Maduras anonimas ( Parte 1)

Meu nome é David. Moro com minha mãe num prédio de 5 andares. Meus pais tinham se separado uns meses atrás e minha mãe e eu nos mudamos pra esse prédio depois da separação. Sempre fui um cara na minha, então a mudança não me afetou nem um pouco.
O prédio fica na parte tranquila da cidade e é habitado quase que só por coroas gostosas e suas famílias. Muitas dessas coroas cuidam da casa, então ficam nos apartamentos o dia inteiro enquanto os filhos e os maridos saem.
Tem de todos os tipos e idades, algumas casadas, outras divorciadas e outras solteiras. Todas são bem legais e receberam minha mãe de braços abertos.
Nem preciso dizer que eu sou louco por coroas gostosas e, quando cheguei naquele prédio peculiar, me senti no paraíso. Como qualquer jovem tarado, passo cada minuto livre batendo uma punheta e, graças às minhas novas vizinhas, tenho bastante material pra me inspirar.
Minha mãe se adaptou rápido ao prédio e dava pra ver que ela tava mais feliz depois do divórcio. Ela trabalha como médica num hospital, então muitas vezes me deixava sozinho no apartamento, o que era uma vantagem porque me dava mais tempo pra me dedicar às minhas punhetas.
Por causa da mudança e porque o ano escolar tava quase acabando, não fui aceito na escola da região. Tive que esperar o próximo ano letivo começar pra poder me integrar; enquanto isso, só ia por algumas horas pras aulas de reforço e depois voltava pra casa sozinho.
Às vezes, dava uma volta pelos diferentes andares do prédio, principalmente pra encontrar as coroas gostosas e ter material pras minhas punhetas. Acabei me dando bem com várias delas, que me cumprimentavam quando eu passava e batiam um papo comigo. De vez em quando, eu as ouvia conversando entre si nos corredores, as fofocas de vizinhança de sempre, mas outras vezes eu as via quase cochichando e se calavam de repente ao me ver. Não dei muita importância até aquela tarde, quando num dos meus passeios escutei furtivamente uma conversa.

-Já falta pouco para o dia. Tô morrendo de ansiedade pra chegar quarta-feira. Não imagina o quanto eu tô com a calcinha molhada- disse uma.
-Mas claro que imagino, se eu tô igual. Não vejo a hora de ver os novos gatinhos que a Elide arrumou. Essa parada de MILF Anônimas é a melhor coisa que podia ter inventado.- disse a outra.

As MILFs foram embora rindo enquanto eu fiquei paralisado depois de ouvi-las.
MILF Anônimas. Não era a primeira vez que ouvia isso. Era tipo uma lenda urbana na internet. Supostamente era um complexo de apartamentos onde os jovens iam transar com MILFs, segundo os boatos era super secreto e exclusivo e só podia participar quem fosse convidado. Na net só tinha rumores vagos e ninguém sabia onde ficava esse lugar ou se realmente existia.
Se o que eu tinha ouvido era verdade, eu tava morando nesse lugar e com a chance de comer as MILFs gostosas que moravam lá. O problema era como conseguir isso.
Os boatos diziam que só podia participar com convite. Eu tinha que arrumar um de qualquer jeito.
Os dias seguintes passei no meu computador visitando todos os fóruns e sites de MILF que conhecia, tentando achar qualquer pista ou informação, mas só tinha fumaça e espelhos. O tempo tava acabando, o dia marcado tava perto e eu ainda não tinha achado nada.
Desesperado, apelei pra última opção que me restava: falar com dona Elide.

Dona Elide era a proprietária e dona do complexo. Era alta e magra. Tinha 50 anos e um corpo bem conservado. Os peitos eram médios e um pouco caídos. Era de pele morena e cabelo curto pintado de loiro. Costumava vestir jeans justos que grudavam na bunda magnífica dela.
Minha mãe e eu a conhecíamos no nosso Primeiro dia em que ela nos deu as boas-vindas ao lugar.
Pelo que eu tinha ouvido, ela era casada com um empresário gostoso que vivia em viagens de negócios. Ele tinha comprado aquele condomínio pra ela administrar e se manter ocupada. Mesmo sendo uma delícia, era muito humilde e prestativa. Tava sempre de olho nas necessidades dos inquilinos e sempre disposta a ajudar. Dona Elide morava no apartamento 101, que ficava no primeiro andar do lugar e era incrivelmente espaçoso, do tamanho de 3 ou 4 apartamentos.

