Domando uma putinha gostosa

Tudo começou quando eu fiquei desempregado e minha esposa tinha que trabalhar o dia inteiro pra dar conta das contas. Nessa época, minha sobrinha Natália tinha perdido os pais num acidente, e eu tinha que cuidar da casa e dela o tempo todo. Lembro que lavava a roupa dela, até cozinhava pra ela. No começo, não me incomodava, porque ela era uma jovem muito alegre e divertida, vivia cantando e dançando pela casa toda. Ver ela me deixava de bom humor.

Lembro que uma vez minha esposa teve que viajar a trabalho. Não tive escolha a não ser ficar sozinho com minha sobrinha. Mesmo sendo a primeira vez que ficávamos só nós dois, eu e a Natália, nunca imaginei o que ia rolar naqueles dias. Lembro que quando a Mariana, minha esposa, me ligou antes de embarcar no avião, a gente discutiu — eu não concordava que ela fosse sozinha, e ultimamente brigar entre a gente tinha virado rotina.

Depois da briga, desliguei o telefone e tomei uns tequilas. Ouvi a Natália chegando da escola, mas ela foi direto pro quarto dela. Achei que tinha nos ouvido discutir, eu e a tia dela, e não quis cumprimentar. Depois de uma garrafa de tequila, fui até o quarto dela e bati na porta. "Vem comer!", gritei de fora. Quando ela saiu, tava de shortinho curto e um top branco. Naquela tarde, a gente conversou bem pouco, e ela voltou pro quarto na hora. Pensei que talvez tivesse ouvido algo sobre a tia, mas não perguntei nada. Só arrumei a mesa e lavei a louça. Antes de entrar no meu quarto, passei pelo dela e a porta tava aberta. Ela tava deitada de bruços na cama, mexendo no celular, descalça, com os pés pra cima e cruzados no ar. De repente, ela virou pra me olhar. "Oi, tio. Precisa de alguma coisa?", perguntou com a voz doce. Respondi que não e fui assistir TV no meu quarto.

Era sexta-feira. Naquele dia, eu sempre virava a noite vendo filmes ou séries. Então, levei umas cervejas pro meu quarto. Umas uma hora depois, mais ou menos, saí do quarto pra pegar... Mais 2 cervejas e a porta da Natália continuava aberta. Espiei de novo e ela estava dormindo de bruços com a TV ligada. Entrei para desligar e vi que o short dela estava no meio da bunda, e ela dormia profundamente. Olhei por uns minutos, ela parecia bem gostosa, minha sobrinha. Tinha umas bundonas redondas e brancas, e na cintura tinha a mesma pinta da tia dela.

Mas saí do quarto dela e fui pegar minhas cervejas. Bebi muito rápido no meu quarto, sem parar de pensar na rabuda da Natália. Vi no armário as algemas de brinquedo que usava com minha esposa quando fazíamos amor. Peguei elas e saí do meu quarto de novo. Enquanto andava pelo corredor, vi a coleira do Lucas, nosso cachorro, e também peguei. Depois tranquei as portas da casa toda e liguei a TV da sala bem alto. Não queria que os vizinhos ouvissem.

A Natália ainda estava dormindo, então entrei devagar no quarto dela e tranquei a porta. A luz estava apagada, mas eu acendi. Ela começou a acordar aos poucos quando coloquei as algemas e quando estava colocando a coleira. Finalmente acordou. "O que foi, tio?", perguntou meio sonolenta. "Nada, princesa, dorme. Só estou te arrumando." Comecei a puxar o short dela para baixo e depois a calcinha. Finalmente vi aquela bundona imensa no ar, aquele par de nádegas que mal cabia na minha mão. Apesar da idade, a Natália era muito bunduda.

Ela tentou se virar, mas coloquei minhas pernas sobre as dela e, como estava algemada, não conseguiu se mexer. A bundinha redonda dela ficou no ar. "Não, tio, não, tio, não enfia em mim, por favor", ela dizia quando sentiu meu pau entre as nádegas dela. "Cala a boca, puta", gritei puxando ela pela coleira de cachorro que tinha colocado. "Você vai ficar quieta ou já viu, sua puta", dizia enquanto passava a mão na bunda dela, que estava bem firme e cheirava gostoso. Depois abri as nádegas dela e cuspi no meio para que meu pau deslizasse cada vez que passava entre elas.

A Natália começou a chorar enquanto eu... Enfiei o dedo mindinho no cu dela, calma, sua putinha, não chora, se não se mexer não dói. Fica quietinha que vou te machucar, eu dizia, e a putinha obedecia e apertava meu dedo com aquela bundona. Que cuzão lindo que minha sobrinha tinha, e o cu dela também, todo rosadinho. Vou chupar essa bunda toda, Nati, então não se mexe, continuei, e ela tentava se virar, mas eu segurava ela pela cintura e enfiava a cara entre as nádegas dela várias vezes. Minha língua passou por toda a racha dela, e ela gemia e reclamava: "Ai, ai, ai, não, tio, não, tio", dizia cada vez que sentia minha língua entre as nádegas dela.

Finalmente, minha sobrinha estava pronta. Percebi quando ela molhou todos os meus dedos, então pedi pra ela levantar a cintura e empinar a bunda o mais alto que pudesse, e ela obedeceu sem hesitar. Comecei a enfiar toda a minha pica preta naquelas nádegas brancas e redondas. Ainda lembro do grito da minha sobrinha quando eu a desvirginei: "Tá doendo, tá doendo, mamãe, tá doendo pra caralho, tão me comendo bem forte e tá doendo, mamãe." Eu não conseguia parar de bombar minha pica na Natália, que gritava e chorava: "Você tá me rasgando toda, tio, tá me rasgando toda a bunda", dizia, e eu tirava e enfiava de novo inteira.

"Aguenta, putinha, aguenta, já vou gozar", eu dizia, e a Natália aguentava como podia. Lembro que ela virou pra me olhar com a carinha corada e a boca ofegante, e eu não aguentei mais. Gozei dentro dela, e ela se encheu da minha porra, ficando imóvel na cama. Desci dela, cobri ela com os lençóis, dei um beijo na testa e falei: "Você é uma putinha boa, Natália", pra ela se acalmar.

2 comentários - Domando uma putinha gostosa

Carajo, literalmente me imaginé como te follabas a esa putita, quiero pensar que este culo ese ano estaba muy estrecho y cada vez que la bombeabas lo apretaba más y más 🥴