Mãe e filho (parte 4)

Já tinham se passado 5 meses desde que eu e meu filho transávamos, mas eu nunca tinha deixado ele meter em mim, era algo que eu tinha conversado com ele, já que eu tinha medo de engravidar, mas já tinha pensado nisso várias vezes, e me dava muito tesão, mas no aniversário dele eu tinha que dar um presente especial, já era costume acordá-lo com um boquete, então não podia fazer isso. Então naquele dia eu acordei mais cedo que o normal, tomei banho, me maquiei e coloquei uma calcinha fio dental que ele usava pra se masturbar várias vezes, ela era preta e estava cheia de manchas de porra (não exagero quando digo que eram mais de 40, ele se masturbava com ela desde os 13 anos). Coloquei as meias que ele usa pra gozar e elas estavam muito estranhas, mas me davam um tesão danado, o resto deixo pra imaginação de vocês. Ele tinha que entrar na escola às 8:30, eu fiz o café da manhã e deixei na mesa, fui até o quarto dele e acordei:
— Love love...
— Que foi, mãe? São 5 da manhã.
— Já sei, mas tenho uma surpresa pra você, levanta que vou te mostrar.
— Tá bem, já vou.

Eu fui rapidamente pra sala e fiquei de quatro.
— Feliz aniversário, meu filho.
— Valeu, mãe, mas por que você tá assim?
— Esse é o seu presente.

Tirei a calcinha fio dental e comecei a me tocar.
— Quero que você meta em mim.

Ele não demorou nem um segundo, veio até mim e com o pau ainda mole começou a esfregar na minha buceta, meteu quando ainda não tava duro. Era muito gostoso sentir que quanto mais ele metia, mais ele endurecia. Eu sentia uma mistura de excitação e medo ao mesmo tempo, mas foquei em fazer meu filho gozar como nunca. Ele continuou me comendo por uns 6 minutos.
— Mãe, vou gozar e tem muita porra.
— Goza dentro do meu cu.

Ele tirou o pau da minha buceta e meteu no meu cu, deixou sair todo o sêmen e não mentiu quando disse que tinha muita porra. Depois ele tirou, eu chupei o pau dele um pouco pra tirar o resto da porra, levantei minha calcinha fio dental e ele sentou pra tomar café. Eu me meti debaixo da mesa e comecei a chupar ele.
— Nossa, mãe, hoje você tá muito safada.

Ele, com uma mão... Segurava a cabeça dele e com a outra mão tomava meu café da manhã. Mais ou menos umas 7:50 ele começou a arrumar as coisas dele pra ir pro colégio e eu as minhas pra ir trabalhar. Eu tava com meu uniforme vestido, o que me deu muito tesão, e pedi pra ele me comer de novo. Ele topou na hora e gozou dentro do meu cu de novo, mas dessa vez não soltei ele, deixei lá dentro. Queria sentir o leite do meu filho dentro da minha buceta o dia inteiro. Lá pela uma da tarde, uma colega do trabalho me perguntou se eu tava menstruada, e eu falei que não. Ela disse que eu tava com a buceta molhada. Fui no banheiro e não era menstruação, era o gozo do meu filho que tinha escorrido.

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