Naquela terça-feira à tarde, depois de outra busca na internet sem resultados, fui até o apartamento dela. Bati na porta e ela me recebeu com o sorriso de sempre.

— Oi, David. Como você tá? O que te traz aqui? — ela perguntou.
— Boa tarde, dona Elide. Posso entrar? Tenho uma coisa pra perguntar — falei, criando coragem.
— Claro, claro. Entra. Minha porta tá sempre aberta. No que posso ajudar? — perguntou enquanto sentávamos na sala da casa dela.
— Então, é o seguinte... — eu tava com medo de falar. Se aquele boato não fosse verdade, com certeza levaria uma bronca dela e da minha mãe. Mas se fosse verdade, estaria na terra prometida. A luxúria falou mais alto que a covardia e eu soltei a pergunta. — Ouvi duas vizinhas falando sobre as Milf Anônimas e mencionaram seu nome. Sei que é um lugar onde os jovens podem comer milf e também sei que é nesse condomínio, então quero participar.

O cômodo ficou em completo silêncio, o sorriso sumiu do rosto de dona Elide, que me olhava com uma cara super séria. Os segundos pareciam horas, eu não sabia o que fazer. Devia ficar? Levantar e sair correndo? Finalmente, ouvi ela respirar fundo e depois dar um sorriso safado.

— Você é um jovem muito ousado. Ninguém nunca me pediu um convite pessoalmente, e pelas regras não é permitido inquilinos participarem, mas acho que... Desta vez vou abrir uma exceção. Tenho certeza de que vai valer a pena. Vem amanhã ao meio-dia no galpão atrás do prédio, e é melhor não contar pra ninguém.

Não conseguia acreditar na minha sorte, tinha funcionado. Depois de agradecer, saí voando, ansioso pelo que aconteceria no dia seguinte. Quase não consegui dormir naquela noite. A ansiedade era tanta que nem tinha batido uma punheta o dia inteiro.

Na quarta-feira ao meio-dia, fui pontualmente ao galpão. Dona Elide estava na porta e sorriu ao me ver. Me entregou uma máscara e, depois que coloquei, abriu a porta do lugar. Ao entrar, me deparei com quase uma dúzia de jovens esperando. Todos tinham mais ou menos a minha idade. A porta se fechou e Dona Elide entrou, se posicionando na nossa frente.

— Sejam bem-vindos ao Milf Anônimas. Todos estão aqui pelo seu amor pelas milf, amor que será recompensado daqui a pouco. Mas primeiro vou explicar as regras para os novatos saberem e os veteranos não esquecerem.
Tudo que acontecer aqui é confidencial. É estritamente proibido revelar ou divulgar o que rolar.
Nesta urna estão os números dos apartamentos das milf que estão esperando vocês. Vão escolher um número aleatório. Ao chegar no apartamento, não usem a campainha, batam 5 vezes na porta e esperem abrirem. Tudo que acontecer será consensual, vocês não podem obrigar a mulher a fazer algo que ela não queira, nem elas com vocês. Algumas dessas mulheres têm certos gostos ou fetiches; se não se sentirem confortáveis, podem sair do apartamento e vou designar outra coroa.
O tempo é limitado para algumas delas, então vocês vão embora quando elas mandarem.
Assim que o encontro terminar, é proibido voltar aqui até que eu os chame de novo, assim como contatar qualquer uma das senhoras do local.
Se quebrarem qualquer uma das regras, lembrem-se de que tenho os meios e o poder para fazer vocês pagarem caro pela ofensa.
Agora Cheguem perto pra pegar o número de vocês e se divirtam.
Um por um, fomos passando até a urna. Quando chegou minha vez, podia jurar que vi Dona Elide piscando o olho pra mim. Tirei meu número da urna: 306.
Se a memória não me falhava, era Dona Claudia. Uma gordinha alegre e risonha de quase 60 anos. Tinha um par de peitos enormes, tipo duas tetas. Era baixinha e de quadril largo. Morava sozinha com o marido. Como os dois eram estéreis, nunca conseguiram ter filhos, mas Dona Claudia era muito maternal. Tava sempre disposta a cuidar dos filhos dos vizinhos quando pediam. Também adorava cozinhar e muitas vezes levava comida pra eles.
Enquanto subia as escadas, tava extremamente excitado. Só de lembrar daqueles peitões enormes, meu pau já tinha endurecido. Quando cheguei na porta dela, bati cinco vezes como tinham mandado e esperei.
Dona Claudia abriu a porta, usava uma máscara pra esconder a identidade e tava vestida normal, com um vestido azul comprido de uma peça só.

