinha usado de manhã e uma camiseta que eu usava pra ficar em casa, chinelo e passei um pente no cabelo, quando saí minha mãe já tava na porta do apartamento cumprimentando a mina, quando ela passou pela porta da frente eu fiquei completamente pasmo, totalmente surpreso, olhei ela dos pés à cabeça de boca aberta, era uma mulher de uns 25 a 27 anos e tinha tudo que na minha pouca idade me atraía fisicamente numa mulher. Como pude, mantive a compostura e cumprimentei ela bem educado…
Oi, boa tarde, como cê tá? Falei com a voz trêmula e morrendo de vergonha de olhar diretamente nos olhos dela.
Oi, Luisinho, ela me disse, e logo se apresentou bem cordial, Muito prazer, meu nome é Daniela, acho que sua mãe já te falou algo sobre mim, vou dar aulas de matemática pra você por esses dias…
Muito prazer, Daniela, respondi, sem dizer mais nada, tava sem palavras diante de uma mulher daquela.
Ela tava vestida bem recatada, usava uma calça jeans bem justa no corpo e uma blusa que caía muito bem, embora não deixasse ver muita coisa, quando vi ela de pé pude notar a silhueta completa, uma mulher alta, pelo menos 1,70 de altura ou talvez mais, de pele morena e um corpo espetacular, o que mais se destacava nela com aquela roupa era a bunda enorme, bem malhada parecia, um rabão grande mas redondo e durão, com certeza de muitas horas de academia pesada, as pernas fortes e grossas sem serem gordas, igual os glúteos, pareciam exercitadas e fortes, a cintura não tão fina mas combinava bem com a voluptuosidade da bunda e do quadril, e os peitos à primeira vista não dava pra notar como eram ou que forma tinham por causa da blusa, quando sentamos nos sofás da sala e eu pude ver ela de perfil, notei o quanto eram grandes, acima da média, uns peitos maiores que médios mas sem serem muito grandes, de perfil dava pra ver aquelas protuberâncias que logo seriam o foco total da minha atenção. Ela conversava bem animada com minha mãe, era Muito educado ao falar e já caiu nas graças da minha mãe na hora. Eu mal soltava uma palavra, me sentia completamente intimidado por aquela mulherão, só respondia com um sim ou não, mais ou menos, às vezes...
Ela me perguntou, num tom muito amigável e fraternal, que série eu tava e como ia na escola. Respondi que já tava no décimo ano e com boas notas, que tinha começado a ver cálculo e que tava precisando reforçar um pouco as aulas. Nisso, vi de canto de olho minha mãe dando um sorriso, como quem diz que há 10 minutos eu não pensava naquilo.
Ela prestava muita atenção em tudo que eu dizia e respondeu:
"Super legal, Luisinho, já já você termina o ensino médio. Eu sou muito boa com matemática e a ideia é que com umas poucas aulas eu te ajude a reforçar qualquer dúvida que ficar da aula, pra você tirar notas excelentes nas provas."
"Acho uma ótima ideia", falei...
Bom, depois disso elas continuaram conversando sobre tudo: a mãe dela, os estudos na faculdade, e foi aí que fiquei sabendo que ela já tá no último semestre de uma engenharia bem puxada, tem 27 anos e vai super bem nas provas da universidade. Nisso, terminamos o lanche e minha mãe se levantou pra recolher os pratos. Ela também se levantou pra ajudar a levar os copos pra cozinha, e naquele instante meu coração disparou quando apreciei aquela bunda tão perfeita e esplendorosa. Meu Deus, falei comigo mesmo, a bunda dela era grande e redonda. Nenhuma garota da minha escola tinha uma bunda tão bem-feita sendo tão grande. O jeans que ela usava ficava espetacular, porque marcava perfeitamente aquela bunda tão privilegiada. Sem perceber, já tava com uma ereção violenta debaixo do meu shorts. Acho que ninguém percebeu, porque consegui esconder meu pau na cintura do shorts e sentia ele duríssimo, tanto que incomodava no meu abdômen sentir a cabeça do meu pau pulsando com tanta força.... Isso foi tudo por este primeiro capítulo, é só um pedaço da história completa, espero seus comentários e pontos pra continuar postando as outras partes...
3 comentários - Professora de Cálculo, Minha Fantasia Cap 1