-Puxa, pensei que nunca ia chegar, tô há um tempão esperando ansiosa, nem imagina. Bem-vindo, coração.-

Entrei no apartamento e, depois de fechar a porta com chave, fui com ela até a sala da casa, um lugar onde já tinha estado antes, mas agora com um propósito diferente.
Quando chegamos, Dona Claudia tirou aquele vestido, deixando ver que tava completamente pelada por baixo.

-Que tal a gente ir direto ao ponto? Tô morrendo de vontade que esse dia chegasse.-

Ao ouvir essa frase, reconheci como aquela que tinha escutado no outro dia na conversa que deu início a tudo isso.
Sem perder tempo, tirei minha roupa, mas antes de conseguir tirar a cueca, Dona Claudia me parou.

-Espera, coração. Essa parte é comigo. Primeiro, me dá um pouco de carinho.-

Me aproximei dela e ela me deu um beijo apaixonado. A língua dela entrou na minha boca, se chocando com a minha. Acompanhei o ritmo e logo nossas línguas se entrelaçavam uma na outra. Uma das mãos dela desceu até meu pau, que já estava bem duro, e começou a esfregar por cima da minha cueca. Motivado pela luxúria, levei uma mão até o peitão dela e comecei a apertar, brincando de leve com o bico.

-Mmmm, eu gosto de garotos ousados. Agora, querido, é hora de ver esse pau gostoso- disse Cláudia se afastando de mim e se sentando no sofá.

Ela levou as mãos até minha cueca e puxou pra baixo de uma vez, fazendo meu pau pular pra fora e bater na cara dela.

-Ufff, adoro levar um pau na cara.- disse sorrindo e começou a examinar meu pau.- Vamos ver o que temos aqui. Sim, muito bom pra sua idade, não é tão comprido, mas é bem grosso. Muito apetitoso.-

Ao dizer isso, lambeu os lábios e engoliu meu pau de uma vez. Quase gozei na hora ao receber meu primeiro boquete. Era algo incrível, uma sensação deliciosa. Dona Cláudia se deliciava com meu pau, tirando ele inteiro pra fora e engolindo de novo.

Ela fez isso várias vezes, aumentando a velocidade cada vez mais até que eu não aguentei e, sem avisar, gozei enchendo a boca dela com meu leite. Dona Cláudia segurou firme meu pau e não deixou escapar nem uma gota.

-Mmmmm, adoro o gosto de porra virgem. Acho que sou viciada nisso.- disse se lambendo e recolhendo os restos da minha gozada.- Enquanto você se recupera, vou te dar umas lições pra agradar uma milf. Se você vai ser presença constante nesses encontros e pelo bem das minhas vizinhas, é melhor você ir aprendendo.

-Sim, senhora.- respondi ainda curtindo a sensação do meu primeiro boquete.

Deitando no sofá, a coroa abriu as pernas me mostrando minha primeira buceta ao vivo. Tinha uma moita de pelos pequena e um par de lábios grandes e carnudos.

-E o que você acha dessa buceta velha? Aposto que preferia uma mais jovem.- perguntou a senhora.

-Não, é linda.- respondi completamente hipnotizado.

A senhora riu e disse- Você é um amor. Por que não chega mais perto pra ver melhor? E já que tá aí, dá umas boas lambidas nela.
Eu me ajoelhei na frente daquela buceta suculenta e o cheiro dela foi me envolvendo enquanto eu me aproximava. Era inebriante. Ela estava completamente encharcada, e os sucos brilhavam intensamente. Tímido, me aproximei e dei uma lambida, saboreando minha primeira buceta madura.
— MMMM, isso, que gostoso, você faz bem, continua, mete a língua pra dentro. Mmmm, é, chupa meu clitóris, uffff, não para. — Dona Claudia se contorcia de prazer enquanto me dava instruções.
Eu tentava segui-las à risca e acrescentava o que tinha visto em filmes pornôs e lido na internet. Levei minha mão até aquela buceta faminta e comecei a enfiar dois dedos lá dentro, enquanto minha língua focava em cuidar daquele clitóris inchado.
Dona Claudia gemia cada vez mais, mostrando que eu tava fazendo um bom trabalho. Mal conseguia continuar me dando ordens.
— Ahhhhh, que delícia, meu anjo. Mmmmm, você aprende rápido, uffffff, mete mais um dedo, coração, aaaahhh, issooo. —
Seguindo as ordens, enfiei três dedos na buceta dela, que já começava a escorrer os sucos. Colocando mais empenho no serviço, aumentei a velocidade dos meus dedos e da minha língua no clitóris dela, fazendo com que ela finalmente gozasse, soltando um gemido de prazer e enchendo minha boca com seus fluidos.
Dona Claudia ficou imóvel por um momento, recuperando o fôlego.
— Esse foi um dos melhores orgasmos da minha vida, querido. Você tem talento. Tenho certeza de que minhas vizinhas vão adorar você. — disse, me puxando para perto e me dando outro beijo lascivo. — O tempo tá acabando, e eu quero esse pedaço de carne na minha buceta, então é melhor irmos pro quarto. Tá na hora de te fazer homem.

Me pegando pela mão, me levou até o quarto dela, onde se deitou na cama, me convidando a segui-la. Abriu as pernas de novo, me mostrando aquela buceta madura e faminta.
— Vamos, querido. Traz esse pau pra cá e mete ele todo em mim — disse, enquanto se abria. Buceta peluda e suculenta.
Eu estava completamente hipnotizado diante de visão tão celestial e, como pude, subi na cama. A senhora pegou meu pau e foi guiando até a entrada, onde ele descansou contra os lábios dela. Lentamente, comecei a enfiar dentro da racha dela, aproveitando a sensação da minha primeira buceta e perdendo minha virgindade ao fazer isso. A senhora gemia timidamente, curtindo meu pau jovem que ia desaparecendo lá dentro.
Eu estava atordoado vendo como toda minha hombridade tinha entrado naquela mulherão quando olhei pra cima e vi dona Claudia sorrindo pra mim.
— Adoro a expressão dos novinhos quando aproveitam a primeira buceta deles. — disse a senhora. — Agora bota a mão na massa e me fode como o homem que você agora é.
Obdecendo de novo, comecei a mexer meus quadris, tentando devolver àquela coroa todo o prazer que ela tinha me dado.
Logo encontrei meu ritmo e, me apoiando nela, aumentei as estocadas. Jogava meu corpo todo pra frente, tentando enfiar meu pau até o fundo. Os gemidos de dona Claudia me mostraram que eu tava no caminho certo. Os peitões enormes dela balançavam no ritmo das estocadas; viraram um manjar pra mim e eu me joguei neles pra levar à boca.
Apertei eles com força, fazendo ela gemer mais, amassava e chupava com gosto, lambia os bicos eretos dela tentando não perder o ritmo das estocadas.

— Assim, amor. Vai, mete tudo em mim, com força, ahhhh, não para, siiiim, mais — dona Claudia gemia sem controle enquanto meu pau entrava e saía da buceta ansiosa dela.
— Ufff, senhora, que buceta gostosa a senhora tem. É incrível. — falei, completamente extasiado.
— Me chama de Claudia, amor. Que pau gostoso você tem. Me fode mais, que delícia. Chupa meus peitos, céu. — disse a coroa tarada.
— Sim, Claudia. Eles são deliciosos. Amo eles. — falei devorando aquele par de globos eróticos de carne.
— AHHHHHH, que gostoso. Com força, coração. Dá pra essa velha o que ela precisa. MMMM, siiiim, vamos.

Apesar da idade dela, dona Claudia estava faminta de sexo e não parava de gemer pedindo mais. A cama rangia no ritmo das estocadas que eu dava, tentava enfiar meu pau o mais fundo possível dentro da buceta dela. Queria tanto que aquele momento não acabasse, mas sentia que logo ia gozar e, pelo visto, ela também.

- Ahhh, amor. Continua, maaais, assiiim, que pau gostoso, adoro, vamos, ahhhh.
- Ahhh, Cláudia. Uff, não vou aguentar muito, tô perto.
- Eu também. Vai, coração. Me dá tudo. Não se preocupa, enche minha buceta com seu leite. Vamos, ahhhh, siiiim, que delícia.

Coloquei todas as minhas forças naquela última estocada e então jorrei meu sêmen dentro daquela buceta madura e quente. Dona Cláudia gemeu de prazer ao sentir minha gozada encher suas entranhas, e senti meu pau encharcado com os sucos dela.

Caí exausto sobre ela, sobre aqueles peitos enormes e deliciosos. Ficamos um tempinho recuperando as forças até que ela olhou o relógio e disse que era hora de eu ir. Me vesti rápido enquanto ela colocava um roupão por cima pra cobrir a nudez.

- Você foi incrível, tesouro. Espero que um dia seu número saia de novo na urna. E se isso acontecer, garanta que vai devolver elas cheias do seu leite.
Ela disse me dando um beijo de despedida e enfiando algo no meu bolso.

Ao sair do apartamento, ainda estava atordoado, não acreditava em tudo que tinha acabado de acontecer. Era uma fantasia realizada. Procurei no bolso o que ela tinha colocado e encontrei a calcinha molhada dela. Sorrindo, fui em direção ao meu apartamento quando, ao descer as escadas, uma voz me chamou.

- Foi tudo que você esperava? - era dona Elide, que estava fumando um cigarro. - Espero que ela não tenha sido muito bruta com você.
- N-não, de jeito nenhum... foi incrível - respondi meio atordoado.
- A Cláudia adora estrear novinhos. Por isso, sempre que tenho novos, eles vão primeiro com ela.
- Desculpa se sou intrometido, mas como é que você teve a ideia de fazer algo assim? Esse serviço de milf anônimas?-

Depois de dar uma longa tragada no cigarro, começou a falar.

- Comecei com isso ano passado. Igual muitas das mulheres daqui, tava há um tempão sem ter ação. Meu marido vive viajando e cuidando dos negócios, nem me nota. E quando nota, é sempre algo rápido e monótono. Pensei em arrumar um amante, mas no fim todos são iguais, só querem seu dinheiro. Foi por isso que pensei nos novinhos. Eles só ligam pra sexo, além de serem fáceis de manipular e intimidar, sem contar que são cheios de vigor e energia. A inexperiência deles os torna perfeitos pra saciar os desejos dessas milf. Prefiro que eles não sejam daqui do condomínio, pra evitar encontros fora do horário combinado e também pra não saberem a identidade das milf. Afinal, essas senhoras têm família e algumas têm marido também, isso é só um desabafo. Você é um garoto esperto e confio que não vai quebrar as regras.-

Assim que terminou de falar, apagou o cigarro e se preparou pra ir embora.

- Fica com a máscara, só não esquece de levar pros encontros. Eles acontecem regularmente a cada 15 dias, às vezes ao meio-dia, outras vezes à noite, quando as senhoras estiverem sozinhas. Eu te aviso quando for o próximo. E mais uma coisa…-

Ela se aproximou de mim e me deu um beijo apaixonado que deixou minha pica dura na hora.

- Eu também faço parte da urna e tô louca pra você tirar meu número um dia. - disse, e depois foi pro apartamento dela.

Eu voltei pro meu, onde minha mãe se preparava pra sair pro trabalho. Depois de cumprimentá-la e bater um papo, ela me deu um beijo de despedida e foi embora.

À tarde, enquanto via um pouco de TV, a campainha tocou. Quando abri, me deparei com dona Cláudia, que, como de costume, trazia comida pra mim a pedido da minha mãe. Ver ela na minha frente me fez lembrar dos momentos que a gente tinha passado juntos mais cedo. Tive que usar todo meu autocontrole pra não revelar que era comigo que ela tinha transado e convidar ela pra entrar pra repetir a parada. Antes de ir embora, dei uma boa olhada naquelas tetonas que horas antes eu tinha chupado com gosto.

Puta merda, ia ser difícil aguentar até a próxima reunião. Por sorte, eu tinha algo que me ajudaria a resistir. No meu bolso ainda estavam as calcinhas molhadas da dona Cláudia. Ia cuidar de enchê-las de porra, caso um dia eu tivesse outro encontro com ela.

CONTINUA...

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